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Últimas Notícias da cidade de Sete de Setembro - RS

CTGs não irão participar de desfile do 7 de Setembro em Pelotas 05/09/2014 15:45:00
Uma mudança no desfile de Sete de Setembro está causando polêmica em Pelotas, no Sul do Rio Grande do Sul. Pela primeira vez em mais de 35 anos, integrantes de Centros de Tradições Gaúchas (CTG) não vão participar do evento, no próximo domingo ...

Operação Viagem Segura do feriado Farroupilha começa na sexta-feira 17/09/2014 12:00:00
O feriado Farroupilha terá reforço na fiscalização nas rodovias e vias urbanas do Rio Grande ... de 64% das vítimas fatais são registradas em rodovias. As rodovias que concentraram o maior número de mortes nos feriados de 20 de setembro dos últimos ...

João Carlos Rodrigues, do PMN, está fora da disputa para governador no Rio Grande do Sul 16/09/2014 17:55:00
O candidato do PMN ... Eleitoral do Rio Grande do Sul (TRE-RS), que não recebeu pedido de inscrição de nova candidatura até o prazo, encerrado no dia 15, e vai redistribuir os 51 segundos de tempo que Rodrigues tinha entre os outros sete concorrentes.

Futebol Sete dos Comerciários 17/09/2014 06:48:00
Este ano, os Jogos Comerciários têm sua 34ª edição no Rio Grande do Sul. A realização ... abertas as inscrições para o Futebol Sete. As inscrições devem ser efetuadas até a próxima sexta-feira, 19 de setembro. O Futebol Sete dos Jogos ...

IFMS oferece 1.040 vagas para cursos técnicos em sete cidades de MS 17/09/2014 14:13:00
A avaliação será realizada no dia 16 de novembro nas sete cidades ... Campo Grande. Há vagas para farmacêu... Funtrab oferece vagas para farmacêutico, contador e analista de crédito A Funtrab (Fundação de Trabalho de Mato Grosso do Sul), oferece ...

Rio Grande do Sul 13/09/2014 13:19:00
E foi justamente isso que aconteceu em 10 de setembro ... que participaram do embate, como Joaquim Pedro Soares e Manoel Lucas de Oliveira, Netto (também ele um republicano) redigiu a Proclamação da Independência do Rio Grande do Sul.

Disys cresce no Rio Grande do Sul 16/09/2014 12:48:00
A Disys, fornecedora americana de ... sete em Minas Gerais Em todo país, a empresa trabalha com a meta de fazer um aumento de 42% no staff e deve levar a empresa a superar a barreira dos 1 mil funcionários no país. A operação no Rio Grande do Sul ...

Mortes de PMs em favelas com UPP já superam o dobro de 2013 12/09/2014 10:21:00
Antes de 2012, nenhum policial militar foi morto em comunidades pacificadas. A primeira UPP foi implantada em 2008, na comunidade Santa Marta, em Botafogo, zona sul do Rio. Neste ano, cinco das sete mortes ... morto em 11 de setembro (UPP Nova Brasília).

Pardais começarão a multar até o dia 13 de outubro nas estradas do Rio Grande do Sul 17/09/2014 11:12:00
Também é necessário haver comunicação entre os equipamentos e a Companhia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul (Procergs), para que as ... ocorrerá entre os dias 23 e 24 de setembro. A rodovia vai ganhar cinco novos controladores.

Cruzeiro do Sul sedia 3º Festival de Bajolas nos dias 27 e 28 de setembro 15/09/2014 10:46:00
Festival é para comemorar o aniversário de Cruzeiro do Sul As lanchas inventadas por ribeirinhos da cidade de Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, a 648 km de Rio ... setembro. - Esse festival já faz parte do nosso calendário e é de fato uma grande ...

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  • Braulio Lemos compartilhou a foto de Ali Jamal.
    PORONGOS: COVARDIA, TRAIÇÃO, FALSIDADE "Depois de lutarem, durante dez anos, não por dinheiro ou impostos, mas pela liberdade, no dia 14 de novembro de 1844 foram miseravelmente traídos no mais vergonhoso episódio dessa guerra, conhecido como “O Massacre de Porongos”. Desarmados, por seu comandante Canabarro, esses homens foram traiçoeiramente entregues a sanha historicamente genocida de Caxias." A Revolução Farroupilha foi a mais longa revolta republicana contra o Império escravocrata e centralizador brasileiro. Os grandes e poderosos proprietários de terras gaúchos, sentindo-se desfavorecidos pelas leis federais, principalmente pelos impostos considerados excessivos, entram em negociações com o governo regencial. Tais negociações, consideradas insatisfatórias, criam um crescente estado de tensão até o rompimento definitivo e a declaração de guerra, em 20 de setembro de 1835. Depois do combate travado em Bagé, conhecido como “a Batalha do Seival”, em que as forças imperiais foram surpreendente e rotundamente derrotadas, surge um movimento político dissidente e separatista. Com sua radicalização é proclamada a independência e criada a República Rio-Grandense frente ao Império do Brasil, propondo uma República Federativa às demais províncias que viessem a separar-se do Império e assumissem a forma republicana. Para lutar por “um país independente” foi necessário juntar as tropas dos generais que aderiram à causa e assim foi formado o “exército farroupilha” liderado pelo Gen. Bento Gonçalves. Na verdade, os verdadeiros protagonistas dessa luta foram os negros, os índios, os mestiços e os brancos pobres que lutaram de forma abnegada pela recém criada República e por espaços de liberdade, buscando um futuro melhor para si e para os seus. Entre os generais está um abolicionista convicto, Antônio de Souza Netto, que não só coloca a libertação dos escravos como um dos “ideais farroupilha” como propõe a participação dos negros na luta dos farrapos. Num primeiro momento a idéia é rejeitada. Porém, em 4 de outubro de 1836”, depois da “Derrota de Fanfa”, em que Bento Gonçalves foi preso e o exército farroupilha teve excessivas baixas, eles não vacilaram em libertar os escravos que, em troca, se engajaram no exército farroupilha. Assim foi criada a unidade militar que ficou conhecida como os Lanceiros Negros. Nesse corpo de Lanceiros Negros só havia branco os oficiais superiores. Os negros eram os melhores domadores de cavalos da província. Suas lanças eram maiores do que as ordinárias, os rostos pretos como azeviche. Seus corpos robustos e a sua perfeita disciplina os tornavam o terror dos imperiais. A participação decisiva dos Lanceiros Negros foi ressaltada pelo republicano Giuseppe Garibaldi – “herói dos dois mundos” - em sua biografia escrita por Alexandre Dumas: “soldados de uma disciplina espartana, que com seus rostos de azeviche e coragem inquebrantável, punham verdadeiro terror ao inimigo” ou ainda “...mas nunca vi, em nenhuma parte, homens mais valentes, ...em cujas fileiras aprendi a desprezar o perigo e combater dignamente pela causa sagrada das nações...” (GARIBALDI,Giuseppe, em FAGUNDES, M. Calvet, História da Revolução Farroupilha. EDUCS.1989.p. 9). Depois de lutarem, durante dez anos, não por dinheiro ou impostos, mas pela liberdade, no dia 14 de novembro de 1844 foram miseravelmente traídos no mais vergonhoso episódio dessa guerra, conhecido como “O Massacre de Porongos”. Desarmados, por seu comandante Canabarro, esses homens foram traiçoeiramente entregues a sanha historicamente genocida de Caxias. A “Traição de Porongos” e o Massacre dos Lanceiros Negros Como explicar aos brasileiros tamanha covardia e a baixeza moral perpetradas por dois homens, David Canabarro e Duque de Caxias, ambos idolatrados como “heróis” pela historiografia oficial - um deles até considerado “patrono do Exército” - durante a chamada Revolução Farroupilha? Os historiadores oficiais criaram deliberadamente imagens falsas de Porongos procurando não macular “seus” heróis. Entretanto, a hediondez dos acontecimentos só nos permite uma coisa: não a explicação, mas a revelação da verdade, baseada em documentos oficiais que ficaram escondidos por décadas e só agora revelados. As crescentes dificuldades enfrentadas pela nova República e as disputas políticas na região do Prata, preocupantes para as autoridades do Império, impuseram às duas partes negociações de paz. Uma vitória militar decisiva dos farrapos sobre o exército imperial, comandado pelo então Barão de Caxias, tornara-se cada vez mais inviável. Por parte do Império era importante terminar logo a luta e buscar uma paz negociada, pois tudo indicava a inevitabilidade da luta com os vizinhos platinos. Mas para as duas partes era importante resolver a questão dos negros em armas. Os revoltosos haviam prometido liberdade aos negros que lutavam no exército farroupilha e com isso a Corte Imperial não concordava. Era um perigo para os escravocratas brasileiros um grande número de negros armados. E se eles, agora bastante coesos, procurassem asilo no Uruguai e a partir daí continuassem a guerra com táticas de guerrilhas, fazendo do território uruguaio seu santuário? Isso levaria à guerra e “poderia provocar graves problemas com a Argentina de Juan Rosas” (LEITMAN Spencer, Negros Farrapos: hipocrisia racial no sul do Brasil no séc.XIX e DACANAL José, A Revolução Farroupilha: história e interpretação. Porto Alegre: Mercado Aberto.1985. p. 72) Pelo lado dos farrapos, Bento Gonçalves foi afastado da liderança, e os novos líderes, David Canabarro e Antônio Vicente da Fontoura, ambos escravocratas, negociavam a paz com Caxias. A promessa de liberdade para os combatentes negros depois de 10 anos de abnegadas e vitoriosas lutas deles nas batalhas pesava muito nas negociações. Foi neste contexto que aconteceu, na madrugada de 14 de novembro de 1844, o “Massacre de Porongos” em que os Lanceiros Negros – previamente desarmados por Canabarro e separados do resto das tropas – foram atacados de “surpresa” e dizimados pelas tropas imperiais comandadas pelo Cel. Francisco Pedro de Abreu (o Moringue), através de um conluio entre o barão (mais tarde duque) de Caxias e o gen. Canabarro para se livrarem dos negros em armas e poderem finalmente assinar a Paz de Ponche Verde. “Traição de Porongos, que mais foi a matança de um só lado do que peleja, dispersou a principal força republicana e manifestou morta a rebelião. (...) Em Porongos pois, a revolução expirou. Foi daí que seguiu-se o entabulamento das negociações, que deram tranqüilidade ao Rio Grande do Sul” (ARARIPE, Tristão de Alencar. Guerra civil no Rio Grande Do Sul: memória acompanhada de documentos lida no Instituto Histórico Geográfico do Brasil. Porto Alegre, CORAG, 1986, p.211). “Caxias confiava no poder do ouro. Com poderes ilimitados e verbas consideráveis para sobrepor-se aos “obstáculos pecuniários” que surgissem ao negociar com os líderes farrapos, ele tentou um acordo com David Canabarro, o principal general farrapo, para terminar a guerra. De comum acordo decidiram destruir parte do exército de Canabarro, exatamente seus contingentes negros, numa batalha pré-arranjada, conhecida como “Surpresa de Porongos” em 14 de Novembro de 1844” (LEITMAN, Spencer. Negros Farrapos ...Idem p. 75) Em suas instruções secretas a Moringue, o comandante da operação, Caxias, orientou-o no sentido de poupar brancos e índios, que poderiam ser úteis para futuras lutas. Cópia integral dessas “instruções secretas” encontra-se no Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul e nela está afirmado: Reservado: “Senhor Cel. Francisco Pedro de Abreu (...) Regule V.S. suas marchas de maneira que no dia 14, às duas horas da madrugada possa atacar as forças ao mando de Canabarro que estará neste dia no cerro dos Porongos (...) Suas marchas devem ser o mais ocultas que possível seja, inclinando-se sempre sobre a sua direita, pois posso afiançar-lhe que Canabarro e Lucas ajustaram ter as suas observações sobre o lado oposto. No conflito, poupe o sangue brasileiro o quanto puder, particularmente da gente branca da Província ou índios, pois bem sabe que essa pobre gente ainda nos pode ser útil no futuro. A relação justa é das pessoas a quem deve dar escapula, se por casualidade caírem prisioneiros. Não receie a infantaria inimiga, pois ela há de receber ordem de um ministro de seu general em chefe para entregar o cartuchame sob o pretexto de desconfiarem dele. Se Canabarro ou Lucas forem prisioneiros, deve dar-lhes escapula de maneira que ninguém possa nem levemente desconfiar, nem mesmo os outros que eles pedem que não sejam presos (...) 9 de novembro de 1844.Barão de Caxias” [AHRS. Anais do Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul-Volume 7. Porto Alegre, 1963. P.30/31]. Canabarro cumpriu sua parte no combinado, deu ordem ao quartel-mestre para recolher o cartuchame de infantaria e carregá-lo em cargueiros para serem distribuídos quando aparecesse o inimigo e separou os negros farrapos do resto da tropa. Isolados e desconhecendo a traição de seu comandante, os Lanceiros Negros resistiram bravamente antes de serem liquidados. O “Combate de Porongos” – no qual oitenta, de cada cem mortos, eram negros – abriu caminho para a Paz de Ponche Verde alguns meses depois. A indignação de Bento Gonçalves com Canabarro é revelada logo após o “combate” de Porongos quando diz que os “caminhos indispensáveis por onde Canabarro tinha de avançar eram tão visíveis que só poderiam ser ignorados por quem não quisesse ver nem ouvir ou por quem quisesse ouvir a traidores, talvez comprados pelo inimigo! (...) Perder batalhas é dos capitães e ninguém pode estar livre disto; mas dirigir uma massa e prepará-la para sofrer uma surpresa semelhante (...) é (...) covardia do homem que assim se conduz”. [Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul. Coletânea de Documentos de Bento Gonçalves da Silva. 1835/1845] Poucos dias depois, Teixeira Nunes e os Lanceiros Negros remanescentes são enviados por Canabarro para uma ação altamente temerária na retaguarda inimiga (sobre a qual pairam também suspeitas). Atacados por Chico Preto, são aniquilados e seu comandante é ferido e depois assassinado. Tal como nos dias de hoje em que as autoridades do país escondem seus crimes hediondos, alguns contra a humanidade, amparadas por leis fraudulentamente arrancadas de um congresso corrupto até a alma, como é o caso dos crimes praticados pelas autoridades civil e militar durante o período 64/85, a “Traição de Porongos” permaneceu como um segredo guardado a sete chaves por muitos anos. CEBRASPO – Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos
    Fotos de Ofensiva Negritude.
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  • Carolina Moura Tramontina compartilhou a foto de Revista o Viés.
    A MULHER E A GUERRA FARRAPA Não se faz guerra sem mulher. Ainda mais uma guerra que durou dez anos. Os líderes atrasavam movimentos militares porque as mulheres não tinham chegado. Elas são corpo de enfermaria, são cozinheiras e também combatem, em momentos de necessidade. E principalmente a pé. Mas é principalmente no apoio às tropas que elas atuam. É como uma peça fundamental na máquina militar dos farroupilhas e dos imperiais. O que hoje seria “intendência”. E fazem isso de ambos os lados. Nenhum dos lados se locomove sem as vivandeiras, que são as mulheres que vivem ao redor dos exércitos. Esse fato diverge largamente do livro e da série "A Casa das Sete Mulheres", escrito pela gaúcha Letícia Wierzchowski e adaptada pela Rede Globo, na qual elas ficam fazendo tranças umas nas outras, olhando pela janela e esperando os homens voltarem. As esposas de combatentes que ficavam administravam as fazendas e os negócios efetivamente. Entre outras referências, há o diário do Vicente da Fontoura (rio-pardense, um dos principais líderes não militares dos farrapos). São cartas que ele escreve para a mulher. É explícito: a mulher do Fontoura negociava gado e negociava escravo. A mulher de Domingos José de Almeida, que foi o ministro da Fazenda na efêmera República Riograndense, também. Manejava o gado dentro da estância e nas cartas trocadas discordava do marido em alguns pontos relacionados aos negócios. Obviamente, há configurações familiares diferentes. Não há uma resposta única para nada. Na família de Bento Manoel, por exemplo, a mulher – Maria Amâncio – tem pouca participação, porque ele tem filhos em idade militar e deixa cuidando das estâncias. O irmão escreve debochando desse filho: “tu tem uma patente de tenente. Mas segue cuidando desse fundo de campo, então vou te chamar de tenente capataz”. Debocha do irmão, que era advogado e gay. Mas com a filha do Bento Manoel, a Dorotéia, era diferente: o marido às vezes era chamado pelo sobrenome dela. Ela batiza 34 crianças em Alegrete. Ele batiza seis. Ele vai pra Caçapava e ela fica em Alegrete. Numa das três vezes que o Bento Manoel troca de lado eles fazem uma festa na cidade. Dorotéia borda a bandeira do Império. Vinte anos depois, quando queriam emancipar São Jerônimo de Triunfo, perguntando-se como fariam, diziam: “falem com a dona Dorotéia, filha de Bento Manuel”. Porque ela tem relações na presidência da província. Uma mulher que age no espaço político. A mãe dela, não. A única coisa que a mãe recebe são “dois bugrinhos” do norte do Rio Grande do Sul que Bento traz com ele e dá de presente a ela. Provavelmente matou seus pais. Ela cria. A indiazinha foi chamada de “a moura velha do Jarau”, em Quaraí. ____________________________________________ Acompanhe as próximas postagens da série farrapa da Revista o Viés: "Sete Traços Farrapos". Que história sabemos sobre esta guerra? Quem foram os vencidos e quem venceu? Era guerra de todo o Rio Grande do Sul contra o Brasil? Por isso responder a essas questões, a revista o Viés foi conversar com três professores de História da Universidade Federal de Santa Maria: José Martinho Rodrigues Remedi, Luis Augusto Farinatti e Mariana Flores da Cunha Thompson Flores, os quais fizeram um apanhado geral sobre a situação do Rio Grande do sul durante os dez anos de guerra, sua realidade social, sobre as disputas pelo imaginário e pela ideologia da guerra, sobre o cotidiano de uma batalha prolongada e rude, onde quem vencia era o mais violento. Novos textos sobre o tema serão publicados aqui no facebook da revista até o dia 20 de setembro. Cada um deles será acompanhado por artes de Luíza Bertuol e uma pequena passagem da conversa com os doutores em História. Aos poucos, vamos construindo os Sete Traços Farrapos, que serão publicados integralmente no site do Viés ao fim da série. Acompanhe a série, aqui na revista o Viés.
    Fotos da linha do tempo.
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  • Desfile Cívico em Estrela-RS - Escolas Estaduais - 7 de setembro de 2013

    Desfile Cívico em Estrela-RS - Escolas Estaduais - 7 de setembro de 2013
  • Banda Escola Guia Lopes no desfile em 7 Setembro 2014 em Candelária, RS.

    Banda da Escola Guia Lopes. (Pedro e Mônica e colegas)

  • A "Revolução Farroupilha"que não ensinam na escola!


    Rosemari Brehm Oliveira compartilhou a foto de Ali Jamal.
    PORONGOS: COVARDIA, TRAIÇÃO, FALSIDADE "Depois de lutarem, durante dez anos, não por dinheiro ou impostos, mas pela liberdade, no dia 14 de novembro de 1844 foram miseravelmente traídos no mais vergonhoso episódio dessa guerra, conhecido como “O Massacre de Porongos”. Desarmados, por seu comandante Canabarro, esses homens foram traiçoeiramente entregues a sanha historicamente genocida de Caxias." A Revolução Farroupilha foi a mais longa revolta republicana contra o Império escravocrata e centralizador brasileiro. Os grandes e poderosos proprietários de terras gaúchos, sentindo-se desfavorecidos pelas leis federais, principalmente pelos impostos considerados excessivos, entram em negociações com o governo regencial. Tais negociações, consideradas insatisfatórias, criam um crescente estado de tensão até o rompimento definitivo e a declaração de guerra, em 20 de setembro de 1835. Depois do combate travado em Bagé, conhecido como “a Batalha do Seival”, em que as forças imperiais foram surpreendente e rotundamente derrotadas, surge um movimento político dissidente e separatista. Com sua radicalização é proclamada a independência e criada a República Rio-Grandense frente ao Império do Brasil, propondo uma República Federativa às demais províncias que viessem a separar-se do Império e assumissem a forma republicana. Para lutar por “um país independente” foi necessário juntar as tropas dos generais que aderiram à causa e assim foi formado o “exército farroupilha” liderado pelo Gen. Bento Gonçalves. Na verdade, os verdadeiros protagonistas dessa luta foram os negros, os índios, os mestiços e os brancos pobres que lutaram de forma abnegada pela recém criada República e por espaços de liberdade, buscando um futuro melhor para si e para os seus. Entre os generais está um abolicionista convicto, Antônio de Souza Netto, que não só coloca a libertação dos escravos como um dos “ideais farroupilha” como propõe a participação dos negros na luta dos farrapos. Num primeiro momento a idéia é rejeitada. Porém, em 4 de outubro de 1836”, depois da “Derrota de Fanfa”, em que Bento Gonçalves foi preso e o exército farroupilha teve excessivas baixas, eles não vacilaram em libertar os escravos que, em troca, se engajaram no exército farroupilha. Assim foi criada a unidade militar que ficou conhecida como os Lanceiros Negros. Nesse corpo de Lanceiros Negros só havia branco os oficiais superiores. Os negros eram os melhores domadores de cavalos da província. Suas lanças eram maiores do que as ordinárias, os rostos pretos como azeviche. Seus corpos robustos e a sua perfeita disciplina os tornavam o terror dos imperiais. A participação decisiva dos Lanceiros Negros foi ressaltada pelo republicano Giuseppe Garibaldi – “herói dos dois mundos” - em sua biografia escrita por Alexandre Dumas: “soldados de uma disciplina espartana, que com seus rostos de azeviche e coragem inquebrantável, punham verdadeiro terror ao inimigo” ou ainda “...mas nunca vi, em nenhuma parte, homens mais valentes, ...em cujas fileiras aprendi a desprezar o perigo e combater dignamente pela causa sagrada das nações...” (GARIBALDI,Giuseppe, em FAGUNDES, M. Calvet, História da Revolução Farroupilha. EDUCS.1989.p. 9). Depois de lutarem, durante dez anos, não por dinheiro ou impostos, mas pela liberdade, no dia 14 de novembro de 1844 foram miseravelmente traídos no mais vergonhoso episódio dessa guerra, conhecido como “O Massacre de Porongos”. Desarmados, por seu comandante Canabarro, esses homens foram traiçoeiramente entregues a sanha historicamente genocida de Caxias. A “Traição de Porongos” e o Massacre dos Lanceiros Negros Como explicar aos brasileiros tamanha covardia e a baixeza moral perpetradas por dois homens, David Canabarro e Duque de Caxias, ambos idolatrados como “heróis” pela historiografia oficial - um deles até considerado “patrono do Exército” - durante a chamada Revolução Farroupilha? Os historiadores oficiais criaram deliberadamente imagens falsas de Porongos procurando não macular “seus” heróis. Entretanto, a hediondez dos acontecimentos só nos permite uma coisa: não a explicação, mas a revelação da verdade, baseada em documentos oficiais que ficaram escondidos por décadas e só agora revelados. As crescentes dificuldades enfrentadas pela nova República e as disputas políticas na região do Prata, preocupantes para as autoridades do Império, impuseram às duas partes negociações de paz. Uma vitória militar decisiva dos farrapos sobre o exército imperial, comandado pelo então Barão de Caxias, tornara-se cada vez mais inviável. Por parte do Império era importante terminar logo a luta e buscar uma paz negociada, pois tudo indicava a inevitabilidade da luta com os vizinhos platinos. Mas para as duas partes era importante resolver a questão dos negros em armas. Os revoltosos haviam prometido liberdade aos negros que lutavam no exército farroupilha e com isso a Corte Imperial não concordava. Era um perigo para os escravocratas brasileiros um grande número de negros armados. E se eles, agora bastante coesos, procurassem asilo no Uruguai e a partir daí continuassem a guerra com táticas de guerrilhas, fazendo do território uruguaio seu santuário? Isso levaria à guerra e “poderia provocar graves problemas com a Argentina de Juan Rosas” (LEITMAN Spencer, Negros Farrapos: hipocrisia racial no sul do Brasil no séc.XIX e DACANAL José, A Revolução Farroupilha: história e interpretação. Porto Alegre: Mercado Aberto.1985. p. 72) Pelo lado dos farrapos, Bento Gonçalves foi afastado da liderança, e os novos líderes, David Canabarro e Antônio Vicente da Fontoura, ambos escravocratas, negociavam a paz com Caxias. A promessa de liberdade para os combatentes negros depois de 10 anos de abnegadas e vitoriosas lutas deles nas batalhas pesava muito nas negociações. Foi neste contexto que aconteceu, na madrugada de 14 de novembro de 1844, o “Massacre de Porongos” em que os Lanceiros Negros – previamente desarmados por Canabarro e separados do resto das tropas – foram atacados de “surpresa” e dizimados pelas tropas imperiais comandadas pelo Cel. Francisco Pedro de Abreu (o Moringue), através de um conluio entre o barão (mais tarde duque) de Caxias e o gen. Canabarro para se livrarem dos negros em armas e poderem finalmente assinar a Paz de Ponche Verde. “Traição de Porongos, que mais foi a matança de um só lado do que peleja, dispersou a principal força republicana e manifestou morta a rebelião. (...) Em Porongos pois, a revolução expirou. Foi daí que seguiu-se o entabulamento das negociações, que deram tranqüilidade ao Rio Grande do Sul” (ARARIPE, Tristão de Alencar. Guerra civil no Rio Grande Do Sul: memória acompanhada de documentos lida no Instituto Histórico Geográfico do Brasil. Porto Alegre, CORAG, 1986, p.211). “Caxias confiava no poder do ouro. Com poderes ilimitados e verbas consideráveis para sobrepor-se aos “obstáculos pecuniários” que surgissem ao negociar com os líderes farrapos, ele tentou um acordo com David Canabarro, o principal general farrapo, para terminar a guerra. De comum acordo decidiram destruir parte do exército de Canabarro, exatamente seus contingentes negros, numa batalha pré-arranjada, conhecida como “Surpresa de Porongos” em 14 de Novembro de 1844” (LEITMAN, Spencer. Negros Farrapos ...Idem p. 75) Em suas instruções secretas a Moringue, o comandante da operação, Caxias, orientou-o no sentido de poupar brancos e índios, que poderiam ser úteis para futuras lutas. Cópia integral dessas “instruções secretas” encontra-se no Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul e nela está afirmado: Reservado: “Senhor Cel. Francisco Pedro de Abreu (...) Regule V.S. suas marchas de maneira que no dia 14, às duas horas da madrugada possa atacar as forças ao mando de Canabarro que estará neste dia no cerro dos Porongos (...) Suas marchas devem ser o mais ocultas que possível seja, inclinando-se sempre sobre a sua direita, pois posso afiançar-lhe que Canabarro e Lucas ajustaram ter as suas observações sobre o lado oposto. No conflito, poupe o sangue brasileiro o quanto puder, particularmente da gente branca da Província ou índios, pois bem sabe que essa pobre gente ainda nos pode ser útil no futuro. A relação justa é das pessoas a quem deve dar escapula, se por casualidade caírem prisioneiros. Não receie a infantaria inimiga, pois ela há de receber ordem de um ministro de seu general em chefe para entregar o cartuchame sob o pretexto de desconfiarem dele. Se Canabarro ou Lucas forem prisioneiros, deve dar-lhes escapula de maneira que ninguém possa nem levemente desconfiar, nem mesmo os outros que eles pedem que não sejam presos (...) 9 de novembro de 1844.Barão de Caxias” [AHRS. Anais do Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul-Volume 7. Porto Alegre, 1963. P.30/31]. Canabarro cumpriu sua parte no combinado, deu ordem ao quartel-mestre para recolher o cartuchame de infantaria e carregá-lo em cargueiros para serem distribuídos quando aparecesse o inimigo e separou os negros farrapos do resto da tropa. Isolados e desconhecendo a traição de seu comandante, os Lanceiros Negros resistiram bravamente antes de serem liquidados. O “Combate de Porongos” – no qual oitenta, de cada cem mortos, eram negros – abriu caminho para a Paz de Ponche Verde alguns meses depois. A indignação de Bento Gonçalves com Canabarro é revelada logo após o “combate” de Porongos quando diz que os “caminhos indispensáveis por onde Canabarro tinha de avançar eram tão visíveis que só poderiam ser ignorados por quem não quisesse ver nem ouvir ou por quem quisesse ouvir a traidores, talvez comprados pelo inimigo! (...) Perder batalhas é dos capitães e ninguém pode estar livre disto; mas dirigir uma massa e prepará-la para sofrer uma surpresa semelhante (...) é (...) covardia do homem que assim se conduz”. [Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul. Coletânea de Documentos de Bento Gonçalves da Silva. 1835/1845] Poucos dias depois, Teixeira Nunes e os Lanceiros Negros remanescentes são enviados por Canabarro para uma ação altamente temerária na retaguarda inimiga (sobre a qual pairam também suspeitas). Atacados por Chico Preto, são aniquilados e seu comandante é ferido e depois assassinado. Tal como nos dias de hoje em que as autoridades do país escondem seus crimes hediondos, alguns contra a humanidade, amparadas por leis fraudulentamente arrancadas de um congresso corrupto até a alma, como é o caso dos crimes praticados pelas autoridades civil e militar durante o período 64/85, a “Traição de Porongos” permaneceu como um segredo guardado a sete chaves por muitos anos. CEBRASPO – Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos
    Fotos de Ofensiva Negritude.
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  • Desfile Cívico em Estrela-RS - Escolas Estaduais - 7 de setembro de 2013 - Em frente do Parque Princesa do Vale
  • Desfile Cívico em Estrela-RS - 7 de setembro de 2013 - Escolas Particulares - Parque Princesa do Vale

    Desfile Cívico em Estrela-RS - Escolas Particulares - 7 de setembro de 2013
  • Desfile Cívico em Estrela-RS - Escolas Estaduais - 7 de setembro de 2013 - Em frente do Parque Princesa do Vale

    Desfile Cívico em Estrela-RS - Escolas Estaduais - 7 de setembro de 2013 - Avenida Júlio de Castilhos
  • Ayrla Pardo

    em 17/09/2014
    Dulce María Espinosa Saviñón (Cidade do México, 6 de dezembro de 1985), conhecida artisticamente como Dulce Maria, é uma cantora, escritora, compositora e modelo mexicana. Ficou conhecida mundialmente por fazer o papel da personagem Roberta Pardo na telenovela adolescente Rebelde em 2004, até 2006. Participou de diferentes grupos musicais, sendo um dos mais importantes o grupo RBD.1 2 3 4 Com o RBD, Dulce María vendeu mais de 100 milhões de álbuns ao redor do mundo, mas o grupo anunciou seu fim em 2008. Dulce partiu então para a carreira solo, assinou contrato com a gravadora Universal Music e em 2010 lançou seu primeiro álbum em solo, intitulado Extranjera. Seu mais novo trabalho é seu segundo álbum de estúdio Sin Fronteras.Biografia[editar | editar código-fonte] Nascida na Cidade do México, capital do México, em 6 de dezembro de 1985, Dulce María Espinosa Saviñón é filha mais nova de Blanca Espinosa Saviñón e Fernando Espinosa. Dulce, que tem duas irmãs (Blanca Ireri Espinosa Saviñón, filha mais velha, e Claudia Espinosa Saviñón), é sobrinha-neta da pintora e artista plástica mexicana Frida Kahlo.5 Carreira[editar | editar código-fonte] 1990 - 2000: Infância e Início de carreira[editar | editar código-fonte] Aos 5 anos de idade realizou seu primeiro comercial que foi um comercial de chocolate na televisão, depois de que suas irmãs, que já realizavam este tipo de campanhas, recomendaram a sua mãe levar fotos de Dulce María. Era o inicio de uma carreira infantil com mais de cem campanhas publicitárias realizadas por Dulce. Depois de um ano de centenas campanhas, realiza um casting onde é selecionada para atuar em uma novela chamada "El Vuelo del Águila", para depois ser elegida para fazer por dois anos o programa infantil Plaza Sésamo, projeto que lhe deu pela primeria vez a oportunidade de cantar profissionalmente, entrar em um estúdio de gravação e se apaixonar pela música desde muita pouca idade. Seguiu fazendo nov...(Continuar Lendo)
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  • Desfile de 7 setembro Passo Fundo RS




  • Ricardo Heinz compartilhou uma foto
    Os festejos da Pátria são enfadonhos e a Revolução Farroupilha são bem mais alegres e vibrantes. Por que será? No Rio Grande do Sul, o mês de setembro é muito rico em comemorações cívicas. É a Semana da Pátria e, logo após, a Semana Farroupilha. Na verdade, é um mês onde os gaúchos dedicam-se ao civismo. Acho as comemorações da semana da pátria muito boa para fazermos uma reflexão de nossa responsabilidade para com a pátria. Digo isso com toda a sinceridade que me é particular. ". Outro grande problema que percebo é a tendência de sempre se criticar a Pátria. Por que será? As comemorações são um pouco entediantes e enfadonhas, não pela qualidade das apresentações talvez por não levarmos a sério os problemas tão criticados sem soluções desde 7 de setembro de 1822, em que ocorreu o chamado "Grito do Ipiranga. Embora seja fácil criticar problemas já muito vistos por todos como: Corrupção, segurança, saúde, educação e por ai vai, mas a solução? O 20 de Setembro é a data máxima para os gaúchos. Neste dia celebram-se os ideais da Revolução Farroupilha, que tinha como objetivo propor melhores condições econômicas ao Rio Grande do Sul. As Causas O estado do Rio Grande do Sul vivia basicamente da pecuária extensiva e da produção de charque, que era vendido para outras regiões do País. No início do século XIX, a taxação sobre o charque gaúcho tornava o produto pouco competitivo, e logo o charque proveniente do Uruguai e da Argentina passou a abastecer esta demanda. Alguns estancieiros, em sua maioria militares, propuseram ao Império Brasileiro novas alíquotas para seu produto, a fim de retomar o mercado perdido para os vizinhos do Prata. A resposta não foi nada satisfatória. Indignados com o descaso da Corte e cansados de ser usados como escudo em várias guerras na região, os gaúchos pegaram em armas contra o Império. Foi então que, em 20 de setembro de 1835, os farroupilhas se rebelaram e, armados, tomaram o poder de Porto Alegre: foi o estopim da guerra. O governo bem que tentou reverter a situação, mas era tarde demais. Em 20 de setembro, os farroupilhas, liderados por Bento Gonçalves, venciam o confronto da Ponte da Azenha e entravam na província de Porto Alegre. Iniciou-se a Guerra dos Farrapos, o mais longo conflito armado ocorrido em território brasileiro (teve início em 1835 e terminou em 1845). É considerada uma das mais importantes passagens da história do Rio Grande do Sul, um marco da formação social e política do Estado. A importância do dia 20 de setembro é tão grande que em 1978 foi decretado feriado em todo o Estado pela lei estadual 4.453/78.que resultou na declaração de independência do Estado do Rio Grande do Sul, dando origem à República do Piratini, que durou cerca de sete anos. A Revolução Farroupilha é o mito fundante da cultura gaúcha. É a partir dela que se estabelece toda a identidade do povo gaúcho, com suas tradições e seus ideais de liberdade e igualdade. Hoje a cultura gaúcha é reverenciada não só no estado, mas no país e no mundo, através dos milhares de CTGs (Centro de Cultura Gaúcha) espalhadas por todos os cantos. E a cada 20 de Setembro, nós gaúchos reafirmamos o orgulho de nossas origens e o amor por sua terra. Hoje o Rio Grande precisa de mudanças em todos os setores de nossa política, é preciso RENOVAR PARA INOVAR. Pensando assim lanço o meu nome para Candidato a Deputado Estatual. Não aceito mais que outros decidam em meu lugar. Quero lutar como os nossos antepassados com orgulho e honradez pelo nosso direitos constitucionais e pelo nosso Rio Grande do Sul na assembleia Legislativa. Reconhecemos a atual situação que o pais ainda vive com a falta de mais investimentos em todos os setores e as dificuldades que enfrentaremos para resolver os problemas do Rio Grande do Sul. Começando com uma boa escolha de seus candidatos para a Assembleia Legislativa, Câmara dos Deputados, Senado e Presidência da República a questionar problemas descobriremos soluções para a nossa Terra Farroupilha. Apresentei em minha página no FACEBOOK algumas soluções que levaremos para a assembleia Legislativa na forma de projetos de lei ou uma melhor fiscalização do legislativo para estes problemas que contribuíram para uma sociedade mais justa. A participação de todos é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e mais humana. Pensando assim: Não aceitamos mais a concepção política do poder pelo poder. Necessitamos de propostas estruturadas, claras e factíveis. É necessário que nos adaptemos ao novo mundo de política que não pertence mais amadores e oportunistas, mas sim a homens e mulheres ajuizados e responsáveis, que procuram conhecer novos técnicos que os coloquem em sintonia com o seu tempo e a sua realidade.
    Fotos da linha do tempo.
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  • Ocupação Sete de Setembro Fonte: Frente Quilombola RS A Frente Quilombola denuncia a preparação de um novo Pinheirinho. Um outro violento atentado aos direito constitucionais, uma nova violência contra crianças, idosos, mulheres e pais de família. Uma…

    Dossiê Sete de Setembro (2)
  • Desfile do dia 07 de Setembro de 2014 em Vacaria RS parte 11

    órgãos de segurança.




  • JESUS,MARIA E JOSÉ compartilhou a foto de Com a Rainha da Paz por todo o mundo.
    24 DE MAIO - ANIVERSÁRIO DA APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA EM CARAVÁGGIO - ITÁLIA - 1432 582º ANIVERSÁRIO DA APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA EM CARAVÁGGIO - ITÁLIA - 1432 Aparição de Nossa Senhora em Caravággio Itália – 1432. Onde aconteceu: Na Itália. Quando: Em 1432. A quem: A Giannetta Vacchi. Os fatos: Estamos no início do século XV e a Igreja Católica encontra-se desde o século XIV, agitada por disputas internas e divisões bastante sérias, inclusive com o surgimento de alguns antipapas. A Itália por sua vez também, politicamente, vivia momentos graves, assolada pro guerras internas. Por exemplo, o norte, região de Milão, com a província (república) de Veneza. Nesse ambiente conturbado vamos encontrar no pequeno vilarejo de Caravaggio, norte do país, próximo de Milão. A senhora Joaneta Vacchi mulher simples, pobre e sofredora, pois seu marido, homem de coração duro, a tratava muito mal. Na tarde do dia 26 de maio de 1432, por volta de 05 horas da tarde, enquanto fazia sua lida diária, buscava comida para os animais um pouco distante de casa. Com medo de ser espancada pelo marido caso demorasse para voltar para casa, Joaneta pedia ajuda a Mãe de Deus e ia rezando: - Ó Senhora Santíssima, ajudai-me Vós...que eu já não consigo suportá-lo... Só Vós ó querida Mãe, podeis fazer cessar esses meus sofrimentos. Ninguém me ajuda e me consola... Tende piedade de mim! Estava assim dirigida esta sua oração a Nossa Senhora, quando eis que uma luz inesperada a envolve e lhe chama a atenção para algo misterioso, ao seu redor. Ergue os olhos e ei-la diante da Rainha do Céu, que sem demora lhe diz: - "Não temas, ó filha, consola-te, que as tuas orações foram atendidas pelo Meu Divino Filho, por Minha intercessão e já te estão preparados os tesouros do Céu. Mas agora, dobra os joelhos por terra e ouve com reverência aquilo que te vou dizer: O mundo cheio de iniqüidades, tinha provocado a indignação do Céu. O Meu Divino Filho queria punir severamente esses homens, autores de iniqüidade e cheios de pecados e de crimes, mas Eu rezei pelos miseráveis pecadores, supliquei longamente e, finalmente Meu Divino Filho aplacou-Se. Por isso, ordena que, por tão assinalado benefício, jejuem uma sexta-feira a pão e água e festejem um sábado em Minha honra, porque Eu quero este sinal de gratidão dos homens pela importantíssima graça por Mim obtida a seu favor. E a gora vai, ó filha, e revela a todos esta Minha vontade". Atordoada pela admiração e pela maravilha, Giannetta responde: - "Como poderei eu, ó minha Mãe, fazer aquilo que me pedis? Quem acreditará nas minhas palavras? Eu sou demasiado pobre e mesquinha, e ninguém me acreditará!". - "Acreditar-te-ão, acrescentou Nossa Senhora, porque Eu Mesma confirmarei as tuas palavras com evidentes milagres!..." Dito isto, desapareceu, deixando gravadas, no lugar em que Se havia manifestado as pegadas de Seus beatíssimos pés, junto das quais brotou uma fonte de água. Esta foi a única aparição de Nossa Senhora. São de admirar as palavras sérias isso em 1942. Que dirá hoje a Nossa querida Mãe do Céu? Em 1992 o Santo Padre o Papa João Paulo II visitou o Santuário de Caravággio na Itália local da aparição de Nossa Senhora e permaneceu lá três dias em oração. A seguir descrevemos alguns tópicos de Mensagem de Nossa Senhora a sua escolhida: __ Deus pediu oração, conversão e penitência; __ Os homens devem mostrar gratidão a Virgem Maria, por sua intercessão no Céu, dedicando o sábado a sua devoção; __ Anunciou que Deus, sentindo-se ofendido pelos pecados da humanidade, tem intenção de permitir a destruição do planeta, porém ela, a nossa Mãe, com suas súplicas, tem obtido o adiamento do Castigo; __ Sua vinda era para anunciar a paz; Após escutar a mensagem da Rainha do Céu e da terra, Giannetta com sinceridade, respondeu que as pessoas de maneira geral não iriam dar crédito a ela. Porém Nossa Senhora tranqüilizou-a, afirmando: - ”Levanta-te e não temas, mas relata o que te anunciei”. E fazendo o sinal da Cruz sobre ela, desapareceu. Nesse local, o da Aparição, foi construída um grande e lindíssimo Santuário. Outros Acontecimentos: __ Dentre as várias graças alcançadas em conseqüência da manifestação de Nossa Senhora, citamos o fim dos desentendimentos na Igreja e a paz no território italiano, entre Veneza e Milão; __ Também o aparecimento de uma fonte d’água foi uma grande misericórdia. Existe até hoje, junto ao Santuário, tem proporcionado, durante mais de cinco séculos, milhares de curas. Inclusive aconteceu ali um grande prodígio, conforme narrativas da época: Uma pessoa, de nome Graciano, não acreditando nos relatos envolvendo o milagre da fonte, jogou com descaso um galho de árvore seco dentro dela; qual não foi a surpresa, imediatamente ele ganhou vida e floresceu. Inclusive esse pequeno arbusto está presente na imagem de Nossa Senhora de Caravaggio. __ É muito importante salientarmos que os imigrantes italianos, oriundos de um pais muito católico e Mariano, espalharam essa devoção pelo mundo; principalmente aqui em nosso Brasil: · Santuário de Caravaggio, em Farroupilha (RS); · Santuário de Caravaggio, em Canela (RS); · Santuário de Caravaggio, em Paim Filho (RS); · Santuário de Caravaggio, em Azambuja (Brusque/SC); · Santuário de Caravaggio, em Criciúma/SC); · Santuário de Caravaggio , em Matelândia (PR). __ No Rio Grande do Sul, a diocese de Caxias do Sul, em 1959, recebeu do Vaticano a confirmação de que Nossa Senhora de Caravaggio, passava a ser sua Padroeira. E dezesseis anos depois (1975) aquele que viria a ser o futuro Papa João Paulo I (Cardeal Albino Luciani), passando por Caxias do Sul, enviou sua mensagem ao Santuário de Caravaggio. __ Em Farroupilha o primeiro Santuário foi inaugurado em 1879 e o atual, belíssimo, em 1963; Concluindo, podemos dizer claramente: “Os filhos devotos não conseguem viver sem a sua Mãe!” ORAÇÃO À NOSSA SENHORA DE CARAVAGGIO Ó Maria, Virgem Santa de Caravaggio, do presépio até a cruz cuidaste do teu Filho, e para Joaneta, foste consolação e fonte de paz. Mostra-nos o Salvador: fruto do teu ventre, e ensina-nos a acolher Jesus e seguir seu Evangelho. À tua proteção recorremos, ó cheia de graça, em nossas necessidades: livra-nos dos perigos; ajuda-nos a vencer as tentações; leva ao Senhor nossa prece e mostra que és nossa mãe, a mãe que ele nos deu. Roga por nós, Nossa Senhora de Caravaggio, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém. 1º Quadro de Nossa Senhora de Caravaggio, trazido da Itália por Natal Faoro. Em preto e branco e datado de 1724, inicialmente ocupou o altar da primeira. VINDA PARA O BRASIL COM OS IMIGRANTES DA ITÁLIA PARA O BRASIL Os imigrantes eram pessoas de fé e acostumados a uma vida cristã intensa. Já nos primeiros momentos em terras brasileiras, a necessidade de uma orientação espiritual tornou-se viva entre as famílias, o que só veio a acontecer cerca de um ano depois. O atendimento era feito pelo Padre João Menegotto, que pertencia à Paróquia de Dona Isabel (hoje, Bento Gonçalves/RS). A primeira missa foi celebrada na casa de Bernardo Sbardeloto, no morro de Todos os Santos no ano de 1878. A segunda na casa da família Biason e a terceira na casa de Antônio Franceschet, no dia 23 de janeiro de 1879. Nesta data, Franceschet teve a idéia de levantar um oratório com a ajuda do vizinho Pasqual Pasa. Eles nunca viram na Itália um padre celebrar uma missa fora da matriz. Ver a casa transformada em igreja não parecia certo para a maioria dos moradores. Os dois chefes de família iniciaram a construção de uma igreja em segredo. Derrubaram um pinheiro, prepararam o material e construíram um capitel de 12 metros quadrados com alpendre na entrada, que localizava-se em frente ao atual cemitério de Caravaggio. A notícia se espalhou rapidamente e ganhou doações em dinheiro e mão-de-obra, transformando o oratório em capela, que comportava cerca de 100 pessoas. Como era comum naquela época, a escolha do padroeiro gerou certo conflito entre os moradores. Todos queriam o santo de seus próprios nomes para governar espiritualmente a comunidade. Alguns sugeriram o nome de Santo Antônio, mas a idéia foi logo descartada porque o padre não poderia vir rezar a missa no dia do santo. O motivo? Santo Antônio era o padroeiro da comunidade de Dona Isabel. Outros sugeriram Nossa Senhora, entretanto, não se sabia qual. A princípio foi escolhido o título de Nossa Senhora de Loreto, mas, não havia imagem da santa. Foi nessa época que Natal Faoro ofereceu como empréstimo um pequeno quadro com a imagem de Nossa Senhora de Caravaggio, que trouxera entre os seus pertences da Itália. O empréstimo duraria até a aquisição de uma imagem. A proposta foi aceita e o pequeno quadro passou a fazer parte do lugar de honra da capela, sobre um altarzinho. Esta capela foi inaugurada em 1879, ano I do início da devoção a Nossa Senhora de Caravaggio e ano primeiro das romarias que seriam futuramente concorridas e numerosas. Estava lançado o alicerce de uma comunidade eclesial. Na década seguinte, em mutirão, os imigrantes iniciaram a construção de um templo de alvenaria. Numa época em que as casas eram fabricadas em madeira ou pedra, os imigrantes improvisaram uma olaria parta fazer os tijolos. Pedras só no campanário. A comunidade passou a ser chamada de Nossa Senhora de Caravaggio, bem como o lugar onde foi erguida a capela, até 26 de maio de 1921 quando foi elevada pelo bispo de sede paroquial para Santuário Diocesano. Hoje, a comunidade é composta por cerca de 140 famílias e mais de 650 habitantes. A paróquia de Caravaggio atende a sete capelas. Em 1959, Nossa Senhora de Caravaggio foi declarada pela Santa Sé, Padroeira da Diocese de Caxias do Sul. A estátua de Nossa Senhora de Caravaggio que encontra-se no altar do Santuário Diocesano, foi fabricada em Caxias do Sul/RS no ano de 1885, pelo artista plástico conhecido como Stangherlin. O modelo foi o quadro em preto e branco, datado de 1724, com a imagem da santa que ocupava o altar da primeira capela. A imagem foi trazida a pé pelos imigrantes de Caxias do Sul e colocada no altar da nova igreja, construída em alvenaria. A construção do atual Santuário de Caravaggio durou exatamente 18 anos (1945 - 1963). Imponente, com seu estilo romano e capacidade para 2 mil pessoas, uma das características mais marcantes da construção está nos grandes ambientes e na iluminação que preenche as salas do santuário. Conforme definição das Irmãs Scalabrinianas, responsáveis pela assistência aos peregrinos e liturgia, "os espaços vazios são preenchidos pela fé dos milhares de fiéis que visitam o Santuário anualmente''. Segundo elas, a crença em Nossa Senhora de Caravaggio aumenta a cada ano. "O povo manifesta o seu carinho e devoção a Nossa Senhora em pequenos gestos, pequenas homenagens". A grande quantidade de flores que constantemente são encontradas circundando o altar, são provas das afirmações. A administração do Santuário Diocesano mantém diariamente um sacerdote no atendimento dos fiéis e missas diárias. Na estrutura, seis salas de confissão e uma para orientação. E mais, posto de informações e de intenções de missas. Dentro, existe uma fonte de água (lembrando a Aparição de Nossa Senhora), benta em 26 de setembro de 1985. 25/05/08 – ( Festa do Aniversário das Aparições de Caravággio) Revelação da Hora do Sagrado Coração de Jesus - todas as sextas-feiras às 9hs da noite. Mensagem de Maria Santíssima "-Meus filhos... Hoje, quando vocês Me contemplam na Minha APARIÇÃO em CARAVÁGGIO, à Minha filhinha GIANNETTA VACCHI e já festejam este acontecimento; Eu novamente vos convido ao ‘Amor Verdadeiro’ que agrada a DEUS... Imitai a Minha filhinha GIANETTA e seu amor, em sua prontidão, em tudo aquilo que Eu digo em Minhas Mensagens! Imitai... os meus videntes, os Meus Santos, que em toda a Sua vida: Me amaram, Me serviram; sem colocar nenhuma restrição ou condição no Seu amor por Mim! Segui-Me pela estrada da Santidade... pela estrada do Amor... pela estrada da Perfeição! Procurai ter em vós todas as virtudes, para que as vossas almas, não seja um Pântano onde só reina a morte. Mas que as vossas almas seja um jardim; onde toda flor cresce, abre-se, desabrocha e exala o perfume celeste da Graça de DEUS! Convido-vos, de hoje em diante a rezardes mais, para que seja apressado o 2º PENTECOSTES MUNDIAL, e para que o Meu CORAÇÃO IMACULADO triunfe o quanto antes, purificando e renovando este mundo. Não duvidem nem por um instante Meus filhos!... O Meu CORAÇÃO triunfará!... E essa sociedade atéia que voltou a ser pagã, contrária a DEUS e à Sua Palavra; DESAPARECERÁ para dar lugar à nova humanidade, à nova sociedade onde Eu serei a Rainha Absoluta e onde DEUS será de novo Adorado, Servido e Amado como no Princípio da Criação, quando não havia o pecado! O Meu CORAÇÃO triunfará, creiam os homens ou não!... Esperem isso os homens ou não!... O Meu CORAÇÃO IMACULADO será, finalmente, Senhor de todas as almas e de todos os corações. Para apressar este Triunfo Meu amado Marcos, quero pedir uma nova coisa: Quero que faças para esses Meus filhos "A HORA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS", todas as sextas-feiras às 9hs da noite. Nesta HORA incluirás a Adoração da Santa Cruz, que nas sextas-feiras sempre devem ser feita pelos Meus Filhos, com amor! Poderá colocar Nesta HORA de ORAÇÃO, o Terço do SAGRADO CORAÇÃO; ou o Terço da PAIXÃO; ou o Terço das SANTAS CHAGAS; ou o Terço da DIVINA MISERICÓRDIA; isto deixo-o a teu gosto. Depois, colocarás uma Mensagem do Meu Divino Filho JESUS CRISTO, dada Nestas Aparições. Colocarás também antes do Terço, 10 minutos de meditação, para que os Meus filhos verdadeiramente mergulhem, no Oceano da Misericórdia e Graça do Meu Filho JESUS! Intercalarás com a Adoração, intercalarás com Orações de Reparação e de Expiação. E por fim, com uma breve Consagração ao SAGRADO CORAÇÃO do Meu FILHO. Desta forma darás ao CORAÇÃO DE JESUS, grande Glória, grande Louvor e grande Reparação! E com esta poderosíssima Oração, acelerarás oTRIUNFO dos Nossos CORAÇÕES UNIDOS no mundo inteiro! Sei que Me farás mais esta grande Obra, pela qual e este lugar será elevado a uma dignidade sem par no mundo todo. E com esta grande Obra, saiba, Meu filho, o TRIUNFO DO SAGRADO CORAÇÃO do Meu FILHO unido ao MEU, profetizado desde Paray-Le-Monial até os dias de hoje, certamente se realizará!... Eu to prometo-lhes! Vai Meu filho mais amado e querido, a quem posso confiar e encarregar grandes tarefas, pois sei que não serei decepcionada nunca! Vai, faz o que te digo e verás... como o CORAÇÃO do Meu DIVINO FILHO derrubará um dilúvio de MISERICÓRDIA, sobre ti e sobre o mundo inteiro... A paz Marcos..." História da Devoção A história relatada abaixo é atribuída à fé católica. O município de Caravaggio, terra da aparição, se encontrava nos limites dos estados de Milão e Veneza e na divisa de três dioceses: Cremona, Milão e Bérgamo. Ano de 1432, época marcada por divisões políticas e religiosas, ódio, heresias, assolada por bandidos e agitada por facções, traições e crimes. Além disso, teatro da segunda guerra entre a República de Veneza e o ducado de Milão, passou para o poder dos venezianos em 1431. Pouco antes da aparição, em 1432, uma batalha entre os dois estados assustou o país. Neste cenário de desolação, às 17 horas da segunda-feira, 26 de maio de 1432, acontece a Aparição de Nossa Senhora a uma camponesa. A história conta que a mulher, de 32 anos, era tida como piedosa e sofredora. A causa era o marido, Francisco Varoli, um ex-soldado conhecido pelo mau caráter e por bater na esposa. Maltratada e humilhada, Joaneta Varoli colhia pasto em um prado próximo, chamado Mezzolengo, distante 2 km de Caravaggio. Entre lágrimas e orações, Joaneta avistou uma senhora que na sua descrição parecia uma rainha, mas que se mostrava cheia de bondade. Dizia-lhe que não tivesse medo, mandou que se ajoelhasse para receber uma grande mensagem. A senhora anuncia-se como “Nossa Senhora” e diz: “Tenho conseguido afastar do povo cristão os merecidos e iminentes castigos da Divina Justiça, e venho anunciar a Paz”. Nossa Senhora de Caravaggio pede ao povo que volte a fazer penitência, jejue nas sextas-feiras e vá orar na igreja no sábado à tarde em agradecimento pelos castigos afastados e pede que lhe seja erguida uma capela. Como sinal da origem divina da aparição e das graças que ali seriam dispensadas, ao lado de onde estavam seus pés, brota uma fonte de água límpida e abundante, existente até os dias de hoje e nela muitos doentes recuperam a saúde. Joaneta, na condição de porta-voz, leva ao povo e aos governantes o recado da Virgem Maria para solicitar-lhes – em nome de Nossa Senhora – os acordos de paz. Apresenta-se a Marcos Secco, senhor de Caravaggio, ao Duque Felipi Maria Visconti, senhor de Milão, ao imperador do Oriente, João Paleólogo, no sentido de unir a igreja dos gregos com o Papa de Roma. Em suas visitas, levava ânforas de água da fonte sagrada, que resultavam em curas extraordinárias, prova de veracidade da aparição. Os efeitos da mensagem de paz logo apareceram. A paz aconteceu na pátria e na própria Igreja. Até mesmo Francisco melhorou nas suas atitudes para com a esposa Joaneta. Sobre ela, após cumprida a missão de dar a mensagem de Maria ao povo, aos estados em guerra e à própria Igreja Católica, os historiadores pouco ou nada falam. Por alguns anos foi visitada a casa onde ela morou que, com o tempo desapareceu no anonimato. Lembrai-vos, ó puríssima Virgem Maria, que jamais se tem ouvido que deixásseis de socorrer e consolar a quem vos invocou, implorando a vossa proteção e assistência; assim pois, animado com igual confiança, como a Mãe amantíssima, ó Virgem das Virgens, a Vós recorro, de Vós me valho, gemendo sob o peso de meus pecados, humildemente, me prostro a vossos pés. Não rejeiteis as minhas súplicas, ó Virgem de Caravaggio, mas dignai-vos de as ouvir propícia e de me alcançar a graça que Vos peço. Amém. * * * * * Ó Maria, Virgem Santa de Caravaggio, do presépio até a cruz cuidaste do teu Filho, e para Joaneta, foste consolação e fonte de paz. Mostra-nos o Salvador: fruto do teu ventre, e ensina-nos a acolher Jesus e seguir seu Evangelho. À tua proteção recorremos, ó cheia de graça, em nossas necessidades: livra-nos dos perigos; ajuda-nos a vencer as tentações; leva ao Senhor nossa prece e mostra que és nossa mãe, a mãe que ele nos deu. Roga por nós, Nossa Senhora de Caravaggio, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém. Pe. Leomar Brustolin NOVENA NOVENA À NOSSA SENHORA DE CARAVAGGIO 1º dia: Ó Consoladora dos Aflitos Vós que consolastes a pobre Joaneta em meio à sua aflição familiar, concedei a graça que tanto necessito, intercedendo junto a Jesus e ao Espírito Santo, os Consoladores do Pai. Santa Maria, rogai por nós! Santa Mãe de Deus, rogai por nós! Glória do Espírito Santo, rogai por nós! Oremos: Pai Santo, acolhei as preces que fazemos em honra de Nossa Senhora de Caravaggio e dai-nos sempre querer e cumprir a vossa vontade por Cristo Jesus, na unidade do Espírito. Ave Maria... Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo! 2º dia: Ó Cheia de Graça Vós que fostes saudada pelo anjo Gabriel como a preferida do Pai, eleita para ser a Mãe do Filho de Deus por obra do Santo Espírito, olhai compassiva para a minha súplica ..... Filha Amada do Pai, rogai por nós! Fonte de Beleza, rogai por nós! Mãe da Bondade, rogai por nós! Oremos: Pai Santo, acolhei as preces que fazemos em honra de Nossa Senhora de Caravaggio e dai-nos sempre querer e cumprir a vossa vontade por Cristo Jesus, na unidade do Espírito. Ave Maria... Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo! 3º dia: Ó Serva do Senhor Vós que aparecestes em Caravaggio pedindo aos cristãos para viverem conforme a vontade de Deus, ensinai-me a seguir os caminhos de Jesus e escutar a minha prece ..... Santa Virgem Maria, rogai por nós! Mãe Pobre e Humilde, rogai por nós! Mulher Mansa e Obediente, rogai por nós! Oremos: Pai Santo, acolhei as preces que fazemos em honra de Nossa Senhora de Caravaggio e dai-nos sempre querer e cumprir a vossa vontade por Cristo Jesus, na unidade do Espírito. Ave Maria... Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo! 4º dia: Ó Perfeita Discípula de Cristo Vós que soubeste ouvir a Palavra de Deus e colocá-la em prática, intercedei a Deus pela minha intenção ..... e fazei que eu ame mais os mandamentos do Senhor. Mãe Imaculada, rogai por nós! Mãe do Cristo, rogai por nós! Discípula Fiel, rogai por nós! Oremos: Pai Santo, acolhei as preces que fazemos em honra de Nossa Senhora de Caravaggio e dai-nos sempre querer e cumprir a vossa vontade por Cristo Jesus, na unidade do Espírito. Ave Maria... Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo! 5º dia: Ó Mãe da Igreja Vossa presença em Caravaggio edificou um templo construído por pedras vivas: a comunidade dos seguidores de Jesus. Concedei-me a graça de ..... e de amar cada vez mais a Igreja de Cristo. Pura Imagem da Igreja, rogai por nós! Esplendor da Igreja, rogai por nós! Rainha dos Apóstolos, rogai por nós! Oremos: Pai Santo, acolhei as preces que fazemos em honra de Nossa Senhora de Caravaggio e dai-nos sempre querer e cumprir a vossa vontade por Cristo Jesus, na unidade do Espírito. Ave Maria... Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo! 6º dia: Ó Auxílio dos Cristãos O vosso Santuário de Caravaggio é o sinal visível de vossa assistência permanente a todos vossos filhos e filhas. Olhai para mim que vos confio ..... e ajudai-me a viver o que é digno do nome de cristão. Mulher Vestida de Sol, rogai por nós! Mãe do Redentor, rogai por nós! Rainha dos Cristãos, rogai por nós! Oremos: Pai Santo, acolhei as preces que fazemos em honra de Nossa Senhora de Caravaggio e dai-nos sempre querer e cumprir a vossa vontade por Cristo Jesus, na unidade do Espírito. Ave Maria... Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo! 7º dia: Ó Senhora da Misericórdia Ó Senhora da Misericórdia que em Caravaggio oferece através do sacramento da Igreja, a reconciliação do ser humano com Deus e com o próximo, acolhei meu pedido ..... e fazei de mim instrumento do perdão e da paz. Rainha do Amor, rogai por nós! Rainha dos Confessores, rogai por nós! Rainha Concebida sem Pecado, rogai por nós! Oremos: Pai Santo, acolhei as preces que fazemos em honra de Nossa Senhora de Caravaggio e dai-nos sempre querer e cumprir a vossa vontade por Cristo Jesus, na unidade do Espírito. Ave Maria... Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo! 8º dia: Ó Saúde dos Enfermos Ó Saúde dos Enfermos, a fonte sagrada que jorrou no local de vossa aparição tornou-se jardim da esperança para os doentes que lhes invocam. Escutai, ó Mãe, a minha súplica ..... e dai-me saúde do corpo e da alma. Mãe da Vida, rogai por nós! Mãe da Fé, rogai por nós! Mãe da Esperança, rogai por nós! Oremos: Pai Santo, acolhei as preces que fazemos em honra de Nossa Senhora de Caravaggio e dai-nos sempre querer e cumprir a vossa vontade por Cristo Jesus, na unidade do Espírito. Ave Maria... Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo! 9º dia: Ó Rainha da Paz Ó Rainha da Paz, estrela que guia todos que navegamos nos mares da vida. Iluminai a mente e os corações dos seres humanos para que todos sejam construtores da paz que é fruto da justiça e acolhei minha súplica ..... xxx, rogai por nós! xxx, rogai por nós! xxx, rogai por nós! Oremos: Pai Santo, acolhei as preces que fazemos em honra de Nossa Senhora de Caravaggio e dai-nos sempre querer e cumprir a vossa vontade por Cristo Jesus, na unidade do Espírito. Ave Maria... Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo! Amém. PETIÇÕES DIÁRIAS À NOSSA SENHORA DE CARAVAGGIO (Rezá-las diante da Imagem de Nsa. Sra. de Caravaggio) I Ó piedosíssima Virgem Maria, ó querida Mãe do Céu, que aparecestes à pobre Joaneta, em Caravaggio, fazendo lá surgir um manancial de graças para quem confiante a Vós recorre e revelando-Vos benigna e Consoladora dos aflitos, sede-me também a mim propícia nas enfermidades e nas aflições, saúde e merecimento durante minhas tribulações. Ave-Maria... II Ó Advogada e Mãe Nossa Maria, que no colóquio com Joaneta Vos revelastes Refúgio dos Pecadores e Medianeira das Graças, dignai-Vos ser também para mim valiosa Advogada, alcançando-me um sincero arrependimento e o perdão de minhas culpas. Ave-Maria... III Ó gloriosa Rainha, ó Celestial Maria, que Vos mostrastes à camponesa Joaneta, auxílio dos cristãos, socorrei-me nos perigos e nas dificuldades. Acompanhai-me no caminho da vida, confortai-me e salvai-me na hora da morte, a fim de que eternamente grato cante no céu vossas glórias sempiternas, junto com vosso Filho Jesus Cristo, que com o Pai vive e reina na unidade do Espírito Santo. Amém. Ave-Maria... ORAÇÃO Fico-vos para sempre agradecido, ó querida Virgem de Caravaggio, diante das imensas misericórdias que sobre mim difundistes. Continuai, porém a proteger-me sob o vosso manto. Não me abandoneis, mas acompanhai-me sempre com o vosso olhar materno, socorrei-me dia e noite com vosso auxílio. Isto também Vos peço para meus familiares e para toda humanidade, remida pelo Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho. Amém. Nossa Senhora de Caravaggio, rogai por nós.
    Fotos da linha do tempo.
    APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA EM GHIAIE DI BONATE (ITÁLIA) À VIDENTE ADELAIDE RONCALLI



  • Janaina Marcelino compartilhou a foto de Cabelaço.
    PONTOS DE ARRECADAÇÃO Quer cortar o cabelo pra nossa ação? É só ir a um cabeleireiro e pedir para cortar. O corte precisa ser de, no mínimo, 15 cm. Para o corte, deve ser amarrada a parte a ser cortada em um atilho ou borrachinha de cabelo. Mas cuida que o corte da mecha deve ser com o cabelo seco, senão ela pode embolorar, criando fungo e ela será inutilizada. Depois de cortada a parte do cabelo a ser doada, o cabeleireiro pode umedece-lo para ajeitar o corte. Pode ter química no cabelo, não tem problema. A mecha deve ser guardada num saquinho plástico e enviada por correio ou largada em um de nossos pontos de arrecadação. Por Correio: A/C Cabelaço Caixa Postal 58 Canoas/RS CEP 92.010-300 Pontos de arrecadação: Porto Alegre: Griffecapelli - Corte gratuito para quem cortar para o Cabelaço (3328-2000) Rua Anita Garilbadi, 1681 ou Av. Alvarenga, 341 A&D cabeleireiros Av. Cristóvão Colombo, 2149/Lj 25 (3019-9446) Hospital da Criança Santo Antônio - ponto de coleta, não realiza corte Av. Independência, 155, Centro Histórico Perfil Estética e Cabeleireira Estrada da Serraria, Bairro Espírito Santo (3026-8127) Spazio Per Te Av. Protasio alves, 2711, Petropólis (3338-0099) Raffinata 15% de desconto no corte Av. Venâncio Aires, 209, Cidade Baixa (3211-0152) Salão Ana Bella Beauty Av. Venâncio Aires, 449, Cidade Baixa (3022-5114) Studio Leo Zamper 50% de desconto no corte Rua Otávio Corrêa, 84, Cidade Baixa (3516-4847 ou 3517-4847) Salão Realce R$ 10,00 o corte Av. Cel. Lucas de Oliveira, 2850, Petrópolis (3332-0315) Estética Moinhos Av. Independência, 972, sala 101 e 102, Independência (3028-7055) Studio Q Rua Dr. Timóteo, 395/405, Moinhos de Vento (3391-9063) Território da Dança Av. Getúlio Vargas, 1418, Menino Deus (3239-7757) Falar com Júnior ou Lindsay Studio Fashion Av. Panamericana, 1097, Jardim Lindóia (3344-0202 ou 3344-0505) Mirage Padre Chagas Rua Padre Chagas, 75, Moinhos de Vento (3222-8300) Salão Friends Rua Atanásio Belmonte, 377, Boa Vista (3328-9011 ou 4101-0492) Grão Café Bistro Rua César Lombroso, n° 23, Bom Fim (3207-4250) AAPECAN Av. Ceará, 1260, São João (3014-9500) Estética Michele Rua Sao Luís, 165, Santana (3028-0020) R&O Cabeleireiros Av. Assis Brasil, 3522 (2º piso) (3340-0777) Fashion House - Centro de beleza Av. Wenceslau Escobar, 2200, Tristeza (3268-8198 ou 3269-1470) Rua dos Andradas, 1444, loja 20, 21 e 22, Centro (3086-0093) Estética Confraria da Beleza (Camila) Av. Cel. Aparício Borges, 1495, sala 11 (3573-5721) Estética Visuallizé - 15% de desconto Rua José de Alencar, 386 lj 02, Menino Deus (3019-6163) Rua José de Alencar, 1121, Menino Deus (3094-0204) Estética Morena Flor Rua General Vitorino, 113, Centro (3072-5938) Salão Frida Rua Thomas Edison, 415, Santo Antônio (3737-1964) Studio Dior - 50% de desconto Av. Ipiranga, 1461, Azenha (3028-3066) Presence Estética Rua Irmão Jose Ottão, 305, Bairro Bom Fim Top Hair Bourbon Ipiranga Av. Ipiranga, 5200, bairro Jardim Botânico Mirage Três Figueiras Rua Araponga, 449, bairro Três Figueiras Glamour Kids Av. João Wallig, 1800 - Loja 1272, bairro Passo D’Areia (3334-9289) Canoas: Casa Dick Av. Victor Barreto, 2958, Centro (3051-3425) Salão Marlene 50% de desconto no corte Av. Victor Barreto, 2980, Centro (3472-6130) Novo Hamburgo: Joyce Cabeleireiros Rua Armindo Angeli, 53 Colégio Marista Pio XII Av. Nicolau Becker, 182, Vila Rosa (3584-8000) Kbelos Rua Vicente da Fontoura, 153, Centro (3035-3105) Habilitás Tecnologia em Reabilitação Física (Alessandra) Rua Silveira Martins, 27, loja 4, Centro (3524-8302) Mundo Lullaby BR 116, km 326, lj 103, (3600.0656) AMO Criança Rua Vidal Brasil, 1685, (3582.4800) amo@amocrianca.com.br Santé SPA Rua Montenegro, 228, Jardim Mauá (3593-8811) Caxias do Sul: Produ Hair Rua Treze de Maio, 702, sala 5 (54 3041-6048) Canguçu: Studio M&H Cabeleireiros Rua Conselheiro Brusque, 396, Centro (53 3252-1531) Nova Prata: Salão da Leda Rua Guaporé, 465, São Cristóvão (54 3242-1067) Salão da Morena Rua Placidina de Araújo, 61, sala 02 (54 3242-5520) Salão Marisa Cabeleireira Avenida Cônego Peres, 690. Loja 07, (54) 3242-4309 e (54) 9186-3803. OBS: Corte para a doação para o Projeto Cabelaço NÃO É COBRADO. Centro de Beleza Glamour Avenida Adolfo Schneider, 17. Sala 204 (54) 3242-5131. Sérgio Cabeleireiros Avenida Placidina de Araújo, 591, (54) 3242-1755 ou (54) 3242-3015 Delton Cabeleireiro Rua Antônio Peruzzo, 249, Sagrada Família (54) 3242-2289 Montenegro: Salão Beto Silveira 50% de desconto no corte Rua Olavo Bilac, 1777, (3057-3833) Bagé: Salão Marta Delabari Av. Marcílio Dias, 1842 (053 3242-0853) Ijuí: Salão Emir Henrique Beauty e Hair Rua Vinte de Setembro, 551, Centro (055 3333-1838) Horário: 09:00 às 19:00 Rio Grande: Ousadia Coiffeur Rua General Câmara, 257, Centro (3233-2887) Centro de Cosméticos e Salão de Beleza Aline Cruz Rua Osvaldo Cruz, 360, Cassino (053 3201-2001) Fernanda Fashion Hair Rua Rio de Janeiro, 230, sala 17, Cassino (053 3204-3296) Tramandaí: Estética Matilde Maria Rua Amâncio Amaral, 1069, sala 06 e 07 (3684-7258) Lajeado: Salão Austral - 40% de desconto Rua Julio de Castilhos, 414, sala 2 (3748-1108) Fatuité Lajeado Rua Emílio Conrado, 97/ sala 101 Fone: 3729.8101 Fany e Giovana Rua Olavo Bilac, 521 Fone: 3714.1588 GoldStar Estética Rua Bento Gonçalves, 437/ sala 101 Fone: 3714.5353 KK Espaço Hair Rua João Abott, 1234 Fone: 3729.5322 Encantado: Salão de Beleza Angela Rua João Lucca, 1808/01 Fone: 3751.4337 Bella Donna Cabeleireiras Rua Miguel Luiz Pretto Fone: 3751.2674 Charme Hair Rua Sete de Setembro, 619 Divas Desperte Rua Osvaldo Aranha, 214 Fone: 3751.4379 Salão de Beleza e Estética Eni Fone: 3751.3996 Espaço Vip Cabelos e Estética Rua Monsenhor Scalabrini Fone: 3751.1891 Girls Cabeleireiras Rua Coronel Sobral, 1637 Fone: 3751.7087 Salão Mari Castoldi Rua Vicenza, 190 Fone: 3751.1702 Sara Salão de Beleza Rua Sete de Setembro, 528/03 Fone: 3751.1026 Arte e Belleza Rua Duque de Caxias Visualite Coiffers Rua Sete de Setembro Fone: 3751.2319 Visualle Rua Antônio Polese Fone: 3751.6785 Santa Cruz do Sul: Salão de Beleza Novo Visual Rua Gaspar Silveira Martins, 1315 Fone 3711.1661 Deise Cabeleireira Rua 28 de Setembro, 1031 Fone 3711.5102 Studio de Beleza Elegance Rua Guilherme Hackbarth, 95/ sala 03 Fone 3715.2411 Santa Maria: Lourdinha Amorim Cabelo e Pele Rua Tuiuti, 1247, Centro (055 3222-1881 e 055 3222-1891) Gravataí: Embellezart Estética - R$20,00 o corte Rua Dr. Luiz Bastos do Prado, 1651, Loja 4, Centro (3947-2960) Muçum: Salão Charmon's Raquel Rua Castelo Branco, 395 Salão da Gil Rua Silvio Sanson, 123 3755.1584 Roca Sales: Salão de Beleza Babalu Rua 31 de Março, 39 Salão de Beleza Meri 3753.1095 Guaporé: Azzami Studio de Beleza Av. Monsenhor Scalabrini, 535, Centro (54 9624-5409) Jaguarão: RudBel Cabeleireiros Rua Marechal Deodoro, 1103, 2º Andar (053 3261-5390) São Paulo/SP ABRALE Rua Pamplona, 518, Bairro Jardim Paulista Macaé/RJ Juba Lelé - Salão de Beleza Infanto Juvenil Rua Maria Francisca Borges Reid, 14, loja 7, Bairro da Glória Os descontos e valores ofertados referem-se apenas a cortes em prol da nossa ação, ou seja, acima de 15cm. — com Patricia Souza Vieira e outras 14 pessoas.
    Fotos da linha do tempo.
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  • Vlog,acampamento farroupilha,Porto alegre RS,7 de setembro

    Espero que tenham gostado,deste vlog pessoal :) mostrando um pouco das tradiçoes da minha cidade :) desculpem não gravar aonde eu fui logo no final depois qu...

  • Desfile do dia 07 de Setembro de 2014 em Vacaria RS parte 12

    Viatura dos Bombeiros.

  • Covardia pura!!!!


    Neide Liane Dos Santos Rodrigues compartilhou a foto de Ali Jamal.
    PORONGOS: COVARDIA, TRAIÇÃO, FALSIDADE "Depois de lutarem, durante dez anos, não por dinheiro ou impostos, mas pela liberdade, no dia 14 de novembro de 1844 foram miseravelmente traídos no mais vergonhoso episódio dessa guerra, conhecido como “O Massacre de Porongos”. Desarmados, por seu comandante Canabarro, esses homens foram traiçoeiramente entregues a sanha historicamente genocida de Caxias." A Revolução Farroupilha foi a mais longa revolta republicana contra o Império escravocrata e centralizador brasileiro. Os grandes e poderosos proprietários de terras gaúchos, sentindo-se desfavorecidos pelas leis federais, principalmente pelos impostos considerados excessivos, entram em negociações com o governo regencial. Tais negociações, consideradas insatisfatórias, criam um crescente estado de tensão até o rompimento definitivo e a declaração de guerra, em 20 de setembro de 1835. Depois do combate travado em Bagé, conhecido como “a Batalha do Seival”, em que as forças imperiais foram surpreendente e rotundamente derrotadas, surge um movimento político dissidente e separatista. Com sua radicalização é proclamada a independência e criada a República Rio-Grandense frente ao Império do Brasil, propondo uma República Federativa às demais províncias que viessem a separar-se do Império e assumissem a forma republicana. Para lutar por “um país independente” foi necessário juntar as tropas dos generais que aderiram à causa e assim foi formado o “exército farroupilha” liderado pelo Gen. Bento Gonçalves. Na verdade, os verdadeiros protagonistas dessa luta foram os negros, os índios, os mestiços e os brancos pobres que lutaram de forma abnegada pela recém criada República e por espaços de liberdade, buscando um futuro melhor para si e para os seus. Entre os generais está um abolicionista convicto, Antônio de Souza Netto, que não só coloca a libertação dos escravos como um dos “ideais farroupilha” como propõe a participação dos negros na luta dos farrapos. Num primeiro momento a idéia é rejeitada. Porém, em 4 de outubro de 1836”, depois da “Derrota de Fanfa”, em que Bento Gonçalves foi preso e o exército farroupilha teve excessivas baixas, eles não vacilaram em libertar os escravos que, em troca, se engajaram no exército farroupilha. Assim foi criada a unidade militar que ficou conhecida como os Lanceiros Negros. Nesse corpo de Lanceiros Negros só havia branco os oficiais superiores. Os negros eram os melhores domadores de cavalos da província. Suas lanças eram maiores do que as ordinárias, os rostos pretos como azeviche. Seus corpos robustos e a sua perfeita disciplina os tornavam o terror dos imperiais. A participação decisiva dos Lanceiros Negros foi ressaltada pelo republicano Giuseppe Garibaldi – “herói dos dois mundos” - em sua biografia escrita por Alexandre Dumas: “soldados de uma disciplina espartana, que com seus rostos de azeviche e coragem inquebrantável, punham verdadeiro terror ao inimigo” ou ainda “...mas nunca vi, em nenhuma parte, homens mais valentes, ...em cujas fileiras aprendi a desprezar o perigo e combater dignamente pela causa sagrada das nações...” (GARIBALDI,Giuseppe, em FAGUNDES, M. Calvet, História da Revolução Farroupilha. EDUCS.1989.p. 9). Depois de lutarem, durante dez anos, não por dinheiro ou impostos, mas pela liberdade, no dia 14 de novembro de 1844 foram miseravelmente traídos no mais vergonhoso episódio dessa guerra, conhecido como “O Massacre de Porongos”. Desarmados, por seu comandante Canabarro, esses homens foram traiçoeiramente entregues a sanha historicamente genocida de Caxias. A “Traição de Porongos” e o Massacre dos Lanceiros Negros Como explicar aos brasileiros tamanha covardia e a baixeza moral perpetradas por dois homens, David Canabarro e Duque de Caxias, ambos idolatrados como “heróis” pela historiografia oficial - um deles até considerado “patrono do Exército” - durante a chamada Revolução Farroupilha? Os historiadores oficiais criaram deliberadamente imagens falsas de Porongos procurando não macular “seus” heróis. Entretanto, a hediondez dos acontecimentos só nos permite uma coisa: não a explicação, mas a revelação da verdade, baseada em documentos oficiais que ficaram escondidos por décadas e só agora revelados. As crescentes dificuldades enfrentadas pela nova República e as disputas políticas na região do Prata, preocupantes para as autoridades do Império, impuseram às duas partes negociações de paz. Uma vitória militar decisiva dos farrapos sobre o exército imperial, comandado pelo então Barão de Caxias, tornara-se cada vez mais inviável. Por parte do Império era importante terminar logo a luta e buscar uma paz negociada, pois tudo indicava a inevitabilidade da luta com os vizinhos platinos. Mas para as duas partes era importante resolver a questão dos negros em armas. Os revoltosos haviam prometido liberdade aos negros que lutavam no exército farroupilha e com isso a Corte Imperial não concordava. Era um perigo para os escravocratas brasileiros um grande número de negros armados. E se eles, agora bastante coesos, procurassem asilo no Uruguai e a partir daí continuassem a guerra com táticas de guerrilhas, fazendo do território uruguaio seu santuário? Isso levaria à guerra e “poderia provocar graves problemas com a Argentina de Juan Rosas” (LEITMAN Spencer, Negros Farrapos: hipocrisia racial no sul do Brasil no séc.XIX e DACANAL José, A Revolução Farroupilha: história e interpretação. Porto Alegre: Mercado Aberto.1985. p. 72) Pelo lado dos farrapos, Bento Gonçalves foi afastado da liderança, e os novos líderes, David Canabarro e Antônio Vicente da Fontoura, ambos escravocratas, negociavam a paz com Caxias. A promessa de liberdade para os combatentes negros depois de 10 anos de abnegadas e vitoriosas lutas deles nas batalhas pesava muito nas negociações. Foi neste contexto que aconteceu, na madrugada de 14 de novembro de 1844, o “Massacre de Porongos” em que os Lanceiros Negros – previamente desarmados por Canabarro e separados do resto das tropas – foram atacados de “surpresa” e dizimados pelas tropas imperiais comandadas pelo Cel. Francisco Pedro de Abreu (o Moringue), através de um conluio entre o barão (mais tarde duque) de Caxias e o gen. Canabarro para se livrarem dos negros em armas e poderem finalmente assinar a Paz de Ponche Verde. “Traição de Porongos, que mais foi a matança de um só lado do que peleja, dispersou a principal força republicana e manifestou morta a rebelião. (...) Em Porongos pois, a revolução expirou. Foi daí que seguiu-se o entabulamento das negociações, que deram tranqüilidade ao Rio Grande do Sul” (ARARIPE, Tristão de Alencar. Guerra civil no Rio Grande Do Sul: memória acompanhada de documentos lida no Instituto Histórico Geográfico do Brasil. Porto Alegre, CORAG, 1986, p.211). “Caxias confiava no poder do ouro. Com poderes ilimitados e verbas consideráveis para sobrepor-se aos “obstáculos pecuniários” que surgissem ao negociar com os líderes farrapos, ele tentou um acordo com David Canabarro, o principal general farrapo, para terminar a guerra. De comum acordo decidiram destruir parte do exército de Canabarro, exatamente seus contingentes negros, numa batalha pré-arranjada, conhecida como “Surpresa de Porongos” em 14 de Novembro de 1844” (LEITMAN, Spencer. Negros Farrapos ...Idem p. 75) Em suas instruções secretas a Moringue, o comandante da operação, Caxias, orientou-o no sentido de poupar brancos e índios, que poderiam ser úteis para futuras lutas. Cópia integral dessas “instruções secretas” encontra-se no Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul e nela está afirmado: Reservado: “Senhor Cel. Francisco Pedro de Abreu (...) Regule V.S. suas marchas de maneira que no dia 14, às duas horas da madrugada possa atacar as forças ao mando de Canabarro que estará neste dia no cerro dos Porongos (...) Suas marchas devem ser o mais ocultas que possível seja, inclinando-se sempre sobre a sua direita, pois posso afiançar-lhe que Canabarro e Lucas ajustaram ter as suas observações sobre o lado oposto. No conflito, poupe o sangue brasileiro o quanto puder, particularmente da gente branca da Província ou índios, pois bem sabe que essa pobre gente ainda nos pode ser útil no futuro. A relação justa é das pessoas a quem deve dar escapula, se por casualidade caírem prisioneiros. Não receie a infantaria inimiga, pois ela há de receber ordem de um ministro de seu general em chefe para entregar o cartuchame sob o pretexto de desconfiarem dele. Se Canabarro ou Lucas forem prisioneiros, deve dar-lhes escapula de maneira que ninguém possa nem levemente desconfiar, nem mesmo os outros que eles pedem que não sejam presos (...) 9 de novembro de 1844.Barão de Caxias” [AHRS. Anais do Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul-Volume 7. Porto Alegre, 1963. P.30/31]. Canabarro cumpriu sua parte no combinado, deu ordem ao quartel-mestre para recolher o cartuchame de infantaria e carregá-lo em cargueiros para serem distribuídos quando aparecesse o inimigo e separou os negros farrapos do resto da tropa. Isolados e desconhecendo a traição de seu comandante, os Lanceiros Negros resistiram bravamente antes de serem liquidados. O “Combate de Porongos” – no qual oitenta, de cada cem mortos, eram negros – abriu caminho para a Paz de Ponche Verde alguns meses depois. A indignação de Bento Gonçalves com Canabarro é revelada logo após o “combate” de Porongos quando diz que os “caminhos indispensáveis por onde Canabarro tinha de avançar eram tão visíveis que só poderiam ser ignorados por quem não quisesse ver nem ouvir ou por quem quisesse ouvir a traidores, talvez comprados pelo inimigo! (...) Perder batalhas é dos capitães e ninguém pode estar livre disto; mas dirigir uma massa e prepará-la para sofrer uma surpresa semelhante (...) é (...) covardia do homem que assim se conduz”. [Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul. Coletânea de Documentos de Bento Gonçalves da Silva. 1835/1845] Poucos dias depois, Teixeira Nunes e os Lanceiros Negros remanescentes são enviados por Canabarro para uma ação altamente temerária na retaguarda inimiga (sobre a qual pairam também suspeitas). Atacados por Chico Preto, são aniquilados e seu comandante é ferido e depois assassinado. Tal como nos dias de hoje em que as autoridades do país escondem seus crimes hediondos, alguns contra a humanidade, amparadas por leis fraudulentamente arrancadas de um congresso corrupto até a alma, como é o caso dos crimes praticados pelas autoridades civil e militar durante o período 64/85, a “Traição de Porongos” permaneceu como um segredo guardado a sete chaves por muitos anos. CEBRASPO – Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos
    Fotos de Ofensiva Negritude.
    ...(Continuar Lendo)
  • Desfile do dia 07 de Setembro de 2014 em Vacaria RS parte 6

  • Desfile do dia 07 de Setembro de 2014 em Vacaria RS parte 14

    Viaturas da Guarda Municipal.

  • Desfile do dia 07 de Setembro de 2014 em Vacaria RS parte 9




  • Alguns Alagoanos Ilustres e suas contribuições. Sou Alagoas, sou Nordeste , sou Brasil!!! ESCRITOR Graciliano Ramos Nasceu em Quebrangulo em 27 de Outubro de 1892, um dos principais escritores brasileiros de sua época. Considerado o melhor escritor da 2a. geração modernista. Começou seus estudos numa escola na cidade de Viçosa, suas principais obras literárias são: Angústia em 1936 Vidas Secas em 1938 - SUA OBRA PRIMA DA LITERATURA Caetés em 1925 São Bernardo em 1932 + Faleceu em 25 de Março de 1953, no Rio de Janeiro. DICIONARISTA Aurélio Buarque de Holanda Formado em direito, transferiu-se para o Rio de Janeiro, fez parte da academia brasileira de letras. Além de contista, Buarque era dicionarista, tradutor de antologia de contos universais. Ele dá nome ao principal dicionário da língua portuguesa: "O DICIONÁRIO AURÉLIO DA LÍNGUA PORTUGUESA". ESCRITOR Jorge de Lima Nasceu na cidade de União dos Palmares, estudou no colégio marista de Alagoas, foi poeta e escritor, suas principais obras são: O Acendedor de Lampiões. O Mundo do Menino Impossível A Mulher Obscura Essa Negra Fulô Considerado o príncipe da literatura alagoana + Faleceu em novembro de 1953. JURISTA Pontes de Miranda Nasceu em Maceió em 23 de Abril de 1892 e formou-se em direito. Fixando sua residência no Rio de Janeiro, seu nome adquiriu grande prestígio nos domínios da inteligência, se formou-se em direito, onde teve uma fama que ultrapassou as fronteiras nacionais. Era consultor Jurídico de fama internacional, com vários livros publicados em diferentes línguas. + Faleceu em 22 de dezembro de 1979. ESCRITOR Guimarães Passos Nasceu em Maceió em 22 de Março de 1869. Fez parte da Academia brasileira de letras, da qual foi um dos fundadores tinha um talento de poesia lírico espontâneo, escreveu para muitos jornais da capital Federal. É considerado um dos maiores poetas nacionais. + Faleceu em Paris em 10 de setembro de 1909. ESPORTISTA Mário Jorge "Lobo" Zagallo Único Penta Campeão do planeta! Nasceu na cidade de Maceió, ainda criança foi morar na cidade de Rio de Janeiro, onde tem casa até hoje, conseguiu vários títulos como jogador de futebol, e como técnico é o único ser na face da Terra que é penta campeão do Mundo, 1958 e 1962 como jogador, 1970 como técnico, 1994 e 2002 como supervisor técnico, esse feito não foi nem superado pelo rei do futebol Pelé. MÚSICO Djavan Nasceu em Maceió, Alagoas, no dia 27 de janeiro de 1949. Naquela época, era meio-campo do CSA, time de Alagoas. Mas isto não foi por muito tempo, já que logo passou a se dedicar exclusivamente à música. A boa aceitação do meio artístico não demorou para acontecer. Gravações de nomes como Maria Bethânia, Gal Costa e Roberto Carlos tornaram-se sucessos em todo o País. No início da década de 80, Djavan já era um artista consagrado. Hoje ele é considerado um dos maiores mestres da MPB. MÚSICO Hermeto Paschoal Em 1944, com apenas oito anos, este alagoano de Lagoa da Canoa começou a tocar sanfona de oito baixos. A música é a sua grande alegria de viver, fusão de ritmos e apuro técnico. Compositor, arranjador, e multiinstrumentista. Cidadão do mundo, respeitado internacionalmente, assegura-nos um calendário de sons e significados, harmoniosos e complexos, simplesmente irreverente. Por onde passa, surpreende, produzindo uma calorosa feira de sons e sonhos. CINEASTA Cacá Diégues Carlos Diegues nasceu em Maceió, em 1940. Começou suas atividades de cineasta amador fundando, com alguns companheiros universitários, um cineclube na PUC-RJ. Cineasta conhecido no mundo inteiro, com seus filmes sendo rodados regularmente e premiados em festivais internacionais. Em parceria com a TV Cultura, lançou, em 1994, o programa "Veja esta canção", pioneiro nas relações cinema / TV brasileira. Diretor de diversos curta-metragens e de 15 longa-metragens, aparece junto à população, segundo pesquisas recentes, como o melhor e mais popular cineasta brasileiro. SENADOR Teotônio Vilela Teotônio Brandão Vilela, alagoano de Viçosa, nasceu em 1917. Jornalista, cronista, ensaísta, empresário e político. Autor de discursos exuberantemente libertários, de amor à terra e ao homem brasileiro. O velho Senador! Um filósofo humanista que soube olhar, com amor e coragem, a sua pátria. Nas suas andanças, sonhou pregando o ideário da democracia, tornou-se, em cada canto do país, símbolo de ética, cidadania e dignidade: o guerreiro da paz, o Menestrel das Alagoas, o menestrel da nacionalidade e da felicidade propriamente dita. + Faleceu em 1983. JORNALISTA Ledo Ivo Ledo Ivo nasceu em Maceió, em 1924. jornalista, poeta, contista, ensaísta, tradutor, cronista. Desde 1943 reside no Rio de Janeiro. Através de dezenas de trabalhos tem desenvolvido estilo original e um "sempre atualizado" e lúcido compromisso com a linguagem poética. Pertenceu à famosa geração de 45. É membro da Academia Brasileira de Letras. Carpinteiro da palavra. Sabe ser doce e insólito. Inventivo - eternamente inventivo. Recria sua vida, enraizada na terra nativa. MESTRE Zumbi Zumbi (1655 - 1695) é símbolo de resistência da luta e do sonho do negro pela liberdade. Recebeu o nome de Zumbi em homenagem ao Deus da Guerra. Neto da princesa Aquatune e sobrinho de Ganga Zumba, aprisionado aos sete anos de idade, foi educado por um Padre de Porto Calvo. Em 1670, fugiu para Palmares. Os negros organizados fundaram a República dos Palmares; Zumbi, o rei, lutou contra as expedições escravizadoras. Foi morto no dia 20 de novembro, na Serra de Dois Irmãos, em Viçosa. Este dia foi instituído como marco da luta do negro pela liberdade, o Dia da Consciência Negra. MARECHAL Deodoro da Fonseca O Militar e Político Manuel Deodoro da Fonseca (1827 - 1892), nasceu em Santa Maria Madalena da Lagoa do Sul, antiga capital de Alagoas. Participou de várias guerras e batalhas em defesa da pátria. Proclamou a República, tornou-se chefe do Governo Provisório, de 1889 a 1891. Foi eleito o primeiro Presidente do Brasil, em 1891. Seu governo foi marcado por crises sucessivas. Renunciou à República, sendo substituído por outro alagoano, o Marechal Floriano Peixoto. MESTRA Virgínia de Moraes Dona Virgínia ou Mestra Virgínia (1916 - 2003), é alagoana de Rio Novo, Maceió. Mestra de reisado, cantadora, rezadeira, benzedeira, parteira de profissão, autora e intérprete de belíssimos momentos da poesia e da música popular tradicional alagoana. Comandou o grupo de reisado Três Amores. Autêntica e ingênua, encantava pesquisadores, professores, folcloristas, etnomusicólogos, apreciadores e, principalmente, a platéia, com suas músicas singelas e bem inspiradas. MARECHAL Floriano Peixoto O Marechal Floriano Peixoto (1839 - 1895) nasceu em Ipioca, bairro de Maceió, e fez carreira militar no Rio de Janeiro, onde era respeitado pela sua conduta, chegando a ser eleito Vice-Presidente da chapa contrária a Deodoro, com uma votação superior a do próprio Presidente. Seu governo, de 1891 a 1894, consolidou a República e Floriano passou a ser conhecido como o Marechal de Ferro pelo seu poder e pertinácia, vencendo os rebeldes e adotando medidas que favoreciam as classes mais pobres, até o fim de seu andato. MÉDICA Nise da Silveira Nise da Silveira (1905 - 1999) nasceu em Maceió. Formada em medicina, na Bahia, defendeu, com suas teses, um tratamento humanista para os doentes mentais. Reinventou a psiquiatria. A sua paixão pelo inconsciente transparece através da luta e da construção da sua trajetória: fundou o Museu de Imagem do Inconsciente, criou a Casa das Palmeiras, fundou a Sociedade Internacional de Psicopatologia da Expressão (França). Publicou dezenas de livros, textos científicos e catálogos. Recebeu prêmios, títulos e homenagens. DOM Avelar Brandão Dom Avelar nasceu em Viçosa e, enquanto seu irmão Teotônio aspirava a política, desde cedo se voltou para a vida religiosa, tendo sido ordenado Bispo de Petrolina com apenas 33 anos. Em 1955, foi nomeado Arcebispo Metropolitano de Teresina, no Piauí. Com uma atividade pastoral intensa, Dom Avelar foi nomeado, em 1971, Arcebispo Primaz do Brasil e 23º Arcebispo de Salvador. Dois anos depois, foi eleito em 1985, por ocasião do seu Jubileu Sacerdotal de Ouro. Dom Avelar Brandão Vilela tem seu nome gravado na história da Igreja Católica, como um dos representantes mais lúcidos, ponderados e virtuosos. MÚSICO Florentino Dias Florentino Dias nasceu em Alagoas. Aos 9 anos de idade, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde estudou música e se formou pela UFRJ. É fundador e Regente titular da Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro há 26 anos. É membro da Academia Internacional de Música na Cadeira de "Richard Strauss" e da American Symphony Orchestra League. Primeiro e único regente brasileiro homenageado com uma "Batuta de Ouro", representando o Brasil, como Membro Internacional Order of Merit e pelos Estados Unidos, recebeu, do América Biographical Institute, "The Presidencial Seal of Honor" por sua exemplar realização no campo da música. MÉDICO Arthur Ramos Arthur Ramos (1903 - 1949) nasceu em Pilar e formou-se em medicina na Bahia, voltando-se para a clínica psiquiátrica e para os estudos das ciências sociais. Fundou a Sociedade Brasileira de Antropologia e Etnografia, em 1941. Era Chefe do Departamento de Ciências Sociais da UNESCO, quando faleceu, em Paris, por problemas cardíacos. Arthur Ramos notabilizou-se como antropólogo e etnógrafo, tendo publicado entre outras obras: Os horizontes míticos do negro na Bahia, O negro brasileiro, Folclore negro no Brasil, Introdução à antropologia brasileira, A aculturação dos negros no Brasil e Estudos de Folclore. Seus livros são, ainda hoje, fontes de consultas indispensáveis a quem se dedica ao estudo da africano
    Fotos da linha do tempo.
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  • Aproveitando a comoção coletiva contra o racismo, mas que, de minha parte, tem pouca fundamentação e medidas nada eficazes... Poderíamos refletir de forma mas profunda nesse 20 de setembro... Se é para ter uma sociedade igualitária o passado deve ser olhado e as arestas reparadas... (minha opinião) os atos de hj refletem um consciência constituída bem antes


    Tatiana Ximenes compartilhou a foto de Ali Jamal.
    PORONGOS: COVARDIA, TRAIÇÃO, FALSIDADE "Depois de lutarem, durante dez anos, não por dinheiro ou impostos, mas pela liberdade, no dia 14 de novembro de 1844 foram miseravelmente traídos no mais vergonhoso episódio dessa guerra, conhecido como “O Massacre de Porongos”. Desarmados, por seu comandante Canabarro, esses homens foram traiçoeiramente entregues a sanha historicamente genocida de Caxias." A Revolução Farroupilha foi a mais longa revolta republicana contra o Império escravocrata e centralizador brasileiro. Os grandes e poderosos proprietários de terras gaúchos, sentindo-se desfavorecidos pelas leis federais, principalmente pelos impostos considerados excessivos, entram em negociações com o governo regencial. Tais negociações, consideradas insatisfatórias, criam um crescente estado de tensão até o rompimento definitivo e a declaração de guerra, em 20 de setembro de 1835. Depois do combate travado em Bagé, conhecido como “a Batalha do Seival”, em que as forças imperiais foram surpreendente e rotundamente derrotadas, surge um movimento político dissidente e separatista. Com sua radicalização é proclamada a independência e criada a República Rio-Grandense frente ao Império do Brasil, propondo uma República Federativa às demais províncias que viessem a separar-se do Império e assumissem a forma republicana. Para lutar por “um país independente” foi necessário juntar as tropas dos generais que aderiram à causa e assim foi formado o “exército farroupilha” liderado pelo Gen. Bento Gonçalves. Na verdade, os verdadeiros protagonistas dessa luta foram os negros, os índios, os mestiços e os brancos pobres que lutaram de forma abnegada pela recém criada República e por espaços de liberdade, buscando um futuro melhor para si e para os seus. Entre os generais está um abolicionista convicto, Antônio de Souza Netto, que não só coloca a libertação dos escravos como um dos “ideais farroupilha” como propõe a participação dos negros na luta dos farrapos. Num primeiro momento a idéia é rejeitada. Porém, em 4 de outubro de 1836”, depois da “Derrota de Fanfa”, em que Bento Gonçalves foi preso e o exército farroupilha teve excessivas baixas, eles não vacilaram em libertar os escravos que, em troca, se engajaram no exército farroupilha. Assim foi criada a unidade militar que ficou conhecida como os Lanceiros Negros. Nesse corpo de Lanceiros Negros só havia branco os oficiais superiores. Os negros eram os melhores domadores de cavalos da província. Suas lanças eram maiores do que as ordinárias, os rostos pretos como azeviche. Seus corpos robustos e a sua perfeita disciplina os tornavam o terror dos imperiais. A participação decisiva dos Lanceiros Negros foi ressaltada pelo republicano Giuseppe Garibaldi – “herói dos dois mundos” - em sua biografia escrita por Alexandre Dumas: “soldados de uma disciplina espartana, que com seus rostos de azeviche e coragem inquebrantável, punham verdadeiro terror ao inimigo” ou ainda “...mas nunca vi, em nenhuma parte, homens mais valentes, ...em cujas fileiras aprendi a desprezar o perigo e combater dignamente pela causa sagrada das nações...” (GARIBALDI,Giuseppe, em FAGUNDES, M. Calvet, História da Revolução Farroupilha. EDUCS.1989.p. 9). Depois de lutarem, durante dez anos, não por dinheiro ou impostos, mas pela liberdade, no dia 14 de novembro de 1844 foram miseravelmente traídos no mais vergonhoso episódio dessa guerra, conhecido como “O Massacre de Porongos”. Desarmados, por seu comandante Canabarro, esses homens foram traiçoeiramente entregues a sanha historicamente genocida de Caxias. A “Traição de Porongos” e o Massacre dos Lanceiros Negros Como explicar aos brasileiros tamanha covardia e a baixeza moral perpetradas por dois homens, David Canabarro e Duque de Caxias, ambos idolatrados como “heróis” pela historiografia oficial - um deles até considerado “patrono do Exército” - durante a chamada Revolução Farroupilha? Os historiadores oficiais criaram deliberadamente imagens falsas de Porongos procurando não macular “seus” heróis. Entretanto, a hediondez dos acontecimentos só nos permite uma coisa: não a explicação, mas a revelação da verdade, baseada em documentos oficiais que ficaram escondidos por décadas e só agora revelados. As crescentes dificuldades enfrentadas pela nova República e as disputas políticas na região do Prata, preocupantes para as autoridades do Império, impuseram às duas partes negociações de paz. Uma vitória militar decisiva dos farrapos sobre o exército imperial, comandado pelo então Barão de Caxias, tornara-se cada vez mais inviável. Por parte do Império era importante terminar logo a luta e buscar uma paz negociada, pois tudo indicava a inevitabilidade da luta com os vizinhos platinos. Mas para as duas partes era importante resolver a questão dos negros em armas. Os revoltosos haviam prometido liberdade aos negros que lutavam no exército farroupilha e com isso a Corte Imperial não concordava. Era um perigo para os escravocratas brasileiros um grande número de negros armados. E se eles, agora bastante coesos, procurassem asilo no Uruguai e a partir daí continuassem a guerra com táticas de guerrilhas, fazendo do território uruguaio seu santuário? Isso levaria à guerra e “poderia provocar graves problemas com a Argentina de Juan Rosas” (LEITMAN Spencer, Negros Farrapos: hipocrisia racial no sul do Brasil no séc.XIX e DACANAL José, A Revolução Farroupilha: história e interpretação. Porto Alegre: Mercado Aberto.1985. p. 72) Pelo lado dos farrapos, Bento Gonçalves foi afastado da liderança, e os novos líderes, David Canabarro e Antônio Vicente da Fontoura, ambos escravocratas, negociavam a paz com Caxias. A promessa de liberdade para os combatentes negros depois de 10 anos de abnegadas e vitoriosas lutas deles nas batalhas pesava muito nas negociações. Foi neste contexto que aconteceu, na madrugada de 14 de novembro de 1844, o “Massacre de Porongos” em que os Lanceiros Negros – previamente desarmados por Canabarro e separados do resto das tropas – foram atacados de “surpresa” e dizimados pelas tropas imperiais comandadas pelo Cel. Francisco Pedro de Abreu (o Moringue), através de um conluio entre o barão (mais tarde duque) de Caxias e o gen. Canabarro para se livrarem dos negros em armas e poderem finalmente assinar a Paz de Ponche Verde. “Traição de Porongos, que mais foi a matança de um só lado do que peleja, dispersou a principal força republicana e manifestou morta a rebelião. (...) Em Porongos pois, a revolução expirou. Foi daí que seguiu-se o entabulamento das negociações, que deram tranqüilidade ao Rio Grande do Sul” (ARARIPE, Tristão de Alencar. Guerra civil no Rio Grande Do Sul: memória acompanhada de documentos lida no Instituto Histórico Geográfico do Brasil. Porto Alegre, CORAG, 1986, p.211). “Caxias confiava no poder do ouro. Com poderes ilimitados e verbas consideráveis para sobrepor-se aos “obstáculos pecuniários” que surgissem ao negociar com os líderes farrapos, ele tentou um acordo com David Canabarro, o principal general farrapo, para terminar a guerra. De comum acordo decidiram destruir parte do exército de Canabarro, exatamente seus contingentes negros, numa batalha pré-arranjada, conhecida como “Surpresa de Porongos” em 14 de Novembro de 1844” (LEITMAN, Spencer. Negros Farrapos ...Idem p. 75) Em suas instruções secretas a Moringue, o comandante da operação, Caxias, orientou-o no sentido de poupar brancos e índios, que poderiam ser úteis para futuras lutas. Cópia integral dessas “instruções secretas” encontra-se no Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul e nela está afirmado: Reservado: “Senhor Cel. Francisco Pedro de Abreu (...) Regule V.S. suas marchas de maneira que no dia 14, às duas horas da madrugada possa atacar as forças ao mando de Canabarro que estará neste dia no cerro dos Porongos (...) Suas marchas devem ser o mais ocultas que possível seja, inclinando-se sempre sobre a sua direita, pois posso afiançar-lhe que Canabarro e Lucas ajustaram ter as suas observações sobre o lado oposto. No conflito, poupe o sangue brasileiro o quanto puder, particularmente da gente branca da Província ou índios, pois bem sabe que essa pobre gente ainda nos pode ser útil no futuro. A relação justa é das pessoas a quem deve dar escapula, se por casualidade caírem prisioneiros. Não receie a infantaria inimiga, pois ela há de receber ordem de um ministro de seu general em chefe para entregar o cartuchame sob o pretexto de desconfiarem dele. Se Canabarro ou Lucas forem prisioneiros, deve dar-lhes escapula de maneira que ninguém possa nem levemente desconfiar, nem mesmo os outros que eles pedem que não sejam presos (...) 9 de novembro de 1844.Barão de Caxias” [AHRS. Anais do Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul-Volume 7. Porto Alegre, 1963. P.30/31]. Canabarro cumpriu sua parte no combinado, deu ordem ao quartel-mestre para recolher o cartuchame de infantaria e carregá-lo em cargueiros para serem distribuídos quando aparecesse o inimigo e separou os negros farrapos do resto da tropa. Isolados e desconhecendo a traição de seu comandante, os Lanceiros Negros resistiram bravamente antes de serem liquidados. O “Combate de Porongos” – no qual oitenta, de cada cem mortos, eram negros – abriu caminho para a Paz de Ponche Verde alguns meses depois. A indignação de Bento Gonçalves com Canabarro é revelada logo após o “combate” de Porongos quando diz que os “caminhos indispensáveis por onde Canabarro tinha de avançar eram tão visíveis que só poderiam ser ignorados por quem não quisesse ver nem ouvir ou por quem quisesse ouvir a traidores, talvez comprados pelo inimigo! (...) Perder batalhas é dos capitães e ninguém pode estar livre disto; mas dirigir uma massa e prepará-la para sofrer uma surpresa semelhante (...) é (...) covardia do homem que assim se conduz”. [Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul. Coletânea de Documentos de Bento Gonçalves da Silva. 1835/1845] Poucos dias depois, Teixeira Nunes e os Lanceiros Negros remanescentes são enviados por Canabarro para uma ação altamente temerária na retaguarda inimiga (sobre a qual pairam também suspeitas). Atacados por Chico Preto, são aniquilados e seu comandante é ferido e depois assassinado. Tal como nos dias de hoje em que as autoridades do país escondem seus crimes hediondos, alguns contra a humanidade, amparadas por leis fraudulentamente arrancadas de um congresso corrupto até a alma, como é o caso dos crimes praticados pelas autoridades civil e militar durante o período 64/85, a “Traição de Porongos” permaneceu como um segredo guardado a sete chaves por muitos anos. CEBRASPO – Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos
    Fotos de Ofensiva Negritude.
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  • Suetonio Oliveira Oliveira compartilhou a foto de ANOS 70 80 e 90 VIVI A VIDA.
    BON JOVI Bon Jovi é uma banda estadunidense de hard rock, formada em 1983 no estado de Nova Jérsei. Até hoje, já foram vendidas mais de 130 milhões de cópias de seus trabalhos.1 Em turnês, o grupo já passou pelos cinco continentes. O grupo é o pioneiro na gravação de álbuns acústicos no estilo do MTV Unplugged. História Formação Nascido em 2 de março de 1962, o líder e vocalista da banda, Jon Bon Jovi (John Francis Bongiovi Jr.), começou a tocar violão e guitarra aos sete anos, quando aprendeu músicas de Elton John. Em 1969, fundou sua primeira banda, chamada Raze. Aos treze anos, Jon Bon Jovi teve sua primeira experiência com gravação. A música gravada foi "We Wish You a Merry Christmas", de Meco Monardo e Daniel Oriolo, em um disco de Natal de Star Wars, Christmas in the Stars, produzido pelo produtor musical Tony Bongiovi, seu primo. Em 1978, conheceu David Bryan (David Bryan Rashbaum) no colégio "Sayreville War Memorial High School". Os dois fundaram uma banda de R&B cover chamada Atlantic City Expressway (ACE).3 Nessa época, mesmo sendo menores de idade, tocaram em clubes de Nova Jérsei. Ainda na adolescência, Jon Bon Jovi tocou na banda "Jon Bongiovi and the Wild Ones", a qual mantinha formação semelhante à que gravou o primeiro álbum da banda, exceto pelo guitarrista. Durante o verão de 1980, fora da escola e em empregos temporários — incluindo trabalho em uma loja de sapatos —, Jon Bon Jovi conseguiu finalmente um emprego na PowerStation Studios, uma gravadora de Manhattan, da qual o co-dono era seu primo Tony Bongiovi (que trabalhou com bandas como Aerosmith, Ramones e Talking Heads). Jon fez várias demonstrações de músicas (incluindo uma produzida por Billy Squier) e as enviou para muitas outras gravadoras, sem obter sucesso. Em 1983 Jon gravou a música "Runaway" com músicos contratados, conhecidos como "The All Star Review", com Tim Pierce na guitarra, Roy Bittan nos teclados, Frankie LaRocka na bateria e Hugh McDonald no baixo. A canção se tornou um sucesso imediato no verão de 1983. Diante do bem-sucedido single, Jon precisava de uma banda. Os futuros membros do grupo tinham se cruzado no passado, mas a formação original não se juntou até março de 1983, quando Jon ligou para David Bryan, que chamou Alec John Such e Tico Torres.3 Eles conseguiram um contrato com a gravadora Polygram em 21 de janeiro de 1984, ano em que lançaram o primeiro disco, e Runaway voltou a fazer sucesso. A respeito do nome Bon Jovi, este surgiu de uma brincadeira que os integrantes da banda fizeram com o nome de Jon. Vários guitarristas passaram pela banda, entre eles Dave "The Snake" Sabo, futuro membro do Skid Row (Tocando apenas um verão, o de 1984), até que Richie Sambora se juntou definitivamente ao grupo. Antes de entrar na banda, Sambora excursionou com Joe Cocker, tocou com o grupo Mercy e chegou a fazer um teste para ser membro do Kiss. Ele também tocou no álbum Lessons com a banda "Message", que foi lançado em CD pela Long Island Records em 1995. O Message originalmente assinara com a Swan Song (do Led Zeppelin), porém o álbum nunca foi lançado. Tico Torres também era um músico experiente. Gravou com Miles Davis e tocou ao vivo com "The Marvelettes" e Chuck Berry. David Bryan era um recruta natural. Quando saiu da banda que fundou ao lado de Jon, passou pela Juilliard School, famosa escola de música e, depois, retornou a parceria com o velho amigo de escola. Anos 1980 Bon Jovi agora era uma banda. Durante um show de abertura para a banda Scandal, o grupo chamou a atenção do executivo de gravadora Derek Shulman, que os assinou com a PolyGram. Com a ajuda do novo empresário, Doc McGhee, o álbum de estreia da banda, Bon Jovi, foi lançado em 21 de janeiro de 1984.6 O álbum chegou a ouro nos Estados Unidos (mais de 500,000 cópias vendidas) e também foi lançado no Reino Unido. A banda abriu para ZZ Top no Madison Square Garden (antes do álbum ser lançado), e para os Scorpions e os Kiss na Europa, além de shows no Japão. O ligeiro sucesso do primeiro álbum animou os produtores para um segundo. Em 1985 é lançado 7800° Fahrenheit,7 mas a recepção foi fraca. A revista britânica Kerrang!, que foi bastante positiva em relação ao álbum de estreia, chamou este de "uma fraca imitação dos Bon Jovi que nós conhecemos e aprendemos a gostar". O próprio Jon Bon Jovi posteriormente disse que o álbum poderia e deveria ser melhor. Para o álbum seguinte, a banda começou a escrever as canções com o compositor Desmond Child (que foi indicado à banda por Gene Simmons). Slippery When Wet, lançado em 1986,6 foi produzido por Bruce Fairbarn e gravado em Vancouver, no Canadá. O álbum levou a banda ao "status" de astros mundiais, com sucessos como "You Give Love a Bad Name", "Livin' on a Prayer", "Wanted Dead or Alive" e "Never Say Goodbye". Jon Bon Jovi diz que o álbum recebeu este nome ("escorregadio quando molhado") por causa dos sinais de estrada, mas David Bryan diz o seguinte sobre o nome do álbum: "durante a gravação do disco nós frequentemente íamos a um clube de streaptease onde belas garotas passavam água e sabão umas nas outras. Elas ficavam escorregadias por causa disso, e você não podia segurar mesmo que você quisesse muito. Escorregadio quando molhado!! um de nós gritou e o resto de nós automaticamente já sabia: esse tinha que ser o título do novo álbum! Inicialmente nós íamos pôr uma foto de uns belos peitos, uns realmente grandes, na capa; mas quando o PMRC (uma comissão de moral sob o comando de Tipper Gore, esposa do senador e ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore) descobriu, estávamos com problemas. Então decidimos pôr uma capa bem decente." Curiosamente, sabe-se que, na época, Jon Bon Jovi não queria incluir "Livin' On A Prayer" (que se tornaria um dos maiores sucessos da banda e do rock em todos os tempos. O videoclip da música é o mais exibido da história da MTV) no álbum, e que o mesmo só recebeu a canção graças ao esforço de Sambora em convencer o vocalista sobre o potencial da canção. Apesar disso, muitos fãs lamentam até hoje o fato da música "Edge of a Broken Heart" não ter entrado no álbum. Atualmente, Jon Bon Jovi demonstrou concordar com tal opinião, reconhecendo que a canção poderia ter sido um tremendo sucesso. Nos Estados Unidos, o álbum vendeu mais de doze milhões de cópias desde o lançamento no mundo inteiro. Na turnê que se seguiu, Jon Bon Jovi começou a ter dificuldades vocais. As notas extremamente altas e constantes danificaram sua voz permanentemente. Com a ajuda de um técnico vocal, Bon Jovi continuou a turnê, e Jon começou a cantar em tons ligeiramente mais baixos desde então. O próximo álbum, New Jersey (chamado originalmente de Sons Of Beaches e planejado como um álbum duplo), foi lançado em 1988,6 novamente produzido por Bruce Fairbarn. O álbum foi gravado logo após o fim da turnê do Slippery When Wet, pois a banda queria provar que não era apenas um sucesso temporário. O resultado é um dos álbuns favoritos dos fãs, com sucessos como "Bad Medicine", "Lay Your Hands on Me", "Born to Be My Baby" e "I'll Be There For You", que permanecem nos repertórios até hoje. No entanto, o álbum levou a banda direto da exaustiva turnê anterior para uma maior ainda. A constante vida na estrada quase destruiu a forte relação entre Jon Bon Jovi e Richie Sambora. Anos 1990 No começo da década de 1990, a banda estava saturada de trabalho. As brigas entre os membros se tornaram constantes e a banda resolveu "dar um tempo". Ainda em 1990, Jon Bon Jovi lança o seu primeiro álbum solo, intitulado Blaze of Glory e que foi trilha sonora do filme "Young Guns II" (Jovens Pistoleiros 2). No CD, hits como "Blaze Of Glory" (seu clipe até hoje é um dos mais exibidos em toda história da MTV), Miracle e Santa Fe. Richie Sambora também lançou um disco solo. Stranger in This Town é de 1991 e foi baseado em suas raízes de blues. O trabalho não chamou tanta atenção da mídia, as vendas foram baixas e a turnê promocional foi bastante curta. O show mais lembrado foi o de San Diego (Estados Unidos), em 1991, capturado no próprio soundboard e gravado em alguns CDs bootlegs ao redor do mundo. Em 1992, a banda se reúne para gravar Keep the Faith,6 o quinto álbum de estúdio (cujo nome original era "Revenge"). Contendo letras mais políticas do que românticas, o álbum trás uma mensagem crítica da sociedade. Neste álbum a banda assume também um novo visual, mudando os cabelos, entrando de fato na década de 1990. O disco vendeu milhões de cópias pelo mundo e foi considerado um sucesso. Em 1994, Bon Jovi lança a coletânea Cross Road,6 uma das mais vendidas e populares do mundo e que continha duas músicas inéditas: "Always", que originalmente foi feita para a trilha sonora do filme "O Sangue de Romeo", curiosamente fez muito mais sucesso que o filme, e "Someday I'll Be Saturday Night", que teve que ser retirada das paradas da MTV brasileira para dar chance a outros clipes. Nesse ano, Alec John Such deixa a posição de baixista da banda, sob rumores conflitantes de alcoolismo, uso de drogas e acidentes de moto. O baixista Hugh McDonald assume seu lugar. Em 1995 é lançado o álbum These Days.6 Marcado por um clima soturno, ainda mais socialmente crítico do que Keep the Faith e por letras visivelmente mais complicadas e maduras, a banda emplacou sucessos como o hit-balada "This Ain't a Love Song" e a faixa título "These Days". No mesmo ano, gravaram 3 shows consecutivos no estádio de Wembley, em Londres, com todos os ingressos esgotados. Para promover o disco, o quarteto saiu em turnê por quase todo o mundo, passando por países como África do Sul, Índia e Tailândia. No Brasil, a banda se apresentou em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba, tendo todos os ingressos para seus shows vendidos. Após o final da excursão, em 1996, os Bon Jovi resolveram dar mais uma parada para que seus integrantes pudessem se dedicar aos seus projetos pessoais. Em 1997, Jon Bon Jovi lança seu segundo álbum solo, Destination Anywhere, com fortes influências do rock britânico. Junto com o disco, foi lançado um curta-metragem homônimo. Baseado nas letras do álbum, o filme teve a colaboração de Mark Pellington como diretor e roteirista, e contou com a participação dos atores Kevin Bacon, Demi Moore, Annabela Sciorra e Whoopi Goldberg. Como parte da divulgação do trabalho, Jon veio até o Brasil e se apresentou em programas de grande audiência como Domingão do Faustão, Planeta Xuxa, ambos da Rede Globo, e Programa Livre, do SBT. O hit "Janie, Don't Take Your Love To Town" foi um grande sucesso naquele ano. No ano seguinte (1998), Richie Sambora fez o mesmo, com o álbum Undiscovered Soul, que mostrou seu amadurecimento musical e contou com a participação de Steve Tyler, vocalista do Aerosmith, na gaita de "If God was a Woman". Algumas músicas chegaram a tocar nas rádios brasileiras, como "Hard Times Come Easy" e "In It For Love". Anos 2000 Bon Jovi em Dublin, 2006 Em 2000, depois de cinco anos sem lançar um álbum, a banda se reúne e lança Crush,6 que traz como música de abertura "It's My Life", considerado um dos maiores hits da história do grupo. "Say It Isn't So" e a balada "Thank You for Loving Me" foram os outros singles. No mesmo ano lançam o DVD The Crush Tour, gravado em Zurique, na Suíça. Em 2001, atendendo aos pedidos dos fãs que clamavam por um álbum ao vivo, a banda lança One Wild Night Live 1985-2001,6 contendo uma coleção de sucessos em algumas de suas melhores apresentações ao longo dos anos. No ano seguinte, em 2002, a banda lança o disco Bounce,6 inspirado, em parte, nos atentados de 11 de setembro. Contendo os hits "Everyday" e "Misunderstood", o álbum se caracterizou por ter timbres mais modernos e por ser mais pesado, a pedido do próprio guitarrista da banda, Richie Sambora. Em 2003 é lançado This Left Feels Right,6 uma coleção de regravações de seus grandes sucessos em versões diferentes das originais. A ideia inicial era lançar um álbum de um show ao vivo, feito no Japão, com quase 3 horas de duração. Porém, decidiram de última hora que o disco seria desta maneira. A aceitação por parte dos fãs não foi boa. No final de 2004, chega ao mercado o Box Set: 100,000,000 Bon Jovi Fans Can´t be Wrong,6 comemorando os vinte anos de existência da banda e a marca de 100 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo. Atualmente, a banda já vendeu cerca de 130 milhões de cópias de seus trabalhos. Em setembro de 2005 foi lançado o álbum Have a Nice Day.6 A turnê teve início em novembro na cidade de Chicago e o 1º single para promoção foi a faixa-título do álbum. O álbum vendeu 4,5 milhões de unidades em todo o mundo (até outubro de 2006). A faixa "Who Says You Can't Go Home" foi lançada em um dueto com Jeniffer Nettles da banda americana de música country Sugarland, e entrou para a história sendo a primeira música de uma banda de rock a ficar em primeiro lugar nas paradas de rádios de música country. A turnê de divulgação do álbum foi um sucesso tremendo, ganhou prêmio BillBoard de Melhor Turnê, Melhor Show (o último da turnê no Giants Stadium, em Nona Jérsei. Mas como a turnê só passou pelo Hemisfério Norte, existiram boatos, que com o sucesso da primeira turnê, o Bon Jovi faria uma segunda turnê, passando pelos países do Hemisfério Sul como Brasil, Austrália, África do Sul e Argentina, não passando de especulação. Em 2007, a banda lança Lost Highway,6 um álbum voltado ao country, apostando no que deu certo em 2005 (A música Who Says You Can't Go Home estourou nas paradas country). Mesmo focando no country, o álbum atingiu o primeiro lugar na Billboard em vendas, algo que a banda não conseguia desde 1989, com New Jersey. A banda começou a Lost Highway Tour, em outubro de 2007, fazendo 10 shows em Nova Jérsei, nos Estados Unidos, a banda passou por diversos países como Japão, Austrália, Nova Zelândia, Portugal (Fazendo um dos melhores shows do Rock In Rio Lisboa 2008, Inglaterra, Espanha, entre outros. A turnê acabou em Julho de 2008, onde a banda fez dois shows seguidos no Madison Square Garden, em Nova York. A banda lançará um DVD/Blu-Ray ao vivo, contendo os dois últimos shows da turnê em 2010. Em 2009, a banda lançou um documentário: When We Were Beautiful, mostrando registros da turnê de Lost Highway, a mais bem sucedida do grupo. O documentário também comemora os vinte e cinco anos de carreira do Bon Jovi. Além disso, é mostrada uma nova música, com o mesmo nome do filme, já mostrando que a banda ainda teria planos para o mesmo ano. Em novembro de 2009, a banda lançará o álbum The Circle. Segundo Jon e Richie, será um álbum voltado ao rock n' roll clássico da banda. Jon Bon Jovi diz que após vários álbuns com estilos diferentes, chegou a hora de voltar ao estilo que consagrou a banda. Como aquecimento, a banda lançou o single "We Weren't Born To Follow". Os fãs criticaram Richie Sambora pelo fato de não haver solo na música. Richie, a pedido dos fãs, gravou o novo solo. A nova versão da música poderá ser ouvida no clipe, ou em The Circle. Em outubro serão divulgadas as datas da turnê. O álbum The Circle foi um sucesso de singles, nomeadamente 3: "We Weren't Born To Follow", "When We Were Beautiful" que está nomeado para receber um EMA como melhor actuação ao vivo deste ano e "Superman Tonight" que foi Top 5 no famoso canal de televisão VH1. Anos 2010 A The Circle Tour começou em fevereiro no estado americano do Hawaai, na ilha de Honolulu. Após shows sempre lotados a banda chega ao continente americano. Shows grandiosos em estádios como no Meadowloads em Nova Jérsei. Logo no anúncio pela imprensa espanhola de que a banda era a primeira grande atração confirmada na edição do Rock in Rio Madrid. Houve grande expectativa pelos fãs da banda e quase todos os 150000 ingressos foram vendidos. Foi um grande concerto, com o público cantando todos as músicas e encerrando com Living on a Prayer. Após, a tour chegou a França, para um grande show em Paris. Depois a Tour partiu para vários shows lotados na O2 Arena em Londres, até com participações especiais como Bob Leordof e Kid Rock. Enfim após quase 15 anos de espera, a banda anuncia que traria a The Circle World Tour a América Latina. Para delirio dos fãs brasileiros, a banda anucia show em São Paulo e no Rio de Janeiro. A Tour ainda passará pelo México, Costa Rica, Chile, Peru e Argentina. A banda prepara-se para lançar em novembro deste ano os seus maiores singles "Greatest Hits". Juntamente nesta edição, a Banda lança novos singles "What Do You Got?", "No Apologies", "This is Love This is Life" e "The More Things Change". Desde já o single "What Do Yout Got?" é considerado um sucesso. Para 2011 estão agendados diversos concertos por todo o mundo, incluindo Lisboa a 31 de julho de 2011 no Parque da Bela Vista.
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    PORONGOS: COVARDIA, TRAIÇÃO, FALSIDADE "Depois de lutarem, durante dez anos, não por dinheiro ou impostos, mas pela liberdade, no dia 14 de novembro de 1844 foram miseravelmente traídos no mais vergonhoso episódio dessa guerra, conhecido como “O Massacre de Porongos”. Desarmados, por seu comandante Canabarro, esses homens foram traiçoeiramente entregues a sanha historicamente genocida de Caxias." A Revolução Farroupilha foi a mais longa revolta republicana contra o Império escravocrata e centralizador brasileiro. Os grandes e poderosos proprietários de terras gaúchos, sentindo-se desfavorecidos pelas leis federais, principalmente pelos impostos considerados excessivos, entram em negociações com o governo regencial. Tais negociações, consideradas insatisfatórias, criam um crescente estado de tensão até o rompimento definitivo e a declaração de guerra, em 20 de setembro de 1835. Depois do combate travado em Bagé, conhecido como “a Batalha do Seival”, em que as forças imperiais foram surpreendente e rotundamente derrotadas, surge um movimento político dissidente e separatista. Com sua radicalização é proclamada a independência e criada a República Rio-Grandense frente ao Império do Brasil, propondo uma República Federativa às demais províncias que viessem a separar-se do Império e assumissem a forma republicana. Para lutar por “um país independente” foi necessário juntar as tropas dos generais que aderiram à causa e assim foi formado o “exército farroupilha” liderado pelo Gen. Bento Gonçalves. Na verdade, os verdadeiros protagonistas dessa luta foram os negros, os índios, os mestiços e os brancos pobres que lutaram de forma abnegada pela recém criada República e por espaços de liberdade, buscando um futuro melhor para si e para os seus. Entre os generais está um abolicionista convicto, Antônio de Souza Netto, que não só coloca a libertação dos escravos como um dos “ideais farroupilha” como propõe a participação dos negros na luta dos farrapos. Num primeiro momento a idéia é rejeitada. Porém, em 4 de outubro de 1836”, depois da “Derrota de Fanfa”, em que Bento Gonçalves foi preso e o exército farroupilha teve excessivas baixas, eles não vacilaram em libertar os escravos que, em troca, se engajaram no exército farroupilha. Assim foi criada a unidade militar que ficou conhecida como os Lanceiros Negros. Nesse corpo de Lanceiros Negros só havia branco os oficiais superiores. Os negros eram os melhores domadores de cavalos da província. Suas lanças eram maiores do que as ordinárias, os rostos pretos como azeviche. Seus corpos robustos e a sua perfeita disciplina os tornavam o terror dos imperiais. A participação decisiva dos Lanceiros Negros foi ressaltada pelo republicano Giuseppe Garibaldi – “herói dos dois mundos” - em sua biografia escrita por Alexandre Dumas: “soldados de uma disciplina espartana, que com seus rostos de azeviche e coragem inquebrantável, punham verdadeiro terror ao inimigo” ou ainda “...mas nunca vi, em nenhuma parte, homens mais valentes, ...em cujas fileiras aprendi a desprezar o perigo e combater dignamente pela causa sagrada das nações...” (GARIBALDI,Giuseppe, em FAGUNDES, M. Calvet, História da Revolução Farroupilha. EDUCS.1989.p. 9). Depois de lutarem, durante dez anos, não por dinheiro ou impostos, mas pela liberdade, no dia 14 de novembro de 1844 foram miseravelmente traídos no mais vergonhoso episódio dessa guerra, conhecido como “O Massacre de Porongos”. Desarmados, por seu comandante Canabarro, esses homens foram traiçoeiramente entregues a sanha historicamente genocida de Caxias. A “Traição de Porongos” e o Massacre dos Lanceiros Negros Como explicar aos brasileiros tamanha covardia e a baixeza moral perpetradas por dois homens, David Canabarro e Duque de Caxias, ambos idolatrados como “heróis” pela historiografia oficial - um deles até considerado “patrono do Exército” - durante a chamada Revolução Farroupilha? Os historiadores oficiais criaram deliberadamente imagens falsas de Porongos procurando não macular “seus” heróis. Entretanto, a hediondez dos acontecimentos só nos permite uma coisa: não a explicação, mas a revelação da verdade, baseada em documentos oficiais que ficaram escondidos por décadas e só agora revelados. As crescentes dificuldades enfrentadas pela nova República e as disputas políticas na região do Prata, preocupantes para as autoridades do Império, impuseram às duas partes negociações de paz. Uma vitória militar decisiva dos farrapos sobre o exército imperial, comandado pelo então Barão de Caxias, tornara-se cada vez mais inviável. Por parte do Império era importante terminar logo a luta e buscar uma paz negociada, pois tudo indicava a inevitabilidade da luta com os vizinhos platinos. Mas para as duas partes era importante resolver a questão dos negros em armas. Os revoltosos haviam prometido liberdade aos negros que lutavam no exército farroupilha e com isso a Corte Imperial não concordava. Era um perigo para os escravocratas brasileiros um grande número de negros armados. E se eles, agora bastante coesos, procurassem asilo no Uruguai e a partir daí continuassem a guerra com táticas de guerrilhas, fazendo do território uruguaio seu santuário? Isso levaria à guerra e “poderia provocar graves problemas com a Argentina de Juan Rosas” (LEITMAN Spencer, Negros Farrapos: hipocrisia racial no sul do Brasil no séc.XIX e DACANAL José, A Revolução Farroupilha: história e interpretação. Porto Alegre: Mercado Aberto.1985. p. 72) Pelo lado dos farrapos, Bento Gonçalves foi afastado da liderança, e os novos líderes, David Canabarro e Antônio Vicente da Fontoura, ambos escravocratas, negociavam a paz com Caxias. A promessa de liberdade para os combatentes negros depois de 10 anos de abnegadas e vitoriosas lutas deles nas batalhas pesava muito nas negociações. Foi neste contexto que aconteceu, na madrugada de 14 de novembro de 1844, o “Massacre de Porongos” em que os Lanceiros Negros – previamente desarmados por Canabarro e separados do resto das tropas – foram atacados de “surpresa” e dizimados pelas tropas imperiais comandadas pelo Cel. Francisco Pedro de Abreu (o Moringue), através de um conluio entre o barão (mais tarde duque) de Caxias e o gen. Canabarro para se livrarem dos negros em armas e poderem finalmente assinar a Paz de Ponche Verde. “Traição de Porongos, que mais foi a matança de um só lado do que peleja, dispersou a principal força republicana e manifestou morta a rebelião. (...) Em Porongos pois, a revolução expirou. Foi daí que seguiu-se o entabulamento das negociações, que deram tranqüilidade ao Rio Grande do Sul” (ARARIPE, Tristão de Alencar. Guerra civil no Rio Grande Do Sul: memória acompanhada de documentos lida no Instituto Histórico Geográfico do Brasil. Porto Alegre, CORAG, 1986, p.211). “Caxias confiava no poder do ouro. Com poderes ilimitados e verbas consideráveis para sobrepor-se aos “obstáculos pecuniários” que surgissem ao negociar com os líderes farrapos, ele tentou um acordo com David Canabarro, o principal general farrapo, para terminar a guerra. De comum acordo decidiram destruir parte do exército de Canabarro, exatamente seus contingentes negros, numa batalha pré-arranjada, conhecida como “Surpresa de Porongos” em 14 de Novembro de 1844” (LEITMAN, Spencer. Negros Farrapos ...Idem p. 75) Em suas instruções secretas a Moringue, o comandante da operação, Caxias, orientou-o no sentido de poupar brancos e índios, que poderiam ser úteis para futuras lutas. Cópia integral dessas “instruções secretas” encontra-se no Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul e nela está afirmado: Reservado: “Senhor Cel. Francisco Pedro de Abreu (...) Regule V.S. suas marchas de maneira que no dia 14, às duas horas da madrugada possa atacar as forças ao mando de Canabarro que estará neste dia no cerro dos Porongos (...) Suas marchas devem ser o mais ocultas que possível seja, inclinando-se sempre sobre a sua direita, pois posso afiançar-lhe que Canabarro e Lucas ajustaram ter as suas observações sobre o lado oposto. No conflito, poupe o sangue brasileiro o quanto puder, particularmente da gente branca da Província ou índios, pois bem sabe que essa pobre gente ainda nos pode ser útil no futuro. A relação justa é das pessoas a quem deve dar escapula, se por casualidade caírem prisioneiros. Não receie a infantaria inimiga, pois ela há de receber ordem de um ministro de seu general em chefe para entregar o cartuchame sob o pretexto de desconfiarem dele. Se Canabarro ou Lucas forem prisioneiros, deve dar-lhes escapula de maneira que ninguém possa nem levemente desconfiar, nem mesmo os outros que eles pedem que não sejam presos (...) 9 de novembro de 1844.Barão de Caxias” [AHRS. Anais do Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul-Volume 7. Porto Alegre, 1963. P.30/31]. Canabarro cumpriu sua parte no combinado, deu ordem ao quartel-mestre para recolher o cartuchame de infantaria e carregá-lo em cargueiros para serem distribuídos quando aparecesse o inimigo e separou os negros farrapos do resto da tropa. Isolados e desconhecendo a traição de seu comandante, os Lanceiros Negros resistiram bravamente antes de serem liquidados. O “Combate de Porongos” – no qual oitenta, de cada cem mortos, eram negros – abriu caminho para a Paz de Ponche Verde alguns meses depois. A indignação de Bento Gonçalves com Canabarro é revelada logo após o “combate” de Porongos quando diz que os “caminhos indispensáveis por onde Canabarro tinha de avançar eram tão visíveis que só poderiam ser ignorados por quem não quisesse ver nem ouvir ou por quem quisesse ouvir a traidores, talvez comprados pelo inimigo! (...) Perder batalhas é dos capitães e ninguém pode estar livre disto; mas dirigir uma massa e prepará-la para sofrer uma surpresa semelhante (...) é (...) covardia do homem que assim se conduz”. [Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul. Coletânea de Documentos de Bento Gonçalves da Silva. 1835/1845] Poucos dias depois, Teixeira Nunes e os Lanceiros Negros remanescentes são enviados por Canabarro para uma ação altamente temerária na retaguarda inimiga (sobre a qual pairam também suspeitas). Atacados por Chico Preto, são aniquilados e seu comandante é ferido e depois assassinado. Tal como nos dias de hoje em que as autoridades do país escondem seus crimes hediondos, alguns contra a humanidade, amparadas por leis fraudulentamente arrancadas de um congresso corrupto até a alma, como é o caso dos crimes praticados pelas autoridades civil e militar durante o período 64/85, a “Traição de Porongos” permaneceu como um segredo guardado a sete chaves por muitos anos. CEBRASPO – Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos
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  • Irto Dave

    em 17/09/2014



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    PORONGOS: COVARDIA, TRAIÇÃO, FALSIDADE "Depois de lutarem, durante dez anos, não por dinheiro ou impostos, mas pela liberdade, no dia 14 de novembro de 1844 foram miseravelmente traídos no mais vergonhoso episódio dessa guerra, conhecido como “O Massacre de Porongos”. Desarmados, por seu comandante Canabarro, esses homens foram traiçoeiramente entregues a sanha historicamente genocida de Caxias." A Revolução Farroupilha foi a mais longa revolta republicana contra o Império escravocrata e centralizador brasileiro. Os grandes e poderosos proprietários de terras gaúchos, sentindo-se desfavorecidos pelas leis federais, principalmente pelos impostos considerados excessivos, entram em negociações com o governo regencial. Tais negociações, consideradas insatisfatórias, criam um crescente estado de tensão até o rompimento definitivo e a declaração de guerra, em 20 de setembro de 1835. Depois do combate travado em Bagé, conhecido como “a Batalha do Seival”, em que as forças imperiais foram surpreendente e rotundamente derrotadas, surge um movimento político dissidente e separatista. Com sua radicalização é proclamada a independência e criada a República Rio-Grandense frente ao Império do Brasil, propondo uma República Federativa às demais províncias que viessem a separar-se do Império e assumissem a forma republicana. Para lutar por “um país independente” foi necessário juntar as tropas dos generais que aderiram à causa e assim foi formado o “exército farroupilha” liderado pelo Gen. Bento Gonçalves. Na verdade, os verdadeiros protagonistas dessa luta foram os negros, os índios, os mestiços e os brancos pobres que lutaram de forma abnegada pela recém criada República e por espaços de liberdade, buscando um futuro melhor para si e para os seus. Entre os generais está um abolicionista convicto, Antônio de Souza Netto, que não só coloca a libertação dos escravos como um dos “ideais farroupilha” como propõe a participação dos negros na luta dos farrapos. Num primeiro momento a idéia é rejeitada. Porém, em 4 de outubro de 1836”, depois da “Derrota de Fanfa”, em que Bento Gonçalves foi preso e o exército farroupilha teve excessivas baixas, eles não vacilaram em libertar os escravos que, em troca, se engajaram no exército farroupilha. Assim foi criada a unidade militar que ficou conhecida como os Lanceiros Negros. Nesse corpo de Lanceiros Negros só havia branco os oficiais superiores. Os negros eram os melhores domadores de cavalos da província. Suas lanças eram maiores do que as ordinárias, os rostos pretos como azeviche. Seus corpos robustos e a sua perfeita disciplina os tornavam o terror dos imperiais. A participação decisiva dos Lanceiros Negros foi ressaltada pelo republicano Giuseppe Garibaldi – “herói dos dois mundos” - em sua biografia escrita por Alexandre Dumas: “soldados de uma disciplina espartana, que com seus rostos de azeviche e coragem inquebrantável, punham verdadeiro terror ao inimigo” ou ainda “...mas nunca vi, em nenhuma parte, homens mais valentes, ...em cujas fileiras aprendi a desprezar o perigo e combater dignamente pela causa sagrada das nações...” (GARIBALDI,Giuseppe, em FAGUNDES, M. Calvet, História da Revolução Farroupilha. EDUCS.1989.p. 9). Depois de lutarem, durante dez anos, não por dinheiro ou impostos, mas pela liberdade, no dia 14 de novembro de 1844 foram miseravelmente traídos no mais vergonhoso episódio dessa guerra, conhecido como “O Massacre de Porongos”. Desarmados, por seu comandante Canabarro, esses homens foram traiçoeiramente entregues a sanha historicamente genocida de Caxias. A “Traição de Porongos” e o Massacre dos Lanceiros Negros Como explicar aos brasileiros tamanha covardia e a baixeza moral perpetradas por dois homens, David Canabarro e Duque de Caxias, ambos idolatrados como “heróis” pela historiografia oficial - um deles até considerado “patrono do Exército” - durante a chamada Revolução Farroupilha? Os historiadores oficiais criaram deliberadamente imagens falsas de Porongos procurando não macular “seus” heróis. Entretanto, a hediondez dos acontecimentos só nos permite uma coisa: não a explicação, mas a revelação da verdade, baseada em documentos oficiais que ficaram escondidos por décadas e só agora revelados. As crescentes dificuldades enfrentadas pela nova República e as disputas políticas na região do Prata, preocupantes para as autoridades do Império, impuseram às duas partes negociações de paz. Uma vitória militar decisiva dos farrapos sobre o exército imperial, comandado pelo então Barão de Caxias, tornara-se cada vez mais inviável. Por parte do Império era importante terminar logo a luta e buscar uma paz negociada, pois tudo indicava a inevitabilidade da luta com os vizinhos platinos. Mas para as duas partes era importante resolver a questão dos negros em armas. Os revoltosos haviam prometido liberdade aos negros que lutavam no exército farroupilha e com isso a Corte Imperial não concordava. Era um perigo para os escravocratas brasileiros um grande número de negros armados. E se eles, agora bastante coesos, procurassem asilo no Uruguai e a partir daí continuassem a guerra com táticas de guerrilhas, fazendo do território uruguaio seu santuário? Isso levaria à guerra e “poderia provocar graves problemas com a Argentina de Juan Rosas” (LEITMAN Spencer, Negros Farrapos: hipocrisia racial no sul do Brasil no séc.XIX e DACANAL José, A Revolução Farroupilha: história e interpretação. Porto Alegre: Mercado Aberto.1985. p. 72) Pelo lado dos farrapos, Bento Gonçalves foi afastado da liderança, e os novos líderes, David Canabarro e Antônio Vicente da Fontoura, ambos escravocratas, negociavam a paz com Caxias. A promessa de liberdade para os combatentes negros depois de 10 anos de abnegadas e vitoriosas lutas deles nas batalhas pesava muito nas negociações. Foi neste contexto que aconteceu, na madrugada de 14 de novembro de 1844, o “Massacre de Porongos” em que os Lanceiros Negros – previamente desarmados por Canabarro e separados do resto das tropas – foram atacados de “surpresa” e dizimados pelas tropas imperiais comandadas pelo Cel. Francisco Pedro de Abreu (o Moringue), através de um conluio entre o barão (mais tarde duque) de Caxias e o gen. Canabarro para se livrarem dos negros em armas e poderem finalmente assinar a Paz de Ponche Verde. “Traição de Porongos, que mais foi a matança de um só lado do que peleja, dispersou a principal força republicana e manifestou morta a rebelião. (...) Em Porongos pois, a revolução expirou. Foi daí que seguiu-se o entabulamento das negociações, que deram tranqüilidade ao Rio Grande do Sul” (ARARIPE, Tristão de Alencar. Guerra civil no Rio Grande Do Sul: memória acompanhada de documentos lida no Instituto Histórico Geográfico do Brasil. Porto Alegre, CORAG, 1986, p.211). “Caxias confiava no poder do ouro. Com poderes ilimitados e verbas consideráveis para sobrepor-se aos “obstáculos pecuniários” que surgissem ao negociar com os líderes farrapos, ele tentou um acordo com David Canabarro, o principal general farrapo, para terminar a guerra. De comum acordo decidiram destruir parte do exército de Canabarro, exatamente seus contingentes negros, numa batalha pré-arranjada, conhecida como “Surpresa de Porongos” em 14 de Novembro de 1844” (LEITMAN, Spencer. Negros Farrapos ...Idem p. 75) Em suas instruções secretas a Moringue, o comandante da operação, Caxias, orientou-o no sentido de poupar brancos e índios, que poderiam ser úteis para futuras lutas. Cópia integral dessas “instruções secretas” encontra-se no Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul e nela está afirmado: Reservado: “Senhor Cel. Francisco Pedro de Abreu (...) Regule V.S. suas marchas de maneira que no dia 14, às duas horas da madrugada possa atacar as forças ao mando de Canabarro que estará neste dia no cerro dos Porongos (...) Suas marchas devem ser o mais ocultas que possível seja, inclinando-se sempre sobre a sua direita, pois posso afiançar-lhe que Canabarro e Lucas ajustaram ter as suas observações sobre o lado oposto. No conflito, poupe o sangue brasileiro o quanto puder, particularmente da gente branca da Província ou índios, pois bem sabe que essa pobre gente ainda nos pode ser útil no futuro. A relação justa é das pessoas a quem deve dar escapula, se por casualidade caírem prisioneiros. Não receie a infantaria inimiga, pois ela há de receber ordem de um ministro de seu general em chefe para entregar o cartuchame sob o pretexto de desconfiarem dele. Se Canabarro ou Lucas forem prisioneiros, deve dar-lhes escapula de maneira que ninguém possa nem levemente desconfiar, nem mesmo os outros que eles pedem que não sejam presos (...) 9 de novembro de 1844.Barão de Caxias” [AHRS. Anais do Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul-Volume 7. Porto Alegre, 1963. P.30/31]. Canabarro cumpriu sua parte no combinado, deu ordem ao quartel-mestre para recolher o cartuchame de infantaria e carregá-lo em cargueiros para serem distribuídos quando aparecesse o inimigo e separou os negros farrapos do resto da tropa. Isolados e desconhecendo a traição de seu comandante, os Lanceiros Negros resistiram bravamente antes de serem liquidados. O “Combate de Porongos” – no qual oitenta, de cada cem mortos, eram negros – abriu caminho para a Paz de Ponche Verde alguns meses depois. A indignação de Bento Gonçalves com Canabarro é revelada logo após o “combate” de Porongos quando diz que os “caminhos indispensáveis por onde Canabarro tinha de avançar eram tão visíveis que só poderiam ser ignorados por quem não quisesse ver nem ouvir ou por quem quisesse ouvir a traidores, talvez comprados pelo inimigo! (...) Perder batalhas é dos capitães e ninguém pode estar livre disto; mas dirigir uma massa e prepará-la para sofrer uma surpresa semelhante (...) é (...) covardia do homem que assim se conduz”. [Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul. Coletânea de Documentos de Bento Gonçalves da Silva. 1835/1845] Poucos dias depois, Teixeira Nunes e os Lanceiros Negros remanescentes são enviados por Canabarro para uma ação altamente temerária na retaguarda inimiga (sobre a qual pairam também suspeitas). Atacados por Chico Preto, são aniquilados e seu comandante é ferido e depois assassinado. Tal como nos dias de hoje em que as autoridades do país escondem seus crimes hediondos, alguns contra a humanidade, amparadas por leis fraudulentamente arrancadas de um congresso corrupto até a alma, como é o caso dos crimes praticados pelas autoridades civil e militar durante o período 64/85, a “Traição de Porongos” permaneceu como um segredo guardado a sete chaves por muitos anos. CEBRASPO – Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos
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  • Desfile Cívico de Estrela-RS - 2013 - EMEIS - Escolas Municipais - 7 de setembro de 2013

    Desfile Cívico de Estrela-RS - 2013 - EMEIS - Escolas Municipais - 7 de setembro de 2013
  • 07/092014- Desfile comemorativo sete de setembro em Gravataí/RS.

    https://www.facebook.com/ambientalgti2014-09-07
  • Desfile do dia 07 de Setembro de 2014 em Vacaria RS parte 7

    ASEMA/Florescer (Banda)

  • Desfile do dia 7 de Setembro em Caçapava do Sul
    Caminhada cívica em Caçapava do Sul - RS, em comemoração a independência do Brasil. 

    Desfile do dia 7 de Setemrbo em Caçapava do Sul
  • Desfile do dia 07 de Setembro de 2014 em Vacaria RS parte 4

    EEEF. Ione Campos dos Santos Banda.

  • Desfile Cívico em Estrela-RS - 7 de setembro de 2013 - Escolas Particulares - Parque Princesa do Vale

    Desfile Cívico em Estrela-RS - 7 de setembro de 2013 - Escolas Particulares - Parque Princesa do Vale

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