Seleção Brasileira se apoia em boas cotações nas apostas esportivas e tradição com jogadores nordestinos para sonhar com o Mundial

 

Imagem: EBC-EMPRESA BRASIL DE COMUNICAÇÃO/Agência Brasil.

As cotações de apostas da Seleção Brasileira para o Mundial no Catar mostram que o torcedor tem muitos motivos para confiar no hexa em 2022. Os bons resultados e o início positivo nas Eliminatórias são algumas das causas que levam os números confiantes com a equipe. Porém, existem também os fatores históricos extracampo. A forte presença de nordestinos entre os convocados, como Everton e Firmino, por exemplo, reforçam uma tradição de títulos mundiais com jogadores nascidos na região Nordeste do Brasil.

Logo após o título da Seleção na Copa América de 2019, as cotações da equipe para o Mundial ficaram ainda mais positivas. Atualmente, o site de fazer aposta esportiva coloca o Brasil líder e com alguma vantagem para França, Espanha e Alemanha. No dia 13 de outubro, a equipe de Tite aparecia com 18,2% de chance de título em 2022. Um número otimista, e que é justificado dentro de campo, principalmente se comparar com os rivais.

A estreia do Brasil nas Eliminatórias do Mundial, por exemplo, não poderia ter sido melhor. Os comandados de Tite dominaram a Bolívia completamente e, após os 90 minutos, saíram do gramado com uma vitória de 5 a 0. Esse tipo de resultado é mais do que o suficiente para as apostas esportivas colocarem uma cotação alta para o time em 2022. Nenhum rival conseguiu mostrar um futebol tão consistente durante esse ano, e muito menos acumulou um resultado tão largo em jogos oficiais.

Nem mesmo a França, atual campeã mundial, conseguiu ultrapassar o Brasil na cotação. Apesar de vencer a Ucrânia por 7 a 1, em amistoso disputado no início de outubro, a equipe de Mbappé e Pogba não conseguiu sair do 0 a 0 contra Portugal na Liga das Nações. Assim, só mesmo a Seleção Brasileira parece ter demonstrado essa força. Além disso, os convocados de Tite ainda possuem uma tradição como motivo para acreditar no título mundial.

Nordestinos no elenco

Entre os convocados para as partidas contra a Bolívia e o Peru, pelas Eliminatórias, apareciam quatro jogadores nordestinos no elenco. Além dos titulares Roberto Firmino e Everton Cebolinha, o Brasil também viu Matheus Cunha e o goleiro Santos surgiram como opções para o treinador Tite. Apesar de parecer algo comum, a verdade é que ter titulares da região Nordeste na Seleção é recordar de momentos e alguns títulos históricos.

No Mundial de 2002, por exemplo, a Seleção conseguiu o título na Coreia do Sul com um elenco recheado de jogadores nordestinos. Rivaldo, Dida, Juninho Pernambucano, Vampeta e Edílson eram os nomes entre titulares e reservas daquela equipe. O mesmo pode ser dito de outros anos, seja 1994, em 1970 ou em títulos anteriores. Nomes como Bebeto, Zagallo, Vavá, Manga e outros jogadores nascidos no Nordeste mostram que a região é uma das mais importantes na hora do Brasil ganhar um título de Copa do Mundo.

Apesar das cotações de apostas em alta e a presença de jogadores nordestinos não serem uma garantia de 100% para o hexa, o Brasil sabe que vai chegar em 2022 com grandes chances de fazer bonito no Mundial do Catar. Tite precisa dos bons resultados para, depois de passar pelas Eliminatórias, tentar realizar esse sonho que não deu certo em 2018. Não será uma tarefa fácil, mas os números e a tradição estão ao nosso lado até lá.

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