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Cordisburgo - Minas Gerais



Cordisburgo faz parte do estado de Minas Gerais. A população avaliada em 2008 era de 9.385 habitantes. É a terra natal do escritor João Guimarães Rosa

Cordisburgo, antigo distrito criado em 1890/1891 com a denominação de Cordisburgo da Vista Alegre (a partir de 1923: Cordisburgo) e subordinado ao município de Paraopeba, foi elevado à categoria de município pelo decreto-lei estadual nº 148 de 17 de dezembro de 1938.

Faz limites com Paraopeba, Araçaí, Santana de Pirapama e Curvelo.

História da cidade de Cordisburgo

Foram os bandeirantes os desbravadores dos sertões da região calcária das Sete Lagoas onde está localizado o Município de Cordisburgo. Posteriormente, pequenos fazendeiros se apossaram de terras hoje pertencentes ao território municipal. Mas foi o Padre João de Santo Antônio, em meados de 1883, chegando na região conhecida como Sesmaria Empoeiras (algumas fontes citam o nome Arraial do Saco dos Cochos), que no cumprimento de seus deveres de Pastor, e no afã de bem e religiosamente cumprir os seus deveres, deixou o Colégio Macaúbas, no Município de Santa Luzia do Rio das Velhas, atualmente Santa Luzia, empreendendo viagem ao longo do sertão mineiro devido às condições favoráveis, deliberou fundar ali uma povoação.

Aportando à região, onde hoje se acha a cidade de Cordisburgo, o Padre João de Santo Antônio ficou seduzido pelo belíssimo panorama que lhe foi descortinado das montanhas, de onde se avistavam enormes campinas verdejantes e largos lençóis de relva, clima agradabilíssimo e pela pureza das águas de seus Ribeirões, o Padre logo passou a denominar a região de " Vista alegre".

Todavia, um outro fator, bem mais poderoso, fê-lo resolver a fixar, definitivamente, sua residência naquelas paragens - a honradez dos homens que ali habitavam, jamais fugindo à palavra empenhada.

E não foi difícil a concretização de tudo o que lhe foi possível idealizar durante a sua permanência naquela localidade. Padre João necessitava de uma área para fundar uma povoação e, aquela que escolhera estava em litígio. Foi aí, que resolveu apelar para Dona Policena Mascarenhas, senhora de grandes posses, que enviou seu filho Bernardo Mascarenhas, para arrematar aquela área pretendida, de 40 alqueires de terras, que hoje representa, também, o perímetro urbano da Cidade, que estavam em litígio, prestes a cair em mãos de autoridades, transferindo-as, em escritura pública, ao sacerdote. Este, em 21 de agosto 1883, iniciava a formação do Arraial de Vista Alegre, com a edificação da Capela dedicada ao Patriarca São José, cujo levantamento dos esteios teve início no dia 14 de fevereiro de 1884, e sua conclusão a 23 de junho desde mesmo ano.

Aos 14 de setembro de 1884, acompanhado do Padre Pedro Corrêa Ferreira Rabelo, e de habitantes das redondezas de Vista Alegre, foi conduzida de Taboleiro Grande (hoje Município de Paraopeba), a imagem do Patriarca São José para a nova povoação.

Na mesma época, o Padre João mandou vir da França, uma imagem do Sacratíssimo Coração de Jesus. Quando chegou, uma procissão foi buscá la em Gongo-Sôco e assim nascia a idéia de construir um Templo para acolhe-la.

Cresceu o lugarejo e em 27-04-1885, dava-se início à construção da Igreja do Sagrado Coração de Jesus.

Aos 12 de maio de 1894, há quem diga que foi dia 20, com o término do douramento da Igreja do Sacratíssimo Coração de Jesus, deu-se por concluída a construção desse templo.

Nesse dia, houve uma benção na igreja e o Padre João trouxe, em procissão, a Imagem do Padroeiro, que tinha vindo de Paris e aguardava, na Capela do Patriarca São José, o término da construção de seu Templo.

Em 18 de outubro de 1895, o Padre João doou à Diocese de Diamantina uma área de terra, compreendida a Povoação de Cordisburgo da Vista Alegre e seus arredores.

Sentindo se alquebrado, recolheu-se novamente à Comunidade de Macaúbas, fazendo doar, à Igreja Sagrado Coração de Jesus, tudo aquilo que pôde adquirir no decurso de 12 meses. Alí faleceu, em 15-09-1913, como um Santo, Padre João de Santo Antônio, a quem Cordisburgo rende um culto de respeito e gratidão.

Devido a precária condição física, a matriz foi demolida, e sua reconstrução foi finalizada em 24 de junho de 1960.

A evolução de Vista Alegre foi se acentuando sendo em 1890, o Arraial de Coração de Jesus da Vista Alegre, elevado a distrito, mudando na ocasião, para Cordisburgo da Vista Alegre. Em 1923 o nome foi mudado para Cordisburgo.

O topônimo, Cordisburgo - Cordis = do coração + Burgo = aldeia, cidade - cidade do coração, foi homenagem ao Padroeiro da comunidade, Sagrado Coração de Jesus.

Gentílico: cordisburguense

Formação Administrativa

Distrito criado com sede na povoação de Coração de Jesus da Vista Alegre e a denominação de Cordisburgo da Vista Alegre, por Decreto Estadual nº 99, de 9 de junho de 1890, confirmado por Lei Estadual nº 2, de 14 de setembro de 1891; transferido do Município de Sete Lagoas.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de 1-IX-1920, no quadro fixado pela Lei Estadual nº 843, de 7 de setembro de 1923 e na divisão administrativa referente ao ano de 1933, o distrito denominado Cordisburgo figura no Município de Paraopeba - Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, bem como no quadro anexo ao decreto-lei Estadual nº 88, de 30 de março de 1938.

Pelo decreto-lei Estadual nº 148, de 17 de dezembro de 1938, foi criado o Município de Cordisburgo com o Distrito de Cordisburgo desmembrado do Município de Paraopeba, e os de Lagoa e Traíras, desmembrados do Município de Curvelo.

Em 1939-1943, o Município de Cordisburgo é composto dos Distritos de Cordisburgo, Lagoa e Traíras - e pertence ao Termo e Comarca de Sete Lagoas.

Em virtude do decreto-lei Estadual nº 1058, de 31 de dezembro de 1943 que fixou o quadro territorial para vigorar no quinquênio 1944-1948, o Município de Cordisburgo ficou composto dos Distritos de Cordisburgo, Lagoa Bonita (antiga Lagoa) e Pirapama (antigo Traíras), e continua a pertencer ao Têrmo e comarca de Sete Lagoas.

De acordo com a Divisão Territorial aprovada pela Lei Estadual de nº 1.039, de 12/12/1953, para vigorar no quinquênio 1954-1958, o Município figura com 02 Distritos: Cordisburgo e Lagoa Bonita.

Pela Lei Estadual nº 336, de 27/12/1948, desmembra do Município de Cordisburgo o Distrito de Pirapama. Elevado á categoria de Município de Santana de Pirapama.

Em divisão territorial datada de 01/07/1960, o Município é constituído de 2 Distritos: Cordisburgo e Lagoa Bonita.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Fonte: Ferreira, Vasco. Livro Andanças I; Jornal Sete Dias de 29/08 a 4/09 de 2003 - página 6; Jornal Hoje - Jornal da Cidade - 22/05/1996; Folder sobre a XIII Semana Roseana de 25/06 a 01/07/2001; Folder sobre Museu Guimarães Rosa; Encarte Especial da 14ª Semana Roseana; Cordisburgo Pequeno Histórico; C ópia da ata da sessão solene inaugural do Quadro Territorial da República, no quinquênio de 1939-1943, realizada na cidade Cordisburgo-MG, em 01/01/1939; Prefeitura Municipal; Jornal do Poder Legislativo - Agosto de 2002 - nº 01; Site oficial de Cordisburgo; www.ufmg.br/congrext/Meio/Meio47.pdf; biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/dtbs/minasgerais/cordisburgo.pdf; pt.wikipedia.org/wiki/Cordisburgo; Informações Básicas Anuais / IBGE - 1968 a 1973; Monografia Municipal/IBGE.

Autor do Histórico: JOSé GERALDO DE SOUZA

Código do Município

3118908

Gentílico

cordisburguense

Prefeito

JOSÉ MAURICIO GOMES

População
População estimada [2018]8.883 pessoas  
População no último censo [2010]8.667 pessoas  
Densidade demográfica [2010]10,52 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,8 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]680 pessoas  
População ocupada [2016]7,5 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]37,3 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]94,6 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6,3  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,9  
Matrículas no ensino fundamental [2017]843 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]316 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]69 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]24 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]7 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]2 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]11.117,37 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]87 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,656  
Total de receitas realizadas [2017]17.719,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]14.864,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]31,25 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,6 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]5 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]823,654 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]32,2 %  
Arborização de vias públicas [2010]79,4 %  
Urbanização de vias públicas [2010]11,2 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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