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Barão de Cocais - Minas Gerais



Mínima: 682 m Local: Córrego Vitorino m

Barão de Cocais faz parte do estado de Minas Gerais.

Barão de Cocais, antigo distrito do município de Santa Bárbara, foi elevado à categoria de município pela lei estadual nº 1058, de 31 de dezembro de 1943.

História da cidade de Barão de Cocais

Em 1713, bandeirantes portugueses e brasileiros, deslocando-se do povoado do "Socorro", desceram o rio percorrendo aproximadamente dez quilômetros acampando no lugar a deram o nome de Macacos.

Construíram suas cabanas e uma pobre capela de madeira, sob a invocação de São João Batista.Com os correr dos tempos surgiram outros nomes,todos dados pelos Bandeirantes.Eis a pequena relação de nomes ainda em seus primeiroa anos de existência:

1 - MACACOS

2- SÁO JOÁO BATISTA DO MORRO GRANDE

3- ITAMBÁ

4- SÁO JOÁO BATISTA DO PRESÁDIO

5- SÁO JOÁO DA PEDRA

Apenas com relação a "São joão do Morro Grande se conhece o motivo da denomin~ção.

Sendo bem sucedidos em suas exploraçãoes em busca de minério para lá se dirigiram novos forasteiros, iniciando daí a construção de novas casas. Em 08 de janeiro de 1764, devido a iniciativa de Domingos da Silva Máia e do Cel. do 2oº regimento,Sr. Manoel da Câmara Bittencourt,português de nascimento,foi iniciada a construção da Matriz, localizada na Praça principal do então Distrito. Para levarem a efeito esse empreendimento, os seus promotores mandaram vir de Lisboa a Planta do Templo.(Vide Alejadinho).

" OS ÁNDIOS"

Não foi necessário o desbravamento deste município porque os índios que aqui residiam abandonaram a região antes da chegada da civilização.Habitavam nas imediaçãoes de um grande morro denominado Pedra Pintada, onde dexaram pintados na pedra com tinta vermelha diversos animais ferozes, peixes etc.Seguia a marcha progressiva dos pequenos Distritos quando, em 1925, a Cia Brasileira de Usinas Matalúrgicas montou no local uma usina filial de ferro-gusa, alcançando a partir daí grande desenvolvimento.

O topônimo foi escolhido numa justa homenagem ao filho da terra, Barão de Cocais, que proporcionava meios de vida a centenas de trabalhadores da localidade.

Gentílico: cocaiense

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Morro Grande, pelo alvará de 28-01-1752, e por lei estadual n°. 2, de 14-09-1891, subordinado ao município de Santa Bárbara.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Morro Grande, figura no município de Santa Bárbara.

Assim permanecendo em divisão administrativa referente ao ano de 1933.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1936 e 31-XII-1737, o distrito aparece com a denominação de São João do Morro.

Pelo decreto lei estadual n°. 148, de 17-12-1938, o distrito de São João do morro volta a denominar-se Morro Grande.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Morro Grande ex-São João de Morro Grande, figura no município de Santa Barbára.

Elevado à categoria de município com a denominação de Barão de Cocais, pela lei estadual n°. 1058, de 31-12-1943, desmembrado de Santa Bárbara. Sede no antigo distrito de Barão de Cocais ex-Morro Grande. Constituído de 3 distritos: Barão de Cocais, Bom Jesus do Amparo e Cocais.

No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 3 distritos: Barão de Cocais, Bom Jesus do Amparo e Cocais.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1950.

Pela lei estadual n°. 1039, de 12-12-1953, desmembra o município de Barão de Cocais o distrito de Bom Jesus do Amparo. Elevado a categoria de município.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Barão de Cocais e Cocais.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Alteraçãoes toponímicas distritais

Morro Grande para São João do Morro Grande alterado em divisãoes territorias datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.

São João do Morro Grande para simplesmente Morro Grande alterado, pelo decreto-lei estadual n°. 148, de 17-12-1938.

Morro Grande para Barão de Cocais alterado, pela lei estadual n°. 1058, de 31-12-1943.

O Barão de Cocais - José Feliciano Pinto Coelho, nasceu em 1.802 na fazenda da cachoeira, dois quilômetro da vila colonial de Cocais, fundada pelos seus ancestrais maternos. Filho do brigadeiro Antonio Caetano Pinto Coelho Cunha, ele foi enviado pelos pais para estudar no Rio de Janeiro, onde acabou ingressando no Exército Imperial, alcançando a patente de Tenente Coronel. Obteve sólida educação palaciana, chegando a ser camareiro da família Imperial e, como fidalgo, recebeu o título de Cavaleiro e Comendador da ordem Imperial de Cristo.

Em 1.819, casa-se por procuração com Thomásia de Figueiredo Neves na capela de Santa Quitéria, em Catas Altas do Mato Dentro. Do enlance matrimonial teve cinco filhos, nascidos na sua residência da Quinta da Boa Vista no Rio de Janeiro. Em 1.822, participa do movimento da Independência do Brasil e, em 1.830 elege-se Deputado Geral do Império, em sucessivas legislatura ato e 1.838. Em 1.848 torna-se empresário ao fundar a Companhia de Mineração Brasileira da Serra de Cocais, em asociação com os ingleses da National Mining Co.,sediada em Cocais. O regente Feijó, em 1835, nomeia-o governador da província de Minas Gerais e em 1.840, volta a maioridade de D. Pedro II.

Em 1.842, o é aclamado governador interino de Minas Gerais, em Barbacena, aceitando ser Comandante-Chefe da revoluç]ao Libaral de Minas, ao lado de Teófilo Otoni Limpo Abreu, Cônego Marinho e outros. Com estratégista militar, vence todas batalhas, mas resolve recuar no quartel-general de Santa Luzia,para atender o pedido de pacificação do Duque de Caxias,que o visita na Vila de Cocais. Cassados os seus direitos políticos, dois anos depois e anistiado, reelege-se Deputado Geral de 1.844 a 1848. Devido a sua lealdade a Coroa Brasileira, D. Pedro II resolve titulá-lo Barão, com grandesa em 1.855. O venerandopolítico e empresário, no final da vida foi acometido de turbeculose, vindo a falecer no dia 9 de julho de 1.869, sendo sepultado no interior da Igreja de Santana, em Cocais

Fonte: IBGE

Código do Município

3105400

Gentílico

cocaiense

Prefeito

DÉCIO GERALDO DOS SANTOS

População
População estimada [2018]32.319 pessoas  
População no último censo [2010]28.442 pessoas  
Densidade demográfica [2010]83,51 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,4 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]5.039 pessoas  
População ocupada [2016]15,9 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]36,3 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98,9 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]5,9  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,9  
Matrículas no ensino fundamental [2017]4.086 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]1.318 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]251 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]89 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]17 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]5 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]20.033,67 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]74,3 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,722  
Total de receitas realizadas [2017]84.240,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]81.617,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]6,49 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,3 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]21 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]340,585 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]84,7 %  
Arborização de vias públicas [2010]36,4 %  
Urbanização de vias públicas [2010]23,3 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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