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Pires do Rio - Goiás



Pires do Rio faz parte do estado de Goiás. Sua população em 2010 era de 28.691 habitantes. Sendo 14.071 homens e 14.620 mulheres. Sua população é predominantemente urbana com 27.018 pessoas vivendo na cidade e apenas 1.673 no meio rural.

O município está inscrito na região do maciço goiano, caracterizado pelo domínio das chapadas e serras. Sua topografia da área de 600m a 800m de altitude, aproximadamente. E, ainda, o município de Pires do Rio ocupa uma área de 1.076km

Pires do Rio foi fundada em 1922, à margem da ferrovia. Seu nome foi dado em homenagem ao Ministro de Viação e Obras Públicas do Governo Epitácio Pessoa, Dr. José Pires do Rio. O ministro visitou o local do município em Agosto de 1921 para inspecionar as obras.

História da cidade de Pires do Rio

Pires do Rio tem suas peculiaridades até quanto à sua fundação. Existe uma polêmica quanto à pessoa do fundador do município. Alguns pensam que é o engenheiro Balduíno Ernesto de Almeida, outros, o coronel Lino Teixeira de Sampaio. O motivo da discórdia é um obelisco localizado, hoje, na Praça do Mercado Municipal que diz que o eng. Balduíno fundou o município em 9 de novembro de 1922. Quem o apóia diz que ele idealizou a instalação de uma Estação Ferroviária do outro lado do Rio Corumbá, pois a construção da Ponte Epitácio Pessoa deu possibilidade para que a ferrovia continuasse seu trajeto. No dia da fundação, a já citada ponte e a Estação Ferroviária de Pires do Rio foram inauguradas. No mesmo dia, o eng. Balduíno falou em seu discurso que estava fundada pois a cidade de Pires do Rio. O nome, primeiro da estação e depois do arraial, é uma homenagem ao então ministro da Aviação, José Pires do Rio. Ele esteve em Goiás no dia 25 de agosto de 1921 para inspecionar as obras de construção da Ponte Epitácio Pessoa.

Ainda segundo a corrente da cidade que defende o eng. Balduíno, o povoado que começou a surgir em torno da estação foi projetado por álvaro Sérgio Pacca, desenhista chefe da Estrada de Ferro Goiás, a quem o eng. Balduíno teria dito que ele veria o que seria a cidade dali 20 anos. A outra linha que existe em Pires do Rio defende que o cel. Lino é o verdadeiro fundador do município. Os mesmos afirmam que a estação ferroviária está localizada onde eram as terras de propriedade do coronel. Ele era de uma tradicional família de Santa Cruz, fazendeiro e político. Na região, era reconhecido como um homem simpático e de vasto currículo de amizades.

Além disso, era extremamente bem informado, já que era assinante do jornal O Estado de S. Paulo. Os que o apóiam como fundador dizem que o cel. Lino teve a perspicácia de enxergar o quão importante a presença dos trilhos em sua propriedade. A doação do terreno foi feita sob a condição de que ele fosse dividido em pequenos lotes para a edificação de uma pequena cidade. O dinheiro do arrendamento dos lotes deveria ser utilizado para que a infra-estrutura da cidade fosse incrementada e que se construíssem um grupo escolar. Esse fato é único na história de Goiás e quiçá do Brasil.

Quem acredita que o cel. Lino é o fundador afirma que o eng. Balduíno mandou que seus funcionários erguessem, sem nenhuma ata ou ato oficial, o obelisco. Além disso, dizem que a planta feita pela Estrada de Ferro não foi executada. O cel. Lino haveria solicitado ao topógrafo da Estrada de Ferro, Moacir de Camargo, outra planta que melhor se adaptasse à topografia local. Pires do Rio ficaria sendo então a primeira cidade do Centro-Oeste a nascer com planejamento prévio, antes de Goiânia ou Brasília.

Gentílico: piresino

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Pires do Rio, pela lei municipal nº 66, de 2308-1924, subordinado ao município de Santa Cruz.

Elevado à categoria de município com a denominação de Pires do Rio, pela lei estadual nº 9, de 07-07-1930, desmembrado de Santa Cruz. Sede no atual distrito de Pires do Rio ex-povoado. Constituído do distrito sede. Instalado em 07-09-1930.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município aparece constituído de 2 distritos: Pires do Rio e Cristianópolis,

Pelo decreto-lei nº 5200, de 08-12-1934, Pires do Rio é rebaixado a categoria de distrito, passando a ser a distrito do município de Santa Cruz.

Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, Pires do Rio, figura como distrito de Santa Cruz.

Pelo decreto-lei nº 557, de 03-03-1938, Pires Rio passa a categoria de município, sendo Santa Cruz rebaixado a categoria de distrito mudança de sede.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município já denominado Pires do Rio aparece constituído de 3 distritos: Pires do Rio, Santa Cruz e Cristianópolis.

Pelo decreto-lei estadual nº 8305, de 31-12-1943, o distrito de Santa Cruz Passou a denominar-se Corumbalina.

Pelo Ato das Disposições Constitucionais Transitórias de 20-07-1947, artigo 61, desmembra do município de Pires do Rio, o distrito de Corumbalina. Elevado à categoria de município com a denominação de Santa Cruz de Goiás.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 2 distritos: Pires do Rio e Cristianópolis.

Pela lei municipal nº 221, de 15-07-1953, é criado o distrito de Palmelo ex-povoado e anexado ao município de Pires do Rio.

Pela lei estadual nº 739, de 23-06-1953, desmembra do município de Pires do Rio, o distrito de Cristianópolis. Elevado à categoria de município.

Pela lei estadual nº 908, de 13-11-1953, desmembra do município de Pires do Rio o distrito de Palmelo. Elevado à categoria de município.

Em divisão territorial datada de I-VII-1960, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Fonte: IBGE

Código do Município

5217401

Gentílico

piresino

Prefeito

CLEIDE APARECIDA VELOSO

População
População estimada [2018]31.225 pessoas  
População no último censo [2010]28.762 pessoas  
Densidade demográfica [2010]26,80 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,5 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]7.514 pessoas  
População ocupada [2016]24,3 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]32,7 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]97,7 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]5,8  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,5  
Matrículas no ensino fundamental [2017]3.697 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]909 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]206 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]73 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]18 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]6 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]25.487,60 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]76,2 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,744  
Total de receitas realizadas [2017]71.572,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]63.286,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]11,27 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]1,7 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]11 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]1.073,360 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]42,5 %  
Arborização de vias públicas [2010]91,6 %  
Urbanização de vias públicas [2010]6,4 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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