Após a derrota por 3 a 1 para o Milan, na última quinta-feira (15), pela Serie A, Cesc Fàbregas adotou um discurso firme e ponderado ao avaliar a atuação do Como. Mesmo diante do revés em casa, o treinador fez questão de deslocar o debate do placar para o desempenho, destacando a postura competitiva da equipe e assumindo a responsabilidade de controlar o tom da análise em um momento naturalmente marcado pela frustração.
— Se isso (resultado) não te incomoda, é melhor não jogar ou não fazer parte do futebol. Mas hoje também é minha responsabilidade manter a cabeça fria e passar a mensagem certa, porque se eu vier aqui irritado, posso usar palavras que vou me arrepender amanhã. Estou orgulhoso dos meninos. Como treinador, tenho poucas queixas sobre meus jogadores, porque se jogássemos assim de novo, ganharíamos esta partida.
Na sequência, o jovem técnico aprofundou a análise ao contrapor o resultado ao que foi produzido dentro de campo. Para o técnico, a diferença no placar não traduziu o controle do jogo exercido pelo Como, que, segundo ele, impôs seu modelo de jogo e dominou o confronto em números e ideias.
— Os torcedores que gostam apenas do resultado vão adorar a partida de hoje. Quem gosta de futebol de verdade sabe que venceríamos 8 de 10 partidas como esta. Trocamos 700 passes e eles 200. Isso é inacreditável.
A expressiva vitória no Giuseppe Sinigaglia fez o Milan se manter na caça a líder Internazionale. Segundo colocado da Serie A, o Rossonero agora tem 43 pontos — contra 46 dos Nerazzuri. O Como, por sua vez, estacionou nos 34 pontos e na sexta colocação.
Fàbregas cumprimenta Allegri, técnico do Milan (Foto: Imago)O que a fala de Fàbregas revela sobre seu trabalho no Como?
As declarações de Fàbregas ajudam a entender que o trabalho no Como vai além da leitura fria do resultado. O treinador deixa claro que existe uma convicção profunda no modelo adotado, sustentada pela ideia de controle do jogo mesmo diante de adversários mais fortes e ricos.
Ao enfatizar volume de passes, domínio territorial e iniciativa, o espanhol reforça que a proposta da equipe não é circunstancial, mas estruturada — ainda que isso implique conviver com derrotas no processo.
O Como de Fàbregas se distingue por assumir riscos que raramente são vistos em equipes fora do topo da Serie A. A construção desde trás, o envolvimento constante do goleiro e a tentativa de organizar o jogo a partir da posse não aparecem como um recurso estético, mas como ferramenta competitiva.
A lógica é clara: reduzir o tempo defendendo, ditar ritmos e minimizar a inferioridade técnica por meio de organização e leitura coletiva.
Nesse contexto, a insistência no desempenho como métrica principal revela um treinador mais preocupado em consolidar identidade do que em reagir a cada tropeço. O discurso pós-jogo não soa como negação da derrota, mas como reafirmação de um caminho.
Para Fàbregas, o crescimento do Como passa pela fidelidade à ideia, pela evolução dos comportamentos em campo e pela crença de que, no médio prazo, a consistência do modelo tende a se refletir também nos resultados.
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