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Campo Alegre de Goiás - Goiás



Campo Alegre de Goiás faz parte do estado de Goiás. Sua população segundo o Censo 2010 do IBGE é de 6.060 habitantes. A área ocupada é de 2.463 quilômetros quadrados.

A economia do município é fortemente dependente da agricultura. O produto interno bruto de 2004 foi de pouco mais de 108 milhões de reais em valores da época, o que lhe dá o quarto maior PIB da microrregião de Catalão (atrás de Corumbaíba e a frente de Ouvidor ), e o segundo maior PIB per capita (atrás de Catalão e a frente de Ouvidor), apresentando a seguinte divisão por setores produtivos: 73,8% no setor primário, 4.8% no setor secundário e 21,4% no setor terciário. No mesmso ano, o PIB per capita foi de 23.928 reais, sendo a soma dos impostos pagos pelos munícipes no ano de 5.890 mil reais. Em 2005 a produção agropecuária do município foi a seguinte:

História da cidade de Campo Alegre de Goiás

Em aprazível e descampada ondulação, a estrada real que vinha do sertão de Goiás se bifurcava, indo para Catalão e Ipameri (Vai-Vem) . Assim , os tropeiros que vinham do arraial dos Couros (Formosa) , Mestre D′Armas (Planaltina) , Cavalcante, Posse, São Domingos e Paracatu dos Príncipe (Paracatu-MG), ou porque tivessem que dividir a comitiva ou porque necessitassem permanecer à espera das caravanas que deveriam surgir de torna-viagem, estabeleceram na região o ponto de pouso que, aos poucos, foi-se povoando.

Não há vestígios de haver sido a sedução do ouro ou de outro aceno de riqueza o fator que fixou à terra os primeiros povoadores. O certo é que do pouso dos tropeiros e carreiros originou-se o povoado de Calaça, que, em 1833, já constituía parte territorial e política de Catalão.

Quando a Resolução Provincial nº 445, de 12 de setembro de 1870, restaurou os direitos de município no antigo Vai-Vem (Ipameri) direitos esses que perdera por força da Resolução nº 352, de 1º de agosto de 1863, do governo de Couto Magalhães, passou a pertencer ao território de Vai-Vem o Distrito de Calaça, desmembrado de Catalão.

O povoado de Calaça, que desde então passou jurisdição administrativa e política de Entre-Rios (Ipameri), obteve sua elevação à categoria de distrito em 29 de agosto e 1901,quando recebeu o topônimo de Campo Alegre.

Posteriormente, com a criação da Comarca de Ipameri, em 1907, da qual tomou posse,em 27 de abril de 1908, o seu primeiro Juiz de Direito, Dr. Rodolfo da Luz Vieira, Campo Alegre passou à jurisdição da nova Comarca.

Em 1944, mais ou menos, o Conselho Regional de Geografia e Estatística mudou o topônimo de Campo Alegre para Rudá, que na língua aborígena significa Deus do Amor, sem qualquer base na tradição ou na história.

Gentílico: campo-alegrense

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Campo Alegre, pela lei municipal nº 29, de 29-08-1901, subordinado ao município de Ipameri.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito figura no município de Ipameri.

Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.

Pelo decreto-lei estadual nº8.305, de 31-12-1943, o distrito de campo Alegre passou a denominar-se Rudá.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Rudá figura no município de Ipameri.

Elevado à categoria de município com a denominação de Campo Alegre de Goiás, pela lei estadual nº 893, de 12-11-1953, desmembrado de Ipameri. Sede no atual distrito de Campo Alegre Goiás ex-Rudá. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1954.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Alteração toponímica distrital

Campo Alegre para Rubá alterado, pela lei estadual nº 8.305, de 31-12-1943.

Rubá para Campo Alegre de Goiás alterado, pela lei estadual nº 893, de 12-11-1953.

Fonte: IBGE

Código do Município

5204805

Gentílico

campo-alegrense

Prefeito

JOSÉ ANTÔNIO NETO SIQUEIRA

População
População estimada [2018]7.437 pessoas  
População no último censo [2010]6.060 pessoas  
Densidade demográfica [2010]2,46 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,1 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]951 pessoas  
População ocupada [2016]13,5 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]32,9 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98,7 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6.3  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4.6  
Matrículas no ensino fundamental [2017]933 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]208 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]52 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]20 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]5 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]55.960,20 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]77 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0.694  
Total de receitas realizadas [2017]37.518,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]30.796,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]- óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,6 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]3 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]2.462,993 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]24,4 %  
Arborização de vias públicas [2010]54,8 %  
Urbanização de vias públicas [2010]3 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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