Quer pagar mais barato em celulares Apple e Samsung? Veja “truques”

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Tem hora que trocar de celular deixa de ser desejo e vira necessidade real. A bateria que perdeu capacidade, as atualizações que já não rodam direito, o sistema que começa a travar com determinados aplicativos… dependendo do quanto tudo isso atrapalha, nem sempre dá para esperar a próxima promoção da Apple ou da Samsung.

A boa notícia é que existem alternativas (ou “truques”) no meio do caminho. Aparelhos devolvidos pouco depois da compra, modelos que tiveram a caixa aberta, itens de mostruário e produtos que passaram por revisão antes de voltar ao mercado são exemplos que podem caber melhor no bolso de quem quer economizar sem ter que partir direto para um usado sem referência.

Pensando nisso, o InfoMoney reuniu uma lista objetiva de que mostra onde esses produtos costumam aparecer hoje e o que muda de uma opção para outra. Mas antes de entrar nos detalhes, vale entender rapidamente como essas opções se organizam:

BAIXE AQUI DE GRAÇA Tipo de produtoOnde costuma aparecerFaz mais sentido para:Devolvido, com pouco usoGrandes plataformas de e-commerceQuem quer gastar menos sem mudar muito a experiência de compra.RecondicionadoMarketplaces com vários vendedoresQuem busca desconto maior e aceita comparar condições.Recondicionado por varejistasLojas tradicionaisQuem prefere comprar em ambientes mais previsíveis.Seminovo revisadoLojas especializadasQuem prioriza clareza sobre o estado do aparelho.

Celulares devolvidos com pouco (ou nenhum) uso

Não é raro que um celular volte para a loja poucos dias depois da compra, seja por troca de modelo ou mesmo por desistência do cliente. Em momentos como esse é que surgem algumas das oportunidades mais previsíveis para quem está atrás de produtos da Apple ou da Samsung com preço menor.

Na prática, são aparelhos que tiveram pouco ou nenhum uso, e a diferença pode estar apenas na caixa aberta ou no lacre rompido. iPhones, Galaxys, Apple Watchs e fones sem fio aparecem com frequência nesse perfil, com descontos moderados, mas suficientes para reduzir o valor final.

Esse tipo de oferta aparece com mais frequência em grandes plataformas como a Amazon, na seção “Quase Novo”, e funciona bem para quem quer economizar sem mudar muito a experiência da compra tradicional. 

Veja abaixo um exemplo, de um aparelho que novo pode custar mais de R$ 6 mil:

iPhones usados no Mercado Livre

Produtos recondicionados com desconto maior

Quando o desconto cresce, entram em cena os produtos recondicionados. Aqui, os aparelhos já passaram por algum tipo de revisão antes de voltar à venda, o que pode incluir testes de funcionamento, ajustes ou substituição de peças.

É comum encontrar iPhones e celulares Galaxy de gerações recentes com preços bem abaixo dos praticados no varejo tradicional, mas as condições variam mais. Nesse caso, garantia, estado da bateria e histórico do aparelho dependem do vendedor, o que exige atenção maior na leitura da oferta.

Esses produtos aparecem com frequência em marketplaces como o Mercado Livre, e pode atender melhor quem já sabe exatamente o modelo que procura e aceita. Aqui, a pessoa mesmo é quem avalia o celular, o que pode aumentar o ganho financeiro e o risco.

Veja abaixo dois exemplos de produtos Apple, que novos podem passar de R$ 4.500.

iPhones usados no Mercado Livre

Recondicionados vendidos por grandes varejistas

Alguns varejistas tradicionais também passaram a oferecer celulares recondicionados ou reembalados em seus próprios sites. A lógica aqui é mais próxima da compra convencional, com processos internos de checagem, canais de atendimento conhecidos e condições de pagamento mais familiares.

Aparelhos da Samsung surgem com mais frequência, mas também é possível encontrar iPhones em períodos específicos. O desconto tende a ser menor do que em marketplaces abertos, e a variedade costuma ser limitada, com a vantagem de ter um ambiente de compra mais previsível.

O e-commerce do Magazine Luiza é um exemplo desse modelo de venda.

Lojas especializadas em celulares seminovos

Algumas empresas são focadas exclusivamente na compra e revenda de celulares seminovos. Nesses casos, toda a operação gira em torno do estado do aparelho, com classificação visual, testes de funcionamento e algum nível de garantia em geral.

iPhones e modelos Galaxy aparecem organizados por grau de conservação, o que facilita a comparação e a experiência de compra. Por outro lado, pode ser que o preço fique um pouco acima dos marketplaces mais abertos, justamente pela estrutura que o formato oferece.

É o caso da Trocafone, que atende quem busca mais clareza sobre o estado do celular, mesmo que tenha que pagar um pouco mais por isso.

Nem todo “mais barato” é igual

Quando o assunto é Apple e Samsung, economizar não significa apenas encontrar o menor preço possível. Em alguns casos, um produto praticamente novo vem com um desconto considerável; já outros podem exigir mais atenção a detalhes como estado, origem ou tipo de garantia.

E o mais importante: nem toda economia compensa da mesma forma para todas as pessoas. O que funciona bem para quem busca preço pode não resolver a vida de quem quer mais previsibilidade ou menos etapas no processo de compra.

Visite InfoMoney para ler a matéria completa.
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