'Achava que bicheiros estavam ficando para trás'

Milton também destacou a relação de carinho que as escolas de samba têm com os grandes nomes do jogo do bicho.

"Como o Estado não entrou nessas comunidades e as abandonou à própria sorte, eles pegaram e construíram as quadras e patrocinaram, então cresceram juntos", afirmou.

As comunidades amam esses homens porque eles nasceram e se criaram lá.
Milton Cunha

Além disso, o carnavalesco comentou como encara a nova geração que vem conduzindo o carnaval do Rio de Janeiro e se mostrou otimista quanto à continuação da tradição das escolas de samba.

A gente achava que os bicheiros estavam ficando pra trás porque eles não entravam na internet, aí a gente dizia que o Carnaval não está indo para as redes. Eis que cresce essa geração e entra com tudo.
Milton Cunha

"Essa nova geração é mais do marketing, da visibilidade sem perder o respeito à tradição. Então, quer saber? A tradição não é morta, não fica lá no passado, ela se renova a cada vez que você coloca ela para d

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