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Palmeiras do Tocantins - Tocantins



Palmeiras do Tocantins faz parte do estado do Tocantins. A população avaliada em 2004 era de 5.409 habitantes.

Em 1854 no período Brasil império, até meados de 1934 encontrava a família de Inácio Bezerra Costa às margens do Rio Tocantins. Após 1935 algumas famílias do Maranhão se instalaram na região de Tocantinópolis, precisamente no povoado de Mosquito, como era conhecida Palmeiras do Tocantins. Aos poucos formavam aglomerações de casas rústicas entre o rio Tocantins e ribeirão Mosquito. Em 1958 com a construção da rodovia Belém-Brasília começava a expandir riquezas pela região, tornando-se potencialmente forte em comercialização. Com a constituição de 1988, criação do Estado do Tocantins, nasceu o município de Mosquito. O nome Mosquito é devido as características das formações rochosas (Litologia) da região, a Formação Mosquito que está sobreposta a Formação Sambaíba em contato discordante caracterizado por superfície de erosão, ocasionada por derrames basalticos de cor cinza e esverdeado, estrutura maciça e amigdaloidal, rica em cristais translúcidos de brilho vítreo. Sua geologia em Folha Tocantinópolis é de Formação Sambaíba, que ocorre na porção sul-sudeste onde se caracteriza por apresentar uma morfologia de extensos chapadões dissecados, capeados por espessuras variáveis de basaltos que se encontram laterizados na maioria das vezes, e se destacam pela sua topografia conspícua. A Litologia constitui-se de arenitos médios a finos, cinza, bimodais, com estratificações cruzada tangencial e acanalada de grande a médio porte. Também encerram pelitos com estratificação plano-paralela, cinza-avermelhados intercalados em arenito (ALMEIDA et al, 1995). Já a idade de acordo com MESNER & WOOLDRIGE (1964), devido a ausência de fósseis, atribuíram a idade triássica superior para a Formação Sambaíba baseados em sua posição estratigráfica. BARBOSA et al. (1966) e LIMA & LEITE (1978) a aceitarem uma contemporaneidade com a Formação Mosquito, cujas datações radiométricas atribuem o extravasamento ao período entre o Triássico e o Jurássico.

História da cidade de Consta nos anuais da época do Império, que em 1854, aqui ja se encontrava Inácio Bezerra Costa a partir dessa era até 1934, apenas a tradição transmitida de oralmente de geração a geração aponta raros habitantes, embrenhados nas matas, à margem esquerda do Rio Tocantins, sem contudo termos dados concretos a respeito de sua existências.

Já em meados de 1935, vindo do estado do Maranhão, José Pereira Lima, atraído pela fama da cidade da Boa Vista do Padre João, chegou ao atual município de Mosquito, á epoca pertencente a Tocantinópolis, paulatinamente, foram chegando a essa região a procura de moradias, Pedro da Silva Aguiar fundador da fazenda São Pedro dos Matões; Frederico Lopes Figueiredo, da fazenda Brejão, João do Binga, desbravador das Fazendas Livramento e São Salvador, Francisco Costa da Fazenda Cocalino e José Dias Soares da fazenda Santa Luzia.

Aos poucos, formaram-se pequenas aglomerações de casas rusticas, cobertas de palhas, todas ao redor de uma feira, num local aprazível e muito saudável loalizada a 9 km do Rio Tocantins e à margem esquerda do Ribeirão Mosquito, a 12 km do atual povoado de Estreito nesse local, seria a pedra fundamental de onde nasceria a cidade de Mosquito.

Em 1958, já se encontrava em contrução a rodovia Belém - Brasília e o seu leito embora primário de cascalho já começava a ser utilizado para vias de acesso, essa estrada dividia ao meio, esse povoado que ja começava a irradiar progresso e gerar riquezas.

Em 1962, o ex-Governador Mauro Borges, deu início a uma estrada, partindo do ponto do cruzamento de Belém-Brasília com o povoado Mosquito, interligando Nazaré, Lagoa de São Bento e Cachoeirinha, através da transamazônica.

O povoado de Mosquito florescia, mercadorias industrializadas vinham de Belém do Pará e de Goiânia, era grande o intercâmbio comercial dessa localidade.

Com o desenvolvimento da BR - 153 levando progresso foi mudando o regime de vida simples que aqueles sertanejos, levavam e devagar foi nascendo desejo de separação para adquirir independência econômica, devido a contato com o Sul.

Na década de 60, o comerciante Raimundo Neiva de Carvalho elege-se vereador mais não consegue o seu intento de transformar o povoado de Mosquito em município, mesmo acontece com os outros vereadores eleitos em outras legislaturas, como Vitor Dias Soares, Antonio Dias da Silveira, Manoel Moreira da Silva, José Borges dos Santos, todos frustrados em seus anseios.

Aos 05 de outubro de 1988, foi promulgada a nova Constituição de República Federativa do Brasil, criando o estado do Tocantins, pela Assembléia Estadual do Tocantins, criando tambem o municipio de Mosquito, o qual foi desmebrado e emancipado do município de Tocantinópolis, pela lei Estadual nº 251, de 20 de fevereiro de 1991.

Em 03-10-92, realizou-se a primeira eleiçao de a 01-01-93, foi instalado oficialmente o município de Mosquito, dando-se posse ao primeiro Prefeito Municipal eleito, e os 09 vereadores eleitos para Câmara Municipal.

O Padroeiro do Mosquito é Nossa Senhora Mãe de Deus e o festejo de aniversário tem como data final, 31 de maio.

Fonte: Prefeitura Municipal de Palmeiras

Autor do Histórico: ALDéRCIO DINIZ GUSMãO

Código do Município

1713809

Gentílico

palmeirense

Prefeito

ERINALVA ALVES BRAGA

População
População estimada [2018]6.570 pessoas  
População no último censo [2010]5.740 pessoas  
Densidade demográfica [2010]7,67 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,6 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]306 pessoas  
População ocupada [2016]4,7 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]47,2 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]97,1 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]4,1  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]3,6  
Matrículas no ensino fundamental [2017]982 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]221 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]47 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]13 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]5 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]10.330,85 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]94,7 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,628  
Total de receitas realizadas [2017]14.721,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]12.684,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]14,93 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]1,1 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]1 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]747,898 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]0,9 %  
Arborização de vias públicas [2010]79,3 %  
Urbanização de vias públicas [2010]0 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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