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Poços de Caldas - Minas Gerais



Poços de Caldas é uma cidade localizada em Minas Gerais, sendo o principal da região Sul/Sudoeste de MG. É também o município com maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do estado.

A história de Poços de Caldas começou a ser escrita a partir da descoberta de suas primeiras fontes e nascentes, no século XVII, encontradas no fundo de um vulcão desde 85 milhões de anos atras. As águas raras e com poderes de cura foram responsáveis pela prosperidade do município desde os seus primórdios, quando as terras começaram a ser ocupadas por ex-garimpeiros, desiludidos com o declínio da atividade aurífera na região das minas. Eles passaram a se dedicar sobretudo à criação de gado, sendo obrigados a percorrer longas distâncias em busca de pasto para os animais.

Mas a região onde hoje se situa Poços de Caldas já tinha proprietário. Pertencia, desde 1818, ao capitão José Bernardes Junqueira. Por isso, quando o Senador Joaquim Floriano Godoy declarou de utilidade pública os terrenos junto aos poços de água sulfurosa, determinou também a desapropriação do local. Um expediente que acabou se mostrando desnecessário, porque o próprio capitão se encarregou de doar 96 hectares de suas terras para a fundação do município. O ato foi assinado no dia 6 de novembro de 1872, data em que se comemora o aniversário de Poços de Caldas.

História da cidade de Poços de Caldas Minas Gerais - MG

A região onde se localiza o atual Município de Poços de Caldas foi inicialmente habitada pelos indios Cataguases que, em 1675, ofereceram combate e venceram a célebre bandeira de Lourenço Castanho, cognominado "O Velho".

Somente em meados do século XVIII verificou-se o seu desbravamento propriamente dito. Os desbravadores penetraram o Planalto, abrindo vias de comunicação para as novas "descobertas′′ ou socavãoes, em pesquisas infrutíferas, através dos braços do rio Pardo. Três fatores influíram no desenvolvimento social e econômico deste período: a busca de ouro, a abertura de estradas - que facilitassem a fiscalização e dificultassem os contrabandos - e ainda a procura de "água santa", para fins medicinais.

Como até meados do século XVIII a "única coisa que dava valor aos territórios novos, motivando sua ocupação e povoamento, era a descoberta de ouro", a região só foi ocupada e povoada quando terminada a era da mineração e iniciado o "ciclo pastoril′.

Com a busca de pastagens para manter a pecuária valorizou-se a região dos "Campos de Caldas′′, como passou a ser chamado o local. Com isto, facilitou a instalação do núcleo pastoril que, economicamente, substituiu a lavra e grupiara. Entre os que vieram para os "Campos de Caldas", nos últimos anos de 1700, encontrava-se o Padre Manoel Gonçalves Correia, que instalou uma fazenda no "Monte Alegre", junto à fronteira paulista. Lá ergueu uma ermida, a primeira igreja da região, dedicada a Nossa Senhora do Carmo.

Os povoadores foram aumentando e com sua propulsão, promovendo o recuo da divisa; se no "ciclo do ouro" era o descobrimento das novas minas que trazia a massa invasora, no "ciclo pastoril" a corrida pelas zonas das "campinas" fez com que o fenômeno se repetisse.

Em 1700, nas suas últimas décadas, toda a zona de Caldas era completamente despovoada. A região deserta entre as duas Capitanias estava, pois, limitada por duas estradas paralelas - a Estrada de Goiás, pelo lado paulista, e, pelo lado mineiro, as "antigas picadas reabertas por Luís Diogo, passando por Cabo Verde, Campestre e Ouro Fino". Foi em 1776 ou 77, que o guarda-mor Veríssimo João de Carvalho, anotado pelo "Cabo do Registro de Ouro Fino", fez a "tranqueira" que lhe tomou o nome. Ordenou-lhe a feitura o Governador da capitania de Minas Gerais, "para divisão entre as duas capitanias" e mandou que daquela tranqueira para dentro não se adiantasse "uma só polegada aos súditos de Minas, e nem se consentisse que por parte da Capitania de São Paulo se entrasse para a de Minas um só palmo".

Os paulistas, na "marcha para o Oeste" em demanda de pastagens, pulavam as tranqueiras e arrancavam os moirãoes de posse como tinham feito no "ciclo do ouro" e assim iam invadindo o Planalto. O recuo da divisa foi o curioso fenômeno que ligou geograficamente a Região do "planalto da Pedra Branca", também chamada "maciço de Poços de Caldas", ao desenvolvimento social e econômico da Capitania de Minas. Começou com a expulsão do paulista Bartolomeu Buenos do distrito de Campanha, em 1743, e terminou com a disputa entre a Câmara de Caldas e a de São João da Boa Vista, na Fazenda do óleo (atual município de Andradas), por ocasião do inventario de Antônio Martiniano de Oliveira, em 1874.

Quando das costumeiras penetraçãoes realizadas pelos aventureiros da época, foram descobertos, em meio do planalto, os poços de água quente, cujo valor medicinal foi de pronto constatado. Nasceu desse fato o constante crescimento do lugarejo que imediatamente se formou nas vizinhanças dos poços. Esta data é considerada a de fundação da cidade de Poços de Caldas.

O nome de Caldas veio da tradição portuguesa relacionada com as águas de igual nome existentes em Portugal. Inicialmente era a freguesia de Nossa Senhora da Saúde das Águas de Caldas.

Desde 1886, funcionava na cidade uma casa de banho, utilizada para tratamento de doenças cutâneas, na qual já era utilizada a agua sulfurosa e termal da Fonte dos Macacos. Poços recebeu seu primeiro visitante ilustre, o Imperador Dom Pedro II, em outubro de 1.886. O mesmo esteve acompanhado da Imperatriz Dona Tereza Cristina para inauguração do ramal da Estrada de Ferro Mogiana.

Foi elevada a vila, com sede na povoação de Nossa Senhora da Saúde de Poços de Caldas e a denominação de Poços de Caldas, em 1889, tendo sido desmembrada do município de Caldas.

Com o aumento considerável do número de veranistas que procuravam Poços de Caldas para repouso ou tratamento e o crescimento de seu renome como estância hidroterápica, foi iniciada, em 1888, a construção do primeiro estabelecimento balneário.

Ao presidente Antônio Carlos Ribeiro de Andrada deve Poços de Caldas apreciáveis melhoramentos, que a tornaram a primeira Estância Balnearia da América do Sul.

A prosperidade e o luxo tiveram seu grande momento em Poços de Caldas enquanto o jogo esteve liberado no Brasil. Pelos salãoes do Palace Casino e do Palace Hotel desfilava a "nata" da aristocracia brasileira e até de outros países. O presidente Getúlio Vargas tinha uma suíte especial no hotel, co a mesma decoração da que ele usava no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro, então capital do país.

A proibição do jogo, em 1946, e a descoberta do antibiótico tiveram forte impacto para o turismo da cidade. O termalismo deixou de ser a maneira mais eficaz de tratar as doenças para as quais era indicado. E os cassinos foram fechados. A economia de Poços sofreu um grande abalo, mas logo encontrou uma alternativa ao entrar no "ciclo da lua-de-mel", quando tornou-se elegante passar as núpcias na cidade e o turismo consiguiu fôlego para sobreviver. Depois deste período, o perfil do turista que visita Poços mudou. A classe média e grandes grupos passaram a frequentar as termas, a visitar as fontes e outros pontos de atração da cidade, antes retrito à elite.

Gentílico: poços-caldense

Formação Administrativa:

A 6 de dezembro de 1879, pela Lei provincial n.o° 2.542, foi o distrito elevado à categoria de freguesia, integrando o termo de Caldas.

A Lei n.o° 3.659, de 1.o° de setembro de 1888, criou, com sede na povoação de Nossa Senhora da Saúde de Poços de Caldas e território desmembrado do Município de Caldas, o de Poços de Caldas, cuja instalação se verificou a 31 de maio de 1890.

A Lei estadual n.o° 2, de 14 de setembro de 1891, confirmou a criação do distrito-sede do Município de Poços de Caldas, que, na Divisão Administrativa de 1911, aparece constituído de um só distrito.

Os foros de cidade à sede foram concedidos pela Lei estadual n.o° 663, de 18 de setembro de 1915, permanecendo o Município até a presente data com um só distrito, o da sede. Pela Lei municipal n.o° 365, de 3 de junho de 1954, foi considerada a data de 6 de novembro de 1872 como de fundação da cidade. Foi elevada a categoria de 2oª entrância pela Lei n.o° 887, de 24 de fevereiro de 1925, e à de 3oª, pela de n.o° 1.098, de 22 de junho de 1954. Inicialmente constituída de 2 Termos: o da sede e o de Botelhos, foi este último desmembrado pelo Decreto-lei n.o° 2.904, de 15 de fevereiro de 1948.

A Comarca foi criada pela Lei estadual n.o° 663, ocorrendo sua instalação a 20 de janeiro de 1917, em cumprimento do Decreto estadual n.o° 4.687, de 19 de dezembro de 1916.

Fonte: IBGE, Prefeitura Municipal de Poços de Caldas (www.pocosdecaldas.mg.gov.br)

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0 de5570 municípios









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Nenhum município encontrado.





























Código do Município



3151800




Gentílico



poços-caldense




Prefeito



SERGIO ANTONIO CARVALHO DE AZEVEDO































































































































































































































































































































































































































































































































































População

População estimada
[2018]


166.111

pessoas  :






População no último censo
[2010]


152.435

pessoas  :






Densidade demográfica
[2010]


278,54

hab/km²  :








Trabalho e Rendimento

Salário médio mensal dos trabalhadores formais
[2016]


2,3

salários mínimos  :






Pessoal ocupado
[2016]


55.538

pessoas  :






População ocupada
[2016]


33,7

%  :






Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo
[2010]


29

%  :








Educação

Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade
[2010]


97,7

%  :






IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental
[2015]


6.1

 :






IDEB – Anos finais do ensino fundamental
[2015]


5

 :






Matrículas no ensino fundamental
[2017]


17.960

matrículas  :






Matrículas no ensino médio
[2017]


5.978

matrículas  :






Docentes no ensino fundamental
[2015]


1.025

docentes  :






Docentes no ensino médio
[2017]


455

docentes  :






Número de estabelecimentos de ensino fundamental
[2017]


47

escolas  :






Número de estabelecimentos de ensino médio
[2017]


18

escolas  :








Economia

PIB per capita
[2015]


39.734,85

R$  :






Percentual das receitas oriundas de fontes externas
[2015]


56,2

%  :






Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM)
[2010]


0.779

 :






Total de receitas realizadas
[2017]


638.070,00

R$ (×1000)  :






Total de despesas empenhadas
[2017]


617.687,00

R$ (×1000)  :








Saúde

Mortalidade Infantil
[2014]


7,42

óbitos por mil nascidos vivos  :






Internações por diarreia
[2016]


0,1

internações por mil habitantes  :






Estabelecimentos de Saúde SUS
[2009]


82

estabelecimentos  :








Território e Ambiente

Área da unidade territorial
[2017]


546,670

km²  :






Esgotamento sanitário adequado
[2010]


98

%  :






Arborização de vias públicas
[2010]


76,6

%  :






Urbanização de vias públicas
[2010]


74,5

%  :








Notas &: Fontes











Notas:




  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100



  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100



  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100



  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.



  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000



  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100



  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100



  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100








Fontes:




  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018



  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010



  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011



  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018



  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018



  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)



  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010



  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010



  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016



  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016



  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017



  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017



  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017



  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017



  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017



  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus -
    SUFRAMA



  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015



  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD



  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018



  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018



  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014



  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente



  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009



  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018



  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística



  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010



  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010


















População

















População no último censo

152435 pessoas





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



175º





No Estado


1º

853º



15º






Na micro região


1º

13º



1º







Acessar página de ranking










Densidade demográfica

278.54 hab/km²





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



250º





No Estado


1º

853º



26º






Na micro região


1º

13º



1º



























Pirâmide Etária






















































































100 ou mais















95 a 99
90 a 94
85 a 89
80 a 84
75 a 79
70 a 74
65 a 69
60 a 64
55 a 59
50 a 54
45 a 49
40 a 44
35 a 39
30 a 34
25 a 29
20 a 24
15 a 19
10 a 14
5 a 9
0 a 4
Homens  :  :  :  :  :  :  :  :  :  : Mulheres
Brasil












População residente por religião

( Unidade:
pessoas

)







Católica apostólica romana




Evangélica




Espírita




































Trabalho e Rendimento








Em 2016, o salário médio mensal era de 2.3 salários mínimos.
A proporção de pessoas ocupadas em relação à população total era de 33.7%.
Na comparação com os outros municípios do estado, ocupava as posições 69 de 853 e 18 de 853, respectivamente.
Já na comparação com cidades do país todo, ficava na posição 837 de 5570 e 317 de 5570, respectivamente.
Considerando domicílios com rendimentos mensais de até meio salário mínimo por pessoa, tinha 29% da população nessas condições, o que o colocava na posição 799 de 853 dentre as cidades do estado e na posição 4878 de 5570 dentre as cidades do Brasil.




















Salário médio mensal dos trabalhadores formais

2.3 salários mínimos





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



837º





No Estado


1º

853º



69º






Na micro região


1º

13º



2º







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Pessoal ocupado

55538 pessoas





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



126º





No Estado


1º

853º



12º






Na micro região


1º

13º



1º







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População ocupada

33.7 %





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



317º





No Estado


1º

853º



18º






Na micro região


1º

13º



1º


















Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo

29 %





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



4878º





No Estado


1º

853º



799º






Na micro região


1º

13º



7º




































Educação








Em 2015, os alunos dos anos inicias da rede pública da cidade tiveram nota média de 6.1 no IDEB.
Para os alunos dos anos finais, essa nota foi de 5.
Na comparação com cidades do mesmo estado, a nota dos alunos dos anos iniciais colocava esta cidade na posição 400 de 853.
Considerando a nota dos alunos dos anos finais, a posição passava a 191 de 853.
A taxa de escolarização (para pessoas de 6 a 14 anos) foi de 97.7 em 2010.
Isso posicionava o município na posição 417 de 853 dentre as cidades do estado e na posição 2574 de 5570 dentre as cidades do Brasil.




















Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade

97.7 %





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



2574º





No Estado


1º

853º



417º






Na micro região


1º

13º



4º


















IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental

6.1





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



1304º





No Estado


1º

853º



400º






Na micro região


1º

13º



13º


















IDEB – Anos finais do ensino fundamental

5





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



723º





No Estado


1º

853º



191º






Na micro região


1º

13º



7º



























Matrículas

( Unidade:
matrículas

)







Ensino pré-escolar




Ensino fundamental




Ensino médio




Ensino superior




































Economia

















PIB per capita

39734.85 R$





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



467º





No Estado


1º

853º



42º






Na micro região


1º

13º



1º







Acessar página de ranking










Percentual das receitas oriundas de fontes externas

56.2 %





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



4877º





No Estado


1º

853º



741º






Na micro região


1º

13º



11º


















Total de receitas realizadas

638070 R$ (×1000)





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



133º





No Estado


1º

853º



11º






Na micro região


1º

13º



1º







Acessar página de ranking










Total de despesas empenhadas

617687 R$ (×1000)





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



121º





No Estado


1º

853º



9º






Na micro região


1º

13º



1º







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Saúde








A taxa de mortalidade infantil média na cidade é de 7.42 para 1.000 nascidos vivos.
As internações devido a diarreias são de 0.1 para cada 1.000 habitantes.
Comparado com todos os municípios do estado, fica nas posições 532 de 853 e 658 de 853, respectivamente.
Quando comparado a cidades do Brasil todo, essas posições são de 3781 de 5570 e 4734 de 5570, respectivamente.




















Mortalidade Infantil

7.42 óbitos por mil nascidos vivos





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



3781º





No Estado


1º

853º



532º






Na micro região


1º

13º



12º







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Internações por diarreia

0.1 internações por mil habitantes





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



4734º





No Estado


1º

853º



658º






Na micro região


1º

13º



12º




































Território e Ambiente








Apresenta 98% de domicílios com esgotamento sanitário adequado, 76.6% de domicílios urbanos em vias públicas com arborização e 74.5% de domicílios urbanos em vias públicas com urbanização adequada (presença de bueiro, calçada, pavimentação e meio-fio).
Quando comparado com os outros municípios do estado, fica na posição 4 de 853, 262 de 853 e 14 de 853, respectivamente.
Já quando comparado a outras cidades do Brasil, sua posição é 67 de 5570, 2671 de 5570 e 53 de 5570, respectivamente.




















Esgotamento sanitário adequado

98 %





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



67º





No Estado


1º

853º



4º






Na micro região


1º

13º



1º


















Arborização de vias públicas

76.6 %





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



2671º





No Estado


1º

853º



262º






Na micro região


1º

13º



4º


















Urbanização de vias públicas

74.5 %





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



53º





No Estado


1º

853º



14º






Na micro região


1º

13º



2º





































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Poços de Caldas: Imagens da cidade e Região

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