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São João do Triunfo - Paraná



São João do Triunfo faz parte do estado do Paraná.

A primeira penetração na região, onde se localiza o atual município de São João do Triunfo, foi feita por um caçador, que deslumbrado ante a majestade da floresta, decidiu aí se estabelecer, dando início ao desbravamento e povoamento do sertão. Em 1864 João Nunes de Souza, morador em São José dos Pinhais, internou-se no sertão como caçador, esporte a que se dedicara com grande entusiasmo, e, em determinado ponto, resolveu radicar-se e fixar residência. Transportando a sua família para o local que escolhera, João Nunes de Souza iniciou os fundamentos de uma propriedade rural, que deu origem à povoação, hoje cidade de São João do Triunfo. Outros sertanistas seguiram o seu exemplo e, com o decorrer do tempo, se foram fixando na localidade. Antônio Dotes foi o segundo desbravador a acompanhar o gesto de João Nunes de Souza, fixando-se no sertão. O primeiro lugar explorado, devassado o povoado, recebeu a denominação de Rio da Vargem para onde se transferiu, em 1867, Antônio Dotes, seguido de outros bandeirantes e onde já se encontrava João Nunes de Souza.

Em 1871 foi criada nas terras doadas por João Nunes de Souza, a freguesia de São João do Triunfo, nova denominação dada ao antigo povoado Rio da Vargem. Foi então construída a primeira capela, sob a invocação de São João Batista. São João do Triunfo teve foros de Vila, por ocasião da criação do município com esta denominação, em virtude do Decreto Estadual no. 13, de 8 de Janeiro de 1890, com área formada do território até então pertencente ao município de Palmeira. A sede Municipal foi instalada oficialmente a 15 de Fevereiro de 1890, e, por Decreto no. 88 do mesmo ano, foi elevada judicialmente à categoria do termo.

História da cidade de São João do Triunfo tem sua história ligada ao contexto da navegação do rio Iguaçu, à imigração polonesa, italiana, árabe e alemã, e às atividades dos tropeiros que viviam e passavam pelo município. A zona rural de São João do Triunfo foi estruturada até 1970 a partir das formações de sistemas faxinais e de pequenas propriedades de colonos imigrantes.

Pela história oficial, a base do povoamento de São João do Triunfo começou no ano de 1864, quando o Sr. João Nunes de Souza, até então morador de São José dos Pinhais, ali se estabeleceu. Com ele foi toda a família. Desbravaram a região, lançaram sementes na terra, abriram picadas na mata e fizeram propaganda para atrair outras pessoas. Uma comunidade foi gradativamente se formando, a qual recebeu o nome de Rio da Vargem. O povo do lugar construiu uma capela, na qual foi colocada a imagem de São João Batista. Muitas casas foram sendo construídas ao redor da pequena igreja. Em pouco tempo a denominação do povoado foi alterada. O santo padroeiro e o triunfo obtido pelos ousados desbravadores da região de Rio da Vargem contribuíram para a composição do novo nome.

Porém, antes mesmo do estabelecimento de imigrantes, principalmente de poloneses no final do séc. XIX, e da navegação do rio Iguaçu, com a formação de importantes portos no contexto regional e estadual, como o Porto da Vila Palmira e Porto Feliz, a região onde hoje se encontra o município de São João do Triunfo já era habitada por caboclos e índios que sobreviviam da agricultura de subsistência, da caça e da pesca.

O estabelecimento de colônias de imigrantes, juntamente com a navegação do Rio Iguaçu, e as populações caboclas dão a São João do Triunfo uma diversidade cultural e uma multiplicidade de manifestações religiosas e de apropriação de espaços dentro do município. Desta forma, é importante destacar a heterogeneidade da população que constitui seus espaços dentro do município e entendê-la dentro de um processo histórico de constante reelaboração.

Em 16 de março de 1871 pela Lei Provincial no. 254, São João do Triunfo foi elevada à categoria de Freguesia. Em 08 de janeiro de 1890, pela Lei Estadual no. 13, foi criado o município de São João do Triunfo com território desmembrado do município de Palmeira. Atualmente, o território do município abriga o distrito de Palmira. Palmira recebeu foros de município em 10 de abril de 1909, através da Lei Estadual no. 874, tendo sido mais tarde anexado a São João do Triunfo.

Em 1891 instalou-se o núcleo colonial de Palmira com imigrantes poloneses. A colônia compunha-se de 88 lotes rurais agrupados em dois núcleos: o de Rio dos Patos e o de Bromado. A economia de Palmira baseava-se na indústria extrativa vegetal - erva mate e madeira - na produção agrícola e na sua condição de porto fluvial.

Segundo o recenseamento de 1890, o Município de São João do Triunfo contava com 5.789 habitantes. No recenseamento de 1900, o município possuía 11.938 habitantes. O censo de 1920 computa o elemento estrangeiro por município. Nesta ocasião o Município de São João do Triunfo contava com 9.042 habitantes, destes 220 estrangeiros, e o Município de Palmira 2.423 habitantes, dos quais 290 eram poloneses. No censo de 1950, os municípios de São João do Triunfo e Palmira já aparecem unificados com um total de 10.850 habitantes.

Na década de trinta, São João do Triunfo era considerado um dos municípios mais ricos da região. Localizado à margem direita do Rio Iguaçu, possuía importante porto fluvial de embarque e desembarque: Porto Feliz. Sua principal fonte de renda era a erva mate, no entanto, produzia também cereais (milho, feijão e trigo) e exportava madeiras de pinho e imbuia. Diversos estabelecimentos comerciais e industriais encontravam-se em funcionamento na sede do município: coletoria, cartório, tabelionato, colégio, padaria, farmácia, açougue, alfaiataria, sapataria, olaria, marcenaria e oficinas de carpintaria. Destaque eram as sete serrarias e os dois moinhos de cereais do município.

Nesta mesma década, Palmira, outro importante porto fluvial, apresentava uma infra-estrutura de destaque. Contava com: hotel, casas comerciais, clube social, igreja, farmácia, cartório, correio e câmara municipal. Na praça havia um coreto onde, nos finais de semana, a banda local tocava. A construção da estrada de rodagem de Palmeira até São Mateus do Sul fez, entretanto, que entrasse em decadência.

A navegação no Rio Iguaçu, fator preponderante para o desenvolvimento de São João do Triunfo e Palmira, teve início em 1882. Através de concessão imperial (Decreto no. 7248/1879), o Sr. Amazonas de Araújo Marcondes (Coronel Amazonas) estabeleceu uma linha de navegação entre Porto Amazonas e Porto União. O primeiro navio a percorrer este trecho foi o vapor "Cruzeiro", que fez sua primeira viagem em 27 de dezembro de 1882.

A navegação possibilitou o povoamento das margens do rio e o escoamento dos seus produtos. De Porto União os produtos eram levados, via estrada de ferro para o porto marítimo de São Francisco. Em março de 1915 fundou-se a "Lloyd Paranaense", empresa de navegação fluvial. Vinte e seis embarcações a vapor transportavam passageiros e cargas sobre as águas do rio Iguaçu e seus afluentes. A sucesso da empresa "Lloyd" levou-a a expandir suas agências em diversas localidades, entre elas, Vila Palmira e Porto Feliz, em São João do Triunfo.

Com a extinção, na década de 1950, da última empresa de navegação que atuava no rio Iguaçu, o tráfego fluvial foi superado pelo rodoviário. As localidades que se estabeleciam em torno dos portos fluviais e que viviam principalmente em função do rio, como foi o caso do Município de São João do Triunfo, procuraram outras alternativas para a sua sustentação econômica.

Até 1950 o município tinha várias fábricas (cervejaria, gasosa) que faliram ou simplesmente foram fechadas logo depois que o porto foi desativado. Hoje a economia do município está toda centrada na agricultura. A fumicultura começou a ser praticada em São João do Triunfo em 1959. Em nenhum momento a cultura do fumo no município teve redução, sempre foi expandindo a sua produção. Atualmente existem, aproximadamente, 900 produtores de fumo, que em parceria com 6 empresas produzem em média 4.000 toneladas de fumo por ano.

Fonte: Câmara de Vereadores de São João do Triunfo http://www.cmsaojoaodotriunfo.pr.gov.br/history.html

Autor do Histórico: ANTôNIO ZUBER NETO

Código do Município

4125100

Gentílico

triunfense

Prefeito

ABIMAEL DO VALLE

População
População estimada [2018]14.996 pessoas  
População no último censo [2010]13.704 pessoas  
Densidade demográfica [2010]19,02 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,1 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]1.074 pessoas  
População ocupada [2016]7,2 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]40 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]96,9 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]5,4  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,4  
Matrículas no ensino fundamental [2017]2.053 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]603 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]127 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]51 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]13 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]4 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]30.780,46 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]88,3 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,629  
Total de receitas realizadas [2017]41.575,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]34.541,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]18,07 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]4,5 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]11 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]720,407 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]10,5 %  
Arborização de vias públicas [2010]40,8 %  
Urbanização de vias públicas [2010]37,4 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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