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Delfim Moreira - Minas Gerais



Delfim Moreira é um município da Microrregião de Itajubá, no estado de Minas Gerais, no Brasil. Delfim Moreira se destaca no cenário turístico pelas suas belas cachoeiras e paisagens. Além de diversas pousadas, das mais simples a mais sofisticada. Foi fundado em 17 de dezembro de 1938. A população avaliada em 2004 era de 8 120 habitantes. A altitude é de 1 200 metros e a área, 409,2km²; a densidade demográfica resulta em 19,84 habitantes por quilômetro quadrado. Destaca-se pelas suas belíssimas cachoeiras que têm atraído diversos turistas de todos os estados brasileiros.

O município de Maria da Fé está a norte, Virgínia a nordeste e Marmelópolis a leste. Os paulistas Cruzeiro e Piquete ficam a sudeste, Guaratinguetá a sul e Campos do Jordão a sudoeste. A oeste está Wenceslau Braz e, a oeste e noroeste, Itajubá.

Como a maioria dos municípios da região, sua origem está ligada à chegada dos bandeirantes paulistas (em especial à bandeira de Borba Gato), que vinham à procura de ouro. O nome Descoberto dado a princípio ao lugar, passando a ser Descoberto do Itagybá, atualmente Itajubá, que significa "braço de pedra", através da junção dos termos tupis itá ("pedra") e îybá ("braço"). Já em 1848, a freguesia foi elevada a vila e, em 1938, a município. Nos idos de 1746, a região de Itajubá sofreu modificações em suas divisas e passou a pertencer a Minas Gerais.

História da cidade de ORIGEM: A origem do atual município de Delfim Moreira está ligada a mineração. Sua fundação não pode ser precisada com certeza. Possivelmente ocorreu entre os anos de 1703 a 1705. O fundador do povoado foi o bandeirante paulista Miguel Garcia Velho (Borba Gato), que durante 05 anos permaneceu no arraial faiscando ouro.

Primitivamente o arraial foi designado por: Minas Novas de Itagybá ou Novo Descoberto do Itagybá, em razão da cachoeira do Rio Santo Antonio, onde Miguel Garcia Velho encontrou ouro e por ali permaneceu faiscando por 05 anos. O arraial que deu origem a Delfim Moreira surgiu à margem direita do rio Santo Antonio, quase em frente à cachoeira formado por este rio. Itagybá é um nome tupi que significa: lugar onde o rio das pedras cai de cima ou cachoeira do rio das pedras. Foi em razão desta cachoeira que Delfim Moreira obteve seu primitivo nome, Descoberto do Itagybá ou Minas do Itagybá.

Em 24 de novembro de 1762 o arraial é elevado a condição de freguesia pelo Bispo de São Paulo Dom Frei Antonio da Madre de Deus, passando a ser designado oficialmente por Descoberto de Itajubá.

Em 1817, o vigário da freguesia do Descoberto de Itajubá veio a falecer, sendo indicado para preencher a vaga o Padre Lourenço da Costa Moreira. O Padre Lourenço da Costa Moreira assumiu a direção paroquial em janeiro de 1819. Por essa época, as minas de ouro da freguesia do Descoberto de Itajubá já se encontravam esgotadas. Seus habitantes deixavam o lugar em busca de novas paragens. Foi assim que surgiu um novo arraial as margens do Rio Sapucaí com o nome de Boa Vista do Sapucaí.

Em 19 de março de 1819, o Padre Lourenço da Costa Moreira deixou a freguesia do Descoberto de Itajubá, para residir no novo arraial de Boa Vista do Sapucaí, para onde tencionava transferir a sede da freguesia. Em 08 de Novembro de 1831, a freguesia do Descoberto de Itajubá foi suprimida. Em 14 de Julho de 1832 o povoado de Boa Vista tornou-se a sede da freguesia, passado a se chamar Boa Vista de Itajubá. Em 10 de abril de 1832 a velha freguesia do Descoberto de Itajubá passou a ser Capela Curada. Em 30 de Novembro de 1842, através da Lei Provincial nº 239 o velho arraial do Descoberto de Itajubá, reconquistou seu titulo de freguesia passando a se chamar oficialmente Soledade de Itajubá, em reverência a Nossa Senhora da Soledade padroeira da capela fundada quando simples povoado.

Em 28 de setembro de 1848 pela Lei Provincial nº 355 a nova freguesia de Boa Vista de Itajubá foi elevada a categoria de Vila, sendo Soledade de Itajubá anexada a ela como um de seus distritos. A partir daí o povo passa a designar a duas localidades por Itajubá Novo e Itajubá Velho.

A emancipação política de Soledade de Itajubá só veio a ocorrer em 17 de dezembro de 1938, por força do Decreto-lei nº 148 sendo seu nome mudado para Delfim Moreira. Por ocasião da emancipação política de Soledade de Itajubá, foi lembrado e aceito o nome do eminente homem público mineiro que foi Delfim Moreira, nome que já era usado para designar a estação ferroviária que servia a localidade.

Inicialmente Delfim Moreira teve como principal atividade econômica à extração do ouro, porém, foi um período efêmero, que trouxe mais pobreza do que riqueza a localidade. Esgotado o ouro, seus moradores passaram a viver da agricultura de subsistência do milho, feijão, fumo, criação de gado e suínos. Também praticavam um pequeno comércio desses gêneros com a região do Vale do Paraíba paulista, onde trocavam por pólvora, ferro e sal. A fruticultura já era praticada desde o final da mineração como atividade de subsistência. No primeiro quartel do século XX a fruticultura passa a ter um aproveitamento mais racional com a instalação das primeiras fábricas de polpas, que passam a aproveitar a grande produção de marmelos da localidade.A partir desta época instalam-se na região grandes fábricas como: Colombo, Peixe, Matarazzo, CICA e também industrias criadas por moradores,que tiveram grande destaque na economia local, tais como: Mantiqueira, Fruticultores, Vitória, Frutiminas entre outras. Do início do século XX, até a década de 1970 do referido século, a base da economia local se assentava na fruticultura e na industria de polpas de frutas. A pecuária leiteira sempre foi importante base econômica da cidade, destacando-se os pequenos produtores, que vendem seu produto para laticínios da região. Nos últimos anos, atividades ligadas ao ecoturismo vêm ganhando importância na cidade em vista do grande potencial existente na localidade.

Entre os nomes que se destacaram na história local e regional, figura o de Miguel Garcia Velho, bandeirante fundador do arraial do Descoberto de Itagybá a atual Delfim Moreira.Capitão Manoel Correa da Fonseca, morador da época do Descoberto de Itajubá, atuou junto a Diocese de São Paulo, para que o arraial do Descoberto de Itagybá, antigo nome da atual Delfim Moreira, se tornasse uma freguesia. Foi o doador do primitivo patrimônio da paróquia de Nossa Senhora da Soledade. Destaca-se também o de Antonio de Oliveira Lopes ,O Inconfidente do Descoberto de Itajubá, apelidado de pouca-roupa, tinha por função medir sesmarias. Antonio de Oliveira Lopes participou da Inconfidência Mineira, sendo por isso exilado por dez anos para Macua-áfrica. Outro nome que se destaca na história local é o do Barão da Bocaina-Francisco de Paulo Vicente de Azevedo-, natural de Lorena-SP. Possuía no município de Delfim Moreira, à época, Soledade de Itajubá, uma fazenda denominada São Francisco dos Campos do Jordão, considerada uma fazenda modelo, elogiada em publicações diversas no Brasil e no exterior. Em suas terras de São Francisco dos campos do Jordão, fundou a primeira estância climática do Brasil e um sanatório para tuberculosos. Foi o responsável pela introdução em escala comercial da cultura do marmelo na região, quando mandou plantar em sua fazenda 5.000 pés de marmelos vindos de Portugal. Destaca-se também o nome do Dr. Albino Alves filho advogado, exerceu o cargo de Procurador do Estado, no período de 1905 a 1913, foi também Juiz Seccional da Bahia e Juiz Municipal de Pedralva, também fora jornalista e poeta. Participou do processo de emancipação política de Delfim Moreira. Outros nomes de destaque na história local são os de Euclydes José Alves, farmacêutico e líder político local, participou ativamente do processo de emancipação política de Delfim Moreira, Paulino Gonçalves de Faria comerciante, industrial e líder político, também atuou ativamente no processo de emancipação política de Delfim Moreira, Luiz Francisco Ribeiro, fazendeiro, comerciante e líder político é outro nome de destaque, que também participou ativamente do processo de emancipação política do município de Delfim Moreira e finalmente destaca-se no processo de emancipação política da cidade o nome de Clementino Batista da Cunha, oficial do cartório de registro civil e líder político local.

Fonte: Prefeitura Municipal de Delfim Moreira

Autor do Histórico: EUGêNIO PACELLI MORAES RENNó

Código do Município

3121100

Gentílico

delfinense

Prefeito

JOSE FERNANDO COURA

População
População estimada [2018]8.035 pessoas  
População no último censo [2010]7.971 pessoas  
Densidade demográfica [2010]19,51 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,7 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]853 pessoas  
População ocupada [2016]10,4 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]39,9 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]96,1 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6,6  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]5,4  
Matrículas no ensino fundamental [2017]939 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]430 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]77 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]51 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]5 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]3 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]10.774,38 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]92,3 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,669  
Total de receitas realizadas [2017]18.393,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]16.742,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]11,63 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,1 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]14 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]408,473 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]56,5 %  
Arborização de vias públicas [2010]29,7 %  
Urbanização de vias públicas [2010]21,4 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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