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Campina Grande do Sul - Paraná



Campina Grande do Sul faz parte do estado do Paraná, localizado na Região Metropolitana de Curitiba.

O município possui a maior arena coberta da América Latina, que é palco para as grandes atrações da "Kakifest", tradicional festa do caqui que ocorre todos os anos no 2° fim de semana de maio. Além disso, encontra-se no município o Pico do Paraná (ponto de maior altitude do sul do país). Sua população em 2010 é de 38.442 habitantes.

Origina-se do tupi "Ka′a-apina" que significa "monte sem vegetação". Assim denominado pelos primeiros povoadores, que denominaram ser uma grande campina. O termo "do Sul" foi acrescentado para diferenciá-la da não menos histórica Campina Grande, no Estado da Paraíba.

História da cidade de Campina Grande do Sul Paraná - PR

Por volta de 1666 surgia, na região do planalto de Curitiba, um dos primeiros povoados de mineradores fundados por bandeirantes, com a denominação de Campina Grande.

Entretanto, a colonização efetiva do povoado operou-se de maneira lenta e demorada, pois somente em 1873, é que foi criada a Freguesia de Campina Grande, sob a invocação de São João Batista, como parte integrante da Vila de Arraial Queimado (Atual Bocaiuva do Sul).

Os fundadores do povoado de Campina Grande, foram Francisco Garcia de Lima e Antonio Ribeiro dos Santos. Estes senhores em 15 de outubro de 1883, doaram o terreno para construção da igreja de São João Batista, padroeiro da cidade.

Em 1883, foi criada a Vila de Campina Grande.

Em 1890, o Município de Campina Grande tomou o nome de "Villa Glicério", e, em 1891, voltou a denominar-se Campina Grande.

Em 1938, foi extinto o Município de Campina Grande e seu território foi anexado ao Município de Piraquara, na condição de Distrito.

Em 1943, o Distrito de Campina Grande passou a denominar-se Timbu.

Em 1951, Timbu foi elevado a município.

Em 1956, foi mudada a denominação do município para Campina Grande do Sul.

Campina Grande teve esta denominação devido ao seu panorama topográfico, observado pelos pioneiros, acrescido de "do Sul", para diferenciar de Campina Grande do Estado da Paraíba.

Gentílico: campinense-do-sul

Formação Administrativa

Freguesia criada com a denominação de Campina Grande, por lei provincial n.º 360, de 18-04-1873, no município de Arraial Queimado.

Elevado à categoria de vila com a denominação de Campina Grande, por lei provincial n.º 762, de 26-11-1883, desmembrado de Arraial Queimado. Instalado em 2203-1884.

Tomou a denominação de Glicério, por decreto estadual n.º 37, de 11-02-1890.

Restabelecido o nome de Campina Grande, por lei estadual n.º 1, de 16-11-1891.

Em divisão administrativa do Brasil referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII1937.

Pelo decreto-lei estadual n.º 7573, de 20-10-1938, o município de Campina Grande é extinto, sendo seu distrito anexado ao município de Piraquara.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Campina Grande figura no município de Piraquara.

Pelo decreto estadual n.º 199, de 30-12-1943, o distrito de Campina Grande passou a denominar-se Timbu.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Timbu figura no município de Piraquara.

Elevado novamente à categoria de município com a denominação de Timbu, pela lei estadual n.º 790, de 14-11-1951, desmembrado de Piraquara. Constituído do distrito sede. Reinstalado em 14-12-1952.

Pela lei estadual n.º 2593, de 07-02-1956, o município de Timbu voltou a denominar-se Campina Grande do Sul.

Em divisão territorial o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 14-V-2001.

Alterações Toponímicas Municipais:

Campina Grande para Glicério alterado, por decreto estadual n.º 37, de 11-02-1890.

Glicério para Campina Grande alterado, por lei estadual n.º 1, de 16-11-1891.

Campina Grande para Timbu alterado, por lei estadual n.º 790, de 14-11-1951.

Timbu para Campina Grande do Sul alterado, por lei estadual n.º 2593, de 07-02-1956.

Alteração Toponímica Distrital

Campina Grande para Timbu alterado, pelo decreto-lei estadual n.º 199, de 30-12-1943.

Fonte: IBGE

Código do Município

4104006

Gentílico

campinense-do-sul

Prefeito

BIHL ELERIAN ZANETTI

População
População estimada [2018]42.880 pessoas  
População no último censo [2010]38.769 pessoas  
Densidade demográfica [2010]71,90 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,4 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]9.409 pessoas  
População ocupada [2016]22,3 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]31,1 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6,4  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,2  
Matrículas no ensino fundamental [2017]6.603 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]2.004 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]384 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]140 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]23 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]7 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]27.283,22 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]63,5 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,718  
Total de receitas realizadas [2017]146.811,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]115.275,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]5,93 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,1 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]18 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]539,245 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]86,3 %  
Arborização de vias públicas [2010]6,2 %  
Urbanização de vias públicas [2010]16,2 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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