Salgueiro carrega a Sapucaí para a luta pelos povos indígenas

O altar dos bambas vestiu a fantasia dos povos originários para defender o fim do genocídio que envergonha o Brasil. "Hutukara", o mais engajado enredo de 2024, transformou o Salgueiro numa oca engajada e crítica. Missão cumprida - e uma boa colocação a caminho.

O tom de denúncia começou pela comissão de frente de Patrick Carvalho, que mostrou um planeta indígena. O espetacular casal Sidclei e Marcella, mestre-sala e porta-bandeira, dançou de vermelho, no tom da crítica.

O Salgueiro teve a mais impressionante alegoria da noite, o tripé da retroescavadeira-monstro que engole a floresta. Pecou em alas que se repetiam, mazela recorrente em enredos indígenas.

Defeito menor, irrelevante, diante da torrente de emoção do protesto da Academia. O samba-manisfesto passou conduzido por um Emerson Dias no tom preciso e a escola foi junto.

[...] (Atenção: Este texto é apenas uma prévia, visite O Globo para acessar o conteúdo completo.)
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