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Peixe - Tocantins



Peixe faz parte do estado do Tocantins, criado em 1895 com terras desmembradas de São João da Palma (atual Paranã). Encontra-se a uma latitude 12º01′30" sul e a uma longitude 48º32′21" oeste, estando a uma altitude de 240 metros. A população avaliada em 2004 era de 8 711 habitantes.

Possui uma área de 5111,29 km².

Originou-se com a vinda do ALferes Alfredo Ramos Jubé, quando ali acampou, juntamente com 20 praças, para impedirem ataques dos índios Canoeiros aos emissários de Vila Boa de Goiás. Os mesmos deviam atravessar o Rio Tocantins no porto local, onde um lavrador já possuía uma roça e uma pequena embarcação. Presume-se que nesse aludido local havia um tesouro escondido, dos padres jesuítas - Na mais alta pedra do Rio Santa Tereza, no lugar denominado Itans, está sepultado o maior tesouro dos Jesuítas... contava essa tradição.

Peixe

Na região onde hoje é Peixe existia apenas um porto local, onde um lavrador possuía uma roça e uma pequena embarcação. Esta era utilizada como meio de transporte pelos viajantes que vinham de Goiás com destino a Natividade, São José do Duro e Chapada dos Negros em busca das ricas jazidas de ouro. Porém, eram atacados com muita frequência pelos índios Canoeiros, que recebem este nome por serem exímios remadores.

Esses índios eram uma tribo nômade que vinham desde São José do Tocantins, hoje Niquelândia ao Descoberto da Piedade, hoje Porangatu - GO. Iam a Peixe, Natividade, Comarca da Palma, á aldeia de São José do Duro e ao Arraial da Chegada do Carmo. Autores afirmam que a denominação Canoeiros foi-lhes dada pelos garimpeiros portugueses quando entraram pelo rio Tocantins até o Maranhão, pois eram exímios remadores além de bons cavaleiros e inteligentes, porém, eram aguerridos, incendiários e terrivelmente sanguinários. Na obra de Virgílio Martins de Melo Franco — ´Viagem a Comarca de Palmas´, tem — se a informação de que esses índios devido as perseguições dos comandos e invasores, odiavam os brancos e não aceitaram jamais o convívio com os civilizados da era setecentista.

O povo nativitano manda um rico presente ao príncipe regente Dom João VI na época do seu nascimento: uma pepita de ouro de 45 quilos no formato de uma criança do sexo masculino, encontrada nas minas de ouro do município de Natividade. A rainha Dona Maria I, em agradecimento ao rico presente manda emissários seus com duas imagens: Nossa Senhora das Neves e são João Menino ao povo nativitano, além de informar que tal garimpo onde foi encontrada a pepita tivesse daí em diante o nome de Príncipe. Porém, a comitiva ao passar pelo porto é cruelmente trucidada pelos índios canoeiros. Ao saber da notícia a Rainha exige do Governo Geral da Província medidas severas. Não só para punir os indígenas como para assegurar as caravanas que demandavam para os garimpos.

Uma outra versão seria de que nas imediações do porto local havia um posto de catequese dos abnegados jesuítas com a missão de aldeamento dos silvícolas da região e que haveria de ser encontrada em velhos escombros uma lendária riqueza editada no roteiro dos jesuítas, encontrado em ruínas de velhas casas do arraial das Itans, roteiro este que dizia: Na mais alta pedra do rio Santa Tereza, no lugar denominado itans está sepultado o maior tesouro dos Jesuítas.

Acredita-se que estas hipóteses sejam verdadeiras , sendo assim por qualquer dos motivos citados, por volta dos anos 1776 e 1780 temos a vinda do Alferes Ramos Jubé com 25 praças a seu comando, para garantir a passagem na travessia do rio Tocantins e procurar o tesouro.

Ao chegar neste local, para evitar os repetidos ataques incendiários dos índios, Ramos Jubé construiu um forte que seria a primeira moradia coberta de telha, onde residiu com seus comandados (onde hoje se ergue a residência do Sr. Oscar José da Silva). Esta foi construída de adobe e aroeira. Como não existia prego naquela época, as vigas eram cravadas com talhos de aroeira. Contam os mais velhos que ao ser demolida foi encontrado um vaso contendo jóias, moedas e utensílios de muito valor. Dizem ainda, que tão grande achado enriqueceu o pedreiro que realizava a obra , ao concluí-la, mudou-se e se tornou um alto comerciante da região de Paraná.

Com a proteção do Alferes Ramos Jubé, à beira do porto foi se formando um povoado com a migração de famílias vindas do Carmo, Natividade, Paranã, Conceição do Norte, Porto Nacional, Caititê (BA) e Gilbués (PI).Seus primeiros moradores: Francisco da Silva Montes e Joaquim Tavares (o primeiro passador do porto local) e seus filhos Teotônio e Raimundo Tavares de Brito, ambos auxiliaram o Alferes nas escaramuças aos índios. Quanto ao tesouro dos Jesuítas, foram feitas várias investigações, mas ao que parece todas em vão.

Ramos Jubé iniciou também a construção da primeira casa de oração, onde hoje está a praça Getúlio Vargas. Antes do termino desta igreja nela foi introduzida a imagem de Nossa Senhora D´Abadia, considerada uma das mais belas obra do santeiro goiano Veiga Vale. Contam os mais velhos que a imagem da santa foi trazida num caixote de pinho e carregada aos ombros por Marcelino Gonçalves, descendente de escravos. A viagem de Vila Boa até o povoado foi feita a pé e durou quinze dias, chegando em 10 de agosto de 1825.

Contam os velhos moradores que a devoção a esta Santa foi em cumprimento a uma promessa, feita para que os índios Canoeiros cessassem seus ataques ao arraial. Após a chegada da referida imagem ao local, nunca mais eles voltaram a atacar.Os anos se passaram e o Alferes Ramos Jubé acabou falecendo acometido pelo ompaladismo sem que tivesse tempo de trazer sua família que morava em Vila Boa de Goiás para morar no arraial, que por algum tempo chamou-se Santa Cruz das Itans.

O arraial de Santa Cruz das Itans prosperou, os tempos passaram e veio uma grande enchente que mudou para sempre a rotina dos moradores deste pequeno local. Devido a grande enchente ocorrida na região, o rio Tocantins despejou suas águas nas vazantes, indo atingir uma grande lagoa situada a dois quilômetros do povoado. Quando as águas baixaram um peixe de tamanho colossal ficou preso no saranãs da lagoa, onde morreu quando o rio Tocantins voltou ao seu leito natural e a lagoa tornou-se rasa. Dizem ainda, que o peixe era tão grande que quatro mulheres batiam roupas para lavar em sua cabeça.

Uma caravana que vinha de Vila Boa de Goiás com destino a Natividade encontrou o dito peixe, depois deste ocorrido, os viajantes diziam, ´vamos passar pelo rio onde foi encontrado o peixe´. Mas com o passar do tempo foram abreviando a frase até dizerem apenas: ´passaremos em peixe´. E assim ficou batizado nosso município. Não só ele leva este nome, mas também o córrego pelo qual subiu o enorme peixe e a lagoa onde foi encontrado. Ambos ficaram conhecidos por córrego do peixinho e lagoa do peixe.

Anos depois deram a chamar o local de ´Vila do Espírito Santo de Peixe´, após a promulgação da Lei nº 013, de 31 de junho de 1846, onde o arraial é elevado à categoria de município de Palmas (hoje Paraná).

Em 20 de junho de 1895 a vila é elevada à categoria de cidade graças ao trabalho de diversos líderes, dentre eles destacam-se: Elizeu Augusto Canguçu, Antônio José de Almeida, Pedro Pinheiro de Queiroz, o Senador Domingos Teodoro juntamente com o Deputado Cândido Teodoro, estes eram os representantes desta região frente ao governo da época. Na divisão territorial de 31 de dezembro de 1936, Peixe aparece com o nome de município de Santa Terezinha, sob a jurisdição da Comarca de Porto Nacional, porém este nome não foi aceito pela comunidade. No quadro anexo ao Decreto-Lei Estadual nº 557 de 03demarço de 1938, nosso município aparece novamente com o nome de Peixe.

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Peixe, pela Lei Provincial nº 13, de 30-06-1846, subordinado ao município de Palma.

Elevado á categoria de vila com a denominação de Peixe, pela Lei Estadual nº 64, de 20-06-1895, desmembrado do município de Palma. Sede na antiga vila de Peixe.

Constituída do distrito sede, instalada em 24-11-1897.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.

Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município se denomina Santa Terezinha e aparece constituído de 2 distritos: Santa Terezinha e Santa União.

Pelo Decreto-Lei Estadual nº 557, de 30-03-1938, o município de Santa Terezinha voltou a denominar-se Peixe e o distrito de Santa União a chamar-se simplesmente União.

Pelo Decreto-Lei Estadual nº 1233, de 31-10-1938, é extinto o distrito de União (ex-Santa União), sendo seu território anexado ao distrito sede do município de Peixe (ex-Santa Terezinha).

No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.

Pela Lei Municipal nº 1, de 26-05-1956, é criado o distrito de Araguaçu (ex-povoado), subordinado ao município de Peixe.

Pela Lei Estadual nº 2135, de 14-11-1958, desmembra do município de Peixe o distrito de Araguaçu. Elevado à categoria de município.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 31-XII-1963.

Pela Lei Municipal nº 33, de 23-08-1965, é criado o distrito de Figueirópolis e anexado ao município de Peixe.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1968, o município é constituído de 2 distritos: Peixe e Figueirópolis.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-I-1979

Pela Lei Estadual nº 8848, de 10-06-1980, desmembra do município de Peixe o distrito Figueirópolis. Elevado à categoria de município.

Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Alterações toponímicas municipais

Peixe para Santa Terezinha, alterado em 1936 e 1937.

Santa Terezinha para Peixe, alterado pelo Decreto-Lei Estadual nº 557, de 30-03-1938.

Fonte: www.cnm.org.br

Código do Município

1716604

Gentílico

peixense

Prefeito

JOSE AUGUSTO BEZERRA LOPES

População
População estimada [2018]11.623 pessoas  
População no último censo [2010]10.384 pessoas  
Densidade demográfica [2010]1,96 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,1 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]980 pessoas  
População ocupada [2016]8,5 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]41,4 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]96,1 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]4,4  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,2  
Matrículas no ensino fundamental [2017]1.505 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]324 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]74 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]17 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]8 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]44.217,32 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]94 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,674  
Total de receitas realizadas [2017]41.797,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]35.128,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]7,75 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,3 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]6 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]5.291,206 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]21,6 %  
Arborização de vias públicas [2010]61,1 %  
Urbanização de vias públicas [2010]0 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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