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Últimas Notícias da cidade de Três Rios - RJ nas Redes Sociais

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  • dende existe gente...ta aqui em três rios-rj

    dende existe gente...ta aqui em três rios-rj
    2013 (244). ▼ Fevereiro (120). dende existe gente...ta aqui em três rios-rj · O Preço do Parlamentar brasileiro, Bolsa Família é... POLITICA NACIONAL, INTERNACIONAL E DEMAIS MAZELAS ... Ratos no Poder...



  • Átila Aurélio compartilhou uma foto
    SOBRE A POLÊMICA DAS 30 HORAS PARA A ENFERMAGEM O Dep. Eduardo Cunha (pmdb RJ) declarou: "se pedreiro trabalha 44h, porque a enfermagem qr trabalhar 30h?! Um colega enfermeiro encaminhou a seguinte carta de repúdio: Caro deputado Eduardo Cunha, venho através desta mídia formalizar a minha mais profunda indignação e manifestar repúdio em relação a postura/conduta/posicionamento de Vossa Excelência frente ao PL 2295/00, que regulamenta a jornada de trabalho do Profissional de Enfermagem em 30 horas semanais! Lembrando o conteúdo de sua declaração: “Se pedreiro trabalha 44 horas, porque a enfermagem quer 30 HORAS?” Diante de sua declaração gostaria de levantar os seguintes questionamentos: 1-Blocos, argamassas, ferragens, concreto, picaretas, betoneiras, martelos, pregos e todos os tipos de ferramentas e insumos relacionados a área da construção civil possuem vida? Ou são objetos inanimados? 2-Estes objetos sentem dor ou fraqueza? Choram? Suplicam por ajuda? Se desesperam? 3-Poderia me dizer se o profissional da construção civil precisa lidar diariamente com os sentimentos de impotência, desânimo, pessimismo, angústia, dor, revolta, negação, e outros tantos sentimentos de seus equipamentos e de seu objeto de trabalho? 4-Os objetos listados no item 1, podem porventura perder todos os seus familiares em um acidente, ou se encontrarem em uma situação totalmente incapacitante? Caso sim, o pedreiro estaria ao lado deles para oferecer assistência de qualidade e lhe proporcionar amparo e conforto, certo? 5-Creio que algum dia Vossa Excelência precisará dos cuidados de um enfermeiro ou profissional de enfermagem, você desejará que esta pessoa esteja ao seu lado de forma humana e empenhada, que entenda suas perdas ou sua dor, entretanto talvez este profissional esteja esgotado pois poderá ter trabalhado 12horas em seu plantão noturno e estará cumprindo suas outras 12 horas do trabalho diurno, e humanamente ele não teria energias para lhe prestar o melhor atendimento, levando em consideração a sua individualidade! 6-A propósito, Vossa Excelência possui uma escala de trabalho adequada a sua função não é? Tenho certeza que o senhor não trabalha com a mesma carga horária que um pedreiro em seu canteiro de obras, estou certo? Ou os profissionais da construção civil também possuem o "recesso branco" de quase três meses de vadiagem remunerada, as vésperas das eleições? O que difere Vossa Excelência enquanto trabalhador de mim que possuo Nível Superior como o senhor, e duas pós graduações? 7-Qual seria a diferença entre os profissionais da área de Assistência Social, Fisioterapia, Psicologia e da Enfermagem? Por que estas áreas podem ter a regulamentação de sua carga horária em 30 horas semanais ao contrário de nossa categoria! Vossa Excelência deveria fazer uma visita aos hospitais de sua cidade pela madrugada, o senhor aprenderia que quem está presente 24 horas dentro de todas as instituições de saúde, é a Enfermagem. Vossa Excelência possui conhecimento de quem é a Enfermagem, bem como do PL 2295/00 da qual o senhor é contra? Em sua rede social Vossa Excelência se declara “O DENFENSOR DO ESTADO DO RIO” e utiliza como slogan a seguinte frase: “Afinal de contas, o nosso povo merece respeito”. Logo, lhe pergunto; Vossa Excelência defende a quem? Ou seria; Vossa Excelência defende a qual interesse? Que tipo de respeito é este por uma profissão que muito provavelmente possui maior aprovação e aceitação do Povo Brasileiro do que a do senhor? Repense Deputado! Caso você tenha lido o texto e se sente representado nestas palavras, por favor, compartilhe! #enfermagem30hjá #eduardocunha #defensordoque #juntossomosmaisfortes #enfermagemunida Por: Enf° Fernando Scatolin Moraes — em Hospital Regional de Santa Maria
    Arquivos de dispositivos móveis.



  • Mykaelly Sousa compartilhou uma atualização de status de Dayene Correa.
    Dayene Correa.
    Por favor, estamos em desespero! Pedimos ajuda Sábado (26.07) houve um acidente com nossos familiares, o carro em que estavam capotou e caiu dentro de um rio na via Dutra em Paracambi (RJ) no KM 215 km. Três corpos foram encontrados depois de 24 horas do ocorrido, porém o do nosso tio Antonio Fernandes dos Santos Correa ainda não, e temos grande esperança de que ele pode ter sobrevivido ao acidente! Os bombeiros estão fazendo uma busca, porém achamos que a ajuda ainda não é o suficiente. Pedimos ajuda para que a noticia seja espalhada e a ajuda seja reforçada. Agradecemos desde já POR FAVOR COMPARTILHEM ESSE POST Aylla Fernanda, Alessandra Gonçalo, Debora Cristina, Dayana Correa, Angela Salsani, Angélica Ferreira, Ana Caroline da Silva, Guilherme Silva, Guilherme Emanuel, Juh Correa, Paloma Dario, Pamella Karollina PL, Fernanda Sampaio, Pâmila Corrêa, Ana Flavia Coimbra, Dani Correa, Gisele Silva, Herminho Pereira, Graciene Lima, Thaty Santos, Jhé Lacerda, Leonardo Jeniffer, Rosane Donizete Silva Correa, Jhefferson Santos, Guta Santos, Everton Luiz, Maria Rita Dos Santos Correa, Correa Telhados, Evelyn Claudio, Gúúh Silva, Bia Souza, Alyne Gomes, Evandro Gabriel de Almeida Cassiano Alba
  • 13º Moto Route - Encontro de Motociclistas Três Rios - RJ. 02 parte GRAV JUL 2014

    Dias 4, 5 e 6 de julho de 2014 Local: Em frente ao SESI - Margem do Rio, Centro, Três Rios/RJ Um dos melhores eventos de motociclistas do Estado do Rio de Ja...




  • Iolanda De Marchi compartilhou uma foto
    SOBRE A POLÊMICA DAS 30 HORAS PARA A ENFERMAGEM O Dep. Eduardo Cunha (pmdb RJ) declarou: "se pedreiro trabalha 44h, porque a enfermagem qr trabalhar 30h?! Um colega enfermeiro encaminhou a seguinte carta de repúdio: Caro deputado Eduardo Cunha, venho através desta mídia formalizar a minha mais profunda indignação e manifestar repúdio em relação a postura/conduta/posicionamento de Vossa Excelência frente ao PL 2295/00, que regulamenta a jornada de trabalho do Profissional de Enfermagem em 30 horas semanais! Lembrando o conteúdo de sua declaração: “Se pedreiro trabalha 44 horas, porque a enfermagem quer 30 HORAS?” Diante de sua declaração gostaria de levantar os seguintes questionamentos: 1-Blocos, argamassas, ferragens, concreto, picaretas, betoneiras, martelos, pregos e todos os tipos de ferramentas e insumos relacionados a área da construção civil possuem vida? Ou são objetos inanimados? 2-Estes objetos sentem dor ou fraqueza? Choram? Suplicam por ajuda? Se desesperam? 3-Poderia me dizer se o profissional da construção civil precisa lidar diariamente com os sentimentos de impotência, desânimo, pessimismo, angústia, dor, revolta, negação, e outros tantos sentimentos de seus equipamentos e de seu objeto de trabalho? 4-Os objetos listados no item 1, podem porventura perder todos os seus familiares em um acidente, ou se encontrarem em uma situação totalmente incapacitante? Caso sim, o pedreiro estaria ao lado deles para oferecer assistência de qualidade e lhe proporcionar amparo e conforto, certo? 5-Creio que algum dia Vossa Excelência precisará dos cuidados de um enfermeiro ou profissional de enfermagem, você desejará que esta pessoa esteja ao seu lado de forma humana e empenhada, que entenda suas perdas ou sua dor, entretanto talvez este profissional esteja esgotado pois poderá ter trabalhado 12horas em seu plantão noturno e estará cumprindo suas outras 12 horas do trabalho diurno, e humanamente ele não teria energias para lhe prestar o melhor atendimento, levando em consideração a sua individualidade! 6-A propósito, Vossa Excelência possui uma escala de trabalho adequada a sua função não é? Tenho certeza que o senhor não trabalha com a mesma carga horária que um pedreiro em seu canteiro de obras, estou certo? Ou os profissionais da construção civil também possuem o "recesso branco" de quase três meses de vadiagem remunerada, as vésperas das eleições? O que difere Vossa Excelência enquanto trabalhador de mim que possuo Nível Superior como o senhor, e duas pós graduações? 7-Qual seria a diferença entre os profissionais da área de Assistência Social, Fisioterapia, Psicologia e da Enfermagem? Por que estas áreas podem ter a regulamentação de sua carga horária em 30 horas semanais ao contrário de nossa categoria! Vossa Excelência deveria fazer uma visita aos hospitais de sua cidade pela madrugada, o senhor aprenderia que quem está presente 24 horas dentro de todas as instituições de saúde, é a Enfermagem. Vossa Excelência possui conhecimento de quem é a Enfermagem, bem como do PL 2295/00 da qual o senhor é contra? Em sua rede social Vossa Excelência se declara “O DENFENSOR DO ESTADO DO RIO” e utiliza como slogan a seguinte frase: “Afinal de contas, o nosso povo merece respeito”. Logo, lhe pergunto; Vossa Excelência defende a quem? Ou seria; Vossa Excelência defende a qual interesse? Que tipo de respeito é este por uma profissão que muito provavelmente possui maior aprovação e aceitação do Povo Brasileiro do que a do senhor? Repense Deputado! Caso você tenha lido o texto e se sente representado nestas palavras, por favor, compartilhe! #enfermagem30hjá #eduardocunha #defensordoque #juntossomosmaisfortes #enfermagemunida Por: Enf° Fernando Scatolin Moraes — em Hospital Regional de Santa Maria
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  • Convite de Ezequiel Ramos Braga de Três Rios - RJ

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    Ezequiel Ramos Braga
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  • Mtb Três Rios-Rj

    Trilha Lúcia Veríssimo.

  • Que tragédia !!! Um momento muito difícil, mas que exige de nós muita fé e força Daquele que vem do Alto: Deus...


    Dayene Correa.
    Por favor, estamos em desespero! Pedimos ajuda Sábado (26.07) houve um acidente com nossos familiares, o carro em que estavam capotou e caiu dentro de um rio na via Dutra em Paracambi (RJ) no KM 215 km. Três corpos foram encontrados depois de 24 horas do ocorrido, porém o do nosso tio Antonio Fernandes dos Santos Correa ainda não, e temos grande esperança de que ele pode ter sobrevivido ao acidente! Os bombeiros estão fazendo uma busca, porém achamos que a ajuda ainda não é o suficiente. Pedimos ajuda para que a noticia seja espalhada e a ajuda seja reforçada. Agradecemos desde já POR FAVOR COMPARTILHEM ESSE POST Aylla Fernanda, Alessandra Gonçalo, Debora Cristina, Dayana Correa, Angela Salsani, Angélica Ferreira, Ana Caroline da Silva, Guilherme Silva, Guilherme Emanuel, Juh Correa, Paloma Dario, Pamella Karollina PL, Fernanda Sampaio, Pâmila Corrêa, Ana Flavia Coimbra, Dani Correa, Gisele Silva, Herminho Pereira, Graciene Lima, Thaty Santos, Jhé Lacerda, Leonardo Jeniffer, Rosane Donizete Silva Correa, Jhefferson Santos, Guta Santos, Everton Luiz, Maria Rita Dos Santos Correa, Correa Telhados, Evelyn Claudio, Gúúh Silva, Bia Souza, Alyne Gomes, Evandro Gabriel de Almeida Cassiano Alba
  • 04, 05 e 06 de julho 13º Moto Route - Três Rios - RJ
    13º Moto Route Dias 4, 5 e 6 de julho de 2014 Local: Em frente ao SESI - Margem do Rio, Centro, Três Rios/RJ Um dos melhores eventos de motociclistas
    do Estado do Rio de Janeiro, o Moto Route de Três Rios chega à sua
    décima terceira edição com shows inídi...

    04, 05 e 06 de julho 13º Moto Route - Três Rios - RJ
    13º Moto Route Dias 4, 5 e 6 de julho de 2014 Local: Em frente ao SESI - Margem do Rio, Centro, Três Rios/RJ Um dos melhores eventos de motociclistas do Estado do Rio de Janeiro, o Moto Route de Três Rios chega à su...
  • ‘A depressão está sempre ali de alguma forma’, diz Andrew Solomon Mais de uma década depois do lançamento do livro ‘O demônio do meio-dia’, escritor revela que ainda sofre com a doença POR VIVIANE NOGUEIRA 27/07/2014 7:00 O escritor Andrew Solomon (à direita) com seu marido, John Habich e George, um de seus filhos biológicos, hoje com 5 anos Foto: Gabrile Stabile/ The New York Times O escritor Andrew Solomon (à direita) com seu marido, John Habich e George, um de seus filhos biológicos, hoje com 5 anos - Gabrile Stabile/ The New York Times RIO - Quando o livro “O demônio do meio-dia” surgiu, em 2001, houve quem o considerasse um tratado sobre depressão. Venceu o National Book Award e foi finalista do prêmio Pullitzer, além de um dos 100 melhores da década segundo o diário inglês “The Times”. Agora a Companhia das Letras o relança com a presença do autor, o americano Andrew Solomon, na Flip. Como o senhor revê seu livro hoje? O Andrew Solomon atual ainda se reconhece ali? Sim. Eu ainda tenho depressão, ainda tomo remédios e faço tratamento. Há muito tempo não tenho uma daquelas crises catastróficas em que não conseguia me mexer. Definitivamente é uma parte do que eu sou, e ter escrito um livro sobre o tema não foi só para ajudar as pessoas, mas para me lembrar de como foi sério, para que nunca pudesse me esquecer de que não seria quem eu sou hoje se não tivesse passado por aquilo. O senhor diz que o livro o transformou em um depressivo profissional. Isso é não é um pouco perigoso? Pode ser um pouco cansativo. Eu escrevo no mínimo três cartas por dia para pessoas que visitam meu site e contam suas experiências com a doença. Virei uma espécie de confidente, e, de uma certa forma, é maravilhoso. Às vezes recebo as cartas e vejo que consigo ajudar as pessoas, é ótimo, especialmente aquelas que não estão recebendo tratamento adequado. Mas, quando estou deprimido, é um fardo ouvir os relatos de desespero dessas pessoas sobre a doença. No epílogo da nova edição, escreveu sobre seus filhos, dizendo que são “antidepressivos”. Ser pai lhe tirou o direito de morrer? Sim, certamente. Eu sempre pensei que, se fosse para ter filhos, eu deveria estar presente, ser responsável e não estaria autorizado a morrer ou a me fechar no meu universo particular. Se tivesse outra depressão aguda como a que tive em 1994, acho que estaria perdido, não posso submeter crianças pequenas a um pai que não consiga lidar com as coisas. Quando isso acontece, não há o que fazer, e ter tido filhos não evita a minha depressão, mas me motiva a lidar com ela da melhor maneira possível. Quais as idades dos seus filhos hoje? George tem 5 anos, Blaine tem 6 anos e meio, Oliver e Lucy, que são filhos biológicos do John e fazem muito parte das nossas vidas, têm 10 e 14 anos. Tem medo que a doença se manifeste em seus filhos biológicos? Essa é uma das coisas que mais me preocupam. Todos temos uma característica negativa que passamos para os filhos. E eu me preocupo que seja essa a que eu venha a passar para eles. O senhor teve outros colapsos depois do lançamento do livro, em 2001? Não aqueles em escala monumental, mas houve períodos em que me senti sobrecarregado, tive crises de ansiedade e situações em que sabia que não estava 100%. Tive um episódio de depressão quando meu novo livro (”Longe da árvore”, em que trata da própria homossexualidade) foi lançado, em 2012. A vulnerabilidade de mostrar ao mundo um trabalho que fiz durante 11 anos foi terrivelmente difícil, comecei a ter crises de pânico e sentia como se não as estivesse superando. Voltei aos meus médicos, ajustei os medicamentos... A depressão está sempre ali de alguma forma. Como está hoje? Tomo meus remédios, vou ao psicoterapeuta e tento ajustar minha vida a coisas que acho realmente importantes: procuro dormir bem, não bebo muito álcool e me alimento de forma balanceada, mas acho que, se eu não tomasse os remédios, estaria com problemas. A diferença agora é que tenho uma grande rede de apoio, com pessoas que sabem tudo sobre depressão e têm meu histórico da doença. Toda vez em que não me sinto muito bem, posso recorrer ao John porque ele é muito bom para cuidar de mim nessas circunstâncias vulneráveis. Eu não tenho mais a sensação que costumava ter quando estava deprimido, a sensação de que estar perdido e sozinho no mundo. O senhor costuma escrever que o amor ajuda... Não é uma prescrição muito útil para momentos de crise: “ah, está deprimido, seria bom se mais pessoas o amassem” (risos). Mas se sentir amado e forte é uma defesa não contra a depressão biológica, mas contra os sintomas. Uma das críticas aos remédios de depressão é que eles paralisam o paciente. O que suas pesquisas em medicamentos dizem disso? Em primeiro lugar eu diria que os remédios que temos hoje são ótimos. Há 15 anos eu não poderia ter a vida que tenho hoje, passaria muito mais tempo em terrível depressão. Ao mesmo tempo são uma marreta, acho que quando meus netos nascerem vão me dizer “não acredito que você tinha que tomar essas drogas terríveis”. Os remédios são maravilhosos e úteis mas tem vários efeitos colaterais, não há como negar. Mas para as pessoas que estão tomando remédio sem ver efeito sobre a doença, eu diria que estão tomando os remédios errados, ou uma combinação errada de medicamentos, porque o que os remédios devem fazer e fazem por mim é colocar as emoções em uma escala certa. Quando eu estava deprimido, ficava assustado com a ideia de tomar banho ou almoçar ou retornar um telefonema; hoje tenho esse sentimento pelo horror do que acontece em Gaza ou Israel, ou pelas relações interpessoais que dão errado, ou pelo aquecimento global e o que está acontecendo com nosso planeta. O que a depressão o ensinou sobre si mesmo? Eu acho que me ensinou que às vezes a mente e o humor podem ficar mais significativos que a realidade. E que o relacionamento entre o que você é física e biologicamente X espiritual e intelectualmente é complicado ao ponto de ninguém ser capaz de entender ou descrever. A depressão me colocou em contato com o mistério da experiência humana, me ensinou a fazer o máximo nos dias em que eu não estou deprimido. Todos os dias em que acordo me sentido bem são um assombro. E acho que me ensinou compaixão por outras pessoas. Eu cresci em um ambiente confortável, tive altos e baixos, lidei com eles mas acho que de forma geral sempre estive muito protegido. E ter essa experiência me mostrou como é estar totalmente desamparado, o que me faz lidar melhor não só com as pessoas que sofrem de depressão, mas com as que têm deficiências, falta de instrução, de oportunidade, de habilidade, com todas as outras coisas que tornam as pessoas vulneráveis das maneiras mais variadas. Mais de 350 milhões de pessoas têm depressão, 5% da população mundial, dados da OMS de 2012, de lá pra cá deve ter aumentado. E ainda é uma doença que sofre preconceito ou deixa parentes e amigos desconfiados e desconfortáveis? Eu acho que deixa alguns parentes e amigos desconfortáveis, e não dá para saber de antemão quais serão. Quando eu tive a minha primeira crise, procurei uma amiga que eu tinha desde os 12 anos de idade, mas ela não soube lidar comigo, se afastou de mim por um longo tempo. Hoje nós somos amigos, mas não da mesma forma. Foi um choque para mim e abalou nossa amizade. Por outro lado, uma outra amiga com quem eu costumava ir a festas, e era engraçada, e a quem eu jamais recorreria nesta situação me ligava todos os dias, me convidava para jantar em sua casa com seu marido e filha, conversava sobre trocar meus médicos... Hoje temos uma amizade um milhão de vezes mais íntima do que seria se não tivéssemos vivido isso juntos. O senhor acredita que hoje, a sociedade do aplauso, dos selfies e do facebook contribua para a depressão? Eu acho que há um grande apelo sobre depressão hoje e a vida moderna traz dificuldades diferentes das enfrentadas cem anos atrás. Há cem anos seu filho morreria de febre tifoide e não há nada de bom nisso. Mas atualmente acho que as pessoas passam muito tempo interagindo com máquinas em vez de com outros seres humanos. Acho que pode ser muito alienante. As pessoas têm muitos amigos no Facebook, mas não estão de fato vendo ninguém, olhando nos olhos de outras pessoas, não há uma conexão íntima. Eu acho que o mundo está superpovoado, as pessoas veem muita TV e não dormem direito, mas quanto á internet, não acho um bom substituto para as relações humanas. O senhor usa Facebook, Instagram? Sim, uso de forma seletiva, não é nem um pouco desagradável, é bom estar lá e interagir com as pessoas. O problema é quando se substitui por uma intimidade mais autêntica e profunda. SERVIÇO: Flip 2014 O escritor Andrew Solomon estará em Paraty (RJ), onde falará na Tenda dos Autores em 1º de agosto, às 19h30m, com mediação do jornalista Otávio Frias Filho. Os ingressos já estão esgotados, mas haverá transmissão gratuita na Tenda do Telão.


    oglobo.globo.com
    ‘A depressão está sempre ali de alguma forma’, diz Andrew Solomon.
    Mais de uma década depois do lançamento do livro ‘O demônio do meio-dia’, escritor revela que ainda sofre com a doença
  • #VocêSabia? O Partido Trabalhista do Brasil – PTdoB, é um partido político brasileiro, organizado por dissidentes do PTB, em 15/05/1989. Seu número eleitoral é o 70, obtendo registro definitivo em 1994. Disputa as eleições brasileiras desde 1990 e o símbolo do partido é um coração. Em 1998, lançou como candidato a Presidente, João de Deus Barbosa de Jesus, que obteve 0,2% dos votos – cerca de 198 mil votos. Em 2006, o partido elegeu um Deputado Federal, Vinícius Rapozo de Carvalho, pelo Estado do Rio de Janeiro, tendo 0,31% dos votos para a Câmara dos Deputados – cerca de 311 mil votos. Em 2010, ampliou sua bancada na Câmara dos Deputados, com a eleição do seu Presidente Nacional, Luis Tibé-MG, Lourival Mendes-MA, Rosinha da Adefal-AL e Cristiano José Rodrigues de Souza-RJ, com o total de 642.422 votos (0,5%). O resultado de 2010 foi o melhor da legenda em relação as eleições anteriores. O PTdoB, possui atualmente, 19 Deputados Estaduais, em 2006 tinham 17; e representação nas Assembléias Legislativas de 13 Estados, Goiás, Maranhão, Sergipe, Rondônia, Paraíba, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Ceará, Amapá, Acre, Alagoas, Espírito Santo, Rio de Janeiro e no Distrito Federal. Nas eleições municipais, o partido também colecionou bons resultados comparado as eleições anteriores; em 2008, o partido elegeu apenas 4 prefeitos e 12 vice-prefeitos, e 328 vereadores eleitos, obtendo-se 1.391.749 votos para as Câmaras Municipais (1,2%), aumentando sua representação em 2012 para 26 prefeituras, 36 vice-prefeitos, elegendo 536 vereadores, obtendo desta vez 1.557.502 votos para os legislativos municipais (1,4%). Em 2006, foi anunciada sua fusão com o Partido Liberal-PL, juntamente com o Prona. Os três partidos fundidos formariam o Partido da República-PR. O PTdoB não entrou no acordo por rejeição da maioria dos membros da Convenção Nacional e, por não ter acertado o projeto com o PL e o Prona, que terminaram por se fundir. O Presidente Nacional do Partido, é o Deputado Federal Luis Henrique de Oliveira Resende, conhecido como Luis Tibé, ex-vereador de Belo Horizonte. Luis Tibé foi eleito Presidente Nacional do PTdoB, em 2006 e, reeleito na Convenção Nacional de 2010; seus vice-presidentes são Antônio Rodriguez Junior, Vinícius Cordeiro e Alberto Ahmed. Os Presidentes anteriores da legenda foram, Caetano Matanó Júnior (1989-1993); 1995-1998; Aroldo Luiz Rosa (1993-1995); Carlos Alberto Silva (1998-2002); Antônio Rodrigues Fernandes (2002-2006), que permaneceu como Presidente de Honra da sigla. O partido tem continuamente registrado um número maior de filiados: em abril de 2010, possuía cerca de 133.909 filiados, aumentando, segundo o Tribunal Superior Eleitoral –TSE, para 166.688, em dezembro de 2012.
  • Visita Escola Superior de Guerra ESG - Turma VI CEPE Três Rios/RJ
         A turma do VI-CEPE Três Rios/RJ , ADESG/RJ 2013, gostaria de agradecer a todo o comando da ESG/RJ, por nós receber nesta conceituada instituição, e pela oportunidade de conhecer mais um pouco como funciona seus estudos e pesquisas para compreender as r...

    Visita Escola Superior de Guerra ESG - Turma VI CEPE Três Rios/RJ
         A turma do VI-CEPE Três Rios/RJ , ADESG/RJ 2013, gostaria de agradecer a todo o comando da ESG/RJ, por nós receber nesta conceituada instituição, e pela oportunidade de conhecer mais um pouco como funciona seus estudos e...
  • 13º Moto Route - Encontro de Motociclistas Três Rios - RJ. 01 parte GRAV JUL 2014

    Dias 4, 5 e 6 de julho de 2014 Local: Em frente ao SESI - Margem do Rio, Centro, Três Rios/RJ Um dos melhores eventos de motociclistas do Estado do Rio de Ja...

  • Primeira Formaça de Osho Rebalancing no Rio/Petrópolis


    Sasha & Samadhi - Oshobahia compartilhou a foto de Luz Fundamental.
    "OSHO NEO-REBALANCING" "Consciência através da Massagem Profunda" Formação Profissional e Retiro - com Sasha e Samadhi 19 à 23 de novembro no LUZ FUNDAMENTAL- PETRÓPOLIS - RJ Estes 4 dias serão uma oportunidade única de entrar em uma viagem de cura e consciência interior através do templo do nosso espirito: o corpo. Você terá a possibilidade de aprender técnicas de cura e massagem profunda para aplicar seja na sua vida pessoal, como na sua profissão de terapeuta corporal. A Arte e a Ciência do "toque meditativo" serão a base do aprendizado deste caminho de transformação e alinhamento do corpo físico, mental, emocional e espiritual. Esse curso alem de fazer parte da formação profissional em "Osho Neo-Rebalancing", é um processo completo em si mesmo e pode ser atendido separadamente. Conteúdo do curso: -Meditações Ativas. -Bioenergetica e trabalho Neo Reichiano -Anatomia -A respiração: abrindo-se para a vida. -Técnicas para os músculos respiratórios. - Introdução para o trabalho com o pescoço e costas. Sobre OSHO NEO REBALANCING: Desenvolvido nos anos '70 no Ashram do Mestre iluminado Osho na Índia, esse percurso de auto-conhecimento, è uma técnica de terapia holística que utiliza o corpo e o toque como veiculo para levar luz, expansão e consciência no nosso ser. Trabalhando profundamente sobre o corpo físico, realinhando a sua postura e com isso as emoções que a determinam, dissolvemos as nossas couraças psicossomáticas experimentando prazer e expansão. Tensões e dores crônicas, causadas principalmente pelas estruturas mentais e emocionais que nos limitam, se transformam em energia vital e criativa. Através do toque levamos consciência e luz relaxando memórias armazenadas nas células e tecidos, reorganizando e harmonizando os quatro corpos: físico, mental, emocional e espiritual. Osho Neo-Rebalancing nasce da síntese de diferentes técnicas que encontram sua origem no trabalho sobre o corpo, na massagem e na meditação: 'Deep Tussue', Liberação Miofascial, Relaxamento das Articulações, Expressão Emocional, Meditação, Bioenergética e Energia Pranica. Além de experimentar uma viagem ao interno do seu ser, aprenderá a ser um profissional preparado e consciente da massagem profunda. Graças a essa experiência de presença com si mesmo, aprenderá a estar presente na sua vida e com seus clientes, aberto as necessidades e conectado com o coração deles. Bem estar psico-fisico, conexão com o próprio sentir e com o próprio potencial, silencio e presença no 'Aqui e Agora', são a essência do Osho Neo-Rebalancing. Níveis de Formação Profissional : 1- Formação em Osho Realinheamento Postural. Carga horaria 210 hs 2-Formação completa em Osho Neo Rebalancing Carga horaria de 720 hs. Datas dos Cursos: 1º Ano: Luz Fundamental - 19-23 de Novembro 2014 Piracanga- 10 de Janeiro - 1 de Fevereiro 2015 Luz Fundamental - 19-23 Abril 2015 Luz Fundamental - 30 Outubro -2 de Novembro 2015 2° ano: Piracanga - 9-30 Janeiro 2016 Luz Fundamental - Maio 2016 Luz Fundamental - Outubro ou Novembro 2016 A formação completa pode ser feita em dois ou três anos participando em módulos na Luz Fundamental e em Oshobahia, sede da Escola, em Piracanga (Bahia). INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES: [email protected]
    Fotos da linha do tempo.
  • Marujos de Três Rios II - Pescaria em Parati - RJ

    Equipe "Tamus Juntos".




  • Maria Lucia Sampaio compartilhou a foto de Jornal Animal.
    Rio de Janeiro/RJ bairro: Penha Adoção - Penha - Rio de janeiro contato in box: https://www.facebook.com/paula.prado.9480?fref=photo Somos três gatinhos irmãozinhos, mais lindos do mundo, ainda somos bebês, queremos muito ser adotados por pessoas que nos amem muito e que tenham um lar seguro. Lambeijos link do pedido:https://www.facebook.com/photo.php?fbid=788966507791034&set=o.358075527596172&type=1&theater Jornal Animal
    Fotos da linha do tempo.
  • MARCELO RODRIGUES - PP - Candidato a VEREADOR em TRÊS RIOS-RJ
    Avalie agora MARCELO RODRIGUES - PP - Candidato a VEREADOR em TRÊS RIOS-RJ, Site de avaliação de Candidatos a vereador de TRÊS RIOS-RJ
  • Nany Lalo

    em 29/07/2014
    #Luto que deus ilumine ......


    Dayene Correa.
    Por favor, estamos em desespero! Pedimos ajuda Sábado (26.07) houve um acidente com nossos familiares, o carro em que estavam capotou e caiu dentro de um rio na via Dutra em Paracambi (RJ) no KM 215 km. Três corpos foram encontrados depois de 24 horas do ocorrido, porém o do nosso tio Antonio Fernandes dos Santos Correa ainda não, e temos grande esperança de que ele pode ter sobrevivido ao acidente! Os bombeiros estão fazendo uma busca, porém achamos que a ajuda ainda não é o suficiente. Pedimos ajuda para que a noticia seja espalhada e a ajuda seja reforçada. Agradecemos desde já POR FAVOR COMPARTILHEM ESSE POST Aylla Fernanda, Alessandra Gonçalo, Debora Cristina, Dayana Correa, Angela Salsani, Angélica Ferreira, Ana Caroline da Silva, Guilherme Silva, Guilherme Emanuel, Juh Correa, Paloma Dario, Pamella Karollina PL, Fernanda Sampaio, Pâmila Corrêa, Ana Flavia Coimbra, Dani Correa, Gisele Silva, Herminho Pereira, Graciene Lima, Thaty Santos, Jhé Lacerda, Leonardo Jeniffer, Rosane Donizete Silva Correa, Jhefferson Santos, Guta Santos, Everton Luiz, Maria Rita Dos Santos Correa, Correa Telhados, Evelyn Claudio, Gúúh Silva, Bia Souza, Alyne Gomes, Evandro Gabriel de Almeida Cassiano Alba
  • SHOW DA BANDA CRUSHER EM TRÊS RIOS - RJ.

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  • 30 horas já!! A Enfermagem merece ser respeitada, merece ter sua lei cumprida.


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    SOBRE A POLÊMICA DAS 30 HORAS PARA A ENFERMAGEM O Dep. Eduardo Cunha (pmdb RJ) declarou: "se pedreiro trabalha 44h, porque a enfermagem qr trabalhar 30h?! Um colega enfermeiro encaminhou a seguinte carta de repúdio: Caro deputado Eduardo Cunha, venho através desta mídia formalizar a minha mais profunda indignação e manifestar repúdio em relação a postura/conduta/posicionamento de Vossa Excelência frente ao PL 2295/00, que regulamenta a jornada de trabalho do Profissional de Enfermagem em 30 horas semanais! Lembrando o conteúdo de sua declaração: “Se pedreiro trabalha 44 horas, porque a enfermagem quer 30 HORAS?” Diante de sua declaração gostaria de levantar os seguintes questionamentos: 1-Blocos, argamassas, ferragens, concreto, picaretas, betoneiras, martelos, pregos e todos os tipos de ferramentas e insumos relacionados a área da construção civil possuem vida? Ou são objetos inanimados? 2-Estes objetos sentem dor ou fraqueza? Choram? Suplicam por ajuda? Se desesperam? 3-Poderia me dizer se o profissional da construção civil precisa lidar diariamente com os sentimentos de impotência, desânimo, pessimismo, angústia, dor, revolta, negação, e outros tantos sentimentos de seus equipamentos e de seu objeto de trabalho? 4-Os objetos listados no item 1, podem porventura perder todos os seus familiares em um acidente, ou se encontrarem em uma situação totalmente incapacitante? Caso sim, o pedreiro estaria ao lado deles para oferecer assistência de qualidade e lhe proporcionar amparo e conforto, certo? 5-Creio que algum dia Vossa Excelência precisará dos cuidados de um enfermeiro ou profissional de enfermagem, você desejará que esta pessoa esteja ao seu lado de forma humana e empenhada, que entenda suas perdas ou sua dor, entretanto talvez este profissional esteja esgotado pois poderá ter trabalhado 12horas em seu plantão noturno e estará cumprindo suas outras 12 horas do trabalho diurno, e humanamente ele não teria energias para lhe prestar o melhor atendimento, levando em consideração a sua individualidade! 6-A propósito, Vossa Excelência possui uma escala de trabalho adequada a sua função não é? Tenho certeza que o senhor não trabalha com a mesma carga horária que um pedreiro em seu canteiro de obras, estou certo? Ou os profissionais da construção civil também possuem o "recesso branco" de quase três meses de vadiagem remunerada, as vésperas das eleições? O que difere Vossa Excelência enquanto trabalhador de mim que possuo Nível Superior como o senhor, e duas pós graduações? 7-Qual seria a diferença entre os profissionais da área de Assistência Social, Fisioterapia, Psicologia e da Enfermagem? Por que estas áreas podem ter a regulamentação de sua carga horária em 30 horas semanais ao contrário de nossa categoria! Vossa Excelência deveria fazer uma visita aos hospitais de sua cidade pela madrugada, o senhor aprenderia que quem está presente 24 horas dentro de todas as instituições de saúde, é a Enfermagem. Vossa Excelência possui conhecimento de quem é a Enfermagem, bem como do PL 2295/00 da qual o senhor é contra? Em sua rede social Vossa Excelência se declara “O DENFENSOR DO ESTADO DO RIO” e utiliza como slogan a seguinte frase: “Afinal de contas, o nosso povo merece respeito”. Logo, lhe pergunto; Vossa Excelência defende a quem? Ou seria; Vossa Excelência defende a qual interesse? Que tipo de respeito é este por uma profissão que muito provavelmente possui maior aprovação e aceitação do Povo Brasileiro do que a do senhor? Repense Deputado! Caso você tenha lido o texto e se sente representado nestas palavras, por favor, compartilhe! #enfermagem30hjá #eduardocunha #defensordoque #juntossomosmaisfortes #enfermagemunida Por: Enf° Fernando Scatolin Moraes — em Hospital Regional de Santa Maria
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  • Epidemia DE DENGUE EM TRÊS RIOS/RJ

    Epidemia DE DENGUE EM TRÊS RIOS/RJ
    Epidemia? Recebemos informações que 8 bombeiros de Três Rios estariam com dengue, mas isso não deve ser nada demais né pessoal
  • ‘A depressão está sempre ali de alguma forma’, diz Andrew Solomon Mais de uma década depois do lançamento do livro ‘O demônio do meio-dia’, escritor revela que ainda sofre com a doença POR VIVIANE NOGUEIRA 27/07/2014 7:00 O escritor Andrew Solomon (à direita) com seu marido, John Habich e George, um de seus filhos biológicos, hoje com 5 anos Foto: Gabrile Stabile/ The New York Times O escritor Andrew Solomon (à direita) com seu marido, John Habich e George, um de seus filhos biológicos, hoje com 5 anos - Gabrile Stabile/ The New York Times RIO - Quando o livro “O demônio do meio-dia” surgiu, em 2001, houve quem o considerasse um tratado sobre depressão. Venceu o National Book Award e foi finalista do prêmio Pullitzer, além de um dos 100 melhores da década segundo o diário inglês “The Times”. Agora a Companhia das Letras o relança com a presença do autor, o americano Andrew Solomon, na Flip. Como o senhor revê seu livro hoje? O Andrew Solomon atual ainda se reconhece ali? Sim. Eu ainda tenho depressão, ainda tomo remédios e faço tratamento. Há muito tempo não tenho uma daquelas crises catastróficas em que não conseguia me mexer. Definitivamente é uma parte do que eu sou, e ter escrito um livro sobre o tema não foi só para ajudar as pessoas, mas para me lembrar de como foi sério, para que nunca pudesse me esquecer de que não seria quem eu sou hoje se não tivesse passado por aquilo. O senhor diz que o livro o transformou em um depressivo profissional. Isso é não é um pouco perigoso? Pode ser um pouco cansativo. Eu escrevo no mínimo três cartas por dia para pessoas que visitam meu site e contam suas experiências com a doença. Virei uma espécie de confidente, e, de uma certa forma, é maravilhoso. Às vezes recebo as cartas e vejo que consigo ajudar as pessoas, é ótimo, especialmente aquelas que não estão recebendo tratamento adequado. Mas, quando estou deprimido, é um fardo ouvir os relatos de desespero dessas pessoas sobre a doença. No epílogo da nova edição, escreveu sobre seus filhos, dizendo que são “antidepressivos”. Ser pai lhe tirou o direito de morrer? Sim, certamente. Eu sempre pensei que, se fosse para ter filhos, eu deveria estar presente, ser responsável e não estaria autorizado a morrer ou a me fechar no meu universo particular. Se tivesse outra depressão aguda como a que tive em 1994, acho que estaria perdido, não posso submeter crianças pequenas a um pai que não consiga lidar com as coisas. Quando isso acontece, não há o que fazer, e ter tido filhos não evita a minha depressão, mas me motiva a lidar com ela da melhor maneira possível. Quais as idades dos seus filhos hoje? George tem 5 anos, Blaine tem 6 anos e meio, Oliver e Lucy, que são filhos biológicos do John e fazem muito parte das nossas vidas, têm 10 e 14 anos. Tem medo que a doença se manifeste em seus filhos biológicos? Essa é uma das coisas que mais me preocupam. Todos temos uma característica negativa que passamos para os filhos. E eu me preocupo que seja essa a que eu venha a passar para eles. O senhor teve outros colapsos depois do lançamento do livro, em 2001? Não aqueles em escala monumental, mas houve períodos em que me senti sobrecarregado, tive crises de ansiedade e situações em que sabia que não estava 100%. Tive um episódio de depressão quando meu novo livro (”Longe da árvore”, em que trata da própria homossexualidade) foi lançado, em 2012. A vulnerabilidade de mostrar ao mundo um trabalho que fiz durante 11 anos foi terrivelmente difícil, comecei a ter crises de pânico e sentia como se não as estivesse superando. Voltei aos meus médicos, ajustei os medicamentos... A depressão está sempre ali de alguma forma. Como está hoje? Tomo meus remédios, vou ao psicoterapeuta e tento ajustar minha vida a coisas que acho realmente importantes: procuro dormir bem, não bebo muito álcool e me alimento de forma balanceada, mas acho que, se eu não tomasse os remédios, estaria com problemas. A diferença agora é que tenho uma grande rede de apoio, com pessoas que sabem tudo sobre depressão e têm meu histórico da doença. Toda vez em que não me sinto muito bem, posso recorrer ao John porque ele é muito bom para cuidar de mim nessas circunstâncias vulneráveis. Eu não tenho mais a sensação que costumava ter quando estava deprimido, a sensação de que estar perdido e sozinho no mundo. O senhor costuma escrever que o amor ajuda... Não é uma prescrição muito útil para momentos de crise: “ah, está deprimido, seria bom se mais pessoas o amassem” (risos). Mas se sentir amado e forte é uma defesa não contra a depressão biológica, mas contra os sintomas. Uma das críticas aos remédios de depressão é que eles paralisam o paciente. O que suas pesquisas em medicamentos dizem disso? Em primeiro lugar eu diria que os remédios que temos hoje são ótimos. Há 15 anos eu não poderia ter a vida que tenho hoje, passaria muito mais tempo em terrível depressão. Ao mesmo tempo são uma marreta, acho que quando meus netos nascerem vão me dizer “não acredito que você tinha que tomar essas drogas terríveis”. Os remédios são maravilhosos e úteis mas tem vários efeitos colaterais, não há como negar. Mas para as pessoas que estão tomando remédio sem ver efeito sobre a doença, eu diria que estão tomando os remédios errados, ou uma combinação errada de medicamentos, porque o que os remédios devem fazer e fazem por mim é colocar as emoções em uma escala certa. Quando eu estava deprimido, ficava assustado com a ideia de tomar banho ou almoçar ou retornar um telefonema; hoje tenho esse sentimento pelo horror do que acontece em Gaza ou Israel, ou pelas relações interpessoais que dão errado, ou pelo aquecimento global e o que está acontecendo com nosso planeta. O que a depressão o ensinou sobre si mesmo? Eu acho que me ensinou que às vezes a mente e o humor podem ficar mais significativos que a realidade. E que o relacionamento entre o que você é física e biologicamente X espiritual e intelectualmente é complicado ao ponto de ninguém ser capaz de entender ou descrever. A depressão me colocou em contato com o mistério da experiência humana, me ensinou a fazer o máximo nos dias em que eu não estou deprimido. Todos os dias em que acordo me sentido bem são um assombro. E acho que me ensinou compaixão por outras pessoas. Eu cresci em um ambiente confortável, tive altos e baixos, lidei com eles mas acho que de forma geral sempre estive muito protegido. E ter essa experiência me mostrou como é estar totalmente desamparado, o que me faz lidar melhor não só com as pessoas que sofrem de depressão, mas com as que têm deficiências, falta de instrução, de oportunidade, de habilidade, com todas as outras coisas que tornam as pessoas vulneráveis das maneiras mais variadas. Mais de 350 milhões de pessoas têm depressão, 5% da população mundial, dados da OMS de 2012, de lá pra cá deve ter aumentado. E ainda é uma doença que sofre preconceito ou deixa parentes e amigos desconfiados e desconfortáveis? Eu acho que deixa alguns parentes e amigos desconfortáveis, e não dá para saber de antemão quais serão. Quando eu tive a minha primeira crise, procurei uma amiga que eu tinha desde os 12 anos de idade, mas ela não soube lidar comigo, se afastou de mim por um longo tempo. Hoje nós somos amigos, mas não da mesma forma. Foi um choque para mim e abalou nossa amizade. Por outro lado, uma outra amiga com quem eu costumava ir a festas, e era engraçada, e a quem eu jamais recorreria nesta situação me ligava todos os dias, me convidava para jantar em sua casa com seu marido e filha, conversava sobre trocar meus médicos... Hoje temos uma amizade um milhão de vezes mais íntima do que seria se não tivéssemos vivido isso juntos. O senhor acredita que hoje, a sociedade do aplauso, dos selfies e do facebook contribua para a depressão? Eu acho que há um grande apelo sobre depressão hoje e a vida moderna traz dificuldades diferentes das enfrentadas cem anos atrás. Há cem anos seu filho morreria de febre tifoide e não há nada de bom nisso. Mas atualmente acho que as pessoas passam muito tempo interagindo com máquinas em vez de com outros seres humanos. Acho que pode ser muito alienante. As pessoas têm muitos amigos no Facebook, mas não estão de fato vendo ninguém, olhando nos olhos de outras pessoas, não há uma conexão íntima. Eu acho que o mundo está superpovoado, as pessoas veem muita TV e não dormem direito, mas quanto á internet, não acho um bom substituto para as relações humanas. O senhor usa Facebook, Instagram? Sim, uso de forma seletiva, não é nem um pouco desagradável, é bom estar lá e interagir com as pessoas. O problema é quando se substitui por uma intimidade mais autêntica e profunda. SERVIÇO: Flip 2014 O escritor Andrew Solomon estará em Paraty (RJ), onde falará na Tenda dos Autores em 1º de agosto, às 19h30m, com mediação do jornalista Otávio Frias Filho. Os ingressos já estão esgotados, mas haverá transmissão gratuita na Tenda do Telão. Read more: http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/a-depressao-esta-sempre-ali-de-alguma-forma-diz-andrew-solomon-13394980#ixzz38tWSUl4k


    oglobo.globo.com
    ‘A depressão está sempre ali de alguma forma’, diz Andrew Solomon.
    Mais de uma década depois do lançamento do livro ‘O demônio do meio-dia’, escritor revela que ainda sofre com a doença
  • Amanda Silva


    Dayene Correa.
    Por favor, estamos em desespero! Pedimos ajuda Sábado (26.07) houve um acidente com nossos familiares, o carro em que estavam capotou e caiu dentro de um rio na via Dutra em Paracambi (RJ) no KM 215 km. Três corpos foram encontrados depois de 24 horas do ocorrido, porém o do nosso tio Antonio Fernandes dos Santos Correa ainda não, e temos grande esperança de que ele pode ter sobrevivido ao acidente! Os bombeiros estão fazendo uma busca, porém achamos que a ajuda ainda não é o suficiente. Pedimos ajuda para que a noticia seja espalhada e a ajuda seja reforçada. Agradecemos desde já POR FAVOR COMPARTILHEM ESSE POST Aylla Fernanda, Alessandra Gonçalo, Debora Cristina, Dayana Correa, Angela Salsani, Angélica Ferreira, Ana Caroline da Silva, Guilherme Silva, Guilherme Emanuel, Juh Correa, Paloma Dario, Pamella Karollina PL, Fernanda Sampaio, Pâmila Corrêa, Ana Flavia Coimbra, Dani Correa, Gisele Silva, Herminho Pereira, Graciene Lima, Thaty Santos, Jhé Lacerda, Leonardo Jeniffer, Rosane Donizete Silva Correa, Jhefferson Santos, Guta Santos, Everton Luiz, Maria Rita Dos Santos Correa, Correa Telhados, Evelyn Claudio, Gúúh Silva, Bia Souza, Alyne Gomes, Evandro Gabriel de Almeida Cassiano Alba
  • Rádio FM 107 107,3 ao vivo e online Três Rios RJ
    Você está em : Home » ao vivo Brasil » RJ » Três Rios-RJ » Rádio FM 107 107,3 ao vivo e online Três Rios RJ. Rádio FM 107 107,3 ao vivo e online Três Rios RJ. Postado por Diego Nunes às 17:26 . Marcad...
  • Carla Renata

    em 29/07/2014



    Carla Renata compartilhou uma foto
    SOBRE A POLÊMICA DAS 30 HORAS PARA A ENFERMAGEM O Dep. Eduardo Cunha (pmdb RJ) declarou: "se pedreiro trabalha 44h, porque a enfermagem qr trabalhar 30h?! Um colega enfermeiro encaminhou a seguinte carta de repúdio: Caro deputado Eduardo Cunha, venho através desta mídia formalizar a minha mais profunda indignação e manifestar repúdio em relação a postura/conduta/posicionamento de Vossa Excelência frente ao PL 2295/00, que regulamenta a jornada de trabalho do Profissional de Enfermagem em 30 horas semanais! Lembrando o conteúdo de sua declaração: “Se pedreiro trabalha 44 horas, porque a enfermagem quer 30 HORAS?” Diante de sua declaração gostaria de levantar os seguintes questionamentos: 1-Blocos, argamassas, ferragens, concreto, picaretas, betoneiras, martelos, pregos e todos os tipos de ferramentas e insumos relacionados a área da construção civil possuem vida? Ou são objetos inanimados? 2-Estes objetos sentem dor ou fraqueza? Choram? Suplicam por ajuda? Se desesperam? 3-Poderia me dizer se o profissional da construção civil precisa lidar diariamente com os sentimentos de impotência, desânimo, pessimismo, angústia, dor, revolta, negação, e outros tantos sentimentos de seus equipamentos e de seu objeto de trabalho? 4-Os objetos listados no item 1, podem porventura perder todos os seus familiares em um acidente, ou se encontrarem em uma situação totalmente incapacitante? Caso sim, o pedreiro estaria ao lado deles para oferecer assistência de qualidade e lhe proporcionar amparo e conforto, certo? 5-Creio que algum dia Vossa Excelência precisará dos cuidados de um enfermeiro ou profissional de enfermagem, você desejará que esta pessoa esteja ao seu lado de forma humana e empenhada, que entenda suas perdas ou sua dor, entretanto talvez este profissional esteja esgotado pois poderá ter trabalhado 12horas em seu plantão noturno e estará cumprindo suas outras 12 horas do trabalho diurno, e humanamente ele não teria energias para lhe prestar o melhor atendimento, levando em consideração a sua individualidade! 6-A propósito, Vossa Excelência possui uma escala de trabalho adequada a sua função não é? Tenho certeza que o senhor não trabalha com a mesma carga horária que um pedreiro em seu canteiro de obras, estou certo? Ou os profissionais da construção civil também possuem o "recesso branco" de quase três meses de vadiagem remunerada, as vésperas das eleições? O que difere Vossa Excelência enquanto trabalhador de mim que possuo Nível Superior como o senhor, e duas pós graduações? 7-Qual seria a diferença entre os profissionais da área de Assistência Social, Fisioterapia, Psicologia e da Enfermagem? Por que estas áreas podem ter a regulamentação de sua carga horária em 30 horas semanais ao contrário de nossa categoria! Vossa Excelência deveria fazer uma visita aos hospitais de sua cidade pela madrugada, o senhor aprenderia que quem está presente 24 horas dentro de todas as instituições de saúde, é a Enfermagem. Vossa Excelência possui conhecimento de quem é a Enfermagem, bem como do PL 2295/00 da qual o senhor é contra? Em sua rede social Vossa Excelência se declara “O DENFENSOR DO ESTADO DO RIO” e utiliza como slogan a seguinte frase: “Afinal de contas, o nosso povo merece respeito”. Logo, lhe pergunto; Vossa Excelência defende a quem? Ou seria; Vossa Excelência defende a qual interesse? Que tipo de respeito é este por uma profissão que muito provavelmente possui maior aprovação e aceitação do Povo Brasileiro do que a do senhor? Repense Deputado! Caso você tenha lido o texto e se sente representado nestas palavras, por favor, compartilhe! #enfermagem30hjá #eduardocunha #defensordoque #juntossomosmaisfortes #enfermagemunida Por: Enf° Fernando Scatolin Moraes — em Hospital Regional de Santa Maria
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  • Evandro Freitas compartilhou uma atualização de status de Dayene Correa.
    Dayene Correa.
    Por favor, estamos em desespero! Pedimos ajuda Sábado (26.07) houve um acidente com nossos familiares, o carro em que estavam capotou e caiu dentro de um rio na via Dutra em Paracambi (RJ) no KM 215 km. Três corpos foram encontrados depois de 24 horas do ocorrido, porém o do nosso tio Antonio Fernandes dos Santos Correa ainda não, e temos grande esperança de que ele pode ter sobrevivido ao acidente! Os bombeiros estão fazendo uma busca, porém achamos que a ajuda ainda não é o suficiente. Pedimos ajuda para que a noticia seja espalhada e a ajuda seja reforçada. Agradecemos desde já POR FAVOR COMPARTILHEM ESSE POST Aylla Fernanda, Alessandra Gonçalo, Debora Cristina, Dayana Correa, Angela Salsani, Angélica Ferreira, Ana Caroline da Silva, Guilherme Silva, Guilherme Emanuel, Juh Correa, Paloma Dario, Pamella Karollina PL, Fernanda Sampaio, Pâmila Corrêa, Ana Flavia Coimbra, Dani Correa, Gisele Silva, Herminho Pereira, Graciene Lima, Thaty Santos, Jhé Lacerda, Leonardo Jeniffer, Rosane Donizete Silva Correa, Jhefferson Santos, Guta Santos, Everton Luiz, Maria Rita Dos Santos Correa, Correa Telhados, Evelyn Claudio, Gúúh Silva, Bia Souza, Alyne Gomes, Evandro Gabriel de Almeida Cassiano Alba
  • Acidente Fontanella BR 393 km 155 Tres Rios-RJ

    Acidente acontecido na segunda feira,14/07/2014, no povoado de Mombaça município de três rios-RJ. Motorista inexperiente manda o colega que estava o orientan...




  • Danielly Pontes compartilhou uma foto
    SOBRE A POLÊMICA DAS 30 HORAS PARA A ENFERMAGEM O Dep. Eduardo Cunha (pmdb RJ) declarou: "se pedreiro trabalha 44h, porque a enfermagem qr trabalhar 30h?! Um colega enfermeiro encaminhou a seguinte carta de repúdio: Caro deputado Eduardo Cunha, venho através desta mídia formalizar a minha mais profunda indignação e manifestar repúdio em relação a postura/conduta/posicionamento de Vossa Excelência frente ao PL 2295/00, que regulamenta a jornada de trabalho do Profissional de Enfermagem em 30 horas semanais! Lembrando o conteúdo de sua declaração: “Se pedreiro trabalha 44 horas, porque a enfermagem quer 30 HORAS?” Diante de sua declaração gostaria de levantar os seguintes questionamentos: 1-Blocos, argamassas, ferragens, concreto, picaretas, betoneiras, martelos, pregos e todos os tipos de ferramentas e insumos relacionados a área da construção civil possuem vida? Ou são objetos inanimados? 2-Estes objetos sentem dor ou fraqueza? Choram? Suplicam por ajuda? Se desesperam? 3-Poderia me dizer se o profissional da construção civil precisa lidar diariamente com os sentimentos de impotência, desânimo, pessimismo, angústia, dor, revolta, negação, e outros tantos sentimentos de seus equipamentos e de seu objeto de trabalho? 4-Os objetos listados no item 1, podem porventura perder todos os seus familiares em um acidente, ou se encontrarem em uma situação totalmente incapacitante? Caso sim, o pedreiro estaria ao lado deles para oferecer assistência de qualidade e lhe proporcionar amparo e conforto, certo? 5-Creio que algum dia Vossa Excelência precisará dos cuidados de um enfermeiro ou profissional de enfermagem, você desejará que esta pessoa esteja ao seu lado de forma humana e empenhada, que entenda suas perdas ou sua dor, entretanto talvez este profissional esteja esgotado pois poderá ter trabalhado 12horas em seu plantão noturno e estará cumprindo suas outras 12 horas do trabalho diurno, e humanamente ele não teria energias para lhe prestar o melhor atendimento, levando em consideração a sua individualidade! 6-A propósito, Vossa Excelência possui uma escala de trabalho adequada a sua função não é? Tenho certeza que o senhor não trabalha com a mesma carga horária que um pedreiro em seu canteiro de obras, estou certo? Ou os profissionais da construção civil também possuem o "recesso branco" de quase três meses de vadiagem remunerada, as vésperas das eleições? O que difere Vossa Excelência enquanto trabalhador de mim que possuo Nível Superior como o senhor, e duas pós graduações? 7-Qual seria a diferença entre os profissionais da área de Assistência Social, Fisioterapia, Psicologia e da Enfermagem? Por que estas áreas podem ter a regulamentação de sua carga horária em 30 horas semanais ao contrário de nossa categoria! Vossa Excelência deveria fazer uma visita aos hospitais de sua cidade pela madrugada, o senhor aprenderia que quem está presente 24 horas dentro de todas as instituições de saúde, é a Enfermagem. Vossa Excelência possui conhecimento de quem é a Enfermagem, bem como do PL 2295/00 da qual o senhor é contra? Em sua rede social Vossa Excelência se declara “O DENFENSOR DO ESTADO DO RIO” e utiliza como slogan a seguinte frase: “Afinal de contas, o nosso povo merece respeito”. Logo, lhe pergunto; Vossa Excelência defende a quem? Ou seria; Vossa Excelência defende a qual interesse? Que tipo de respeito é este por uma profissão que muito provavelmente possui maior aprovação e aceitação do Povo Brasileiro do que a do senhor? Repense Deputado! Caso você tenha lido o texto e se sente representado nestas palavras, por favor, compartilhe! #enfermagem30hjá #eduardocunha #defensordoque #juntossomosmaisfortes #enfermagemunida Por: Enf° Fernando Scatolin Moraes — em Hospital Regional de Santa Maria
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  • Dino S. Neves compartilhou uma atualização de status de Dayene Correa.
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  • Thamirys Moraes compartilhou uma atualização de status de Dayene Correa.
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  • SET DJ DANIEL RAMALHO - TRÊS RIOS RJ

    SET MIXADO POR DJ DANIEL RAMALHO FUNK GOSPEL. CONTATOS PARA FESTAS E EVENTOS 24-992630033 OU Facebook/Daniel Ramalho. Um Dj com 20 anos de carreira convertid...

  • Caju !!!


    Rodrigo Diniz compartilhou a foto de Barba, Cabelo e Bigode.
    Eis q. é c/ inenarrável júbilo q. anunciamos a adesão do mestre Paulo Cézar Caju ao nosso projeto! Agora, a trinca capilar do título do filme está fechada: Barba (Afonsinho), Cabelo (Caju) e Bigode (Nei Conceição). Paulo Cézar Lima, conhecido pelo apelido de Caju por ter pintado de acaju a sua cabeleira após uma excursão do Botafogo por Los Angeles em 1971, a convite do músico Sergio Mendes, é uma referência vital p/ o futebol brasileiro e internacional. Q. o diga Bob Marley. Em sua passagem pelo Brasil, em 1980, p/ cumprir contrato c/ a gravadora, fez questão de conhecer o Caju pessoalmente. O encontro mítico se deu no campo de pelada do Politeama, de Chico Buarque. (Ver a foto.) Esse dado e tantos outros estão colocados no perfil abaixo q. nos permitimos redigir sobre o camisa 18 da Copa de 70. (Só p/ finalizar: valeu muito pela adesão, Caju!) "Quando Paulo Cézar Caju iniciou a carreira, os negros que atuavam no futebol brasileiro não eram exatamente conhecidos por manifestar consciência racial. É evidente a contribuição da cultura negra à reinvenção local dessa modalidade esportiva originalmente europeia. Não à toa foi um fenômeno dissecado por Mario Filho no clássico cujo título já estampa a relevância do tema: O negro no futebol brasileiro. Mas nem mesmo no universo popular do futebol se consegue desmentir o decantado mito da “democracia racial” que teima em querer definir a nossa identidade. Desde os primórdios, as tensões raciais ali dentro refletiam as mesmas que vigoram do lado de fora. E não importava o quão craque pudesse – ou ainda possa – ser o jogador negro. Caju se deu conta disso muito cedo e reagiu à altura, não reconhecendo e recusando o lugar que lhe era reservado nesse universo. Não é exagero dizer que ele poderia ser um personagem de Mário Filho. E quem sabe o fosse, num capítulo exclusivo de uma provável versão estendida do livro, caso o autor não morresse em 1966, às vésperas da consagração do camisa 11 nos gramados. Quando contestava decisões de técnicos e dirigentes, Paulo Cézar o fazia, também, por não querer interpretar o clássico papel do negro subalterno. Como o recado era claro demais, o efeito foi imediato: ganhou o rótulo de jogador-problema. O que não se esperava era que Caju viesse a assumir o estigma como forma de melhor resistir ao seu peso moral. Assim, desafiou uma cultura jamais inclinada a perdoar a cor do goleiro brasileiro da Copa de 50 pela falha que não cometeu na final contra o Uruguai, no Maracanã. Ao optar pela rebeldia em campo, Caju sentiu na pele que, em terra de Barbosa, bode expiatório pode ser também ovelha negra. E concluiu mesmo que, no seu caso, até deveria. Paulo Cézar Lima era filho adotivo do ex-técnico alvinegro Marinho Rodrigues. Testemunha do seu talento desde cedo, não pensou duas vezes em conduzi-lo a General Severiano. De saída, Paulo Cézar se revelou artilheiro nos treinos dos juvenis. Sua habilidade muito acima da média o levou a ser também “adotado” pelo técnico Zagallo, que deve ter enxergado nele uma espécie de seu sucessor (melhorado) na ponta-esquerda. Logo ganharia uma vaga no time principal, em 1967. Sua estreia, jogando os 90 minutos de uma partida (na verdade, 120, por conta da prorrogação), não poderia ser mais apoteótica: marcou os três gols da vitória alvinegra por 3 X 2 contra o América-RJ, na final da Taça Guanabara. Três anos depois, Zagallo manteve sua convocação quando assumiu o lugar de João Saldanha no comando da seleção tricampeã de 70. O lugar de Paulo Cézar ali era cativo. Podia ser tanto entre os titulares como no seu banco de luxo. Quando solicitado, não só deu conta do recado como superou expectativas. Suas atuações contra Inglaterra e Romênia estão eternizadas em video tape para desmentir qualquer declaração em contrário. (Mas há quem o declare?) Paulo Cézar Caju foi uma espécie de representante pioneiro – e algo solitário – do movimento Black Power no meio do futebol nacional. No despertar dos anos 1970, a consciência racial ganhava novo impulso com o circuito dos bailes blacks do subúrbio, no Rio de Janeiro. A resposta ao racismo assumia a feição de um movimento urbano de massa. Ao som do soulfunky, gênero criado por James Brown e sua banda, equipes de som e dançarinos a caráter afirmavam a sua negritude justamente no momento mais repressivo da ditadura militar. Caju não ficou indiferente a isso. Seguiu à risca os mandamentos blacks: adotou o visual de roupas coloridas e cabelo grande (que tingia de acaju – daí o apelido), as gírias características, o punho estendido etc. E, dando estofo a isso tudo, um comportamento que dizia alto que ele era negro e que se orgulhava disso; que era alguém e que merecia respeito. (Mas não foi apenas o soul que fez a trilha sonora da sua história. Em 1980, rendeu-se ao reggae quando atendeu ao desejo de Bob Marley de jogar ao seu lado. Foi contra o Politeama, time de pelada de Chico Buarque.) Sem nunca pedir licença, Paulo Cézar Caju frequentava tanto os bailes do subúrbio como as boates da zona sul do Rio. Estava certo de que não havia ambiente social que não pudesse frequentar – por pior que fosse recebido. Falamos de um tempo em que a discriminação racial era uma experiência mais abertamente compartilhada, despertava menos constrangimento social. O ponta-esquerda vitorioso do Botafogo e, posteriormente, de tantos outros clubes – inclusive do francês Olympique de Marseille –, desafiou a exclusão com uma atitude inédita porque, para muitos, intoleravelmente consciente."
    Fotos da linha do tempo.
  • 13º Moto Route - Encontro de Motociclistas Três Rios - RJ. 04 parte GRAV JUL 2014

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  • Marileuda Fernandes compartilhou uma atualização de status de Dayene Correa.
    Dayene Correa.
    Por favor, estamos em desespero! Pedimos ajuda Sábado (26.07) houve um acidente com nossos familiares, o carro em que estavam capotou e caiu dentro de um rio na via Dutra em Paracambi (RJ) no KM 215 km. Três corpos foram encontrados depois de 24 horas do ocorrido, porém o do nosso tio Antonio Fernandes dos Santos Correa ainda não, e temos grande esperança de que ele pode ter sobrevivido ao acidente! Os bombeiros estão fazendo uma busca, porém achamos que a ajuda ainda não é o suficiente. Pedimos ajuda para que a noticia seja espalhada e a ajuda seja reforçada. Agradecemos desde já POR FAVOR COMPARTILHEM ESSE POST Aylla Fernanda, Alessandra Gonçalo, Debora Cristina, Dayana Correa, Angela Salsani, Angélica Ferreira, Ana Caroline da Silva, Guilherme Silva, Guilherme Emanuel, Juh Correa, Paloma Dario, Pamella Karollina PL, Fernanda Sampaio, Pâmila Corrêa, Ana Flavia Coimbra, Dani Correa, Gisele Silva, Herminho Pereira, Graciene Lima, Thaty Santos, Jhé Lacerda, Leonardo Jeniffer, Rosane Donizete Silva Correa, Jhefferson Santos, Guta Santos, Everton Luiz, Maria Rita Dos Santos Correa, Correa Telhados, Evelyn Claudio, Gúúh Silva, Bia Souza, Alyne Gomes, Evandro Gabriel de Almeida Cassiano Alba
  • Iann Moreira

    em 21/06/2014 Via Google+
    Caravana Palavra de Paz em Três Rios-RJ.
    Caravana Palavra de Paz em Três Rios-RJ.

    Caravana Palavra de Paz em Três Rios-RJ. | Pr. Henrique Nogueira e Cantora Beatriz
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  • Gorette Alves compartilhou uma atualização de status de Dayene Correa.
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    Por favor, estamos em desespero! Pedimos ajuda Sábado (26.07) houve um acidente com nossos familiares, o carro em que estavam capotou e caiu dentro de um rio na via Dutra em Paracambi (RJ) no KM 215 km. Três corpos foram encontrados depois de 24 horas do ocorrido, porém o do nosso tio Antonio Fernandes dos Santos Correa ainda não, e temos grande esperança de que ele pode ter sobrevivido ao acidente! Os bombeiros estão fazendo uma busca, porém achamos que a ajuda ainda não é o suficiente. Pedimos ajuda para que a noticia seja espalhada e a ajuda seja reforçada. Agradecemos desde já POR FAVOR COMPARTILHEM ESSE POST Aylla Fernanda, Alessandra Gonçalo, Debora Cristina, Dayana Correa, Angela Salsani, Angélica Ferreira, Ana Caroline da Silva, Guilherme Silva, Guilherme Emanuel, Juh Correa, Paloma Dario, Pamella Karollina PL, Fernanda Sampaio, Pâmila Corrêa, Ana Flavia Coimbra, Dani Correa, Gisele Silva, Herminho Pereira, Graciene Lima, Thaty Santos, Jhé Lacerda, Leonardo Jeniffer, Rosane Donizete Silva Correa, Jhefferson Santos, Guta Santos, Everton Luiz, Maria Rita Dos Santos Correa, Correa Telhados, Evelyn Claudio, Gúúh Silva, Bia Souza, Alyne Gomes, Evandro Gabriel de Almeida Cassiano Alba



  • Felipe Carol Cavalcante compartilhou uma atualização de status de Dayene Correa.
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  • falou tudo


    Ronaldo Lima Lima compartilhou uma foto
    SOBRE A POLÊMICA DAS 30 HORAS PARA A ENFERMAGEM O Dep. Eduardo Cunha (pmdb RJ) declarou: "se pedreiro trabalha 44h, porque a enfermagem qr trabalhar 30h?! Um colega enfermeiro encaminhou a seguinte carta de repúdio: Caro deputado Eduardo Cunha, venho através desta mídia formalizar a minha mais profunda indignação e manifestar repúdio em relação a postura/conduta/posicionamento de Vossa Excelência frente ao PL 2295/00, que regulamenta a jornada de trabalho do Profissional de Enfermagem em 30 horas semanais! Lembrando o conteúdo de sua declaração: “Se pedreiro trabalha 44 horas, porque a enfermagem quer 30 HORAS?” Diante de sua declaração gostaria de levantar os seguintes questionamentos: 1-Blocos, argamassas, ferragens, concreto, picaretas, betoneiras, martelos, pregos e todos os tipos de ferramentas e insumos relacionados a área da construção civil possuem vida? Ou são objetos inanimados? 2-Estes objetos sentem dor ou fraqueza? Choram? Suplicam por ajuda? Se desesperam? 3-Poderia me dizer se o profissional da construção civil precisa lidar diariamente com os sentimentos de impotência, desânimo, pessimismo, angústia, dor, revolta, negação, e outros tantos sentimentos de seus equipamentos e de seu objeto de trabalho? 4-Os objetos listados no item 1, podem porventura perder todos os seus familiares em um acidente, ou se encontrarem em uma situação totalmente incapacitante? Caso sim, o pedreiro estaria ao lado deles para oferecer assistência de qualidade e lhe proporcionar amparo e conforto, certo? 5-Creio que algum dia Vossa Excelência precisará dos cuidados de um enfermeiro ou profissional de enfermagem, você desejará que esta pessoa esteja ao seu lado de forma humana e empenhada, que entenda suas perdas ou sua dor, entretanto talvez este profissional esteja esgotado pois poderá ter trabalhado 12horas em seu plantão noturno e estará cumprindo suas outras 12 horas do trabalho diurno, e humanamente ele não teria energias para lhe prestar o melhor atendimento, levando em consideração a sua individualidade! 6-A propósito, Vossa Excelência possui uma escala de trabalho adequada a sua função não é? Tenho certeza que o senhor não trabalha com a mesma carga horária que um pedreiro em seu canteiro de obras, estou certo? Ou os profissionais da construção civil também possuem o "recesso branco" de quase três meses de vadiagem remunerada, as vésperas das eleições? O que difere Vossa Excelência enquanto trabalhador de mim que possuo Nível Superior como o senhor, e duas pós graduações? 7-Qual seria a diferença entre os profissionais da área de Assistência Social, Fisioterapia, Psicologia e da Enfermagem? Por que estas áreas podem ter a regulamentação de sua carga horária em 30 horas semanais ao contrário de nossa categoria! Vossa Excelência deveria fazer uma visita aos hospitais de sua cidade pela madrugada, o senhor aprenderia que quem está presente 24 horas dentro de todas as instituições de saúde, é a Enfermagem. Vossa Excelência possui conhecimento de quem é a Enfermagem, bem como do PL 2295/00 da qual o senhor é contra? Em sua rede social Vossa Excelência se declara “O DENFENSOR DO ESTADO DO RIO” e utiliza como slogan a seguinte frase: “Afinal de contas, o nosso povo merece respeito”. Logo, lhe pergunto; Vossa Excelência defende a quem? Ou seria; Vossa Excelência defende a qual interesse? Que tipo de respeito é este por uma profissão que muito provavelmente possui maior aprovação e aceitação do Povo Brasileiro do que a do senhor? Repense Deputado! Caso você tenha lido o texto e se sente representado nestas palavras, por favor, compartilhe! #enfermagem30hjá #eduardocunha #defensordoque #juntossomosmaisfortes #enfermagemunida Por: Enf° Fernando Scatolin Moraes — em Hospital Regional de Santa Maria
    Arquivos de dispositivos móveis.


  • ARTHUR PALANTE - PP - Candidato a VEREADOR em TRÊS RIOS-RJ
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  • Marujos de Três Rios II - Pescaria em Parati/RJ

    Equipe de Pescaria "Tamus Juntus".

  • 13º Moto Route - Encontro de Motociclistas Três Rios - RJ. 03 parte GRAV JUL 2014

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  • Sylvio Célio Robaina Lage compartilhou a foto de Friburgo Noticias em tempo real.
    **ATUALIZANDO** Guarda Municipal de Nova Friburgo morre em acidente de carro em Duas Barras no Km 117 da RJ-116, altura de Monnerat...... Uma pessoa morreu e três ficaram feridos em um grave acidente de trânsito na tarde deste sábado (26), em Duas Barras, na Região Serrana do Rio. O acidente ocorreu no Km 117 da RJ-116, na altura da localidade de Monnerat. Segundo testemunhas, um Fiat Uno seguia sentido sul quando invadiu pista contrária batendo de frente com um gol. Peterson Robaina Lage, de 34 anos, morreu no local. Ofélia Martins, também de 34 anos, foi levada para o Hospital Antônio Castro, em Cordeiro. Maurício Kher Marins, de 53 anos, ocupante do gol, também foi levado para o hospital de Cordeiro. Já José Napoleão da Silva, de 57 anos, foi encaminhado para a Santa Casa de Bom Jardim. A perícia foi feita no local e o caso foi registrado na 152 Delegacia de Polícia de Duas Barras. Foto: Renner Monnerat Filho/ASerra
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  • Rádio Ativa FM 104,9 ao vivo e online Três Rios RJ
    Você está em : Home » ao vivo Brasil » RJ » Três Rios-RJ » Rádio Ativa FM 104,9 ao vivo e online Três Rios RJ. Rádio Ativa FM 104,9 ao vivo e online Três Rios RJ. Postado por Diego Nunes às 04:42 . Ma...



  • Gustavo Ximenes compartilhou uma atualização de status de Dayene Correa.
    Dayene Correa.
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