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  • SALVE O GRANDE SANTO INÁCIO (HINO A SANTO INÁCIO DE LOYOLA) PINHEIRO - MA

    O GLORIOSO SANTO INÁCIO GLORIOSO PADROEIRO,PEDE A CRISTO MUITA GRAÇA PARA O POVO DE PINHEIRO.

  • Muito se tem falado a respeito da Ibogaína aqui no Brasil nos últimos tempos... bem e mal, com discussões apaixonadas, e, às vezes, desprovidas de cunho científico e repletas de preconceito. Para quem não sabe, Ibogaína é uma substância extraída da planta Tabernanthe iboga, originária do Gabão, e planta sagrada utilizada nos rituais da religião Bwiti, religião e rituais estes existentes desde a pré-história. Em 1962 Howard Lotsof, na época dependente de heroína, descobriu que uma única dose de Ibogaína foi suficiente para curar a dependência sua e de alguns amigos. A partir daí surgiu com força uma rede internacional de provedores de tratamentos para dependência em todo o mundo, alguns oficiais, outros underground. Desde essa época até hoje cerca de 10.000 pessoas já fizeram o uso médico da substância, com resultados, em sua maioria, muito bons. Realmente os efeitos são surpreendentes, e, em muitos casos, ocorre uma melhora do quadro de dependência significativa, em apenas 24 horas. Como tudo que é diferente, e como tudo que é inovador, existem também em relação à Ibogaína controvérsias e dúvidas, que tem origem na desinformação e no preconceito, e algumas vezes também em interesses econômicos. Este texto visa esclarecer as dúvidas e orientar as pessoas sobre o assunto. É interessante o fato de que a maioria das pessoas que é contra esse tratamento, não sabe absolutamente nada a respeito, mesmo alguns sendo renomados profissionais da área. É o estilo “não li e não gostei”. Na área da dependência química no Brasil, alguns egos são imensos. Sempre que se fala de Ibogaína, cita-se o fato de a mesma ser proibida nos Estados Unidos e em mais 3 ou 4 países, sendo em todos os outros (inclusive no Brasil) isso não ocorre. Pelo contrário, o Brasil é um dos pioneiros nesse tratamento e os profissionais envolvidos, apesar de pouco conhecidos aqui, têm reconhecimento internacional. Essa proibição da Ibogaína em poucos países deve-se à desinformação e a interesses econômicos e políticos. Primeiramente, essa medicação não interessa à grande indústria farmacêutica, visto ser derivada de plantas, com a patente de 1962 já expirada, tendo, portanto, um baixo potencial de lucro. Alem disso, em muitos locais, o preconceito contra os dependentes faz com que eles sejam vistos como pessoas que não merecem serem tratadas e sim presas ou escorraçadas. Assim sendo, o fato da Ibogaína ter sido descoberta por um dependente químico, para algumas pessoas, já a desqualifica. Fora isso, o falso conceito de que a planta é alucinógena, gera uma quase histeria em determinados profissionais da área, que mal informados, com má vontade, e baseados em informações conflitantes pinçadas na internet, repassam informações errôneas adiante. A Ibogaína não é alucinógena, é onirofrênica, (Naranjo, 1974; Goutarel, Gollnhofer, and Sillans 1993), ou talvez seja melhor dizer, remogênica, ela estimula a mente de maneira a fazer com que o cérebro sonhe, mesmo com a pessoa acordada. Isso é comprovado por inúmeros estudos ao redor do mundo, mas é fácil confirmar, basta fazer um eletroencefalograma (EEG) durante o efeito da substância pra se ver que o padrão que vai aparecer é o do sono REM, não de alucinações. Alem disso, a ibogaína não se liga ao receptor 5HT 2a, o alvo clássico de alucinógenos como LSD, por exemplo. Outra crítica relacionada à Ibogaína, que é sempre citada, são as até agora 14 mortes que ocorreram, em 48 anos, como comentado acima, em cerca de 15000 tratamentos realizados. Isso dá menos de 1 fatalidade em cada 1000 tratamentos, número muito menor por exemplo do que as fatalidades provocadas por metadona, que é outra substância utilizada no tratamento da adicção, e que é de 1 fatalidade para cada 350 tratamentos. O detalhe, sempre deixado de lado pelos detratores da Ibogaína, é que em todos os casos de fatalidades registrados, comprovadamente se detectou o uso sub-reptício concomitante de heroína, cocaína e/ou álcool, confirmado por necropsia, o que nos leva à conclusão de que não existem fatalidades relacionadas à Ibogaína e sim à heroína/cocaína/álcool e à mistura dessas substâncias... além disso, poucas coisas no mundo são mais mortais do que usar drogas.. isso sim é perigoso. Mais outra crítica é sobre o uso em humanos, sendo que no Gabão, há 5000 anos humanos já usam a substância em seus rituais, sem problemas. Já foram feitos vários trabalhos científicos, por cientistas renomados, que comprovam a baixa toxicidade e a segurança do tratamento, desde que feito dentro dos protocolos. A taxa média de eficácia da Ibogaína para tratamento da dependência de crack é de 70 a 80%, que é altíssima, principalmente se lembrarmos que, além de ser uma doença gravíssima, as taxas de sucesso dos tratamentos tradicionais é de 5%. Incrivelmente, essa taxa de 80% também é alvo de críticas... Porque não são 100%, eles dizem? Já que é tão bom, porque não cura todo mundo? Ora, nenhum tratamento médico é 100%, existem variáveis ponderáveis e imponderáveis que influenciam a evolução dos pacientes, como motivação, características individuais de cada paciente, preparação adequada, com psicoterapia pré e pós tratamento de alto nível, tudo isso faz com que haja variações na eficácia. O fato é que a Ibogaína é hoje, de longe, o tratamento mais eficaz contra a dependência que se tem notícia, em toda a história da humanidade. Feito com os cuidados necessários, é seguro, eficaz, e não existem relatos de seqüelas, nem físicas, nem psicológicas. Assim sendo, pessoas que vivem da cronicidade da doença, para as quais não interessa que haja cura e sim perpetuação do quadro, e assim, indiretamente, perpetuação dos lucros, se insurgem contra ela. Em toda a história da humanidade, as inovações, as mudanças de paradigma, sempre foram combatidas. E apenas mais um detalhe: as outras opções de tratamento, são bastante ineficazes, para que se possa dar ao luxo de não dar à ibogaína a atenção que ela merece. Sobre o tratamento com ibogaína e reações. Os efeitos de curto prazo da ibogaína dadas em doses terapêuticas para desintoxicação química e psicoterapia podem durar entre 24-48 horas. Cada experiência é única, no entanto elementos comuns são relatados. Entende-se que tendo o tempo para se preparar para a experiência por ter intenções positivas ou metas para o resultado, sendo dedicado a explorar o que você precisa para curar em sua vida, sentir-se seguro ao seu redor e sentir o apoio do povo que cuidam de você, irá gerar um efeito positivo no resultado. Efeitos Psicoativos: Seus efeitos psicoativos têm sido descritos como "oneirogenico" o que significa que o que produz uma vigília ou lúcido estado de sonho da consciência. Na verdade, EEG (eletroencefalograma) e estudos de ritmos de ondas cerebrais em animais sugerem que a ibogaína causa REM (movimento rápido dos olhos por sonho lucido) . Este processo oneirogenico é caracterizado por fenômenos visuais que algumas pessoas sentem como sonhos vívidos, reflexões ou memórias. Ele foi descrito por algumas pessoas que a ibogaína pode ajudar emocionalmente e psicologicamente, permitindo um processo em que eles são capazes de pensar sobre a vida de uma perspectiva que parece ser mais objetivo. Alguns descreveram que este processo facilitado pela ibogaína lhes permite refletir sobre suas vidas sem medo, culpa, vergonha e outros sentimentos associados com o trauma que as pessoas em crise são frequentemente afetados. Note-se que nem todas as pessoas que tomam ibogaína relatam ter sonhos ou visões oníricas, porém ainda encontraram efeitos psicoativos, emocionais, níveis espirituais e físicos. Ibogaína não causa nenhuma perda de consciência ou despersonalização. Além disso, pode-se notar que, embora alguns tenham descrito anteriormente ibogaína como um "alucinógeno", o efeito da ibogaína na neurotransmissão é diferente dos efeitos das drogas psicadélicas clássicas ou alucinogénios tais como LSD. Efeitos Físicos: Os seus efeitos físicos são diferentes para cada pessoa. Alguns relatos incluem sensação de cabeça leve, sensibilidade ao movimento, som e luz e uma sensação de oscilação ou vibração. Possiveis Efeitos: Alguns desconfortos ou possíveis efeitos colaterais geralmente associados com doses terapêuticas de ibogaína incluem: fotossensibilidade (sensibilidade à luz), náuseas, pequenas mudanças na pressão arterial, dores nas costas, às vezes leve (possivelmente devido a deitar por um período prolongado de tempos) e possível insônia (particularmente em indivíduos dependentes de opiáceos). O potencial para efeitos colaterais e os riscos podem ser substancialmente minimizados, evitando quaisquer substâncias contra-indicados, antes e durante o tratamento, o exame médico adequado para todas as condições pré-existentes contra-indicadas, monitorização cuidadosa dos sinais vitais, hidratação adequada, com água e eletrólitos, antes e durante da terapia com ibogaína, a aplicação é realizada em uma sala semi-escura em uma posição confortável. Qualquer efeito colateral será deixado de sentir após 24 ou 48 horas da aplicação de ibogaina, e o anseio pelo uso de substancias quimicas nao será mais sentido, que deve ser grandemente reduzida ou eliminada através da acção da ibogaína. Tratamento com a Ibogaína Efeitos a longo prazo: efeitos a longo prazo podem incluir a redução da ansiedade, melhora do humor e aumento da energia. Algumas pessoas relatam ter dificuldade com parar dormir por um curto periodo de tempo (particularmente aqueles que se afastaram de opiáceos). A maioria das pessoas relatam sentir estes efeitos de 2 semanas a 3 meses ou mais. O que é a Ibogaína? O que é a ibogaína? A ibogaína é um alcalóide indólico psicoativo derivado do caule da raiz de uma planta africana, a Tabernanthe iboga. Na África a raiz da planta é conhecida coloquialmente como “iboga” ou “eboka”. Contém aproximadamente 12 alcalóides diferentes, dos quais a ibogaína é apenas um. Outros, tais como a tabernatina ou a ibogamina, aparentam também ser psicoativos. Nos últimos anos tem-se notado cada vez mais a capacidade da ibogaína para o tratamento da dependência de drogas e do álcool. Estudos científicos e relatórios variados sugerem que uma única administração de ibogaína remove os sintomas da abstinência de substâncias e reduz o desejo de uso durante algum tempo após a sua administração. Para além disso, acredita-se grandemente que as propriedades psicoativas da ibogaína (em doses altas pode induzir um estado sonhador durante algumas horas) ajudam os toxicodependentes a compreenderem e reverterem o seu comportamento em relação ao uso de substâncias. História Um alcalóide indólico ligeiramente psicoativo derivado de uma planta africana - a droga em forma de planta - é usado por grupos indígenas há milênios. Os índios Bwiti, um grupo religioso da África Central, usam o caule da raiz da planta Tabernanthe iboga para uma variedade de propósitos sociais e religiosos, sobretudo como componente central do seu ritual de iniciação – uma intricada cerimônia de “renascimento” que dura 3 dias. Para se tornar membro do grupo é necessário completar esta cerimônia. Ambos os sexos são iniciados tipicamente entre os oito e os dezoito anos. A descoberta de que a ibogaína pode tratar a dependência de substâncias é normalmente atribuída a Howard S. Lotsof – um ex-toxicodependente que vive em Nova Iorque e experimentou ibogaína pela primeira vez em 1962. Lotsof experimentou a ibogaína crendo que era uma nova droga recreativa, mas 30 horas depois apercebeu-se subitamente de que não sentia falta da heroína, nem tinha vontade de a procurar. A experimentação casual subsequente por amigos toxicodependentes revelou que este efeito era comum a outros utilizadores. Química Entre os cerca de uma dúzia de alcalóides indólicos complexos derivados da triptamina e encontrados na Tabernanthe iboga (da família das Apocynacea), a ibogaína é a sua substância mais importante, e o principal composto psicadélico originário do continente africano. A extração dos alcalóides do caule da raiz resulta em puro hidrocloreto de ibogaína. A ibogaína, cuja denominação química é 12-metoxibogamina, é um inibidor da colinaesterase, uma enzima estimulante que afecta o sistema nervoso central. A molécula mostra a estrutura nuclear com dois anéis indólicos, comum à maioria das substâncias alucinógenas. Efeitos Em pequenas doses, assim como as folhas de coca na América do Sul, a iboga é ingerida pelos índios Bwiti para permanecerem acordados e alerta durante as grandes caçadas e viagens de canoa, as quais podem durar dois ou mais dias. Diz-se também possuir propriedades afrodisíacas. (Os frutos laranja-amarelados da T. iboga, do tamanho de azeitonas, são por vezes usados para tratar problemas de esterilidade nas mulheres). Causa náuseas e vômitos, à semelhança do peiote. A este nível, o utilizador entra num estado de transe intenso e profundo, onde o movimento físico é impossível. O transe é muito visual, e normalmente manifesta-se como uma longa viagem. A este nível a ação da ibogaína divide-se em três partes. A primeira é um período de quatro a seis horas semelhante ao sonho, durante o qual se experimentam apresentações visuais e pensamentos relacionados com acontecimentos passados. A segunda é um período intelectual ou cognitivo, no qual essas experiências são avaliadas, e a terceira é um período de estimulo residual que eventualmente resultará em sono. É após o utilizador acordar que nota a falta de desejo de tomar ou procurar as drogas das quais estava dependente. Todavia, deve notar-se que as respostas à ibogaína são bastante variáveis, de acordo com as características individuais do utilizador. As visões da ibogaína contêm invariavelmente muitos detalhes pessoais. Um artifício simbólico que parece ser frequentemente usado pela ibogaína é a dissimulação de problemas pessoais do tipo mundial, geralmente enredos políticos ou ecológicos que aparentam ameaçar o planeta. Uso medicinal Estudos sugerem que a ibogaína tem um potencial considerável no tratamento da dependência de heroína, cocaína, base-livre de cocaína (crack), metadona, e álcool. Existe também a indicação de que pode ser útil no tratamento da dependência do tabaco. Foi ainda sugerido que a droga pode ter um potencial considerável no campo da psicoterapia, sobretudo no tratamento dos efeitos do trauma e do condicionamento. Uma única administração de ibogaína tem três efeitos típicos úteis ao tratamento da toxicodependência. Primeiro, causa uma enorme redução dos sintomas do síndrome de abstinência, permitindo uma desintoxicação relativamente indolor. Segundo, o desejo de usar a droga decresce notavelmente durante algum tempo após o consumo da ibogaína, geralmente uma semana a vários meses. Isto foi confirmado por estudos científicos. Finalmente, a natureza psicoativa da ibogaína parece ajudar muitos toxicodependentes a compreenderem e reverterem os problemas por trás da dependência. A ibogaína pode administrar-se facilmente em forma de cápsula, e não causa dependência. A dose para uso terapêutico é geralmente cerca de 5 a 8 microgramas por cada quilograma de peso corporal da pessoa. É geralmente aplicada num só tratamento feito num ambiente clínico com monitorização médica apropriada e avançada, no qual aparenta ser segura. Enquanto que sem dúvida acontece que alguns indivíduos cessam permanentemente o uso das drogas após uma só dose de ibogaína, para muitos o tratamento deve ser considerado apenas como o componente inicial num programa completo de reabilitação. Embora aprovada para testes clínicos (em seres humanos) para o tratamento da toxicodependência nos EUA nos princípios dos anos 90, problemas no apoio financeiro e outras questões atrasaram tanto o desenvolvimento da pesquisa da ibogaína que, até princípios de 2005, esta mantém-se não disponível para a maioria dos toxicodependentes no mundo inteiro. Poder da Ibogaína A ibogaína permite aos dependentes químicos interromper a vontade de usar drogas, atuando no cérebro possibilitando “nascer um novo indivíduo”, eliminando a depressão, traumas emocionais, hiperatividade, ansiedade, fármacos, dependência química (crack, cocaína, maconha, álcool). A taxa média de eficácia da ibogaína para tratamento da dependência é de 80%, apesar de ser uma taxa altíssima, cada paciente deve se comprometer em realizar os 20% restantes. Para isso, existem três regras básicas: evitar pessoas do uso, hábitos adquiridos na dependência e lugares de risco (bares, baladas, etc.). Enquanto, nos tratamentos convencionais, a taxa de eficácia é em média 5% de recuperados. O fato é que a ibogaína é atualmente, de longe, o tratamento mais eficaz contra a dependência garantindo ótimos resultados de 7 a 30 dias. O tratamento tem sua base no extrato da raiz Tabernanthe iboga, nativa do Gabão. Estudos comprovam que a ibogaína estimula uma grande quantidade de produção do hormônio GDNF estimulando a criação de conexões neuronais, o que permite reparar áreas do cérebro associadas à dependência, produzindo neurotransmissores como serotonina e dopamina. Para fazer o tratamento não é necessário internação prolongada, o tempo de permanência varia de 7 a 30 dias com acompanhamento de médicos, psicólogos, psicanalista clínico, enfermagem e terapeutas que proverão a ibogaína e os devidos cuidados com o paciente. A ibogaína é confundida com uma droga alucinógena, o que não é verdade, pois ela é onirofrênica, (Naranjo, 1974; Goutarel, Gollnhofer, and Sillans 1993), ou talvez seja melhor dizer, remogênica. Isso significa que ela estimula a mente de maneira a fazer com que o cérebro sonhe, (o chamado sono REM), mesmo com a pessoa consciente. Ocorre um estado de “sonhar acordado”, sem perda de consciência, sem mudança na percepção do meio ambiente e sem ilusões, e também sem perda da forma do pensamento nem despersonalização. Do ponto de vista da neurofarmacologia, a substância não se liga ao receptor 5HT 2a, receptor este que é o alvo "padrão" dos alucinógenos. Isso pode ser comprovado, além de clinicamente, pela realização de um eletroencefalograma (EEG) após ser ministrada a substância, exame esse que vai mostrar o traçado típico do sono REM, e não padrões de alucinações. Além disso, classicamente, os alucinógenos manifestam seus efeitos com os olhos abertos, enquanto a ibogaína apenas com os olhos fechados, o que corrobora a afirmação de que a ibogaína não é alucinógena, diferentemente do LSD, por exemplo. VANTAGENS: O tratamento com ibogaína proporciona aos indivíduos uma oportunidade de desintoxicar seus corpos e mentes; O valor do tratamento é bem inferior ao de outros métodos; A taxa média de eficácia da ibogaína para tratamento da dependência é de 80%, contra 5% nos tratamentos convencionais. fonte: Google Observação: Psicoterapia Psicodélica de volta à Tecnologia do Sagrado Abordar a ampla e cosmológica questão dos psicodélicos e da terapia psicodélica e psicolítica nos remete ao insight de profunda sabedoria oriundo de Carl Gustav Jung, quando disse que “na base do inconsciente reside o próprio Universo”. Então, nesta primeira leitura da suprema importância das substâncias psicoativas derivadas de nossa própria história pregressa, que remonta à Noite dos Tempos, a melhor fonte é a Psicologia Transpessoal e seu gênio criador, ou no mínimo organizador, Dr. Stanislav Grof, psiquiatra tcheco da Universidade de Praga, radicado nos EUA, constelador da mais profunda Cartografia da Psique e Arquitetura da Psicopatologia mais conhecidas e inovadoras até os dias de hoje. Então, deixo ao crivo psico-analítico de cada um (difere de psicanalítico) um excerto de suas obras primas a respeito do psiquismo humano e suas mais profundas vertentes. Certamente, este será o primeiro de uma série de artigos sobre as profundezas oceânicas da psique e suas inusitadas instâncias! Os Psicodélicos na Auto-Exploração e na Psicoterapia O uso de substâncias psicodélicas para cura, adivinhação e comunicação tanto com os domínios celestes quanto com os níveis ctônicos pode ser encontrado desde a aurora da história humana. Desde tempos imemoriais foram utilizadas substâncias vegetais, e em casos mais raros, substâncias animais que continham alcalóides poderosos para alteração dos estados mentais com objetivos rituais e mágicos. Isto ocorreu tanto em culturas aborígenes quanto em culturas bastante desenvolvidas, em diversa partes do mundo. Plantas e Substâncias Psicodélicas Na história da medicina chinesa há relatos a respeito de substâncias psicodélicas que podem ser encontrados já há 3.500 anos. A legendária planta poção chamada de divina haoma, na antiga Pérsia do Zend Avesta, e o soma, na antiga literatura indiana, tem interesse histórico especial. Elas foram introduzidas na Índia por invasores arianos nômades, e tiveram uma profunda influência no desenvolvimento da religião e pensamento filosófico hindus. Cento e vinte versos do Rig Veda são dedicados ao soma e exaltam os efeitos extraordinários que esta poção divina tinha em seus adoradores. Aqueles que a bebiam eram inundados por um arrebatamento extático em que "metade deles estava na terra, e a outra metade nos céus". Seus corpos eram fortalecidos, seus corações ficavam cheios de coragem, alegria e entusiasmo, suas mentes eram iluminadas e recebiam a convicção de sua imortalidade. Outra planta comum e muito difundida, com propriedades psicodélicas, que foi usada com objetivos sagrados e recreativos é o cânhamo. As folhas, botões e resina de suas variedades, tais como Cannabis sativa e Cannabis indica, têm sido fumadas e ingeridas sob diversos nomes - haxixe, kif, charas, bhang, ganja, marijuana - no Oriente Médio, África, China, Tibete, América do Norte, América do Sul e no Caribe por prazer, cura e propósitos espirituais. O cânhamo serviu como um sacramento importante para grupos tão diversos quanto as tribos aborígenes africanas, brâmanes indianos, budistas tibetanos tântricos, algumas ordens sufi, citas antigos, e os jamaicanos rastafáris. A farmacopéia psicodélica foi particularmente rica na América Central, onde diversas culturas pré-colombianas (astecas, toltecas, maias) e grupos índios contemporâneos (huichol, yaquis, mazatecas) usaram pelo menos dezesseis plantas diferentes com propriedades distintas de alteração da mente. As plantas mais famosas entre estas são o cacto peiote (Lophophora wílliamsií), os cogumelos sagrados teonanacatl ou "carne dos deuses" (Psilocybe mexicana e cubensis), e ololiuqui, que é o nome nativo das sementes de glória matutina (Turbina corymbosa). continua hoje, particularmente entre os índios Huichol, Yaqui, Cora e Tarahumara no México. Depois da guerra civil americana, a religião do peiote passou para o norte, a partir da área do Rio Grande até os Estados Unidos, e foi assimilada por mais de cinqüenta tribos americanas nativas. De acordo com algumas estimativas, mais da metade dos índios americanos (250 mil) pertencem no momento à Igreja Nativa Americana, uma religião sincretista que combina o culto do peiote com elementos cristãos. O uso cerimonial dos cogumelos Psilocybe entre os índios Mazatec mexicanos tornou-se conhecido em todo o mundo depois que a famosa curandera Maria Sabina revelou o segredo deles ao banqueiro e estudioso de cogumelos americano Gordon Wasson e à sua esposa. O psicodélico sul-americano mais famoso é ayahuasca ou yagé, preparado a partir da casca da árvore da floresta liana Banisteriopsis caapi, e é conhecido no Brasil, Peru, Equador e Colômbia sob muitos nomes nativos como Videira da Morte, Videira das Almas, e Videira Cipó da Morte (soga de muerte). Ela é ministrada em dramáticos rituais de puberdade que envolvem flagelação intensa, e é também famoso por seus poderosos efeitos purgativos, curativos, visionários e telepáticos. Os psicodélicos sul-americanos mais populares, ingeridos por aspiração, são cohoba, feito da seiva da Virola theiodora ou Virola cuspidata, e epená, da Virola calophylla e Virola theiodora. Os pós de Virola são usados por muitos grupos indígenas nas regiões amazônicas da Venezuela, Colômbia e Brasil para comunicação com o mundo dos espíritos, diagnóstico e tratamento de doenças, profecia, adivinhação e outros objetivos mágico-religiosos. O cacto de São Pedro (Trichocerus pachanoi) tem efeitos semelhantes aos do peiote, com que compartilha o alcalóide ativo mescalina. Ele tem sido usado por xamãs dos Andes equatorianos, por mais de três milênios, para adivinhação e cura. O uso cerimonial do peiote continua hoje, particularmente entre os índios Huichol, Yaqui, Cora e Tarahumara no México. Depois da guerra civil americana, a religião do peiote passou para o norte, a partir da área do Rio Grande até os Estados Unidos, e foi assimilada por mais de cinqüenta tribos americanas nativas. De acordo com algumas estimativas, mais da metade dos índios americanos (250 mil) pertencem no momento à Igreja Nativa Americana, uma religião sincretista que combina o culto do peiote com elementos cristãos. O uso cerimonial dos cogumelos Psilocybe entre os índios Mazatec mexicanos tornou-se conhecido em todo o mundo depois que a famosa curandera Maria Sabina revelou o segredo deles ao banqueiro e estudioso de cogumelos americano Gordon Wasson e à sua esposa. O psicodélico sul-americano mais famoso é ayahuasca ou yagé, preparado a partir da casca da árvore da floresta liana Banisteriopsis caapi, e é conhecido no Brasil, Peru, Equador e Colômbia sob muitos nomes nativos como Videira da Morte, Videira das Almas, e Videira Cipó da Morte (soga de muerte). Ela é ministrada em dramáticos rituais de puberdade que envolvem flagelação intensa, e é também famoso por seus poderosos efeitos purgativos, curativos, visionários e telepáticos. Os psicodélicos sul-americanos mais populares, ingeridos por aspiração, são cohoba, feito da seiva da Virola theiodora ou Virola cuspidata, e epená, da Virola calophylla e Virola theiodora. Os pós de Virola são usados por muitos grupos indígenas nas regiões amazônicas da Venezuela, Colômbia e Brasil para comunicação com o mundo dos espíritos, diagnóstico e tratamento de doenças, profecia, adivinhação e outros objetivos mágico-religiosos. O cacto de São Pedro (Trichocerus pachanoi) tem efeitos semelhantes aos do peiote, com que compartilha o alcalóide ativo mescalina. Ele tem sido usado por xamãs dos Andes equatorianos, por mais de três milênios, para adivinhação e cura. A longa história do uso ritual de substâncias psicodélicas contrasta agudamente com o período relativamente curto de interesse científico por esses materiais e de sua investigação sistemática, clínica e de laboratório. Louis Lewin, freqüentemente citado como o pai da moderna psicofarmacologia, coletou espécimes de peiote, levou-os para a Alemanha, e isolou diversos de seus alcalóides. Em 1897, seu colega e rival, Arthur Heffter, conseguiu a identificação química do princípio psicoativo do peiote, e o chamou mezcaline (mescalina). Os primeiros experimentos pioneirq~ com peiote foram realizados por Weir Mitchell, Havelock Ellis e Heinrich Kluever. Esta pesquisa culminou em 1927 com a publicação do livro Der Mezkalinrausch (A intoxicação por mescalina) de Kurt Beringer (Beringer, 1927). Muito pouca pesquisa psicodélica foi feita nos anos seguintes até o início da década de 1940. Aera dourada da história dos psicodélicos começou em abril de 1942 quando o químico suíço Albert Hofmann fez sua descoberta casual das extraordinárias propriedades psicoativas de minúsculas dosagens da dietilamida do ácido lisérgico (LSD-25).O novo derivado semi-sintético de ergotina, ativo em quantidades incrivelmente diminutas de milionésimos de grama (microgramas ou gramas), tornou-se, do dia para a noite, uma sensação científica. A pesquisa inspirada pela descoberta de Hofmann não ficou limitada ao LSD;levou ao renascimento do interesse pelas plantas e substâncias psicodélicas já conhecidas, e a uma avalanche de novos conhecimentos a seu respeito. Os segredos e mistérios do mundo psicodélico submeteram-se, uns após os outros, aos esforços sistemáticos da moderna pesquisa científica. Os princípios ativos das mais famosas plantas psicodélicas foram identificados quimicamente e preparados em sua forma pura nos laboratórios. O próprio Albert Hofmann desenvolveu um profundo interesse pela química das plantas psicodélicas após sua intoxicação acidental inicial com LSD-25,e planejou um autoexperimento subseqüente com esta substância. Ele conseguiu resolver o mistério dos cogumelos mexicanos sagrados, ao isolar seus alcalóides ativos, psilocibina e psilocina. Ele foi também capaz de ligar a atividade das sementes de glória matutina ao seu conteúdo de aminoácido d-lisérgico e derivados da ergotina, antes que seu trabalho científico nesta área fosse suspenso pelas medidas políticas e administrativas causadas pela existência do mercado negro psicodélico e da auto-experimentação não supervisionada e em massa realizada pelos jovens. O principal componente ativo da ayahuasca ou yagé é o alcalóide harmalina, também chamado banisterina, yageína ou telepatina. Embora sua estrutura química seja conhecida desde 1919, a moderna pesquisa química e farmacológica descobriu alguns novos dados importantes. É de particular interesse o fato de que a harmalina tem forte semelhança com substâncias que podem ser obtidas da glândula pineal, como a 10-metéxi-harmalina. Isto dá base para algumas especulações fascinantes, pois as tradições místicas atribuem grande significado à glândula pineal em relação à "abertura do terceiro olho", "estados 256 visionários", e capacidades parapsicológicas. Alcalóides derivados da harmalina foram encontrados também nos pós de cohoba e epená e na arruda síria (Peganun harmala). A ibogaína, o alcalóide psicoativo mais importante na planta africana eboga (Tabemanthe iboga), foi isolada em 1901, mas a compreensão de sua estrutura química só foi completada no final da década de 1960. Depois de muitas dificuldades, os químicos modernos também decifraram os segredos químicos do haxixe e da maconha, ao ligar seus efeitos típicos a um grupo de tetrahidrocanabinóis (THc). Uma contribuição teórica importante à compreensão de diversos materiais psicodélicos de origem vegetal e animal foi a pesquisa de derivados psicoativos da triptamina, iniciada em Budapeste, Hungria, por Bbszbrmbnyi e Szara. Dimetiltriptamina (DMT),dietiltriptamina (DET), dispropiltriptamina (DPT)e outros compostos semelhantes estão entre os responsáveis pelas propriedades de alteração da mente dos pós sul-americanos cohoba, epená e paricá, e contribuem para a eficácia das misturas de ayahuasca. No reino animal, como mencionei anteriormente, eles são os princípios ativos na pele de sapo e em suas secreções, e na carne do "peixe dos sonhos" do Pacífico (Kyphosusfuscus). O interesse teórico dos derivados da triptamina está no fato de que eles ocorrem naturalmente no organismo humano, são derivados do importante aminoácido triptofano, e estão relacionados quimicamente com os neurotransmissores. Por essas razões, eles são os candidatos lógicos para serem as substâncias endógenas psicotomiméticas que poderiam ser produzidas pelos processos metabólicos no corpo, e que têm sido freqüentemente discutidas no contexto das teorias bioquímicas das psicoses. Entre os derivados da triptamina que ocorrem naturalmente encontram-se também os alcalóides ativos dos cogumelos sagrados mexicanos psilocibina e psilocina, já mencionados. A moderna pesquisa química tem, portanto, resolvido os problemas da maioria das substâncias psicodélicas que têm tido papéis importantes na história da humanidade. Apenas o védico soma permanece um mistério, tanto botânica quanto quimicamente. Além da teoria de Wasson que o liga àAmanita muscaria, há outras relacionando-o à arruda síria (Peganun harmala), ao pinheiro chinês (Ephedra sinica), e a outras plantas. É lamentável que os esforços entusiásticos de antropólogos, botânicos, farmacologistas, químicos, psiquiatras e psicólogos, que caracterizam a pesquisa psicodélica das décadas de 1950 e 60, tenham sido impedidos tão drasticamente antes que alguns dos segredos remanescentes do mundo psicodélico pudessem abrir-se à curiosidade científica. A recente controvérsia amplamente divulgada a respeito da metilenodióxi- metanfetamina (MDMA),conhecida popularmente como XTC,ecstasy ou ADAM, atraiu a atenção dos profissionais de saúde mental bem como do público leigo, para um grande grupo de substâncias psicoativas que têm uma estrutura molecular semelhante à mescalina, à dopamina e às anfetaminas. A maioria dessas substâncias, que tem interesse para a psiquiatria, é semi-sintética. Elas não ocorrem como tal na natureza, mas seus precursores químicos são óleos voláteis encontrados na noz-moscada, no açafrão, no sassafrás, e em outras plantas e produtos botânicos. Os mais conhecidos desses psicodélicos relacionados à anfetamina são MDA(3,4-metileno-dioxianfetamina), MMDA(3-metoxi-4,5metileno- dioxianfetamina), MDMA(3,4-metileno-dioximetanfetamina), DOMou STP(2,5-dimetóxi-4-metilanfetamina), TMA(3,4,5-trimetóxi-metil-anfetamina) e 2-CB(4-bromo-2,5-dimetóxi-fenetilamina). Terapia psicodélica - O termo psicodélico foi sugerido pelo psiquiatra e pesquisador do LSD Humphrey Osmond, e foi inspirado por sua correspondência com Aldous Huxley. Ele significa literalmente manifestação da mente (derivado do grego psyche e delein = tornar manifesto). A terapia psicodélica difere em diversos aspectos importantes da abordagem psicolítica. Seu principal objetivo é criar condições ótimas para que o indivíduo tenha uma experiência profunda e transformadora de natureza transcendental. Para a maioria das pessoas isto toma a forma de experiência da morte do ego e renascimento, com sentimentos subseqüentes de unidade cósmica e outros tipos de fenômenos transpessoais. Entre os fatores que facilitam tal experiência estão uma preparação especial, uso de dosagens mais elevadas de psicodélicos, internalização do processo pelo uso de vendas nos olhos, música estereofônica de alta fidelidade durante a sessão e ênfase em espiritualidade, arte e beleza natural no local e no contexto da sessão. A troca verbal é limitada aos períodos anterior e posterior às sessões com drogas; durante as experiências psicodélicas, a fala é desestimulada, pois interfere com a profundidade da auto-exploração emocional e psicossomática. Os terapeutas psicodélicos não acreditam em interpretações verbais brilhantes e oportunas ou em outras intervenções que reflitam o sistema de crenças de uma escola particular. Eles encorajam o cliente a abandonar as defesas usuais e a render- se ao potencial curativo espontâneo da dinâmica mais profunda da psique. A maior parte dos psiquiatras e psicólogos que realizou pesquisa clínica com psicodélicos precipitou-se claramente em direção a uma das modalidades de tratamento, psicolítico ou psicodélico. Em minha opinião, ambas as abordagens, praticadas em forma pura, têm desvantagens distintas. Na terapia psicolítica, as desvantagens estão na limitação teórica ao quadro de referência conceitual biográfico da psicanálise freudiana, na falta de reconhecimento das dimensões perinatal e transpessoal da psique e na externalização do processo com uso excessivo de artifícios verbais. Na terapia psicodélica, ao contrário, não se dá suficiente atenção ao material biográfico quando ele emerge nas sessões e se espera demais de uma única experiência transformadora. Para conseguir mudanças terapêuticas significativas em pacientes que sofram de diversas psiconeuroses, distúrbios psicossomáticos e desordens do caráter é necessário um trabalho sistemático ao longo de toda uma série de sessões psicodélicas, embora o uso de uma "única dose avassaladora", que caracteriza a terapia psicodélica, seja geralmente muito eficaz com alcoolistas, viciados em drogas, pessoas deprimidas e indivíduos morrendo de câncer. Na próxima sessão, descreverei a forma de psicoterapia auxiliada por drogas que considero mais eficaz em meu próprio trabalho clínico. Esta abordagem combina as vantagens das terapias psicolítica e psicodélica, e evita suas desvantagens. Seus princípios básicos são muito similares aos da terapia holotrópica que foi descrita detalhadamente num capítulo anterior. Isto não deve ser surpreendente, pois a respiração holotrópica é, conceitual e filosoficamente, um derivado direto do trabalho clínico com psicodélicos. As substâncias psicodélicas são instrumentos extremamente poderosos para abrir as profundezas do inconsciente e as alturas do superconsciente. Elas têm um grande potencial positivo e podem também apresentar grandes perigos, dependendo das circunstâncias. O trabalho com elas deveria ser abordado com grande seriedade e respeito. Como mostra a história do movimento psicodélico, a pesquisa neste campo pode apresentar armadilhas perigosas não só para os sujeitos experimentais, mas também para pesquisadores experientes. Se os psicodélicos forem alguma vez usados novamente na prática clínica, seu uso deveria ocorrer no contexto do trabalho de equipe, com controle e supervisão mútuos. Alcir Vogel, psicanalista rankiano-ferenckziano, Mestre Magna cum laude em Ciências Cognitivas Tranpessoais, FBI Special’s Agent, FBI (BAU) - Behavioral Analisys Unit, Server of the Interpol and Interpol HQ, and FBI Community Outreach.
  • As doida d pinheiro=maLeo
  • Pinheiro Ma 22

  • BiLL Scorpion

    em 03/01/2012 Via Google+
    Rebelião em Pinheiro(MA) - cenas fortes! (parte 2/2)

    -- BiLL Scórpion --

    Rebelião em Pinheiro(MA) - cenas fortes! (parte 2/2)

    Rebelião em Pinheiro(MA) - cenas fortes! (parte 2/2)
    Apesar de extremamente chocante, este vídeo tem caráter jornalístico e pretende demonstrar a realidade nos cárceres brasileiros. (o vídeo que pode ser assistido através do link http://www.youtube.com/watch?v=HTVoPxpUCrE expõe outra suposta motivação para a tal rebelião que não a superlotação: extorsão da família de alguns presos. Vale a pena conferir!)
  • Igreja Matriz de Santo Inãcio de Loyola - Pinheiro - MA20 de janeiro de 2013 (1 foto)
  • Gustavo Lopes

    em 31/05/2014 Via Youtube
    Onibus escolar queimando em Pinheiro - MA

    Um acidente que poderia ser fatal, ônibus escolar pega fogo cheio de alunos em Pinheiro Ma.

  • Danis Barros

    em 13/02/2014 Via Google+
    Atrações do Carnaval 2014 em Pinheiro MA.
    Nome das bandas que irá animar o carnaval da princesa maranhense no
    carnaval de 2014: Atenção: sujeito a mudanças! Onde: Praça José Sarney. -Chicana -Levanoiz -Patchanka -Forró Estourado -Furacão do Forró -Ninha - Trem de Pouso (Ex-Timbalada) -Forró de Rico...

    Atrações do Carnaval 2014 em Pinheiro MA.
    Nome das bandas que irá animar o carnaval da princesa maranhense no carnaval de 2014: Atenção: sujeito a mudanças! Onde: Praça José Sarney. -Chicana -Levanoiz -Patchanka -Forró Estourado -Furacão do Fo...
  • alefsander97

    em 30/05/2014 Via Youtube
    Wesley Safadao em pinheiro-ma

    Este v�deo foi enviado de um telefone com o Android.

  • SANTO INÁCIO CONFESSOR DE CRISTO (HINO A SANTO INÁCIO DE LOYOLA) PINHEIRO - MA

    SANTO INÁCIO CONFESSOR DE CRISTO,HEROI DA FÉ,MODELO DE VIRTUDE.

  • DANIELA20091

    em 11/08/2014 Via Youtube
    Coreografia das Princesas Aos Olhos do Pai PIB de Pinheiro Ma.

    Esse vídeo é fruto de muita dedicação tanto das professoras quanto das crianças, e o resultado esta ai. Graças a Deus foi uma benção pude sentir sua presença...

  • [BAIXE CD] WESLEY SAFADÃO & GAROTA SAFADA AO VIVO EM PINHEIRO-MA 28.05.2014
    

    [BAIXE CD] WESLEY SAFADÃO & GAROTA SAFADA AO VIVO EM PINHEIRO-MA 28.05.2014 | ...:::MARCELO CD'S:::...
    ARREIO DE OURO · AVIÕES DO FORRÓ · BANDA ENCANTU'S · BONDE DO BRAZIL · BOTA PAR MOER · CALCINHA PRETA · CANINANA DO FORRÓ · DORGIVAL DANTAS · FORRÓ 100% · FORRÓ CANGAÇO · FORRÓ DA CURTIÇÃO · FORRÓ DE PAREDÃO · FORRÓ DO BOM · FORRÓ DO MOVIMENTO · FORRÓ ESTOURADO · FORRÓ PEGADO · FORRÓ REAL ...
  • Mestre Acordeon no CT Herança Brasil Capoeira - Pinheiro/MA (15.07.2014)

    Enviado usando o Freemake http://www.freemake.com/br/free_video_converter/

  • As doida d pinheiro= maLeo
  • Prefeito de Pinheiro-Ma , nega-se a pagar contas atrasadas de energia elétrica e deixa secretarias de serviços essenciais sem funcionamento.
        

    BLOG DO JGMMOREIRA
    A mídia de uso pessoal e promocional de alguns blogueiros e de pessoas que usam o Facebook para fazer apologia a um só grupo politico decidiu ampliar o leque do sensacionalismo politico em Pinheiro qu...
  • HINO A SANTO INACIO DE LOYOLA,PINHEIRO-MA

    SANTO INACIO QUE VIVESTE PARA DEUS.

  • LevaNoiz em Pinheiro - MA 01.01.2014
    Tamanho : 115 MB Faixas : 38 100% NOMEADO Servidor: Sua Musica Fonte:  LypinhoMP3               

    LevaNoiz em Pinheiro - MA 01.01.2014
    Tamanho : 115 MB Faixas : 38 100% NOMEADO Servidor: Sua Musica Fonte: LypinhoMP3               
  • Gustavo Lopes

    em 05/06/2014 Via Youtube
    Pinheiro - MA no Buraco...

    esse é o retrato da cidade de Pinheiro, terra de um ex-presidente da republica... totalmente abandona.

  • MATV25anos

    em 30/07/2014 Via Youtube
    MATV25ANOS - JOSÉ RAIMUNDO RODRIGUES EM PINHEIRO - MA

    PROGRAMA MARANHÃO TV EXIBIDO EM 29/07/2014 TV GUARÁ CANAL 23.

  • George Miler

    em 12/11/2011 Via Google+
    Gugu vai gravar quadro em Pinheiro-MA

    Apresentador da Rede Record desembarca nos próximos dias no município maranhense


    Mais uma família maranhense vai ganhar destaque e será beneficiada em um programa nacional. O apresentador Gugu Liberado, da Rede Record, deverá desembarcar nos próximos dias no município de Pinheiro-MA para gravar o quadro ‘De volta para o meu Aconchego'.

    Prestes a ser despejada da casa onde mora em São Paulo, família pinheirense, com a ajuda do Programa do Gugu, vai poder voltar para a sua terra natal, a cidade de Pinheiro.

    Uma equipe da TV Record de São Paulo já esta na cidade para iniciar a construção da nova casa da família. O prefeito José Arlindo foi procurado através de telefonema pelo próprio Gugu Liberato, que solicitou a doação do terreno onde será construída a habitação. O terreno, localizado no bairro Kiola Sarney, já foi entregue a equipe da Record. A obra será iniciada na próxima segunda feira.

    O quadro De Volta Para o Meu Aconchego do Programa do Gugu exibido semanalmente na Rede Record consiste em resgatar uma família carente que more em São Paulo e queira retornar para a terra natal.

    Normalmente antes de entregar a casa, a equipe do programa leva as famílias para locais paradisíacos que ficam próximos da cidade delas. É quase certo que essa família, cujo nome ainda não foi divulgado pelo programa, passará alguns dias em Barreirinha.

    A casa será entregue ainda no final do mês, com a presença de Gugu, mas o programa só irá ao ar em dezembro.

    Gugu vai gravar quadro em Pinheiro-MA.Confira - Notícias do Maranhão, São Luís, Imperatriz, Bababal, Pinheiros, Santa Inês, Pedreiras, 24hr 7 dias por semana, e uma cobertura completa dos municípios m...
  • Projeto Agentes do Verde incentiva jovens em Pinheiro-MA
                 Projeto Agentes do Verde IBRAPP O
    projeto Agentes do Verde, realizado pela Secretaria de Meio Ambiente e Recursos
    Naturais do Maranhão e executado pelo Instituto Brasileiro de Políticas
    Públicas –IBRAPP em parceria com o Instituto Maranhão Sust...

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