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Paranavaí - Paraná



Paranavaí é um município localizado no Noroeste do estado do Paraná, principal centro da micro-região de Paranavaí. Fundada em 1951 a uma altitude de 503 m, a cidade é hoje centro de um município de 1 202,4km² de área, onde vivem 81.595 habitantes (censo 2010), o que dá uma densidade demográfica de 67,88 h/km².

Entre as mais jovens regiões do estado do Paraná a serem povoadas e colonizadas, como decorrência do ciclo do café, está a imensa zona situada a noroeste, nas bacias dos rios Ivaí e Paranapanema, nos limites do Paraná com o Mato Grosso do Sul.

No início do século XVI, espanhóis e portugueses fizeram suas primeiras penetrações, quase ao mesmo tempo, desencadeando as primeiras lutas pela posse efetiva da terra. Assim, o descobrimento, o desbravamento e o povoamento das terras que constituem hoje o estado do Paraná foram obra de castelhanos, portugueses e bandeirantes paulistas que, a partir de 1602, começaram a fazer suas primeiras "entradas" no "Sertão guairenho", trilhados ou caminhos fluviais e as "picadas" íngremes do sertão. Data do início dessas penetrações a abertura dos primitivos caminhos através do sertão conhecido pelas denominações de caminho de Peabiru, caminho fluvial do Rio Cubatão, de Itupeva e do "Arraial" e de Sorocaba a Viamão, por onde transitaram, no século XVI, expedições das mais diversas.

História da cidade de Paranavaí

A história da região de Paranavaí tem seu começo por volta de 1501, quando estiveram por essa região trilhando caminhos fluviais e abrindo picadas na floresta os espanhóis, portugueses e bandeirantes paulistas. Fez-se, então, desta região, palco de lutas pela posse efetiva da terra, envolvendo além dos espanhóis, portugueses e bandeirantes os povos indígenas que mais tarde tiveram em seu auxílio os missionários jesuítas.

Data do início dessas penetrações a abertura dos primitivos caminhos através do sertão, conhecidos pelas denominações de caminho de Peabiru, caminho fluvial do Cubatão, de Itupava e do Arraial, e de Sorocaba a Viamão, por onde transitaram, no século XVI, expedições das mais diversas. A partir de 1554, já existiam nas bacias dos rios Paranapanema, Ivaí, Tibagi, Piquiri e Paraná as "reduções" jesuíticas e as cidades espanholas de Ontiveros, Guaíra e Vila Rica do Espírito Santo.

Os Jesuítas chegaram nesta região, então conhecida como Pirapó, por volta de 1610, iniciando seus trabalhos de catequização e fundando verdadeiras cidades indígenas que ficaram conhecidas como as 13 reduções. Mas a luta pela posse da terra entre portugueses, espanhóis e bandeirantes paulistas terminaram com a destruição dessas reduções.

Segundo alguns historiadores, Antônio Raposo Tavares e Manoel Preto (bandeirantes) destruíram as reduções com extrema crueldade; os índios eram levados e vendidos como escravos para o trabalho nas lavouras de São Paulo.

As reduções jesuítas nesta região ficaram famosas dada a sua grande carga de trabalho e movimento com os índios, salvando-os das expedições que queriam escravizá-los ou do extermínio. Os jesuítas que se destacaram durante esse período foram os padres Dias Tanho, Simão Maceta e Antônio Montoya, e foi em homenagem a esse último que essa região de Paranavaí recebeu o nome de Montoya.

A História de Paranavaí, mais propriamente, tem início no começo século passado. Neste período, toda a região do Vale do Ivaí era completamente despovoada, coberta de matas virgens, constituída de terras devolutas de propriedade do Estado. Paranavaí, portanto, está entre as mais jovens regiões do Estado do Paraná a serem povoadas e colonizadas, como decorrência do ciclo do café. é uma imensa zona situada a noroeste, na bacia dos rios Paraná e Paranapanema, nos limites do Paraná com o Mato Grosso do Sul.

Segundo registros, os primeiros movimentos que deram origem à cidade de Paranavaí, ocorreram há aproximadamente um século. De acordo com o testemunho de pioneiros que trabalhavam nesta região, em 1904 já havia uma grande plantação de café. Oficialmente consta que em 1917 foi assinado o decreto regularizando a concessão de terras, envolvendo o Noroeste do Paraná. Em 1926 iniciou-se a construção da estrada partindo do Rio Pirapó até a Fazenda Ivaí, rumo ao Porto São José, no Rio Paraná. Alguns anos depois foi criado o Distrito de Montoya.

Foi o Distrito de Montoya o primeiro Núcleo Populacional de Paranavaí. A região onde hoje se encontra o Município de Paranavaí pertenceu, em épocas sucessivas do povoamento, às comarcas de Tibagi, Londrina, Rolândia, Apucarana e Mandaguari.

Até o ano de 1928, a zona era quase que despovoada e coberta por matas, constituída de terras devolutas de propriedade do Estado. A partir desta data foi iniciado o povoamento e a colonização da região. O único meio de comunicação existente, até então, era uma estrada antiga que partindo de Presidente Prudente, no Estado de São Paulo, cruzava o Rio Paranapanema em sentido leste-oeste, atingindo a localidade onde surgiu, mais tarde, o Município de Paranavaí.

O primeiro núcleo populacional surgiu na antiga Fazenda Montoya, que se situava no mesmo local onde hoje se encontra a Fazenda Experimental do Estado. Aí, em 1930, já existia um Cartório do Registro Civil, o que significa que Montoya, naquela época, já era distrito judiciário.

Na década de 1930, o governo deu início ao planejamento para a colonização da então Fazenda Brasileira. A Companhia Brasileira de Viação e Comércio - BRAVIACO, detinha a concessão dessas terras, tendo explorado mais de mil alqueires de terras, plantado aproximadamente 1 milhão de pés de café e mais de 300 alqueires de pastagem, até que o governo cassou a concessão dada, por motivo de descumprimento do contrato com o Estado.

Em resumo, foi a partir de 1930 que o povoamento deslocou-se rapidamente para a Fazenda Velha Brasileira (atual zona urbana de Paranavaí), em cujas terras virgens e férteis foi plantado nada menos de um milhão de cafeeiros. A inesgotável exuberância da terra da Fazenda atraiu, em curto espaço de tempo, pessoas de todos os quadrantes do país, que vieram, de uma ou outra forma, contribuir para o progresso e desenvolvimento da cidade nascente. Contam os pioneiros, que se ouvia o ranger do martelo dia e noite, dado ao grande número de casas que se levantavam absurdamente. Em 1939 foi concluído um picadão ligando a Fazenda Brasileira a Rolândia. Em 1941, o interventor Manoel Ribas esteve presente a inauguração da estrada entre Maringá e Porto São José, e no mesmo ano aconteceu o início da demarcação da primeira Gleba Ivaí, ocorrendo o loteamento para a colonização.

A Fazenda Velha Brasileira - tendo surgido sob inspiração de Dr. Lindolfo Collor, um dos líderes do movimento revolucionário de 1930 e autor da legislação trabalhista brasileira - veio a pertencer-lhe. Posteriormente foi transferida à Companhia Braviaco e mais tarde retomada pelo Estado.

Considerando que a colônia estava ligada unicamente ao Estado de São Paulo, o interventor Manoel Ribas resolveu determinar a abertura de um picadão que, partindo de Arapongas, ligasse Paranavaí ao resto do estado. Esse caminho foi novamente aberto e melhorado em 1939 pelo Capitão Telmo Ribeiro, e desde a sua abertura foi conhecido pela denominação de Estrada Boiadeira.

Em virtude da Companhia Colonizadora haver retirado o apoio à localidade, caiu o desanimo sobre a população, ao ponto de desaparecer e ser extinto o Distrito de Montoya. Assim, em 1944, a população de Montoya era inferior à existente em 1930.

Algum tempo mais tarde, em virtude do Decreto nº 800 de 8 de abril de 1931, as terras de Paranavaí voltaram ao domínio do Estado, sendo autorizado o seu loteamento. Data dessa época, o início da decadência da povoação e da localidade. Devido à burocracia existente, verificou-se um verdadeiro êxodo da população, que abandonava o patrimônio para fixar-se noutra localidade.

Somente a partir de 1944 reiniciou-se o loteamento sob orientação do Dr. Francisco de Almeida Faria, quando, então se acredita, a localidade recebeu a denominação de Colônia Paranavaí, neologismo formado pela junção dos nomes dos rios Paraná e Ivaí. Registrou-se então, a partir daí, a chegada de muitos colonos vindos de diversos estados do Brasil em busca de trabalho, principalmente na lavoura de café. Foram grandes levas de nordestinos, paulistas, catarinenses e outros que chegavam a nossa cidade com a esperança de fazer vida nova, pois a notícia que ouviam era que aqui se rastelava dinheiro, nossa região era conhecida como o novo Eldorado.

Para construir a primeira capela, foi derrubada a mata virgem. A primeira missa foi celebrada na casa de Waldomiro de Carvalho, nas proximidades da antiga Estação Rodoviária. O fato ocorreu no dia 25 de dezembro de 1944, sendo celebrante o padre João Guerra.

Foi nesse período que começaram a chegar os imigrantes japoneses, vindos principalmente do Estado de São Paulo; os descendentes e imigrantes alemães, vindos principalmente do Estado de Santa Catarina; os descendentes de italianos e árabes. Sendo essas, hoje, as principais colônias de Paranavaí, que procuram ainda manter um pouco de suas tradições e culturas. Destaca-se também a chegada, neste período, de uma grande população negra, vinda de diversas regiões do Brasil, principalmente do Nordeste, o que faz com que Paranavaí seja considerada, hoje, uma das cidades do Paraná com o maior número de população negra.

Os pioneiros de Paranavaí são muitos, entre eles podemos citar: Comerciantes - Luiz Diogo Ferraz, José Augusto Machado, José Francisco, João Winche, Mariano Uzeika, Thomas Estrada, Carlos Faber, Antonio Ferreira da Silva, Vicente Barros, Natal Nicola Francisco, Severino Colombelli, Pedro Nassau, Luiz Ambrosio, José Alves de Oliveira, Rodrigo Ayres, Leodegario Gomes Patriota, Octacílio Egger, Romeu Tirapelli; Delegados - José Francisco, Sargento Dirceu, João Rodrigues Lapa, João Gomes; Dentistas e Protéticos - Heins Jacobsen, Júlio Lago, Dr. Roberto Castro de Almeida, Dr. Anésio Zani, Dr. Américo; Tintureiro - José de Barros; Farmacêuticos - João Batista Machado, Antônio Benassi, João Salles de Oliveira; Médicos - Dr. Aguilar Arantes, Dr. Evaristo de Araújo, Dr. Ludomiro Burodaiko, Dr. Octávio Marques de Siqueira, Dr. Silvio Vidal, Dr. José Vaz de Carvalho; Engenheiros Agrônomos - Lourival Rauen; Pedreiros - José Ferreira, Constantino Valezzi; Alfaiates - José Ferreira, Gentil Cruz, Egídio e Benedito (irmãos); Advogados - Dálio Zipin, José de Alencar Furtado, Aldo Silva; Açougueiros - João Clareano, João vieira; Professoras - Odair Carvalho, Enira de Moraes Ribeiro, Jeny Lorenzetti, Gessi de Oliveira, Neusa Pereira Braga; Serralheiros - Guilherme Backan, Giusseppe Nannini, João Miguel Casado, Paulo de Oliveira, Luiz Casado; Tabeliões - José Pedro Rodrigues; Primeiras Pensões - Artur Pereira de Mello, Durvalino Moreira, Bernardo Pinari, Raimundo Leite, Adonira Fernandes; e muitos outros.

Gentílico:

Formação Administrativa

Em 1946 a Fazenda Brasileira recebeu o nome de Paranavaí, passando a ser Distrito de Mandaguari.

O município foi criado com o desmembramento de Mandaguari, pela Lei Estadual nº 790 de 14 de dezembro de 1951, e solenemente instalado em 14 de dezembro de 1952.

Na época de sua autonomia, o Município de Paranavaí era formado apenas por dois distritos: Catarinenses e Porto São José.

Fonte: Prefeitura Municipal de Paranavaí (PR); IBGE

Autor do Histórico: ALBERTINO FRANZONI

Código do Município

4118402

Gentílico

paranavaiense

Prefeito

CARLOS HENRIQUE ROSSATO GOMES

População
População estimada [2018]87.813 pessoas  
População no último censo [2010]81.590 pessoas  
Densidade demográfica [2010]67,86 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,2 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]24.609 pessoas  
População ocupada [2016]28,2 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]28,4 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98,7 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6.7  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4.4  
Matrículas no ensino fundamental [2017]10.218 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]3.568 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]612 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]314 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]38 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]16 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]25.539,56 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]57,3 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0.763  
Total de receitas realizadas [2017]243.933,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]203.878,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]12,08 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,2 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]31 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]1.202,266 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]77,2 %  
Arborização de vias públicas [2010]91,5 %  
Urbanização de vias públicas [2010]50 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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Paranavaí: Imagens da cidade e Região

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