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Últimas Notícias da cidade de Paraíso - SC nas Redes Sociais

As Notícias são atualizadas em tempo real.

  • Concurso Câmara de Paraíso - SC
    Concurso da Câmara de Paraíso, Santa Catarina, abre vaga para cargo de contador. O salário é de R$ 2.698,12.
  • Edital Brasil

    em 21/01/2013 Via Google+
    Gabarito do Processo Seletivo de Paraíso - SC
    Confira o Gabarito Oficial do processo seletivo N° 001/2012 da Prefeitura Municipal de Paraíso, Estado de Santa Catarina, para admissão de Professores e Monitor de Educação em caráter temporário.
  • Gtal João

    em 01/08/2014
    Alda Niemeyer Escrito por Adalberto Day tamanho da fonte diminuir o tamanho da fonte aumentar o tamanho da fonte Imprimir E-mail Seja o primeiro a comentar Sra. Alda Niemeyer - em dezembro de 2013 aos 93 anos de idade. Hoje vamos conhecer um pouco da biografia de uma ilustre personalidade, mulher forte e doce, que muitas vezes apesar dos desafios materiais, sua palavra é superação. Falamos da Sra. Alda Schlemm Niemeyer. Texto: Angelina Wittmann. A Sra. Alda nasceu em Joinville, em 18 de maio de 1920, depois foi residir em Curitiba, com sua família, onde passou sua infância e juventude. Sua mãe chamava-se Wanda (Família Müller - Curitiba - PR) e seu pai - primeiro casamento da Sra. Wanda - chamava-se Sr. Frederico Alexandre Schlemm - família de Joinville - SC. Sra. Alda tinha como pai, o segundo esposo da Sra. Wanda - Sr. Max Alfred Bayer, pois o conhecia desde tenra idade. A Sra. Wanda Müller casou-se em junho de 1918 com o Sr. Frederico A. Schlemm e a família residiam na cidade de Joinville. Sr. Schlemm faleceu logo após o nascimento da irmãzinha da Sra. Alda -Marthali. Após o falecimento do marido, Sra. Wanda mudou-se com suas filhas, para a casa paterna, situada na capital do Paraná. De acordo com registros de família, a casa dos Müller, em Curitiba era grande, com um grande jardim com muitas árvores, canteiros de flores, quadra de tênis, garagem, viveiro de pássaros, galinheiro, etc. Dona Alda se lembra do jardim, onde floriam rosas e dálias. As meninas, de acordo com relato de Dona Alda, viviam no paraíso, na casa de seus avós Müller. A propriedade da família estava localizada onde hoje está o Shopping Müller - Curitiba. Dona Alda disse-nos, em nosso último encontro, que a casa dos avós ainda existe. Dona Alda continuou contando que ela e sua irmã - Marthali recebiam, com muita frequência, vestidos e sapatos novos. Só não apreciavam muito, pois eram sempre idênticos. Seus vestidos e de sua irmã eram confeccionados por sua mãe - Sra. Wanda e por sua Vó Muschel. Dona Alda, sua irmã Marthali e sua mãe - Sra. Wanda Foto acervo da Sr.a Alda. "Eu vivia confiante no meu ambiente e acreditava em tudo. infelizmente sou assim até hoje. Minha crença infantil daquela época não conhecia limites. assim pude ser encontrada, certo dia, sentada numa cadeirinha no quintal. Não arredava os olhos da porta da cozinha. Alguém havia dito que aquele dia era o da Ascensão de Maria. E eu não poderia perder o voo de nossa cozinheira Maria em direção ao céu." Conta a Sra. Alda. Em 1925, a Sra. Wanda casa-se pela segunda vez com o Sr. Bayer. Dona Alda tinha 5 anos de idade. Sr. Bayer era funcionário do Banco alemão Transatlântico, que tinha uma agência em Curitiba, mais tarde foi incorporado a Caixa Econômica Federal - durante a II Guerra Mundial, onde se aposentou. Dona Alda em 1939 - quando embarcou para a Alemanha Foto acervo da Sra. Alda. Com o auxílio do Consulado Alemão, muitos jovens viajaram, em 1939, para a Alemanha. Dona Alda e sua irmã Marthali conseguiram se engajar neste intercâmbio. Sua mãe Wanda viajou algumas semanas mais tarde. O navio da Sra. Wanda, foi o último que atracou no porto de Hamburgo, antes da II Guerra Mundial. As três passagens, já pagas pelo Sr. Beyer, de nada adiantaram, para que as três pudessem retornar para o Brasil - Dona Alda, sua irmã Marthali e sua mãe Sra. Wanda ficaram impedidas de retornar ao Brasil, em função da guerra, que iniciou neste mesmo ano de 1939. Permaneceram, forçosamente, na Alemanha por nove anos. Durante a II Guerra Mundial, trabalharam na Alemanha, muitas vezes pelo alimento.Dona Alda trabalhou como enfermeira com um cirurgião-dentista e na Cruz Vermelha - trabalho voluntário feminino, com idade entre 20 e 30 anos. "As aventura de mamãe Wanda, Alda e Marthali durante a II Guerra Mundialencheriam um livro a parte e os leitores tanto poderiam rir, como chorar. Mas, este é um texto que eu não quero escrever. Há lembranças que até hoje me assolam e enquanto não as superei... Marthali" Dona Alda escreveu na forma de versos, sobre sua mãe - Sra. Wanda - contando um pouco dos tempos na Alemanha, durante o período de guerra.· Alguns versos: Papai sozinho em casa ficou, reclamando da solidão, pois suas estrelas - lá se foram! Dortmund foi o primeiro destino, onde muito aconteceu. Neve e gelo - e geada dói! Alda corre, sempre afobada, No consultório pra lá e cá... Cheira forte a antissépticos! Wanda para alimentar a família, das quatro as sete da matina, esperando em filas - paciente! Wanda perambula pelas florestas, e logo acha o que procura. Encontra cogumelos - colhe amoras! Bela Dortmund, polvilhada de negro, frequentemente importunada pelos ingleses. As bombas retumbam - sempre durante a noite! Era intenção deste textinho retratar alegrias deste nosso globo. Mas ao lado de momentos felizes, muita tristeza pôde ser observada. Wanda presenciou esta realidade, viu bombas, viu a terra estremecer. Mas Ulrich recebe o máximo de cuidados Enquanto a Alemanha está sendo ocupada. Dresden então foi destruída, mas só depois de longos dias, Veio a notícia: - Estamos vivos! Iremos nos juntar a vocês em breve! Para o desespero e pavor das moças e mulheres eis que surgem os russos no lugarejo. Sob muito medo o tempo passa, e após semanas a feliz notícia: - o remanejamento dos estrangeiros. Aprendemos odiar os campos de refugiados ruínas de fábricas, depósitos abandonados. Nos sentíamos como dentro de ratoeiras, sempre mordidos por percevejos, que coabitavam como fazendo parte daquela massa de gente estranha. Vagões de gado nos levaram por final, ao que parecia uma Babel, até Bamberg, onde americanos nos recepcionaram, ao ocuparmos um caminhão carvoeiro, e até carrinho de nenê foi carregado! Desta maneira alcançamos o quartel general da UNRRA. Deste campo de refugiados muitos sul-americanos encontramos. "De volta ao lar" era nosso lema e para i inferno o CIC. A Sra. Wanda foia última, das três a retornar ao Brasil - em 1948 Em 1947, Dona Alda retornou ao Brasil com os dois filhos -Ulli e Aldo - Rudi nasceu em Curitiba em, 1950. Seu marido - Günter, chegou ao Brasil no ano de 1949, e tinha como profissão, desenhista gráfico e pintor. Ficou conhecido no cenário cultural e das artes plásticas - em Curitiba.Dona Alda se casou com o Sr. Günter Hermann Schierz na Alemanha com o qual teve três filhos: Ulrich, Aldo Mathias e Rudolfo Frederico Germano. Em 1950 Dona Alda se separou do Sr. Günter Hermann Schierz. Em 1956, viúva do Sr. Schierz, Dona Alda casou-se com o médico - Sr. Érico R. Niemeyer e teve mais três filhos: Ronald Alexander (Ronny), Maria Beatriz e Sylvia. O casal Niemeyer mudou para Blumenau no final da década de 60 do século passado. Dona Alda completou 55 anos de matrimônio com o Dr. Niemeyer, quando ele veio a falecer em 4 de outubro de 2003, com 77 anos. Em Blumenau, a Sra. Alda desenvolveu trabalhos, junto à comunidade, na área social e cultural. Seu marido atuou como médico e ela o acompanhava nas atividades. Inicialmente como enfermeira, posteriormente, em obras assistenciais. A Sra. Alda foi professora de yoga. Nos anos 70 do século passado, ingressou no radioamadorismo. Pertence ao Clube de Radioamadores de Blumenau, desde 1976, como membro ativo, exercendo vários cargos. Sra. Alda participou da primeira expedição feminina, realizada no Brasil - Ilha Comprida-SP, em 1998. Como radioamadora, se destacou na divulgação da vida e obra do Padre-cientista Roberto Landell de Moura, a nível nacional e na Europa. Traduziu, para o idioma alemão, o livro - O outro lado das telecomunicações - A saga do Padre Landell de B. Hamilton Almeida. O livro foi lançado em Dortmund, na Alemanha, em maio de 1995. Pelos trabalhos feitos em torno da obra sobre a vida do Padre Moura, recebeu a comenda da Ordem de Radioamadores Padre Roberto Landell de Moura. Dona Alda foi igualmente incansável durante as grandes enchentes de 1983 e 1984, época em que sequer se imaginava a existência de câmeras digitais, celulares e computadores. Mal e mal funcionavam os telefones fixos. Ela considera seu trabalho mais relevante, no período em que, atuou como radioamadora e auxiliou nas enchentes da década de 80. eu trabalho foi publicado, em 1995, na obra, a qual é coautora: S.O.S. Enchente - Um Vale Pede Socorro (Edição esgotada). O livro é um relato documental e fotográfico das atividades radioamadorísticas durante as enchentes de 1983 e 1984. A Sra. Alda participou, igualmente, do grupo de teatro amador do C.C. 25 de Julho de Blumenau. Auxiliou na montagem de inúmeras peças de teatro, no idioma alemão. A Sra. Alda aprecia, defende as artes e a cultura de seus antepassados. Neste ano de 2014, completou 40 anos - participando diretamente da organização e participação do Programa dos encerramentos das atividades dos grupos culturais do C.C. 25 de Julho de Blumenau. Foto batida por Dona Alda durante a reunião Nacional do Partido Nacional-Socialista em Nuremberg, setembro de 1936 - antes de iniciar a II Guerra Mundial. Tendo viajado para a Alemanha, naquele verão para ver as Olimpíadas, ela permaneceu no país por mais alguns meses, e esteve presente em Nürnberg. Na ocasião, ela conseguiu espremeu-se entre as pessoas que se aglomeravam pelo caminho, percorrido pelos automóveis oficiais, conseguindo tirar esta foto com sua câmera Agfa Box 44. A foto mostra Hitler em seu Mercedes, acompanhado deHermann Goering (Luftwaffe) e Erich Raeder (Kriegsmarine), saudando a multidão. Em 1976, segundo ela “tarde, mas não tarde demais”, ingressou no radioamadorismo, hobby que a transformou em referência nacional e internacional no mundo das comunicações. A enchente de 1983 veio comprovar seu empenho na Defesa Civil: tendo a própria casa inundada, vovó Alda (como é conhecida no rádio) instalou suas antenas sobre o prédio da então EMBRATEL. De lá conseguiu mobilizar ações de apoio vitais para a cidade de Blumenau: trazer vacinas através da Força Aérea, conquistar a doação de milhares de litros de água potável, conseguir remédios, roupas e alimentos, inclusive muitas toneladas em donativos de radioamadores amigos da Alemanha. Ajudou a estabelecer a comunicação entre órgãos oficiais, mas também possibilitou ajuda a particulares.


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  • Nosso paraíso em Bombinhas

    Bombinhas ; Pousada Castellammare ; Pousada Castellammare Flat Residence ; Castellammare ; Praia ; SC ; Santa Catarina ; Verão em Bombinhas ; Bombinhas beach...

  • Strike - Paraíso Proibido Lages/SC 2014

    Festa do Pinhão.

  • rioave fc

    em 11/12/2012 Via Google+


    Antevisão RIO AVE FC - Paraíso SC Foz
    Só a vitória importa às rioavistas. Após a segunda folga no campeonato, Rio Ave FC encontra-se no 5º lugar com 12 pontos. Está a um ponto do rival Póvoa Futsal. Este sábado, as rioavistas recebem o...
  • natan welter

    em 03/10/2012 Via Google+
    grupo Gaiolas da Fronteira Paraiso - SC

    Grupo Gaiolas da Fronteira de Paraiso - SC (Natan)
  • Cachoeira Paraiso(campo alegre sc)

  • 30.ª Jorn. Camp. Dist. Honra "Paraíso SC Foz Vs CCD Ordem" 2013/14

    Resumo dos golos e fichas técnicas do jogo entre "Paraíso SC Foz Vs CCD Ordem" a contar para a 30.ª Jornada do Campeonato Distrital da AF Porto Honra, época ...

  • Marcos Borges

    em 09/06/2014 Via Youtube
    Festa Junina- Adolfo Silveira Paraíso Sc - Terceirão

    Terceiro Apresenta :3.

  • PARAÍSO AVENTURAS siticom 15s.

    Comercial do Recanto Paraíso Aventuras, recreativo do SITICOM Rio Negrinho SC.

  • Gtal João

    em 01/08/2014
    VERDADEIRA HEROÍNA DO RADIO AMADOR LEIAM


    Gtal João.
    Alda Niemeyer Escrito por Adalberto Day tamanho da fonte diminuir o tamanho da fonte aumentar o tamanho da fonte Imprimir E-mail Seja o primeiro a comentar Sra. Alda Niemeyer - em dezembro de 2013 aos 93 anos de idade. Hoje vamos conhecer um pouco da biografia de uma ilustre personalidade, mulher forte e doce, que muitas vezes apesar dos desafios materiais, sua palavra é superação. Falamos da Sra. Alda Schlemm Niemeyer. Texto: Angelina Wittmann. A Sra. Alda nasceu em Joinville, em 18 de maio de 1920, depois foi residir em Curitiba, com sua família, onde passou sua infância e juventude. Sua mãe chamava-se Wanda (Família Müller - Curitiba - PR) e seu pai - primeiro casamento da Sra. Wanda - chamava-se Sr. Frederico Alexandre Schlemm - família de Joinville - SC. Sra. Alda tinha como pai, o segundo esposo da Sra. Wanda - Sr. Max Alfred Bayer, pois o conhecia desde tenra idade. A Sra. Wanda Müller casou-se em junho de 1918 com o Sr. Frederico A. Schlemm e a família residiam na cidade de Joinville. Sr. Schlemm faleceu logo após o nascimento da irmãzinha da Sra. Alda -Marthali. Após o falecimento do marido, Sra. Wanda mudou-se com suas filhas, para a casa paterna, situada na capital do Paraná. De acordo com registros de família, a casa dos Müller, em Curitiba era grande, com um grande jardim com muitas árvores, canteiros de flores, quadra de tênis, garagem, viveiro de pássaros, galinheiro, etc. Dona Alda se lembra do jardim, onde floriam rosas e dálias. As meninas, de acordo com relato de Dona Alda, viviam no paraíso, na casa de seus avós Müller. A propriedade da família estava localizada onde hoje está o Shopping Müller - Curitiba. Dona Alda disse-nos, em nosso último encontro, que a casa dos avós ainda existe. Dona Alda continuou contando que ela e sua irmã - Marthali recebiam, com muita frequência, vestidos e sapatos novos. Só não apreciavam muito, pois eram sempre idênticos. Seus vestidos e de sua irmã eram confeccionados por sua mãe - Sra. Wanda e por sua Vó Muschel. Dona Alda, sua irmã Marthali e sua mãe - Sra. Wanda Foto acervo da Sr.a Alda. "Eu vivia confiante no meu ambiente e acreditava em tudo. infelizmente sou assim até hoje. Minha crença infantil daquela época não conhecia limites. assim pude ser encontrada, certo dia, sentada numa cadeirinha no quintal. Não arredava os olhos da porta da cozinha. Alguém havia dito que aquele dia era o da Ascensão de Maria. E eu não poderia perder o voo de nossa cozinheira Maria em direção ao céu." Conta a Sra. Alda. Em 1925, a Sra. Wanda casa-se pela segunda vez com o Sr. Bayer. Dona Alda tinha 5 anos de idade. Sr. Bayer era funcionário do Banco alemão Transatlântico, que tinha uma agência em Curitiba, mais tarde foi incorporado a Caixa Econômica Federal - durante a II Guerra Mundial, onde se aposentou. Dona Alda em 1939 - quando embarcou para a Alemanha Foto acervo da Sra. Alda. Com o auxílio do Consulado Alemão, muitos jovens viajaram, em 1939, para a Alemanha. Dona Alda e sua irmã Marthali conseguiram se engajar neste intercâmbio. Sua mãe Wanda viajou algumas semanas mais tarde. O navio da Sra. Wanda, foi o último que atracou no porto de Hamburgo, antes da II Guerra Mundial. As três passagens, já pagas pelo Sr. Beyer, de nada adiantaram, para que as três pudessem retornar para o Brasil - Dona Alda, sua irmã Marthali e sua mãe Sra. Wanda ficaram impedidas de retornar ao Brasil, em função da guerra, que iniciou neste mesmo ano de 1939. Permaneceram, forçosamente, na Alemanha por nove anos. Durante a II Guerra Mundial, trabalharam na Alemanha, muitas vezes pelo alimento.Dona Alda trabalhou como enfermeira com um cirurgião-dentista e na Cruz Vermelha - trabalho voluntário feminino, com idade entre 20 e 30 anos. "As aventura de mamãe Wanda, Alda e Marthali durante a II Guerra Mundialencheriam um livro a parte e os leitores tanto poderiam rir, como chorar. Mas, este é um texto que eu não quero escrever. Há lembranças que até hoje me assolam e enquanto não as superei... Marthali" Dona Alda escreveu na forma de versos, sobre sua mãe - Sra. Wanda - contando um pouco dos tempos na Alemanha, durante o período de guerra.· Alguns versos: Papai sozinho em casa ficou, reclamando da solidão, pois suas estrelas - lá se foram! Dortmund foi o primeiro destino, onde muito aconteceu. Neve e gelo - e geada dói! Alda corre, sempre afobada, No consultório pra lá e cá... Cheira forte a antissépticos! Wanda para alimentar a família, das quatro as sete da matina, esperando em filas - paciente! Wanda perambula pelas florestas, e logo acha o que procura. Encontra cogumelos - colhe amoras! Bela Dortmund, polvilhada de negro, frequentemente importunada pelos ingleses. As bombas retumbam - sempre durante a noite! Era intenção deste textinho retratar alegrias deste nosso globo. Mas ao lado de momentos felizes, muita tristeza pôde ser observada. Wanda presenciou esta realidade, viu bombas, viu a terra estremecer. Mas Ulrich recebe o máximo de cuidados Enquanto a Alemanha está sendo ocupada. Dresden então foi destruída, mas só depois de longos dias, Veio a notícia: - Estamos vivos! Iremos nos juntar a vocês em breve! Para o desespero e pavor das moças e mulheres eis que surgem os russos no lugarejo. Sob muito medo o tempo passa, e após semanas a feliz notícia: - o remanejamento dos estrangeiros. Aprendemos odiar os campos de refugiados ruínas de fábricas, depósitos abandonados. Nos sentíamos como dentro de ratoeiras, sempre mordidos por percevejos, que coabitavam como fazendo parte daquela massa de gente estranha. Vagões de gado nos levaram por final, ao que parecia uma Babel, até Bamberg, onde americanos nos recepcionaram, ao ocuparmos um caminhão carvoeiro, e até carrinho de nenê foi carregado! Desta maneira alcançamos o quartel general da UNRRA. Deste campo de refugiados muitos sul-americanos encontramos. "De volta ao lar" era nosso lema e para i inferno o CIC. A Sra. Wanda foia última, das três a retornar ao Brasil - em 1948 Em 1947, Dona Alda retornou ao Brasil com os dois filhos -Ulli e Aldo - Rudi nasceu em Curitiba em, 1950. Seu marido - Günter, chegou ao Brasil no ano de 1949, e tinha como profissão, desenhista gráfico e pintor. Ficou conhecido no cenário cultural e das artes plásticas - em Curitiba.Dona Alda se casou com o Sr. Günter Hermann Schierz na Alemanha com o qual teve três filhos: Ulrich, Aldo Mathias e Rudolfo Frederico Germano. Em 1950 Dona Alda se separou do Sr. Günter Hermann Schierz. Em 1956, viúva do Sr. Schierz, Dona Alda casou-se com o médico - Sr. Érico R. Niemeyer e teve mais três filhos: Ronald Alexander (Ronny), Maria Beatriz e Sylvia. O casal Niemeyer mudou para Blumenau no final da década de 60 do século passado. Dona Alda completou 55 anos de matrimônio com o Dr. Niemeyer, quando ele veio a falecer em 4 de outubro de 2003, com 77 anos. Em Blumenau, a Sra. Alda desenvolveu trabalhos, junto à comunidade, na área social e cultural. Seu marido atuou como médico e ela o acompanhava nas atividades. Inicialmente como enfermeira, posteriormente, em obras assistenciais. A Sra. Alda foi professora de yoga. Nos anos 70 do século passado, ingressou no radioamadorismo. Pertence ao Clube de Radioamadores de Blumenau, desde 1976, como membro ativo, exercendo vários cargos. Sra. Alda participou da primeira expedição feminina, realizada no Brasil - Ilha Comprida-SP, em 1998. Como radioamadora, se destacou na divulgação da vida e obra do Padre-cientista Roberto Landell de Moura, a nível nacional e na Europa. Traduziu, para o idioma alemão, o livro - O outro lado das telecomunicações - A saga do Padre Landell de B. Hamilton Almeida. O livro foi lançado em Dortmund, na Alemanha, em maio de 1995. Pelos trabalhos feitos em torno da obra sobre a vida do Padre Moura, recebeu a comenda da Ordem de Radioamadores Padre Roberto Landell de Moura. Dona Alda foi igualmente incansável durante as grandes enchentes de 1983 e 1984, época em que sequer se imaginava a existência de câmeras digitais, celulares e computadores. Mal e mal funcionavam os telefones fixos. Ela considera seu trabalho mais relevante, no período em que, atuou como radioamadora e auxiliou nas enchentes da década de 80. eu trabalho foi publicado, em 1995, na obra, a qual é coautora: S.O.S. Enchente - Um Vale Pede Socorro (Edição esgotada). O livro é um relato documental e fotográfico das atividades radioamadorísticas durante as enchentes de 1983 e 1984. A Sra. Alda participou, igualmente, do grupo de teatro amador do C.C. 25 de Julho de Blumenau. Auxiliou na montagem de inúmeras peças de teatro, no idioma alemão. A Sra. Alda aprecia, defende as artes e a cultura de seus antepassados. Neste ano de 2014, completou 40 anos - participando diretamente da organização e participação do Programa dos encerramentos das atividades dos grupos culturais do C.C. 25 de Julho de Blumenau. Foto batida por Dona Alda durante a reunião Nacional do Partido Nacional-Socialista em Nuremberg, setembro de 1936 - antes de iniciar a II Guerra Mundial. Tendo viajado para a Alemanha, naquele verão para ver as Olimpíadas, ela permaneceu no país por mais alguns meses, e esteve presente em Nürnberg. Na ocasião, ela conseguiu espremeu-se entre as pessoas que se aglomeravam pelo caminho, percorrido pelos automóveis oficiais, conseguindo tirar esta foto com sua câmera Agfa Box 44. A foto mostra Hitler em seu Mercedes, acompanhado deHermann Goering (Luftwaffe) e Erich Raeder (Kriegsmarine), saudando a multidão. Em 1976, segundo ela “tarde, mas não tarde demais”, ingressou no radioamadorismo, hobby que a transformou em referência nacional e internacional no mundo das comunicações. A enchente de 1983 veio comprovar seu empenho na Defesa Civil: tendo a própria casa inundada, vovó Alda (como é conhecida no rádio) instalou suas antenas sobre o prédio da então EMBRATEL. De lá conseguiu mobilizar ações de apoio vitais para a cidade de Blumenau: trazer vacinas através da Força Aérea, conquistar a doação de milhares de litros de água potável, conseguir remédios, roupas e alimentos, inclusive muitas toneladas em donativos de radioamadores amigos da Alemanha. Ajudou a estabelecer a comunicação entre órgãos oficiais, mas também possibilitou ajuda a particulares.
  • RiCk JuNior

    em 01/08/2014
    LEMBRANDO HOJE É O ULTIMO DIA DE VENDAS DOS ANTECIPADOS. PONTOS DE VENDAS DE INGRESSOS ANTECIPADOS. Aliados Tattoo Studio rua aquários n:923 bairro Jardim paraíso World fitness Suplementação Esportiva rua Santa Catarina n:1472 Adriano Hirt Garuva sc Sabrina Lozovey E Angelo Sampaio Jaraguá do sul sc Joice Jahn Guaramirim sc Deni de Jesus Joinville sc Tamires Bompani Joinville sc RiCk JuNior Joinville sc Petherson Patrick Joinville sc Gabrielly André Marcelino Joinville sc Gabriela Brehnn Joinville sc Francielle Ouriques joinville sc


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  • Canarinhos de Cristo - Paraíso - Aldeia Condá-Chapecó SC

  • Prefeitura de Paraíso - SC abre processo seletivo
    Prefeitura de Paraíso, Santa Catarina, está oferecendo várias vagas para monitor e professor com salários de até R$ 1.488,53.
  • Gtal João

    em 01/08/2014



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    Gtal João.
    Alda Niemeyer Escrito por Adalberto Day tamanho da fonte diminuir o tamanho da fonte aumentar o tamanho da fonte Imprimir E-mail Seja o primeiro a comentar Sra. Alda Niemeyer - em dezembro de 2013 aos 93 anos de idade. Hoje vamos conhecer um pouco da biografia de uma ilustre personalidade, mulher forte e doce, que muitas vezes apesar dos desafios materiais, sua palavra é superação. Falamos da Sra. Alda Schlemm Niemeyer. Texto: Angelina Wittmann. A Sra. Alda nasceu em Joinville, em 18 de maio de 1920, depois foi residir em Curitiba, com sua família, onde passou sua infância e juventude. Sua mãe chamava-se Wanda (Família Müller - Curitiba - PR) e seu pai - primeiro casamento da Sra. Wanda - chamava-se Sr. Frederico Alexandre Schlemm - família de Joinville - SC. Sra. Alda tinha como pai, o segundo esposo da Sra. Wanda - Sr. Max Alfred Bayer, pois o conhecia desde tenra idade. A Sra. Wanda Müller casou-se em junho de 1918 com o Sr. Frederico A. Schlemm e a família residiam na cidade de Joinville. Sr. Schlemm faleceu logo após o nascimento da irmãzinha da Sra. Alda -Marthali. Após o falecimento do marido, Sra. Wanda mudou-se com suas filhas, para a casa paterna, situada na capital do Paraná. De acordo com registros de família, a casa dos Müller, em Curitiba era grande, com um grande jardim com muitas árvores, canteiros de flores, quadra de tênis, garagem, viveiro de pássaros, galinheiro, etc. Dona Alda se lembra do jardim, onde floriam rosas e dálias. As meninas, de acordo com relato de Dona Alda, viviam no paraíso, na casa de seus avós Müller. A propriedade da família estava localizada onde hoje está o Shopping Müller - Curitiba. Dona Alda disse-nos, em nosso último encontro, que a casa dos avós ainda existe. Dona Alda continuou contando que ela e sua irmã - Marthali recebiam, com muita frequência, vestidos e sapatos novos. Só não apreciavam muito, pois eram sempre idênticos. Seus vestidos e de sua irmã eram confeccionados por sua mãe - Sra. Wanda e por sua Vó Muschel. Dona Alda, sua irmã Marthali e sua mãe - Sra. Wanda Foto acervo da Sr.a Alda. "Eu vivia confiante no meu ambiente e acreditava em tudo. infelizmente sou assim até hoje. Minha crença infantil daquela época não conhecia limites. assim pude ser encontrada, certo dia, sentada numa cadeirinha no quintal. Não arredava os olhos da porta da cozinha. Alguém havia dito que aquele dia era o da Ascensão de Maria. E eu não poderia perder o voo de nossa cozinheira Maria em direção ao céu." Conta a Sra. Alda. Em 1925, a Sra. Wanda casa-se pela segunda vez com o Sr. Bayer. Dona Alda tinha 5 anos de idade. Sr. Bayer era funcionário do Banco alemão Transatlântico, que tinha uma agência em Curitiba, mais tarde foi incorporado a Caixa Econômica Federal - durante a II Guerra Mundial, onde se aposentou. Dona Alda em 1939 - quando embarcou para a Alemanha Foto acervo da Sra. Alda. Com o auxílio do Consulado Alemão, muitos jovens viajaram, em 1939, para a Alemanha. Dona Alda e sua irmã Marthali conseguiram se engajar neste intercâmbio. Sua mãe Wanda viajou algumas semanas mais tarde. O navio da Sra. Wanda, foi o último que atracou no porto de Hamburgo, antes da II Guerra Mundial. As três passagens, já pagas pelo Sr. Beyer, de nada adiantaram, para que as três pudessem retornar para o Brasil - Dona Alda, sua irmã Marthali e sua mãe Sra. Wanda ficaram impedidas de retornar ao Brasil, em função da guerra, que iniciou neste mesmo ano de 1939. Permaneceram, forçosamente, na Alemanha por nove anos. Durante a II Guerra Mundial, trabalharam na Alemanha, muitas vezes pelo alimento.Dona Alda trabalhou como enfermeira com um cirurgião-dentista e na Cruz Vermelha - trabalho voluntário feminino, com idade entre 20 e 30 anos. "As aventura de mamãe Wanda, Alda e Marthali durante a II Guerra Mundialencheriam um livro a parte e os leitores tanto poderiam rir, como chorar. Mas, este é um texto que eu não quero escrever. Há lembranças que até hoje me assolam e enquanto não as superei... Marthali" Dona Alda escreveu na forma de versos, sobre sua mãe - Sra. Wanda - contando um pouco dos tempos na Alemanha, durante o período de guerra.· Alguns versos: Papai sozinho em casa ficou, reclamando da solidão, pois suas estrelas - lá se foram! Dortmund foi o primeiro destino, onde muito aconteceu. Neve e gelo - e geada dói! Alda corre, sempre afobada, No consultório pra lá e cá... Cheira forte a antissépticos! Wanda para alimentar a família, das quatro as sete da matina, esperando em filas - paciente! Wanda perambula pelas florestas, e logo acha o que procura. Encontra cogumelos - colhe amoras! Bela Dortmund, polvilhada de negro, frequentemente importunada pelos ingleses. As bombas retumbam - sempre durante a noite! Era intenção deste textinho retratar alegrias deste nosso globo. Mas ao lado de momentos felizes, muita tristeza pôde ser observada. Wanda presenciou esta realidade, viu bombas, viu a terra estremecer. Mas Ulrich recebe o máximo de cuidados Enquanto a Alemanha está sendo ocupada. Dresden então foi destruída, mas só depois de longos dias, Veio a notícia: - Estamos vivos! Iremos nos juntar a vocês em breve! Para o desespero e pavor das moças e mulheres eis que surgem os russos no lugarejo. Sob muito medo o tempo passa, e após semanas a feliz notícia: - o remanejamento dos estrangeiros. Aprendemos odiar os campos de refugiados ruínas de fábricas, depósitos abandonados. Nos sentíamos como dentro de ratoeiras, sempre mordidos por percevejos, que coabitavam como fazendo parte daquela massa de gente estranha. Vagões de gado nos levaram por final, ao que parecia uma Babel, até Bamberg, onde americanos nos recepcionaram, ao ocuparmos um caminhão carvoeiro, e até carrinho de nenê foi carregado! Desta maneira alcançamos o quartel general da UNRRA. Deste campo de refugiados muitos sul-americanos encontramos. "De volta ao lar" era nosso lema e para i inferno o CIC. A Sra. Wanda foia última, das três a retornar ao Brasil - em 1948 Em 1947, Dona Alda retornou ao Brasil com os dois filhos -Ulli e Aldo - Rudi nasceu em Curitiba em, 1950. Seu marido - Günter, chegou ao Brasil no ano de 1949, e tinha como profissão, desenhista gráfico e pintor. Ficou conhecido no cenário cultural e das artes plásticas - em Curitiba.Dona Alda se casou com o Sr. Günter Hermann Schierz na Alemanha com o qual teve três filhos: Ulrich, Aldo Mathias e Rudolfo Frederico Germano. Em 1950 Dona Alda se separou do Sr. Günter Hermann Schierz. Em 1956, viúva do Sr. Schierz, Dona Alda casou-se com o médico - Sr. Érico R. Niemeyer e teve mais três filhos: Ronald Alexander (Ronny), Maria Beatriz e Sylvia. O casal Niemeyer mudou para Blumenau no final da década de 60 do século passado. Dona Alda completou 55 anos de matrimônio com o Dr. Niemeyer, quando ele veio a falecer em 4 de outubro de 2003, com 77 anos. Em Blumenau, a Sra. Alda desenvolveu trabalhos, junto à comunidade, na área social e cultural. Seu marido atuou como médico e ela o acompanhava nas atividades. Inicialmente como enfermeira, posteriormente, em obras assistenciais. A Sra. Alda foi professora de yoga. Nos anos 70 do século passado, ingressou no radioamadorismo. Pertence ao Clube de Radioamadores de Blumenau, desde 1976, como membro ativo, exercendo vários cargos. Sra. Alda participou da primeira expedição feminina, realizada no Brasil - Ilha Comprida-SP, em 1998. Como radioamadora, se destacou na divulgação da vida e obra do Padre-cientista Roberto Landell de Moura, a nível nacional e na Europa. Traduziu, para o idioma alemão, o livro - O outro lado das telecomunicações - A saga do Padre Landell de B. Hamilton Almeida. O livro foi lançado em Dortmund, na Alemanha, em maio de 1995. Pelos trabalhos feitos em torno da obra sobre a vida do Padre Moura, recebeu a comenda da Ordem de Radioamadores Padre Roberto Landell de Moura. Dona Alda foi igualmente incansável durante as grandes enchentes de 1983 e 1984, época em que sequer se imaginava a existência de câmeras digitais, celulares e computadores. Mal e mal funcionavam os telefones fixos. Ela considera seu trabalho mais relevante, no período em que, atuou como radioamadora e auxiliou nas enchentes da década de 80. eu trabalho foi publicado, em 1995, na obra, a qual é coautora: S.O.S. Enchente - Um Vale Pede Socorro (Edição esgotada). O livro é um relato documental e fotográfico das atividades radioamadorísticas durante as enchentes de 1983 e 1984. A Sra. Alda participou, igualmente, do grupo de teatro amador do C.C. 25 de Julho de Blumenau. Auxiliou na montagem de inúmeras peças de teatro, no idioma alemão. A Sra. Alda aprecia, defende as artes e a cultura de seus antepassados. Neste ano de 2014, completou 40 anos - participando diretamente da organização e participação do Programa dos encerramentos das atividades dos grupos culturais do C.C. 25 de Julho de Blumenau. Foto batida por Dona Alda durante a reunião Nacional do Partido Nacional-Socialista em Nuremberg, setembro de 1936 - antes de iniciar a II Guerra Mundial. Tendo viajado para a Alemanha, naquele verão para ver as Olimpíadas, ela permaneceu no país por mais alguns meses, e esteve presente em Nürnberg. Na ocasião, ela conseguiu espremeu-se entre as pessoas que se aglomeravam pelo caminho, percorrido pelos automóveis oficiais, conseguindo tirar esta foto com sua câmera Agfa Box 44. A foto mostra Hitler em seu Mercedes, acompanhado deHermann Goering (Luftwaffe) e Erich Raeder (Kriegsmarine), saudando a multidão. Em 1976, segundo ela “tarde, mas não tarde demais”, ingressou no radioamadorismo, hobby que a transformou em referência nacional e internacional no mundo das comunicações. A enchente de 1983 veio comprovar seu empenho na Defesa Civil: tendo a própria casa inundada, vovó Alda (como é conhecida no rádio) instalou suas antenas sobre o prédio da então EMBRATEL. De lá conseguiu mobilizar ações de apoio vitais para a cidade de Blumenau: trazer vacinas através da Força Aérea, conquistar a doação de milhares de litros de água potável, conseguir remédios, roupas e alimentos, inclusive muitas toneladas em donativos de radioamadores amigos da Alemanha. Ajudou a estabelecer a comunicação entre órgãos oficiais, mas também possibilitou ajuda a particulares.
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