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São Fidélis - Rio de Janeiro



São Fidélis é um município na Microrregião de Campos dos Goytacazes,na Mesorregião do Norte Fluminense, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil. Possui uma área de 1 028,095km², dividida em cinco distritos.

São Fidélis também é conhecida como "Cidade Poema" devido às belezas naturais e ao seu grande número de poetas. Terra de inúmeros grupos de imigrantes, muitas de suas famílias possuem origem sírio-libanesa, portuguesa, alemã, italianas, dentre outros grupos. Sua economia é baseada no cultivo da cana-de-açúcar e na agropecuária (gado de corte e pecuária leiteira). Na agricultura, São Fidélis se caracteriza pela policultura, sendo suas principais culturas a de cana-de-açúcar, arroz, milho, tomate, banana, algodão e goiaba. Apresenta ainda potencial para fruticultura, olericultura, floricultura e silvicultura. Sua economia possui representação também em outros setores, como indústria, comércio, cooperativas e pesca.

É banhada pelo Rio Paraíba do Sul e por dois importantes afluentes: Rio Dois Rios e Rio do Colégio. Seu acesso principal se dá pela RJ-158 que liga a cidade a Campos dos Goytacazes.

História da cidade de São Fidélis

Segundo a tradição, o território do Município de São Fidélis era habitado, primitivamente, pelos índios coroados e puris.

A primeira incursão de civilizados deu-se por volta de 1780, contando-se entre os pioneiros ongelo Severo da Silva, Faustino Cabral, Pedro Dias, Luiz Coelho e um oficial sapateiro, cujo nome não chegou até nossos dias. Sua história está, no entanto, ligada a do Município; esse operário fixou-se nas fraldas de uma serra, que posteriormente tomou o nome de Serra do Sapateiro. Reza ainda a tradição que esse pioneiro e seus dois filhos foram mortos pelos índios coroados, sendo poupada apenas sua filha, levada para as tabas.

Por essa época havia na região somente moradias esparsas de colonos, que viviam sob constante ameaça dos aborígines, notadamente dos índios coroados.

Fato curioso é que tenham sido esses mesmos selvagens que viessem solicitar a vinda da civilização para aquelas plagas. é Monsenhor Pizarro, em suas Memórias Históricas, quem relata: "Os índios coroados que habitavam os sertões de Campos dos Goitacazes, pelas margens do Paraíba, dando demonstrações de quererem aldear-se, vinham frequentemente, à vila de São Salvador dos Campos (atual cidade de Campos), pedir um sacerdote pare seu diretor, até que o mestre-de-campo João José de Barcelos, prevendo o bom resultado que podia colher-se de um aldeamento, comunicou ao vice-rei Marquês de Lavradio, as favoráveis pretensões que manifestavam os coroados.

O vice-rei não quis deixar de aproveitar-se deste ensejo para fundação de mais um povoado e para conduzir facilmente os indígenas à vida social e faze-los perder toda a repugnância que porventura tivessem pelos costumes civis, tão contrários aos hábitos arraigados de uma vida nômade. Ordenou ao mestre-de-campo que enviasse alguns deles à cidade do Rio de Janeiro. Contentes com o agasalho que lhes deram, satisfeitos com os carinhos e desvelos que lhes foram prodigalizados, voltaram os índios, engrandecendo e exagerando as qualidades e maneiras do vice-rei e foram levar ao conhecimento de seus irmãos a sua admiração pelas habitações que viram, pelas comodidades sociais que presenciaram e gozaram, pela ordem que observaram em tão grande, vasta e populosa aldeia, como pare eles seria a Capital do nosso Império.

Foi assim que, interessando-se pela vida local, o vice-rei tomou as primeiras providências para que ali se erguesse uma grande aldeia para os indígenas. Foram incumbidos dessa missão os frades capuchinhos Frei Vitório de Cambiasca e Frei ongelo Maria de Luca que chegaram às terras do atual Município de Campos em 14 de setembro de 1781.

Partiram dali os frades capuchinhos à procura de local apropriado para o aldeamento, tendo atingido, no dia 27, um sítio conhecido por Gamboa, onde encontraram boa acolhida por parte dos índios coroados. Exatamente nesse local, ergue-se hoje a cidade de São Fidélis, em região fronteira ao Rio Paraíba.

No dia seguinte à chegada dos frades, foi celebrada a primeira missa em oratório improvisado, depois transformado em capela, dedicada ao culto de São Fidélis de Sigmaringa. E, apenas oito anos passados, a povoação florescia, impondo-se a construção de um templo. A 8 de setembro de 1799, foi lançada a pedra fundamental da igreja, tendo sido inaugurada a 23 de abril de 1808. é essa igreja, a atual Matriz de São Fidélis.

Em 1812 a localidade recebeu o predicamento de curato e em 1838, já ali existindo um Juiz de Paz, participava da Junta de Paz dos Campos de Goitacazes, criada pela Deliberação de 13 de outubro.

Em virtude do grande desenvolvimento da agricultura, ao lado da exploração da madeira de lei,

o povoado progrediu rapidamente, sendo elevado à categoria de freguesia em 1840.

Em 1847, a 12 de abril, recebeu a visita do Imperador D. Pedro II em casa do coronel João Manoel de Souza, mais tarde Barão de Vila-Flor. é do historiador Inácio Raposo o relato que se segue: "Numa visita que dispensara o monarca às obras que se faziam no zimbório da majestosa igreja de São Fidélis, disse o futuro Barão de Vila-Flor ao ilustre soberano que admirava as belezas do Paraíba: que linda povoação é esta para uma vila! O Imperador sorriu discretamente e respondeu-lhe: Será! "

Gentílico: fidelense

Formação Administrativa

Freguesia criada com a denominação de São Fidélis de Sigmaringa, por lei provincial n.° 177, de 02-04-1840, no município de Campos atual Campos dos Goitacazes, bem assim os decretos estaduais nº 1, de 08-05-1892 e nº 1-A, de 03-06-1892.

Elevado à categoria de vila com a denominação de São Fidélis de Sigmaringa, pela lei provincial n° 503 de 19-04-1850, desmembrado de Campos. Constituído do distrito sede. Instalado em 05-03-1855.

Pelo decreto provincial nº 1288, de 24-12-1864 e dcretos estaduais nº 1, de 08-05-1892 e nº 1-A, de 03-06-1892, é criado o distrito de Ponte Nova e anexado a vila de Saão Fidélis de Sigmaringa..

Elevada à condição de cidade e sede com a denominação de São Fidélis, pelo decreto-lei nº 1533, de 03-12-1870.

Pelo decreto n° 140, de 28-10-1890, elevou o povoado de São José de Leonissa a município, com a denominação de Itaocara, sendo o território desmembrado do de São Fidélis.

Pela deliberação de 29-10-1890, foram criados os distritos de Cambuci, Dois Rios, Ipuca, Nova e Timbó.

Pelo decreto estadual nº 222, de 06-05-1891, desmembra do município de São Fidélis o distrito de Cambuci. Elevado à categoria de vila.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município se compunha de 5 distritos: São Fidélis, Dois Rios, Ipuca, Ponte Nova e Timbó,

Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-Xll-1936 e 31-Xll-1937.

Pelo decreto-lei estadual nº 392-A, de 31-12-1938, o distrito de Dois Rios passou a denominar-se Colônia.

Pelo decreto-lei estadual nº 641, de 15-11-1938, o distrito de Timbó passou a denominar-se Pureza.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município de São Fidélis é constituído de 5 distritos: São Fidélis, Colônia ex-Dois Rios, Ipuca, Ponte Nova e Pureza, ex-Timbó.

Pelo decreto-lei estadual nº 1056, de 31-12-1943, o distrito de Ponte Nova passou a denominar-se Cambiasca.

Em divisão territorial datada de 1-Vll-1960, o município de São Fidélis figura com 5 distritos: São Fidélis, Cambiasca ex-Ponte Nova , Colônia, Ipuca e Pureza.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Alteração toponímica municipal

São Fidélis de Sigmaringa para simplesmente São Fidélis, alterado pelo dcreto-lei estadual nº 1533, de 03-12-1870.

Fonte: IBGE

Código do Município

3304805

Gentílico

fidelense

Prefeito

AMARILDO HENRIQUE ALCANTARA

População
População estimada [2018]38.626 pessoas  
População no último censo [2010]37.543 pessoas  
Densidade demográfica [2010]36,39 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,7 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]5.391 pessoas  
População ocupada [2016]14,3 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]35,1 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]97,1 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]4,8  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,3  
Matrículas no ensino fundamental [2017]4.435 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]1.174 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]384 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]142 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]33 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]7 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]19.392,35 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]-  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,691  
Total de receitas realizadas [2017]103.821,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]101.340,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]16,17 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]3,7 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]22 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]1.034,893 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]75,2 %  
Arborização de vias públicas [2010]87 %  
Urbanização de vias públicas [2010]47,2 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  18. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  19. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  21. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  22. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  23. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  24. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  25. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  26. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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São Fidélis: Imagens da cidade e Região

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