Início » São Paulo » Ribeirão Branco » Notícias


Avaliação geral do município: 4.2 / 5 para Ribeirão Branco por Cidades do meu Brasil em 7 dezembro 2018

Últimas Notícias do Município de Ribeirão Branco - São Paulo

Resumo de Notícias ribeirão-branquense até 25/02/2021

Veja Aqui Todas Informações sobre a Cidade de Ribeirão Branco

Novas restrições passam a valer a partir desta quinta-feira (25) em Bebedouro, município a 80 quilômetros de Ribeirão Preto ...
Fonte: Araraquara
Foto: Cidade na região de Ribeirão antecipa toque de restrições
Na tentativa de evitar o fechamento do Hospital de Campanha, o prefeito de Ribeirão Pires, Clóvis Volpi e sua equipe jurídica tem buscado sensibilizar as autoridades estaduais e federais sobre a neces ...
Fonte: ABC do ABC
Foto: Ribeirão Pires notifica Estado e Congresso sobre fechamento Hospital de Campanha
Ação direta de inconstitucionalidade resultou na extinção de 52 cargos irregulares no âmbito do Poder Executivo de Ribeirão Branco. Entre as funções atingidas estão as de assessor especial do Governo, ...
Fonte: Ita News
Foto: Cargos irregulares em Ribeirão Branco são extintos em ação da PGJ
Cidades da região de Ribeirão e Franca estão na fase laranja, já as de Barretos regridem para a fase vermelha.
Fonte: globo
Foto: Veja a classificação de Ribeirão Preto, Franca e Barretos no Plano São Paulo
   Fonte: Portal do Governo do Estado de São Paulo
Trólebus e ônibus da Metra no Corredor ABD funcionarão no período ADAMO BAZANI A Prefeitura de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, confirmou que os ônibus municipais não vão operar entre 22h e ...
Fonte: diariodotransporte
Foto: Ônibus municipais de São Bernardo do Campo não operam das 22h às 04h por causa de “lockdown noturno” no ABC a partir de sábado (27)
Imunizantes devem ser usados para início da vacinação em idosos entre 80 e 84 anos e conclusão da faixa etária entre 85 e 89 anos, segundo o estado. Lotes chegam até sexta-feira (26).
Fonte: globo
Foto: Covid-19: Regiões de Ribeirão Preto, Franca e Barretos recebem 29,2 mil doses da AstraZeneca
O ciclo do lateral-direito Juanfran está perto do fim no São Paulo. A diretoria, agora com o presidente Julio Casares no comando, optou por não renovar o contrato do espanhol de 36 anos que termina ne ...
Fonte: dgabc.com.br
Foto: São Paulo decide não renovar o contrato do lateral espanhol Juanfran
Após reunião dos prefeitos no Consórcio Intermunicipal Grande ABC ficou definida que medidas mais restritivas do que as apresentadas pelo Estado serão feitas por nove dias. São Caetano e Ribeirão Pire ...
Fonte: Repórter Diário
Foto: ABC inicia lockdown noturno no sábado; São Caetano e Ribeirão seguem Estado

   Fonte: Portal do Governo do Estado de São Paulo

Atualmente, a remuneração paga ao delegado de Polícia paulista é inferior à metade do valor recebido nos estados onde a carreira é valorizada, como no Mato Grosso, Goiás , Alagoas , Rio Grande do Sul ...
Fonte: Estadão
Foto: Os delegados de polícia de São Paulo merecem mais
Governo do Estado divulgou nova classificação nessa sexta-feira, 19; bares e restaurantes terão flexibilização nas regras ...
Fonte: Revide
Foto: Ribeirão Preto permanece na Fase Laranja do Plano São Paulo, diz estado

A região de Ribeirão Preto receberá, do Estado de São Paulo, 16.500 doses da vacina Oxford/AstraZeneca, liberadas pela Fiocruz, para dar continuidade à campanha de vacinação contra a Covid-19 no ...
Fonte: Revide
Foto: Região de Ribeirão Preto receberá mais de 16 mil doses da vacina de Oxford
O Governo do Estado de São Paulo enviou para a Baixada Santista 22 mil doses da vacina de Oxford/Astrazeneca. As doses que vieram de um laboratório da Índia chegaram ao Brasil na última terça-feira (2 ...
Fonte: Boq News
Foto: 22 mil doses da vacina de Oxford são enviadas para a Baixada Santista

PANACÉIA - ESPETÁCULO BRASIL PANACÉIA

GRUPO PANACÉIA em Brasil Panacéia Espetáculo de rua unindo várias frentes artísticas Título: Brasil Panacéia Duração: 50 minutos Ficha Técnica Direção: Chico Santana e Fábio Basile Elenco: Grupo Panacéia Atividades extras: Oficinas e apresentações musicais e circenses A proposta do trabalho é unir diversas frentes artísticas, realizando a interação entre diferentes linguagens: música, dança, teatro, artes plásticas e circo, que se fundem em um espetáculo de rua. O grupo se formou a partir da união de estudantes de diversos cursos da Unicamp (música, dança, artes cênicas, artes plásticas, pedagogia, filosofia etc) e de artistas de fora da universidade. O grupo é formado por 4 frentes: Frente musical: é formada pela Bateria Alcalina do Instituto de Artes da Unicamp, constituída por cerca de 25 percussionistas, que tocam e cantam. Frente do circo: é formada pelo grupo Ponte pra Lua, que realiza principalmente números de pirofagia e é composto por cerca de 10 integrantes. Frente das artes plásticas: é encabeçada por artistas responsáveis pelas alegorias e fantasias, especialmente a confecção de bonecões gigantes. 2 pessoas. Frente das artes corporais: é a mais diversificada de todas: formada por dançarinos, atores, palhaços, mágicos, brincantes e etc, que atuam em diversas situações. 4 pessoas. O espetáculo surgiu da interação dos ritmos e músicas tocadas pela bateria com o desfile de bonecões gigantes, somados às acrobacias e números de pirofagia do Ponte pra Lua. Os atores e dançarinos completam a trupe dando sentido aos acontecimentos, criando assim um enredo. O espetáculo tem como enredo a história do Brasil: a chegada dos colonizadores, a miscigenação racial, a modernidade e suas conseqüências, as festas de rua e o carnaval. Tudo isso, no entanto, é mostrado de forma simbólica, diluída, dando margem a várias interpretações, no intuito de não remeter a verdades históricas. A idéia é criar sensações diversas no público, deixando-o livre para interpretar as cenas. Roteiro do espetáculo: BRASIL PANACÉIA O primeiro momento do espetáculo refere-se à chegada dos portugueses e à violência da imposição de uma cultura dominante. A bateria toca o ritmo do maculelê, um ritmo de luta, e fica na formação de um triângulo, remetendo a ponta de uma lança. A música possui ligação direta com as cenas. Há a encenação de uma guerra entre nativos e colonizadores, onde a luta se confunde com uma dança e acontecem vários números de pirofagia. O segundo ato representa a miscigenação racial dos brancos, índios e negros. A bateria toca o ritmo do coco misturado com o maracatu e com a ciranda, simbolizando a mistura étnica brasileira. Os integrantes do espetáculo se organizam em grupos que num primeiro momento separam-se e em seguida convergem para um mesmo ponto se misturando. Um grande caos se estabelece, representando o cruzamento das raças e costumes, com uma movimentação frenética e aparentemente desorganizada. Em seguida a ordem é restabelecida com a chegada de duas figuras de rei, um branco e um negro. O branco representa o rei português que chega ao Brasil fugido da Europa, e traz pra cá comportamentos europeus. O rei negro representa o escravo, que vem pro Brasil a força e traz uma série de costumes que também construirão a identidade do povo brasileiro. Esses reis serão representados por atores usando perna de pau cobertas com um grande manto, dando a impressão de um ser gigante. Esses reis realizam uma dança-luta com fogo. O terceiro ato remete à modernidade que começa a chegar ao Brasil. A bateria toca o ritmo do funk e se posiciona em duas fileiras, como se fossem robôs em uma fábrica. Esse trecho mostra a opressão dos trabalhadores pelos patrões e do povo pela elite. A bateria realiza evoluções simbolizando uma máquina com engrenagens e em seguida abre caminho para a entrada do bonecão gigante segurando nas mãos uma marionete humana, representando o povo. O dançarino ator tenta se desvencilhar dos fios que o prendem e não consegue. Na seqüência, os oprimidos começam a se libertar através da festa, da dança e da música. Aos poucos o comportamento robótico vai dando lugar à dança e os corpos vão se soltando. Assim começa o quarto ato. A festa como paz. Os ritmos tocados pela bateria nesse momento são o samba-reggae e o ijexá. Em contraposição à opressão o povo que se liberta através da cultura e da festa. Nesse momento entram todos os bonecões gigantes, que se misturam representando o ecletismo das festas populares. Todos cantam e dançam. O ritmo do ijexá é tocado representando as religiões negras alternativas ao catolicismo, sempre dominante na história do Brasil. Essa é a hora da libertação de todas as amarras: sociais, religiosas, raciais e de classe. A festa acaba com as diferenças. O final representa o carnaval. A bateria toca o samba e um grande desfile termina o espetáculo. É a festa encenando a vida, a história sendo contada através da música e da arte. Locais de apresentação: O espetáculo pode ser apresentado em qualquer local aberto, preferencialmente no começo da noite (devido aos números de pirofagia), e não necessita de infra-estrutura material como equipamento de som ou de luz. Atividades extras: As frentes do espetáculo podem também se apresentar individualmente, além de ministrar oficinas: Apresentações: -Apresentação do grupo Ponte pra Lua – A apresentações contém elementos diversos: malabares, perna de pau, dança, capoeira, tecido, acrobacias e pirofagia. Apesar desta grande variedade de elementos e das especialidades de cada integrante, os números desenvolvidos têm focado principalmente a pirofagia e acrobacias em grupo (magníficas pirâmides humanas). -Apresentação da Bateria Alcalina: Um show musical de rua onde a percussão se une aos bonecões gigantes. A bateria toca vários ritmos e músicas, cantando em coro e realizando coreografias. São cerca de 20 músicos e 3 bonecões gigantes. Oficinas: -Oficina de percussão: Ministrada pelos integrantes da bateria, ensina de forma simples e prática a tocar os instrumentos da bateria: surdo, caixa, tamborim, agogô, repinique e chocalho. Os ritmos abordados são: -samba -samba-reggae -ijexá -coco -ciranda -maracatu Chico Santana, percussionista formado em Música Popular pelo Instituto de Artes da Unicamp, é o responsável pela oficina. -Oficina de circo: Ministrada pelos integrantes do grupo Ponte pra Lua, abordará malabarismo, equilibrismo e pirofagia. Diferentes técnicas circenses são ensinadas de forma prática. -Oficina de confecção de boneco gigante: Coordenada pelo artista plástico Leandro de Assis (formado pelo Instituto de Artes da Unicamp), consiste na construção de esculturas que têm como suporte principal tela de viveiro recoberto de jornal com cola branca, além de bambus e tecido. Os participantes constroem com as próprias mãos um boneco gigante com corpo, braços e cabeça articulados. Breve currículo dos grupos: Bateria Alcalina do Instituto de Artes da UNICAMP A Bateria Alcalina foi criada no Instituto de Artes da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) em 2003, por alunos de vários cursos, além de percussionistas de São Paulo e Campinas. Nascida como uma bateria universitária, logo se destacou por suas propostas e características. Além do samba, a Bateria Alcalina toca vários ritmos afro-brasileiros adaptados para a formação de uma bateria de escola de samba. Ritmos tradicionalmente tocados com atabaques, alfaias, chocalhos e outros instrumentos são adaptados para surdos, caixas, repiniques, tamborins e agogôs de quatro bocas. Os integrantes da Bateria Alcalina cantam em coro diferentes músicas, de acordo com o ritmo tocado. Dessa forma a bateria transmite não só a cultura do samba, mas também a cultura musical brasileira de diferentes estilos e regiões. Maracatu, côco, ijexá, maculelê, samba-reggae, funk e reggae são alguns ritmos tocados além, é claro, do samba, sempre altaneiro! A Bateria também desenvolve trabalhos conjuntos com outras manifestações artísticas, como dança, artes plásticas e circo. Bonecões gigantes, dançarinas e grupos circenses integram o espetáculo da bateria, refletindo toda a versatilidade artística e cultural da Alcalina. Ponte pra Lua: É um grupo que se propõe a desenvolver um trabalho voltado para as técnicas circenses e a linguagem de performance. Criado em 2003 por alunos do curso de Artes Cênicas da Unicamp, hoje é composto por cerca de 15 integrantes de diferentes cursos (Artes Corporais, Artes Cênicas, Engenharia da Computação entre outros). As apresentações são muito variadas, e contém diversos elementos: malabares, perna de pau, dança, capoeira, tecido, acrobacias e pirofagia. Apesar desta grande variedade de elementos e das especialidades de cada integrante, os números desenvolvidos têm focado principalmente a pirofagia e acrobacias em grupo (como saltos e pirâmides humanas). O grupo se apresenta freqüentemente em eventos e festas e também desenvolve trabalhos paralelos, como oficinas de circo e construção de malabares, apresentações com bandas e outros. Vem trabalhando ultimamente com a Bateria Alcalina do IA, criando um espetáculo de rua único, fazendo com que a receptividade do público seja cada vez maior. Obs: as oficinas não fazem parte do espetáculo sendo atividades extras e independentes, não necessitando de qualquer ajuda financeira ou material para acontecer. Currículo dos diretores: FABIO FERRACINI BASILE RG: 30626434-1 Nascimento: 27/08/83 Naturalidade: Sorocaba – SP –Brasil Estado civil: Solteiro Tel: (015) 3231-0390 (15) 9734-0803 [email protected] Formação Graduação em Artes Cênicas Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP Monitor do Spacirco Universidade Estadual de Campinas Cursos e Workshops: -Treinamento Energético, Dança Pessoal com LUME (2001 - 2003) -Curso “Os caminhos do Palhaço” (2001) -Curso de Teatro Paulo Betti (1998 - 1999 ) -Curso de TV Beto Silveira (1999) Experiência Didática / Comunitária -Spacirco (2002-2004) Oficinas de circo para alunos da Unicamp e para a comunidade de Barão Geraldo -MST Sumaré(2002) Oficina de circo para crianças do assentamento -Colonia de Férias Petrobras (2002-2004) Monitor de Teatro e Circo Últimos espetáculos como ator 2004 “As Feiticeiras de Salém” – Les Commediens Tropicales Texto: Arthur Miller Direção: Marcelo Lazzaratto Personagem: Reverendo Parris 2003 “Terror e Miséria no III Reich” – Les Commediens Tropicales Texto: Bertolt Brecht Direção: Marcelo Lazzaratto Personagem: Capitão SS e Representante das Industrias Melhor Espetáculo da Mostra Fringe (2004) segundo Folha de São Paulo 2002 “Alices” – Obscênica Trupe Texto: Adaptação livre do texto “Alice no País das Maravilhas” de Lewis Carrol Direção: Carolina Mandell Personagem: Coelho Branco Participou do Festival de Teatro de Curitiba na mostra Fringe em 2004. Realizou num convênio com o SESI aprsentações em diversas cidades do interior paulista no 1° semestre de 2003. 2002 “Viemos Nós” - Les Commediens Tropicales Texto: Processo Coletivo Direção: Roberto Mallet 2002 “Pedido De Casamento” – Trindade Russa Texto: Anton Tchekov Direção: Matteo Bonfitto (orientação) Personagem: Stepan Stepanovitch Tchibuckov Selecionado para participar do 1° Festival Tcheckov em Ribeirão Preto Realizou num convênio com o SESI aprsentações em diversas cidades do interior paulista no 2° semestre de 2002. 2002 “A Gaivota” – Grupo Topo Truco Texto: Anton Tcheckov Direção: Matteo Bonfitto (orientação) Personagem: Trepliev 2000 “Pippin” – Case High School Group Texto: Stephen Schwartz Direção: Judith Ernest Personagem: Player, Pesant Musical realizado em Racine, Winsconsin, EUA durante intercambio Habilidades Circenses Acrobacia: Solo, Aérea e Duos Perna de pau Malabares: Contato, 3,4,5 bolinhas, 3 claves, staff e diabolo Pirofagia: Cuspe, contato, staff e claves Aéreos: Tecido acrobatico Piramides: Volante CHICO SANTANA Nome: Francisco de Assis Santana Mestrinel RG. 33307626-6 Nascimento: 19/04/1982 Estado civil: Solteiro Origem: São Paulo SP Tel: (19) 3289 1379 (11) 9944 1809 [email protected] Formação: -Formado em Música popular pela UNICAMP, Universidade Estadual de Campinas -Estudou no Conservatório musical Souza Lima, em São Paulo por 6 anos, tendo aulas de percussão com Mestre Dinho Gonçalves, de teoria musical com Ciro Visconti e de percepção com Polaco. -Estudou percussão na Universidade Livre de Música Tom Jobim (ULM) em São Paulo com o professor Ari Colares no ano de 2000. -Participou das 4 edições (2001, 2002, 2003 e 2005) do Dia da Percussão em Campinas onde fez oficinas e workshops com Vera Figueiredo, Ramon Montanhaur, Oscar Bolão, Carlos Stasi, Márcio Bahia, Gilmar Goulart, Angel Frette (Argentina), Jorge Camiruaga (Uruguai), Rodrigo Kanamori (Chile), Rebeca Kite (EUA) e Dalga Larrondo -Participou de masterclasses no Festival Internacional de Percussão Ritmos da Terra 2002, como a do grupo norte-americano Hands On Semble. -Participou do 23º Festival de música de Londrina, fazendo as oficinas de Percussão com Oscar Bolão, oficina de Samba com Josimar Carneiro e oficina de choro com Joel Nascimento, Luís Otavio Braga, Jaime Vignoli e Oscar Bolão. -Participou do XX Havana Jazz Plaza, importante festival de jazz latino realizado anualmente em Cuba, tendo assistido masterclasses com Chucho Valdéz (Cuba) e Jorge Pardo (Espanha), além de palestras com Gonzalo Rubalcaba (Cuba) e Danilo Pérez (Panamá) e apresentações de grupos de vários países latinos. -Participou do IPEW, International Percussion Ensemble Week, festival de percussão realizado em 2004 na Croácia, onde fez masterclasses com Manel Ramada (Espanha), Igor Lesnik (Croácia), Jean Geffroy (França) e Michael Udow (EUA) Atividades didáticas -Ministrou a oficina “Futebol e Música” no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo em Junho de 2002. -Ministrou oficina de percussão em 3 edições do FEIA, Festival do Instituto de Artes da UNICAMP, e oficina de samba na quarta edição do mesmo festival. -Foi professor de percussão na ONG paulistana “Pão Nosso”, onde desenvolveu com jovens carentes de 11 a 18 anos um grupo de percussão (Batuque Nosso). -Já deu aulas como professor substituto de rítmica no Instituto de Artes da UNICAMP -Foi monitor de rítmica e de percussão popular no Instituto de Artes UNICAMP. -Atua como mestre de 3 baterias universitárias da UNICAMP, ensinando percussão a estudantes de diferentes faculdades. -Dá aulas particulares em São Paulo e Campinas. -Deu oficina junto com Lucas da Rosa de pandeiro e samba no IPEW, na Croácia, tendo organizado uma bateria de escola de samba com percussionistas de vários países (Croácia, Espanha, França, Brasil, EUA, entre outros). -É professor de percussão e bateria do Projeto Guri, pólo Indaiatuba. Experiência profissional -Foi diretor musical do espetáculo Caravana Vira-Mundo, tendo se apresentado entre outros lugares no Fringe, em Curitiba no ano de 2004. -Tocou por 5 anos no grupo de percussão Woyekê, dirigido pelo mestre Dinho Gonçalves, se apresentando em vários locais de São Paulo, como Bar Avenida, Sesc Vila Mariana, Mostra Independente de Percussão, entre outros. Com o Woyekê gravou uma série de vídeo aulas com o Mestre Dinho, de ritmos brasileiros, ritmos latinos e djembê africano. -Já se apresentou com o grupo paulistano de rock IRA! em Belo Horizonte no ano de 2000. -Se apresentou com o Coro das Primas um musical infantil no Sesc Vila Mariana em São Paulo. -Com a banda de marchinhas de carnaval FAZFARRA, se apresentou em várias festas universitárias na UNICAMP, USP, UNESP e PUC. Participou do programa televisivo “Descontrole”, e de apresentações no Fórum Social Mundial em Porto Alegre. -Com o grupo de samba Os Morredeiras faz apresentações em São Paulo e no interior paulista, desenvolvendo um trabalho com sambas antigos. -Toca no regional de chôro Madeira de Lei, tendo se apresentado com esse grupo no I Festival de Choro da UNICAMP, Sesc Campinas entre outros lugares. -Tocou com o quarteto Trio Tergal e Penteado, com o qual desenvolvel trabalho com música instrumental e com um set de percussão próprio. Com esse grupo já se apresentou no Sesc Campinas, Restaurante Tordesilhas (SP), Bar Caretas, entre outros lugares em São Paulo e Campinas. -É integrante da banda Intergalize, onde tem contato com o funk instrumental. Com essa banda já se apresentou no Diquinta, em São Paulo, chopada do IA 2003 e 2004, Festival do Instituto de Artes, entre outros. -Toca no GRUPU, Grupo de Percussão da UNICAMP, desde 2000, tendo contato com o universo da música erudita. Com o GRUPU já se apresentou nas 3 edições do Dia da Percussão, em Campinas, no Festival Ritmos da Terra 2002, em Campinas, no Dia da Percussão 2003 no Rio de Janeiro, no III Festival de Orquestras de Rio das Ostras (RJ), no IPEW, em Bjelovar e Zagreb (Croácia), entre outros. Já acompanhou solistas internacionais como Angel Frette (Argentina) e Michael Udow (EUA). -Montou juntamente com Danilo Penteado o Ziriguiduo, duo instrumental de percussão e contra-baixo elétrico. O duo ganhou bolsa para participar do XX Havana Jazz Plaza, realizado em Cuba. O Ziriguiduo se apresentou no café do Hotel Presidente, em Havana. O duo também se apresentou no auditório do Conservatório musical Carlos Gomes, em Tatuí. -Toca freqüentemente em bandas pop de São Paulo e Campinas, como a banda Libertadores do Côco, que desenvolve um trabalho de composições próprias fundindo reggae, funk, rock, maracatu e diversos estilos musicais. -Criou e dirige o Grupo livre de Percussão Tambaleio, onde toca composições suas e arranjos coletivos. Já se apresentou no FEIA, “Dias da Percussão 2005”,no Conservatório Souza Lima (SP) entre outros lugares. -Integrou o Trio ZAP, com Danilo Camargo e Alessandro Penezzi, tendo tocado em Campinas, Piracicaba, São José dos Campos entre outros lugares. -Se apresenta freqüentemente com diversas bandas de variados estilos em São Paulo, Campinas e região. -Participa do espetáculo musical Clarear, onde desenvolve pesquisa de sambas gravados por Clara Nunes. Já se apresentou no auditório do IA, Centro Cultural Evolução, entre outros. Gravou um CD desse trabalho no estúdio Gravina, em Campinas. -Participou de diversas gravações no estúdio Dimas em Campinas Ficha Técnica Espetáculo de rua unindo várias frentes artísticas Título: Brasil Panacéia Duração: 50 minutos Direção: Chico Santana e Marcelo M. Rebello Elenco: trupe panacéia formada pelas seguintes frentes: Frente musical com a Bateria Alcalina Fábio Katz Fabiane de Jesus Aníbal Carvalho Alessandra Ribeiro Mário Júnior “Baiano” Mariana Rampazzo Marina Bonsch Suzana Akemi Mariana Dias Laura Nogueira Danielle Cosolino Gustavo “Sono” Gabriel de Toledo Marcos André Marcius Lidner Fábio Vendramim “Jacaré” Rafael Ratnieks “Jesus” Chico Santana Edy Souza “Star” Eduardo Fiorussi Clara Mestrinel Wagner Batista Maira Domingues Caê Bretãs Aiuri Einaudi Guilherme “Amizade” Felipe Lopes Jaqueline Marina Monteiro Frente circense com o Ponte pra Lua Guilherme Soler Miguel San Martins Marcelo M. Rebello Átila Camurça João Paulo Vita Javier Acuña André Coimbra Natália Kwast Jassy Brischi Verônica Picci Luiz Valls Frente de malabares Jorge Zagarzazi Diego Martinez Leutaro Merzari Frente de artes plásticas Leandro de Assis Suzana Akemi Frente de Brincantes Célio Esmério Shiva Batista Thaís Ferreira Hélio Moura Íris Regina Frente de Danças brasileiras Rosiane Loureiro Documentação Aira Bonfim Diana Ramos


AVISO: O conteúdo de cada postagem é de única e exclusiva responsabilidade do autor da mensagem. Se você encontrou algum conteúdo ofencivo ou pornográfico, por favor entre em contato conosco. você também pode enviar seu texto para gente.

Compartilhe Esta Página: