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Couto de Magalhães de Minas - Minas Gerais



Couto de Magalhães de Minas faz parte do estado de Minas Gerais. A população avaliada em 2004 era de 4.004 habitantes.

Conhecida, antes de sua emancipação, pelo nome de Rio Manso; a cidade tem um povo hospitaleiro, que preserva suas raízes culturais; e um belo cenário natural, com cachoeiras, relevo e topografia típicos da região de Diamantina.

Entre as atrações está a Capela Bom Senhor Jesus de Matozinhos, cujo forro composto por 122 tábuas de cedro com pintura em policromia foi recuperado pelo IEPHA em 2009, após 20 anos de ter sido desmontado.

História da cidade de PRIMITIVOS HABITANTES: O início do povoamento de Couto de Magalhães de Minas ou Rio Manso (Primeiro nome dado à povoação), teve origem como os demais povoados que surgiram em decorrrência da influência das descobertas do ouro e diamante no "Tijuco", notadamente este que se achava dentro da área de demarcação do "Distrito Diamantino", ato imposto no Tijuco pela Real Corôa, que criou um regulamento que controlava os atos da população sob seus vários aspéctos, na área demarcada. Joaquim Felício dos Santos, cita em seu livro Memórias do Distrito Diamantina que "houve processo contra pessoas de Rio Manso, suspeitas e suficientes indícios de umas extraírem e outras comprarem diamantes" que era até então, proibido por aquele regulamento. Antes, porém, quando a mineração e o comércio do diamante ainda eram livres, houve a penetração de aventureiros - garimpeiros - nestas paragens, em busco do ouro e do diamante, iniciando assim o seu povoamento em 1.725, por Sebastião Leme do Prado, considerado o seu fundador. Acentaram acampamento próximo das margens de um "Rio de águas mansas, que corriam serenamente" e por isso recebeu o nome de Rio Manso, dando o mesmo nome ao núcleo da povoação que surgia. A sua localização era estratégica e propícia ao comércio decorrente das tropas (único transporte de carga utilizado na época) tendo passagem obrigatória por ali, na estrada de ligação entre outras regiãoes que contribuíam também para o comércio de ouro e diamante daqueles que trafegavam por esta localidade. Apresentou o seu desenvolvimento, confirmado também por Joaquim Felício dos Santos, no seu livro Memórias do Distrito Diamantino que "em 1.734, já floresciam importantes povoaçãoes" dentre as citadas, "Rio Manso", vindo mais tarde passar à categoria de Vila.

ORIGEM DO TOPÁNIMO: Teve o primeiro nome "Rio Manso", proveniente do Rio de mesmo nome, que banha a cidade. Pelo Decreto Lei n°. 148, de 17 de dezembro de 1.938, foi alterado o seu topônimo para COUTO DE MAGALHÁES DE MINAS, em homenagem ao ilustre político e escritor brasileiro, filho de Diamantina, município a que o distrito pertencia. Sendo elevado à categoria de cidade pela Lei n°. 2.764, de 30 de dezembro de 1.962, e instalado em 02 de março de 1.963, conservando o mesmo nome, dando aos seus habitantes o gentílico - coutenses - comemorando o aniversário da cidade em 02 de março.

OCUPAÁÁO DO TERRITÁRIO E FATORES DETERMINANTES DO MESMO: Deste fato pouco se sabe. O ouro e o diamante foram os responsáveis pelo elemento civilizado naquelas terras que eram ainda inexploradas. Ao lado da mineração, como em todas as povoaçãoes que floreciam naquela época, existiam os que dedicavam somente ao cultivo da terra que era fértil, tomando a si o encargo de rete-los no território.

EMANCIPAÁÁO: Pela Lei n°. 02, de 14 de setembro de 1891, foi elevado à categoria de Vila e pela Lei n°. 2.764, de 30 de dezembro de 1.962, passou à categoria de município, sendo instalado em 02 de março de 1.963.

Fonte: MONOGRAFIA MUNICIPAL - IBGE

Autor do Histórico: MARIA DE FÁTIMA CAMARGOS GUIMARÁES

Código do Município

3120102

Gentílico

couto-magalhense

Prefeito

JOSE MARCOS ALVES GUIMARÃES

População
População estimada [2018]4.396 pessoas  
População no último censo [2010]4.204 pessoas  
Densidade demográfica [2010]8,66 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,5 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]461 pessoas  
População ocupada [2016]10,4 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]45,3 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98,7 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]5,8  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,1  
Matrículas no ensino fundamental [2017]590 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]279 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]45 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]17 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]2 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]9.966,61 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]90,6 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,659  
Total de receitas realizadas [2017]16.352,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]14.780,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]- óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]-  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]2 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]485,654 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]73 %  
Arborização de vias públicas [2010]43,2 %  
Urbanização de vias públicas [2010]4,7 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  6. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  7. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  23. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  24. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  25. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  26. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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