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São Gonçalo - Rio de Janeiro



São Gonçalo faz parte do estado do Rio de Janeiro. Encontra-se a 22º49′37" de latitude sul e 43º03′14" de longitude oeste, a uma altitude de dezenove metros. Sua população, em 2012, é de 1016128, sendo a segunda cidade mais populosa do estado do Rio de Janeiro e décima sexta mais populosa do país. Integra a Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

Nos seus inícios, no século XVI, a região onde hoje está São Gonçalo era habitada pela nação indígena Tupinambá (especialmente na ilha de Itaoca, segundo resquícios arqueológicos). O litoral fluminense, bem como São Gonçalo, foi palco da revolta conhecida como Confederação dos Tamoios, que uniu as tribos tupinambás e os franceses contra os portugueses. O fim da revolta se deu com o fortalecimento da colonização portuguesa, com os portugueses se lançando sobre as aldeias indígenas, matando e escravizando a população. Os tupinambás se retiraram primeiramente em direção à Baía de Guanabara e, posteriormente, em direção a Cabo Frio. Em 1567, com a chegada de reforços para o capitão-mor português Estácio de Sá, que fundara, dois anos antes, a vila de São Sebastião do Rio de Janeiro, iniciou-se a etapa final de expulsão dos franceses e de seus aliados Tamoios da Baía de Guanabara, tendo lugar a dizimação final dos Tupinambás da região.

Em 6 de abril de 1579 (a data é polêmica, sendo alvo de debates entre historiadores da cidade), o nobre Gonçalo Gonçalves recebeu, do governador da Capitania do Rio de Janeiro, a sesmaria localizada às margens do rio Imboaçu, com o dever de construir uma capela e um povoado no período de três anos. Ele construiu uma capela com o santo de sua devoção, São Gonçalo de Amarante (na verdade, um beato e não um santo). Presume-se que o local tenha sido onde hoje está a Igreja Matriz de São Gonçalo, no bairro Zé Garoto. A Praça Estefânia de Carvalho, cedida pelo comerciante filho de imigrantes portugueses Mário Alves de Azevedo (popularmente conhecido como Zé Garoto), seria o marco-zero da cidade, pois a Vila de São Gonçalo existia onde agora está o município homônimo.

História da cidade de São Gonçalo

O território do atual Município de São Gonçalo, primitivamente ocupado pelos Tamoios, fez parte da Capitania de São Vicente e mais tarde da do Rio de Janeiro. Sua história está intimamente ligada à da Vila Real da Praia Grande (Niterói).

O devassamento da região, segundo vários autores, ter-se-ia verificado em fins do século XVI; a ocupação efetiva do território, no entanto, só se verificou na primeira metade do século XVII, quando os jesuítas ali chegaram, fixando-se longe do litoral, na zona atualmente conhecida por Colubandê e nas margens dos rios Cabuçu e Imboaçu.

Concedida uma sesmaria, na margem esquerda do rio Guaxindiba, a Gonçalo Gonçalves, este mandou edificar uma igreja, sob a invocação de São Gonçalo; data a paróquia de 1646 ou 1647. A partir da concessão do paroquiato, a localidade entrou em fase de progresso, baseando sua economia na agricultura, particularmente na cultura da cana-de-açúcar.

Posteriormente, visando à facilidade de comunicações foi a sede da Paróquia de São Gonçalo transferida das margens do Guaxindiba para as do Imboaçu, o que veio, ainda mais, contribuir para o seu desenvolvimento. Antônio Lopes Siqueira para isso cooperou doando terras para aumento do cemitério, construção de casas em frente à igreja, e formação do primeiro núcleo urbano.

Por essa época, incorporou-se o café à economia gonçalense. O bispo D. José Joaquim Justiniano forneceu aos padres Couto e João Lopes, residentes em Resende e São Gonçalo, as primeiras sementes da rubiácea. De São Gonçalo o café espalhou-se por todo o interior do Estado do Rio de Janeiro, pela Bahia e, anos mais tarde, pelo Espírito Santo. A iniciativa do padre João Lopes garantiu à freguesia a liderança no cultivo da maior riqueza do Brasil-Império. Atualmente, embora destinadas a suprir somente o consumo interno, existem pequenas plantações, remanescentes das primeiras culturas.

O intercâmbio econômico com os centros mais populosos foi, nos primeiros tempos, dificultado pela morosidade dos transportes entre os centros produtores e as regiões centrais e o litoral. O aproveitamento dos rios, entretanto, facilitou em grande parte o comércio importador e exportador, e ainda antes da República, providências foram tomadas no sentido da abertura de rodovias, visando-se ao engrandecimento da região. Mais tarde, quando o desenvolvimento agrícola e industrial veio a exigir maior capacidade de escoamento para a produção local, tiveram inicio as construções ferroviárias. A inauguração dos ramais da Estrada de Ferro Cantagalo - hoje Leopoldina e da Estrada de Ferro Maricá concorreram decisivamente para o progresso de toda a Baixada Fluminense.

A proximidade da Capital da Província dificultou a emancipação de São Gonçalo, não obstante a posição de destaque que ostentava já em meados do século XIX. Só em 1890 se desligou de Niterói, tornando-se Município. Mesmo assim, vários fatores continuaram a influir em contrário à nova situação, do que resultou a supressão do Município, dois anos depois. Com tal decisão não concordaram os habitantes, os quais, poucos meses após, viram coroada de êxito a campanha reivindicadora.

Gentílico: gonçalense

Formação Administrativa

Freguesia criada com a denominação de São Gonçalo, por alvará de 10-02-1646 ou 1647, no município de Niterói.

Elevado à categoria de vila com a denominação de São Gonçalo, pelo decreto estadual nº 124, de 22-09-1890, desmembrado de Niterói. Constituído do distrito Sede.

Pelas leis estaduais nº 752, de 15-10-1906 e nº 1232, de 18-01-1915, a vila de São Gonçalo adquiriu do município de Niterói o distrito de Ipiiba, ex-São Sebastião do Itaipu.

Pelas leis estaduais nº 791, de 05-09-1907 e nº 1807, de 15-01-1924, o distrito de Ipiiba volta a denominar-se São Sebastião do Itaipu.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, a vila aparece constituída 3 distritos: São Gonçalo, Cordeiros e Itaipu.

Pela lei nº 1679, de 20 de dezembro de 1920, é criado o distrito de Neves e anexado ao município de São Gonçalo. Elevado à condição de cidade e sede municipal com a denominação de São Gonçalo, pela lei estadual n° 1.797, de 20-11-1922, e lei estadual n° 2.335, de 27 de dezembro de 1929.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 4 distritos: São Gonçalo, Cordeiros, Neves e Sebastião do Itaipu.

Assim permanecendo em divisões terrritoriais datadas de 31-Xll-1936 e 31-Xll-1937.

Pelo decreto-lei estadual nº 392-A, de 31-03-1938, o distrito de São Sebastião do Itaipu passou a denominar-se Itaipu.

Pelo decreto-lei estadual nº 641, de 15-12-1938, são criados os distritos de Monjolo Sete Pontes e anexado ao município de São Gonçalo e o distrito de Cordeiros passou a denominar-se José Mariano.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 6 distritos: São Gonçalo, Itaipu ex-São Sebastião do Itaipu , José Mariano ex-Cordeiros, Monjolo, Neves e Sete Pontes.

Pelo decreto-lei estadual nº 1055, de 31-12-1943, transfere o distrito de Itaipu do município de São Gonçalo para o de Niterói.

Pelo dcreto-lei estadual nº 1056, de 31-12-1943, o distrito de José Mariano passou a denominar-se Ipiiba.

Em divisào territorial datada de 1-Vll-1960, o município é constituído de 5 distritos: São Gonçalo, Ipiiba ex-José Mariano, Monjolo, Neves e Sete Pontes.

Em "Síntese" de 31-Xll-1994, o município é constituído de 5 distritos: São Gonçalo, Ipiiba, Monjolo, Neves e Sete Pontes.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Fonte: IBGE

Código do Município

3304904

Gentílico

gonçalense

Prefeito

JOSÉ LUIZ NANCI

População
População estimada [2018]1.077.687 pessoas  
População no último censo [2010]999.728 pessoas  
Densidade demográfica [2010]4.035,90 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,1 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]129.689 pessoas  
População ocupada [2016]12,4 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]34,5 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]96,7 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]4,3  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]3,2  
Matrículas no ensino fundamental [2017]99.424 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]26.154 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]6.265 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]2.599 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]404 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]132 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]16.216,45 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]-  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,739  
Total de receitas realizadas [2017]1.064.524,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]1.051.761,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]13,38 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,3 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]194 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]248,319 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]81,4 %  
Arborização de vias públicas [2010]34,4 %  
Urbanização de vias públicas [2010]28,7 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  18. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  19. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  21. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  22. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  23. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  24. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  25. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  26. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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