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Nova Friburgo - Rio de Janeiro



Nova Friburgo (por vezes chamada de Friburgo) é uma cidade, sede do município de mesmo nome, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil. Encontra-se no centro-norte do estado do Rio de Janeiro, na Mesorregião do Centro Fluminense, a 22º16′55" de latitude sul e 42º31′52" de longitude oeste, a uma altitude média de 985 metros, distando 126km da capital fluminense. Ocupa uma área de 965,81km². Compreende os distritos de Riograndina, Campo do Coelho, Amparo, Lumiar, Conselheiro Paulino, São Pedro da Serra e Mury.

A sua população, no dia 1 de agosto de 2010, de acordo com o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, era de 182 016 habitantes. As principais atividades econômicas são baseadas em: indústria de moda íntima, olericultura, caprinocultura e indústria (têxteis, vestuário, metalúrgicas e turismo). É a primeira cidade da região, menor apenas em números de habitantes, devido a população flutuante, que Petrópolis e a principal cidade de uma região que compreende cerca de onze municípios do centro fluminense, tendo influência em várias cidades da Zona da Mata Mineira. É também a cidade mais fria do estado.

Até o século XIX, a região da atual Nova Friburgo era habitada por índios coroados puris. Em 16 de maio de 1818, o Rei Dom João VI, sentindo a necessidade de estreitar os laços de amizades com os povos germânicos a fim de obter apoio contra o Império Francês, propôs uma colonização planejada, a fim de promover e dilatar a civilização do Reino do Brasil. Baixou, então, um decreto que autorizou o agente do Cantão de Friburgo, na Suíça, Sebastião Nicolau Gachet, a estabelecer uma colônia de cem famílias suíças na Fazenda do Morro Queimado, no Distrito de Cantagalo, localidade de clima e características naturais semelhantes às de seu país de origem. Entre 1819 e 1820, a região foi colonizada por 265 famílias suíças, totalizando 1 458 imigrantes. Foi batizada pelos suíços com o nome de Nova Friburgo, em homenagem à cidade de onde partiu a maioria das famílias, Fribourg ("Friburgo" em português, "Fribourg" em francês, "Freiburg" em alemão), no Cantão de Fribourg. Foi, também, o primeiro município no Brasil colonizado por alemães, tendo estes imigrantes, ao todo 456, chegado à cidade em 3 de maio de 1824, três meses antes que imigrantes alemães chegassem à cidade de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. Nova Friburgo foi a primeira colônia não lusitana a ser fundada no Brasil em caráter oficial.

História da cidade de Nova Friburgo]

A colonização do território pertencente aos Municípios de Nova Friburgo e Cantagalo data do reinado de D. João VI, que autorizou, em 1818, a vinda de 100 famílias suíças, oriundas do cantão de Friburgo, para criação de uma "colônia".

Nomeado inspetor da povoação recém-formada, o Monsenhor Pedro Machado de Miranda Malheiros, instalou a sede da colônia, sob a denominação de Nova Friburgo, em vista da procedência dos colonizadores. As primeiras levas de colonos suíços chegaram, em número de 30 famílias, em fins de 1819 e começos de 1820, depois de serem construídos os edifícios imprescindíveis à vida da colônia.

A 3 de janeiro de 1820, considerando o progresso da colônia, baixou o governo alvará que concedia a Nova Friburgo predicamento de "Vila" e desmembrava suas terras da área de Cantagalo. A instalação da Vila verificou-se aos 17 de abril do mesmo ano, localizando-se a sede na povoação do Morro Queimado.

Em 1823, foi incumbido o major George Antônio Scheffer de contratar na Alemanha a vinda de novos imigrantes para o Brasil, destinados às colônias de Leopoldina e Frankenthal, fundadas na Bahia em 1816. Os colonos foram desviados, porém, desses destinos e, por motivos ignorados, encaminhados para Nova Friburgo, onde chegaram a 3 de maio de 1824.

Em 1831, terminou o sistema de administração especial da colônia, passando sua gestão à competência da Câmara da Vila. Mais tarde, com a chegada de imigrantes italianos, portugueses e sírios, acentuou-se o progresso da localidade, que a 8 de janeiro de 1890 era elevada à categoria de cidade.

A partir de então, tem sido incessante o progresso de Nova Friburgo, determinado pela implantação de indústrias e pela afluência de turistas atraídos pela beleza natural da zona montanhosa e salubridade do clima privilegiado.

Gentílico: friburguense

Formação Administrativa

Freguesia criada com a denominação de Nova Friburgo, pelo decreto de 03-01-1821, subordinado ao município de Cantagalo.

Elevado à categoria de vila com a denominação de Nova Friburgo, por Alvará de 03-01-1820, desmembrado do termo da antiga Vila de Cantagalo. Sede na antiga povoação de Morro Queimado. Instalado em 17-04-1820.

Pela deliberação de 18-10-1889, é criado o distrito de Lumiar e anexado à vila de Nova Friburgo. Pela deliberação de 08-08-1890, o distrito de Lumiar passou a denominar-se São Pedro.

Recebeu foros de cidade com a denominação de São Lumiar, pelo decreto estadual nº 34, de 08-01-1890, estaduais nºs 1, de 08-05-1892 e 1-A, de 03-06-1892, transferindo novamente a Freguesia da Povoação de São Pedro para Lumiar.

Pela lei estadual nº 519, de 17-12-1901, o distrito de Lumiar voltou a denominar-se São Pedro.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município de Nova Friburgo é constituído de 2 distritos: Nova Friburgo e São Pedro.

Pela lei estadual nº 1242, de 22-02-1915, o distrito de São Pedro volta a denominar-se Lumiar.

Pela lei estadual nº 1809, de 25-01-1924, são criados os distritos de Amparo, Terras Frias e Estação do Rio Grande, e anexado ao município de Nova Friburgo.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município de Nova Friburgo é constituído de 5 distritos: Nova Friburgo, Amparo, Estação do Rio Grande, Lumiar e Terras Frias.

Assim permanecendo em divisões territoriais datada de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.

Pelo decreto-lei estadual nº 392-A, de 31-03-1938, o distrito de Terras Frias passou a denominar-se Campo do Coelho e Estação Rio Grande a denominar-se simplesmente Rio Grande.

Pelo decreto estadual nº 641, de 15-12-1938, o distrito de Amparo passou a denominar-se Refúgio.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 5 distritos: Nova Friburgo, Campo do Coelho ex-Terras Frias, Lumiar, Refúgio ex-Amparo e Rio Grande ex-Estação Rio Grande.

Pelo decreto-lei estadual nº 1056, de 31-12-1943, o distrito de Rio Grande passou a denominar-se Riograndina.

No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 5 distritos: Nova Friburgo, Campo do Coelho, Lumiar, Refúgio e Riograndina ex-Rio Grande.

Pela lei estadual nº 1428, de 07-01-1952, é criado o distrito de Conselheiro Paulino ex-povoado e anexado ao município de Nova Friburgo.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 6 distritos: Nova Friburgo, Amparo ex-Refugio, Campo Coelho, Conselheiro Paulino, Lumiar e Riograndina.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1983.

Pela lei estadual nº 1363, de 12-10-1988, homologado pela lei municipal nº 2107, de 02-04-1987, é criado o distrito de São Pedro da Serra, com área formada com parte dos distritos de Amparo e Lumiar anexado ao município de Nova Friburgo.

Em "Síntese" de 31-XII-1994, o município é constituído de 7 distritos: Nova Friburgo, Amparo, Campo do Coelho, Conselheiro Paulino, Lumiar, Riograndina e São Pedro da Serra.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Fonte: IBGE

Código do Município

3303401

Gentílico

friburguense

Prefeito

RENATO PINHEIRO BRAVO

População
População estimada [2018]190.084 pessoas  
População no último censo [2010]182.082 pessoas  
Densidade demográfica [2010]195,07 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,8 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]57.684 pessoas  
População ocupada [2016]31,2 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]25,8 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98,7 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]5.8  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4.6  
Matrículas no ensino fundamental [2017]22.837 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]6.071 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]1.696 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]704 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]145 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]44 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]25.979,30 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]63,8 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0.745  
Total de receitas realizadas [2017]465.474,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]417.390,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]10,83 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,3 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]43 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]935,429 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]82,8 %  
Arborização de vias públicas [2010]38,3 %  
Urbanização de vias públicas [2010]58,2 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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