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Últimas Notícias da cidade de Magalhães de Almeida - MA nas Redes Sociais

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  • Renan CDs

    em 01/02/2013 Via Google+


    Baixar Forró Estourado - Magalhães de Almeida - MA - 27/01/2013
    Baixar Forró Estourado - Magalhães de Almeida - MA - 27/01/2013 Informações: Nome do Álbum: Magalhães de Almeida - MA - 27/01/2013 Banda: Forró Estourado Tamanho: 118Mb Ano de Lançamen...
  • emerson gois

    em 31/03/2014 Via Google+
    Baixar-forro-dos-plays-magalhaes-de-almeida-ma-30.03.2014
    Baixar-forro-dos-plays-magalhaes-de-almeida-ma-30.03.2014 Informações: Banda : forro-dos-plays Local  : magalhaes-de-almeida-ma-30.03.2014 Tamanho : 111MB Ano De Lançamento : 2014 Servidor Para Download: CD - SuaMusica CD Com 36Faixas - Qualidade de Áudio: 10

    Baixar-forro-dos-plays-magalhaes-de-almeida-ma-30.03.2014
  • Diálogos pelo MA - Marcelo Tavares em Magalhães de Almeida



  • BAIXAR - VICENTE NERY & CHEIRO DE MENINA - MAGALHÃES DE ALMEIDA-MA - 01.11.12
    MEDIAFIRE TAMANHO: 100 MB WWW.RAFAELCDS.COM.BR & RONNY CD MORAL BAIXAR SHOW - VICENTE NERY & CHEIRO DE MENINA - MAGALHÃES DE ALMEIDA-MA - 01.11.12 DOWNLOAD CD - VICENTE NERY & CHEIRO D...
  • Denys Hiago

    em 28/01/2013 Via Google+


    FORRO ESTOURADO - MAGALHAES DE ALMEIDA MA - 27-01-2013
    2013 (47). ▼ Janeiro (47). FORRO ESTOURADO - MAGALHAES DE ALMEIDA MA - 27-01-... LIMÃO COM MEL EM FEIRA NOVA-SE - 27-01-2013 · EDCITY AO VIVO EM PROPRIÁ-SE - 27.01.13 · FORRÓ DOS PLAYS AO VIVO EM PROP...
  • QUADRILHA REI DO CANGAÇO EM MAGALHÃES DE ALMEIDA 2013

    VICE-CAMPEÃ DE MAGALHÃES DE ALMEIDA (MA) PARNAIBA -PIAUI.

  • GilTeresina

    em 04/04/2013 Via Youtube
    Amor Impossível - Forró Na Veia - Magalhães de Almeida (Ma)

    30 - 31/03/2013.



  • ¦¦¦¦¦¦¦/\/\ \/\/ Downloads¦¦¦¦¦¦¦: Vicente Nery e Cheiro de Menina - Magalhães de Almeida - MA - 01/11/2012
    Teste sua Velocidade de Conexão com o Velocimetro Conectprovedor. Vicente Nery e Cheiro de Menina - Magalhães de Almeida - MA - 01/11/2012. CD - Download. Reações: Enviar por e-mail BlogThis! Comparti...
  • periódicos e literatura a propósito do colóquio "Real em revista", no Real Gabinete Português de Leitura, Rio de Janeiro,de 28.07 a 01.01. estarei presente, e atuante. aponho aqui excerto de paper que, tempos atrás, escrevi para entidade acadêmica e um portal de literatura. __________________ Apontamentos e anotações de ‘garimpos’ literários e documentais. Pesquisador dedicado a literatura brasileira (oitocentista e parte novecentista), ensaísta, articulista, escritor ( autor de 11 livros impressos e 5 e-books), em meus trabalhos – pesquisas, estudos; artigos,ensaios, palestras, conferências, e mormente livros – priorizo, melhor dizer torno exclusivo, fazendo disso o próprio leimotiv de minha atividade intelectual e autoral., o approach da diferenciação, no que se refere ao inédito, ou pouco conhecido e divulgado, ou estudado e publicado, etc. -- investigados,pesquisados, identificados e recolhidos os textos e escritos nessa condição em suas respectivas fontes primárias , vale dizer nos periódicos – jornais, revistas, almanaques, álbuns - dos respectivos tempos de suas veiculações originais. O vasculhar e o ‘garimpo’ em fontes primárias constituem per se o mote e força motriz que rege e impulsiona meus projetos e programas literários. Nos periódicos encontra-se, e neles arregimento, o material básico, a matéria bruta – melhor : a matéria- prima (no mais elevado sentido) – com que trabalho, a massa e argamassa com que construo meus escritos e obras. Na verdade, o vasculhar e garimpar permanentes, sistematizados, concatenados, consistentes, em periódicos para efeito de meu trabalho literário coaduna-se conceitualmente com os interesse e atenção que desde sempre me despertou as relações históricas entre os literatos e a imprensa. A rigor, sempre me interessou e despertou especial dedicação, como tópico marcante de estudo literário, as relações – quer no Brasil oitocentista quer novecentista - entre literatos e escritores com a imprensa .................................................. A expansão da imprensa por todo o Império bem como a diversificação dos leitores tornaram irreversivelmente comum e inerente aos jornais da época (refiro-me aos anos 1880 – mas a característica vinha desde a década de 1860), quando começou a consolidar-se um processo de efetiva ‘construção’ da imprensa brasileira, notadamente a do Rio de Janeiro, os ‘dísticos’ de “jornal comercial, imparcial [ politicamente] e noticioso”. Não obstante a existência na cidade do Rio de Janeiro – a Corte do Império -- de 40,2% de analfabetos numa população de 522.651 habitantes, era significativo o poder de difusão e penetração dos jornais, sobretudo por meio da leitura em transmissão oral: cada edição jornal não era exclusiva de um leitor isolado, mas de até quatro pessoas -- mais ouvintes do que leitores, as folhas mais ouvidas e vistas do que lidas. Um tipo de ‘leitura’, coletiva, que implicava na oferta de textos peculiares, também dirigidos aos não-letrados. Era nos jornais que se dava a leitura mais comum, assídua e difundida no Brasil do final do século XIX: neles, os leitores de distintos matizes, características,natureza e aspirações encontravam crônicas sobre a cidade e ocorrências cotidianas, sobre os teatros e os eventos artísticos, críticas literárias sobre obras recém publicadas, e sobretudo o folhetim, estampado nos rodapés das folhas, contendo um romance, ou um conto, ou uma novela. A rigor, desde mais intensamente a década de 1870, todos os periódicos comportavam uma parte literária – a princípio, e sobremodo, essencialmente dirigida ao público feminino, mas que no decorrer do tempo ampliando sua audiência aos homens. No entanto, ainda era bastante incipiente, e na maioria dos casos malograda, as tentativas e iniciativas de lançamento efetivo de periódicos literários de penetração e estabilidade nacional (“não temos ainda a massa de leitores necessária para essa espécie de publicações”, escrevia em 1883 Machado de Assis em carta a José Veríssimo, que acabara de lançar a Revista Amazônica); projetos, na maioria dos casos idealizados e tendo à frente literatos, bem que foram postos em prática, ainda na década de 1870, quando respectivamente em 1874 e 1876 apareceram O Mequetrefe (que existiu até 1889,) e A Revista Ilustrada, fundada por Ângelo Agostini, de todas a alcançar o maior sucesso, em parte por conta das assinaturas : duas revistas satíricas fartamente ilustradas,mas com uma parte literária, e mais intensivamente e em escala mais consistente nos anos 1880 – mas com parcos e insuficientes resultados : os semanários A Gazeta Literária (novembro 1883-dezembro 1884), A Semana (de Valentim Magalhães- 1885-88; 1893-95), A Crença (novembro 1887 -- na qual Arthur Azevedo colaborou), Treze de Maio ( novembro 1888-maio 1889), O Meio (de Paula Nei e Pardal Malet – agosto-dezembro 1889), A Rua (de Pardal Malet, Luiz Murat, Olavo Bilac, Raul Pompéia – abril-julho 1889), e A Vida Moderna, de Arthur Azevedo e Luiz Murat ( julho 1886-junho 1887); na década de 1890, viriam também os semanários - O Álbum (de Arthur Azevedo e Paula Nei -- outubro 1893 a janeiro 1894), O Rio-Nu ( dirigido por J. Brito -- 1898-1916), , e a mensal Revista Brazileira, (dirigida por José Veríssimo, janeiro 1895 a julho 1898). Nessas revistas – sobremodo em A Semana, A Vida Moderna , O Álbum, A Cigarra (1895) -- via de regra, travava-se a luta entre antigos e modernos, românticos e realistas. De resto, o ‘cotejo’ estético- cultural vigente quando da transição político-institucional-ideológica[sic] Monarquia-República e a modernização da imprensa e da cidade do Rio de Janeiro durante a Belle Èpoque O advento da República, por sua vez -- gerando incremento de vultosos recursos, provocando a modernização da cidade, construindo a imagem de “uma sociedade ilustre e elevada” -- propiciou aos intelectuais e literatos de modo geral passarem a ser vistos pela sociedade como “símbolos de ilustração”, “expoentes da cultura”, permitindo, entre outros aspectos, o desenvolvimento do ‘novo jornalismo’ ao qual os escritores se entregaram de corpo e alma. Deu-se em conseqüência, a par das novas formas e modos de praticar a literatura, a necessidade de adesão quase maciça ao jornalismo, que se constituiu no fenômeno cultural mais marcante da virada do século XIX para XX. A maioria dos jornais e revistas (tanto do Rio de Janeiro quanto de São Paulo) acolhia, e pagava, colaboração literária , o que propiciou a escritores e literatos terem publicados seus trabalhos e ter uma fonte de recursos -- para muitos, a única -- e um chamado “second métier” condigno. Vale registrar ainda que a imprensa propiciou a mudança para a metrópole de muitos intelectuais que não logravam realizar-se literariamente em suas cidades e regiões de origem. O significativo desenvolvimento dos meios técnicos da imprensa, iniciado na verdade em meados do século XIX, permitiu com efeito o crescimento e melhoria qualitativa dos jornais e o nascimento de muitas revistas ilustradas — ambos incluindo matérias literárias. Por essa época, tanto os jornais como as revistas buscaram mais intensa e concretamente atingir a classe média urbana que então ia se formando e consolidando com o advento da República – a imprensa como um todo, além do compromisso de informar e divertir, engajada num movimento de ‘democratização’ cultural : periódicos como Gazeta de Notícias, Diário do Rio de Janeiro,O Paiz, Diário Mercantil,Correio da Manhã, Jornal do Commercio,Jornal do Brasil, Rio-Jornal, A.B.C. e as revistas O Malho, Revista da Semana, Kosmos, A Renascença , FonFon!, Revista Contemporânea , Careta, Ilustração Brasileira, A Cigarra, Revista do Brasil, Dom Quixote, Paratodos, O Cruzeiro, incluíam muita matéria cultural, como reportagens sobre exposições de artes plásticas, crítica literária, música, contos, crônicas, poesia, teatro e cinema. Quase todas as revistas não conseguiram sobreviver por muito tempo, exceção apenas a FonFon! e a Careta, que chegaram , não ininterruptamente, até meados do século XX. Concomitantemente, a expansão da imprensa bem como a diversificação dos leitores, tornado irreversivelmente comum e inerente aos jornais da época os ‘dísticos’ de “jornal comercial, imparcial [ politicamente] e noticioso”, teve uma contrapartida : para atenuar a gravidade de notícias dessa natureza e, ao mesmo tempo, quebrar um pouco da sisudez dos jornais -- típica da imprensa do século XIX -- ao arranjo gráfico uniforme, monótono e maçante dos jornais, as matérias dispostas em colunas corridas, com títulos discretos e sem muitos atrativos, começava a contrapor-se a tendência de tratamento jocoso e satírico às matérias e textos publicados, o que além de quebrar a austeridade editorial-gráfica, funcionava como chamariz para o leitor, em especial o menos escolarizado e não-letrado. Necessitando de encontrar recursos para atrair o leitor, as amenidades em forma de folhetins, poesias e contos, acompanhados de farto material iconográfico, quebravam a monotonia das linhas corridas. Assim, os registros cômicos seriam uma das maneiras de representação de impasses e temporalidades diversas da história brasileira, a partir no período inaugurado pela abolição e pela República. Tais registros eram fruto de um círculo de humoristas concentrados no Rio de Janeiro, desde então a efetiva capital cultural do país -- círculo a que pertenciam Pardal Mallet, Lúcio de Mendonça, Paula Ney, José do Patrocínio, Arthur Azevedo. .................................................................................... Foi - e é – assim, a caracterizar e enfatizar tais vasculhar e garimpar permanentes, sistematizados, concatenados, consistentes, em periódicos para descobrir e recolher inéditos ou raros de Machado de Assis, de Lima Barreto; para investigar a longo do tempo inéditos ou pouco conhecidos de Castro Alves, Viriato Correa, Olavo Bilac,Laurindo Rabelo, Francisca Julia, Inglês de Souza, Mario de Alencar, Aluisio Azevedo, Raul Pompeia; para recolher inéditos de Arthur Azevedo, de Coelho Neto. ___________ De Machado de Assis, o conto até então inédito, dado como desaparecido – tudo indica que por sua temática e elementos de trama plenos de sutileza -- “Um para o outro”, publicado em A Estação julho-agosto 1879, que incluí no livro Contos de Machado de Assis : relicários e raisonnés (PUC-Rio\Loyola, 2008), veio de um longo trabalho investigativo desenvolvido durante 6 anos – no caso, com foco exclusivo em uma única fonte primária, o citado jornal. --publicado originalmente nos folhetins de 30 de julho, 15 e 30 de agosto, 15 e30 de setembro e 15 de outubro de 1879 em A Estação, o conto “Um para o outro” , dado como perdido,jamais fora incluído até então em qualquer antologia,coletânea,seleta ou edição em volume. da primeira à última linha, toda a linguagem do conto, assim como o estilo e a forma narrativas,os diálogos,relatam uma história com todos os ingredientes do gênero romântico: amor, namoro, coqueteria, casamento, ciúme,etc desprovido de maior dramaticidade, clímaxes,desenlaces, tudo se desenrola e se narra com a isenção,sobriedade e objetividade por parte do narrador. Machado se esquiva de juízos de valor, e se por ventura algum viés de leitura apontar para certos indícios de contrafação a valores pré-estabelecidos, impõe ele à trama e à narrativa a consistência da tese que intenta demonstrar—não apenas neste mas em muitos contos : a do conformismo dos amores não- realizados e a aceitação/submissão dos protagonistas ao destino que lhes fora traçado. Recentemente – a comprovar que em Machado nada é definitivo e conclusivo, sempre há o que desvendar -- resgatei um pequeno conjunto de escritos variados, apenas publicados em periódicos como O Parahyba (1859), O Futuro (1863), Diário do Rio de Janeiro (1866), A Instrução Pública (1873; 1875), a saber : uma crônica, um editorial (sim), um conto., duas traduções – organizados no livro “Machado de Assis : inéditos em livro”, ora no prelo (ABL). Ainda referente a Machado de Assis, debruço-me há mais de um ano no jornal O Parahyba – periódico de excepcional atuação e extrema importância para a história jornalística e cultural brasileiras. ........................................................ Projeto que resgata e dá a conhecimentos público, acadêmico,editorial e cultural um dos periódicos mais importantes – ainda que pouquíssimo conhecido e estudado -- da história jornalística brasileira, fundado e publicado na cidade de Petrópolis,Rio de Janeiro. Reveste-se de especial significância a produção de Machado de Assis no jornal : 4 poemas -- o primeiro deles, em abril de 1858, considerado “uma data da história literária do Brasil”; outro,uma das primeiras do Machado tradutor, atividade que desenvolveu com notável mestria por longo tempo); uma crônica(em junho de 1859, sob todos os ponto de vista histórica, por ser efetivamente a primeira de sua fértil safra de mais de 700 escritas durante 41 anos, e pelo vigoroso teor político)--todos, textos importante como elementos, para estudos e registro historiográfico, dos primórdios da criação machadiana.. O Parahyba, publicação bissemanal, fundado em 1857 pelo jornalista e escritor Augusto Emílio Zaluar, caracterizou-se por um acervo de idéias "progressistas", abrigando, no campo político, teses e posturas liberais pouco comuns então, como p. ex. a educação – o jornal empenhava-se pela criação e extensão do ensino profissional (editorial de janeiro de 1858 pregava: “A base de todo nosso desenvolvimento está na instrução pública”) – questões econômico-financeiras (a crise de 1858-59 gerou muitas matérias; um editorial criticava “os capitalistas”), problemas fundiários e de colonização de terras,além de aspectos ligados a costumes e comportamentos e tratamento de temas pouco enfocados, alguns considerados ‘difíceis’ ou delicados(como p. ex. a situação da mulher na sociedade). o jornal manteve-se até novembro de 1859, vencido por dificuldades financeiras, apesar de contar com um grupo de colaboradores bastante qualificado e de nomes, como Machado de Assis, Quintino Bocaiúva, Manuel Antonio de Almeida,entre outros. O estudo em si tem como foco não a totalidade do conteúdo textual publicado durante toda a vida útil do jornal – per se,um significativo acervo jornalístico, de resto importante para estudos de cunho específico, distinto do que aqui se propõe – mas sim de um lado, os diversos conjuntos das colaborações dos escritores e literatos,entre os brasileiros e os portugueses, que compuseram o corpo redacional jornalistas, colaborações importantes dentro da trajetória e da produção literária de cada um deles – caso proeminente de Machado de Assis, de outro, conjuntos de textos, matérias, reportagens,artigos,editoriais,que expressem,retratem,registrem e informem acerca de fatos e eventos relevantes do período em tela e da própria história da cidade de Petrópolis, da região serrana,do estado do Rio de Janeiro e do País. Incorpora um texto introdutório que enfatiza as características capitais do jornal e sua importância na imprensa brasileira da época e,em especial, o porquê de judiciosamente ter escolhido Petrópolis como a cidade onde se instalou : por seu desenvolvimento então em ritmo bastante rápido, buscando-se dotá-la de uma imprensa digna desse surto de progresso; expõe – como não se tem notícia tenha sido até aqui bibliograficamente difundido -- os contextos,fatores e elementos que dotaram Petrópolis, na década de 1850, desse extraordinário processo de desenvolvimento econômico , o que inclusive originou, formou, detonou e veio a consolidar a trajetória da cidade daí em diante sob diversas matizes de cunho histórico, político, institucional, que marcaram a História brasileira tanto do século XIX como do século XX.. ..................................................................................... De Machado, procurei mapear sua produção textual na imprensa brasileira, oitocentista (de 1855 a 1899) e novecentista (1900- 1907), como poeta, tradutor,contista, cronista,articulista, crítico literário, crítico teatral,romancista, que me serve como guia e bússola de investigações e pesquisas -- em seqüência cronológica de atuação: A Marmota / O Parahyba (Petrópolis- RJ) / Correio Mercantil / O Espelho / Diário do Rio de Janeiro /Semana Ilustrada / A Primavera /Jornal do Povo/ O Futuro/ A Saudade / O Binóculo/ Jornal das Famílias / Biblioteca Brasileira / Almanaque Ilustrado da Semana Ilustrada /Imprensa Acadêmica (São Paulo) /Revista Mensal da Sociedade de Ensaios Literários/ Revista Contemporânea/ Semanário Maranhense (São Luiz- MA)/ Arquivo Literário/ Jornal da Tarde/ Jornal do Comércio/ A Reforma / Leitura Popular/ A Luz/ Arquivo Contemporâneo/ The New Word (Nova Yok-EUA)/ A Instrução Pùblica/ O Globo/ A Crença/ A Época/ Ilustração Brasileira/ Gazeta de Notícias/ O Cruzeiro / Revista Brasileira/ A Estação/ Almanaque da Gazeta de Notícias/ Gazeta Literária / Gazeta Suburbana/ A Ilustração / O Poeta/ A Semana /Diário de Notícias/ A Quinzena/ Almanaque das Fluminenses/ O Álbum/ Revista Brazileira/ A Cigarra/ República/ A Bruxa/ Brasil-Portugal / O Comércio de São Paulo /Almanaque Brasileiro Garnier Aliás, para Machado o jornal – vis a vis o teatro -- eram os dois elementos, ou as duas searas, fadadas a se constituírem nas ‘barreiras’ a um processo ‘invasor’, a predominância de obras,textos e autores e da cultura estrangeiras, culpabilizadas pela indigência da produção artística e cultural brasileira, o jornal, “literatura comum,universal,altamente democrática” exposto enfaticamente no artigo “O jornal e o livro”, no Correio Mercantil, 10.01.1859. (...) O jornal é a verdadeira forma da república do pensamento. É a locomotiva intelectual em viagem para mundos desconhecidos, é a literatura comum, universal, altamente democrática, reproduzida todos os dias, levando em si a frescura das idéias e o fogo das convicções. O jornal apareceu, trazendo em si o gérmen de uma revolução. Essa revolução não é só literária, é também social, é econômica, porque é um movimento da humanidade abalando todas as suas eminências, a reação do espírito humano sobre as fórmulas existentes do mundo literário, do mundo econômico e do mundo social. Completa-se a emancipação da inteligência e começa a dos povos. O direito da força, o direito da autoridade bastarda consubstanciada nas individualidades dinásticas vai cair. Os reis já não têm púrpura, envolvem-se nas constituições. As constituições são os tratados de paz celebrados entre a potência popular e a potência monárquica. (.....) O jornal, literatura quotidiana, no dito de um publicista contemporâneo, é reprodução diária do espírito do povo, o espelho comum de todos os fatos e de todos os talentos, onde se reflete, não a idéia de, um homem, mas a idéia popular, esta fração da idéia humana. (...)O jornal, abalando o globo, fazendo uma revolução na ordem social, tem ainda a vantagem de dar uma posição ao homem de letras; porque ele diz ao talento: "Trabalha! vive pela idéia e cumpres a lei da criação!" Seria melhor a existência parasita dos tempos passados, em que a consciência sangrava quando o talento comprava uma refeição por um soneto? Não! graças a Deus! Esse mau uso caiu com o dogma junto do absolutismo. O jornal é a liberdade, é o povo, é a consciência, é a esperança, é o trabalho, é a civilização. Tudo se liberta; só o talento ficaria servo. (...). ........................... Mesmo nos casos em que trabalhei com textos e escritos oriundos de livros, ou coletâneas ou antologias publicadas, volvi-me às fontes primárias e os cotejei com as formas originais nos periódicos de origem. Assim foi, p. ex., nos contos políticos, inclusos os chamados “argelinos” de Lima Barreto, os quais publicados em apenas uma coletânea – a 2ª. edição de Histórias e sonhos, 1951 (e não na primeira, de 1920) --portanto ‘semi-inéditos’, conferi com os respectivos textos veiculados originalmente em Careta(1914; 1915; 1919; 1920;1921;1922; 1924 - postumamente) e no Correio da Noite (1914), nos quais aliás encontrei, em algumas crônicas, trechos diferentes dos publicados na coletânea, e apontando-os vis a vis uns com outros incorporei-os no livro Lima Barreto e política : os “contos argelinos” e outros textos (PUC-Rio\Loyola, 2010) ............................................................. A exemplo de quase todos os literatos, mas por outros vieses, foi também no jornalismo que Lima Barreto encontrou o meio, forma,veículo e habitat para exercer sua crítica -- mas sua atuação,no entanto, difere inteiramente da atuação de seus contemporâneos . Depois de esporádicas colaborações no jornal humorístico Tagarela e no semanário O Diabo, iniciara profissionalmente a vida jornalística no grande Correio da Manhã, em abril de 1905, aos 24 anos de idade, com uma série de reportagens sobre o desmonte do Morro do Castelo, que viria a dar origem à brilhante criação ficcional na novela Os subterrâneos do Morro do Castelo, somente publicado em livro no ano de 1999 (editora Dantes , Rio de Janeiro). Porém seu amor pela liberdade e o horror em transigir com o poder o levaram a organizar em 1907 – quando também era redator da Fon-Fon! -- com o jornalista Alcides Maia, a revista Floreal, que circulou até 1912 ; foi ainda colaborador de Gazeta da Tarde em 1911, passou a cronista do Correio da Noite em 1914 - interrompendo no final de 1915 para transferir-se à Careta -- e a partir de 1916 também no semanário político A. B.C.; em 1917, intentou repetir o ideal de 10 anos antes na Floreal, criando a revista Marginalia. Sua preferência irrevogável pela imprensa dita ‘alternativa’, fora do alcance do poder exercido pelos donos dos grandes jornais , consolidou-se a partir de 1917 : mesmo doente, continuou a escrever na imprensa libertária e as colaborações para revistas e jornais ‘alternativos’ da época, oposicionistas — os jornais O Debate, A Lanterna, Rio-Jornal,A .B .C., Brás Cubas ,Hoje ; nas revistas Careta ,Revista Contemporânea, A Renovação — e para jornais revolucionários do Rio de Janeiro – como a Voz do Trabalhador, órgão da Confederação Operária Brasileira -- de São Paulo e até do Rio Grande do Sul -- como O Parafuso, A Lanterna (que se autodenominava “anarquista”) , O Cosmopolita, A Patuléia, A Luta -- constituem o conjunto de maior teor explícito de crítica política e social aos problemas do País e à República. ........................................................................ Do mesmo modo, com os textos compondo o livro Escritos de Euclydes da Cunha: política, ecopolítica, etnopolítica (PUC-Rio\Loyola, 2009), captados em livros e seletas publicados, mas verificados um a um nos respectivos veículos originais, nos jornais A Província de São Paulo,1888-89; Democracia, 1890; O Estado de S. Paulo, 1892-97, 1900, 1904; Jornal do Commercio, 1907; O Paiz,1908; na revista Kosmos, 1906; no Almanaque Brasileiro Garnier, 1908. ........................................................ Euclydes da Cunha escreveu muito em jornais, mormente sobre política – a qual desde cedo nele exerceu irresistível atração, ua biografia e sua bibliografia se confundindo com a própria história social e política brasileira do final do século XIX e início do século XX – mas também sobre ecologia – foi o primeiro dos literatos e intelectuais brasileiros a denunciar agressões à natureza e defender a imperiosidade do equilíbrio ecológico – e sobre etnia – precursor e pioneiro nas reflexões sobre a constituição racial do brasileiro, a partir do sertanejo. Euclydes tratou de política sob as mais variadas formas e expressões ,entre artigos publicados originalmente em jornais, como A Província de S. Paulo – origem de O Estado de S. Paulo,onde publicou a maioria de seus artigos –Democracia, O Paiz, Jornal do Commercio,Revista Brasileira, O Rio Pardo,Kosmos,Revista Americana, no programa do jornal O Proletário(1899),de São José do Rio Preto (e em textos e ensaios integrados às coletâneas Contrastes e confrontos, À margem da história, Peru vs. Bolívia, discursos, em cartas).. De olhar voltado prioritariamente para o interior do país, foi rigorosamente o primeiro intelectual brasileiro a cultivar e externar preocupações com o meio ambiente, inclusive fazendo da ecologia um tema político, de propostas de ação política. Ainda com 18 anos,lavrava um protesto em seu primeiro trabalho no jornal O Democrata de 4 abril 1884 –pequeno jornal dos alunos do colégio Aquino,onde estudava desde 1883., externando o interesse e apreço pela natureza que estaria presente em toda sua obra,ao lado de descrever em viagem de bonde para o colégio as maravilhas do cenário natural que descortinava,as matas e florestas da cidade do Rio de Janeiro, criticava o progresso representado pela estrada de ferro que degradava a natureza Depois, nos textos “Fazedores de Desertos”, publicado originalmente em 1901,em O Estado de S. Paulo e “Entre as Ruínas”, em O Paiz,1904 -- cuja primeira versão, sob o título “Viajando” , é de 1903, em O Estado de S. Paulo A etnia brasileira, por sua vez, foi um dos temas que mais mobilizaram Euclydes para a formulação de reflexões sobre a nacionalidade, per se um tópico já excepcionalmente preponderante em seu arcabouço intelectual Ao mesmo tempo em que reitera, como quase sempre, a falta de “integridade étnica” do brasileiro, por exemplo em trechos dos artigos “Nativismo provisório” e “O Brasil mental”, publicados em O Estado de S.Paulo,julho 1898. ...................................................................... Também com as crônicas machadianas, de duas séries escritas para a Gazeta de Notícias, respectivamente em 1886 e em 1886-87, publicadas em um livro e em uma coletânea (‘semi-inéditas’, pois) , que devidamente confrontadas e verificadas com os originais nas fontes primárias, foram reunidas no livro Crônicas de Machado de Assis : “A + B” e “Gazeta de Holanda” (PUC-Rio\Loyola, 2010). ......................................................... Inovador na ficção, como contista e romancista, Machado de Assis foi soberbo cronista que fez da crônica muito mais do que um registro pontual do cotidiano, transformando-a em um verdadeiro gênero literário, a servir de modelo, molde e paradigma a tudo e todos que o sucederam, inclusive os de hoje. . Ao longo de 41 anos, Machado criou crônicas, nos mais diversos veículos, séries, formatos e assinaturas (ou disfarces), desde 1859, em O Parahyba (de Petrópolis), seguindo-se colaborações para o Correio Mercantil (1859-1864), para O Espelho (1859-60); para o Diário do Rio de Janeiro (1860-63: série “Comentários da Semana”; 1864-67: série “Ao Acaso”), O Futuro (1862-63), Imprensa Acadêmica, de São Paulo (1864 ; 1868 :série “Correspondência da Imprensa Acadêmica”) A Semana Ilustrada (1865-75: séries “Crônicas do Dr. Semana”, “Correio da Semana”, “Novidades da Semana” , “Pontos e Vírgulas”, “Badaladas”), Ilustração Brasileira (1876-78: séries “Histórias de 15 dias”, “Histórias de 30 dias”), O Cruzeiro (1878: série “Notas Semanais”), Revista Brasileira (1879), Gazeta de Notícias (1881-1900: séries “Balas de Estalo”, “A + B”, “Gazeta de Holanda”,“Bons Dias!” e “A Semana”). Nas quatro décadas decorridas entre a inicial “A odisséia econômica do sr. Ministro da Fazenda”,de 26 junho 1859, em O Parahyba e a derradeira crônica de 4 novembro 1900,o emocionante,e emblemático, texto sobre o sineiro da Glória, na Gazeta de Notícias , o País teve oportunidade de conhecer um magnífico repositório da arte machadiana de criação de muitas das melhores crônicas da literatura brasileira – um número nada desprezível delas consideradas verdadeiras obras-primas.. ................................................................................... De iguais forma e modo procedi ao indispensável cotejo dos elementos textuais impressos em livros, seletas, coletâneas e antologias com aqueles veiculados originalmente em periódicos, dentre o possível e disponível encontrar, em outros dois de meus trabalhos capitais recentes(ambos a se tornarem livros, ambos ainda sem arregimentar editor) : “Machado de Assis: leitor, formador de leitor” -- -- que tendo como temática a leitura e leitores no Brasil, o livro e o escritor como seus instrumentos e veículos de fomento, com um viés sobre elementos presentes e atuantes na vida literária e padrões de leitura do Brasil Oitocentista, reporta a Machado de Assis, sua formação literária e capacidade formativa de leitores, tendo como escopo levantar, catalogar, mapear, identificar, examinar, e interpretar, as leituras e influências literárias de autores e de obras, brasileiros e estrangeiros, na formação intelectual de Machado , e em decorrência,também constituindo um retrato de inéditas amplitude e abrangência,das citações, alusões, referências a obras, textos e autores em todos seus romances, contos, poemas,teatro, traduções, crônicas, artigos e ensaios, críticas literárias, críticas teatrais, pareceres, prefácios, com as quais informou,formou e criou leitores no século XIX (e continua a fazer contemporaneamente e por todos os tempos); e “Machado de Assis e os portugueses : influências, convivências e convergências literárias e culturais” – a reportar às relações, interações, intertextualidades entre Machado de Assis e portugueses, nestes considerados em um viés, autores, obras e textos lusos, cronologica e literariamente quer a ele anteriores quer contemporâneos, que exerceram decisiva influência na formação e vida literárias, constituíram leituras do escritor brasileiro (nos livros em sua biblioteca pessoal e aqueles objetos de consultas regulares no Real Gabinete Português de Leitura, no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro e mesmo em livrarias), receberam citações, alusões, menções, referências e recorrências feitas por Machado de Assis nos romances,nos contos,nas crônicas, em artigos e ensaios,na poesia, na criação teatral, na tradução,na crítica literária,crítica teatral, prefácios, pareceres, correspondência; em outro viés, tanto vínculos familiares laços conjugais, quanto personalidades lusas a ele contemporâneos, viventes no Brasil à época,que cada qual a seus grau, modo e teor, participaram e atuaram ativamente na trajetória pessoal,literária e profissional de Machado de Assis . _____________ Por sua vez, Arthur Azevedo, que sempre despertara em mim marcante atração sob o ponto de vista literário, propiciou-me, e tem propiciado, o desenvolvimento de um (intensivo ) programa de pesquisa e de produção de obras focados essencialmente na recolha e recuperação de nada menos do que 95% de suas crônicas e cerca de 25% de seus contos, até agora inéditos em livro ou outro meio, inclusive digital, somente publicados em periódicos de distintos períodos, abrangentes de um leque cronológico de 1872 a 1908 : dele, incorporei 5 contos inéditos, originalmente em O Mequetrefe, 1884, em A Rua, 1889, no Almanaque do Comércio, 1887, na Kosmos, 1906, no Almanaque Brasileiro Garnier, 1910, no livro Contos de Arthur Azevedo : os “efêmeros” e inéditos (PUC\Loyola, 2009); e incluí um conto inédito, “Aventuras de um adolescente.” recolhido de A Vida Moderna, março 1887, incorporado ao livro e e-book que publiquei em 2012 Arthur Azevedo : Cenas da comédia humana - contos em claves temáticas (Imã Editorial); 49 crônicas, nunca divulgadas,abrigadas no livro Arthur Azevedo : crônicas (inéditas) em A Vida Moderna 1886-87 (ABL, 2013); 15 contos, no e-book Arthur Azevedo : contos inéditos, em produção (Foglio\Objetiva); 20 contos e 20 crônicas no conjunto “Arthur Azevedo : Contos e crônicas inéditos em O Rio-Nu”. ............................................................ Em 41 anos de atuação jornalística e literária, da pena de Arthur Azevedo foram geradas cerca de quatro mil crônicas dispersas em mais de 45 periódicos, como ainda em São Luiz,onde nasceu, Semanário Maranhense e O Domingo , Revista do Rio de Janeiro,Novidades,Diário de Notícias,Correio do Povo,A Época, O Dia, O Besouro, A Estação, Folha Nova, Correio da Manhã, O Paiz, Distração, A Vespa,O Mequetrefe, Renascença, Kosmos, Psitt, O Subúrbio , Revista Azul (São Paulo), Pena e Lápis, O Teatro, O Contemporâneo ,Almanaque Garnier, Revista Brazileira, Diário Mercantil (São Paulo), Gazeta da Tarde, Almanaque do Comércio, Almanaque Guimarães, A Notícia ; além daqueles que fundou ou ajudou a fundar : Revista dos Teatros, A Gazetinha, A Vida Moderna,O Álbum, O Rio-Nu, O Século. Paralelamente, além de sua obra dramatúrgica, Artur Azevedo atuou regularmente como cronista teatral por mais de duas décadas, em A Notícia, O Paiz, em especial no Diário de Notícias, onde mantinha a seção “De Palanque” – conjuntos que documentam e comentam as vida e atividade teatral no Rio de Janeiro da virada do século XIX e se constituem importante retrato do panorama cultural brasileiro do período. Particularmente, A Vida Moderna, semanário fundado em 1886 por Luiz Murat com Arthur Azevedo, no qual colaboravam Araripe Júnior, Xisto Bahia, Coelho Neto, Alcindo Guanabara, Guimarães Passos, Raul Pompéia e outros, reservava espaço, ao lado da crônica de Arthur Azevedo, para artigos sobre política e teatro, para poesia e para o folhetim, era dotada de design editorial-gráfico, com marcante matéria iconográfica e ilustrativa, paginação ‘arejada’ e atraente – como de resto já era genericamente comum nas revistas surgidas a partir da década de 1870 (casos, p. ex., de Jornal das Famílias, Ilustração Brazileira, Semana Ilustrada, A Estação); assim como O Meio (que viria em 1889). Valia- se de pregões nas ruas para chegar aos leitores, utilizando diversos tipos de pessoas e trabalhadores, como engraxates, mascates, desocupados, assim como os “pretos de balaio nos braços, de porta em porta” – que também carregavam livros-- escravos-ambulantes que vendiam produtos variados nas ruas do Rio de Janeiro à cata de um leitor ainda reticente, não de todo ‘acostumado’, muito menos habituado à leitura , ainda mais promovida dessa forma, nas ruas. ________________ Atualmente, dedico-me a organizar três obras inerentes a Coelho Neto, duas delas por referência aos 150 anos de nascimento (1864) e 80 anos de morte (1934) : uma, reunindo seus últimos contos escritos em vida, outra abrigando suas crônicas tratando de política, veiculadas essencialmente em diversos periódicos em distintas épocas; e mais uma obra, reportando aos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro, em 2015, organizando um conjunto, com alguns textos inéditos, de crônicas sobre a cidade. Ainda em 2014, por também reportar a 160 anos de publicação, em livro (1854) de Memórias de um sargento de milícias, preparo livro especial que além do texto em si oriundo do livro incorporo estudos críticos e sobremodo, a título de cotejo pois diferente em diversos trechos, até mesmo de forma substancial, parte do escrito originalmente veiculado no Correio Mercantil, entre junho e agosto1852. E também neste ano, debruçando-me numa obra de Lima Barreto que desde sempre me interessou e fascinou, pelo que contém de significantes e significados para a trajetória literária do escritor – “Clara dos Anjos”, escrita por ele em 3 versões, a primeira como esboço em 1904 (110 anos, portanto), a segunda em 1919 como conto, a terceira em forma de romance, publicada em livro somente em 1948, mas veiculada originalmente em folhetins na Revista Souza Cruz, 1920-21 : especial e preponderantemente nestes trabalho com fins de cotejo, interpretação e análise com relação às demais e delineamento do importante processo de inflexão em elementos da concepção e da produção literária de Lima. ________________________ Em suma, constituintes, desde sempre, do cenáculo basilar de meus estudos e atuação literários, periódicos - e a consulta,investigação, pesquisas neles - fossem jornais, fossem revistas, fossem almanaques, especificamente dos oitocentos e das primeiras décadas dos novecentos brasileiros, permanentemente pautaram\pautam, pontuaram\ pontuam, permearam\permeiam, impulsionaram\impulsionam minhas idealizações, projetos e realizações em literatura brasileira. _____ M.R.


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  • População se manifesta contra contrução de presídio em Magalhães de Almeida MA
    Após o anuncio que a cidade de Magalhães de Almeida ganharia uma Unidade Prisional com capacidade para 300 detentos, que seria construído através do Governo do Estado, a população organizou uma mega carreata e muitas manifestações na manhã do último sábado,...

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  • periódicos e literatura Apontamentos e anotações de ‘garimpos’ literários e documentais.


    Diário das Letras.
    periódicos e literatura a propósito do colóquio "Real em revista", no Real Gabinete Português de Leitura, Rio de Janeiro,de 28.07 a 01.01. estarei presente, e atuante. aponho aqui excerto de paper que, tempos atrás, escrevi para entidade acadêmica e um portal de literatura. __________________ Apontamentos e anotações de ‘garimpos’ literários e documentais. Pesquisador dedicado a literatura brasileira (oitocentista e parte novecentista), ensaísta, articulista, escritor ( autor de 11 livros impressos e 5 e-books), em meus trabalhos – pesquisas, estudos; artigos,ensaios, palestras, conferências, e mormente livros – priorizo, melhor dizer torno exclusivo, fazendo disso o próprio leimotiv de minha atividade intelectual e autoral., o approach da diferenciação, no que se refere ao inédito, ou pouco conhecido e divulgado, ou estudado e publicado, etc. -- investigados,pesquisados, identificados e recolhidos os textos e escritos nessa condição em suas respectivas fontes primárias , vale dizer nos periódicos – jornais, revistas, almanaques, álbuns - dos respectivos tempos de suas veiculações originais. O vasculhar e o ‘garimpo’ em fontes primárias constituem per se o mote e força motriz que rege e impulsiona meus projetos e programas literários. Nos periódicos encontra-se, e neles arregimento, o material básico, a matéria bruta – melhor : a matéria- prima (no mais elevado sentido) – com que trabalho, a massa e argamassa com que construo meus escritos e obras. Na verdade, o vasculhar e garimpar permanentes, sistematizados, concatenados, consistentes, em periódicos para efeito de meu trabalho literário coaduna-se conceitualmente com os interesse e atenção que desde sempre me despertou as relações históricas entre os literatos e a imprensa. A rigor, sempre me interessou e despertou especial dedicação, como tópico marcante de estudo literário, as relações – quer no Brasil oitocentista quer novecentista - entre literatos e escritores com a imprensa .................................................. A expansão da imprensa por todo o Império bem como a diversificação dos leitores tornaram irreversivelmente comum e inerente aos jornais da época (refiro-me aos anos 1880 – mas a característica vinha desde a década de 1860), quando começou a consolidar-se um processo de efetiva ‘construção’ da imprensa brasileira, notadamente a do Rio de Janeiro, os ‘dísticos’ de “jornal comercial, imparcial [ politicamente] e noticioso”. Não obstante a existência na cidade do Rio de Janeiro – a Corte do Império -- de 40,2% de analfabetos numa população de 522.651 habitantes, era significativo o poder de difusão e penetração dos jornais, sobretudo por meio da leitura em transmissão oral: cada edição jornal não era exclusiva de um leitor isolado, mas de até quatro pessoas -- mais ouvintes do que leitores, as folhas mais ouvidas e vistas do que lidas. Um tipo de ‘leitura’, coletiva, que implicava na oferta de textos peculiares, também dirigidos aos não-letrados. Era nos jornais que se dava a leitura mais comum, assídua e difundida no Brasil do final do século XIX: neles, os leitores de distintos matizes, características,natureza e aspirações encontravam crônicas sobre a cidade e ocorrências cotidianas, sobre os teatros e os eventos artísticos, críticas literárias sobre obras recém publicadas, e sobretudo o folhetim, estampado nos rodapés das folhas, contendo um romance, ou um conto, ou uma novela. A rigor, desde mais intensamente a década de 1870, todos os periódicos comportavam uma parte literária – a princípio, e sobremodo, essencialmente dirigida ao público feminino, mas que no decorrer do tempo ampliando sua audiência aos homens. No entanto, ainda era bastante incipiente, e na maioria dos casos malograda, as tentativas e iniciativas de lançamento efetivo de periódicos literários de penetração e estabilidade nacional (“não temos ainda a massa de leitores necessária para essa espécie de publicações”, escrevia em 1883 Machado de Assis em carta a José Veríssimo, que acabara de lançar a Revista Amazônica); projetos, na maioria dos casos idealizados e tendo à frente literatos, bem que foram postos em prática, ainda na década de 1870, quando respectivamente em 1874 e 1876 apareceram O Mequetrefe (que existiu até 1889,) e A Revista Ilustrada, fundada por Ângelo Agostini, de todas a alcançar o maior sucesso, em parte por conta das assinaturas : duas revistas satíricas fartamente ilustradas,mas com uma parte literária, e mais intensivamente e em escala mais consistente nos anos 1880 – mas com parcos e insuficientes resultados : os semanários A Gazeta Literária (novembro 1883-dezembro 1884), A Semana (de Valentim Magalhães- 1885-88; 1893-95), A Crença (novembro 1887 -- na qual Arthur Azevedo colaborou), Treze de Maio ( novembro 1888-maio 1889), O Meio (de Paula Nei e Pardal Malet – agosto-dezembro 1889), A Rua (de Pardal Malet, Luiz Murat, Olavo Bilac, Raul Pompéia – abril-julho 1889), e A Vida Moderna, de Arthur Azevedo e Luiz Murat ( julho 1886-junho 1887); na década de 1890, viriam também os semanários - O Álbum (de Arthur Azevedo e Paula Nei -- outubro 1893 a janeiro 1894), O Rio-Nu ( dirigido por J. Brito -- 1898-1916), , e a mensal Revista Brazileira, (dirigida por José Veríssimo, janeiro 1895 a julho 1898). Nessas revistas – sobremodo em A Semana, A Vida Moderna , O Álbum, A Cigarra (1895) -- via de regra, travava-se a luta entre antigos e modernos, românticos e realistas. De resto, o ‘cotejo’ estético- cultural vigente quando da transição político-institucional-ideológica[sic] Monarquia-República e a modernização da imprensa e da cidade do Rio de Janeiro durante a Belle Èpoque O advento da República, por sua vez -- gerando incremento de vultosos recursos, provocando a modernização da cidade, construindo a imagem de “uma sociedade ilustre e elevada” -- propiciou aos intelectuais e literatos de modo geral passarem a ser vistos pela sociedade como “símbolos de ilustração”, “expoentes da cultura”, permitindo, entre outros aspectos, o desenvolvimento do ‘novo jornalismo’ ao qual os escritores se entregaram de corpo e alma. Deu-se em conseqüência, a par das novas formas e modos de praticar a literatura, a necessidade de adesão quase maciça ao jornalismo, que se constituiu no fenômeno cultural mais marcante da virada do século XIX para XX. A maioria dos jornais e revistas (tanto do Rio de Janeiro quanto de São Paulo) acolhia, e pagava, colaboração literária , o que propiciou a escritores e literatos terem publicados seus trabalhos e ter uma fonte de recursos -- para muitos, a única -- e um chamado “second métier” condigno. Vale registrar ainda que a imprensa propiciou a mudança para a metrópole de muitos intelectuais que não logravam realizar-se literariamente em suas cidades e regiões de origem. O significativo desenvolvimento dos meios técnicos da imprensa, iniciado na verdade em meados do século XIX, permitiu com efeito o crescimento e melhoria qualitativa dos jornais e o nascimento de muitas revistas ilustradas — ambos incluindo matérias literárias. Por essa época, tanto os jornais como as revistas buscaram mais intensa e concretamente atingir a classe média urbana que então ia se formando e consolidando com o advento da República – a imprensa como um todo, além do compromisso de informar e divertir, engajada num movimento de ‘democratização’ cultural : periódicos como Gazeta de Notícias, Diário do Rio de Janeiro,O Paiz, Diário Mercantil,Correio da Manhã, Jornal do Commercio,Jornal do Brasil, Rio-Jornal, A.B.C. e as revistas O Malho, Revista da Semana, Kosmos, A Renascença , FonFon!, Revista Contemporânea , Careta, Ilustração Brasileira, A Cigarra, Revista do Brasil, Dom Quixote, Paratodos, O Cruzeiro, incluíam muita matéria cultural, como reportagens sobre exposições de artes plásticas, crítica literária, música, contos, crônicas, poesia, teatro e cinema. Quase todas as revistas não conseguiram sobreviver por muito tempo, exceção apenas a FonFon! e a Careta, que chegaram , não ininterruptamente, até meados do século XX. Concomitantemente, a expansão da imprensa bem como a diversificação dos leitores, tornado irreversivelmente comum e inerente aos jornais da época os ‘dísticos’ de “jornal comercial, imparcial [ politicamente] e noticioso”, teve uma contrapartida : para atenuar a gravidade de notícias dessa natureza e, ao mesmo tempo, quebrar um pouco da sisudez dos jornais -- típica da imprensa do século XIX -- ao arranjo gráfico uniforme, monótono e maçante dos jornais, as matérias dispostas em colunas corridas, com títulos discretos e sem muitos atrativos, começava a contrapor-se a tendência de tratamento jocoso e satírico às matérias e textos publicados, o que além de quebrar a austeridade editorial-gráfica, funcionava como chamariz para o leitor, em especial o menos escolarizado e não-letrado. Necessitando de encontrar recursos para atrair o leitor, as amenidades em forma de folhetins, poesias e contos, acompanhados de farto material iconográfico, quebravam a monotonia das linhas corridas. Assim, os registros cômicos seriam uma das maneiras de representação de impasses e temporalidades diversas da história brasileira, a partir no período inaugurado pela abolição e pela República. Tais registros eram fruto de um círculo de humoristas concentrados no Rio de Janeiro, desde então a efetiva capital cultural do país -- círculo a que pertenciam Pardal Mallet, Lúcio de Mendonça, Paula Ney, José do Patrocínio, Arthur Azevedo. .................................................................................... Foi - e é – assim, a caracterizar e enfatizar tais vasculhar e garimpar permanentes, sistematizados, concatenados, consistentes, em periódicos para descobrir e recolher inéditos ou raros de Machado de Assis, de Lima Barreto; para investigar a longo do tempo inéditos ou pouco conhecidos de Castro Alves, Viriato Correa, Olavo Bilac,Laurindo Rabelo, Francisca Julia, Inglês de Souza, Mario de Alencar, Aluisio Azevedo, Raul Pompeia; para recolher inéditos de Arthur Azevedo, de Coelho Neto. ___________ De Machado de Assis, o conto até então inédito, dado como desaparecido – tudo indica que por sua temática e elementos de trama plenos de sutileza -- “Um para o outro”, publicado em A Estação julho-agosto 1879, que incluí no livro Contos de Machado de Assis : relicários e raisonnés (PUC-Rio\Loyola, 2008), veio de um longo trabalho investigativo desenvolvido durante 6 anos – no caso, com foco exclusivo em uma única fonte primária, o citado jornal. --publicado originalmente nos folhetins de 30 de julho, 15 e 30 de agosto, 15 e30 de setembro e 15 de outubro de 1879 em A Estação, o conto “Um para o outro” , dado como perdido,jamais fora incluído até então em qualquer antologia,coletânea,seleta ou edição em volume. da primeira à última linha, toda a linguagem do conto, assim como o estilo e a forma narrativas,os diálogos,relatam uma história com todos os ingredientes do gênero romântico: amor, namoro, coqueteria, casamento, ciúme,etc desprovido de maior dramaticidade, clímaxes,desenlaces, tudo se desenrola e se narra com a isenção,sobriedade e objetividade por parte do narrador. Machado se esquiva de juízos de valor, e se por ventura algum viés de leitura apontar para certos indícios de contrafação a valores pré-estabelecidos, impõe ele à trama e à narrativa a consistência da tese que intenta demonstrar—não apenas neste mas em muitos contos : a do conformismo dos amores não- realizados e a aceitação/submissão dos protagonistas ao destino que lhes fora traçado. Recentemente – a comprovar que em Machado nada é definitivo e conclusivo, sempre há o que desvendar -- resgatei um pequeno conjunto de escritos variados, apenas publicados em periódicos como O Parahyba (1859), O Futuro (1863), Diário do Rio de Janeiro (1866), A Instrução Pública (1873; 1875), a saber : uma crônica, um editorial (sim), um conto., duas traduções – organizados no livro “Machado de Assis : inéditos em livro”, ora no prelo (ABL). Ainda referente a Machado de Assis, debruço-me há mais de um ano no jornal O Parahyba – periódico de excepcional atuação e extrema importância para a história jornalística e cultural brasileiras. ........................................................ Projeto que resgata e dá a conhecimentos público, acadêmico,editorial e cultural um dos periódicos mais importantes – ainda que pouquíssimo conhecido e estudado -- da história jornalística brasileira, fundado e publicado na cidade de Petrópolis,Rio de Janeiro. Reveste-se de especial significância a produção de Machado de Assis no jornal : 4 poemas -- o primeiro deles, em abril de 1858, considerado “uma data da história literária do Brasil”; outro,uma das primeiras do Machado tradutor, atividade que desenvolveu com notável mestria por longo tempo); uma crônica(em junho de 1859, sob todos os ponto de vista histórica, por ser efetivamente a primeira de sua fértil safra de mais de 700 escritas durante 41 anos, e pelo vigoroso teor político)--todos, textos importante como elementos, para estudos e registro historiográfico, dos primórdios da criação machadiana.. O Parahyba, publicação bissemanal, fundado em 1857 pelo jornalista e escritor Augusto Emílio Zaluar, caracterizou-se por um acervo de idéias "progressistas", abrigando, no campo político, teses e posturas liberais pouco comuns então, como p. ex. a educação – o jornal empenhava-se pela criação e extensão do ensino profissional (editorial de janeiro de 1858 pregava: “A base de todo nosso desenvolvimento está na instrução pública”) – questões econômico-financeiras (a crise de 1858-59 gerou muitas matérias; um editorial criticava “os capitalistas”), problemas fundiários e de colonização de terras,além de aspectos ligados a costumes e comportamentos e tratamento de temas pouco enfocados, alguns considerados ‘difíceis’ ou delicados(como p. ex. a situação da mulher na sociedade). o jornal manteve-se até novembro de 1859, vencido por dificuldades financeiras, apesar de contar com um grupo de colaboradores bastante qualificado e de nomes, como Machado de Assis, Quintino Bocaiúva, Manuel Antonio de Almeida,entre outros. O estudo em si tem como foco não a totalidade do conteúdo textual publicado durante toda a vida útil do jornal – per se,um significativo acervo jornalístico, de resto importante para estudos de cunho específico, distinto do que aqui se propõe – mas sim de um lado, os diversos conjuntos das colaborações dos escritores e literatos,entre os brasileiros e os portugueses, que compuseram o corpo redacional jornalistas, colaborações importantes dentro da trajetória e da produção literária de cada um deles – caso proeminente de Machado de Assis, de outro, conjuntos de textos, matérias, reportagens,artigos,editoriais,que expressem,retratem,registrem e informem acerca de fatos e eventos relevantes do período em tela e da própria história da cidade de Petrópolis, da região serrana,do estado do Rio de Janeiro e do País. Incorpora um texto introdutório que enfatiza as características capitais do jornal e sua importância na imprensa brasileira da época e,em especial, o porquê de judiciosamente ter escolhido Petrópolis como a cidade onde se instalou : por seu desenvolvimento então em ritmo bastante rápido, buscando-se dotá-la de uma imprensa digna desse surto de progresso; expõe – como não se tem notícia tenha sido até aqui bibliograficamente difundido -- os contextos,fatores e elementos que dotaram Petrópolis, na década de 1850, desse extraordinário processo de desenvolvimento econômico , o que inclusive originou, formou, detonou e veio a consolidar a trajetória da cidade daí em diante sob diversas matizes de cunho histórico, político, institucional, que marcaram a História brasileira tanto do século XIX como do século XX.. ..................................................................................... De Machado, procurei mapear sua produção textual na imprensa brasileira, oitocentista (de 1855 a 1899) e novecentista (1900- 1907), como poeta, tradutor,contista, cronista,articulista, crítico literário, crítico teatral,romancista, que me serve como guia e bússola de investigações e pesquisas -- em seqüência cronológica de atuação: A Marmota / O Parahyba (Petrópolis- RJ) / Correio Mercantil / O Espelho / Diário do Rio de Janeiro /Semana Ilustrada / A Primavera /Jornal do Povo/ O Futuro/ A Saudade / O Binóculo/ Jornal das Famílias / Biblioteca Brasileira / Almanaque Ilustrado da Semana Ilustrada /Imprensa Acadêmica (São Paulo) /Revista Mensal da Sociedade de Ensaios Literários/ Revista Contemporânea/ Semanário Maranhense (São Luiz- MA)/ Arquivo Literário/ Jornal da Tarde/ Jornal do Comércio/ A Reforma / Leitura Popular/ A Luz/ Arquivo Contemporâneo/ The New Word (Nova Yok-EUA)/ A Instrução Pùblica/ O Globo/ A Crença/ A Época/ Ilustração Brasileira/ Gazeta de Notícias/ O Cruzeiro / Revista Brasileira/ A Estação/ Almanaque da Gazeta de Notícias/ Gazeta Literária / Gazeta Suburbana/ A Ilustração / O Poeta/ A Semana /Diário de Notícias/ A Quinzena/ Almanaque das Fluminenses/ O Álbum/ Revista Brazileira/ A Cigarra/ República/ A Bruxa/ Brasil-Portugal / O Comércio de São Paulo /Almanaque Brasileiro Garnier Aliás, para Machado o jornal – vis a vis o teatro -- eram os dois elementos, ou as duas searas, fadadas a se constituírem nas ‘barreiras’ a um processo ‘invasor’, a predominância de obras,textos e autores e da cultura estrangeiras, culpabilizadas pela indigência da produção artística e cultural brasileira, o jornal, “literatura comum,universal,altamente democrática” exposto enfaticamente no artigo “O jornal e o livro”, no Correio Mercantil, 10.01.1859. (...) O jornal é a verdadeira forma da república do pensamento. É a locomotiva intelectual em viagem para mundos desconhecidos, é a literatura comum, universal, altamente democrática, reproduzida todos os dias, levando em si a frescura das idéias e o fogo das convicções. O jornal apareceu, trazendo em si o gérmen de uma revolução. Essa revolução não é só literária, é também social, é econômica, porque é um movimento da humanidade abalando todas as suas eminências, a reação do espírito humano sobre as fórmulas existentes do mundo literário, do mundo econômico e do mundo social. Completa-se a emancipação da inteligência e começa a dos povos. O direito da força, o direito da autoridade bastarda consubstanciada nas individualidades dinásticas vai cair. Os reis já não têm púrpura, envolvem-se nas constituições. As constituições são os tratados de paz celebrados entre a potência popular e a potência monárquica. (.....) O jornal, literatura quotidiana, no dito de um publicista contemporâneo, é reprodução diária do espírito do povo, o espelho comum de todos os fatos e de todos os talentos, onde se reflete, não a idéia de, um homem, mas a idéia popular, esta fração da idéia humana. (...)O jornal, abalando o globo, fazendo uma revolução na ordem social, tem ainda a vantagem de dar uma posição ao homem de letras; porque ele diz ao talento: "Trabalha! vive pela idéia e cumpres a lei da criação!" Seria melhor a existência parasita dos tempos passados, em que a consciência sangrava quando o talento comprava uma refeição por um soneto? Não! graças a Deus! Esse mau uso caiu com o dogma junto do absolutismo. O jornal é a liberdade, é o povo, é a consciência, é a esperança, é o trabalho, é a civilização. Tudo se liberta; só o talento ficaria servo. (...). ........................... Mesmo nos casos em que trabalhei com textos e escritos oriundos de livros, ou coletâneas ou antologias publicadas, volvi-me às fontes primárias e os cotejei com as formas originais nos periódicos de origem. Assim foi, p. ex., nos contos políticos, inclusos os chamados “argelinos” de Lima Barreto, os quais publicados em apenas uma coletânea – a 2ª. edição de Histórias e sonhos, 1951 (e não na primeira, de 1920) --portanto ‘semi-inéditos’, conferi com os respectivos textos veiculados originalmente em Careta(1914; 1915; 1919; 1920;1921;1922; 1924 - postumamente) e no Correio da Noite (1914), nos quais aliás encontrei, em algumas crônicas, trechos diferentes dos publicados na coletânea, e apontando-os vis a vis uns com outros incorporei-os no livro Lima Barreto e política : os “contos argelinos” e outros textos (PUC-Rio\Loyola, 2010) ............................................................. A exemplo de quase todos os literatos, mas por outros vieses, foi também no jornalismo que Lima Barreto encontrou o meio, forma,veículo e habitat para exercer sua crítica -- mas sua atuação,no entanto, difere inteiramente da atuação de seus contemporâneos . Depois de esporádicas colaborações no jornal humorístico Tagarela e no semanário O Diabo, iniciara profissionalmente a vida jornalística no grande Correio da Manhã, em abril de 1905, aos 24 anos de idade, com uma série de reportagens sobre o desmonte do Morro do Castelo, que viria a dar origem à brilhante criação ficcional na novela Os subterrâneos do Morro do Castelo, somente publicado em livro no ano de 1999 (editora Dantes , Rio de Janeiro). Porém seu amor pela liberdade e o horror em transigir com o poder o levaram a organizar em 1907 – quando também era redator da Fon-Fon! -- com o jornalista Alcides Maia, a revista Floreal, que circulou até 1912 ; foi ainda colaborador de Gazeta da Tarde em 1911, passou a cronista do Correio da Noite em 1914 - interrompendo no final de 1915 para transferir-se à Careta -- e a partir de 1916 também no semanário político A. B.C.; em 1917, intentou repetir o ideal de 10 anos antes na Floreal, criando a revista Marginalia. Sua preferência irrevogável pela imprensa dita ‘alternativa’, fora do alcance do poder exercido pelos donos dos grandes jornais , consolidou-se a partir de 1917 : mesmo doente, continuou a escrever na imprensa libertária e as colaborações para revistas e jornais ‘alternativos’ da época, oposicionistas — os jornais O Debate, A Lanterna, Rio-Jornal,A .B .C., Brás Cubas ,Hoje ; nas revistas Careta ,Revista Contemporânea, A Renovação — e para jornais revolucionários do Rio de Janeiro – como a Voz do Trabalhador, órgão da Confederação Operária Brasileira -- de São Paulo e até do Rio Grande do Sul -- como O Parafuso, A Lanterna (que se autodenominava “anarquista”) , O Cosmopolita, A Patuléia, A Luta -- constituem o conjunto de maior teor explícito de crítica política e social aos problemas do País e à República. ........................................................................ Do mesmo modo, com os textos compondo o livro Escritos de Euclydes da Cunha: política, ecopolítica, etnopolítica (PUC-Rio\Loyola, 2009), captados em livros e seletas publicados, mas verificados um a um nos respectivos veículos originais, nos jornais A Província de São Paulo,1888-89; Democracia, 1890; O Estado de S. Paulo, 1892-97, 1900, 1904; Jornal do Commercio, 1907; O Paiz,1908; na revista Kosmos, 1906; no Almanaque Brasileiro Garnier, 1908. ........................................................ Euclydes da Cunha escreveu muito em jornais, mormente sobre política – a qual desde cedo nele exerceu irresistível atração, ua biografia e sua bibliografia se confundindo com a própria história social e política brasileira do final do século XIX e início do século XX – mas também sobre ecologia – foi o primeiro dos literatos e intelectuais brasileiros a denunciar agressões à natureza e defender a imperiosidade do equilíbrio ecológico – e sobre etnia – precursor e pioneiro nas reflexões sobre a constituição racial do brasileiro, a partir do sertanejo. Euclydes tratou de política sob as mais variadas formas e expressões ,entre artigos publicados originalmente em jornais, como A Província de S. Paulo – origem de O Estado de S. Paulo,onde publicou a maioria de seus artigos –Democracia, O Paiz, Jornal do Commercio,Revista Brasileira, O Rio Pardo,Kosmos,Revista Americana, no programa do jornal O Proletário(1899),de São José do Rio Preto (e em textos e ensaios integrados às coletâneas Contrastes e confrontos, À margem da história, Peru vs. Bolívia, discursos, em cartas).. De olhar voltado prioritariamente para o interior do país, foi rigorosamente o primeiro intelectual brasileiro a cultivar e externar preocupações com o meio ambiente, inclusive fazendo da ecologia um tema político, de propostas de ação política. Ainda com 18 anos,lavrava um protesto em seu primeiro trabalho no jornal O Democrata de 4 abril 1884 –pequeno jornal dos alunos do colégio Aquino,onde estudava desde 1883., externando o interesse e apreço pela natureza que estaria presente em toda sua obra,ao lado de descrever em viagem de bonde para o colégio as maravilhas do cenário natural que descortinava,as matas e florestas da cidade do Rio de Janeiro, criticava o progresso representado pela estrada de ferro que degradava a natureza Depois, nos textos “Fazedores de Desertos”, publicado originalmente em 1901,em O Estado de S. Paulo e “Entre as Ruínas”, em O Paiz,1904 -- cuja primeira versão, sob o título “Viajando” , é de 1903, em O Estado de S. Paulo A etnia brasileira, por sua vez, foi um dos temas que mais mobilizaram Euclydes para a formulação de reflexões sobre a nacionalidade, per se um tópico já excepcionalmente preponderante em seu arcabouço intelectual Ao mesmo tempo em que reitera, como quase sempre, a falta de “integridade étnica” do brasileiro, por exemplo em trechos dos artigos “Nativismo provisório” e “O Brasil mental”, publicados em O Estado de S.Paulo,julho 1898. ...................................................................... Também com as crônicas machadianas, de duas séries escritas para a Gazeta de Notícias, respectivamente em 1886 e em 1886-87, publicadas em um livro e em uma coletânea (‘semi-inéditas’, pois) , que devidamente confrontadas e verificadas com os originais nas fontes primárias, foram reunidas no livro Crônicas de Machado de Assis : “A + B” e “Gazeta de Holanda” (PUC-Rio\Loyola, 2010). ......................................................... Inovador na ficção, como contista e romancista, Machado de Assis foi soberbo cronista que fez da crônica muito mais do que um registro pontual do cotidiano, transformando-a em um verdadeiro gênero literário, a servir de modelo, molde e paradigma a tudo e todos que o sucederam, inclusive os de hoje. . Ao longo de 41 anos, Machado criou crônicas, nos mais diversos veículos, séries, formatos e assinaturas (ou disfarces), desde 1859, em O Parahyba (de Petrópolis), seguindo-se colaborações para o Correio Mercantil (1859-1864), para O Espelho (1859-60); para o Diário do Rio de Janeiro (1860-63: série “Comentários da Semana”; 1864-67: série “Ao Acaso”), O Futuro (1862-63), Imprensa Acadêmica, de São Paulo (1864 ; 1868 :série “Correspondência da Imprensa Acadêmica”) A Semana Ilustrada (1865-75: séries “Crônicas do Dr. Semana”, “Correio da Semana”, “Novidades da Semana” , “Pontos e Vírgulas”, “Badaladas”), Ilustração Brasileira (1876-78: séries “Histórias de 15 dias”, “Histórias de 30 dias”), O Cruzeiro (1878: série “Notas Semanais”), Revista Brasileira (1879), Gazeta de Notícias (1881-1900: séries “Balas de Estalo”, “A + B”, “Gazeta de Holanda”,“Bons Dias!” e “A Semana”). Nas quatro décadas decorridas entre a inicial “A odisséia econômica do sr. Ministro da Fazenda”,de 26 junho 1859, em O Parahyba e a derradeira crônica de 4 novembro 1900,o emocionante,e emblemático, texto sobre o sineiro da Glória, na Gazeta de Notícias , o País teve oportunidade de conhecer um magnífico repositório da arte machadiana de criação de muitas das melhores crônicas da literatura brasileira – um número nada desprezível delas consideradas verdadeiras obras-primas.. ................................................................................... De iguais forma e modo procedi ao indispensável cotejo dos elementos textuais impressos em livros, seletas, coletâneas e antologias com aqueles veiculados originalmente em periódicos, dentre o possível e disponível encontrar, em outros dois de meus trabalhos capitais recentes(ambos a se tornarem livros, ambos ainda sem arregimentar editor) : “Machado de Assis: leitor, formador de leitor” -- -- que tendo como temática a leitura e leitores no Brasil, o livro e o escritor como seus instrumentos e veículos de fomento, com um viés sobre elementos presentes e atuantes na vida literária e padrões de leitura do Brasil Oitocentista, reporta a Machado de Assis, sua formação literária e capacidade formativa de leitores, tendo como escopo levantar, catalogar, mapear, identificar, examinar, e interpretar, as leituras e influências literárias de autores e de obras, brasileiros e estrangeiros, na formação intelectual de Machado , e em decorrência,também constituindo um retrato de inéditas amplitude e abrangência,das citações, alusões, referências a obras, textos e autores em todos seus romances, contos, poemas,teatro, traduções, crônicas, artigos e ensaios, críticas literárias, críticas teatrais, pareceres, prefácios, com as quais informou,formou e criou leitores no século XIX (e continua a fazer contemporaneamente e por todos os tempos); e “Machado de Assis e os portugueses : influências, convivências e convergências literárias e culturais” – a reportar às relações, interações, intertextualidades entre Machado de Assis e portugueses, nestes considerados em um viés, autores, obras e textos lusos, cronologica e literariamente quer a ele anteriores quer contemporâneos, que exerceram decisiva influência na formação e vida literárias, constituíram leituras do escritor brasileiro (nos livros em sua biblioteca pessoal e aqueles objetos de consultas regulares no Real Gabinete Português de Leitura, no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro e mesmo em livrarias), receberam citações, alusões, menções, referências e recorrências feitas por Machado de Assis nos romances,nos contos,nas crônicas, em artigos e ensaios,na poesia, na criação teatral, na tradução,na crítica literária,crítica teatral, prefácios, pareceres, correspondência; em outro viés, tanto vínculos familiares laços conjugais, quanto personalidades lusas a ele contemporâneos, viventes no Brasil à época,que cada qual a seus grau, modo e teor, participaram e atuaram ativamente na trajetória pessoal,literária e profissional de Machado de Assis . _____________ Por sua vez, Arthur Azevedo, que sempre despertara em mim marcante atração sob o ponto de vista literário, propiciou-me, e tem propiciado, o desenvolvimento de um (intensivo ) programa de pesquisa e de produção de obras focados essencialmente na recolha e recuperação de nada menos do que 95% de suas crônicas e cerca de 25% de seus contos, até agora inéditos em livro ou outro meio, inclusive digital, somente publicados em periódicos de distintos períodos, abrangentes de um leque cronológico de 1872 a 1908 : dele, incorporei 5 contos inéditos, originalmente em O Mequetrefe, 1884, em A Rua, 1889, no Almanaque do Comércio, 1887, na Kosmos, 1906, no Almanaque Brasileiro Garnier, 1910, no livro Contos de Arthur Azevedo : os “efêmeros” e inéditos (PUC\Loyola, 2009); e incluí um conto inédito, “Aventuras de um adolescente.” recolhido de A Vida Moderna, março 1887, incorporado ao livro e e-book que publiquei em 2012 Arthur Azevedo : Cenas da comédia humana - contos em claves temáticas (Imã Editorial); 49 crônicas, nunca divulgadas,abrigadas no livro Arthur Azevedo : crônicas (inéditas) em A Vida Moderna 1886-87 (ABL, 2013); 15 contos, no e-book Arthur Azevedo : contos inéditos, em produção (Foglio\Objetiva); 20 contos e 20 crônicas no conjunto “Arthur Azevedo : Contos e crônicas inéditos em O Rio-Nu”. ............................................................ Em 41 anos de atuação jornalística e literária, da pena de Arthur Azevedo foram geradas cerca de quatro mil crônicas dispersas em mais de 45 periódicos, como ainda em São Luiz,onde nasceu, Semanário Maranhense e O Domingo , Revista do Rio de Janeiro,Novidades,Diário de Notícias,Correio do Povo,A Época, O Dia, O Besouro, A Estação, Folha Nova, Correio da Manhã, O Paiz, Distração, A Vespa,O Mequetrefe, Renascença, Kosmos, Psitt, O Subúrbio , Revista Azul (São Paulo), Pena e Lápis, O Teatro, O Contemporâneo ,Almanaque Garnier, Revista Brazileira, Diário Mercantil (São Paulo), Gazeta da Tarde, Almanaque do Comércio, Almanaque Guimarães, A Notícia ; além daqueles que fundou ou ajudou a fundar : Revista dos Teatros, A Gazetinha, A Vida Moderna,O Álbum, O Rio-Nu, O Século. Paralelamente, além de sua obra dramatúrgica, Artur Azevedo atuou regularmente como cronista teatral por mais de duas décadas, em A Notícia, O Paiz, em especial no Diário de Notícias, onde mantinha a seção “De Palanque” – conjuntos que documentam e comentam as vida e atividade teatral no Rio de Janeiro da virada do século XIX e se constituem importante retrato do panorama cultural brasileiro do período. Particularmente, A Vida Moderna, semanário fundado em 1886 por Luiz Murat com Arthur Azevedo, no qual colaboravam Araripe Júnior, Xisto Bahia, Coelho Neto, Alcindo Guanabara, Guimarães Passos, Raul Pompéia e outros, reservava espaço, ao lado da crônica de Arthur Azevedo, para artigos sobre política e teatro, para poesia e para o folhetim, era dotada de design editorial-gráfico, com marcante matéria iconográfica e ilustrativa, paginação ‘arejada’ e atraente – como de resto já era genericamente comum nas revistas surgidas a partir da década de 1870 (casos, p. ex., de Jornal das Famílias, Ilustração Brazileira, Semana Ilustrada, A Estação); assim como O Meio (que viria em 1889). Valia- se de pregões nas ruas para chegar aos leitores, utilizando diversos tipos de pessoas e trabalhadores, como engraxates, mascates, desocupados, assim como os “pretos de balaio nos braços, de porta em porta” – que também carregavam livros-- escravos-ambulantes que vendiam produtos variados nas ruas do Rio de Janeiro à cata de um leitor ainda reticente, não de todo ‘acostumado’, muito menos habituado à leitura , ainda mais promovida dessa forma, nas ruas. ________________ Atualmente, dedico-me a organizar três obras inerentes a Coelho Neto, duas delas por referência aos 150 anos de nascimento (1864) e 80 anos de morte (1934) : uma, reunindo seus últimos contos escritos em vida, outra abrigando suas crônicas tratando de política, veiculadas essencialmente em diversos periódicos em distintas épocas; e mais uma obra, reportando aos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro, em 2015, organizando um conjunto, com alguns textos inéditos, de crônicas sobre a cidade. Ainda em 2014, por também reportar a 160 anos de publicação, em livro (1854) de Memórias de um sargento de milícias, preparo livro especial que além do texto em si oriundo do livro incorporo estudos críticos e sobremodo, a título de cotejo pois diferente em diversos trechos, até mesmo de forma substancial, parte do escrito originalmente veiculado no Correio Mercantil, entre junho e agosto1852. E também neste ano, debruçando-me numa obra de Lima Barreto que desde sempre me interessou e fascinou, pelo que contém de significantes e significados para a trajetória literária do escritor – “Clara dos Anjos”, escrita por ele em 3 versões, a primeira como esboço em 1904 (110 anos, portanto), a segunda em 1919 como conto, a terceira em forma de romance, publicada em livro somente em 1948, mas veiculada originalmente em folhetins na Revista Souza Cruz, 1920-21 : especial e preponderantemente nestes trabalho com fins de cotejo, interpretação e análise com relação às demais e delineamento do importante processo de inflexão em elementos da concepção e da produção literária de Lima. ________________________ Em suma, constituintes, desde sempre, do cenáculo basilar de meus estudos e atuação literários, periódicos - e a consulta,investigação, pesquisas neles - fossem jornais, fossem revistas, fossem almanaques, especificamente dos oitocentos e das primeiras décadas dos novecentos brasileiros, permanentemente pautaram\pautam, pontuaram\ pontuam, permearam\permeiam, impulsionaram\impulsionam minhas idealizações, projetos e realizações em literatura brasileira. _____ M.R.
  • Gerson Brener

    em 30/01/2013 Via Google+


    FURACÃO DO FORRÓ AO VIVO EM MAGALHAES DE ALMEIDA-MA 28.01.13
    FURACÃO DO FORRÓ AO VIVO EM MAGALHAES DE ALMEIDA-MA 28.01.13. Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar no Orkut · Postagem mais recente Postagem mais antig...
  • Renan CDs

    em 30/01/2013 Via Google+


    Baixar CD Furacão do Forró - Magalhães de Almeida - MA - 28/01/2013
    Baixar CD Furacão do Forró - Magalhães de Almeida - MA - 28/01/2013 Informações: Nome do Álbum: Magalhães de Almeida - MA - 28/01/2013 Banda: Furacão do Forró Tamanho: 105Mb Ano de Lanç...
  • Josué VSousa

    em 15/12/2013 Via Youtube
    Lagoa do Povoado Paudagua, Magalhaes de Almeida-MA, dezembro 2013. Parte 2

    Houve tambem uma grande seca nos anos 1950, sem no entanto, fazer desaparecer nossa lagoa como agora.

  • GilTeresina

    em 04/04/2013 Via Youtube
    Capa de Revista - Forró Na Veia - Magalhães de Almeida (Ma)

    31/03/2013 - Arrasou Carlinhos - Feliz Aniversário!!!

  • Will Monteiro

    em 28/04/2013 Via Youtube
    Longbord em terras Maranhenses

    Will Costmon,ou Monteirinho como queira, descendo o pico "Má Rapais" em Magalhães de Almeida-MA.

  • GilTeresina

    em 04/04/2013 Via Youtube
    Faço Chover - Forró Na Veia - Magalhaes de Almeida (Ma)

    30 - 31/03/2013.

  • J CARLOS

    em 30/01/2013 Via Google+


    Furacão ao vivo em Magalhães de Almeida/MA (28/01/2013)
    Furacão ao vivo em Magalhães de Almeida/MA (28/01/2013). DOWNLOAD. Postado por Furacão do Forró Abalando Tudo às 10:59 · Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompar...
  • Josué VSousa

    em 15/12/2013 Via Youtube
    Lagoa do Povoado Paudagua, Magalhaes de Almeida-MA, dezembro 2013. Parte1

    Seca prolongada fez desaparecer a lagoa do Paudagua, segundo relato dos mais velhos, em 1932 houve situação igual.

  • Flávio Dino fala sobre índices de educação em Magalhães de Almeida

  • CHAMADO MAGALHAES DE ALMEIDA MARANHAO

    VAMOS LA GALERA VAI SER TÓP SHOWWWW.




  • Nayarae Daniel compartilhou uma foto
    Essa é uma lista de nomes e políticos ficha suja, que possivelmente, vários serão candidatos nessas eleições de 2014. Portanto, antes de votar no seu candidato, veja se o nome dele está nessa lista! Caso esteja, proteste: Não vote nele! LISTA DE POLITICOS COM FICHA SUJA - Classificado por nome, cargo, partido e acusação 1- ABELARDO LUPION Deputado PFL-PR Sonegação Fiscal 2 -ADEMIR PRATES Deputado PDT-MG Falsidade Ideológica 3 -AELTON FREITAS Senador PL-MG Crime de Responsabilidade e Estelionato 4 -AIRTON ROVEDA Deputado PPS-PR Peculato 5 -ALBÉRICO FILHO Deputado PMDB-MA Apropriação Indébita 6 -ALCESTE ALMEIDA Deputado PTB-RR Peculato e Formação de Quadrilha, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 7 -ALEX CANZIANI Deputado PTB-PR Peculato 8 -ALMEIDA DE JESUS Deputado PL-CE Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 9 -ALMIR MOURA Deputado PFL-RJ Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 10 -AMAURI GASQUES Deputado PL-SP Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 11 -ANDRÉ ZACHAROW Deputado PMDB-PR Improbidade Administrativa 12 -ANÍBAL GOMES Deputado PMDB-CE Improbidade Administrativa 13 -ANTERO PAES DE BARROS Senador PSDB-MT Improbidade Administrativa e Formação de Quadrilha 14 -ANTÔNIO CARLOS PANNUNZIO Deputado PSDB-SP Crime de Responsabilidade 15- ANTÔNIO JOAQUIM Deputado PSDB-MA Improbidade Administrativa 16 -BENEDITO DE LIRA Deputado PP-AL Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 17- BENEDITO DIAS Deputado PP-AP Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 18 -BENJAMIN MARANHÃO Deputado PMDB-PB Crime Eleitoral 19 -BISPO WANDERVAL Deputado PL-SP Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 20 -CABO JÚLIO (JÚLIO CÉSAR GOMES DOS SANTOS) Deputado PMDB-MG Crime Militar, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 21 -CARLOS ALBERTO LERÉIA Deputado PSDB-GO Lesão Corporal 22 -CELSO RUSSOMANNO Deputado PP-SP Crime Eleitoral, Peculato e Agressão 23 -CHICO DA PRINCESA (FRANCISCO OCTÁVIO BECKERT) Deputado PL-PR Crime Eleitoral 24 -CIRO NOGUEIRA Deputado PP-PI Crime Contra a Ordem Tributária e Prevaricação 25 -CLEONÂNCIO FONSECA Deputado PP-SE Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 26- CLÓVIS FECURY Deputado PFL-MA Crime Contra a Ordem Tributária 27 -CORIALANO SALES Deputado PFL-BA Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 28 -DARCÍSIO PERONDI Deputado PMDB-RS Improbidade Administrativa 29 -DAVI ALCOLUMBRE Deputado PFL-AP Corrupção Ativa 30- DILCEU SPERAFICO Deputado PP-PR Apropriação Indébita 31 -DOUTOR HELENO Deputado PSC-RJ Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 32 -EDSON ANDRINO Deputado PMDB-SC Crime de Responsabilidade 33 -EDUARDO AZEREDO Senador PSDB-MG Improbidade Administrativa 34 -EDUARDO GOMES Deputado PSDB-TO Crime Eleitoral, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 35 -EDUARDO SEABRA Deputado PTB-AP Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 36 -ELIMAR MÁXIMO DAMASCENO Deputado PRONA-SP Falsidade Ideológica 37 -EDIR DE OLIVEIRA Deputado PTB-RS Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 38- EDNA MACEDO Deputado PTB-SP Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 39- ELAINE COSTA Deputada PTB-RJ Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 40 -ELISEU PADILHA Deputado PMDB-RS Corrupção Passiva 41- ENIVALDO RIBEIRO Deputado PP-PB Crime Contra a Ordem Tributária, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 42 -ÉRICO RIBEIRO Deputado PP-RS Crime Contra a Ordem Tributária e Apropriação Indébita 43 -FERNANDO ESTIMA Deputado PPS-SP Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 44 -FERNANDO GONÇALVES Deputado PTB-RJ Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 45 -GARIBALDI ALVES Senador PMDB-RN Crime Eleitoral 46 -GIACOBO (FERNANDO LUCIO GIACOBO) Deputado PL-PR Crime Contra a Ordem Tributária e Seqüestro 47 -GONZAGA PATRIOTA Deputado PSDB-PE Apropriação Indébita 48 -GUILHERME MENEZES Deputado PT-BA Improbidade Administrativa 49 -INALDO LEITÃO Deputado PL-PB Crime Contra o Patrimônio, Declaração Falsa de Imposto de Renda 50 -INOCÊNCIO DE OLIVEIRA Deputado PMDB-PE Crime de Escravidão 51- IRAPUAN TEIXEIRA Deputado PP-SP Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 52 -IRIS SIMÕES Deputado PTB-PR Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 53- ITAMAR SERPA Deputado PSDB-RJ Crime Contra o Consumidor, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 54 -ISAÍAS SILVESTRE Deputado PSB-MG Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 55 -JACKSON BARRETO Deputado PTB-SE Peculato e Improbidade Administrativa 56 -JADER BARBALHO Deputado PMDB-PA Improbidade Administrativa, Peculato, Crime Contra o Sistema Financeiro e Lavagem de Dinheiro 57- JAIME MARTINS Deputado PL-MG Crime Eleitoral 58 -JEFERSON CAMPOS Deputado PTB-SP Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 59- JOÃO BATISTA Deputado PP-SP Falsidade Ideológica, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 60 -JOÃO CALDAS Deputado PL-AL Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 61 -JOÃO CORREIA Deputado PMDB-AC Declaração Falsa de Imposto de Renda, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 62 -JOÃO HERRMANN NETO Deputado PDT-SP Apropriação Indébita 63 -JOÃO MAGNO Deputado PT-MG Lavagem de Dinheiro 64 -JOÃO MENDES DE JESUS Deputado PSB-RJ Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 65 -JOÃO PAULO CUNHA Deputado PT-SP Corrupção Passiva, Lavagem de Dinheiro e Peculato 66 -JOÃO RIBEIRO Senador PL-TO Peculato e Crime de Escravidão 67 -JORGE PINHEIRO Deputado PL-DF Crime Ambiental 68 -JOSÉ DIVINO Deputado PRB-RJ Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 69 -JOSÉ JANENE Deputado PP-PR Estelionato, Improbidade Administrativa, Lavagem de Dinheiro, Corrupção Passiva, Formação de Quadrilha, Apropriação Indébita e Crime Eleitoral 70 -JOSÉ LINHARES Deputado PP-CE Improbidade Administrativa 71 -JOSÉ MENTOR Deputado PT-SP Corrupção Passiva 72 -JOSÉ MILITÃO Deputado PTB-MG Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 73 -JOSÉ PRIANTE Deputado PMDB-PA Crime Contra o Sistema Financeiro 74 -JOVAIR ARANTES Deputado PTB-GO Improbidade Administrativa 75 -JOVINO CÂNDIDO Deputado PV-SP Improbidade Administrativa 76 -JÚLIO CÉSAR Deputado PFL-PI Peculato, Formação de Quadrilha, Lavagem de Dinheiro e Falsidade Ideológica 77 -JÚLIO LOPES Deputado PP-RJ Falsidade Ideológica 78 -JÚNIOR BETÃO Deputado PL-AC Declaração Falsa de Imposto de Renda, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 79 -JUVÊNCIO DA FONSECA Deputado PSDB-MS Improbidade Administrativa 80 -LAURA CARNEIRO Deputada PFL-RJ Improbidade Administrativa e Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 81 -LEONEL PAVAN Senador PSDB-SC Contratação de Serviços Públicos Sem Licitação e Concussão 82 -LIDEU ARAÚJO Deputado PP-SP Crime Eleitoral 83 -LINO ROSSI Deputado PP-MT Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 84 -LÚCIA VÂNIA Senadora PSDB-GO Peculato 85 -LUIZ ANTÔNIO FLEURY Deputado PTB-SP Improbidade Administrativa 86 -LUPÉRCIO RAMOS Deputado PMDB-AM Crime de Aborto 87 -MÃO SANTA Senador PMDB-PI Improbidade Administrativa 88 -MARCELINO FRAGA Deputado PMDB-ES Crime Eleitoral, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 89 -MARCELO CRIVELA Senador PRB-RJ Crime Contra o Sistema Financeiro e Falsidade Ideológica 90 -MARCELO TEIXEIRA Deputado PSDB-CE Sonegação Fiscal 91 -MÁRCIO REINALDO MOREIRA Deputado PP-MG Crime Ambiental 92 -MARCOS ABRAMO Deputado PP-SP Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 93 -MÁRIO NEGROMONTE Deputado PP-BA Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 94 -MAURÍCIO RABELO Deputado PL-TO Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 95 -NÉLIO DIAS Deputado PP-RN Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 96 -NELSON BORNIER Deputado PMDB-RJ Improbidade Administrativa 97 -NEUTON LIMA Deputado PTB-SP Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 98 -NEY SUASSUNA Senador PMDB-PB Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 99 -NILTON CAPIXABA Deputado PTB-RO Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 100 -OSMÂNIO PEREIRA Deputado PTB-MG Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 101 -OSVALDO REIS Deputado PMDB-TO Apropriação Indébita 102 -PASTOR AMARILDO Deputado PSC-TO Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 103 -PAULO AFONSO Deputado PMDB-SC Peculato, Crime Contra o Sistema Financeiro e Improbidade Administrativa 104 -PAULO BALTAZAR Deputado PSB-RJ Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 105 -PAULO FEIJÓ Deputado PSDB-RJ Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 106 -PAULO JOSÉ GOUVEIA Deputado PL-RS Porte Ilegal de Arma 107 -PAULO LIMA Deputado PMDB-SP Extorsão e Sonegação Fiscal 108 -PAULO MAGALHÃES Deputado PFL-BA Lesão Corporal 109 -PEDRO HENRY Deputado PP-MT Formação de Quadrilha, Lavagem de Dinheiro e Corrupção Passiva, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 110 -PROFESSOR IRAPUAN Deputado PP-SP Crime Eleitoral 111 -PROFESSOR LUIZINHO Deputado PT-SP Lavagem de Dinheiro 112 -RAIMUNDO SANTOS Deputado PL-PA Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 113 -REGINALDO GERMANO Deputado PP-BA Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 114 -REINALDO BETÃO Deputado PL-RJ Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 115 -REINALDO GRIPP Deputado PL-RJ Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 116 -REMI TRINTA Deputado PL-MA Estelionato e Crime Ambiental 117 -RIBAMAR ALVES Deputado PSB-MA Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 118 -RICARDO BARROS Deputado PP-PR Sonegação Fiscal 119 -RICARTE DE FREITAS Deputado PTB-MT Improbidade Administrativa e Formação de Quadrilha, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 120 -RODOLFO TOURINHO Senador PFL-BA Gestão Fraudulenta de Instituição Financeira 121 -ROMERO JUCÁ Senador PMDB-RR Improbidade Administrativa 122 -ROMEU QUEIROZ Deputado PTB-MG Corrupção Ativa, Corrupção Passiva e Lavagem de Dinheiro 123 -RONALDO DIMAS Deputado PSDB-TO Crime Eleitoral 124 -SANDRO MABEL Deputado PL-GO Crime Contra a Ordem Tributária 125 -SUELY CAMPOS Deputada PP-RR Crime Eleitoral 126 -TATICO (JOSÉ FUSCALDI CESÍLIO) Deputado PTB-DF Crime Contra a Ordem Tributária, Declaração Falsa de Imposto de Renda e Sonegação Fiscal 127 -TETÉ BEZERRA Deputado PMDB-MT Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 128 -THELMA DE OLIVEIRA Deputada PSDB-MT Improbidade Administrativa e Formação de Quadrilha 129 -VADÃO GOMES Deputado PP-SP Improbidade Administrativa e Crime Contra a Ordem Tributária 130 -VALDIR RAUPP Senador PMDB-RO Peculato, Uso de Documento Falso, Crime Contra o Sistema Financeiro, Crime Eleitoral e Gestão Fraudulenta de Instituição Financeira 131 -VALMIR AMARAL Senador PTB-DF Apropriação Indébita 132 -VANDERLEI ASSIS Deputado PP-SP Crime Eleitoral, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 133 -VIEIRA REIS Deputado PRB-RJ Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 134 -VITTORIO MEDIOLI Deputado PV-MG Sonegação Fiscal 135 -WANDERVAL SANTOS Deputada PL-SP Corrupção Passiva 136 -WELLINGTON FAGUNDES Deputada PL-MT Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 137 -ZÉ GERARDO Deputado PMDB-CE Crime de Responsabilidade 138 -ZELINDA NOVAES Deputada PFL-BA Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) 139 -Ângela Guadagnin Deputada PT-SP Dançarina do Plenário da Câmara, comemorando absolvição de corrupto 140 -Antônio Palocci Ex-Ministro PT-SP Quebra de Sigilo Bancário 141 -Carlos Rodrigues Ex-Deputado PL-RJ Bispo Rodrigues 142 -Delúbio Soares Tesoureiro PT-GO Ex Tesoureiro do PT 143 -José Dirceu Ex-Deputado PT-SP Mensalão 144 -José Genoíno Ex-Deputado PT-SP Mensalão, Dólares na Cueca 145 -José Nobre Guimarães DeputadoEst. PT-CE Dólares na Cueca (Agora Candidato a Dep. Federal) 146 -Josias Gomes Deputado PT-BA Mensalão, CPI dos Correios 147 -Luiz Gushiken Ex-Ministro PT-SP CPI dos Correios 148 -Paulo Salim Maluf Ex PPB-SP Corrupção, Falcatruas, Improbidade Administrativa, Desvio de Dinheiro Público, Lavagem de dinheiro 149 -Paulo Pimenta Deputado PT-RS Compra de Votos, Mensalão, CPI Correios 150 -Pedro Corrêa Ex-Deputado PP-PE Cassado em associação ao Escândalo do Mensalão, Compra de Votos 151 -Roberto Brant Deputado PFL-MG Crime Eleitoral, Mensalão, CPI Correios 152 -Roberto Jefferson Ex-Deputado PTB-RJ Mensalão 153 -Severino Cavalcanti Ex-Deputado PP-PE Escândalo do Mensalinho (Renuncio para evitar a cassação) 154 -Silvio Pereira Secretário PT PT Mensalão 155 -Valdemar Costa Neto Exc-Deputado PL-SP Mensalão (renunciou para evitar a cassação
    Fotos da linha do tempo.


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