Início » Minas Gerais » Vazante


Vazante - Minas Gerais



Vazante faz parte do estado de Minas Gerais.

Vazante não surgiu do pouso de tropeiros em busca do ouro e muito menos por possuir prados amenos. Nasceu de uma visão de Nossa Senhora. Segundo relatos, Maria havia aparecido na que hoje chamam de Gruta da Lapa Velha. Vestida de branco, com longos cabelos pretos e envolta em uma forte luz, Maria fez-se ver a uma mulher, cujo nome não é citado pela história, que morava nos arredores da gruta onde hoje está o Santuário de Nossa Senhora da Lapa, cunho este adquirido pois que, havera aparecido numa gruta, apelidada de lapa.

Quanto à imagem que hoje está entronizada no altar mor do Santuário, não se sabe ao certo, mas segundo relatos de antigos moradores, fora esta trazida da Holanda, vinda de embarcação até o Rio de Janeiro, tendo sido custeado seu valor pelos ricos latifundiários da época e trazida do porto até a cidade a lombo de mula. Com o tempo a imagem sofreu diversas deteriorações, até que em meados do ano de 2006 a Paróquia Nossa Senhora da Lapa, com muito esforço e trabalho fizeram a restauração da imagem daquela que é motivo de tanta devoção popular. Antes da restauração a imagem tinha os braços caídos e se mantinha em uma posição simples hoje tem em sua mão direita o Menino Jesus e na esquerda um cetro. Uma coroa fixa e manto de cor escura. A justificativa que fora dada pelo restaurador é de que originalmente a imagem seria da forma que está hoje, pois Maria entra na Lapa (gruta) para dar a luz ao Menino Jesus e sai da gruta como Mãe do Filho de Deus e Rainha dos céus, daí o cetro que carrega em suas mãos.

História da cidade de Vazante

Vazante não surgiu com tropeiros em busca do ouro e muito menos por possuir prados amenos. Nasceu de uma visão da imagem de Nossa Senhora da Lapa em uma de suas grutas por um casal de viajantes, vindo em seguida uma capela e em torno desta o casario.

Nossa região já fora planilhada pelos civilizados em inícios do século XIX. Augusto de Sain-Hilaire em "Viagem às nascentes do Rio São Francisco", quando fala de nossa região, exalta a existência de uma serra, que como Araxá, Salitre, Serra Negra, brotam águas minerais que substituem o sal para o gado bovino.

A serra trata-se da Serra da Lapa e as águas minerais são as que se encontram nas proximidades do poço verde.

Primitivamente nosso primeiro nome foi Lapa, cujo território era constituído da Fazenda Vazante (durante os períodos das chuvas os 2 rios da região transbordavam provocando as cheias, também chamadas vazantes dos rios).

O povoamento de Vazante surge, propriamente, em virtude da visão da Lapa, que ocasionou uma grande romaria ao local.

O início do povoado, onde se formaria a futura cidade, se deu, realmente, por volta do ano de 1920. Foi justamente quando se procedeu a divisão da fazenda Vazante, com a separação do patrimônio de Nossa Senhora da Lapa.

Esse patrimônio foi doado por Ana Gonçalves (conhecida por Ana Pintada), Gervásio Gonçalves dos Santos e Gustavo Alves Rosa. Tratava-se de uma gleba de 20 alqueires, dentro da área da referida fazenda, sem local definido. Como não havia divisão oficial, em 1917, foi demarcada no lugar onde se encontra a cidade.

Em torno da capela surgiram as primeiras casas. Além das residências veio à casa comercial, onde se vendia de tudo. Depois apareceu a escola. Estruturou-se a primeira rua, a atual Rua Salatiel Corrêa. Outras iam surgindo, com casas bem construídas. Era o arraial de Vazante que nascia do Distrito de Guarda-Mor, no município de Paracatu.

Com o desenvolvimento do povoado em torno da capela, pleiteou-se a criação do distrito de Vazante. Acredita-se, quem esteve à frente desse movimento foi a Irmandade de Nossa Senhora da Lapa, também conhecida como Grupo dos 12. O distrito foi criado pelo governador Benedito Valadares, através do seu Decreto-Lei 148, de 17 de dezembro de 1938.

Todo o seu território foi desmembrado do distrito de Guarda-Mor, criado em junho de 1858, no município de Paracatu.

Apesar de criado o distrito em 1938, somente em 1944 se instalou o Cartório de Paz e Notas, cujo livro 001 teve o termo de abertura no dia 29 de abril de 1944.

A descoberta do minério de zinco se deu em 1933, através de pesquisas realizadas pelo engenheiro chileno ongelo Custódio Solis. Esta descoberta foi confirmada anos depois pelo geólogo Alberto Vellasco da Cia. Níquel Tocantins do Grupo Votorantim.

Nascia então a grande exploração do zinco que culminou com a primeira viagem de minério para a fábrica de Três Marias da Cia. Mineira de Metais em 1969.

Junto a este empreendimento o município cresceu muito nos últimos 30 anos.

Já na década de 90, com a queda do valor do zinco no mercado nacional e internacional, devido à abertura econômica ocorrida nos países da antiga União Soviética, Vazante sofreu e sofre duros golpes em sua economia.

O governo estadual, através da lei 336, de 27 de dezembro de 1948, estabeleceu modificações quinquenais - 1948/1953 - no quadro de divisão territorial no Estado, para criação de novos municípios.

Diante disso, as lideranças de Guarda-Mor logo se movimentaram pleiteando a sua emancipação. Vazante também sede distrital, não se deu a esse trabalho, pois o distrito não atingia às exigências legais, tanto de renda como população, para adquirir vida autônoma. Guarda-Mor não obstante a sede possuir pouco mais de 180 casas, preenchia os demais requisitos. Formou-se, então, uma comissão, sob a presidência de Joaquim da Silva Pena, para pleitear a emancipação. Reuniram-se em Claro de Minas e solicitaram apoio dos moradores de Vazante, inclusive o financeiro.

Os vazantinos concordavam com a emancipação de Guarda-Mor pelo fato de ficar mis perto que de Paracatu, e também porque alimentavam a esperança de o novo município ter como prefeito uma pessoa de Vazante, que seria impossível acontecer enquanto distrito de Paracatu.

A liderança guarda-morense pressentiu algo obscuro na certeza da emancipação de seu distrito. Havia um perigo muito grande parado no ar. Logo tratou de trabalhar junto à liderança de Vazante para reverter o quadro que parecia muito sombrio. De imediato solicitou de Camilo Rodovalho, um telegrama endereçado ao deputado José Vargas, nos seguintes termos: Não trava a emancipação de Guarda-Mor que Vazante não está à altura de ser emancipado.

Camilo Rodovalho, através de carta, pediu a Salatiel Valeriano e a Osório Marra, colocassem a sua assinatura no referido telegrama.

O portador da carta e do telegrama veio encontrar Salatiel muito doente, já desenganado pelos médicos que o assistiam. Osório Marra concordou em assinar, mas não quis levar ao conhecimento de Salatiel a sua atitude, em razão de seu precário estado de saúde. Dona Leolina Eufrásia de Jesus também lá se encontrava. Osório Marra solicitou-lhe que assinasse no lugar de Salatiel. Ela, taxativamente, se negou a fazê-lo.

Alírio Rosa, presenciando a tudo, reúne-se, no Cartório de Registro de Vazante, com Sebastião Corrêa Rabelo (escrivão), Waldemar Cavalcanti (comerciante), Antônio Mota (fazendeiro), Custódio Gonçalves Sobrinho (sitiante), Afonso José Ferreira (comerciante), Ubaldino Resende (comerciante), Otávio Ferreira (fazendeiro), Manoel Rodrigues Pires (professor) e comunicou-lhes o que estava acontecendo.

Sebastião Rabelo Corrêa redigiu um abaixo-assinado e o encabeçou, contrariando os termos do referido telegrama e solicitando a emancipação de Vazante. Todos os presentes o assinaram. Manoel Rodrigues Pires saiu colhendo assinatura dos moradores da Vila. O escrivão reconheceu as firmas de todos os signatários e quis colocar o documento no correio, endereçado ao deputado José Vargas. Receosos de que o telegrama, a ser passado em Paracatu, chegasse primeiro, fizeram um caixa e mandaram Ubaldino Resende levar o documento e entregá-lo, em mãos, ao deputado José Vargas. Isso foi concretizado com a maior presteza, evitando-se assim, talvez, que Vazante continuasse por mais algum tempo como sede distrital.

O fato é que através da Lei 1.039, de 12 de dezembro de 1953, sancionada pelo governador Juscelino Kubitschek de Oliveira, o distrito de Vazante é emancipado do de Paracatu e ficou constituído dos Distritos-Sede (Vazante), Guarda-Mor e Claro de Minas.

Na mesma ocasião, até serem realizadas as eleições municipais é nomeado pela Secretaria de Estado do Interior, em comissão, o intendente municipal, na pessoa do advogado Antônio Ribeiro, a quem caberia instalar o município em 1 de janeiro de 1954 e administrá-lo até a posse do primeiro prefeito eleito em 31 de janeiro de 1955.

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Vazantes, pelo decreto-lei estadual nº 148, de 17-12-1938, com terras desmembradas do distrito de Guarda-Mor, subordinado ao município de Paracatu.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Vazantes figura no município de Paracatu.

Pela lei nº 336, de 27-12-1948, o distrito de Vazante teve sua grafia alterada para Vasante.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Vasante (ex-Vazante) figura no município de Paracatu.

Elevado à categoria de município com a denominação de Vazante, pela lei nº 1039, de 12-12-1953, desmembrado de Paracatu. Sede no atual distrito de Vazante (ex-Vasante). Constituído de 3 distritos : Vasante, Guarda Mor e Claro de Minas, os dois primeiros desmembrados de Paracatu e Claro de Minas criado pela mesma lei acima citada. Instalado em 01-01-1954.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 3 distritos: Vazante, Claro de Minas e Guarda Mor.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.

Pela lei estadual nº 2764, de 30-12-1962, desmembra do município de Vazante o distrito de Guarda-Mor. Elevado à categoria de município.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1963, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Retificação de grafia

Vazante para Vasante, alterado pela lei nº 336, de 27-12-1948.

Vasante para Vazante, alterado pela lei nº 1039, de 12-12-1953.

Fonte: Prefeitura Municipal

Autor do Histórico: MARLICE DE MATOS DA SILVA

Código do Município

3171006

Gentílico

vazantino

Prefeito

JACQUES SOARES GUIMARAES

População
População estimada [2018]20.537 pessoas  
População no último censo [2010]19.723 pessoas  
Densidade demográfica [2010]10,31 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,8 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]4.563 pessoas  
População ocupada [2016]22,0 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]34,2 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]97,3 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6,6  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]5,4  
Matrículas no ensino fundamental [2017]2.536 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]907 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]189 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]70 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]13 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]5 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]27.494,32 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]89,4 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,742  
Total de receitas realizadas [2017]58.513,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]47.095,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]8,66 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,9 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]11 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]1.913,396 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]83,9 %  
Arborização de vias públicas [2010]83,9 %  
Urbanização de vias públicas [2010]15,3 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

Ajude a divulgar a Histórias de sua cidade.

Se você encontrou algum dado incorreto ou acha que pode melhorar essas informações, entre em contato conosco ou envie seu texto para gente.


Vazante: Imagens da cidade e Região

imagem de Vazante+Minas+Gerais n-1
imagem de Vazante+Minas+Gerais n-2
imagem de Vazante+Minas+Gerais n-3
imagem de Vazante+Minas+Gerais n-4
imagem de Vazante+Minas+Gerais n-5
imagem de Vazante+Minas+Gerais n-6
imagem de Vazante+Minas+Gerais n-7
imagem de Vazante+Minas+Gerais n-8
imagem de Vazante+Minas+Gerais n-9
imagem de Vazante+Minas+Gerais n-10
imagem de Vazante+Minas+Gerais n-11
imagem de Vazante+Minas+Gerais n-12
imagem de Vazante+Minas+Gerais n-13
imagem de Vazante+Minas+Gerais n-14
imagem de Vazante+Minas+Gerais n-15
imagem de Vazante+Minas+Gerais n-16
imagem de Vazante+Minas+Gerais n-17
imagem de Vazante+Minas+Gerais n-18
imagem de Vazante+Minas+Gerais n-19

Disponibilizamos uma vasta lista de hotéis de variados preços no município de Vazante e arredores.


Você conhece a cidade de Vazante? Então deixe seu comentário!


Comentários (0)

Ainda não há comentários, seja o primeiro!

Postar um comentário

     (Opcional)




Estados





Compartilhe Esta Página: