Nos 41 anos do Rock in Rio Luis Justo elege seu show favorito
No dia 11 de janeiro de 1985, há exatos 41 anos, os portões da Cidade do Rock se abriram pela primeira vez. A emblemática edição de estreia do Rock in Rio é um dos momentos mais importantes da história do entretenimento mundial e já ficou marcada por momentos históricos.
Em um Brasil recém saído da ditadura, o festival aconteceu no meio da eleição de Tancredo Neves, primeiro presidente civil do Brasil depois de 21 anos. Isso tornou a celebração ainda maior em um evento que reuniu cerca 1,4 milhão de pessoas.
Foi tão emblemático, que passadas 10 edições, Luis Justo, CEO da Rock World, empresa que organiza o Rock in Rio, elege um show daquele ano como o favorito de todos os tempos.
“É como responder qual é o filho favorito. É impossível dizer! Mas, para ser justo (e um pouco político), eu diria que o show de 1985, com o Queen e Freddie Mercury, foi sem dúvida emblemático. Não apenas pelo show em si ou pela presença do Freddie Mercury, que é um gênio, mas especialmente por ter sido uma grande abertura de portas para o show business internacional no Brasil”, explica.
Mas nem tudo foi alegria. O gigantismo e ineditismo do evento deixou uma dívida imensa para ser paga por seu idealizador Roberto Medina. Tanto que foram preciso seis anos para que a segunda edição saísse do papel. Depois um novo intervalo, ainda maior, de dez anos até que a terceira edição em solo brasileiro acontecesse.
De lá pra cá o Rock in Rio se tornou ainda maior, teve edições internacionais e se consolidou como marca forte no roteiro de grandes festivais do mundo.
Para continuar potente investe em novidades a cada edição. Seja na expansão das experiências para o público além dos shows ou no entendimento do movimento da música para trazer sempre atrações e novos ritmos que os fãs querem curtir.
“Apesar do rock no nome, desde a primeira edição o Rock in Rio sempre foi um festival de múltiplos gêneros musicais, e continuará sendo, incorporando o que faz parte da cultura da geração atual. É preciso manter o DNA e sua tradição, mas também evoluir e trazer novos públicos, acompanhando o espírito do tempo e o que está se manifestando culturalmente, como os novos sons das novas gerações”, afirma Justo.
Ao longo das edições já estrearam ritmos como trap, funk e até o sertanejo, que teve seu debut na edição de 2024. Para este ano a novidade é o K-pop. “A ideia é que toda a família esteja representada, dos fãs de 1985 até crianças e adolescentes vivendo seu primeiro festival”, finaliza.
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