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Vilhena - Rondônia



Nota:Vilhena dirige aqui. Se procura pela cidade espanhola, consulte Villena.

Vilhena faz parte do estado de Rondônia. Sua população, de acordo com o IBGE/2012 é de 78.686 habitantes, sendo assim a 4ª cidade mais populosa de Rondônia e a 33ª mais populosa da Região Norte do Brasil. A cidade possui também o melhor IDH do estado de Rondônia e o 9º melhor da Região Norte do Brasil.

O município é conhecido como Portal da Amazônia por estar localizado no local de entrada para a região Amazônica Ocidental e também é conhecida como Cidade Clima da Amazônia por ter uma temperatura menor, comparada a outras cidades da Região Norte. Nos tempos de sua colonização também recebeu a alcunha de Eldorado Amazônico. O termo fazia referência à cidade de Eldorado que, segundo a lenda de índios, seria feita de ouro maciço.

História da cidade de A Comissão Rondon, que abria a picada da linha telegráfica, chegou à região dos Campos Novos dos Parecis, onde hoje está localizado o Município de Vilhena, no dia 29 de junho de 1909, acampando nas nascentes de um rio que o Cel. Rondon denominou de Comemoração de Floriano.

Em 12 de outubro de 1911 Cel. Rondon inaugurou a estação telegráfica de Nhambiquara e Vilhena. (Rondon Conta sua Vida, Pág. 350, 1969, Esther de Viveiros).

Em 1912, a Comissão Rondon, passando por aquele local na faina de estender a linha telegráfica de Cuiabá a Santo Antônio no Rio Madeira, instalara o posto telegráfico de Vilhena.

De 1912 até março de 1960, nada mais se acrescentara à região, além da casa do posto telegráfico. Ali não se formara nenhuma fazenda, nenhum outro morador ali viera se estabelecer. Naquela imensa solidão da Serra dos Parecis, somente permanecia uma casa onde estava instalado o posto telegráfico do qual cuidava um índio Pareci que aprendera a ler, escrever e manejar o aparelho Morse.

Aquilo era Vilhena. Um único morador em uma casa situada no vasto sertão da Serra dos Parecis, onde os campos cerrados do planalto central começam a dar lugar à floresta equatorial que se estende contínua em direção à planície amazônica". (Nas Selvas Amazônicas, Página 322, 1961, de Manoel Rodrigues Ferreira).

O atual núcleo urbano de Vilhena surgiu em março de 1960 quando foi instalado o acampamento da Firma de Engenharia, Construções e Comércio Camargo Corrêa S.A., localizado a 8 quilômetros do antigo posto telegráfico da Comissão Rondon. A Camargo Corrêa recebera do DNER a tarefa de construir o trecho da BR-29 (hoje BR-364) entre Barracão Queimado, MT e Pimenta Bueno, RO.

Em 18 de maio de 1960 foi estabelecido oficialmente o tráfego rodoviário entre Cuiabá e Vilhena.

No povoado de Vilhena, surgido de um acampamento da Firma Construtora Camargo Corrêa, em 04 de julho de 1960 o Presidente da República, Juscelino Kubitscheck, inaugurou oficialmente a abertura do tráfego precário rodovia Br-29 (hoje Br-364), ligando Brasília a Rio Branco, Acre, derrubando a última árvore do desmatamento do leito da estrada.

Uma versão sobre a origem do nome diz que Rondon denominou de Vilhena o posto telegráfico instalado no Planalto dos Parecis para homenagear seu ex-chefe álvaro Coutinho de Melo Vilhena, maranhense, que exerceu a chefia da Organização da Carta Telegráfica da República e Direção Geral dos Telégrafos.

Uma outra versão fala que Rondon denominou a Estação Telegráfica de Vilhena, para homenagear um dos tenentes da sua equipe, o engenheiro Antônio Carlos Vilhena.

Em 01 de abril de 1969 o povoado de Vilhena foi elevado à categoria de subdistrito do Distrito de Rondônia (hoje Ji-Paraná) do Município de Porto Velho, através do decreto n.º 565, assinado por Luiz Felippe de Azevedo, Governador em exercício.

O município, com o nome de Vilhena, foi criado pelo artigo 47º da lei n.º 6.448, de 11 de outubro de 1977, assinada pelo Presidente da República Ernesto Geisel, com áreas desmembradas dos Municípios de Porto Velho e Guajará-Mirim.

Gentílico: vilhenense

Fonte: "Toponímia de Rondônia (Gentílicos)" - Silva Filho, Gerino Alves da - in Revista Brasileira de Geografia, Vol. 57, nº. 3, julho/setembro de 1995.

Autor do Histórico: GERINO ALVES DA SILVA FILHO

Código do Município

1100304

Gentílico

vilhenense

Prefeito

ROSANI TEREZINHA PIRES DA COSTA DONADON

População
População estimada [2018]97.448 pessoas  
População no último censo [2010]76.202 pessoas  
Densidade demográfica [2010]6,62 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,0 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]21.138 pessoas  
População ocupada [2016]22,5 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]31,1 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]97,8 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]5,6  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,3  
Matrículas no ensino fundamental [2017]13.956 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]3.251 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]553 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]214 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]43 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]12 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]25.822,66 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]69,6 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,731  
Total de receitas realizadas [2017]267.546,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]232.922,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]13,4 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]1,6 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]27 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]11.699,146 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]13,3 %  
Arborização de vias públicas [2010]30,6 %  
Urbanização de vias públicas [2010]15,6 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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