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Últimas Notícias da cidade de Três Passos - RS

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  • Tiemann

    em 13/10/2014
    🔞 @ Três Passos, Rio Grande do Sul http://t.co/mOuhPcDYIN


  • Silas Cruz

    em 22/06/2014 Via Google++
    S10 Devassa (Tres Passos-RS) - Dj Alan Original
    CD S10 Devassa de Tres Passos-RS By Dj Alan

    S10 Devassa (Tres Passos-RS) - Dj Alan Original - Fest Sound
  • Fonte: G1 em 20/10/2014

    Laudo que contesta suicídio da mãe de Bernardo é enviado à Justiça
    à Comarca de Três Passos, no Noroeste do Rio Grande do Sul. O documento aponta que a mãe do menino, morto em abril deste ano, não cometeu suicídio e sim foi assassinada em 2010 dentro da clínica do então marido, Leandro Boldrini. O objetivo é ...

  • Fonte: G1 em 19/10/2014

    Três pessoas morrem em três acidentes em rodovias do RS
    Três pessoas morreram em acidentes na madrugada deste domingo (19) no Rio Grande do Sul. Um deles aconteceu na ERS-401, em Charqueadas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Segundo o Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM), um Ford Focus ...

  • ju

    em 19/10/2014
    RT @elenvonm: VEM PRA JK! 🍻🍺🍸 (@ Jk Eventos in Três Passos, Rio Grande Do Sul w/ @isabelaraujjo @julianakern @_jukalves) https://t.co/M01wC
  • Monique

    em 20/10/2014
    I'm at Unijui in Tres Passos, Rio Grande do Sul https://t.co/Ppo6wqDnDc
  • Sonia Silva

    em 10/07/2014 Via Google++
    Vamos ajudar a fazer justiça! Tragédia em Três Passos - RS - Bernardo Uglione Boldrini assassinado friamente com uma injeção letal por sua madrasta e colega e enterrado "vivo" e jogaram soda cáustica sobre o seu corpo.   #Justiça   #Brasil   #Justice   #murder   #Child   #Criança   #riograndedosul   #Brasil   #Mundo   #Socorro   #Cryforhelp  

    The Mysterious Death of 11-Year-Old Bernardo Uglione Boldrini: Father, Stepmother and Friend Suspected in Lethal Injection
  • Fonte: R7 Notícias em 20/10/2014

    Sul tem cinco mortes e 223 mil pessoas afetadas com as chuvas
    A chuva afeta, nesta segunda-feira (20), ao menos 223 mil pessoas no sul do País, segundo boletim das Defesas Civil. Três pessoas morreram no Rio Grande do Sul, uma no Paraná e outra em Santa Catarina desde o início dos temporais com chuva de granizo ...

  • Fonte: cbnfoz.com.br em 14/10/2014

    Chuva persiste nesta terça-feira em grande parte do Rio Grande do Sul
    A chuva segue nesta terça-feira (14) em boa parte do Rio Grande do Sul. Porém, não há risco de temporal ... O alerta segue pelo menos até sábado (18). Nos três dias, o acumulado de chuva pode passar de 100 milímetros em algumas regiões.

  • Luch. Heldt

    em 10/08/2014 Via Youtube
    Cachoeira em Três Passos RS

  • Fonte: Momento Verdadeiro em 20/10/2014

    Nova investigação pode reabrir caso da morte da mãe do menino Bernardo.
    em Três Passos, Rio Grande do Sul. Para a polícia, foi suicídio. O menino Bernardo, neto de dona Jussara e filho de Odilaine, foi encontrado morto em uma cova rasa, em abril passado, no interior gaúcho. O caso revelou um passado de violência e ...

  • Fonte: cbnfoz.com.br em 18/10/2014

    Colisão mata três pessoas que voltavam da Oktoberfest no RS
    Um grande acidente matou três pessoas e deixou outras duas feridas na manhã deste sábado (18) em Santa Rosa, na Região Noroeste do Rio Grande do Sul. Foi na Avenida Expedicionário Weber, no Bairro Cruzeiro, região central da cidade. O condutor do Gol ...

  • Fonte: Diário de Canoas em 20/10/2014

    Laudo de perito particular diz que mãe do menino não se matou
    Uma análise feita por um perito particular pode reabrir as investigações sobre a morte de Odilaine Uglione, mãe do menino Bernardo Uglione Boldrini, morto em abril deste ano, em Três Passos, no Noroeste gaúcho. Segundo a Rádio Gauíba, o ...

  • Audiência Pública em Três Passos (RS): Adilson Carvalho

    A Comissão Nacional da Verdade (CNV) realizou em Três Passos (RS), audiência pública sobre o Movimento 26 de Março, liderada pelo coronel Jefferson Cardim, q...

  • isa

    em 19/10/2014
    RT @elenvonm: VEM PRA JK! 🍻🍺🍸 (@ Jk Eventos in Três Passos, Rio Grande Do Sul w/ @isabelaraujjo @julianakern @_jukalves) https://t.co/M01wC
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  • Audiência Pública em Três Passos (RS): Valdetar Antônio Dorneles

    A Comissão Nacional da Verdade (CNV) realizou em Três Passos (RS), audiência pública sobre o Movimento 26 de Março, liderada pelo coronel Jefferson Cardim, q...

  • O Aécio tem que se informar melhor . Algumas OBRAS DO GOVERNO ATUAL . É cínico e bandido o sujeito . Dos bordões do candidato Aécio Neves (PSDB) – repetido, por exemplo no debate do SBT na quinta-feira (16) - não se sustenta diante dos fatos. “O Brasil é um grande cemitério de obras inacabadas”, diz ele, apesar de o País ter obras concluídas ou sendo feitas no prazo. Somente nos últimos três anos, a segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) concluiu 120 usinas eólicas e oito hidrelétricas. Com obras em andamento estão sete hidrelétricas e 218 usinas eólicas, que deverão ser entregues até 2015. Nesse período foram também construídos ou reformados 24 aeroportos, mais de 3.598 quilômetros de ferrovias e 12 mil quilômetros rodovias. Foram feitos ainda 28 empreendimentos em mobilidade urbana e entregues mais de 2,7 milhões de unidades do programa Minha Casa, Minha Vida. Outra artimanha usada por Aécio para falar sobre obras inacabadas é incluir na lista feita por ele, projetos que ainda estão em andamento. Ocorre que três das maiores obras da história do Brasil estão na reta final e deverão ser entregues até 2015. Em Rondônia, o governo federal já investiu mais de R$ 35 bilhões na construção das Usinas de Jirau e Santo Antônio, no rio Madeira, a maior obra do PAC 2. As primeiras turbinas já foram acionadas, em 2012 e 2013, e quando estiver concluída, o complexo será capaz de gerar energia suficiente para atender a 11 milhões de pessoas. No Pará, caminha a passos largos a maior hidrelétrica em construção no mundo: a Usina de Belo Monte. Quando estiver pronta, a usina localizada no Rio Xingu será a quarta maior em capacidade de geração de energia. A obra está orçada em R$ 28,9 bilhões. “Quando falam que o Brasil está parado eu até acho graça”, disse a presidenta Dilma durante programa eleitoral, de rádio e televisão, transmitido no mês passado. Em novembro de 2012, ...(Continuar Lendo)
    ...(Continuar Lendo)
  • Como o PT perdeu a mão e Dilma se autodestruiu Eu sei que meus leitores odeiam Lula. Também detesto tudo que ele representa politicamente. Mas uma coisa é inegável: Luís Inácio Lula da Silva é o maior animal político surgido no Brasil desde Getúlio Vargas. Conta muito em favor do preparo político sua trajetória, construída tijolo por tijolo. A liderança dos metalúrgicos no ABC, construída em conversas ao pé de ouvido, em pequenos círculos, tomando cachaça. As grandes mobilizações do fim da ditadura. A própria criação e construção do PT. As disputas e derrotas nas eleições presidenciais. Tudo contribuiu para o aprimoramento da sensibilidade, da intuição, da capacidade na montagem de equipes eficientes e de acordos que suprissem suas deficiências. Dilma tem uma trajetória diametralmente oposta. Sempre foi uma figura menor nos grupos que participou. Mesmo nos sectários grupos guerrilheiros. Faça-se uma pesquisa séria sobre os grupos armados que enfrentaram a ditadura. Só passou-se a dar alguma atenção ao papel de Dilma neles depois que ela ganhou projeção no governo Lula. Pela experiência que tenho na extrema-esquerda sei bem como Dilma era vista: a menina burguesa revoltada que aderiu à esquerda. E justamente por sua origem de classe, um quadro bem pouco confiável. A segunda da direita para a esquerda, com um sensual bigodinho, é Dilma Rousseff em um baile de debutantes na pujante sociedade belo-horizontina. Vinda a redemocratização, ela sempre foi um apêndice da militância política do marido, Carlos Araújo. Com Araújo, foi para o PDT. Pelas mãos de Araújo foi arrumando boquinhas. A Secretária da Fazenda que foi um desastre no primeiro governo da Frente Popular em Porto Alegre. A tradicional carreirista de esquerda, sempre em busca do próximo cargo no próximo governo. E assim acabou Secretária das Minas e Energia do tragicômico governo de Olívio Dutra. E sai do PDT em 2000 justamente quando o PDT decide des...(Continuar Lendo)


    .
    ...(Continuar Lendo)
  • Jose Haag

    em 10/08/2014 Via Google++
    FOTOS DO JOGO DE HOJE 10\08  DO  CRUZEIRO RS  e TRÊS PASSOS RS 

    ESPORTE CLUBE CRUZEIRO RS PRIMEIRA DIVISÃO GAÚCHA : SUB 15
  • Fonte: Veja em 16/10/2014

    Rio Grande do Sul
    O Datafolha entrevistou 1.452 eleitores em 54 municípios do estado no dia 15 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O Datafolha fez pesquisas ainda em Pernambuco, Rio Grande ... os próximos passos da TVE.

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  • Nova investigação pode reabrir caso da morte da mãe do menino Bernardo
    Mãe de Odilaine contratou empresa de perícias particular. Relatório diz que não há fundamentos científicos suficientes para afirmar que ela se suicidou.

     Novo capítulo no caso Bernardo, o menino morto em abril, no Rio Grande do Sul. A madrasta e o pai, Leandro, estão presos, acusados do crime. Um laudo inédito levanta suspeitas sobre outro episódio trágico, ocorrido há quatro anos. A mãe do Bernardo, e ex-mulher do Leandro, teria cometido suicídio, como acredita a polícia? Ou teria sido assassinada?

    Um tiro de revólver, calibre 38. Depois do disparo, o que acontece com a pólvora? Será que nem sempre os resíduos ficam impregnados, grudados, na mão de quem atirou?

    Dúvidas que atormentam dona Jussara, 73 anos. Ela é mãe da enfermeira Odilaine Uglione, encontrada morta em 2010 dentro da clínica do então marido, o médico Leandro Boldrini, em Três Passos, Rio Grande do Sul. Para a polícia, foi suicídio.

    Fantástico: Para a senhora, a sua filha se matou?
    Jussara Uglione: Não, não, ela não se matou.

    A mesma opinião do especialista em Ciências Policiais Eduardo Llanos, contratado por dona Jusssara, e que ajudou a elaborar um laudo sobre a morte de Odilaine.

    Fantástico: Odilaine foi assassinada?
    Eduardo Llanos: Foi.
    Fantástico: O senhor não tem dúvidas disso.
    Eduardo Llanos: Não

    Na época da morte de Odilaine, a polícia chegou à conclusão de que se tratava de suicídio com base no depoimento de testemunhas e nos laudos da perícia oficial, mas um resultado intrigou a família da enfermeira. Havia resíduos de chumbo - o principal elemento químico da pólvora - apenas na mão esquerda de Odilaine, e ela não era canhota. Era destra.

    “Os amigos desconfiaram primeiro, mas ninguém queria me contar. E pensando no Bê a gente ficou quieto”, conta Jus...(Continuar Lendo)

    Nova investigação pode reabrir caso da morte da mãe do menino Bernardo Mãe de Odilaine contratou empresa de perícias particular. Relatório diz que não há fundamentos científicos suficientes p
  • CD Reboque Psicopata (Tres Passos - RS) - DJ André Zanella
    (Download)

    CD Reboque Psicopata (Tres Passos - RS) - DJ André Zanella
  • RS: Menino Bernardo é homenageado em Três Passos

    O evento foi organizado por Juçara Petry, a mulher que Bernardo escolheu como mãe. O menino completaria 12 anos de idade neste sábado. Os detalhes na reporta...

  • Audiência Pública em Três Passos (RS): Valdetar Antônio Dorneles

    A Comissão Nacional da Verdade (CNV) realizou em Três Passos (RS), audiência pública sobre o Movimento 26 de Março, liderada pelo coronel Jefferson Cardim, q...

  • Audiência Pública em Três Passos (RS): Pedro de Campos Bones

    A Comissão Nacional da Verdade (CNV) realizou em Três Passos (RS), audiência pública sobre o Movimento 26 de Março, liderada pelo coronel Jefferson Cardim, q...

  • Mega_4D

    em 04/10/2014 Via Youtube
    CD - S10 DEVASSA - TRÊS PASSOS - RS 2014 (www.DJANDREISC.com.br)

    ( inscreva-se e receba atualizações )) \o/ Som Automotivo Não é Crime \o/ Download do CD completo :: http://goo.gl/BUfkPx :: Curtir nossa pagina no facebook...

  • Fonte: climatempo.com.br em 17/10/2014

    Fim de semana com temporais no Sul
    As rajadas de vento nesta sexta-feira alcançaram 92 km/h em Passo Fundo (RS) e em Major Vieira (SC). Em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul ... A população dos três estados da Região Sul do Brasil deve se preparar para enfrentar uma fim ...

  • Audiência Pública em Três Passos (RS): André Vilaron

    A Comissão Nacional da Verdade (CNV) realizou em Três Passos (RS), audiência pública sobre o Movimento 26 de Março, liderada pelo coronel Jefferson Cardim, q...

  • Janna Silva

    em 20/10/2014



    Janna Silva compartilhou a foto de Aminadabe Ribeiro Dias.
    O ITINERÁRIO DE UM DESASTRE - 45 escândalos da era FHC 45 MOTIVOS PARA NÃO VOTAR EM TUCANOS E BANDIDOS Analisem - Você tem boa memória? Se você já esqueceu, lembramos aqui 45 fatos, sendo que todos eles envolvendo casos de corrupção, que aconteceram no país nos oito anos de FHC. O BRASIL NÃO ESQUECERÁ 45 escândalos que marcaram o governo FHC com apoio do PSDB ITINERÁRIO DE UM DESASTRE Nenhum governo teve mídia tão favorável quanto o de FHC, o que não deixa de ser surpreendente, visto que em seus dois mandatos ele realizou uma extraordinária obra de demolição, de fazer inveja a Átila e a Gêngis Khan. Vale a pena relembrar algumas das passagens de um governo que deixou uma pesada herança para seu sucessor. 45 escândalos que marcaram o governo FHC 1 - Conivência com a corrupção O governo do PSDB tem sido conivente com a corrupção. Um dos primeiros gestos de FHC ao assumir a Presidência, em 1995, foi extinguir, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, instituída no governo Itamar Franco e composta por representantes da sociedade civil, que tinha como objetivo combater a corrupção. Em 2001, para impedir a instalação da CPI da Corrupção, FHC criou a Controladoria-Geral da União, órgão que se especializou em abafar denúncias. 1995. Quebra do monopólio da PETROBRÁS. Pouco se lixando para a crescente importância estratégica do petróleo, Fernando Henrique Cardoso usou seus rolo compressor para forçar o Congresso Nacional a quebrar o monopólio estatal do petróleo, instituído há 42 anos. Na comemoração, Cardoso festejou dizendo que essa era apenas mais uma das "reformas" que o país precisava fazer para se modernizar. 2 - O escândalo do Sivam O contrato para execução do projeto Sivam foi marcado por escândalos. A empresa Esca, associada à norte-americana Raytheon, e responsável pelo gerenciamento do projeto, foi extinta por fraudes contra a Previdência. Denúncias de tráfico de influência derrubaram o embaixador Júlio César dos Santos e o ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Mauro Gandra. 3 - A farra do Proer 1995. O inesquecível PROER: Em 1995 o ex-presidente Cardoso deu uma amostra pública do seu compromisso com o capital financeiro e, na calada de uma madrugada de um sábado em novembro de 1995, assinou uma medida provisória instituindo o PROER, um programa de salvação dos bancos que injetou 1% do PIB no sistema financeiro – um dinheiro que deixou o sofrido Tesouro Nacional para abastecer cofres privados, começando pelo Banco Nacional, então pertencente a família Magalhães Pinto, da qual um de seus filhos era agregado. Segundo os ex-presidentes do Banco Central, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, a salvação dos bancos engoliu 3% do PIB, um percentual que, segundo economistas da Cepal, chegou a 12,3%. O Proer demonstrou, já em 1996, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para FHC, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais. 4 - Caixa-dois de campanhas As campanhas de FHC em 1994 e em 1998 teriam se beneficiado de um esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões. 1996. Engavetamento da CPI dos Bancos. Disposto a controlar a crise aberta pelas suspeitas sobre o sistema financeiro, o presidente Fernando Henrique Cardoso ameaçou e "convenceu" as lideranças do Senado a engavetar os requerimentos para instalação de uma CPI sobre os bancos. Em compensação, o ministério da Fazenda se comprometeu (e nunca cumpriu) a prestar contas ao Senado sobre o PROER. Decepcionada, a CNBB distribuiu nota dizendo não ser justo "que se roube o pouco dinheiro de aposentados e trabalhadores para injetar no sistema financeiro, salvando quem já está salvo ou já acumulou riquezas através da fraude e do roubo". 5 - Propina na privatização privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de FHC e do senador José Serra e ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil, é acusado de pedir propina de R$ 15 milhões para obter apoio dos fundos de pensão ao consórcio do empresário Benjamin Steinbruch, que levou a Vale, e de ter cobrado R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar. 1996. Modificação na lei de Patentes. Cedeu em tudo que os EUA queriam e, desdenhando às súplicas da SBPC e universidades, Fernando Henrique Cardoso acionou o rolo compressor no Congresso e alterou a Lei de Patentes, dando-lhe um caráter entreguista e comprometendo o avanço científico e tecnológico do país. 6 - A emenda da reeleição O instituto da reeleição foi obtido por FHC a preços altos. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara. 1996. Escândalo do SIVAM | : O projeto SIVAM foi associado a um superescândalo que redundou na contratação da empresa norte-americana Raytheon, depois da desqualificação da brasileira Esca (uma empresa que acomodava "amigos dos amigos" e foi extinta por fraudes contra a Previdência). Significativamente, a Raytheon encomendou o gerenciamento do projeto à E-Systems – conhecido braço da CIA. Até chegar a Raytheon, o mondé foi grande. Conversas gravadas apontavam para o Planalto e, preferindo perder os anéis para não perder os dedos, Cardoso demitiu o brigadeiro Mauro Gandra do ministério da aeronáutica e o embaixador Júlio César dos Santos da chefia do seu cerimonial. Depois, como prêmio pela firmeza como guardou o omertá, Júlio César foi nomeado embaixador do país no México. 7 - Grampos telefônicos Conversas gravadas de forma ilegal foram um capítulo à parte no governo FHC. Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil. 1997. A emenda da reeleição: O instituto da reeleição foi comprado pelo presidente Cardoso a um preço estratosférico para o tesouro nacional. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara. 8 - TRT paulista A construção da sede do TRT paulista representou um desvio de R$ 169 milhões aos cofres públicos. A CPI do Judiciário contribuiu para levar o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do Tribunal, para a cadeia e para cassar o mandato do Senador Luiz Estevão (PMDB-DF), dois dos principais envolvidos no caso. Subserviência internacional: Um único exemplo: ao visitar a embaixada norte-americana, em Brasília, para apresentar a solidariedade do povo brasileiro aos EUA por ocasião dos atentados de 11 de setembro de 2001, Cardoso e seu ministro do exterior, Celso Lafer, levaram um chá de cadeira de 40 minutos e só foram recebidos após passarem por uma revista que lhes fez até tirar os sapatos. 9 - Os ralos do DNER O DNER foi o principal foco de corrupção no governo de FHC. Seu último avanço em matéria de tecnologia da propina atende pelo nome de precatórios. A manobra consiste em furar a fila para o pagamento desses títulos. Estima-se que os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor dos precatórios para a quadrilha que comandava o esquema. O órgão acabou sendo extinto pelo governo. 1998. O escândalo da privatização (1): A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. O ex-caixa de campanha de Fernando Henrique Cardoso e de José Serra, um tal Ricardo Sérgio de Oliveira, que depois foi agraciado com a diretoria da Área Internacional do Banco do Brasil, não conseguiu se defender das acusações de pedir propinas para beneficiar grupos interessados no programa de privatização. O mala-preta de Cardoso teria pedido R$ 15 milhões a Benjamin Steinbruch para conseguir o apoio financeiro de fundos de pensão para a formação de um consórcio para arrematar a cia. Vale do Rio Doce e R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar. 10 - O "caladão" O Brasil calou no início de julho de 1999 quando o governo FHC implementou o novo sistema de Discagem Direta a Distância (DDD).Uma panegeral deixou os telefones mudos. As empresas que provocaram o caos no sistemahaviam sido recém-privatizadas. O "caladão" provocou prejuízo aos consumidores,às empresas e ao próprio governo. Ficou tudo por isso mesmo. 1998. O escândalo da privatização (2): Grampos instalados no BNDES pescaram conversas entre Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende, nos leilões que se seguiram ao esquartejamento da TELEBRÁS. O grampo detectou a voz do ex-presidente Cardoso autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil. 11 -Desvalorização do real FHC se reelegeu em 1998 com um discurso que pregava "ou eu ou o caos". Segurou a quase paridade entre o real e o dólar até passar o pleito. Vencida a eleição, teve de desvalorizar a moeda. Há indícios de vazamento de informações do Banco Central. O deputado Aloizio Mercadante, do PT, divulgou lista com o nome dos 24 bancos que lucraram muito com a mudança cambial e outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas. 1999. O caso Marka/FonteCindam: Durante a desvalorização do real, em janeiro de 1999, os bancos Marka e FonteCindam foram graciosamente socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão, sob o pretexto de que sua quebra criaria um "risco sistêmico" para a economia. Enquanto isso, faltava dinheiro para saúde, educação, desenvolvimento científico e tecnológico 12 - O caso Marka/FonteCindam Durante a desvalorização do real, os bancos Marka e FonteCindam foram socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão. O pretexto é que a quebra desses bancos criaria risco sistêmico para a economia. Chico Lopes, ex-presidente do BC, e Salvatore Cacciola, ex-dono do Banco Marka, estiveram presos, ainda que por um pequeno lapso de tempo. Cacciola retornou à sua Itália natal, onde vive tranqüilo. 2000. O fiasco dos 500 anos: O Brasil completou seu 500º aniversário sem uma festa decente. Em nome da contenção de gastos determinado pelo FMI, Cardoso proibiu as comemorações, que ficaram reduzidas às armações do então ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca. O fiasco foi total. Índios e sem-terra foram agredidos pela polícia porque tentaram festejar a data em Porto Seguro. De concreto mesmo, ficou uma caravela que passou mais tempo viajando do Rio de Janeiro até a Bahia do que a nau que trouxe Pedro Álvares Cabral de Portugal até o Brasil em 1500 e um stand superfaturado na Feira de Hannover. A caravela deve estar encostada em algum lugar por aí e Paulo Henrique Cardoso, filho do presidente, está respondendo inquérito pelo superfaturamento da construção do stand da Feira de Hannover. 13 - Base de Alcântara O governo FHC enfrenta resistências para aprovar o acordo de cooperação internacional que permite aos Estados Unidos usarem a Base de Lançamentos Espaciais de Alcântara (MA). Os termos do acordo são lesivos aos interesses nacionais. Exemplos: áreas de depósitos de material americano serão interditadas a autoridades brasileiras. O acesso brasileiro a novas tecnologias fica bloqueado e o acordo determina ainda com que países o Brasil pode se relacionar nessa área. Diante disso, o PT apresentou emendas ao tratado – todas acatadas na Comissão de Relações Exteriores da Câmara. 2001. Racionamento de energia: A imprevidência do governo Cardoso, completamente submisso às exigências do FMI, suspendeu os investimentos na produção de energia e o resultado foi o apagão no setor elétrico. O povo atendeu a campanha de economizar energia e, como "prêmio", teve as tarifas aumentadas para compensar as perdas de faturamento das multinacionais que compraram as distribuidoras de energia nos leilões de desnacionalização do setor. Uma medida provisória do governo Cardoso transferiu o prejuízo das distribuidoras para os consumidores, que lhes repassaram R$ 22,5 bilhões. 14 - Biopirataria oficial Antigamente, os exploradores levavam nosso ouro e pedras preciosas. Hoje, levam nosso patrimônio genético. O governo FHC teve de rever o contrato escandaloso assinado entre a Bioamazônia e a Novartis, que possibilitaria a coleta e transferência de 10 mil microorganismos diferentes e o envio de cepas para o exterior, por 4 milhões de dólares. Sem direito ao recebimento de royalties. Como um único fungo pode render bilhões de dólares aos laboratórios farmacêuticos, o contrato não fazia sentido. Apenas oficializava a biopirataria. 2001. Acordo de Alcântara: Em abril de 2001, à revelia do Congresso Nacional, o governo Cardoso assinou um "acordo de cooperação internacional" que, na prática, transfere o Centro de Lançamento de Alcântara para os EUA. O acordo ainda não foi homologado pelo Congresso graças à resistência da sociedade civil organizada. Acordos com FMI: Em seus oito anos de mandato, Fernando Henrique Cardoso enterrou a economia do país. Para honrar os compromissos financeiros, precisou fazer três acordos com o FMI, hipotecando o futuro aos banqueiros. Por trás de cada um desses acordos, compromissos que, na prática, transferiram parte da administração pública federal para o FMI. Como resultado, o desemprego, o arrocho salarial, a contenção dos investimentos públicos, o sucateamento da educação e saúde, a crise social, a explosão da criminalidade. 15 - O fiasco dos 500 anos As festividades dos 500 anos de descobrimento do Brasil, sob coordenação do ex-ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca (PFL-PR), se transformaram num fiasco monumental. Índios e sem-terra apanharam da polícia quando tentaram entrar em Porto Seguro (BA), palco das comemorações. O filho do presidente, Paulo Henrique Cardoso, é um dos denunciados pelo Ministério Público de participação no epísódio de superfaturamento da construção do estande brasileiro na Feira de Hannover, em 2000. Planalto, TRT de São Paulo e cercanias: O famoso Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, um dos mais eficazes "gerentes financeiros" da campanha de reeleição de Fernando Henrique Cardoso, se empenhou vivamente no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista. As maus línguas ainda falam em superfaturamento no Serpro, lobby para empresas de informática, ajuda irregular à Encol e manipulação de recursos dos fundos de pensão na festa das privatizações. 16 - Eduardo Jorge, um personagem suspeito Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, é um dos personagens mais sombrios que freqüentou o Palácio do Planalto na era FHC. Suspeita-se que ele tenha se envolvido no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista e em superfaturamento no Serpro, de montar o caixa-dois para a reeleição de FHC, de ter feito lobby para empresas de informática, e de manipular recursos dos fundos de pensão nas privatizações. Também teria tentado impedir a falência da Encol. Autoritarismo: Passando por cima do Congresso Nacional, Fernando Henrique Cardoso burlou o espírito da constituição e administrou o país com base em medidas provisórias, editadas e reeditadas sucessivamente. Enquanto os presidentes José Sarney e Fernando Collor, juntos, editaram e reeditaram 298 MP’s, Cardoso exerceu o poder de forma autoritária, editando mais de 6.000 medidas provisórias. 17 - Drible na reforma tributária O PT participou de um acordo, do qual faziam parte todas as bancadas com representação no Congresso Nacional, em torno de uma reforma tributária destinada a tornar o sistema mais justo, progressivo e simples. A bancada petista apoiou o substitutivo do relator do projeto na Comissão Especial de Reforma Tributária, deputado Mussa Demes (PFL-PI). Mas o ministro da Fazenda, Pedro Malan, e o Palácio do Planalto impediram a tramitação. O escândalo dos computadores: A idéia de equipar as escolas públicas com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata com a completa ignorância da Lei de Licitações. Não satisfeito, o governo Cardoso fez mega-contrato com a Microsoft para adoção do sistema Windows, uma manobra que daria a Bill Gates o monopólio do sistema operacional das máquinas. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa. 18 - Rombo transamazônico na Sudam O rombo causado pelo festival de fraudes transamazônicas na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia, a Sudam, no período de 1994 a 1999, ultrapassa R$ 2 bilhões. As denúncias de desvios de recursos na Sudam levaram o ex-presidente do Senado, Jader Barbalho (PMDB-PA) a renunciar ao mandato. Ao invés de acabar com a corrupção que imperava na Sudam e colocar os culpados na cadeia, o presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu extinguir o órgão. O PT ajuizou ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra a providência do governo. Mudanças na CLT: Fernando Henrique Cardoso usou seu rolo compressor na antiga Câmara dos Deputados para aprovar um projeto que "flexibiliza" a CLT, ameaçando direitos consagrados como férias, décimo terceiro salário e licença maternidade. Graças à pressão da sociedade civil o projeto estancou no senado. 19 - Os desvios na Sudene Foram apurados desvios de R$ 1,4 bilhão em 653 projetos da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste, a Sudene. A fraude consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos recebidos do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) foram aplicados. Como no caso da Sudam, FHC decidiu extinguir o órgão. O PT também questionou a decisão no Supremo Tribunal Federal. Explosão da dívida pública: Quando Cardoso assumiu a presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa era de R$ 153,4 bilhões. Outro dia, em abril de 2002, essa dívida já era de R$ 684,6 bilhões. Hoje, a dívida alcança 61% do PIB. 20 - Calote no Fundef O governo FHC desrespeita a lei que criou o Fundef. Em 2002, o valor mínimo deveria ser de R$ 655,08 por aluno/ano de 1ª a 4ª séries e de R$ 688,67 por aluno/ano da 5ª a 8ª séries do ensino fundamental e da educação especial. Mas os valoresestabelecidos ficaram abaixo: R$ 418,00 e R$ 438,90, respectivamente. O calote aos estados mais pobres soma R$ 11,1 bilhões desde 1998. Violação aos direitos humanos: Exemplo: em 1996, o Brasil ganhou as manchetes mundiais pelo chamado "Massacre Eldorado do Carajás", no qual 19 sem-terra foram assassinados no sul do Pará. 21 - Abuso de MPs Enquanto senador, FHC combatia com veemência o abuso nas edições e reedições de Medidas Provisórias por parte José Sarney e Fernando Collor. Os dois juntos editaram e reeditaram 298 MPs. Como presidente, FHC cedeu à tentação autoritária. Editou e reeditou, em seus dois mandatos, 5.491medidas. Explosão da violência:Fernando Henrique Cardoso transformou o Brasil num país super violento. Na última década, o número de assassinatos subiu quase 50%. Pesquisa feita pela Unesco em 60 nações colocou o Brasil no 3º lugar no ranking dos países mais violentos. Ao final do mandato do presidente Cardoso, cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente no Brasil. 22 - Acidentes na Petrobras Por problemas de gestão e falta de investimentos, a Petrobras protagonizou uma série de acidentes ambientais no governo FHC que viraram notícia no Brasil e no mundo. A estatal foi responsável pelos maiores desastres ambientais ocorridos no País nos últimos anos. Provocou, entre outros, um grande vazamento de óleo na Baía de Guanabara, no Rio, outro no Rio Iguaçu, no Paraná. Uma das maiores plataformas da empresa, a P-36, afundou na Bacia de Campos, causando a morte de 11 trabalhadores. A Petrobras também ganhou manchetes com os acidentes de trabalho em suas plataformas e refinarias que ceifaram a vida de centenas de empregados. Renda em queda e desemprego em alta: A Era FHC foi marcada pelos altos índices de desemprego e baixos salários. 23 - Apoio a Fujimori O presidente FHC apoiou o terceiro mandato consecutivo do corrupto ditador peruano Alberto Fujimori, um sujeito que nunca deu valor à democracia e que fugiu do País para não viver os restos de seus dias na cadeia. Não bastasse isso, concedeu a Fujimori a medalha da Ordem do Cruzeiro do Sul, o principal título honorário brasileiro. O Senado, numa atitude correta, acatou sugestão apresentada pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) e cassou a homenagem. Desenvolvimento Humano. Segundo o Human Development Report 2001 (ONU), o Brasil ficou na 69ª posição, atrás de países como Eslovênia (29º posição), Argentina (34º posição), Uruguai (37º posição), Kuwait (43º posição), Estônia (44º posição), Venezuela (61º posição) e Colômbia (62º posição). 24 -Desmatamento na Amazônia Por meio de decretos e medidas provisórias, o governo FHC desmontou a legislação ambiental existente no País. As mudanças na legislação ambiental debilitaram a proteção às florestas e ao cerrado e fizeram crescer o desmatamento e a exploração descontrolada de madeiras na Amazônia. Houve aumento dos focos de queimadas. A Lei de Crimes Ambientais foi modificada para pior. 25 – Os computadores do FUST A idéia de equipar todas as escolas públicas de ensino médio com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata. Os recursos para a compra viriam do Fundo de Universalização das Telecomunicações, o Fust. Mas o governo ignorou a Lei de Licitações, a8.666. Além disso, fez megacontrato com a Microsoft, que teria, com o Windows, o monopólio do sistema operacional das máquinas, quando há softwares que poderiam ser usados gratuitamente. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa. 26 - Arapongagem O governo FHC montou uma verdadeira rede de espionagem para vasculhar a vida de seus adversários e monitorar os passos dos movimentos sociais. Essa máquina de destruir reputações é constituída por ex-agentes do antigo SNI ou por empresas de fachada. Os arapongas tucanos sabiam da invasão dos sem-terra à propriedade do presidente em Buritis, em março deste ano, e o governo nada fez para evitar a operação. Eles foram responsáveis também pela espionagem contra Roseana Sarney. 27 - O esquema do FAT A Fundação Teotônio Vilela, presidida pelo ex-presidente do PSDB, senador alagoano Teotônio Vilela, e que tinha como conselheiro o presidente FHC, foi acusada de envolvimento em desvios de R$ 4,5 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Descobriu-se que boa parte do dinheiro, que deveria ser usado para treinamento de 54 mil trabalhadores do Distrito Federal, sumiu. As fraudes no financiamento de programas de formação profissional ocorreram em 17 unidades da federação e estão sob investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério Público. 28 - Mudanças na CLT A maioria governista na Câmara dos Deputados aprovou, contra o voto da bancada do PT, projeto que flexibiliza a CLT, ameaçando direitos consagrados dos trabalhadores, como férias, décimo terceiro e licença maternidade. O projeto esvazia o poder de negociação dos sindicatos. No Senado, o governo FHC não teve forças para levar adiante essa medida anti-social. 29 - Obras irregulares Um levantamento do Tribunal de Contas da União, feito em 2001, indicou a existência de 121 obras federais com indícios de irregularidades graves. A maioria dessas obras pertence a órgãos como o extinto DNER, os ministérios da Integração Nacional e dos Transportes e o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. Uma dessas obras, a hidrelétrica de Serra da Mesa, interior de Goiás, deveria ter custado 1,3 bilhão de dólares. Consumiu o dobro. 30 - Explosão da dívida pública Quando FHC assumiu a Presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa somava R$ 153,4 bilhões. Entretanto, a política de juros altos de seu governo, que pratica as maiores taxas do planeta, elevou essa dívida para R$ 684,6 bilhões em abril de 2002, um aumento de 346%. A dívida já equivalia em 2001, preocupantes 54,5% do PIB. 31 - Avanço da dengue A omissão do Ministério da Saúde é apontada como principal causa da epidemia de dengue no Rio de Janeiro. O ex-ministro José Serra demitiu seis mil mata-mosquitos contratados para eliminar focos do mosquito Aedes Aegypti. Em 2001, o Ministério da Saúde gastou R$ 81,3 milhões em propaganda e apenas R$ 3 milhões em campanhas educativas de combate à dengue. Resultado: de janeiro a maio de 2002, só o estado do Rio registrou 207.521 casos de dengue, levando 63 pessoas à morte. 32 – Verbas do BNDES Além de vender o patrimônio público a preço de banana, o governo FHC, por meio do BNDES, destinou cerca de R$ 10 bilhões para socorrer empresas que assumiram o controle de ex-estatais privatizadas. Quem mais levou dinheiro do banco público que deveria financiar o desenvolvimento econômico e social do Brasil foram as teles e as empresas de distribuição, geração e transmissão de energia. Em uma das diversas operações, o BNDES injetou R$ 686,8 milhões na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa. 33 - Crescimento pífio do PIB Na "Era FHC", a média anual de crescimento da economia brasileira estacionou em pífios 2%, incapaz de gerar os empregos que o País necessita e de impulsionar o setor produtivo. Um dos fatores responsáveis por essa quase estagnação é o elevado déficit em conta-corrente, de 23 bilhões de dólares no acumulado dos últimos 12 meses. Ou seja: devido ao baixo nível da poupança interna, para investir em seu desenvolvimento, o Brasil se tornou extremamente dependente de recursos externos, pelos quais paga cada vez mais caro. 34 – Renúncias no Senado A disputa política entre o Senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA) e o Senador Jader Barbalho (PMDB-PA), em torno da presidência do Senado expôs publicamente as divergências da base de sustentação do governo. ACM renunciou ao mandato, sob a acusação de violar o painel eletrônico do Senado na votação que cassou o mandato do senador Luiz Estevão (PMDB-DF). Levou consigo seu cúmplice, o líder do governo, senador José Roberto Arruda (PSDB-DF). Jader Barbalho se elegeu presidente do Senado, com apoio ostensivo de José Serra e do PSDB, mas também acabou por renunciar ao mandato, para evitar a cassação. Pesavam contra ele denúncias de desvio de verbas da Sudam. 35 - Racionamento de energia A imprevidência do governo FHC e das empresas do setor elétrico gerou o apagão. O povo se mobilizou para abreviar o racionamento de energia. Mesmo assim foi punido. Para compensar supostos prejuízos das empresas, o governo baixou Medida Provisória transferindo a conta do racionamento aos consumidores, que são obrigados a pagar duas novas tarifas em sua conta de luz. O pacote de ajuda às empresas soma R$ 22,5 bilhões. 36- Assalto ao bolso do consumidor FHC quer que o seu governo seja lembrado como aquele que deu proteção social ao povo brasileiro. Mas seu governo permitiu a elevação das tarifas públicas bem acima da inflação. Desde o início do plano real até agora, o preço das tarifas telefônicas foi reajustado acima de 580%. Os planos de saúde subiram 460%, o gás de cozinha 390%, os combustíveis 165%, a conta de luz 170% e a tarifa de água 135%. Neste período, a inflação acumulada ficou em 80%. 37 – Explosão da violência O Brasil é um país cada vez mais violento. E as vítimas, na maioria dos casos, são os jovens. Na última década, o número de assassinatos de jovens de 15 a 24 anos subiu 48%. A Unesco coloca o País em terceiro lugar no ranking dos mais violentos, entre 60 nações pesquisadas. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes, na população geral, cresceu 29%. Cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente. FHC pouco ou nada fez para dar mais segurança aos brasileiros. 38 – A falácia da Reforma agrária O governo FHC apresentou ao Brasil e ao mundo números mentirosos sobre a reforma agrária. Na propaganda oficial, espalhou ter assentado 600 mil famílias durante oito anos de reinado. Os números estavam inflados. O governo considerou assentadas famílias que haviam apenas sido inscritas no programa. Alguns assentamentos só existiam no papel. Em vez de reparar a fraude, baixou decreto para oficializar o engodo. 39 - Subserviência internacional A timidez marcou a política de comércio exterior do governo FHC. Num gesto unilateral, os Estados Unidos sobretaxaram o aço brasileiro. O governo do PSDB foi acanhado nos protestos e hesitou em recorrer à OMC. Por iniciativa do PT, a Câmara aprovou moção de repúdio às barreiras protecionistas. A subserviência é tanta que em visita aos EUA, no início deste ano, o ministro Celso Lafer foi obrigado a tirar os sapatos três vezes e se submeter a revistas feitas por seguranças de aeroportos. 40 – Renda em queda e desemprego em alta Para o emprego e a renda do trabalhador, a Era FHC pode ser considerada perdida. O governo tucano fez o desemprego bater recordes no País. Na região metropolitana de São Paulo, o índice de desemprego chegou a 20,4% em abril, o que significa que 1,9 milhão de pessoas estão sem trabalhar. O governo FHC promoveu a precarização das condições de trabalho. O rendimento médio dos trabalhadores encolheu nos últimos três anos. 41 - Relações perigosas Diga-me com quem andas e te direi quem és. Esse ditado revela um pouco as relações suspeitas do presidenciável tucano José Serra com três figuras que estiveram na berlinda nos últimos dias. O economista Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de Serra e de FHC, é acusado de exercer tráfico de influência quando era diretor do Banco do Brasil e de ter cobrado propina no processo de privatização. Ricardo Sérgio teria ajudado o empresário espanhol Gregório Marin Preciado a obter perdão de uma dívida de R$ 73 milhões junto ao Banco do Brasil. Preciado, casado com uma prima de Serra, foi doador de recursos para a campanha do senador paulista. Outra ligação perigosa é com Vladimir Antonio Rioli, ex-vice-presidente de operações do Banespa e ex-sócio de Serra em empresa de consultoria. Ele teria facilitado uma operação irregular realizada por Ricardo Sérgio para repatriar US$ 3 milhões depositados em bancos nas Ilhas Cayman - paraíso fiscal do Caribe. 42 –Violação aos direitos humanos Massacres como o de Eldorado do Carajás, no sul do Pará, onde 19 sem-terra foram assassinados pela polícia militar do governo do PSDB em 1996, figuram nos relatórios da Anistia Internacional, que recentemente denunciou o governo FHC de violação aos direitos humanos. A Anistia critica a impunidade e denuncia que polícias e esquadrões da morte vinculados a forças de segurança cometeram numerosos homicídios de civis, inclusive crianças, durante o ano de 2001. A entidade afirma ainda que as práticas generalizadas e sistemáticas de tortura e maus-tratos prevalecem nas prisões. 43 –Correção da tabela do IR Com fome de leão, o governo congelou por seis anos a tabela do Imposto de Renda. O congelamento aumentou a base de arrecadação do imposto, pois com a inflação acumulada, mesmo os que estavam isentos e não tiveram ganhos salariais, passaram a ser taxados. FHC só corrigiu a tabela em 17,5% depois de muita pressão da opinião pública e após aprovação de projeto pelo Congresso Nacional. Mesmo assim, após vetar o projeto e editar uma Medida Provisória que incorporava parte do que fora aprovado pelo Congresso, aproveitou a oportunidade e aumentou alíquotas de outros tributos. 44 – Intervençãona Previ FHC aproveitou o dia de estréia do Brasil na Copa do Mundo de 2002 para decretar intervenção na Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, com patrimônio de R$ 38 bilhões e participação em dezenas de empresas. Com este gesto, afastou seis diretores, inclusive os três eleitos democraticamente pelos funcionários do BB. O ato truculento ocorreu a pedido do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunitty. Dias antes da intervenção, FHC recebeu Dantas no Palácio Alvorada. O banqueiro, que ameaçou divulgar dossiês comprometedores sobre o processo de privatização, trava queda-de-braço com a Previ para continuar dando as cartas na Brasil Telecom e outras empresas nas quais são sócios. 45 – Barbeiragens do Banco Central O Banco Central – e não o crescimento de Lula nas pesquisas – foi naquele ano o principal causador de turbulências no mercado financeiro. Ao antecipar de setembro para junho o ajuste nas regras dos fundos de investimento, que perderam R$ 2 bilhões, o BC deixou o mercado em polvorosa. Outro fator de instabilidade foi a decisão de rolar parte da dívida pública estimulando a venda de títulos LFTs de curto prazo e a compra desses mesmos papéis de longo prazo. Isto fez subir de R$ 17,2 bilhões para R$ 30,4 bilhões a concentração de vencimentos da dívida nos primeiros meses de 2003. O dólar e o risco Brasil dispararam. Combinado com os especuladores e o comando da campanha de José Serra, Armínio Fraga não vacilou em jogar a culpa no PT e nas eleições — com Rary Magalhaes e outras 17 pessoas.
    Fotos da linha do tempo.
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  • Prazer

    em 20/10/2014
    Pra um domingo ta bom 😂 (@ Ellu's in Três Passos, Rio Grande do Sul) https://t.co/ySWv5JQRc0
  • G1RS

    em 14/10/2014
    Seis meses depois, luto por Bernardo motiva ato de solidariedade em Três Passos http://t.co/YrAo5mwlWD http://t.co/iWPhoAilKE


  • VEM PRA JK! 🍻🍺🍸 (@ Jk Eventos in Três Passos, Rio Grande Do Sul w/ @isabelaraujjo @julianakern @_jukalves) https://t.co/M01wC6305S
  • Dog ( Passos Crew ) vs Popper RS - Trio por Trio

  • Monique

    em 16/10/2014
    😞 (@ Unijui in Tres Passos, Rio Grande do Sul) https://t.co/SWYaLdV3Jo
  • QUANDO ESTIVER TRISTE LEMBRE-SE E TRES PASSOS.
    PRIMEIRO DEUS EXISTE.
    SEGUNDO TUDO PASSA.
    TERCEIRO EU TE CURTO DE MONTAO.


  • Audiência Pública em Três Passos (RS): Boaventura Nunes da Silva

    A Comissão Nacional da Verdade (CNV) realizou em Três Passos (RS), audiência pública sobre o Movimento 26 de Março, liderada pelo coronel Jefferson Cardim, q...

  • Monique

    em 13/10/2014
    👌 (@ Unijui in Tres Passos, Rio Grande do Sul) https://t.co/7vgnl8UYD8


  • Fonte: Jornal do Comércio em 16/10/2014

    Michel Temer faz campanha para Dilma no Rio Grande do Sul
    Michel Temer (PMDB), que busca a reeleição na chapa de Dilma Rousseff (PT), esteve pelo menos três vezes no Rio Grande do Sul. O candidato veio a Porto Alegre na quinta-feira, onde se reuniu com centenas de correligionários, e também foi a Passo Fundo ...

  • Só esses três passos separam você de levar 100 amigos para um jogo do Brasil na Copa do Mundo da FIFA™! Participe aqui da promoção "Cante e leve todo mundo para a Copa" 

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  • Damazo Dmz

    em 20/10/2014
    45 MOTIVOS PARA NÃO VOTAR EM TUCANOS E NO PSDB, ENGANADRES SEMELHANTES AOS DO PFL Analisem - Você tem boa memória? Se você já esqueceu, lembramos aqui 45 fatos, sendo que todos eles envolvendo casos de corrupção, que aconteceram no país nos oito anos de FHC. O BRASIL NÃO ESQUECERÁ 45 escândalos que marcaram o governo FHC com apoio de todos do PSDB. ITINERÁRIO DE UM DESASTRE Nenhum governo teve mídia tão favorável quanto o de FHC, o que não deixa de ser surpreendente, visto que em seus dois mandatos ele realizou uma extraordinária obra de demolição, de fazer inveja a Átila e a Gêngis Khan. Vale a pena relembrar algumas das passagens de um governo que deixaou uma pesada herança para seu sucessor. 1994 e 1998. O dinheiro secreto das campanhas: Denúncias que não puderam ser apuradas graças à providenciais operações abafa apontaram que tanto em 1994 como em 1998 as campanhas de Fernando Henrique Cardoso foram abastecidas por um caudaloso esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões. A taxa média de crescimento da economia brasileira, ao longo da década tucana, foi a pior da história, em torno de 2,4%. Pior até mesmo que a taxa média da chamada década perdida, os anos 80, que girou em torno de 3,2%. No período, o patrimônio público representado pelas grandes estatais foi liquidado na bacia das almas. No discurso, essa operação serviria para reduzir a dívida pública e para atrair capitais. Na prática assistimos a um crescimento exponencial da dívida pública. A dívida interna saltou de R$ 60 bilhões para impensáveis R$ 630 bilhões, enquanto a dívida externa teve seu valor dobrado. Enquanto isso, o esperado afluxo de capitais não se verificou. Pelo contrário, o que vimos no setor elétrico foi exemplar. Uma parceria entre as elétricas privatizadas e o governo gerou uma aguda ...(Continuar Lendo)


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  • AÉCIO DISSE: (MENTIU!) “O Brasil é um grande cemitério de obras inacabadas” Somente nos últimos três anos, a segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) concluiu 120 usinas eólicas e oito hidrelétricas. Com obras em andamento estão sete hidrelétricas e 218 usinas eólicas, que deverão ser entregues até 2015. Nesse período foram também construídos ou reformados 24 aeroportos, mais de 3.598 quilômetros de ferrovias e 12 mil quilômetros rodovias. Foram feitos ainda 28 empreendimentos em mobilidade urbana e entregues mais de 2,7 milhões de unidades do programa Minha Casa, Minha Vida. Outra artimanha usada por Aécio para falar sobre obras inacabadas é incluir na lista feita por ele, projetos que ainda estão em andamento. Ocorre que três das maiores obras da história do Brasil estão na reta final e deverão ser entregues até 2015. Em Rondônia, o governo federal já investiu mais de R$ 35 bilhões na construção das Usinas de Jirau e Santo Antônio, no rio Madeira, a maior obra do PAC 2. As primeiras turbinas já foram acionadas, em 2012 e 2013, e quando estiver concluída, o complexo será capaz de gerar energia suficiente para atender a 11 milhões de pessoas. No Pará, caminha a passos largos a maior hidrelétrica em construção no mundo: a Usina de Belo Monte. Quando estiver pronta, a usina localizada no Rio Xingu será a quarta maior em capacidade de geração de energia. A obra está orçada em R$ 28,9 bilhões. “Quando falam que o Brasil está parado eu até acho graça”, disse a presidenta Dilma durante programa eleitoral, de rádio e televisão, transmitido no mês passado. Em novembro de 2012, o governo Dilma inaugurou no Maranhão, a quarta maior obra do PAC 2, a Hidrelétrica de Estreito. Foram investidos um total de R$ 5,2 bilhões na usina que é capaz de produzir 1.087 megawatts e abastecer uma cidade de 4 milhões de habitantes. O governo federal concluiu, em abril deste ano, o conju...(Continuar Lendo)
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  • 21 de Maio. Hoje a Igreja celebra o dia dos bem-aventurados Manuel Gonzáles e Adílio Daronch. Padre Manuel Gomes Gonzalez nasceu em 29 de Maio de 1877, em São José de Riberteme, Província de Fontevedra - Espanha. Foi ordenado sacerdote em 24 de Maio de 1902 em Tui. Em 1913, com grande espírito missionário e abertura de coração veio ao Brasil. Foi nomeado pároco da Igreja Nossa Senhora da Luz, em Nonoai, no Rio Grande do Sul. A 23 de Janeiro de 1914, recebia a paróquia de Nossa Senhora da Soledade. Em 7 de Dezembro de 1915, o bispo de Santa Maria - RS, Dom Miguel de Lima Valverde, nomeou Padre Manuel primeiro pároco da igreja Nossa Senhora da Luz, em Nonoai. Iniciando assim seu trabalho pastoral: organizou o Apostolado da Oração, a Catequese paroquial, o combate ao analfabetismo. Lutando com muitas dificuldades econômicas, reformou a igreja matriz. Na páscoa de 1924, Padre Manuel recebeu carta do Bispo de Santa Maria, pedindo que fosse ao Regimento do Alto Uruguai, fazer a páscoa dos Militares e depois fosse até a colônia Três Passos, para atender aos colonos de origem alemã, que estavam esperando missa, batizados e a bênção do cemitério. Padre Manuel convidou o seu coroinha Adílio Daronch que o acompanhasse num longo itinerário pastoral, a serviço da Paróquia de Palmeira das Missões. Adílio Daronch nasceu em Dona Francisca (RS), em 1908, filho de Pedro Daronch e Judite Segabinazzi, migrantes italianos vindo da Itália em 1883, com a família. Adílio era o terceiro filho do casal. Em 1912 a família foi morar em Passo Fundo, onde o pai aprendeu o ofício de fotógrafo. Alguns meses depois a família retorna para Nonoai onde exerce o ofício de fotógrafo e tinha uma pequena farmácia de homeopatia. A família de Pedro era muito religiosa. Eram grandes colaboradores do Padre Manuel. Adílio era coroinha e auxiliar nos serviços do altar e da paróquia. Nesta época o Rio Grande do Sul vivia momentos conturbados. O estado acabava de pass...(Continuar Lendo)


  • Célia Lino

    em 10/05/2014 Via Google++
    Ato de Solidariedade em Três Passos-RS.
    Parabéns ao Grupo pela iniciativa.
    Vamos participar  amigos(as) gaúchos!

    Ato de Solidariedade em Três Passos-RS. Parabéns ao Grupo pela iniciativa. Vamos participar  amigos(as) gaúchos!
  • dos bordões do candidato Aécio Neves (PSDB) – repetido, por exemplo no debate do SBT na quinta-feira (16) - não se sustenta diante dos fatos. “O Brasil é um grande cemitério de obras inacabadas”, diz ele, apesar de o País ter obras concluídas ou sendo feitas no prazo. Somente nos últimos três anos, a segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) concluiu 120 usinas eólicas e oito hidrelétricas. Com obras em andamento estão sete hidrelétricas e 218 usinas eólicas, que deverão ser entregues até 2015. Nesse período foram também construídos ou reformados 24 aeroportos, mais de 3.598 quilômetros de ferrovias e 12 mil quilômetros rodovias. Foram feitos ainda 28 empreendimentos em mobilidade urbana e entregues mais de 2,7 milhões de unidades do programa Minha Casa, Minha Vida. Outra artimanha usada por Aécio para falar sobre obras inacabadas é incluir na lista feita por ele, projetos que ainda estão em andamento. Ocorre que três das maiores obras da história do Brasil estão na reta final e deverão ser entregues até 2015. Em Rondônia, o governo federal já investiu mais de R$ 35 bilhões na construção das Usinas de Jirau e Santo Antônio, no rio Madeira, a maior obra do PAC 2. As primeiras turbinas já foram acionadas, em 2012 e 2013, e quando estiver concluída, o complexo será capaz de gerar energia suficiente para atender a 11 milhões de pessoas. No Pará, caminha a passos largos a maior hidrelétrica em construção no mundo: a Usina de Belo Monte. Quando estiver pronta, a usina localizada no Rio Xingu será a quarta maior em capacidade de geração de energia. A obra está orçada em R$ 28,9 bilhões. “Quando falam que o Brasil está parado eu até acho graça”, disse a presidenta Dilma durante programa eleitoral, de rádio e televisão, transmitido no mês passado. Em novembro de 2012, o governo Dilma inaugurou no Maranhão, a quarta maior obra do PAC 2, a Hidrelétrica de Estreito. Foram investido...(Continuar Lendo)
    ...(Continuar Lendo)
  • Matheus

    em 19/10/2014
    I'm at Jk Eventos in Três Passos, Rio Grande Do Sul w/ @_jukalves @elenvonm @barbaradickel https://t.co/XIS6X77FuD http://t.co/YHyGNbIk9I
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