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Floraí - Paraná



Floraí faz parte do estado do Paraná.

O desbravamento da região onde se localiza o município de Floraí teve início entre 1946 e 1950. Aproveitando o solo rico, surgiu a cafeicultura, opção econômica dos pioneiros que se assentaram na região.

História da cidade de Floraí

Para se ter uma compreensão melhor da história e da ocupação do Município de Floraí, torna-se necessário discorrer um pouco sobre a ocupação do norte do Paraná, pois há de se considerar os antecedentes engajados nesta causa.

Em 1924, a convite do governo brasileiro, veio ao país a chamada Missão Montagu, que foi organizada por grandes grupos financeiros, industriais e comerciais da Grã-Bretanha, em busca de oportunidades de investimentos na produção e comercialização de matérias-primas, tanto para a indústria britânica quanto para o comércio internacional. Um dos membros desta expedição, Simon Lovat, visitou o norte do Paraná e, impressionado com a fertilidade das terras, adquiriu algumas glebas com o objetivo de produzir algodão.

Essa primeira experiência fracassou, mas o grupo se reorganizou criando a Empresa Paraná Plantations Ltda, destinada à venda de lotes, cujas operações, no Brasil, ficaram a cargo de uma subsidiária, a Companhia de Melhoramentos do Norte do Paraná - CMNP, criada em 1925.

Esta Companhia adquiriu do governo estadual cinco glebas contínuas, situadas entre os rios Tibagi, Paranapoema e o Médio Ivaí. Toda essa área ainda estava recoberta pela floresta pluvial-tropical original, e a sua ocupação e extração econômica foram realizadas de modo incipiente, principalmente pelas dificuldades de acesso aos portos, e destes aos grandes centros consumidores.

A ligação ferroviária do Norte do Paraná com São Paulo, por exemplo, dava-se pela Estrada de Ferro São Paulo-Paraná, que, através da cidade de Ourinhos, chegava até Cambará. A CMNP assume a ferrovia, e inicia sua expansão até suas glebas, além do Paranapanema, no Paraná, chegando a Londrina em 1935, e Apucarana em 1937. No final da década de 1940, a ferrovia, que então fora encampada pelo governo federal, chegava com seus trilhos à Maringá.

Maringá havia sido elevada a categoria de distrito, em 1947, ano que foi criado o Município de Mandaguari, desmembrado de Apucarana, que poucos anos antes havia sido desmembrado de Londrina. O novo município incluía toda a parte meridional da região atual, entre o Ivaí e o Pirapó, locais onde poucos anos mais tarde iriam ser criados vários outros municípios, entre eles Floraí.

As primeiras terras comercializadas pela CMNP no Município de Floraí datam do ano de 1946, e foram adquiridas pelos senhores Sérgio Cardoso de Almeida, Antenor Martins e José de Luca. (SFORDI, 2003). O lote adquirido pelo senhor José de Luca representa o local onde hoje se encontra instalada a sede do município. A esta propriedade, o senhor José de Luca deu o nome de fazenda Santa Flor. Segundo narrativas dos pioneiros, o proprietário e sua família instalaram-se nestas terras por volta de 1949. Ocuparam a área próxima a uma nascente, residindo em barracas de lona. Com a chegada de novas famílias, iniciaram-se os trabalhos de derrubada da mata, para dar início à construção de uma estrada, que ligaria a Fazenda Santa Flor (o Município de Floraí) até Yroi (atual Município de Presidente Castelo Branco).

No entanto podemos considerar que em Floraí houve duas frentes de expansão pois, também em 1949, entraram no município algumas famílias provenientes da Fazenda Paranhos, na estrada divisora com o Município de São Carlos do Ivaí. Esta fazenda havia sido instalada na divisa das possessões da CMNP e da Companhia Brasileira de Aviação Comercial - BRAVIACO - às margens do Ribeirão Esperança. A partir dali, aproveitando a picada aberta pela Fazenda Paranhos até Fazenda Brasileira, atual Paranavaí, alguns pioneiros que adquiriram lotes da CMNP, vieram instalar-se em suas terras em Floraí. Não demorou muito para que estas duas frentes se encontrassem, pois os pioneiros iam derrubando o mato e alargando os caminhos e picadas feitas por eles para chegarem até seus lotes, dando passagem aos caminhões e carroças lotados com víveres e utensílios domésticos.

A narrativa dos pioneiros que vivenciaram essa época é impressionante. Segundo as narrativas, em suas cidades de origem, os agricultores ficavam sabendo que as terras do Norte do Paraná eram férteis e fáceis de adquirir. As informações eram fornecidas pelos corretores, que percorriam principalmente os Estados de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, além de outras partes do Brasil. No final dos anos 1940, chegavam lotações, principalmente caminhonetes, praticamente todos os dias, trazendo entre 10 e 12 pessoas cada, que vinham conhecer as terras da região. As terras desta região deixavam estas pessoas deslumbradas com sua fertilidade e topografia.

A aquisição das terras era feita diretamente com os corretores. Era muito comum os negócios serem fechados dentro da casa do agricultor, na presença da família, e normalmente com um contrato de compra e venda, onde o agricultor dava uma entrada em dinheiro e o restante em parcelas anuais. Os contratos não eram registrados, porém recebiam um selo e, após o pagamento da última parcela, os agricultores recebiam as escrituras definitivas emitidas pela CMNP. No contrato de compra e venda, existia uma cláusula que resguardava à CMNP ou ao Estado o direito de construção de uma estrada de ferro e rodovias.

Segundo relato dos primeiros habitantes, suas viagens de mudança para o município eram verdadeiras aventuras. Marques (1994), em seu livro "Vidas Interligadas", narra as lembranças desse tempo:

"Os Vizinhos diziam à minha mãe que estávamos ficando loucos, o Paraná era o último! As águas eram vermelhas, que os mosquitos iam nos devorar, que as feridas bravas comiam as pessoas, lugar de desordeiros e bandidos..." (p. 78).

Um outro pioneiro, o Sr. Valmir Silva (informação oral), narrando sua história disse que ainda criança deixou o Estado do Rio de Janeiro e viajou com seus irmãos pequenos por muitos dias, dormindo em estações de trem e rodoviárias até chegar a uma pequena cidade, muito empoeirada, de terra escura, calor sufocante, grande movimento de animais de trabalho, carroças, carros, jardineira. Esse local mais tarde seria Maringá, ali passou alguns dias, com toda a família, seus irmãos, pai e mãe amontoados num cômodo de hotel. Depois seguiu viagem para um local chamado Fazenda Brasileira, hoje a cidade de Paranavaí. Esta viagem foi feita de ônibus com carroceria de madeira, sem janelas laterais e com grande número de pessoas. Lembra-se o narrador que saíram de manhã e só chegaram no seu destino ao entardecer, calculando desta forma que a viagem de Maringá a Paranavaí durou em torno de 10 horas. Passaram a noite em cima das malas e no outro dia de manhã seguiram viagem a cavalo em direção a Fazenda Paranhos, aonde só chegaram ao entardecer, levando pelo menos 12 horas para percorrer uma distancia de 40 km aproximadamente. Lembra-se ele que em muitos lugares os homens "apeava" de seus cavalos para limpar a estrada de galhos e troncos caídos. Da Fazenda Paranhos atravessou a Estrada Divisora e fixou residência no Município de Floraí.

Cabe ressaltar neste pequeno histórico, o importante papel das mulheres na colonização e desenvolvimento de Floraí, seu trabalho começava desde os preparativos que antecediam a viagem em seu local de origem, preparando o necessário para começar a nova vida. Já assentadas em seu local de destino, ainda com poucos vizinhos, a vida para essas mulheres não era fácil. Dona Wanda Maria Hillem de Lucca, narrando sua rotina de trabalho, contou que as mulheres levantavam muito cedo, tiravam água do poço para abastecer todos os reservatórios da casa, davam de beber e tratavam dos animais domésticos, tiravam leite, cultivavam a horta, teciam e costuravam a roupa, preparavam as refeições e levavam até o roçado, e terminavam o dia ajudando no cultivo das lavouras. A noite, após um dia de muito trabalho, ainda se punham a preparar algumas tarefas para o dia seguinte.

Ao chegarem em Floraí os agricultores montavam ranchos cobertos com encerados, nas proximidades de uma nascente ou ribeirão. A partir daí contratavam os "Gatos" para efetuarem a derrubada, primeiro cortavam a capoeira com árvores finas, cipós, arbustos, depois, com machados e trançadeiras derrubavam a madeira mais grossa. As vezes, eram necessários quatro homens para derrubar uma única árvore. O desmatamento dos lotes iniciava-se pelas cabeceiras, entrando lotes adentro, em direção ao manancial hibrico.

Nos solos originados do basalto predominavam a peroba, figueira, cedro-rosa, canela, cabreuva, guajuvinha, marfim, canafistula, gurucaia, pau d′alho e o palmito, entre outros. Nas terras originadas do arenito, a vegetação predominante era a canjerana, guarita, coqueiro, taquara, pindaíva, maçaranduba, ingazeiro, entre outros. Nos primeiros anos não havia serraria que comprasse as madeiras, com isso, logo após a derrubada, ateavam fogo para fazer a queimada. Somente três a quatro anos depois dos primeiros habitantes, chegaram a Floraí as primeiras serrarias, que passaram então a comprar a madeira. Como a matéria-prima era abundante, os serralheiros só compravam toras com mais de 40 cm de diâmetro e davam preferência para a peroba, o cedro, a gurucaia e a canafistula. Praticamente todas as casas erguidas no município eram construídas com essas madeiras.]

No ano de 1958, segundo os pioneiros, praticamente já não havia mata em Floraí, restando apenas algumas capoeiras e pequenas áreas isoladas em algumas propriedades. Naquela época não havia nenhum tipo de preocupação ambiental, sendo que o próprio governo colaborava para que a devastação fosse grande, cobrando imposto de quem não derrubasse a mata. Nem as margens e as proximidades de nascentes, e margens de ribeirões eram poupadas, sendo comum empurrar troncos e galhos para dentro dos cursos d′água.

Se a flora era abundante, a fauna também era muito rica e variada,. Entre os espécimes que aqui viviam predominavam os macacos, veados, catetos, antas, cachorro do mato, quati, onça, capivara, paca; e entre os pássaros, o jacu, a arara, o papagaio entre outros.

Após a derrubada ateava-se fogo quando os galhos e folhas caídos já estavam secos, sendo necessário depois da queimada fazer "descoivara", um trabalho árduo e estafante, que consistia em amontoar em leiras as galhadas. Depois deste trabalho os agricultores preparavam as covas e semeavam o café, normalmente de sete a oito sementes por cova, com espaçamento de 18 x 18 palmos, a uma profundidade de 40 cm. As sementes começavam a germinar aos 60 dias após a semeadura, e este período coincidia com a época mais quente do ano, tornando-se necessário fazer a cobertura da planta jovem com lascas de madeira retiradas dos troncos das árvores caídas. Todos os pioneiros se emocionaram ao narrar estes detalhes, e foram unânimes em afirmar que esta foi a época mais difícil de suas vidas. Nestes tempos, suas peles ficavam queimadas pelo sol, suas mãos ficavam rachadas e grossas. Muitas mulheres e crianças que também trabalhavam nestas tarefas ficavam doentes, as pessoas emagreciam, e muitas vidas não resistiam e não viveram para ver a transformação extraordinária desta região.

Os agricultores empenhavam praticamente toda sua economia na compra dos lotes, o pouco que sobrava logo chegava ao fim, e como o retorno do cultivo do café era demorado, sem rendimento eles se viam obrigados a comprar mercadorias, insumos, remédios a prazo, com os comerciantes locais, fazendo dívidas que levariam anos para serem pagas.

Os primeiros cafezais produtivos do Município de Floraí datam do ano de 1952, e por quase três decadas seguintes foram responsáveis pelo apogeu do desenvolvimento local. Foi neste período que Floraí recebeu seu maior fluxo migratório, conforme comprovam os dados censitários.

O golpe veio com a geada de 1975, sem os estímulos governamentais de antes, a cafeicultura entrou em queda, incapaz de se recuperar. Começava nesta época um novo processo de profundas mudanças no município e região, alterando completamente o perfil social e econômico regional, com queda significativa da população dos pequenos municípios, e com significativo êxodo rural, passando a região a ser predominantemente urbana, com o aumento da população nos centros maiores como Maringá, Umuarama, Londrina, Paranavaí, Apucarana. Neste período de mudanças, a soja gradativamente passa a ser a principal cultura do município, o que não só permitiu reduzir os efeitos negativos da crise da cafeicultura, como atualmente vem demonstrando sua alta capacidade de adaptação às mudanças e necessidades do mercado mundial. No inicio da atividade, a soja substituiu o café nas áreas mais férteis do município, naqueles solos originados do basalto, enquanto a área ocupada com solos originados do arenito, a cafeicultura foi sendo substituída por diversas outras atividades, como a bovinocultura de leite e corte, a sericicultura, a suinocultura, a avicultura de postura e corte, o plantio de laranja, algodão, milho, mandioca e algumas atividades de subsistência como o cultivo de arroz e feijão.

Gentílico:

Formação Administrativa

Pela Lei nº 2512, de 28 de novembro de 1955, é criado o Município de Floraí, desmembrado do Município de Nova Esperança.

Fonte: Prefeitura Municipal de Floraí (PR); IBGE

Autor do Histórico: ALBERTINO FRANZONI

Código do Município

4107801

Gentílico

floraiense

Prefeito

FAUSTO EDUARDO HERRADON

População
População estimada [2018]4.953 pessoas  
População no último censo [2010]5.050 pessoas  
Densidade demográfica [2010]26,42 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,8 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]1.028 pessoas  
População ocupada [2016]20,1 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]23 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]97 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]7  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4.9  
Matrículas no ensino fundamental [2017]491 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]142 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]36 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]12 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]3 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]30.942,98 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]86,4 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0.745  
Total de receitas realizadas [2017]22.436,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]19.654,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]17,54 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]-  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]3 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]191,133 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]18,8 %  
Arborização de vias públicas [2010]99,2 %  
Urbanização de vias públicas [2010]79,2 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  6. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  7. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  23. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  24. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  25. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  26. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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Floraí: Imagens da cidade e Região

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