Início » São Paulo » Nova Europa » Notícias


Últimas Notícias da cidade de Nova Europa - SP

Redes Sociais

  • Fonte: Futebol Interior em 28/01/2015

    Presidente do River diz ter recusado oferta do São Paulo por Balanta
    mas o certo é que o São Paulo deseja Balanta já há algum tempo. A diretoria recuou ao receber a informação de que ele estava negociado com um clube europeu, mas ao perceber que nada havia sido finalizado ainda, decidiu fazer uma nova investida.


  • O Guia 50 Receitas Para Emagrecer De Vez é inédito e diferente de tudo do gênero. É a única coletânea de receitas rápidas, simples e surpreendentemente deliciosas que te permite comer quando e quanto quiser delas e ainda emagrecer de vez e atingir seu peso ideal, comprovado pela ciência.

  • http://www.biasileiloes.com.br/

    GRANDE LEILÃO DE IMÓVEIS CAIXA

    66 IMÓVEIS!!!

    DIA 04 DE DEZEMBRO DE 2014 ÀS 10:15 HORAS

    LOCAL DO LEILÃO: Local: Auditório GILIE/BU - Rua Presidente Kennedy, 1-81, Centro - Bauru / SP.

    LOTE 36 - CASA EM NOVA EUROPA/SP

    DESCRIÇÃO: Nova Europa/SP – Jardim Portal dos Príncipes – Rua Antonio Gimenes Fardim, nº 135 – Casa, 41,04 m2 de área total, 41,04 m2 de área privativa, 200m2 de área do terreno, 2 qts, WC, sl, cozinha, 1 vaga de garagem.

    De R$ 60.000,00 POR R$ 21.716,76!!! 

    Essa e muitas outras Oportunidades esperam por você!

    Acesse e Confira a Listagem Completa em nosso Site!

    #Casa #Apartamentos #Imóveis #Caixa #SãoPaulo #SP #Oportunidades

    http://www.biasileiloes.com.br/ GRANDE LEILÃO DE IMÓVEIS CAIXA * 66 IMÓVEIS!!! * DIA 04 DE DEZEMBRO DE 2014 ÀS 10:15 HORAS LOCAL DO LEILÃO: Local: Auditório GILIE/BU - Rua Presidente Kennedy
  • Fonte: saopaulofc.net em 01/02/2015

    'Bienvenido', Centurión
    Herói do título nacional do Racing em 2014, que não erguia o troféu do Campeonato Argentino há 13 anos, o meia-atacante Centurión é o novo atleta do São Paulo para a disputa ... também acumula passagem pela Europa. Na temporada 2013/14, o atleta ...

  • Festa Junina - Jd. Nova Europa - Araras/SP (1)

    Festa Junina - Jd. Nova Europa - Araras/SP (Clipe 1). Quadrilha com os moradores e integrantes da Associação de Bairro do Jardim Nova Europa e São Conrado, A...

  • Custodio Dias

    em 01/03/2014 Via Youtube
    Igreja Sagrado Coração de Jesus | Nova Europa / São Paulo (SP) - Brasil

    Rádio Ita FM 87.9 Nova Europa / São Paulo (SP) - Brasil | Missa aos Domingos transmitida pelo Rádio Itaquerê FM.

  • Revisitando o passado, e apresentando os sXe para a Enila Egroj
    Natascha Zacheo compartilhou um evento.
    .
    ...(Continuar Lendo)
  • Piloto De Super Tucano Ejeta E Cai Em Área Rural Entre Tabatinga E Nova Europa São Paulo

  • Carmen Lucia

    em 01/02/2015
    mehhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh..........pior é que onde a fumaça sempre ha fogo!!!!


    Carmen Lucia compartilhou a foto de Duplas verdades socialistas.
    Terra de ninguém ... A hidropirataria também é conhecida dos pesquisadores da Petrobras e de órgãos públicos estaduais do Amazonas. A informação deste novo crime chegou, de maneira não oficial, ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), órgão do governo local. “Uma mobilização até o local seria extremamente dispendiosa e necessitaríamos do auxílio tanto de outros órgãos como da comunidade para coibir essa prática”, reafirmou Ivo Brasil Depois de sofrer com a biopirataria, com o roubo de minérios e madeiras nobres, agora a Amazônia está enfrentando o tráfico de água doce. Uma nova modalidade de saque aos recursos naturais denominada hidropirataria. Cientistas e autoridades brasileiras foram informadas que navios petroleiros estão reabastecendo seus reservatórios no Rio Amazonas antes de sair das águas nacionais. Porém a falta de uma denúncia formal tem impedido a Agência Nacional de Águas (ANA), responsável por esse tipo de fiscalização, de atuar no caso. Enquanto as grandes embarcações estrangeiras recriam a pirataria do Século 16, a burocracia impede o bloqueio desta nova forma de saque das riquezas nacionais. Ivo Brasil, Diretor de Outorga, Cobrança e Fiscalização da Agência Nacional de Águas, sabe desta ação ilegal; contudo, aguarda uma denúncia oficial chegar à entidade para poder tomar as providências necessárias. “Só assim teremos condições legais para agir contra essa apropriação indevida”, afirmou. O dirigente está preocupado com a situação. Precisa, porém, dos amparos legais para mobilizar tanto a Marinha como a Polícia Federal, que necessitam de comprovação do ato criminoso para promover uma operação na foz dos rios de toda a região amazônica próxima ao Oceano Atlântico. “Tenho ouvido comentários neste sentido, mas ainda nada foi formalizado”, observa. A defesa das águas brasileiras está na Constituição Federal, no Artigo 20, que trata dos Bens da União. Em seu inciso III, a legislação determina que rios e quaisquer correntes de água no território nacional, inclusive o espaço do mar territorial, é pertencente à União. Isto é complementado pela Lei 9.433/97, sobre Política Nacional de Recursos Hídricos, em seu Art. 1, inciso II, que estabelece ser a água um recurso limitado, dotado de valor econômico. E ainda determina que o poder público seja o responsável pela licença para uso dos recursos hídricos, “como derivação ou captação de parcela de água”. O gerente do Projeto Panamazônia, do INPE, o geólogo Paulo Roberto Martini, também tomou conhecimento do caso em conversa com técnicos de outros órgãos estatais. “Têm nos chegado diversas informações neste sentido, infelizmente sempre estão tirando irregularmente algo da Amazônia”, comentou o cientista, preocupado com o contrabando. Os cálculos preliminares mostram que cada navio tem se abastecido com 250 milhões de litros. A ingerência estrangeira nos recursos naturais da região amazônica tem aumentado significativamente nos últimos anos. Águas amazônicas Seja por ação de empresas multinacionais, pesquisadores estrangeiros autônomos ou pelas missões religiosas internacionais. Mesmo com o Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM) ainda não foi possível conter os contrabandos e a interferência externa dentro da região. A hidropirataria também é conhecida dos pesquisadores da Petrobras e de órgãos públicos estaduais do Amazonas. A informação deste novo crime chegou, de maneira não oficial, ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), órgão do governo local. “Uma mobilização até o local seria extremamente dispendiosa e necessitaríamos do auxílio tanto de outros órgãos como da comunidade para coibir essa prática”, reafirmou Ivo Brasil. A captação é feita pelos petroleiros na foz do rio ou já dentro do curso de água doce. Somente o local do deságüe do Amazonas no Atlântico tem 320 km de extensão e fica dentro do território do Amapá. Neste lugar, a profundidade média é em torno de 50 m, o que suportaria o trânsito de um grande navio cargueiro. O contrabando é facilitado pela ausência de fiscalização na área. Essa água, apesar de conter uma gama residual imensa e a maior parte de origem mineral, pode ser facilmente tratada. Para empresas engarrafadoras, tanto da Europa como do Oriente Médio, trabalhar com essa água mesmo no estado bruto representaria uma grande economia. O custo por litro tratado seria muito inferior aos processos de dessalinizar águas subterrâneas ou oceânicas. Além de livrar-se do pagamento das altas taxas de utilização das águas de superfície existentes, principalmente, dos rios europeus. As águas salinizadas estão presentes no subsolo de vários países do Oriente Médio, como a Arábia Saudita, Kuwait e Israel. Eles praticamente só dispõem desta fonte para seus abastecimentos. O Brasil importa desta região cerca de 5% de todo o petróleo que será convertido para gasolina e outros derivados considerados de densidade leve. Esse procedimento de retirada do sal é feito por osmose reversa, algo extremamente caro. Na dessalinização é gasto US$ 1,50 por metro cúbico e US$ 0,80 com o mesmo volume de água doce tratada. Hidro ou biopirataria? O diretor de operações da empresa Águas do Amazonas, o engenheiro Paulo Edgard Fiamenghi, trata as águas do Rio Negro, que abastece Manaus, por processos convencionais. E reconhece que esse procedimento seria de baixo custo para países com grandes dificuldades em obter água potável. “Levar água para se tratar no processo convencional é muito mais barato que o tratamento por osmose reversa”, comenta. O avanço sobre as reservas hídricas do maior complexo ambiental do mundo, segundo os especialistas, pode ser o começo de um processo desastroso para a Amazônia. E isto surge num momento crítico, cujos esforços estão concentrados em reduzir a destruição da flora e da fauna, abrandando também a pressão internacional pela conservação dos ecossistemas locais. Entretanto, no meio científico ninguém poderia supor que o manancial hídrico seria a próxima vítima da pirataria ambiental. Porém os pesquisadores brasileiros questionam o real interesse em se levar as águas amazônicas para outros continentes. O que suscita novamente o maior drama amazônico, o roubo de seus organismos vivos. “Podem estar levando água, peixes ou outras espécies e isto envolve diretamente a soberania dos países na região”, argumentou Martini. A mesma linha de raciocínio é utilizada pelo professor do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Universidade Federal do Paraná, Ary Haro. Para ele, o simples roubo de água doce está longe de ser vantajoso no aspecto econômico. “Como ainda é desconhecido, só podemos formular teorias e uma delas pode estar ligada ao contrabando de peixes ou mesmo de microorganismos”, observou. Essa suposição também é tida como algo possível para Fiamenghi, pois o volume levado na nova modalidade, denominada “hidropirataria” seria relativamente pequeno. Um navio petroleiro armazenaria o equivalente a meio dia de água utilizada pela cidade de Manaus, de 1,5 milhão de habitantes. “Desconheço esse caso, mas podemos estar diante de outros interesses além de se levar apenas água doce”, comentou. Segundo o pesquisador do INPE, a saturação dos recursos hídricos utilizáveis vem numa progressão mundial e a Amazônia é considerada a grande reserva do Planeta para os próximos mil anos. Pelos seus cálculos, 12% da água doce de superfície se encontram no território amazônico. “Essa é uma estimativa extremamente conservadora, há os que defendem 26% como o número mais preciso”, explicou. Em todo o Planeta, dois terços são ocupado por oceanos, mares e rios. Porém, somente 3% desse volume são de água doce. Um índice baixo, que se torna ainda menor se for excluído o percentual encontrado no estado sólido, como nas geleiras polares e nos cumes das grandes cordilheiras. Contando ainda com as águas subterrâneas. Atualmente, na superfície do Planeta, a água em estado líquido, representa menos de 1% deste total disponível. A previsão é que num período entre 100 e 150 anos, as guerras sejam motivadas pela detenção dos recursos hídricos utilizáveis no consumo humano e em suas diversas atividades, com a agricultura. Muito disto se daria pela quebra dos regimes de chuvas, causada pelo aquecimento global. Isto alteraria profundamente o cenário hidrológico mundial, trazendo estiagem mais longas, menores índices pluviométricos, além do degelo das reservas polares e das neves permanentes. Sob esse aspecto, a Amazônia se transforma num local estratégico. Muito devido às suas características particulares, como o fato de ser a maior bacia existente na Terra e deter a mais complexa rede hidrográfica do planeta, com mais de mil afluentes. Diante deste quadro, a conclusão é óbvia: a sobrevivência da biodiversidade mundial passa pela preservação desta reserva. Mas a importância deste reduto natural poderá ser, num futuro próximo, sinônimo de riscos à soberania dos territórios panamazônicos. O que significa dizer que o Brasil seria um alvo prioritário numa eventual tentativa de se internacionalizar esses recursos, como já ocorre no caso das patentes de produtos derivados de espécies amazônicas. Pois 63,88% das águas que formam o rio se encontram dentro dos limites nacionais. Esse potencial conflito é algo que projetos como o Sistema de Vigilância da Amazônia procuram minimizar. Outro aspecto a ser contornado é a falta de monitoramento da foz do rio. A cobertura de nuvens em toda Amazônia é intensa e os satélites de sensoriamento remoto não conseguem obter imagens do local. Já os satélites de captação de imagens via radar, que conseguiriam furar o bloqueio das nuvens e detectar os navios, estão operando mais ao norte. As águas amazônicas representam 68% de todo volume hídrico existente no Brasil. E sua importância para o futuro da humanidade é fundamental. Entre 1970 e 1995 a quantidade de água disponível para cada habitante do mundo caiu 37% em todo mundo, e atualmente cerca de 1,4 bilhão de pessoas não têm acesso a água limpa. Segundo a Water World Vision, somente o Rio Amazonas e o Congo podem ser qualificados como limpos. Fonte: Ambiente Brasil https://guerraearmas.wordpress.com/2015/01/29/navios-roubam-agua-dos-rios-da-amazonia/
    Fotos da Linha do Tempo.
    ...(Continuar Lendo)
  • Fonte: Folha OnLine em 31/01/2015

    Saiba quais são as atrações do Tomorrowland, que acontece em maio
    É natural que os investidores observem o comportamento da economia neste ano antes de baterem o martelo [para novos shows]." Por esse motivo, os três maiores festivais em São Paulo têm modelos ... Criado na Europa em 2005, o festival vem pela primeira ...




  • Giacomelli Elcio compartilhou um link.
    ambientes.ambientebrasil.com.br
    Navios roubam água dos rios da Amazônia.
    Hidropirataria, novo flagelo na Amazónia
  • Fonte: esportes.estadao.com.br em 27/01/2015

    São Paulo faz nova investida para tirar Balanta do River
    A falta de propostas da Europa pelo zagueiro Éder Balanta recolocaram o São Paulo no páreo pelo defensor e o Tricolor ... o clube procurou o River para novas conversas, que serão conduzidas pelo gerente executivo de futebol, Gustavo Vieira de Oliveira.

  • Chuva Forte Causa Transtornos Em Nova Europa Matão E Rincão São Paulo

  • Jogão de bola no Estádio Municipal 

    Nova Europa sp x  Máster Tabatinga spFutebol de primeira
  • Festa Junina - Jd. Nova Europa - Araras/SP (2)

    Festa Junina - Jd. Nova Europa - Araras/SP (Clipe 2). Quadrilha com os moradores e integrantes da Associação de Bairro do Jardim Nova Europa e São Conrado, A...

  • Fonte: Estadão Blog em 25/01/2015

    Em turnê pela Europa, Criolo arrebata Berlim
    No fim de semana em que São Paulo comemora o aniversário de 461 anos, seu filho mais famoso e um verdadeiro embaixador cultural está na Europa para o lançamento do novo disco “Convoque seu Buda“. Na noite de sábado (24), foi a vez de Berlim.

  • Rapaz Que Morreu Após Acidente Rodovia É Enterrado Em Nova Europa São Paulo

  • Fonte: UOL Esporte em 29/01/2015

    11 histórias que chamaram a atenção no Mercado da Bola nesta quarta-feira
    3) Guerrero quer voltar ao futebol europeu Em entrevista à rádio espanhola Cope ... redução na pedida salarial para selar o acerto. 9) Palmeiras planeja novo "chapéu" no São Paulo e busca destaques da base Contratualmente vulneráveis e destaques ...

  • Lia Paim

    em 01/02/2015
    #POLICIAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA


    Lia Paim compartilhou a foto de Duplas verdades socialistas.
    Terra de ninguém ... A hidropirataria também é conhecida dos pesquisadores da Petrobras e de órgãos públicos estaduais do Amazonas. A informação deste novo crime chegou, de maneira não oficial, ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), órgão do governo local. “Uma mobilização até o local seria extremamente dispendiosa e necessitaríamos do auxílio tanto de outros órgãos como da comunidade para coibir essa prática”, reafirmou Ivo Brasil Depois de sofrer com a biopirataria, com o roubo de minérios e madeiras nobres, agora a Amazônia está enfrentando o tráfico de água doce. Uma nova modalidade de saque aos recursos naturais denominada hidropirataria. Cientistas e autoridades brasileiras foram informadas que navios petroleiros estão reabastecendo seus reservatórios no Rio Amazonas antes de sair das águas nacionais. Porém a falta de uma denúncia formal tem impedido a Agência Nacional de Águas (ANA), responsável por esse tipo de fiscalização, de atuar no caso. Enquanto as grandes embarcações estrangeiras recriam a pirataria do Século 16, a burocracia impede o bloqueio desta nova forma de saque das riquezas nacionais. Ivo Brasil, Diretor de Outorga, Cobrança e Fiscalização da Agência Nacional de Águas, sabe desta ação ilegal; contudo, aguarda uma denúncia oficial chegar à entidade para poder tomar as providências necessárias. “Só assim teremos condições legais para agir contra essa apropriação indevida”, afirmou. O dirigente está preocupado com a situação. Precisa, porém, dos amparos legais para mobilizar tanto a Marinha como a Polícia Federal, que necessitam de comprovação do ato criminoso para promover uma operação na foz dos rios de toda a região amazônica próxima ao Oceano Atlântico. “Tenho ouvido comentários neste sentido, mas ainda nada foi formalizado”, observa. A defesa das águas brasileiras está na Constituição Federal, no Artigo 20, que trata dos Bens da União. Em seu inciso III, a legislação determina que rios e quaisquer correntes de água no território nacional, inclusive o espaço do mar territorial, é pertencente à União. Isto é complementado pela Lei 9.433/97, sobre Política Nacional de Recursos Hídricos, em seu Art. 1, inciso II, que estabelece ser a água um recurso limitado, dotado de valor econômico. E ainda determina que o poder público seja o responsável pela licença para uso dos recursos hídricos, “como derivação ou captação de parcela de água”. O gerente do Projeto Panamazônia, do INPE, o geólogo Paulo Roberto Martini, também tomou conhecimento do caso em conversa com técnicos de outros órgãos estatais. “Têm nos chegado diversas informações neste sentido, infelizmente sempre estão tirando irregularmente algo da Amazônia”, comentou o cientista, preocupado com o contrabando. Os cálculos preliminares mostram que cada navio tem se abastecido com 250 milhões de litros. A ingerência estrangeira nos recursos naturais da região amazônica tem aumentado significativamente nos últimos anos. Águas amazônicas Seja por ação de empresas multinacionais, pesquisadores estrangeiros autônomos ou pelas missões religiosas internacionais. Mesmo com o Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM) ainda não foi possível conter os contrabandos e a interferência externa dentro da região. A hidropirataria também é conhecida dos pesquisadores da Petrobras e de órgãos públicos estaduais do Amazonas. A informação deste novo crime chegou, de maneira não oficial, ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), órgão do governo local. “Uma mobilização até o local seria extremamente dispendiosa e necessitaríamos do auxílio tanto de outros órgãos como da comunidade para coibir essa prática”, reafirmou Ivo Brasil. A captação é feita pelos petroleiros na foz do rio ou já dentro do curso de água doce. Somente o local do deságüe do Amazonas no Atlântico tem 320 km de extensão e fica dentro do território do Amapá. Neste lugar, a profundidade média é em torno de 50 m, o que suportaria o trânsito de um grande navio cargueiro. O contrabando é facilitado pela ausência de fiscalização na área. Essa água, apesar de conter uma gama residual imensa e a maior parte de origem mineral, pode ser facilmente tratada. Para empresas engarrafadoras, tanto da Europa como do Oriente Médio, trabalhar com essa água mesmo no estado bruto representaria uma grande economia. O custo por litro tratado seria muito inferior aos processos de dessalinizar águas subterrâneas ou oceânicas. Além de livrar-se do pagamento das altas taxas de utilização das águas de superfície existentes, principalmente, dos rios europeus. As águas salinizadas estão presentes no subsolo de vários países do Oriente Médio, como a Arábia Saudita, Kuwait e Israel. Eles praticamente só dispõem desta fonte para seus abastecimentos. O Brasil importa desta região cerca de 5% de todo o petróleo que será convertido para gasolina e outros derivados considerados de densidade leve. Esse procedimento de retirada do sal é feito por osmose reversa, algo extremamente caro. Na dessalinização é gasto US$ 1,50 por metro cúbico e US$ 0,80 com o mesmo volume de água doce tratada. Hidro ou biopirataria? O diretor de operações da empresa Águas do Amazonas, o engenheiro Paulo Edgard Fiamenghi, trata as águas do Rio Negro, que abastece Manaus, por processos convencionais. E reconhece que esse procedimento seria de baixo custo para países com grandes dificuldades em obter água potável. “Levar água para se tratar no processo convencional é muito mais barato que o tratamento por osmose reversa”, comenta. O avanço sobre as reservas hídricas do maior complexo ambiental do mundo, segundo os especialistas, pode ser o começo de um processo desastroso para a Amazônia. E isto surge num momento crítico, cujos esforços estão concentrados em reduzir a destruição da flora e da fauna, abrandando também a pressão internacional pela conservação dos ecossistemas locais. Entretanto, no meio científico ninguém poderia supor que o manancial hídrico seria a próxima vítima da pirataria ambiental. Porém os pesquisadores brasileiros questionam o real interesse em se levar as águas amazônicas para outros continentes. O que suscita novamente o maior drama amazônico, o roubo de seus organismos vivos. “Podem estar levando água, peixes ou outras espécies e isto envolve diretamente a soberania dos países na região”, argumentou Martini. A mesma linha de raciocínio é utilizada pelo professor do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Universidade Federal do Paraná, Ary Haro. Para ele, o simples roubo de água doce está longe de ser vantajoso no aspecto econômico. “Como ainda é desconhecido, só podemos formular teorias e uma delas pode estar ligada ao contrabando de peixes ou mesmo de microorganismos”, observou. Essa suposição também é tida como algo possível para Fiamenghi, pois o volume levado na nova modalidade, denominada “hidropirataria” seria relativamente pequeno. Um navio petroleiro armazenaria o equivalente a meio dia de água utilizada pela cidade de Manaus, de 1,5 milhão de habitantes. “Desconheço esse caso, mas podemos estar diante de outros interesses além de se levar apenas água doce”, comentou. Segundo o pesquisador do INPE, a saturação dos recursos hídricos utilizáveis vem numa progressão mundial e a Amazônia é considerada a grande reserva do Planeta para os próximos mil anos. Pelos seus cálculos, 12% da água doce de superfície se encontram no território amazônico. “Essa é uma estimativa extremamente conservadora, há os que defendem 26% como o número mais preciso”, explicou. Em todo o Planeta, dois terços são ocupado por oceanos, mares e rios. Porém, somente 3% desse volume são de água doce. Um índice baixo, que se torna ainda menor se for excluído o percentual encontrado no estado sólido, como nas geleiras polares e nos cumes das grandes cordilheiras. Contando ainda com as águas subterrâneas. Atualmente, na superfície do Planeta, a água em estado líquido, representa menos de 1% deste total disponível. A previsão é que num período entre 100 e 150 anos, as guerras sejam motivadas pela detenção dos recursos hídricos utilizáveis no consumo humano e em suas diversas atividades, com a agricultura. Muito disto se daria pela quebra dos regimes de chuvas, causada pelo aquecimento global. Isto alteraria profundamente o cenário hidrológico mundial, trazendo estiagem mais longas, menores índices pluviométricos, além do degelo das reservas polares e das neves permanentes. Sob esse aspecto, a Amazônia se transforma num local estratégico. Muito devido às suas características particulares, como o fato de ser a maior bacia existente na Terra e deter a mais complexa rede hidrográfica do planeta, com mais de mil afluentes. Diante deste quadro, a conclusão é óbvia: a sobrevivência da biodiversidade mundial passa pela preservação desta reserva. Mas a importância deste reduto natural poderá ser, num futuro próximo, sinônimo de riscos à soberania dos territórios panamazônicos. O que significa dizer que o Brasil seria um alvo prioritário numa eventual tentativa de se internacionalizar esses recursos, como já ocorre no caso das patentes de produtos derivados de espécies amazônicas. Pois 63,88% das águas que formam o rio se encontram dentro dos limites nacionais. Esse potencial conflito é algo que projetos como o Sistema de Vigilância da Amazônia procuram minimizar. Outro aspecto a ser contornado é a falta de monitoramento da foz do rio. A cobertura de nuvens em toda Amazônia é intensa e os satélites de sensoriamento remoto não conseguem obter imagens do local. Já os satélites de captação de imagens via radar, que conseguiriam furar o bloqueio das nuvens e detectar os navios, estão operando mais ao norte. As águas amazônicas representam 68% de todo volume hídrico existente no Brasil. E sua importância para o futuro da humanidade é fundamental. Entre 1970 e 1995 a quantidade de água disponível para cada habitante do mundo caiu 37% em todo mundo, e atualmente cerca de 1,4 bilhão de pessoas não têm acesso a água limpa. Segundo a Water World Vision, somente o Rio Amazonas e o Congo podem ser qualificados como limpos. Fonte: Ambiente Brasil https://guerraearmas.wordpress.com/2015/01/29/navios-roubam-agua-dos-rios-da-amazonia/
    Fotos da Linha do Tempo.
    ...(Continuar Lendo)
  • Descarte De Entulho Em Terreno Gera Impasse Em Nova Europa São Paulo

  • Fonte: Super Esportes em 27/01/2015

    São Paulo fará nova investida para tirar zagueiro Balanta do River Plate
    O zagueiro canhoto pretendido pelo São Paulo é Éder Balanta ... mas o dirigente dizia ter recebido a informação de que o atleta estava negociado com o futebol europeu. Segundo apurou a reportagem, a diretoria tomou conhecimento de que a situação ...

  • Custodio Dias

    em 02/03/2014 Via Youtube
    Nova Europa --- missa interior de São Paulo

    Missa 9 e meia da manhã transmitida pelo radio.

  • Corte De Flamboyants Em Nova Europa São Paulo Revolta Moradores

  • Yanis Varoufakis: NÃO QUER GUERRA, NÃO FAZ BLUFF. E GOSTA DE RIR DE SI PRÓPRIO. Iconoclasta, irónico, culto, criativo. É assim que Yanis Varoufakis, o novo ministro das Finanças grego, é descrito por aqueles que o conhecem. Tem amigos chegados em Portugal, uma filha na Austrália, alunos devotos no Texas e muitos problemas para resolver em Atenas. Paulo Pena Há uma diferença fundamental entre aquilo que nós dizemos e aquilo que a imprensa internacional diz que nós dizemos. Nós não queremos entrar em guerra com ninguém na União Europeia. Nós não fazemos bluff. Não ameaçamos ninguém. Nem sequer queremos negociar… Queremos deliberar em conjunto. Nós não queremos impor as nossas ideias ao resto da Europa. Somos demasiado pequenos, e demasiado falidos, para o fazer.” A declaração de Yanis Varoufakis, que contraria muitas das ideias que — à esquerda e à direita — têm prevalecido sobre a vitória do Syriza nas eleições gregas do passado domingo, foi feita ao telemóvel, olhando “pela janela do Parlamento grego”, numa curta pausa do frenético ritmo imposto pelos acontecimentos, na manhã de quarta-feira, 28 de Janeiro. A curta entrevista, ao programa Late Night Live, do canal australiano ABC, tem uma razão emotiva. Yanis Varoufakis tem dupla nacionalidade (grega e australiana), viveu em Sydney e, mais importante, é lá que mora a sua filha. Quem o conhece sabe que tem certos dias, por mês, em que está “indisponível” para encontros, palestras ou reuniões. É a altura em que se junta a ela. Mas não é só por razões afetivas que Varoufakis é ouvido, com atenção, a tantos quilómetros de distância. O apresentador da ABC compara-o a Obama, pela “esperança” que uma mudança política na Grécia pode trazer à Europa e ao mundo. Varoufakis rejeita a comparação. No seu blogue, na noite de domingo passado, depois de conhecida a vitória do Syriza (coligação da esquerda radical) nas eleições legislativas, aind...(Continuar Lendo)


    www.publico.pt
    Não quer guerra, não faz bluff. E gosta de rir de si próprio.
    Iconoclasta, irónico, culto, criativo. É assim que Yanis Varoufakis, o novo ministro das Finanças grego, é descrito por aqueles que o conhecem. Tem amigos chegados em Portugal, uma filha na Austrália, alunos devotos no Texas e muitos problemas para resolver em Atenas
  • obrigado meu DEUS por esse dia maravilhoso ke o senhor deu a todos nos ;)
  • Fonte: FutNet em 30/01/2015

    Exclusivo! Zagueiro Alex Silva, ex-São Paulo e Seleção Brasileira, se mostra motivado: 'Não vai faltar empenho'
    E com esse novo elenco que a diretoria montou ... Alex, você já vestiu a camisa de gigantes do futebol brasileiro, como Flamengo, São Paulo, Cruzeiro, Vitória, e também jogou na Europa. O que te levou a acreditar no projeto do São Bernardo e acertar ...

  • Fonte: UOL Esporte em 22/01/2015 Esportes

    São Paulo desiste de medalhão europeu e vira foco para jogador promissor
    o São Paulo resolveu esfriar de vez as expectativas de seus torcedores. Segundo a diretoria, o clube decidiu, oficialmente, que não vai mais contratar um jogador de renome do futebol europeu. "Não vai vir o nome de peso, o substituto do Kaká.

  • Só essa que nos faltava acho que agora vamos conviver com outro de tipo de de Furto e exploração das pessoas . O Furto de Águas


    ambientes.ambientebrasil.com.br
    Navios roubam água dos rios da Amazônia.
    Hidropirataria, novo flagelo na Amazónia
  • Luis André

    em 01/08/2014 Via Youtube
    EPTV Na Escola Leva Alunos De Nova Europa À Emissora Em São Carlos

  • Bom dia
  • Fonte: R7 Notícias em 27/01/2015

    Novo museu judaico de SP terá utensílios e histórias de campos de concentração
    Hoje a área vive momento oposto ─ o investimento em restauro e ampliação do prédio histórico (que terá nova ala de vidro ... conselho de curadores do futuro Museu Judaico de São Paulo. "Na Europa, a guerra teve impacto mais forte e traumático ...

  • Eu


  • Léo Gomes

    em 01/02/2015
    I'm at Igreja Do Nazareno Nova Europa in Campinas, São Paulo https://t.co/Jf0zPtAoPk
  • Casa da mãe Joana


    Antonieta Nunes compartilhou a foto de Duplas verdades socialistas.
    Terra de ninguém ... A hidropirataria também é conhecida dos pesquisadores da Petrobras e de órgãos públicos estaduais do Amazonas. A informação deste novo crime chegou, de maneira não oficial, ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), órgão do governo local. “Uma mobilização até o local seria extremamente dispendiosa e necessitaríamos do auxílio tanto de outros órgãos como da comunidade para coibir essa prática”, reafirmou Ivo Brasil Depois de sofrer com a biopirataria, com o roubo de minérios e madeiras nobres, agora a Amazônia está enfrentando o tráfico de água doce. Uma nova modalidade de saque aos recursos naturais denominada hidropirataria. Cientistas e autoridades brasileiras foram informadas que navios petroleiros estão reabastecendo seus reservatórios no Rio Amazonas antes de sair das águas nacionais. Porém a falta de uma denúncia formal tem impedido a Agência Nacional de Águas (ANA), responsável por esse tipo de fiscalização, de atuar no caso. Enquanto as grandes embarcações estrangeiras recriam a pirataria do Século 16, a burocracia impede o bloqueio desta nova forma de saque das riquezas nacionais. Ivo Brasil, Diretor de Outorga, Cobrança e Fiscalização da Agência Nacional de Águas, sabe desta ação ilegal; contudo, aguarda uma denúncia oficial chegar à entidade para poder tomar as providências necessárias. “Só assim teremos condições legais para agir contra essa apropriação indevida”, afirmou. O dirigente está preocupado com a situação. Precisa, porém, dos amparos legais para mobilizar tanto a Marinha como a Polícia Federal, que necessitam de comprovação do ato criminoso para promover uma operação na foz dos rios de toda a região amazônica próxima ao Oceano Atlântico. “Tenho ouvido comentários neste sentido, mas ainda nada foi formalizado”, observa. A defesa das águas brasileiras está na Constituição Federal, no Artigo 20, que trata dos Bens da União. Em seu inciso III, a legislação determina que rios e quaisquer correntes de água no território nacional, inclusive o espaço do mar territorial, é pertencente à União. Isto é complementado pela Lei 9.433/97, sobre Política Nacional de Recursos Hídricos, em seu Art. 1, inciso II, que estabelece ser a água um recurso limitado, dotado de valor econômico. E ainda determina que o poder público seja o responsável pela licença para uso dos recursos hídricos, “como derivação ou captação de parcela de água”. O gerente do Projeto Panamazônia, do INPE, o geólogo Paulo Roberto Martini, também tomou conhecimento do caso em conversa com técnicos de outros órgãos estatais. “Têm nos chegado diversas informações neste sentido, infelizmente sempre estão tirando irregularmente algo da Amazônia”, comentou o cientista, preocupado com o contrabando. Os cálculos preliminares mostram que cada navio tem se abastecido com 250 milhões de litros. A ingerência estrangeira nos recursos naturais da região amazônica tem aumentado significativamente nos últimos anos. Águas amazônicas Seja por ação de empresas multinacionais, pesquisadores estrangeiros autônomos ou pelas missões religiosas internacionais. Mesmo com o Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM) ainda não foi possível conter os contrabandos e a interferência externa dentro da região. A hidropirataria também é conhecida dos pesquisadores da Petrobras e de órgãos públicos estaduais do Amazonas. A informação deste novo crime chegou, de maneira não oficial, ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), órgão do governo local. “Uma mobilização até o local seria extremamente dispendiosa e necessitaríamos do auxílio tanto de outros órgãos como da comunidade para coibir essa prática”, reafirmou Ivo Brasil. A captação é feita pelos petroleiros na foz do rio ou já dentro do curso de água doce. Somente o local do deságüe do Amazonas no Atlântico tem 320 km de extensão e fica dentro do território do Amapá. Neste lugar, a profundidade média é em torno de 50 m, o que suportaria o trânsito de um grande navio cargueiro. O contrabando é facilitado pela ausência de fiscalização na área. Essa água, apesar de conter uma gama residual imensa e a maior parte de origem mineral, pode ser facilmente tratada. Para empresas engarrafadoras, tanto da Europa como do Oriente Médio, trabalhar com essa água mesmo no estado bruto representaria uma grande economia. O custo por litro tratado seria muito inferior aos processos de dessalinizar águas subterrâneas ou oceânicas. Além de livrar-se do pagamento das altas taxas de utilização das águas de superfície existentes, principalmente, dos rios europeus. As águas salinizadas estão presentes no subsolo de vários países do Oriente Médio, como a Arábia Saudita, Kuwait e Israel. Eles praticamente só dispõem desta fonte para seus abastecimentos. O Brasil importa desta região cerca de 5% de todo o petróleo que será convertido para gasolina e outros derivados considerados de densidade leve. Esse procedimento de retirada do sal é feito por osmose reversa, algo extremamente caro. Na dessalinização é gasto US$ 1,50 por metro cúbico e US$ 0,80 com o mesmo volume de água doce tratada. Hidro ou biopirataria? O diretor de operações da empresa Águas do Amazonas, o engenheiro Paulo Edgard Fiamenghi, trata as águas do Rio Negro, que abastece Manaus, por processos convencionais. E reconhece que esse procedimento seria de baixo custo para países com grandes dificuldades em obter água potável. “Levar água para se tratar no processo convencional é muito mais barato que o tratamento por osmose reversa”, comenta. O avanço sobre as reservas hídricas do maior complexo ambiental do mundo, segundo os especialistas, pode ser o começo de um processo desastroso para a Amazônia. E isto surge num momento crítico, cujos esforços estão concentrados em reduzir a destruição da flora e da fauna, abrandando também a pressão internacional pela conservação dos ecossistemas locais. Entretanto, no meio científico ninguém poderia supor que o manancial hídrico seria a próxima vítima da pirataria ambiental. Porém os pesquisadores brasileiros questionam o real interesse em se levar as águas amazônicas para outros continentes. O que suscita novamente o maior drama amazônico, o roubo de seus organismos vivos. “Podem estar levando água, peixes ou outras espécies e isto envolve diretamente a soberania dos países na região”, argumentou Martini. A mesma linha de raciocínio é utilizada pelo professor do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Universidade Federal do Paraná, Ary Haro. Para ele, o simples roubo de água doce está longe de ser vantajoso no aspecto econômico. “Como ainda é desconhecido, só podemos formular teorias e uma delas pode estar ligada ao contrabando de peixes ou mesmo de microorganismos”, observou. Essa suposição também é tida como algo possível para Fiamenghi, pois o volume levado na nova modalidade, denominada “hidropirataria” seria relativamente pequeno. Um navio petroleiro armazenaria o equivalente a meio dia de água utilizada pela cidade de Manaus, de 1,5 milhão de habitantes. “Desconheço esse caso, mas podemos estar diante de outros interesses além de se levar apenas água doce”, comentou. Segundo o pesquisador do INPE, a saturação dos recursos hídricos utilizáveis vem numa progressão mundial e a Amazônia é considerada a grande reserva do Planeta para os próximos mil anos. Pelos seus cálculos, 12% da água doce de superfície se encontram no território amazônico. “Essa é uma estimativa extremamente conservadora, há os que defendem 26% como o número mais preciso”, explicou. Em todo o Planeta, dois terços são ocupado por oceanos, mares e rios. Porém, somente 3% desse volume são de água doce. Um índice baixo, que se torna ainda menor se for excluído o percentual encontrado no estado sólido, como nas geleiras polares e nos cumes das grandes cordilheiras. Contando ainda com as águas subterrâneas. Atualmente, na superfície do Planeta, a água em estado líquido, representa menos de 1% deste total disponível. A previsão é que num período entre 100 e 150 anos, as guerras sejam motivadas pela detenção dos recursos hídricos utilizáveis no consumo humano e em suas diversas atividades, com a agricultura. Muito disto se daria pela quebra dos regimes de chuvas, causada pelo aquecimento global. Isto alteraria profundamente o cenário hidrológico mundial, trazendo estiagem mais longas, menores índices pluviométricos, além do degelo das reservas polares e das neves permanentes. Sob esse aspecto, a Amazônia se transforma num local estratégico. Muito devido às suas características particulares, como o fato de ser a maior bacia existente na Terra e deter a mais complexa rede hidrográfica do planeta, com mais de mil afluentes. Diante deste quadro, a conclusão é óbvia: a sobrevivência da biodiversidade mundial passa pela preservação desta reserva. Mas a importância deste reduto natural poderá ser, num futuro próximo, sinônimo de riscos à soberania dos territórios panamazônicos. O que significa dizer que o Brasil seria um alvo prioritário numa eventual tentativa de se internacionalizar esses recursos, como já ocorre no caso das patentes de produtos derivados de espécies amazônicas. Pois 63,88% das águas que formam o rio se encontram dentro dos limites nacionais. Esse potencial conflito é algo que projetos como o Sistema de Vigilância da Amazônia procuram minimizar. Outro aspecto a ser contornado é a falta de monitoramento da foz do rio. A cobertura de nuvens em toda Amazônia é intensa e os satélites de sensoriamento remoto não conseguem obter imagens do local. Já os satélites de captação de imagens via radar, que conseguiriam furar o bloqueio das nuvens e detectar os navios, estão operando mais ao norte. As águas amazônicas representam 68% de todo volume hídrico existente no Brasil. E sua importância para o futuro da humanidade é fundamental. Entre 1970 e 1995 a quantidade de água disponível para cada habitante do mundo caiu 37% em todo mundo, e atualmente cerca de 1,4 bilhão de pessoas não têm acesso a água limpa. Segundo a Water World Vision, somente o Rio Amazonas e o Congo podem ser qualificados como limpos. Fonte: Ambiente Brasil https://guerraearmas.wordpress.com/2015/01/29/navios-roubam-agua-dos-rios-da-amazonia/
    Fotos da Linha do Tempo.
    ...(Continuar Lendo)
  • K



AVISO: O conteúdo de cada postagem é de única e exclusiva responsabilidade do autor da mensagem. Se você encontrou algum conteúdo ofencivo ou pornográfico, por favor entre em contato conosco. Você também pode enviar seu texto para gente.


Previsão do tempo na Região