Por que John Textor estuda vender participação no Crystal Palace

O principal motivo é a falta de autonomia e protagonismo no dia a dia do Crystal Palace. Apesar de ser o acionista com a maior fatia das ações (veja o quadro abaixo), John Textor não tem a palavra final no clue inglês, como acontece no Botafogo ou no Lyon, por exemplo.

No caso do Palace, as decisões são tomadas por meio de votações do quadro de sócios, com maior força de Steve Parish, que tem apenas 10% das ações, mas ocupa o cargo de presidente do clube. Ele está no time desde 2010 e tem o poder de vetar medidas, por exemplo.

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