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SigaGoogle DiscoverReprodução/Youtube1 de 1 genocida ricardo nunes bolsonaro - Foto: Reprodução/Youtube

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, defendeu Jair Bolsonaro da acusação de “genocida” pela morte de pacientes com Covid-19 durante a pandemia do coronavírus, quando era presidente. Em conversa com interlocutores, gravada em vídeo, Nunes disse que “não faltou nada para ninguém” durante a pandemia.

O início do vídeo, ao qual a coluna teve acesso, mostra o prefeito lembrando de um acordo sobre a dívida da Prefeitura com a União, celebrado em 2021, que envolveu o aeroporto Campo de Marte, em uma negociação no valor de R$ 25 bilhões. “São Paulo deixou de pagar R$ 280 milhões”, diz Nunes.

 

Em seguida, o interlocutor acusa Bolsonaro: “Mas o cara é genocida, pô”. Com uma xícara de café nas mãos, o prefeito reage. “Ué, que não mandou a vacina? Não faltou nada para ninguém. Mandou R$ 4 bilhões só para a cidade de São Paulo na época da pandemia. Faltou nada. É verdade, tem que falar, né?”, diz o prefeito.

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Prefeito de São Paulo tem apoio do PL de Bolsonaro na disputa pela reeleição

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De acordo com Nunes, Bolsonaro enviou R$ 4 bilhões para São Paulo na pandemia

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Nunes comparou situação vivida pelo Rio Grande do Sul com período da pandemia

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Ricardo Nunes lembrou negociação sobre dívida de São Paulo com Bolsonaro

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Ricardo Nunes nega acusação de "genocida" contrqa Bolsonaro: "Não faltou nada para ninguém"

Reprodução/Youtube

Durante a pandemia, a demora na compra e distribuição das vacinas e a postura de Bolsonaro com relação às medidas de prevenção ao contágio foram alvos de crítica. Em 2021, em depoimento à CPI da Covid, o presidente da Pfizer na América Latina, Carlos Murillo, revelou que 53 e-mails enviados pela empresa ao Ministério da Saúde com propostas para venda de vacinas foram ignorados. Entre 2020 e 2021, 619 mil pessoas morreram de Covid-19 no Brasil.

No vídeo, Nunes fala ainda sobre as medidas adotadas por Bolsonaro para evitar o aumento do desemprego durante a pandemia e compara a catástrofe climática vivida pelo Rio Grande do Sul àquele período.

“Na época [da pandemia], as empresas que não mandassem embora, [o governo] ainda pagava um valor para quem mantesse [sic] as pessoas no emprego. Ali teve uma visão, um olhar para manter o emprego das pessoas. Suspendeu as dívidas das empresas, quer dizer, teve todas as ações concretas para ajudar as pessoas a manter o emprego”, diz o prefeito.

“Já pensou se fizessem no Rio Grande do Sul o que Bolsonaro fez na época da pandemia? O Rio Grande do Sul estaria socorrido lá, as pessoas. Não vai ter agora o emprego, porque as empresas todas alagadas. A pessoa vai ficar desempregada. Não está produzindo os alimentos. Olha que situação. Precisava ter uma ação forte dessas”, afirmou Nunes.

O prefeito tem o apoio do PL de Bolsonaro para sua reeleição no pleito deste ano. A disputa principal será com o candidato apoiado pelo PT, Guilherme Boulos, do PSol, que tem a ex-secretária de Relações Internacionais de Nunes, Marta Suplicy – indicada pelo PT -, como vice.

Envie informações e sugestões à coluna pelo WhatsApp: (61) 99364-9292.

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