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São João da Barra - Rio de Janeiro



São João da Barra é um município da mesorregião do Norte Fluminense, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil. Ocupa uma área de 458,611km², contando com 35 595 habitantes (2009). Foi criado no ano de 1677.

Até a chegada dos portugueses ao Brasil, no século XVI, toda a região da foz do Rio Paraíba do Sul era ocupada pelos índios goitacá. A partir de 1630, a região passou a ser colonizada por pescadores provenientes de Cabo Frio. Data, dessa época, a construção da Ermida de São João Batista, que daria origem à Vila de São João Batista da Barra. No século XVIII, a vila tornou-se um importante ponto de passagem para o açúcar proveniente de Campos dos Goitacases em direção a Salvador. Em 17 de junho de 1850, a vila foi elevada à condição de cidade por decreto do imperador brasileiro dom Pedro II. Após um período de decadência durante a maior parte do século XX, a cidade voltou a prosperar com a descoberta de petróleo na Bacia de Campos no final desse século.

A cidade possui seis distritos:

História da cidade de São João da Barra

A região norte-fluminense, onde se estende o território do atual Município de São João da Barra, era habitada pelos Goitacás. Quando, em 1534, o rei de Portugal dividiu o Brasil em capitanias hereditárias, ficaram essas terras compreendidas na Capitania de São Tomé, ou Paraíba do Sul, doada a Pero Góis da Silveira.

Pero Góis só chegou ao Brasil em 1539, tomou posse de seus novos domínios e iniciou a construção de um aldeamento, que recebeu, em 1540, a denominação de Vila da Rainha. Essa povoação transformou-se mais tarde na Vila de Itabapoana, sede de um dos Distritos do atual Município.

Estabelecido o aldeamento, o donatário cuidou do desenvolvimento de suas terras, promovendo culturas de cana-de-açúcar, mediante distribuição de mudas trazidas da Capitania de São Vicente.

Após essas primeiras medidas e no propósito de ampliar as possibilidades econômicas do núcleo, Pero Góis voltou a Portugal, em busca do material necessário à construção de engenhos para a fabricação de açúcar. Ao regressar, no entanto, encontrou as terras em abandono. O administrador por ele escolhido e os colonos haviam se retirado da região, intimidados pelos constantes ataques dos índios. Ainda assim, tentou Góis reorganizar suas plantações, mas, insatisfeito com os resultados de seus esforços e desiludido de fazer reviver a Vila da Rainha, retirou-se para a Europa.

Voltaram os Goitacás a ocupar a terra abandonada, até serem, mais tarde, expulsos pelas expedições de bandeirantes; estas, no local onde hoje se ergue a Cidade estabeleceram um "pouso de tropas", iniciando o repovoamento da região. Por volta de 1630, espalhada a notícia da riqueza do solo, afluíram novas levas de colonizadores, que se fixaram nas imediações do primitivo "pouso de tropas" e da capela erigida nas cercanias e dedicada a São João Batista da Barra.

Os sucessores de Pero Góis da Silveira, em face do insucesso da colonização, haviam, já então, renunciado à Capitania. Parte desta, compreendendo o local onde mais tarde seria fundada a Vila de São João da Praia, fora doada, em 1627, a Antônio Pacheco Caldeira, Antônio de Andrade e Domingos Pacheco; dessa distribuição resultou o novo surto de prosperidade.

A partir dessa época, verificou-se maior afluxo de colonos, estenderam-se as áreas exploradas, surgiram novas plantações, principalmente de cana-de-açúcar. Os autores divergem em relação à data da emancipação do Município, opinando uns pelo ano de 1674 e outros pelo de 1676.

Topônimo do município é igualmente objeto de dúvida, afirmando alguns haver sido criado com a atual denominação, assegurando outros ser São João da Praia a designação oficialmente adotada. Fato é que o ritmo de progresso recebeu grande impulso, até que, por Decreto de 1º de junho de 1753, o Município foi anexado à Capitania do Espírito Santo, da qual só veio a separar-se para integrar a Província Fluminense, por força de Lei ou Carta de Doação de 31 de agosto de 1832.

Gentílico: são-joanense

Formação Administrativa

Freguesia criada com a denominação de Paraíba do Sul, por alvará de 02-01-1756 e por decreto estaduais nº 1, de 08-05-1892 e nº 1-A, de 03-06-1892. Posteriormente tomou a denominação de São João da Praia.

Pela carta da lei de 31-08-1832, transfere a Freguesia de São João da Praia Provincia do Rio de Janeiro

Elevado à categoria de vila com a denominação de São João da Barra, pelo decreto de 15-01-1833. Instalada em 15-04-1833.

Elevado à condição de cidade com a denominação de São João da Barra, pela pei provincial nº 534, de 17-06-1850,

Pelo decreto provincial nº 936, de 05-11-1856 e por decretos estaduais nº 1, de 08-05-1892 e nº 1-A, de 03-06-1892, é criado o distrito de Barra Sêca, e anexado ao município de São João da Barra.

Pelo decreto provincial nº 989, de 15-10-1857 e por dcretos estaduais nº 1, de 08-05-1892 e nº 1A, de 03-06-1892, é criado o distrito de São Sebastião de Itabapoana e anexado ao município de São João da Barra.

Pela lei provincial nº 1951, de 20-11-1873, é criado o distrito de Itaí e anexado ao município de São João da Barra.

Pelo decreto provincial nº 2006, de 08-05-1874 e por dcretos estaduais nº 1, de 08-05-1892 e nº 1-A, de 03-06-1892, é criado o distrito de São Luís Gonzaga e anexado ao município de Barra deSão João.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 5 distritos: São João da Barra, Barra Seca, Itaí, São Luiz Gonzaga São Sebastião de Itabapoana.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município de Barra de São João aparece constituído de 5 distritos: Barra de São João, Amparo do Itaí, ex-Itaí, Barra Seca, Itabapoana ex-São Sebastião de Itabapoana, São Luis Gonzaga.

Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-Xll-1936 e 31-XII-1937.

Pelo decreto-lei estadual nº 392-A, de 31-12-1938, o distrito de Amparo do Itaí passou a denominar-se Pipeiras

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 5 distritos: São João da Barra, Barra Seca, Itabapoana, Pipeiras ex-Amparo do Itaí, São Luis Gonzaga.

Pelo decreto-lei estadual nº 1056, de 31-12-1943, o distrito de São Luís Gonzaga passou a denominar-se Maniva.

Em divisão territorial datada de I-VII-1950, o município é constituído de 5 distritos: Barra de São João, Barra de Seca, Itabapoana, Maniva ex-São Luís Gonzaga e Pipeiras.

Pelo decreto legítimo nº 78, de 12-06-1958, é criado o distrito de Barcelos e anexado ao município de São João da Barra.

Em divisão territorial datada de I-VII-1960, o município é constituído de 6 distritos: São João da Barra, Barcelos, Barra Seca, Itabapoana, Maniva e Pipeiras.

Assim permanecendo em "Síntese" de 31-XII-1994.

Pela lei estadual nº 2379, de 10-01-1995, desmembra de São João da Barra os distritos de Itabapoana, Maniva e Barra Seca, para formar o novo município com a denominação de São Francisco de Itabapoana.

Em divisão territorial datada de 15-Vll-1997, o município é constituído de 3 distritos: São João da Barra, Barcelos e Pipeiras.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Alterações toponímicas municipais

Paraíba do Sul para São João da Praia alterado em 1676.

São João da Praia para São João da Barra, alterado por carta da lei de 31-08-1832.

Fonte: IBGE

Código do Município

3305000

Gentílico

são-joanense

Prefeito

CARLA MARIA MACHADO DOS SANTOS

População
População estimada [2018]36.138 pessoas  
População no último censo [2010]32.747 pessoas  
Densidade demográfica [2010]71,96 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]3,2 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]9.009 pessoas  
População ocupada [2016]25,8 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]38 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]97,5 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]5  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,2  
Matrículas no ensino fundamental [2017]5.617 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]1.184 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]502 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]147 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]38 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]8 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]111.529,40 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]74,7 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,671  
Total de receitas realizadas [2017]335.137,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]276.059,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]15,63 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,1 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]12 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]454,669 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]37,3 %  
Arborização de vias públicas [2010]58,5 %  
Urbanização de vias públicas [2010]20,5 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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São João da Barra: Imagens da cidade e Região

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Comentários (2)

  1. Maria Lúcia Moreira de Araújo's avatarMaria Lúcia Moreira de Araújo

    Olá, Boa Tarde!

    Interessante o histórico sobre São João da Barra. Sou uma sãojoanense ,nasci aí e como uma nômade desde o nascimento ,hoje resido no Espírito Santo.

    Há mais de sessenta anos não retorno .

    Mas gostaria de saber quem foram os prefeitos antigos , especialmente entre 1955 e 65. Se possível, ficaria muito grata.

    Atenciosamente ,

    Maria Lúcia

    #2 – 25/01/2018 - 16:40

  2. Maria Lúcia Moreira de Araújo's avatarMaria Lúcia Moreira de Araújo

    Olá, Boa Tarde!

    Interessante o histórico sobre São João da Barra. Sou uma sãojoanense ,nasci aí e como uma nômade desde o nascimento ,hoje resido no Espírito Santo.

    Há mais de sessenta anos não retorno .

    Mas gostaria de saber quem foram os prefeitos antigos , especialmente entre 1955 e 65. Se possível, ficaria muito grata.

    Atenciosamente ,

    Maria Lúcia

    #1 – 25/01/2018 - 16:37

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