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Porto Alegre - Rio Grande do Sul



Porto Alegre é uma cidade e a capital do estado mais meridional do Brasil, o Rio Grande do Sul. Pertence à mesorregião metropolitana de Porto Alegre e à microrregião de Porto Alegre. Com uma área de quase 500km², possui uma geografia diversificada, com morros, baixadas e um grande lago, o Guaíba, distando 2027 quilômetros de Brasília, a capital nacional.

A cidade constituiu-se a partir da chegada de casais açorianos em meados do século XVIII. No século XIX contou com o influxo de muitos imigrantes alemães e italianos, recebendo também espanhóis, africanos, poloneses e libaneses. Desenvolveu-se com rapidez, e hoje abriga mais de 1,4 milhões de habitantes. A cidade enfrenta muitos desafios, entre eles a grande população ainda vivendo em condições de pobreza e sub-habitação, um alto custo de vida, deficiências sérias no tratamento de esgotos, muita poluição e degradação de ecossistemas originais, índices de crime elevados (embora indicando uma tendência de queda) e crescentes problemas de trânsito.

Por outro lado, ostenta mais de 80 prêmios e títulos que a distinguem como uma das melhores capitais brasileiras para morar, trabalhar, fazer negócios, estudar e se divertir. Foi destacada em anos recentes também pela ONU como a Metrópole nº1 em qualidade de vida do Brasil por três vezes; como possuindo um dos 40 melhores modelos de gestão pública democrática pelo seu Orçamento Participativo, e por ter o melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) entre as metrópoles nacionais. Dados do IBGE a apontaram em 2009 como a capital brasileira com a menor taxa de desemprego, a empresa de consultoria britânica Jones Lang LaSalle a inclui em 2004 entre as 24 cidades com maior potencial para atrair investimentos no mundo e figura na lista da Pricewaterhouse Coopers entre as cem cidades mais ricas do mundo. Porto Alegre é uma cidade influente no cenário global, recebendo a classificação de cidade global "gama -", por parte do Globalization and World Cities Study Group & Network (GaWC).

História da cidade de Porto Alegre

A região onde se ergue Porto Alegre era primitivamente habitada pelos indígenas tapes minuano.

São considerados marcos históricos da colonização, as sesmarias São José, pertencente a Sebastião Francisco Chaves; Nossa Senhora de Santana, propriedade de Jerônimo de Ornelas de Menezes de Vasconcelos; e São Gonçalo, de Dionísio Rodrigues Mendes. Destas, a que realmente representou o ponto inicial da capital gaúcha foi a de Jerônimo de Ornelas, iniciador do povoamento, que em 5 de novembro de 1740 recebeu carta de doação assinada por Gomes Freire de Andrada, em nome do Rei de Portugal.

às margens do Rio Guaíba, nas terras em que Jerônimo de Ornelas, em 1732, estabeleceu sua fazenda de criação de gado e pouso, surgiu pequeno ancoradouro utilizado pelas embarcações que atendiam a recem fundada povoação de Capela Grande do Viamão, razão pela qual ficou o povoado conhecido como Porto de Viamão. A magnífica localização geográfica do ancoradouro representou fator decisivo para o acelerado desenvolvimento daquele povoado.

Em Edital de agosto de 1742, Dom João, Rei de Portugal, ante a insistência do Brigadeiro José da Silva Paes, consentiu a emigração açoriana para o Brasil. Em 1745 teve início o alistamento dos que tentariam a promissora aventura, sendo que ao Rio Grande do Sul, contudo, em decorrência das constantes lutas entre luso-brasileiros e espanhóis, estava vedada a entrada de casais açorianos.

Ao ser firmado o Tratado de Madrid de 1750, foi ordenado ao Governador de Santa Catarina, Manoel Escudeiro de Souza, que mandasse para Porto de Viamão uma leva dos casais que estavam para chegar ao Brasil.

Contrariando as ordens recebidas e desejando ser agradável ao Rei, o Governador Manoel Escudeiro determinou o embarque imediato de casais que já estavam radicados na Vila do Desterro, atual Florianópolis. Aportaram eles no Rio Grande do Sul, nos últimos dias de abril de 1751.

No fim de 1751, com a chegada de nova leva de casais ao Desterro, o Governador selecionou 60 deles, com cerca de 300 pessoas, e os fez embarcar para o Rio Grande do Sul, cumprindo assim as determinações reais. Estes casais, chegaram ao Porto de Viamão em janeiro de 1752 e foram levados às suas terras já delimitadas no Morro de Santana e arredores.

Entretanto, devido a escasses de água no local, os casais ali não quiseram ficar e pouco a pouco foram se instalando pelas imediações do Porto de Viamão, que passou a ser conhecido, então, pelo nome de Porto dos Casais.

São Francisco foi escolhido como padroeiro da nova povoação, daí a razão da localidade ser também conhecida como Porto de São Francisco dos Casais.

Mais ou menos em junho de 1752, com a chegada de mais casais açorianos, por ordem de Gomes Freire de Andrada, parte destes casais seguiu para o Porto de Viamão, reunindo-se aos 60 casais vindos em janeiro do mesmo ano.

Em 19 de novembro de 1752, sessenta milicianos paulistas, pertencentes a tropa do Coronel Cristóvão Pereira de Abreu, chegaram ao Porto dos Casais para dar assistência aos habitantes. Foi essa a primeira tropa que se instalou em Porto Alegre, após a chegada dos casais açorianos. Junto com os milicianos veio um capelão militar, da Ordem Carmelita, Frei Faustino Antônio dos Santos Alberto Silva, para assistir espiritualmente aos moradores do povoado.

Ainda em 1752, em virtude da necessidade de instalação dos casais açorianos, as terras pertencentes a Jerônimo de Ornelas foram desapropriadas, tendo ele se retirado para Triunfo, onde fundou o povoado de Bom Jesus do Triunfo.

A ocupação da Colônia de Sacramento, em 1762, pelos espanhóis, e a queda da Vila de Rio Grande, nas mãos de Dom Pedro Zeballos, em 1763, contribuíram para o crescimento do Porto dos Casais, com a vinda dos colonos daquelas localidades. O aumento da população propiciou o desenvolvimento.

Em 1773, o Governador do Rio Grande do Sul, Coronel José Marcelino de Figueiredo, pelo Aviso de 24 de julho, por Ordem Real, transferiu para o Porto dos Casais a Sede do Governo, que se achava instalada na Capela Grande do Viamão, desde a ocupação da Vila do Rio Grande por Zeballos.

Neste mesmo ano, foi mudado o orago de São Francisco para Nossa Senhora Madre de Deus de Porto Alegre, sendo a Freguesia elevada à categoria de Paróquia, e substituído o nome de Porto dos Casais pelo de Nossa Senhora Madre de Deus de Porto Alegre, mais tarde simplesmente Porto Alegre.

O Alvará de 23 de agosto de 1808 e a Resolução Régia de 7 de outubro de 1809, elevaram a povoação à categoria de Vila, verificando-se a instalação em 11 de dezembro de 1810.

Porto Alegre tornou-se sede da Capitania de São Pedro do Rio Grande e cabeça de Comarca, sob a denominação de Comarca de São Pedro do Rio Grande e Santa Catarina, por Alvará de 16 de dezembro de 1812.

A 26 de abril de 1821, ocorreu rebelião na cidade, pois a Câmara Municipal desobedecendo a Constituição Portuguesa, que determinava a criação de governos especiais de até 7 membros, elegeu autêntico governo ministerial. A nova junta, eleita a 22 de fevereiro de 1822, governou até o dia 8 de março.

A 14 de novembro de 1822, por Decreto de D. Pedro I, a Vila de Porto Alegre foi elevada à categoria de Cidade, "com todos os foros e prerrogativas das outras cidade do Império".

O primeiro órgão da imprensa, o "Diário de Porto Alegre", surgiu em 1827, fase de grande agitação política, tendo servido de porta-voz do espírito despótico do Brigadeiro Salvador José Maciel, Presidente da Província acarretando com isso sérias questões e atritos políticos. Seguiu-se ao "Diário de Porto Alegre" o "Constitucional Rio-Grandense".

A 20 de setembro de 1835, iniciou-se a Revolução Farroupilha, chefiada pelo General Gonçalves da Silva. Na madrugada daquele dia, na antiga "Ponte da Azenha", travou-se o primeiro combate do movimento revolucionário, tendo os rebeldes farroupilhas ocupado no dia seguinte a Cidade de Porto Alegre, chefiados pelos coronéis José Gomes de Vasconcelos Jardim e Onofre Pires da Silveira. No dia 25, entrava solenemente na cidade o General Bento Gonçalves da Silva, e a Câmara Municipal e a Assembléia Provincial Legislativa deram posse ao novo Presidente, Dr. Marciano Pereira Ribeiro.

Com a Revolução Farroupilha, proliferaram órgãos da imprensa verrineira e desaforada, tais como: a "Idade do Ouro", "O Inflexível", "O Mestre Barbeiro", "O Eco Porto Alegrense", "O Receptador Liberal", entre outros. Concomitante ao florescimento do jornalismo, outras atividades culturais tomaram vulto.

Porto Alegre esteve sob o domínio revolucionário até 15 de junho de 1836, quando o legalista Major Manoel Marques de Souza, mais tarde Conde de Porto Alegre, conseguiu retomar a Cidade.

Em novembro de 1841, recebeu a Câmara Municipal o Decreto nº 103, de 19 de outubro, dando a Capital da Província de São Pedro o título de "Cidade Leal e Valorosa", em memória dos feitos de 1836, quando os legalistas imperiais retomaram a Cidade ocupada pelos revolucionários.

A 3 de outubro de 1930, irrompeu em Porto Alegre, uma revolução chefiada por Getúlio Vargas, que rapidamente se alastrou por todo o país. Vitoriosa a 24 do mesmo mês, marcou a derrubada da Primeira República.

Gentílico: porto-alegrense

Formação Administrativa

A Provisão Régia de 26 de março de 1772, desmembrando o Porto dos Casais da Capela Grande do Viamão, criou a freguesia do Porto dos Casais e anexou Viamão a nova freguesia. O povoado foi elevado a categoria de Vila, por Alvará de 23 de agosto de 1808.

A vila ganhou foros de cidade em 23 de novembro de 1822, por força de Carta de Lei de 14/11/1822, que erige em cidade a vila de Porto Alegre, capital da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, com a denominação de Cidade de Porto Alegre.

Fonte: IBGE

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0 de5570 municípios









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Nenhum município encontrado.





























Código do Município



4314902




Gentílico



porto-alegrense




Prefeito



NELSON MARCHEZAN JUNIOR































































































































































































































































































































































































































































































































































População

População estimada
[2018]


1.479.101

pessoas  :






População no último censo
[2010]


1.409.351

pessoas  :






Densidade demográfica
[2010]


2.837,53

hab/km²  :








Trabalho e Rendimento

Salário médio mensal dos trabalhadores formais
[2016]


4,1

salários mínimos  :






Pessoal ocupado
[2016]


819.865

pessoas  :






População ocupada
[2016]


55,4

%  :






Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo
[2010]


25,6

%  :








Educação

Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade
[2010]


96,6

%  :






IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental
[2015]


4.8

 :






IDEB – Anos finais do ensino fundamental
[2015]


3.6

 :






Matrículas no ensino fundamental
[2017]


160.571

matrículas  :






Matrículas no ensino médio
[2017]


41.766

matrículas  :






Docentes no ensino fundamental
[2015]


8.486

docentes  :






Docentes no ensino médio
[2017]


2.998

docentes  :






Número de estabelecimentos de ensino fundamental
[2017]


381

escolas  :






Número de estabelecimentos de ensino médio
[2017]


145

escolas  :








Economia

PIB per capita
[2015]


46.122,79

R$  :






Percentual das receitas oriundas de fontes externas
[2015]


38,8

%  :






Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM)
[2010]


0.805

 :






Total de receitas realizadas
[2017]


6.432.708,00

R$ (×1000)  :






Total de despesas empenhadas
[2017]


6.018.787,00

R$ (×1000)  :








Saúde

Mortalidade Infantil
[2014]


9,75

óbitos por mil nascidos vivos  :






Internações por diarreia
[2016]


0,7

internações por mil habitantes  :






Estabelecimentos de Saúde SUS
[2009]


201

estabelecimentos  :








Território e Ambiente

Área da unidade territorial
[2017]


496,682

km²  :






Esgotamento sanitário adequado
[2010]


93

%  :






Arborização de vias públicas
[2010]


82,7

%  :






Urbanização de vias públicas
[2010]


69,4

%  :








Notas &: Fontes











Notas:




  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100



  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100



  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100



  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.



  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000



  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100



  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100



  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100








Fontes:




  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018



  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010



  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011



  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018



  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018



  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)



  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010



  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010



  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016



  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016



  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017



  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017



  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017



  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017



  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017



  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus -
    SUFRAMA



  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015



  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD



  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018



  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018



  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014



  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente



  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009



  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018



  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística



  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010



  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010


















População

















População no último censo

1409351 pessoas





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



10º





No Estado


1º

497º



1º






Na micro região


1º

22º



1º







Acessar página de ranking










Densidade demográfica

2837.53 hab/km²





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



40º





No Estado


1º

497º



2º






Na micro região


1º

22º



2º



























Pirâmide Etária - 2010






















































































100 ou mais















95 a 99
90 a 94
85 a 89
80 a 84
75 a 79
70 a 74
65 a 69
60 a 64
55 a 59
50 a 54
45 a 49
40 a 44
35 a 39
30 a 34
25 a 29
20 a 24
15 a 19
10 a 14
5 a 9
0 a 4
Homens  :  :  :  :  :  :  :  :  :  : Mulheres
Brasil












População residente por religião

( Unidade:
pessoas

)







Católica apostólica romana




Evangélica




Espírita




































Trabalho e Rendimento








Em 2016, o salário médio mensal era de 4.1 salários mínimos.
A proporção de pessoas ocupadas em relação à população total era de 55.4%.
Na comparação com os outros municípios do estado, ocupava as posições 3 de 497 e 6 de 497, respectivamente.
Já na comparação com cidades do país todo, ficava na posição 25 de 5570 e 32 de 5570, respectivamente.
Considerando domicílios com rendimentos mensais de até meio salário mínimo por pessoa, tinha 25.6% da população nessas condições, o que o colocava na posição 360 de 497 dentre as cidades do estado e na posição 5269 de 5570 dentre as cidades do Brasil.




















Salário médio mensal dos trabalhadores formais

4.1 salários mínimos





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



25º





No Estado


1º

497º



3º






Na micro região


1º

22º



1º







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Pessoal ocupado

819865 pessoas





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



8º





No Estado


1º

497º



1º






Na micro região


1º

22º



1º







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População ocupada

55.4 %





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



32º





No Estado


1º

497º



6º






Na micro região


1º

22º



1º


















Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo

25.6 %





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



5269º





No Estado


1º

497º



360º






Na micro região


1º

22º



17º




































Educação








Em 2015, os alunos dos anos inicias da rede pública da cidade tiveram nota média de 4.8 no IDEB.
Para os alunos dos anos finais, essa nota foi de 3.6.
Na comparação com cidades do mesmo estado, a nota dos alunos dos anos iniciais colocava esta cidade na posição 360 de 497.
Considerando a nota dos alunos dos anos finais, a posição passava a 286 de 497.
A taxa de escolarização (para pessoas de 6 a 14 anos) foi de 96.6 em 2010.
Isso posicionava o município na posição 414 de 497 dentre as cidades do estado e na posição 4099 de 5570 dentre as cidades do Brasil.




















Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade

96.6 %





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



4099º





No Estado


1º

497º



414º






Na micro região


1º

22º



15º


















IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental

4.8





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



3520º





No Estado


1º

497º



360º






Na micro região


1º

22º



21º


















IDEB – Anos finais do ensino fundamental

3.6





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



3907º





No Estado


1º

497º



286º






Na micro região


1º

22º



20º



























Matrículas

( Unidade:
matrículas

)







Ensino pré-escolar




Ensino fundamental




Ensino médio




Ensino superior




































Economia

















PIB per capita

46122.79 R$





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



301º





No Estado


1º

497º



56º






Na micro região


1º

22º



5º







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Percentual das receitas oriundas de fontes externas

38.8 %





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



4989º





No Estado


1º

497º



482º






Na micro região


1º

22º



21º


















Total de receitas realizadas

6432708 R$ (×1000)





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



6º





No Estado


1º

497º



1º






Na micro região


1º

22º



1º







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Total de despesas empenhadas

6018787 R$ (×1000)





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



6º





No Estado


1º

497º



1º






Na micro região


1º

22º



1º







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Saúde








A taxa de mortalidade infantil média na cidade é de 9.75 para 1.000 nascidos vivos.
As internações devido a diarreias são de 0.7 para cada 1.000 habitantes.
Comparado com todos os municípios do estado, fica nas posições 194 de 497 e 244 de 497, respectivamente.
Quando comparado a cidades do Brasil todo, essas posições são de 3301 de 5570 e 2889 de 5570, respectivamente.




















Mortalidade Infantil

9.75 óbitos por mil nascidos vivos





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



3301º





No Estado


1º

497º



194º






Na micro região


1º

22º



12º







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Internações por diarreia

0.7 internações por mil habitantes





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



2889º





No Estado


1º

497º



244º






Na micro região


1º

22º



2º




































Território e Ambiente








Apresenta 93% de domicílios com esgotamento sanitário adequado, 82.7% de domicílios urbanos em vias públicas com arborização e 69.4% de domicílios urbanos em vias públicas com urbanização adequada (presença de bueiro, calçada, pavimentação e meio-fio).
Quando comparado com os outros municípios do estado, fica na posição 12 de 497, 265 de 497 e 11 de 497, respectivamente.
Já quando comparado a outras cidades do Brasil, sua posição é 290 de 5570, 2201 de 5570 e 98 de 5570, respectivamente.




















Esgotamento sanitário adequado

93 %





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



290º





No Estado


1º

497º



12º






Na micro região


1º

22º



4º


















Arborização de vias públicas

82.7 %





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



2201º





No Estado


1º

497º



265º






Na micro região


1º

22º



18º


















Urbanização de vias públicas

69.4 %





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



98º





No Estado


1º

497º



11º






Na micro região


1º

22º



3º





































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Porto Alegre: Imagens da cidade e Região

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