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São José do Alegre - Minas Gerais



São José do Alegre faz parte do estado de Minas Gerais. A população avaliada em 2004 era de 4.049 habitantes.

Município localizado no entorno da Serra da Mantiqueira na região do Vale do Rio Sapucaí.

Por volta de 1838, Caetano Pires e outros desbravadores, atraídos pela fertilidade da terra, fixaram-se na região. Mariano Machado e membros de sua família construíram a primeira capela. Foi, então, criado o distrito com a denominação de São José do Alegre, em 1890. Somente em 1953 o distrito foi elevado à categoria de município.

História da cidade de FUNDADORES:

Foram seus fundadores Caetano Pires Barbosa e sua esposa Dona Isabel Domingues de Siqueira. Doadores do Terreno de 220 braças em quadra ao Patriarca São José para construção de uma capela em homenagem ao santo e o restante do terreno a quem quisesse construir moradias e fixar residências. Data da doação do terreno: 10 de novembro de 1838.

Emancipação Política: Decreto Lei Estadual n°. 1039 de 12 de dezembro de 1953.

História da cidade:

Em 1837, aproximadamente, havia em nossos arredores, uma pequena fazenda habitada por uma família muito animada, Sr. Caetano Pires Barbosa e sua esposa Sra. Izabel Domingues de Siqueira. Está família fazia muitas festas com danças, quadrilhas etc. Devido ao bom espírito da família originou-se o nome da fazenda de Fazenda do Alegre.

No dia 07 de dezembro de 1838, foi lavrada no cartório da Freguesia de São Sebastião da Capituba hoje, Pedralva, uma escritura de doação, na qual a família do Sr. Caetano Pires doou 200 braças de terras para a construção de uma capela ao patriarca São José.

Com o passar do tempo outras famílias foram chegando. A fazenda transformou-se em um arraial que recebeu o nome de Arraial dos Alegres.

Em 10 de julho de 1876, o arraial é elevado à categoria de distrito, pertencendo ao município de Cristina, de acordo com a Lei Provincial n°. 2.281. Esta mesma lei criou a paróquia, que, no entanto, só teve reconhecimento canônico 39 anos mais tarde. Em 1oº de janeiro de 1939 o distrito foi investido na categoria de Vila, conforme Decreto Lei Estadual n°. 148, de 17 de dezembro de 1938.Emancipado o município de Pedralva, no ano de 1887, a Freguesia dos Alegres, como era denominado o local na época, passou a fazer parte do mesmo, assim permanecendo, até que pela Lei Estadual n°. 1039, de 12 de dezembro de 1953, foi elevado à categoria de Município, sendo nomeado Intendente o Sr. Lélio Joaquim Seabra.

Em 1954 foi realizada a primeira eleição municipal, estando o município subordinado Judicialmente, até hoje, à Comarca de Pedralva.

As primeiras famílias:

As primeiras famílias que vieram habitar em nosso município foram o Sr. e Sra Caetano Pires, José Damásio, Nenê Crescêncio, Eduardo Rangel, Mariano Machado, Casimiro Osório, Vicente Gonçalves, Acarias José da Rosa, Leonel,

Luiz Augusto Guimarães, Ricardo de Toledo, Luiz Soares, Rafael Bianchi e José Batista Juliarde.

José Batista Juliarde que construiu e residiu na primeira casa localizada onde hoje é a residência do Sr. Amado Batista Toledo.

A primeira Igreja:

A primeira Igreja foi construída pelo Sr. Rafael Bianchi, onde é hoje a atual.

A atual igreja foi construída pelo Padre Marino Power. Quem celebrou a primeira missa foi Padre Antonio da Rocha Branco que também traçou a primeira rua como o cabo de um guarda-chuva. As missas eram celebradas em latim onde o povo ficava de costas para o povo.

Os primeiros padres (nomes e datas):

1- Fundação da Paróquia: 18 de Março de 1915, por decreto do Bispo D. João de Almeida Ferrão (1o° Bispo da Campanha).

2- O 1o° Pároco (vigário) foi Padre Antônio Pereira da Rocha Branco, começando em Abril de 1915.

- O 1oº batizado da Paróquia foi aos 08 de Abril de 1915, sendo batizada Mariana, filha de Olímpio José de Carvalho e Isaura Carvalho Mata.

- O 1oº casamento foi aos 18 de Abril de 1915, de Joaquim José da Rocha e Maria Isabel de Jesus.

3- Novembro de 1917- Cônego Antônio Gonçalves Brás de Pedralva.

- Julho de 1918 Padre Joaquim Gonçalves Cardoso.

- Dezembro de 1919- De novo Cônego Antônio Gonçalves Brás de Pedralva.

- Abril de 1923- Monsenhor Roque Cosentino.

- Setembro de 1928- Cônego Salvador Antônio Santa Maria.

- Fevereiro de 1930- De novo Monsenhor Roque Cosentino até Janeiro de 1934.

- Maio de 1934 Padre João Ferreira Guerra.

- Agosto de 1934- Padre Mariano Power até Fevereiro de 1947.

- Março de 1947 Padre José Grimminck.

- Janeiro de 1951 Padre Sebastião Pereira de Arantes até Fevereiro de 1957.

4- Cônego Joaquim Machado Filho tomou posse no dia 09 de Março de 1957.

-Natural de Elói Mendes onde nasceu aos 04 de Maio de 1912 tendo sido ordenado sacerdote aos 13 de Dezembro de 1936.

13 de Dezembro de 1961: Bodas de Prata de Sacerdócio;

Março de 1982: 25 anos de vigário da Paróquia de São José.

Por motivo de saúde, renunciou a Paróquia de São José em Maio de 1986. Faleceu em Elói Mendes, aos 14 de Janeiro de 1987, depois de ter ficado acamado nos últimos meses.

Padre Geraldo Vicente da Costa Foi nomeado encarregado da Paróquia , com o título (do Direito Canônico ) de Administrador Paroquial , em Maio de 1986.

Fonte: Prefeitura Municipal de São José do Alegre

Autor do Histórico: EUGÁNIO PACELLI MORAES RENNÁ

Código do Município

3163201

Gentílico

alegrense

Prefeito

JOSÉ CARLOS DA SILVA

População
População estimada [2018]4.183 pessoas  
População no último censo [2010]3.996 pessoas  
Densidade demográfica [2010]45,00 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,9 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]341 pessoas  
População ocupada [2016]8,1 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]36,7 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]99,1 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6,6  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]5,1  
Matrículas no ensino fundamental [2017]515 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]172 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]35 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]16 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]2 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]9.335,69 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]94,2 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,717  
Total de receitas realizadas [2017]14.624,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]13.188,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]17,86 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,2 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]3 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]88,794 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]72 %  
Arborização de vias públicas [2010]56,3 %  
Urbanização de vias públicas [2010]6,1 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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