Paulo Monteiro Criciúma

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Enviar no WhatsApp Seguir Receba as principais notícias no WhatsApp Parte dos criminosos foi presa em ação da PRF em TubarãoFoto: Divulgação/PRF/ND Mais

Um grupo responsável por uma “noite de terror” durante um roubo em Forquilhinha, cidade localizada no sul do estado, foi indiciado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) por uma série de crimes.

Os fatos aconteceram no dia 29 de janeiro, em uma ação criminosa que percorreu todo o sul do estado – passando por Tubarão e terminando em Palhoça. O órgão público pede a condenação de seis homens por sequestro, roubo majorado, extorsão, estelionato tentado, desobediência, direção perigosa, porte ilegal de arma de fogo e associação para o crime.

Noite de terror começou com roubo e invasão a residências, aponta MP

De acordo com a Promotoria de Justiça de Forquilhinha, os crimes ocorreram no início da noite quando o grupo, utilizando armas de fogo, teria invadido residências no bairro Ouro Negro, em Forquilhinha.

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Os moradores foram rendidos, amarrados e mantidos sob grave ameaça, restritos de liberdade, enquanto o grupo efetuou o roubo de bens de alto valor como carros, dinheiro, joias, relógios e outros objetos.

Enquanto estava amarrada e rendida, uma das vítimas foi obrigada pelos criminosos a ligar para dois outros parentes que moravam próximos, chamando-os para sua residência. Quando chegaram lá, eles também foram abordados, privados de liberdade, e tiveram suas casas roubadas.

Ainda de acordo com a denúncia, durante a ação, as vítimas teriam sido coagidas a fazer transferências bancárias, operações de crédito e tentativas de empréstimos, mediante constantes ameaças. Parte dessas movimentações financeiras foi efetivada, enquanto outras não se concretizaram.

Ação criminosa ‘rasgou’ a noite e se estendeu para outras cidades de SC

A ação criminosa não terminou em Forquilhinha. Conforme denúncia e informações divulgadas à época pela Polícia Militar, após a invasão o grupo teria se deslocado para uma oficina mecânica próxima, onde rendeu outras vítimas que também foram amarradas e mantidas sob vigilância armada – entre elas, uma pessoa idosa.

Os denunciados teriam utilizado veículos roubados para fugir. Parte do grupo teria sequestrado um motorista de aplicativo em Criciúma, obrigando-o, sob ameaça de arma de fogo, a conduzir o automóvel enquanto transportava os investigados. A outra “metade” dos envolvidos seguiu em um outro carro, sendo abordados e presos em Tubarão.

Aqueles que estavam com o motorista de aplicativo teriam desobedecido uma ordem de parada policial e conduzido o automóvel de forma extremamente violenta durante a fuga. Eles só foram abordados em Palhoça, após ação do Bope que envolveu, inclusive, o disparo de armas de fogo.

MP aponta para associação criminosa e pede pagamento de R$ 50 mil para da cada vítima

Para além da condenação pelos crimes citados, o Ministério Público afirma que o grupo compôs uma associação criminosa para a execução do assalto em Forquilhinha. A denúncia apresentada também solicita o pagamento de R$ 50 mil para cada vítima pelo abalo moral sofrido, além do ressarcimento dos danos materiais.

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(Provérbios 25:28)
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