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Cambé - Paraná



Cambé é um município da Mesorregião do Norte Central Paranaense, no estado do Paraná, no Brasil. A população avaliada em 2010 era 96 735 habitantes.

Existe uma teoria que aponta que o nome do município tem origem caingangue. Outra teoria, porém, diz que "cambé" origina-se da língua tupi (Caá significando "mata, árvore" e mbê, "raízes aéreas"). A Enciclopédia dos Municípios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística traduz a denominação para "Passo do veado", de origem Tupi, porque, segundo consta, "...aquela região era abundante em caça, daí derivando o nome de Cambé".

As terras onde está localizado o atual município de Cambé eram compreendidas por uma imensa floresta e nestas terras viveram diversos povos indígenas à base de caça, pesca, coleta de frutas, plantas e raízes e de uma agricultura rudimentar. Eram livres, donos da terra e viviam com muita abundância, apesar das técnicas aparentemente simples que utilizavam.

História da cidade de CAMBé - PARANá

Em 1925, a Companhia de Terras Norte do Paraná adquiriu uma área de 515 mil alqueires de matas nativas, equivalentes a 14% do total do Estado, de solo fértil e pronta para ser colonizada. Somaram-se à essas vantagens o incentivo à imigração e a difícil situação econômica do Ocidente, que criaram condições necessárias para ocorrência de uma corrente migratória para a América.

Assim chegaram os pioneiros de Cambé, alemães oriundos da cidade de Dantzig atual Gdansk, na Polônia, tornada independente após a 1ª Guerra Mundial. Por se tratar de um importante porto industrial, Dantzig foi objeto de disputa entre a Polônia e a Alemanha, fato que gerou ainda mais a economia daquela cidade. O alto nível de desemprego e o peso da seguridade social obrigaram o governo local a incentivar a emigração.

As primeiras 10 famílias chegaram à futura colônia de Nova Dantzig em janeiro de 1932. O nome foi escolhido pela Companhia de Terras, que previu para Cambé a vinda de um grande número de pessoas de Dantzig. Por causa do clima tropical a que não estavam acostumados e devido a flora e fauna estarem intocadas, enfrentaram muitas dificuldades para iniciar a colonização. Muitas daquelas famílias desistiram de permanecer na nova terra. Mas, atraídos pela fertilidade das terras, vieram em seguida japoneses, italianos, eslovacos, portugueses, alemães, espanhóis, libaneses, além de paulistas e nordestinos. O Norte do Paraná, afinal, significava a oportunidade de reiniciar vida nova em um ambiente fértil e promissor.

Depois das primeiras matas derrubadas, vieram as lavouras, formando uma economia baseada na agricultura. A cultura cafeeira, que impulsionou a região durante 40 anos, constituía-se como principal atividade dos colonizadores. O comércio, inicialmente instalado para atender a demanda local, acompanhou a passos largos a evolução da colônia, o mesmo acontecendo com a indústria, na época de característica puramente agro-industrial.

Já na década de 40, o advento da 2ª Guerra Mundial fez com que o Governo do Estado obrigasse as cidades e as colônias de nomes relacionados com os países inimigos a trocarem de denominação. Nova Dantzig passou a se chamar Cambé, nome de um Ribeirão que banho o Município.

Segundo consta, aquela região era abundante em caça, daí derivando o nome de Cambe (Passo do Veado).

Gentílico: cambeense.

- Alguns aspectos da colonização de Cambe.

No início da colonização, além da extração da madeira muito abundante em toda região, o café, algodão, cereais e a criação de animais faziam parte da cultura diversificada de Cambé, pois o sistema de pequenas e médias propriedades rurais planejados pela Companhia de Terras estimulava a atividade econômica voltada para a terra. A lavoura cafeeira foi a que mais se destacou. Segundo o Jornal Paraná Norte de 09 de Outubro de 1935, existiam nas imediações de Nova Dantzig 800.000 pés de café em formação. O setor agrário constituía a parcela mais expressiva das atividades econômicas da população. No recenseamento de 1940, 69% da população estavam fixados na zona rural.

A mesmo tempo, o núcleo urbano passou a crescer, tornando-se centro de abastecimento e prestação de serviços para a população. A sociedade urbana era formada por pequenos e médios comerciantes, além de alfaiates, barbeiros, sapateiros, pedreiros, carpinteiros, marceneiros, caixeiros de lojas de armazéns, farmácias e operários. Surgem em seguida os profissionais liberais, funcionários públicos municipais e estaduais (estes como resultado da elevação do patrimônio a distrito e depois a Município respectivamente em 1937 e 1947).

O transporte no início da colonização era uma preocupação de todos. Sem meios de escoar a produção o projeto colonizador estaria prejudicado. Em 1928 a Companhia Ferroviária São Paulo - Paraná completou a ligação ferroviária até Cambara, no Paraná. Depois a Paraná Plantation (controladora acionária da Cia de Terras Norte do Paraná) assume o controle acionário e leva os trilhos até às margens do Rio Tibagi em Jataí. Transposto o Rio com a construção da ponte ferroviária, os trilhos chegam em Londrina no início de 1935. Em seguida foi preparado o leito d estrada de ferro no trecho Londrina - Nova Dantzig e no dia 15 de agosto de 1935 com aplausos da comunidade e ao som da Banda Musical de Londrina, a Locomotiva "Três" chegou no local onde está a atual Estação Ferroviária. Além do trem, para o transporte de pessoas e o escoamento da safra, a população contava com as carroças, meio de transporte mais comum entre os primeiros moradores. Nas carroças, a produção agrícola era escoada para os centros consumidores, pessoas se deslocavam em toda região, mudanças eram carregadas.

A vida social era cheia de limitações, a religião em alguns casos era um "pretexto" para encontros sociais, pois as pessoas participavam das celebrações litúrgicas e festividades da Igreja, como quermesses, porém nem sempre por convicção religiosa. Os bailes na cidade aconteciam na Escola Alemã, no Hospital São Francisco que na época (final da década de 30, começo da década de 40) vivia fechado e nas casas de alguns moradores. No dia 04 de outubro de 1941 foi inaugurado o Tênis Clube de Nova Dantzig, (atualmente Harmonia Tênis Clube). Esse Clube Social surgiu para suprir a falta de um lugar para os jovens se reunirem. O cinema também era um meio de diversão apreciado por um grande número de pessoas. Em Nova Dantzig, o primeiro cinema foi o Cine São José inaugurado em 27 de Agosto de 1939, posteriormente passou a ser chamado de São João. Ficava na esquina da Avenida Inglaterra com a Rua Pará.

Formação Administrativa

- O Distrito de Nova Dantzig e a Cidade de Cambe.

Em 09 de Outubro de 1937 o então Patrimônio de Nova Dantzig é elevado a categoria de Distrito Judiciário, através d Lei n° 191, de 9 de Outubro de 1937. Foram nomeados para o novo Distrito o Juiz de Paz Lino Gonçalves de Oliveira; o escrivão Rafhael Petraglia; o subdelegado de polícia Manoel Moura de Menezes e o agente de fiscalização estadual Carlos Correia Borges. Durante a 2ª Guerra Mundial o Governo do Estado assinou um decreto-lei n°199 de 30 de Outubro de 1943, publicado no diário oficial do dia 13 de Janeiro de 1944, mudando o nome das cidades que tinham relação com os países inimigos. Dessa forma Nova Dantzig passou a se chamar Cambé.

Após a redemocratização do país em 1945, começou em Cambé um movimento emancipacionista, encabeçado pelo Professor Jacídio Correia e pelo Médico Dr. José dos Santos Rocha. Esse movimento culmina com a criação da Sociedade dos Amigos de Cambé, criada para lutar por quaisquer causas que beneficiasse a cidade. Atendendo ao apelo da população e tendo em vista o crescimento promissor de Cambé, o Governador Moysés Lupion assina a lei n°. 2, de 10 de Outubro de 1947, elevando o Distrito a Categoria de Município, desmembrando-o de Londrina. A instalação do município ocorreu no dia 11 de Outubro de 1947 e o Sr. Eustachio Sellmann foi nomeado o prefeito provisório. Com a elevação a Município era necessário que se escolhesse o primeiro prefeito e vereadores que representassem a vontade popular. No dia 16 de Novembro de 1947, os cidadãos de Cambé elegeram o Professor Jacídio Carreia, com 691 votos, derrotando o Dr. José dos Santos Rocha com 685.

Nesse primeiro pleito eleitoral foram eleitos 09 vereadores e a Câmara Municipal foi instalada a 08 de Dezembro de 1947, no salão de festas do Harmonia Tênis Clube. Na ocasião foi eleita a mes diretora para o ano de 1948 e recebido o juramento de 1°. Prefeito eleito pelo povo cambeense.

A administração do Prefeito Jacídio Correia foi marcada por obras imprescindíveis ao novo Município. Como Professor ele se interessou pela educação e construiu várias escolas e nomeou professores para o atendimento das mesmas. Construiu também o prédio próprio para o matadouro municipal e no final da gestão foram calçados com paralelepípedo, os primeiros trechos de ruas do centro da cidade.

Fonte: IBGE E MUSEU Histórico DE CAMBé -PR

Código do Município

4103701

Gentílico

cambeense

Prefeito

JOSE DO CARMO GARCIA

População
População estimada [2018]105.704 pessoas  
População no último censo [2010]96.733 pessoas  
Densidade demográfica [2010]195,47 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,4 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]25.755 pessoas  
População ocupada [2016]24,6 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]28,6 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]97,5 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6.7  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4.2  
Matrículas no ensino fundamental [2017]11.626 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]3.872 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]746 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]261 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]33 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]11 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]34.469,94 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]67 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0.734  
Total de receitas realizadas [2017]285.940,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]248.792,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]10,67 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,5 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]24 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]495,375 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]78 %  
Arborização de vias públicas [2010]90,5 %  
Urbanização de vias públicas [2010]85,5 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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