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Colatina - Espírito Santo



Colatina faz parte do estado do Espírito Santo. É a principal cidade da região noroeste do estado e sua influência abrange também cidades do leste mineiro. Colatina é famosa por seu magnífico pôr-do-sol, por ser um grande pólo industrial e econômico da região e por suas festas que ocorrem durante todo o ano.

Toda a área do norte do Espírito Santo era dominada por várias tribos indígenas que foram apelidadas pelos colonizadores de Botocudos, em razão do uso do botoque no lábio inferior ou nos lóbulos da orelhas. Os Botocudos viviam em conflito com outras tribos como Pataxós, Cumanachos, Malalis, entre outros. Além dos conflitos armados, a região do vale do Rio Doce foi tardiamente colonizada, pois temia-se que invasores pudessem utilizar o rio para chegar até Minas Gerais e ameaçar as riquezas do período da Mineração. Toda essa região fazia parte do município de Reis Magos, atual município da Serra, mas no início do século XIX várias iniciativas de colonização foram sendo incentivadas. Linhares foi um dos primeiros povoados nesse período.

Em 1833 Linhares alcançava a categoria de Vila, época quando o trecho entre o rio Guandu e Regência começou a ser loteado, pois a navegação do rio por Barcos a vapor passou a ser muito utilizada, e o comércio foi se instalando na região.

História da cidade de Colatina

Espirito Santo - ES

Durante muito tempo o Rio Doce desempenhou no estado do Espírito Santo o papel de limite natural entre a zona povoada e a região desconhecida do norte. A história do desbravamento do município de Colatina está intimamente ligada às tentativas de colonização do vale do Rio Doce.

Uma das primeiras incursões nas terras que constituem o atual município de Colatina deve-se ao capitão Antônio Pires da Silva Pontes Leme que, no governo da Capitânia do Espírito Santo, tentou o levantamento do Rio Doce e a abertura de uma estrada até Minas Gerais. Ordenou, também, a instalação dos postos militares de Regência Augusta, Porto do Souza e Lorena; na margem esquerda do Rio Doce iniciou uma povoação que primitivamente teve o nome de Coutins e, mais tarde, o de Linhares.

Uma tentativa mais direta do povoamento do solo colatinense verificou-se por volta de 1857, sob a orientação de Nicolau Rodrigues dos Santos França Leite, que lançou os fundamentos da Transilvânia, nas terras adjacentes aos rios Pancas e São João. Essa frente pioneira, entretanto, não chegou a alcançar Colatina.

Só em 1888 e, mais tarde, em 1894 chegaram alguns imigrantes para a ocupação das terras devolutas do Rio Doce. A colônia de Limão, a mais próxima de Colatina, foi assolada pela matéria, e os colonos, por isso, imigraram.

Entretanto, o povoamento definitivo de Colatina processou-se pelo Santa Maria, obedecendo à natural expansão de uma outra ala pioneira oriunda de Santa Leopoldina. A partir dos núcleos iniciais de Santa Leopoldina, Porto de Cachoeira e de Santa Isabel, estendeu-se uma colonização alemã por toda a bacia dos rios Jucu e Santa Maria de Vitória, a qual, já em 1891, iniciava no local onde atualmente se ergue a cidade de Santa Leopoldina a primeira derrubada para a medição de lotes. Para estes serviços construiu-se um barracão e o local ficou conhecido por Barracão de Santa Maria.

O município de Linhares compreendia, então, toda esta região até Escadinhas. Em 1899, foi esse povoado elevado a sede do distrito, a que se denominou Colatina, homenagem prestada pelo Engenheiro Gabriel Emílio da Costa a D. Colatina, esposa do governador Muniz Freire. A construção da Estrada de Ferro Vitória-Minas alcançou Colatina em 1906, três anos depois de iniciada, abrindo grande possibilidade para o povoamento do Rio Doce.

Dez anos mais tarde, colonos alemães oriundos da região serrana do Espírito Santo atingiram as cabeceiras do Mutum e do Panquinhas, na região norte do rio Guandu. O movimento pioneiro, entretanto, só se desenvolveu a partir de 1928, quando foi construída a ponte sobre o Rio Doce, e Colatina já assumia então a sua posição de cidade chave para o acesso da região norte do Rio Doce.

Por volta de 1916, ocorreu na vila um fato digno de menção. Após o pleito estadual em que foi eleito Bernardino Monteiro, os derrotados Coronel Alexandre Calmon e Pinheiro Júnior chefiaram a revolta do Xandoca , que instalou em Colatina o governo de Pinheiro Junior. Em 29 de junho do mesmo ano a rebelião foi dominada. Em 1921, a vila foi elevada a categoria de cidade e o município passou a denominar-se Colatina (30-12-1921).

Gentílico: colatinense

Formação Administrativa

Freguesia criada com a denominação de Linhares, por decreto de 26-08-1818.

Elevado à categoria de vila com a denominação de Linhares, pela resolução do conselho do governo de 02-04-1833. Com sede na povoação de Linhares. Constituído de distrito sede da povoação de Linhares. Instalado em 21-08-1833.

Pela lei municipal de 26-12-1895, é criado o distrito de Mutum e anexado à vila de Linhares.

Pela lei municipal de 27-01-1905, é criado o distrito de Acioli de Vasconcelos e anexado à vila de Linhares.

Pela lei estadual nº 488, de 22-11-1907, transfere a sede da povoação de Linhares para a povoação de Colatina.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, a vila de Linhares é constituída de 6 distritos: Linhares, Acioli de Vasconcelos, Regência (ex-Barra do Rio), Colatina, Mascarenhas e Mutum.

Pela lei estadual nº 1045, de 09-12-1915, é criado o distrito de Baixo Guandu e anexado à vila de Linhares.

Pela lei estadual nº 1093, de 05-01-1917, é criado o distrito de Baunilha e anexado à vila de Linhares.

Nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de 01-09-1920, a vila de Linhares é constituída de 8 distritos: Linhares, Acioli de Vasconcelos, Baixo Guandu, Baunilha, Colatina, Mascarenhas, Mutum e Regência.

Pela lei estadual nº 1307, de 30-12-1921, a vila de Linhares passou a denominar-se Colatina.

Elevado à condição de cidade, pela lei estadual nº 1317, de 30-12-1921.

Pela lei estadual nº 1381, de 04-07-1923, é criado o distrito de Lage e anexado ao município de Colatina.

Pela lei estadual nº 1486, de 05-09-1924, é criado o distrito de Nossa Senhora da Penha e anexado ao município de Colatina.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município de é constituído de 9 distritos: Colatina, Baunilha, Baixo Guandu, Lage, Linhares, Mascarenhas, Mutum, Nossa Senhora da Penha e Regência. Menos o distrito de Acioli de Vasconcelos, transferido para o município de Pau Gigante.

Pelo decreto estadual nº 6152, de 10-04-1935, desmembra do município de Colatina o distrito de Baixo Guandu. Elevado à categoria de município.

Em divisões territoriais datadas de 31-12-1936 e 31-12-1937 o município é constituído de 8 distritos: Colatina, Baunilha, Lage, Linhares, Mutum, Mascarenhas, Nossa Senhora da Penha e Regência.

Pelo decreto-lei estadual nº 9222, de 31-03-1938, o distrito de Nossa Senhora da Penha passou a denominar-se Santa Luzia. Sob o mesmo distrito, transfere o distrito de Mascarenhas do município de Colatina para o de Baixo Guandu.

Pela lei estadual nº 9941, de 11-11-1938, é criado o distrito do Alto Rio Novo e anexado ao município ao município de Colatina.

Pela lei estadual nº 15177, de 31-12-1943, desmembra do município Colatina os distritos de Linhares e Regência para formar o município de Linhares. Sob a mesma lei o distrito de Lage passou a denominar-se Itapina, Santa Luzia a denominar-se Pancas e o distrito de Mutum a denominar-se Boapaba.

No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 6 distritos: Colatina, Alto Rio Novo, Baunilha, Boapaba, Itapina e Pancas.

Pela lei estadual nº 265, de 22-10-1949, são criados os distritos de águia Branca, Lajinha, São Domingos e São Gabriel e anexados ao município de Colatina.

Em divisão territorial datada de 01-07-1950, o município é constituído de 10 distritos: Colatina, águia Branca, Alto Rio Novo, Baunilha, Boapaba, Itapina, Lajinhas, Pancas, São Domingos e São Gabriel.

Pela lei estadual nº 777, de 29-12-1953, desmembram do município de Colatina os distritos de Pancas e Alto Rio Novo. Para formar o novo município de Pancas. Sob a mesma lei desmembra do município de Colatina o distrito de São Domingos. Elevado à categoria de município.

Pela lei estadual nº 779, de 29-12-1953, são criados os distritos de Governador Lindenberg, Novo Brasil, Marilândia e anexados ao município de Colatina.

Por decisão do Supremo Tribunal Federal, Acordão de 04-05-1955, foi anulada a criação dos municípios de Pancas e São Domingos, voltando a ser distritos de Colatina os distritos de Pancas, Alto Rio Novo e São Domingos.

Em divisão territorial datada de 01-07-1955, o município é constituído de 13 distritos: Colatina, águia Branca, Alto Rio Novo, Baunilha, Boapaba, Governador Lindenberg, Itapina, Lajinha, Marilândia, Novo Brasil, Pancas, São Domingos e São Gabriel.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 01-07-1960.

Pela lei estadual nº 1837, de 21-02-1963, desmembram do município de Colatina os distritos de Pancas, Alto Rio Novo e Lajinha para formar o novo município de Pancas. Sob a mesma lei desmembra do município de Colatina os distritos de São Gabriel e águia Branca para formar o novo município de São Gabriel do Palha, ex-São Gabriel.

Em divisão territorial datada de 31-12-1963, o município é constituído de 7 distritos: Colatina, Baunilha, Boapaba, Itapina, Marilândia, Novo Brasil e São Domingos.

Pela lei estadual nº 1919, de 31-12-1963, são criados os distritos de ongelo Frechiani, Governador Lindenberg, Graça Aranha e Sapucaia e anexados ao município de Colatina.

Em divisão territorial datada de I-I-1979, o município é constituído de 11 distritos: Colatina, ongelo Frechiami, Baunilha, Boapaba, Governador Lindenberg, Graça Aranha, Itapina, Marilândia, Novo Brasil, São Domingos e Sapucaia.

Pela lei estadual nº 3345, de 14-05-1980, desmembram de Colatina os distritos de Marilândia e Sapucaia. Para formar o novo município de Marilândia.

Em divisão territorial datada de 18-08-1988, o município é constituído de 9 distritos: Colatina, ongelo Frechiami, Baunilha, Boapaba, Governador Lindenberg, Graça Aranha, Itapina, Novo Brasil e São Domingos.

Pela lei estadual nº 4347, de 30-03-1990, desmembra do município de Colatina o distrito de São Domingos. Elevado à categoria de município.

Em divisão territorial datada de 01-06-1995, o município é constituído de 8 distritos: Colatina, ongelo Frechiami, Baunilha, Boapaba, Governador Lindenberg, Graça Aranha, Itapina, Novo Brasil.

Pela lei estadual nº 5638, de 11-05-1998, desmembram do município de Colatina os distritos de Governador Lindenberg e Novo Brasil para formar o novo município de Governador Lindenberg.

Em divisão territorial datada de 14-05-2001, o município é constituído de 6 distritos: Colatina, ongelo Frechiami, Baunilha, Boapaba, Graça Aranha e Itapina.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.

Transferência de sede

Linhares para povoação de Colatina, transferido pela lei estadual nº 488, de 22-11-1907.

Alteração toponímica municipal

Linhares para Colatina alterado, pela lei estadual nº 1307, de 30-12-1921.

Fonte: IBGE

Código do Município

3201506

Gentílico

colatinense

Prefeito

SERGIO MENEGUELLI

População
População estimada [2018]121.580 pessoas  
População no último censo [2010]111.788 pessoas  
Densidade demográfica [2010]78,90 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,0 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]37.710 pessoas  
População ocupada [2016]30,5 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]29,9 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98,6 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]5.8  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4.8  
Matrículas no ensino fundamental [2017]13.941 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]4.267 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]846 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]335 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]86 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]14 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]26.270,72 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]70,9 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0.746  
Total de receitas realizadas [2017]333.428,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]316.491,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]13,05 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]1,4 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]65 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]1.416,804 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]85,5 %  
Arborização de vias públicas [2010]62,3 %  
Urbanização de vias públicas [2010]40,9 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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Colatina: Imagens da cidade e Região

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