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Uniflor - Paraná



Uniflor faz parte do estado do Paraná.

Estendendo sua ação colonizadora, a Companhia de Terras Norte do Paraná avança, abrindo na mata enorme picada desde a Vila Capelinha até o rio Paranapanema. Localizado a alguns quilômetros da Vila Capelinha escolheram um local para fundação de uma nova vila e deram o nome de "Patrimônio Uniflor".

Em 1950, as terras uniflorenses já estavam divididas e, em outubro deste ano, chegou o primeiro morador que iniciou o desbravamento e construiu a primeira casa, dando que iniciou-a o povoamento.

História da cidade de Uniflor

As terras encravadas na vasta e rica região que vai desde as margens do Rio Tibagi até as barrancas do Rio Paranapanema foram vendidas pelo governo do Paraná a Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, de propriedade de firma inglesa. A mata virgem povoada de segredos e animais cobrindo uma fertilíssima região foi sendo devastada e as seculares árvores foram dando lugar aos verdejantes cafezais e com eles surgirão as grandes cidades.

Isso graças ao dinâmico engenheiro da Companhia Melhoramento Norte do Paraná e gente deste Brasil afora: paulistas, mineiros, sulinos e nordestinos que para aqui vieram em busca das riquezas providas do ouro verde.

A partir do ano de 1945 a Companhia Melhoramento Norte do Paraná estendeu sua ação colonizadora para a região cognominada "Norte Novíssimo". Foi aberta na mata ainda despovoada uma enorme picada que rasgou desde a Vila de Capelinha (atual Nova Esperança) até as barrancas do Rio Paranapanema, originando a Estrada Inglesa.

Por esta picada penetraram os engenheiros da companhia, os quais em demanda para o Porto Ceará acamparam num planalto localizado há alguns quilômetros da Vila Capelinha, local para a fundação de uma nova linha à qual deram o nome de "Patrimônio Uniflor".

O marco da Vila que dentro em breve estaria formada, foi plantado bem no coração da mata que cobria o planalto (hoje Praça Pedro Arnaut Toledo), e era constituído com uma placa onde se lia "Futuro Patrimônio de Uniflor".

Em meados de 1950, as terras Uniflorense já estavam divididas nos vários lotes que compõem o município. O senhor Antônio Cândido foi um dos primeiros adquirentes de um lote, para plantio e cultivo do café, o referido senhor Antônio Cândido, convidou o senhor Mário Mandadori, agricultor residente na cidade de Marialva, que foi o primeiro morador do povoado.

Na manhã do dia 05 de outubro de 1950 chegou o senhor Mário Mandadori, aquele que seria então o primeiro habitante. Aqui chegando, o pioneiro, desbravou um pedaço de mata para construir sua casa rudimentar para sua habitação, a primeira construção da Vila (hoje local do armazém de secos e molhados de propriedade do Senhor Júlio de Marchi). Não tardou muito para que aqui chegassem outros colonos, destacando-se os senhores Vicente Ferreira de Melo, Nelson Souza Garcia, Fortunato Guarnieri, José Ayres Sobrinho, Antônio Merenda e outros.

A marcha do tempo prosseguia, as matas eram tombadas ao chão. Da terra brotavam os primeiros cafezais que iriam em breve converter-se na principal riqueza do lugar. Casas eram construídas, caminhões chegavam, mudanças eram descarregadas e nos meados de 1951 já estava formada a Vila Uniflor, pertencente ao Município de Nova Esperança.

Com a chegada de mais e mais famílias a vila foi crescendo e veio a preocupação da primeira escola primária, a qual era particular e possuía um número de 15 alunos. A escola funcionava na praça da Rodoviária, em um prédio do Senhor Mário Mandadori, sendo a primeira professora e diretora a senhora Maria Aparecida de Silva Ayres. Quando Nova Esperança foi elevada à categoria de município desmembrando-se de Mandaguari, Uniflor passou a compor o seu território. Pela Lei Municipal nº 62 de 29 de Maio de 1954, onde foi elevada à categoria de Distrito Administrativo.

Dizem que quando os engenheiros da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná passaram por este lugar, estava uma seca muito grande e em meio à vegetação castigada, nas margens de um córrego, eles encontraram apenas uma flor, então passaram a chamar Córrego Uniflor, e é onde hoje é a cidade. Atualmente todas as ruas de Uniflor, que antes tinham outro nome, têm nome de flores.

Gentílico:

Formação Administrativa

No ano de 1955, Uniflor foi elevado à categoria de Distrito Judiciário.

Uniflor foi elevada à categoria de município pelo Decreto Lei nº 4338, sancionado no dia 25 de janeiro de 1961.

Instalado o município em 1965.

Fonte: Prefeitura Municipal de Uniflor (PR); IBGE

Autor do Histórico: ALBERTINO FRANZONI

Código do Município

4128302

Gentílico

uniflorense

Prefeito

ALAN ROGÉRIO PETENAZZI

População
População estimada [2018]2.595 pessoas  
População no último censo [2010]2.466 pessoas  
Densidade demográfica [2010]26,01 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,8 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]443 pessoas  
População ocupada [2016]17,0 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]25 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98,3 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]5,4  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,1  
Matrículas no ensino fundamental [2017]250 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]78 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]19 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]14 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]2 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]22.594,64 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]84,1 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,720  
Total de receitas realizadas [2017]16.686,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]14.691,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]- óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,4 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]2 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]94,819 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]1,5 %  
Arborização de vias públicas [2010]99,7 %  
Urbanização de vias públicas [2010]50,5 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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