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Carauari - Amazonas



Carauari é uma cidade localizada no interior do estado do Amazonas. Pertencente à mesorregião do Sudoeste Amazonense e à microrregião de Juruá.

A cidade de Carauari está localizada à margem esquerda do rio Juruá em terreno bastante elevado e acidentado. O porto é franco, possui a ribanceira íngreme que vai se desmoronando devido o movimento impetuoso das águas do rio Juruá, que ali batem fortemente.

No ano de 1910, é criado o termo jurídico com a denominação de Xibauá. Um ano depois, através da Lei Estadual nº 683, é desmembrada do município de Tefé, uma parte de seu território, criando um novo município que tem como sede o povoado de Xauá.

História da cidade de 1 Dados geográficos e históricos

1.1 Localização e geografia

Carauari é um dos vários municípios do estado do Amazonas, localizando-se na região sudoeste deste. Em dados mais específicos, Carauari pertence à micro-região administrativa estadual nº02, e à micro-região nº 04 do Vale do Rio Juruá. Faz fronteira com os municípios de Juruá (ao norte), Jutaí (ao oeste), Itamarati (ao sul), Tefé e Tapuá (ao leste). Em relação a capital Manaus, Carauari distancia-se desta por 780 km em linha reta, por via aérea, e 1676 km por via fluvial. O município possui uma altitude de 60 metros acima do nível do mar, situa-se a 4º 54 de latitude sul e a 66º 55 de longitude oeste de Greenwich. O município corresponde a 1,64% da área do estado do Amazonas, possuindo uma área aproximada de 25.767 Km (IBGE).

Está localizado à margem esquerda do médio Vale do Rio Juruá, mais precisamente, dentro de um lago denominado popularmente de sacado, fenômeno típico de rios meândricos. Na verdade, até 1958, Carauari ficava às margens do rio Juruá, mas com a erosão, houve a queda natural do barranco e o rio foi formando um sacado que hoje é o chamado Lago de Carauari.

Em relação à hidrografia, Carauari possui uma rede hidrográfica de grande porte, formada por rios, lagos e igarapés, entre os quais destacam-se os rios Juruá e Weré, os igarapés da Areia, do Sossego, da Roça, da Ponte e do Taquara, e os lagos do Sacado, Preto, do Riozinho, do Taquarinha e o lago da APLUB.

O município todo é banhado pelo rio Juruá, sendo recortado pelos afluentes deste, a saber: Ueré, Bauana, Xué e Marari à margem direita, e Bauana Branco e Anaxiqui à margem esquerda. é o rio que se constitui no mais importante meio de comunicação e transporte da região, além de ser fonte de alimentação.

Carauari, como parte da Região Amazônica, possui um clima tipicamente tropical (Equatorial Quente e úmido), dotado de uma variação de temperatura de 35º a 22º. Possui 224 dias de chuva, sendo quarenta no verão, entre julho e novembro, e 184 no inverno, de dezembro a junho.

Segundo o INMET/MA, a precipitação do mês mais seco nunca é inferior a 60mm e a umidade relativa do ar é elevada, oscilando entre 86% e 92%. Temos, como toda região amazônica, apenas estas duas estações, sabendo-se que, nesse caso, o inverno não é caracterizado pelo frio, visto que a temperatura permanece alta, mas sim pela presença de chuvas abundantes; no verão, ao contrário, as chuvas são menos intensas, ficando o calor e a umidade do ar ainda mais intensos.

Quanto à vegetação, assim como se costuma dividir a Floresta Amazônica, a cobertura vegetal do município é dividida em três partes: as matas de terra semi-firme, as matas de várzea e as matas de igapó. Os dois grandes tipos florestais presentes em Carauari são: 1) a chamada várzea - floresta densa de planícies periodicamente inundadas, se faz presente ao longo das margens do rio Juruá na planície aluvial, e 2) a floresta de terras baixas presente em áreas de vales e em solos com pouca drenagem, apresentando fisionomia aberta e abundância de palmeiras.

é uma vegetação com características típicas da Floresta Equatorial Latifoliada, e é rica em madeira de lei, de alto valor comercial (como Maçaranduba, Macacauba, Cedro, Loro pixuri, acapu), e ainda, dotada de uma enorme variedade de plantas medicinais (como andiroba, murumuru, copaíba) e espécies que servem à alimentação (pupunha, açaí, buriti, uixi, etc.).

Possui navegabilidade condicionada pela cheia no período de novembro a abril e pela vazante de maio a setembro. Ao longo do Juruá está localizada a maioria das cidades, dos povoados e das comunidades.

1.2 Aspectos históricos

Em 1758, durante o governo de Francisco de Melo Povoas, foi criada a originária Aldeia de Carauari, como parte integrante das 45 aldeias da Capitania de São José do Rio Negro. A aldeia era originalmente um seringal de propriedade do Sr. Leonel Pedrosa, e mais tarde tornou-se ponto de apoio para os serviços seringalistas, visto que naquela época a economia amazonense era fortemente marcada pela produção da borracha.

Até chegar a constituir-se sob a forma do atual Município de Carauari, esta cidade passou por várias situações jurídico-políticas, variando entre Vila, Comarca e Município, e teve sua área territorial por várias vezes anexada e/ou desmembrada de outros municípios. A sequência cronológica das muitas datas e leis que envolvem a história do município são relatadas a seguir, conforme dados obtidos na Biblioteca Virtual do Amazonas.

Em 26.11.1910, pela Lei nº 641, é criado um Termo Judiciário com a denominação de Xibauá.

Em 26.09.1911, pela Lei Estadual nº 683, é criado o município, com território desmembrado de município de Tefé, cuja comarca fica subordinada ao termo judiciário de Xibauá, tendo por sede o povoado de Xauá.

Em 27.12.1912 pela Lei Estadual nº 1.006, Xauá é elevado à categoria de Vila e a sede do município é transferida para Carauari.

Em 25.04.1913, pela Lei Estadual nº 713, o município passa a denominar-se Carauari.

No ano de 1920, nos quadros de apuração do recenseamento, o município de Carauari é constituído de cinco distritos, que são: Carauari, Juruá Puca, Marari, Manichi e Palermo.

Em 05.11.1922, pela Lei 1.126, o termo de Carauari passou a subordinar-se à Comarca de São Felipe.

Em 02.10.1928, pela Lei Estadual nº 1.397, é criada a comarca de Carauari.

Em 28.11.1930, pelo Ato Estadual nº 45, o município é suprimido, anexando seu território ao município de Tefé. No ano seguinte, em 06.02, pelo Ato Estadual nº 234, o município é restabelecido.

Em 1933, na divisão administrativa e territorial (de 1936-37), figura o município de Carauari com um só distrito.

O Termo Judiciário de Carauari figura subordinado a comarca de João Pessoa, ex- São Felipe.

Em 02.03.1938, pela Decreto-Lei Federal nº 311 a sede municipal recebe Foros de Cidade.

Em 05.03.1945, pelo Decreto nº 1.400, a Comarca de João Pessoa, a qual estava subordinado o termo de Carauari, passou a denominar-se Eirunepé.

No quadro vigente no quinquênio 1944-48, fixado pelo Decreto-Lei Estadual nº 1.186, de 31 de dezembro de 1943, e modificado pelo de nº 140, de 5 de março de 1945, o Município figura com um só distrito, abrangendo quinze sub-distritos, que são: Carauari, Ipiranga do Juruá, Renascença, Concórdia, Santa Rosa, Ainajá, Imperatriz, Marari, S. Romã, Vista Alegra, Santos Dumont, Gaviãozinho, Soledad, Três Unidos, Aquidabã.

Em 24.12.1952, pela Lei Estadual nº 226, é restaurada a comarca de Carauari.

Em 25.04.1953, ocorre a reinstalação da comarca de Carauari.

Em 19.12.1955, em virtude da Lei nº 96, o município perdeu os subdistritos de Itapiranga do Juruá, Renascença, Concórdia e parte do de Santa Rosa para o novo município de Juruá e parte do subdistrito Aquidabã para também o novo município de Envira.

Em 10.12.1981, pela Emenda Constitucional nº 12, parte do território de Carauari é desmembrada, em favor do novo município de Itamarati.

Sobre a criação do município de Carauari existe controvérsia motivada pela falta de clareza da Lei n º 76, de 8 de dezembro de 1984. O fato é que essa Lei dá como sede do novo município o lugar São Felipe. Nenhuma das duas sedes do município foi elevada à vila e nem o município teve uma denominação definida. No mesmo ano, a Lei nº 133 de 5 de outubro, eleva o Termo Judiciário de Carauari à Categoria de comarca e para esta foi nomeado Juiz de direito o Dr. Jorge Augusto Studart. Autorizado pelo Governo a rever os limites dos municípios do Estado por Lei nº 160 de 23 de junho de 1986, foi lavrado o Decreto nº 122, de 7 de agosto do mesmo ano, fixou as divisas do município de Tefé com Carauari, colocando, entretanto, a sede deste, dentro do território daquele, uma vez que fixou a foz do rio Tarauacá como ponto de divisas.

O Decreto nº 122, criado, definiu a situação do município de Carauari; porém por causa dessa irregularidade, surgiu o Decreto nº 125, de 11 de agosto de 1986, que transfere a sede do Município de Carauari, para São Felipe. Nova confusão, porque o município de Carauari, nesta nova sede jamais foi conhecido por seu nome, somente por São Felipe.

Uma outra história: novos passos para a criação do município de Carauari. A Lei nº 641, de 26 de novembro de 1910, que revoga o artigo 4º da Lei de Reorganização Judiciária nº 333, de 14 de fevereiro de 1901, criou um novo termo judiciário na comarca do município de Tefé, tendo por sede o lugar Xibauá, sendo este instalado pelo Juiz Municipal Dr. Luiz Alves da Costa.

O termo judiciário de Xibauá passou a constituir o município deste nome, por Lei nº 683 de 27 de setembro de 1911, que também elevou a povoação à categoria de vila, sendo instalada pelo primeiro superintendente Anastácio Cavalcante.

Em virtude do Decreto nº 1006, de 27 de dezembro de 1912, a sede do município foi transferida para o lugar Carauari, que já havia sido sede do município de São Felipe.

A Lei nº 173, de 25 de abril de 1913, muda o nome do município de Xibauá, para Carauari.

Pela Lei nº 1126 de 5 de novembro de 1922, foi o Termo foi desmembrado de Tefé para ser anexado à comarca de São Felipe.

Por projeto de 20 de setembro de 1928, dos deputados Raul Azevedo, Gentil Augusto Bittencourt, Anquises Cabral Raposa Câmara, Franklin Washington de Almeida, Análio de Melo Resende e Aprígio Martins de Menezes, convertido em Lei nº 1397, de 2 de outubro do mesmo ano, foi o de Carauari elevado à categoria de comarca, sendo instalada em 1º de janeiro de 1929, pelo Juiz de direito Dr. Alencastro Ramos e Silva.

O Decreto nº 29, de 14 de novembro de 1930, do Governo Revolucionário, extinguiu a comarca e mandou anexar o termo judiciário de Carauari à comarca de São Felipe, atual João Pessoa (Eirunepé). Ato nº 28 do mesmo mês e ano, extinguiu o município e mandou anexa-lo ao de Tefé.

O município readquiriu sua autonomia pelo Ato nº 234, de 6 de fevereiro de 1931.

O Decreto Lei nº 68, de 31 de março de 1938, dando execução ao Decreto-Lei Nacional nº 311, de 2 do dito mês e ano, elevou a Vila de Carauari à categoria de cidade, com a mesma denominação, sendo instalada em 1º de janeiro de 1939.

O significado da palavra Carauari na língua geral indígena Nheengatu, ou Tupi consiste na divisão em cará, que é uma variedade de tubérculo comestível; e uari, que indica o verbo cair. Assim, temos Cará-Uari. Alguns estudos indicam este significado como sendo cará que cai. Carauari, nesse sentido, indica um tipo de trepadeira cujos tubérculos dos ramos, ao se desenvolverem, amadurecerem, e caem. Outros estudos entendem a divisão da palavra como sendo Cara igual a batata, comida, alimento; e uari sendo abençoada, do céu. Daí a interpretação da palavra também como manjar divino ou comida abençoada.

A denominação do município originou-se do lago Carauari que beira a sede do município, ligando-se por um canal ao rio Juruá, o qual já foi habitado no passado pelos índios Canamaris, Catuquinas e outros.

1.3 História econômica

A região do Juruá foi e é, tradicionalmente, uma área de extrativismo. No período entre as duas Guerras Mundiais, a região se destacou pela grande e intensa exploração da borracha, que durante muitas décadas foi o principal produto econômico do lugar. Essa produção, entretanto, chega a sua decadência ao final da década de 70, apesar das tentativas governamentais de reativar os seringais com programas de incentivo, que não deram certo principalmente por causa da corrupção e falta de fiscalização.

Com a crise da produção do látex, no início dos anos 80 as histórias econômicas de Carauari, em particular, e da região do Juruá, em geral, se transformam com o aparecimento do petróleo e do gás natural. Os ex-seringueiros, desempregados com a crise da borracha, passaram, consequentemente, a ser empregados das equipes sísmicas contratadas pela PETROBRAS, cuja presença nessas localidades, adquire, portanto, grande relevância.

Foi em 1976 que a pesquisa para exploração de petróleo foi retomada na Bacia do Solimões, com a realização de um levantamento sísmico de reflexão de reconhecimento que demonstrou resultados positivos para a empresa: foi descoberta a província gaseífera do Juruá em 1978, marcando uma nova era na história do petróleo amazônico e na história dos povos que habitam a região do rio Juruá (marcos esses que, para as populações marginais desse rio, nem sempre foram de caráter positivo). Nos anos seguintes as pesquisas de petróleo na Bacia do Solimões tomaram vulto e as atividades exploratórias prosseguiram, sendo que entre 1980 e 1984 mais campos de gás foram confirmados ao longo do Juruá.

Um acontecimento significativo desse contexto foi a descoberta, em outubro de 1986, da província petrolífera do Urucu. Em 1988, o óleo dessa província já estava sendo escoado por balsas pelo rio Urucu até a refinaria de Manaus, a 680 km de distância.

Essa campanha exploratória na Bacia do Solimões prosseguiu durante os anos seguintes, tendo como resultado a descoberta de vários campos e províncias de gás e óleo, destacando-se, entre outros, nove campos de gás na província do Juruá e cinco campos de gás, óleo e condensado na província do Urucu.

Com a chegada da PETROBRAS em Carauari, e a construção de sua base de apoio no local, no final dos anos 70, o município começa a desenvolver uma nova cara, passando da fase da borracha para a do gás. Como já foi dito, a maioria dos que antes trabalhavam com o látex passaram a ser peões das empreiteiras da PETROBRAS trabalhando na abertura de clareiras e piadas na mata para as futuras pesquisas sísmicas.

Foi a primeira vez que começou a circular pela cidade dinheiro vivo, em papel, pelos salários dos moradores. Salário que garantia mais ou menos o sustento da família e o estudo dos filhos na zona urbana do município. Era um trabalho no qual os empregados permaneciam até três meses longe das famílias, e não lhes era oferecido capacitação profissional, além de muitas vezes, por falta de fiscalização e falhas na presença do poder judiciário, fato comum pelo isolamento da região, as leis trabalhistas não eram cumpridas.

A participação dos moradores nas equipes sísmicas que passaram a atuar em Carauari representava, no auge das atividades de prospecção, significativa parcela do sustento das famílias do município, tendo uns 600 a 800 homens em pregados nesta atividade.

é verdade que a presença da PETROBRAS no município de Carauari, tornando-a Capital do gás, desenvolveu economicamente o local, influenciando o aumento do fluxo de dinheiro, o crescimento do comércio, o surgimento de mais bancos, bares, clubes, pousadas e restaurantes.

Contudo, não se pode deixar de evidenciar que, com a constatação de que a exploração de gás em Carauari era inviável financeiramente para a PETROBRAS e, somado a isso, a existência de petróleo na cidade vizinha de Coari, toda euforia do possível desenvolvimento econômico de Carauari com a exploração do gás teve um fim. A infra-estrutura desta empresa estatal montada nesta cidade foi abandonada e as empreiteiras foram paulatinamente se transferindo para Tefé, de onde passavam a recrutar seus novos empregados, razão pela qual houve uma diminuição significativa da contratação de mão-de-obra carauariense.

E por fim, a história da década de 1980 do município de Carauari é também marcada pela presença da firma APLUB Associação dos Profissionais Liberais Universitários do Brasil. Proprietária de uma vasta porção de terras cuja legalidade é questionada, sua presença e as relações estabelecidas com a população local são fatos significativos que marcam o contexto carauariense.

3.1.4 Histórico indígena

O município de Carauari não apresenta a problemática indígena, à primeira vista, com a mesma gravidade que outras regiões, pois a quantidade de aldeias indígenas e sua expressão demográfica parecem de relevância menor tendo em vista os graves problemas da população cariú o termo amazônico para os não-índios , o seu peso político e sua predominância numérica. No entanto, a questão indígena no município é maior do que parece e se estende para além das fronteiras estreitas do mesmo.

Na verdade, a sede do município conta com poucos membros de comunidades pertencentes a quatro povos indígenas diferentes, sendo que membros de três povos moram dentro dos limites do município.

Fonte: Secretaria Municipal de Educação de Carauari - SEMED

Autor do Histórico: MANOEL TEIXEIRA DE MELO

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Código do Município



1301001




Gentílico



carauariense




Prefeito



BRUNO LUIS LITAIFF RAMALHO































































































































































































































































































































































































































































































































































População

População estimada
[2018]


28.076

pessoas  :






População no último censo
[2010]


25.774

pessoas  :






Densidade demográfica
[2010]


1,00

hab/km²  :








Trabalho e Rendimento

Salário médio mensal dos trabalhadores formais
[2016]


1,8

salários mínimos  :






Pessoal ocupado
[2016]


991

pessoas  :






População ocupada
[2016]


3,5

%  :






Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo
[2010]


50,9

%  :








Educação

Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade
[2010]


90,2

%  :






IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental
[2015]


4.9

 :






IDEB – Anos finais do ensino fundamental
[2015]


4.2

 :






Matrículas no ensino fundamental
[2017]


6.017

matrículas  :






Matrículas no ensino médio
[2017]


1.381

matrículas  :






Docentes no ensino fundamental
[2015]


297

docentes  :






Docentes no ensino médio
[2017]


88

docentes  :






Número de estabelecimentos de ensino fundamental
[2017]


52

escolas  :






Número de estabelecimentos de ensino médio
[2017]


4

escolas  :








Economia

PIB per capita
[2015]


8.999,57

R$  :






Percentual das receitas oriundas de fontes externas
[2015]


94,1

%  :






Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM)
[2010]


0.549

 :






Total de receitas realizadas
[2017]


61.010,00

R$ (×1000)  :






Total de despesas empenhadas
[2017]


52.253,00

R$ (×1000)  :








Saúde

Mortalidade Infantil
[2014]


27,78

óbitos por mil nascidos vivos  :






Internações por diarreia
[2016]


0,7

internações por mil habitantes  :






Estabelecimentos de Saúde SUS
[2009]


6

estabelecimentos  :








Território e Ambiente

Área da unidade territorial
[2017]


25.778,658

km²  :






Esgotamento sanitário adequado
[2010]


23,9

%  :






Arborização de vias públicas
[2010]


2,8

%  :






Urbanização de vias públicas
[2010]


11

%  :








Notas &: Fontes











Notas:




  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100



  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100



  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100



  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.



  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000



  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100



  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100



  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100








Fontes:




  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018



  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010



  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011



  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018



  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018



  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)



  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010



  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010



  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016



  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016



  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017



  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017



  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017



  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017



  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017



  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus -
    SUFRAMA



  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015



  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD



  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018



  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018



  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014



  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente



  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009



  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018



  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística



  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010



  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010


















População

















População no último censo

25774 pessoas





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



1231º





No Estado


1º

62º



24º






Na micro região


1º

7º



2º







Acessar página de ranking










Densidade demográfica

1.00 hab/km²





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



5480º





No Estado


1º

62º



42º






Na micro região


1º

7º



5º



























Pirâmide Etária - 2010






















































































100 ou mais















95 a 99
90 a 94
85 a 89
80 a 84
75 a 79
70 a 74
65 a 69
60 a 64
55 a 59
50 a 54
45 a 49
40 a 44
35 a 39
30 a 34
25 a 29
20 a 24
15 a 19
10 a 14
5 a 9
0 a 4
Homens  :  :  :  :  :  :  :  :  :  : Mulheres
Brasil












População residente por religião

( Unidade:
pessoas

)







Católica apostólica romana




Evangélica




Espírita




































Trabalho e Rendimento








Em 2016, o salário médio mensal era de 1.8 salários mínimos.
A proporção de pessoas ocupadas em relação à população total era de 3.5%.
Na comparação com os outros municípios do estado, ocupava as posições 10 de 62 e 37 de 62, respectivamente.
Já na comparação com cidades do país todo, ficava na posição 2836 de 5570 e 5434 de 5570, respectivamente.
Considerando domicílios com rendimentos mensais de até meio salário mínimo por pessoa, tinha 50.9% da população nessas condições, o que o colocava na posição 30 de 62 dentre as cidades do estado e na posição 1220 de 5570 dentre as cidades do Brasil.




















Salário médio mensal dos trabalhadores formais

1.8 salários mínimos





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



2836º





No Estado


1º

62º



10º






Na micro região


1º

7º



1º







Acessar página de ranking










Pessoal ocupado

991 pessoas





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



3029º





No Estado


1º

62º



28º






Na micro região


1º

7º



2º







Acessar página de ranking










População ocupada

3.5 %





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



5434º





No Estado


1º

62º



37º






Na micro região


1º

7º



6º


















Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo

50.9 %





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



1220º





No Estado


1º

62º



30º






Na micro região


1º

7º



6º




































Educação








Em 2015, os alunos dos anos inicias da rede pública da cidade tiveram nota média de 4.9 no IDEB.
Para os alunos dos anos finais, essa nota foi de 4.2.
Na comparação com cidades do mesmo estado, a nota dos alunos dos anos iniciais colocava esta cidade na posição 11 de 62.
Considerando a nota dos alunos dos anos finais, a posição passava a 15 de 62.
A taxa de escolarização (para pessoas de 6 a 14 anos) foi de 90.2 em 2010.
Isso posicionava o município na posição 31 de 62 dentre as cidades do estado e na posição 5462 de 5570 dentre as cidades do Brasil.




















Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade

90.2 %





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



5462º





No Estado


1º

62º



31º






Na micro região


1º

7º



3º


















IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental

4.9





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



3382º





No Estado


1º

62º



11º






Na micro região


1º

7º



1º


















IDEB – Anos finais do ensino fundamental

4.2





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



2638º





No Estado


1º

62º



15º






Na micro região


1º

7º



2º



























Matrículas

( Unidade:
matrículas

)







Ensino pré-escolar




Ensino fundamental




Ensino médio




Ensino superior




































Economia

















PIB per capita

8999.57 R$





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



3974º





No Estado


1º

62º



23º






Na micro região


1º

7º



3º







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Percentual das receitas oriundas de fontes externas

94.1 %





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



1124º





No Estado


1º

62º



34º






Na micro região


1º

7º



5º


















Total de receitas realizadas

61010 R$ (×1000)





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



1465º





No Estado


1º

62º



24º






Na micro região


1º

7º



2º







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Total de despesas empenhadas

52253 R$ (×1000)





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



1555º





No Estado


1º

62º



27º






Na micro região


1º

7º



2º







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Saúde








A taxa de mortalidade infantil média na cidade é de 27.78 para 1.000 nascidos vivos.
As internações devido a diarreias são de 0.7 para cada 1.000 habitantes.
Comparado com todos os municípios do estado, fica nas posições 9 de 62 e 38 de 62, respectivamente.
Quando comparado a cidades do Brasil todo, essas posições são de 578 de 5570 e 2889 de 5570, respectivamente.




















Mortalidade Infantil

27.78 óbitos por mil nascidos vivos





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



578º





No Estado


1º

62º



9º






Na micro região


1º

7º



2º







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Internações por diarreia

0.7 internações por mil habitantes





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



2889º





No Estado


1º

62º



38º






Na micro região


1º

7º



7º




































Território e Ambiente








Apresenta 23.9% de domicílios com esgotamento sanitário adequado, 2.8% de domicílios urbanos em vias públicas com arborização e 11% de domicílios urbanos em vias públicas com urbanização adequada (presença de bueiro, calçada, pavimentação e meio-fio).
Quando comparado com os outros municípios do estado, fica na posição 11 de 62, 57 de 62 e 16 de 62, respectivamente.
Já quando comparado a outras cidades do Brasil, sua posição é 3412 de 5570, 5506 de 5570 e 2685 de 5570, respectivamente.




















Esgotamento sanitário adequado

23.9 %





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



3412º





No Estado


1º

62º



11º






Na micro região


1º

7º



1º


















Arborização de vias públicas

2.8 %





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



5506º





No Estado


1º

62º



57º






Na micro região


1º

7º



7º


















Urbanização de vias públicas

11 %





Comparando a outros municípios




No país


1º

5570º



2685º





No Estado


1º

62º



16º






Na micro região


1º

7º



3º





































© 2017 IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística| v4.3.11.0




































Carauari: Imagens da cidade e Região

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