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Palmeirópolis - Tocantins



Palmeirópolis faz parte do estado do Tocantins.

As origens remotas de Palmeirópolis datam de 1922, com a instalação da Fazenda Itabaiana, então de propriedade de João Polidório. No início da década de 60 teve início o povoado de Palmeiras, nome dado ao lugar devido aos coqueirais de babaçu existentes em abundância na região. Pela Lei Estadual nº 7.471, de 2 de dezembro de 1971, o povoado de Palmeiras foi elevado à condição de Distrito de Paranã. Finalmente, pela Lei nº 8.850 em 10 de junho de 1.980, o Distrito foi emancipado com o nome de Palmeirópolis. O município, chegou a ser um dos maiores produtores de grãos do Estado de Goiás, mas sofreu um sério revés econômico com a criação do Estado do Tocantins, pois, com a divisão territorial, ficou fora da área de influência da capital do novel estado, e isolada geograficamente de Palmas. O comércio local é expressivo e, mesmo após a divisão do Estado, continuou tendo como principais centros de abastecimento as cidades de Anápolis e Goiânia, no estado Goiás, devido à logística e às facilidades de acesso. A partir do início deste século, vem experimentando um gradual processo de retomada do desenvolvimento, que teve início com a construção do linhão do sistema energético Furnas-Tucurui, seguida da pavimentação asfáltica da rodovia TO-498, que liga ao Estado de Goiás, o que deu uma alavancagem na economia da região. Posteriormente, veio a construção da Usina Hidrelétrica de São Salvador, no Rio Tocantins, que teve em Palmeirópolis o seu principal ponto de apoio logístico, o que motivou grande aumento do número de trabalhadores em circulação na cidade, propiciando o incremento do comércio e da economia do lugar, cujos reflexos positivos continuaram após a conclusão da obra. A UHE de São Salvador formou um grande lago no Rio Tocantins, banhando extensa área do município de Palmeirópolis, o que propiciou o incremento da piscicultura e do turismo na região. A cidade conta com uma razoável rede hoteleira, dispõe de boa infraestrutura urbana e tem uma logística considerável, com vias de acesso asfaltadas para Palmas, para o Estado de Goiás e para o Nordeste do Brasil.

O Município de Palmeirópolis To, está localizado na Região Norte do Brasil, ao Sul do estado do Tocantins mais especificamente no Paralelo 13. Situa-se a uma latitude 13º02′38" sul e a uma longitude 48º24′08" oeste, estando a uma altitude de 438 metros do nível do mar. De acordo com o censo de 2010 (IBGE) a população de Palmeirópolis é de 7.339 habitantes. O bioma é o cerrado, na sua maioria agricultável e de solo fértil. A bacia hidrográfica do município tem como principais cursos d′água o Rio Maranhão ou Tocantins e os ribeirões Mucambão, Limoeiro, Cocalinho, Mucambinho, Córrego do Mato, Mutum, Grotão e Piabanha, entre ouros menores. Geologicamente o município está inserido em uma das regiões mais complexas da Plataforma Sul-Americana e apresenta todos os eventos geotectônicos com unidades litoestratigráficas de idades extremamente variáveis, sendo que a mais importante delas é a Sequência Vulcano-Sedimentar de Palmeirópolis (SVSP), onde está localizado um dos maiores depósitos vulcanogênicos de minério de cobre do Brasil, com ouro e prata associados. O relevo do Município é caracterizado por terrenos pouco acidentados, com cotas variando em torno de 400m, destacando-se os Morrinhos e o Morro Preto ou Curruá, com altitudes pouco superiores a 500m e o Morro Solto, que se sobressai expressivamente no centro do Município, com altitude superior a 700m, além do espigão da Serra Dourada, na divisa com o Estado de Goiás, com cota superior a 1000m.

Palmeirópolis

As origens de Palmeirópolis datam de 1922, com a instalação da fazenda Itabaiana, propriedade de João Polidório.

No início da década de 1960, teve início o povoado de Palmeiras, nome dado ao lugar devido aos coqueirais de babaçu existentes em abundância na região.

O município que chegou a ser um dos maiores produtores de grãos do estado de Goiás, sofreu sério revés econômico com a criação do Estado do Tocantins, pois, com a divisão territorial, ficou fora da área de influência da capital do novo estado, e isolado geograficamente de Palmas.

O comércio local é expressivo e continuou tendo como principais centros de abastecimento as cidades de Anápolis e Goiânia, no estado de Goiás, devido às facilidades de acesso.

Ultimamente, vem experimentando um gradual processo de retomada do desenvolvimento, que teve início com a construção do linhão do sistema energético Furnas-Tucurui, seguido da pavimentação asfáltica da rodovia que o liga ao Estado de Goiás, o que deu uma alavancagem na economia da região.

Cabe destacar a construção da usina hidrelétrica de São Salvador, no rio Tocantins, que tem em Palmeirópolis o seu principal ponto de apoio logístico, o que motivou grande aumento do número de trabalhadores em circulação na cidade, propiciando o incremento do comércio e da economia do lugar.

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Palmeirópolis, pela Lei Estadual nº 7471, de 02-12-1971, subordinado ao município de Paraná.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1971, o distrito de Palmeirópolis, figura no município de Paraná.

Assim permencendo em divisão territorial datada de 1-I-1979.

Elevado à categoria de município com a denominação de Palmeirópolis, pela Lei Estadual nº 8850, de 10-06-1980, desmembrado do município de Paraná.

Sede no distrito de Palmeirópolis.

Constituído do distrito sede, instalado em 01-02-1983.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o município é constituído do distrito sede.

Pela Lei Estadual nº 10421, de 01-01-1988, é criado o distrito São Salvador de Goiás e anexado ao município de Palmeirópolis.

Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído de 2 distritos: Palmeirópolis e São Salvador de Goiás.

Pela Lei Estadual nº 251, de 20-02-1991, alterada em seus limites, pela Lei Estadual nº 498, de 21-12-1998, desmembra do município Palmeirópolis o distrito de São Salvador de Goiás.

Elevado à categoria de município com a denominação de São Salvador do Tocantins.

Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Fonte: http://to.gov.br/palmeiropolis/925

Código do Município

1715754

Gentílico

palmeiropolitano

Prefeito

FÁBIO PEREIRA VAZ

População
População estimada [2018]7.641 pessoas  
População no último censo [2010]7.339 pessoas  
Densidade demográfica [2010]4,31 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,6 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]684 pessoas  
População ocupada [2016]8,9 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]43 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]5,5  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]3,5  
Matrículas no ensino fundamental [2017]1.145 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]356 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]49 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]16 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]3 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]2 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]14.595,51 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]80,7 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,673  
Total de receitas realizadas [2017]22.945,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]20.040,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]13,7 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]1 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]6 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]1.703,944 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]10,3 %  
Arborização de vias públicas [2010]91,2 %  
Urbanização de vias públicas [2010]0 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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Comentários (1)

  1. sidenir-lima-lima's avatarsidenir-lima-lima

    Eu conheço cidade boa sou de Inhumas Go mais trabalhei aí com vendas

    #1 – 09/09/2015 - 00:35

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