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Últimas Notícias da cidade de Porto Real - RJ

Redes Sociais

  • Andrew Miura

    em 16/01/2014 Via Youtube
    Coconut Football and Sea Turtles- Hotel Porto Real - Rio De Janeiro (Video 5)

    Filmed with Ion Air Pro 2 (1080p x 30fps) Song - Electric Avenue by Eddy Grant.

  • Fonte: Veja em 20/10/2014

    Rio de Janeiro
    Nos debates televisivos entre os candidatos à Presidência da República, Dilma Rousseff tem festejado o sistema de segurança montado para a Copa do Mundo. E promete reprisá-lo nos Jogos Olímpicos de 2016, dos quais o Rio de Janeiro será o anfitrião.

  • Expo de Porto Real.com show da Ivete!;)


  • Telga na Praia Porto Real no dia 21 de julho de 2012


  • Fonte: Ego em 16/10/2014

    Bianca Leão, rainha da Porto da Pedra, posa para ensaio de moda
    rainha de bateria da Porto da Pedra, posou para um ensaio de moda inspirado na moda de rua. Ela fotografou na Lapa, bairro boêmio do Rio de Janeiro. Bianca Leão em ensaio moda rua (Foto: Divulgação/Kadu Sandeiro-MF Models Assessoria) Ela fotografou na ...

  • 100 MOTIVOS, PARA SUMIR COM O PT - LEIAM E PENSE.... (01) Caso Pinheiro Landim 02) Caso Celso Daniel 03) Caso Toninho d04) Escândalo dos Grampos 05) Contra Políticos da Bahia 06) Escândalo do Propino duto (Caso Rodrigo Silveirinha) CPI do Banestado 07) Escândalo da Suposta Ligação dcom o MST 08) Escândalo da Suposta Ligação dcom a FARC 09) Escândalo dos Gastos Públicos dos Ministros 10) Irregularidades do Fome Zero Escândalo do DNIT (envolvendo os ministros Anderson Adauto e Sérgio Pimentel) 11) Escândalo do Ministério do Trabalho Licitação Para a Compra de Gêneros Básicos 12) Caso Agnelo Queiroz (O ministro recebeu diárias do COB para os Jogos Panamericanos) 13) Escândalo do Ministério dos Esportes (Uso da estrutura do ministério para organizar a festa de aniversário do ministro Agnelo Queiroz) 14) Operação Anaconda Escândalo dos Gafanhotos (Máfia dos Gafanhotos) 15) Caso José Eduardo Dutra Escândalo dos Frangos (em Roraima) 16) Várias Aberturas de Licitações da Presidência da República Para a Compra de Artigos de Luxo 17) Escândalo da Norospar (Associação Beneficente de Saúde do Noroeste do Paraná) 18) Expulsão dos Políticos d19) Escândalo dos Bingos (Primeira grave crise política do governo Lula) (Caso Waldomiro Diniz) 20) Lei de Responsabilidade Fiscal (Recuos do governo federal da LRF) 21) Escândalo da ONG Ágora 22) Escândalo dos Copos (Licitação do Governo Federal para a compra de 750 copos de cristal para vinho, champagne, licor e whisky) 23) Caso Henrique Meirelles 24) Caso Luiz Augusto Candiota (Diretor de Política Monetária do BC, é acusado de movimentar as contas no exterior e demitido por não explicar a movimentação) 25) Caso Cássio Caseb 26) Caso Kroll 27) Conselho Federal de Jornalismo 28) Escândalo dos Vampiros 29) Escândalo das Fotos de Herzog 30) Uso dos Ministros dos Assessores em Campanha Eleitoral de 2004 31) Escândalo do PTB (Oferecimento para ter apoio do PTB em troca de ca...(Continuar Lendo)


    veja.abril.com.br
    Brasil vive a semana mais tensa desde a crise de 2008.
    ...(Continuar Lendo)
  • Porto Real


  • Heliane Lili

    em 21/10/2014
    Érica Cristina me apoderando de sua postagem. Por que será que tem gente que insiste em dizer que o povo vai escolher votar em um partido corrupto como o PT e não admitem que o PSDB é tão ou mais corrupto que o PT? O campeão de fichas sujas no Brasil é o PSDB. Por que não admitem? Será que é ignorância ou maluquice mesmo? Porque insistem em afirmar que só o PT é corrupto como se fossem convencer alguém disso? Então tá então..... não falaremos de 12 anos para cá, para não ser acusada de memória curta. Falaremos de um Governo de 20 anos atrás. Nem estou pondo em prova, a roubalheira, até porque nem existia o chamado ficha suja e eu seria muito pura e inocente se achasse que isso só aconteceu com o último governo. E infelizmente , eu disse infelizmente atualmente aqui no Brasil, temos procurado os que tem menos sujeira na ficha ou os que mesmo roubando, fazem algo para o país desenvolver, mesmo que seja um pouquinho. Recordar é viver!!Divirtam-se!!!!!!!!!! Democracia & Política___ Texto de 2002!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 1 - Conivência com a corrupção O governo do PSDB tem sido conivente com a corrupção. Um dos primeiros gestos de FHC ao assumir a Presidência, em 1995, foi extinguir, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, instituída no governo Itamar Franco e composta por representantes da sociedade civil, que tinha como objetivo combater a corrupção. Em 2001, para impedir a instalação da CPI da Corrupção, FHC criou a Controladoria-Geral da União, órgão que se especializou em abafar denúncias. 2 - O escândalo do Sivam O contrato para execução do projeto Sivam foi marcado por escândalos. A empresa Esca, associada à norte-americana Raytheon, e responsável pelo gerenciamento do projeto, foi extinta por fraudes contra a Previdência. Denúncias de tráfico de influência derrubaram o embaixador Júlio César dos Santos e o ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Mauro Gandra. 3 - A farra do Proer...(Continuar Lendo)
    ...(Continuar Lendo)
  • Fonte: caras.uol.com.br em 20/10/2014

    Jared Leto visita comunidade no Rio de Janeiro em dia livre
    O cantor Jared Leto, da bando 30 Seconds To Mars, aproveitou o dia de folga no Rio de Janeiro para curtir passeios turísticos ... uma lanchonete no Leblon e também atendeu seus fãs na porta do hotel. Jared chegou ao Brasil na última semana para a ...

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  • Saida Cruzeiro Costa do Porto de Rio de Janeiro a Santos, Montevidéu e Buenos Aires

    Saida Cruzeiro Costa do Porto de Rio de Janeiro a Santos, Montevidéu e Buenos Aires.

  • Colégio Porto Real (Barra da Tijuca)

    O Colégio Porto Real é um colégio da Associação de Formação Educacional e Familiar (AFEF), entidade sem fins lucrativos, com sede na Barra da Tijuca, Rio de ...




  • Sandro Borges compartilhou a foto de Aminadabe Ribeiro Dias.
    O ITINERÁRIO DE UM DESASTRE - 45 escândalos da era FHC 45 MOTIVOS PARA NÃO VOTAR EM TUCANOS E BANDIDOS Analisem - Você tem boa memória? Se você já esqueceu, lembramos aqui 45 fatos, sendo que todos eles envolvendo casos de corrupção, que aconteceram no país nos oito anos de FHC. O BRASIL NÃO ESQUECERÁ 45 escândalos que marcaram o governo FHC com apoio do PSDB ITINERÁRIO DE UM DESASTRE Nenhum governo teve mídia tão favorável quanto o de FHC, o que não deixa de ser surpreendente, visto que em seus dois mandatos ele realizou uma extraordinária obra de demolição, de fazer inveja a Átila e a Gêngis Khan. Vale a pena relembrar algumas das passagens de um governo que deixou uma pesada herança para seu sucessor. 45 escândalos que marcaram o governo FHC 1 - Conivência com a corrupção O governo do PSDB tem sido conivente com a corrupção. Um dos primeiros gestos de FHC ao assumir a Presidência, em 1995, foi extinguir, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, instituída no governo Itamar Franco e composta por representantes da sociedade civil, que tinha como objetivo combater a corrupção. Em 2001, para impedir a instalação da CPI da Corrupção, FHC criou a Controladoria-Geral da União, órgão que se especializou em abafar denúncias. 1995. Quebra do monopólio da PETROBRÁS. Pouco se lixando para a crescente importância estratégica do petróleo, Fernando Henrique Cardoso usou seus rolo compressor para forçar o Congresso Nacional a quebrar o monopólio estatal do petróleo, instituído há 42 anos. Na comemoração, Cardoso festejou dizendo que essa era apenas mais uma das "reformas" que o país precisava fazer para se modernizar. 2 - O escândalo do Sivam O contrato para execução do projeto Sivam foi marcado por escândalos. A empresa Esca, associada à norte-americana Raytheon, e responsável pelo gerenciamento do projeto, foi extinta por fraudes contra a Previdência. Denúncias de tráfico de influência derrubaram o embaixador Júlio César dos Santos e o ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Mauro Gandra. 3 - A farra do Proer 1995. O inesquecível PROER: Em 1995 o ex-presidente Cardoso deu uma amostra pública do seu compromisso com o capital financeiro e, na calada de uma madrugada de um sábado em novembro de 1995, assinou uma medida provisória instituindo o PROER, um programa de salvação dos bancos que injetou 1% do PIB no sistema financeiro – um dinheiro que deixou o sofrido Tesouro Nacional para abastecer cofres privados, começando pelo Banco Nacional, então pertencente a família Magalhães Pinto, da qual um de seus filhos era agregado. Segundo os ex-presidentes do Banco Central, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, a salvação dos bancos engoliu 3% do PIB, um percentual que, segundo economistas da Cepal, chegou a 12,3%. O Proer demonstrou, já em 1996, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para FHC, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais. 4 - Caixa-dois de campanhas As campanhas de FHC em 1994 e em 1998 teriam se beneficiado de um esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões. 1996. Engavetamento da CPI dos Bancos. Disposto a controlar a crise aberta pelas suspeitas sobre o sistema financeiro, o presidente Fernando Henrique Cardoso ameaçou e "convenceu" as lideranças do Senado a engavetar os requerimentos para instalação de uma CPI sobre os bancos. Em compensação, o ministério da Fazenda se comprometeu (e nunca cumpriu) a prestar contas ao Senado sobre o PROER. Decepcionada, a CNBB distribuiu nota dizendo não ser justo "que se roube o pouco dinheiro de aposentados e trabalhadores para injetar no sistema financeiro, salvando quem já está salvo ou já acumulou riquezas através da fraude e do roubo". 5 - Propina na privatização privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de FHC e do senador José Serra e ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil, é acusado de pedir propina de R$ 15 milhões para obter apoio dos fundos de pensão ao consórcio do empresário Benjamin Steinbruch, que levou a Vale, e de ter cobrado R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar. 1996. Modificação na lei de Patentes. Cedeu em tudo que os EUA queriam e, desdenhando às súplicas da SBPC e universidades, Fernando Henrique Cardoso acionou o rolo compressor no Congresso e alterou a Lei de Patentes, dando-lhe um caráter entreguista e comprometendo o avanço científico e tecnológico do país. 6 - A emenda da reeleição O instituto da reeleição foi obtido por FHC a preços altos. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara. 1996. Escândalo do SIVAM | : O projeto SIVAM foi associado a um superescândalo que redundou na contratação da empresa norte-americana Raytheon, depois da desqualificação da brasileira Esca (uma empresa que acomodava "amigos dos amigos" e foi extinta por fraudes contra a Previdência). Significativamente, a Raytheon encomendou o gerenciamento do projeto à E-Systems – conhecido braço da CIA. Até chegar a Raytheon, o mondé foi grande. Conversas gravadas apontavam para o Planalto e, preferindo perder os anéis para não perder os dedos, Cardoso demitiu o brigadeiro Mauro Gandra do ministério da aeronáutica e o embaixador Júlio César dos Santos da chefia do seu cerimonial. Depois, como prêmio pela firmeza como guardou o omertá, Júlio César foi nomeado embaixador do país no México. 7 - Grampos telefônicos Conversas gravadas de forma ilegal foram um capítulo à parte no governo FHC. Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil. 1997. A emenda da reeleição: O instituto da reeleição foi comprado pelo presidente Cardoso a um preço estratosférico para o tesouro nacional. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara. 8 - TRT paulista A construção da sede do TRT paulista representou um desvio de R$ 169 milhões aos cofres públicos. A CPI do Judiciário contribuiu para levar o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do Tribunal, para a cadeia e para cassar o mandato do Senador Luiz Estevão (PMDB-DF), dois dos principais envolvidos no caso. Subserviência internacional: Um único exemplo: ao visitar a embaixada norte-americana, em Brasília, para apresentar a solidariedade do povo brasileiro aos EUA por ocasião dos atentados de 11 de setembro de 2001, Cardoso e seu ministro do exterior, Celso Lafer, levaram um chá de cadeira de 40 minutos e só foram recebidos após passarem por uma revista que lhes fez até tirar os sapatos. 9 - Os ralos do DNER O DNER foi o principal foco de corrupção no governo de FHC. Seu último avanço em matéria de tecnologia da propina atende pelo nome de precatórios. A manobra consiste em furar a fila para o pagamento desses títulos. Estima-se que os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor dos precatórios para a quadrilha que comandava o esquema. O órgão acabou sendo extinto pelo governo. 1998. O escândalo da privatização (1): A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. O ex-caixa de campanha de Fernando Henrique Cardoso e de José Serra, um tal Ricardo Sérgio de Oliveira, que depois foi agraciado com a diretoria da Área Internacional do Banco do Brasil, não conseguiu se defender das acusações de pedir propinas para beneficiar grupos interessados no programa de privatização. O mala-preta de Cardoso teria pedido R$ 15 milhões a Benjamin Steinbruch para conseguir o apoio financeiro de fundos de pensão para a formação de um consórcio para arrematar a cia. Vale do Rio Doce e R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar. 10 - O "caladão" O Brasil calou no início de julho de 1999 quando o governo FHC implementou o novo sistema de Discagem Direta a Distância (DDD).Uma panegeral deixou os telefones mudos. As empresas que provocaram o caos no sistemahaviam sido recém-privatizadas. O "caladão" provocou prejuízo aos consumidores,às empresas e ao próprio governo. Ficou tudo por isso mesmo. 1998. O escândalo da privatização (2): Grampos instalados no BNDES pescaram conversas entre Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende, nos leilões que se seguiram ao esquartejamento da TELEBRÁS. O grampo detectou a voz do ex-presidente Cardoso autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil. 11 -Desvalorização do real FHC se reelegeu em 1998 com um discurso que pregava "ou eu ou o caos". Segurou a quase paridade entre o real e o dólar até passar o pleito. Vencida a eleição, teve de desvalorizar a moeda. Há indícios de vazamento de informações do Banco Central. O deputado Aloizio Mercadante, do PT, divulgou lista com o nome dos 24 bancos que lucraram muito com a mudança cambial e outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas. 1999. O caso Marka/FonteCindam: Durante a desvalorização do real, em janeiro de 1999, os bancos Marka e FonteCindam foram graciosamente socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão, sob o pretexto de que sua quebra criaria um "risco sistêmico" para a economia. Enquanto isso, faltava dinheiro para saúde, educação, desenvolvimento científico e tecnológico 12 - O caso Marka/FonteCindam Durante a desvalorização do real, os bancos Marka e FonteCindam foram socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão. O pretexto é que a quebra desses bancos criaria risco sistêmico para a economia. Chico Lopes, ex-presidente do BC, e Salvatore Cacciola, ex-dono do Banco Marka, estiveram presos, ainda que por um pequeno lapso de tempo. Cacciola retornou à sua Itália natal, onde vive tranqüilo. 2000. O fiasco dos 500 anos: O Brasil completou seu 500º aniversário sem uma festa decente. Em nome da contenção de gastos determinado pelo FMI, Cardoso proibiu as comemorações, que ficaram reduzidas às armações do então ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca. O fiasco foi total. Índios e sem-terra foram agredidos pela polícia porque tentaram festejar a data em Porto Seguro. De concreto mesmo, ficou uma caravela que passou mais tempo viajando do Rio de Janeiro até a Bahia do que a nau que trouxe Pedro Álvares Cabral de Portugal até o Brasil em 1500 e um stand superfaturado na Feira de Hannover. A caravela deve estar encostada em algum lugar por aí e Paulo Henrique Cardoso, filho do presidente, está respondendo inquérito pelo superfaturamento da construção do stand da Feira de Hannover. 13 - Base de Alcântara O governo FHC enfrenta resistências para aprovar o acordo de cooperação internacional que permite aos Estados Unidos usarem a Base de Lançamentos Espaciais de Alcântara (MA). Os termos do acordo são lesivos aos interesses nacionais. Exemplos: áreas de depósitos de material americano serão interditadas a autoridades brasileiras. O acesso brasileiro a novas tecnologias fica bloqueado e o acordo determina ainda com que países o Brasil pode se relacionar nessa área. Diante disso, o PT apresentou emendas ao tratado – todas acatadas na Comissão de Relações Exteriores da Câmara. 2001. Racionamento de energia: A imprevidência do governo Cardoso, completamente submisso às exigências do FMI, suspendeu os investimentos na produção de energia e o resultado foi o apagão no setor elétrico. O povo atendeu a campanha de economizar energia e, como "prêmio", teve as tarifas aumentadas para compensar as perdas de faturamento das multinacionais que compraram as distribuidoras de energia nos leilões de desnacionalização do setor. Uma medida provisória do governo Cardoso transferiu o prejuízo das distribuidoras para os consumidores, que lhes repassaram R$ 22,5 bilhões. 14 - Biopirataria oficial Antigamente, os exploradores levavam nosso ouro e pedras preciosas. Hoje, levam nosso patrimônio genético. O governo FHC teve de rever o contrato escandaloso assinado entre a Bioamazônia e a Novartis, que possibilitaria a coleta e transferência de 10 mil microorganismos diferentes e o envio de cepas para o exterior, por 4 milhões de dólares. Sem direito ao recebimento de royalties. Como um único fungo pode render bilhões de dólares aos laboratórios farmacêuticos, o contrato não fazia sentido. Apenas oficializava a biopirataria. 2001. Acordo de Alcântara: Em abril de 2001, à revelia do Congresso Nacional, o governo Cardoso assinou um "acordo de cooperação internacional" que, na prática, transfere o Centro de Lançamento de Alcântara para os EUA. O acordo ainda não foi homologado pelo Congresso graças à resistência da sociedade civil organizada. Acordos com FMI: Em seus oito anos de mandato, Fernando Henrique Cardoso enterrou a economia do país. Para honrar os compromissos financeiros, precisou fazer três acordos com o FMI, hipotecando o futuro aos banqueiros. Por trás de cada um desses acordos, compromissos que, na prática, transferiram parte da administração pública federal para o FMI. Como resultado, o desemprego, o arrocho salarial, a contenção dos investimentos públicos, o sucateamento da educação e saúde, a crise social, a explosão da criminalidade. 15 - O fiasco dos 500 anos As festividades dos 500 anos de descobrimento do Brasil, sob coordenação do ex-ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca (PFL-PR), se transformaram num fiasco monumental. Índios e sem-terra apanharam da polícia quando tentaram entrar em Porto Seguro (BA), palco das comemorações. O filho do presidente, Paulo Henrique Cardoso, é um dos denunciados pelo Ministério Público de participação no epísódio de superfaturamento da construção do estande brasileiro na Feira de Hannover, em 2000. Planalto, TRT de São Paulo e cercanias: O famoso Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, um dos mais eficazes "gerentes financeiros" da campanha de reeleição de Fernando Henrique Cardoso, se empenhou vivamente no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista. As maus línguas ainda falam em superfaturamento no Serpro, lobby para empresas de informática, ajuda irregular à Encol e manipulação de recursos dos fundos de pensão na festa das privatizações. 16 - Eduardo Jorge, um personagem suspeito Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, é um dos personagens mais sombrios que freqüentou o Palácio do Planalto na era FHC. Suspeita-se que ele tenha se envolvido no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista e em superfaturamento no Serpro, de montar o caixa-dois para a reeleição de FHC, de ter feito lobby para empresas de informática, e de manipular recursos dos fundos de pensão nas privatizações. Também teria tentado impedir a falência da Encol. Autoritarismo: Passando por cima do Congresso Nacional, Fernando Henrique Cardoso burlou o espírito da constituição e administrou o país com base em medidas provisórias, editadas e reeditadas sucessivamente. Enquanto os presidentes José Sarney e Fernando Collor, juntos, editaram e reeditaram 298 MP’s, Cardoso exerceu o poder de forma autoritária, editando mais de 6.000 medidas provisórias. 17 - Drible na reforma tributária O PT participou de um acordo, do qual faziam parte todas as bancadas com representação no Congresso Nacional, em torno de uma reforma tributária destinada a tornar o sistema mais justo, progressivo e simples. A bancada petista apoiou o substitutivo do relator do projeto na Comissão Especial de Reforma Tributária, deputado Mussa Demes (PFL-PI). Mas o ministro da Fazenda, Pedro Malan, e o Palácio do Planalto impediram a tramitação. O escândalo dos computadores: A idéia de equipar as escolas públicas com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata com a completa ignorância da Lei de Licitações. Não satisfeito, o governo Cardoso fez mega-contrato com a Microsoft para adoção do sistema Windows, uma manobra que daria a Bill Gates o monopólio do sistema operacional das máquinas. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa. 18 - Rombo transamazônico na Sudam O rombo causado pelo festival de fraudes transamazônicas na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia, a Sudam, no período de 1994 a 1999, ultrapassa R$ 2 bilhões. As denúncias de desvios de recursos na Sudam levaram o ex-presidente do Senado, Jader Barbalho (PMDB-PA) a renunciar ao mandato. Ao invés de acabar com a corrupção que imperava na Sudam e colocar os culpados na cadeia, o presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu extinguir o órgão. O PT ajuizou ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra a providência do governo. Mudanças na CLT: Fernando Henrique Cardoso usou seu rolo compressor na antiga Câmara dos Deputados para aprovar um projeto que "flexibiliza" a CLT, ameaçando direitos consagrados como férias, décimo terceiro salário e licença maternidade. Graças à pressão da sociedade civil o projeto estancou no senado. 19 - Os desvios na Sudene Foram apurados desvios de R$ 1,4 bilhão em 653 projetos da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste, a Sudene. A fraude consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos recebidos do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) foram aplicados. Como no caso da Sudam, FHC decidiu extinguir o órgão. O PT também questionou a decisão no Supremo Tribunal Federal. Explosão da dívida pública: Quando Cardoso assumiu a presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa era de R$ 153,4 bilhões. Outro dia, em abril de 2002, essa dívida já era de R$ 684,6 bilhões. Hoje, a dívida alcança 61% do PIB. 20 - Calote no Fundef O governo FHC desrespeita a lei que criou o Fundef. Em 2002, o valor mínimo deveria ser de R$ 655,08 por aluno/ano de 1ª a 4ª séries e de R$ 688,67 por aluno/ano da 5ª a 8ª séries do ensino fundamental e da educação especial. Mas os valoresestabelecidos ficaram abaixo: R$ 418,00 e R$ 438,90, respectivamente. O calote aos estados mais pobres soma R$ 11,1 bilhões desde 1998. Violação aos direitos humanos: Exemplo: em 1996, o Brasil ganhou as manchetes mundiais pelo chamado "Massacre Eldorado do Carajás", no qual 19 sem-terra foram assassinados no sul do Pará. 21 - Abuso de MPs Enquanto senador, FHC combatia com veemência o abuso nas edições e reedições de Medidas Provisórias por parte José Sarney e Fernando Collor. Os dois juntos editaram e reeditaram 298 MPs. Como presidente, FHC cedeu à tentação autoritária. Editou e reeditou, em seus dois mandatos, 5.491medidas. Explosão da violência:Fernando Henrique Cardoso transformou o Brasil num país super violento. Na última década, o número de assassinatos subiu quase 50%. Pesquisa feita pela Unesco em 60 nações colocou o Brasil no 3º lugar no ranking dos países mais violentos. Ao final do mandato do presidente Cardoso, cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente no Brasil. 22 - Acidentes na Petrobras Por problemas de gestão e falta de investimentos, a Petrobras protagonizou uma série de acidentes ambientais no governo FHC que viraram notícia no Brasil e no mundo. A estatal foi responsável pelos maiores desastres ambientais ocorridos no País nos últimos anos. Provocou, entre outros, um grande vazamento de óleo na Baía de Guanabara, no Rio, outro no Rio Iguaçu, no Paraná. Uma das maiores plataformas da empresa, a P-36, afundou na Bacia de Campos, causando a morte de 11 trabalhadores. A Petrobras também ganhou manchetes com os acidentes de trabalho em suas plataformas e refinarias que ceifaram a vida de centenas de empregados. Renda em queda e desemprego em alta: A Era FHC foi marcada pelos altos índices de desemprego e baixos salários. 23 - Apoio a Fujimori O presidente FHC apoiou o terceiro mandato consecutivo do corrupto ditador peruano Alberto Fujimori, um sujeito que nunca deu valor à democracia e que fugiu do País para não viver os restos de seus dias na cadeia. Não bastasse isso, concedeu a Fujimori a medalha da Ordem do Cruzeiro do Sul, o principal título honorário brasileiro. O Senado, numa atitude correta, acatou sugestão apresentada pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) e cassou a homenagem. Desenvolvimento Humano. Segundo o Human Development Report 2001 (ONU), o Brasil ficou na 69ª posição, atrás de países como Eslovênia (29º posição), Argentina (34º posição), Uruguai (37º posição), Kuwait (43º posição), Estônia (44º posição), Venezuela (61º posição) e Colômbia (62º posição). 24 -Desmatamento na Amazônia Por meio de decretos e medidas provisórias, o governo FHC desmontou a legislação ambiental existente no País. As mudanças na legislação ambiental debilitaram a proteção às florestas e ao cerrado e fizeram crescer o desmatamento e a exploração descontrolada de madeiras na Amazônia. Houve aumento dos focos de queimadas. A Lei de Crimes Ambientais foi modificada para pior. 25 – Os computadores do FUST A idéia de equipar todas as escolas públicas de ensino médio com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata. Os recursos para a compra viriam do Fundo de Universalização das Telecomunicações, o Fust. Mas o governo ignorou a Lei de Licitações, a8.666. Além disso, fez megacontrato com a Microsoft, que teria, com o Windows, o monopólio do sistema operacional das máquinas, quando há softwares que poderiam ser usados gratuitamente. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa. 26 - Arapongagem O governo FHC montou uma verdadeira rede de espionagem para vasculhar a vida de seus adversários e monitorar os passos dos movimentos sociais. Essa máquina de destruir reputações é constituída por ex-agentes do antigo SNI ou por empresas de fachada. Os arapongas tucanos sabiam da invasão dos sem-terra à propriedade do presidente em Buritis, em março deste ano, e o governo nada fez para evitar a operação. Eles foram responsáveis também pela espionagem contra Roseana Sarney. 27 - O esquema do FAT A Fundação Teotônio Vilela, presidida pelo ex-presidente do PSDB, senador alagoano Teotônio Vilela, e que tinha como conselheiro o presidente FHC, foi acusada de envolvimento em desvios de R$ 4,5 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Descobriu-se que boa parte do dinheiro, que deveria ser usado para treinamento de 54 mil trabalhadores do Distrito Federal, sumiu. As fraudes no financiamento de programas de formação profissional ocorreram em 17 unidades da federação e estão sob investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério Público. 28 - Mudanças na CLT A maioria governista na Câmara dos Deputados aprovou, contra o voto da bancada do PT, projeto que flexibiliza a CLT, ameaçando direitos consagrados dos trabalhadores, como férias, décimo terceiro e licença maternidade. O projeto esvazia o poder de negociação dos sindicatos. No Senado, o governo FHC não teve forças para levar adiante essa medida anti-social. 29 - Obras irregulares Um levantamento do Tribunal de Contas da União, feito em 2001, indicou a existência de 121 obras federais com indícios de irregularidades graves. A maioria dessas obras pertence a órgãos como o extinto DNER, os ministérios da Integração Nacional e dos Transportes e o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. Uma dessas obras, a hidrelétrica de Serra da Mesa, interior de Goiás, deveria ter custado 1,3 bilhão de dólares. Consumiu o dobro. 30 - Explosão da dívida pública Quando FHC assumiu a Presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa somava R$ 153,4 bilhões. Entretanto, a política de juros altos de seu governo, que pratica as maiores taxas do planeta, elevou essa dívida para R$ 684,6 bilhões em abril de 2002, um aumento de 346%. A dívida já equivalia em 2001, preocupantes 54,5% do PIB. 31 - Avanço da dengue A omissão do Ministério da Saúde é apontada como principal causa da epidemia de dengue no Rio de Janeiro. O ex-ministro José Serra demitiu seis mil mata-mosquitos contratados para eliminar focos do mosquito Aedes Aegypti. Em 2001, o Ministério da Saúde gastou R$ 81,3 milhões em propaganda e apenas R$ 3 milhões em campanhas educativas de combate à dengue. Resultado: de janeiro a maio de 2002, só o estado do Rio registrou 207.521 casos de dengue, levando 63 pessoas à morte. 32 – Verbas do BNDES Além de vender o patrimônio público a preço de banana, o governo FHC, por meio do BNDES, destinou cerca de R$ 10 bilhões para socorrer empresas que assumiram o controle de ex-estatais privatizadas. Quem mais levou dinheiro do banco público que deveria financiar o desenvolvimento econômico e social do Brasil foram as teles e as empresas de distribuição, geração e transmissão de energia. Em uma das diversas operações, o BNDES injetou R$ 686,8 milhões na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa. 33 - Crescimento pífio do PIB Na "Era FHC", a média anual de crescimento da economia brasileira estacionou em pífios 2%, incapaz de gerar os empregos que o País necessita e de impulsionar o setor produtivo. Um dos fatores responsáveis por essa quase estagnação é o elevado déficit em conta-corrente, de 23 bilhões de dólares no acumulado dos últimos 12 meses. Ou seja: devido ao baixo nível da poupança interna, para investir em seu desenvolvimento, o Brasil se tornou extremamente dependente de recursos externos, pelos quais paga cada vez mais caro. 34 – Renúncias no Senado A disputa política entre o Senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA) e o Senador Jader Barbalho (PMDB-PA), em torno da presidência do Senado expôs publicamente as divergências da base de sustentação do governo. ACM renunciou ao mandato, sob a acusação de violar o painel eletrônico do Senado na votação que cassou o mandato do senador Luiz Estevão (PMDB-DF). Levou consigo seu cúmplice, o líder do governo, senador José Roberto Arruda (PSDB-DF). Jader Barbalho se elegeu presidente do Senado, com apoio ostensivo de José Serra e do PSDB, mas também acabou por renunciar ao mandato, para evitar a cassação. Pesavam contra ele denúncias de desvio de verbas da Sudam. 35 - Racionamento de energia A imprevidência do governo FHC e das empresas do setor elétrico gerou o apagão. O povo se mobilizou para abreviar o racionamento de energia. Mesmo assim foi punido. Para compensar supostos prejuízos das empresas, o governo baixou Medida Provisória transferindo a conta do racionamento aos consumidores, que são obrigados a pagar duas novas tarifas em sua conta de luz. O pacote de ajuda às empresas soma R$ 22,5 bilhões. 36- Assalto ao bolso do consumidor FHC quer que o seu governo seja lembrado como aquele que deu proteção social ao povo brasileiro. Mas seu governo permitiu a elevação das tarifas públicas bem acima da inflação. Desde o início do plano real até agora, o preço das tarifas telefônicas foi reajustado acima de 580%. Os planos de saúde subiram 460%, o gás de cozinha 390%, os combustíveis 165%, a conta de luz 170% e a tarifa de água 135%. Neste período, a inflação acumulada ficou em 80%. 37 – Explosão da violência O Brasil é um país cada vez mais violento. E as vítimas, na maioria dos casos, são os jovens. Na última década, o número de assassinatos de jovens de 15 a 24 anos subiu 48%. A Unesco coloca o País em terceiro lugar no ranking dos mais violentos, entre 60 nações pesquisadas. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes, na população geral, cresceu 29%. Cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente. FHC pouco ou nada fez para dar mais segurança aos brasileiros. 38 – A falácia da Reforma agrária O governo FHC apresentou ao Brasil e ao mundo números mentirosos sobre a reforma agrária. Na propaganda oficial, espalhou ter assentado 600 mil famílias durante oito anos de reinado. Os números estavam inflados. O governo considerou assentadas famílias que haviam apenas sido inscritas no programa. Alguns assentamentos só existiam no papel. Em vez de reparar a fraude, baixou decreto para oficializar o engodo. 39 - Subserviência internacional A timidez marcou a política de comércio exterior do governo FHC. Num gesto unilateral, os Estados Unidos sobretaxaram o aço brasileiro. O governo do PSDB foi acanhado nos protestos e hesitou em recorrer à OMC. Por iniciativa do PT, a Câmara aprovou moção de repúdio às barreiras protecionistas. A subserviência é tanta que em visita aos EUA, no início deste ano, o ministro Celso Lafer foi obrigado a tirar os sapatos três vezes e se submeter a revistas feitas por seguranças de aeroportos. 40 – Renda em queda e desemprego em alta Para o emprego e a renda do trabalhador, a Era FHC pode ser considerada perdida. O governo tucano fez o desemprego bater recordes no País. Na região metropolitana de São Paulo, o índice de desemprego chegou a 20,4% em abril, o que significa que 1,9 milhão de pessoas estão sem trabalhar. O governo FHC promoveu a precarização das condições de trabalho. O rendimento médio dos trabalhadores encolheu nos últimos três anos. 41 - Relações perigosas Diga-me com quem andas e te direi quem és. Esse ditado revela um pouco as relações suspeitas do presidenciável tucano José Serra com três figuras que estiveram na berlinda nos últimos dias. O economista Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de Serra e de FHC, é acusado de exercer tráfico de influência quando era diretor do Banco do Brasil e de ter cobrado propina no processo de privatização. Ricardo Sérgio teria ajudado o empresário espanhol Gregório Marin Preciado a obter perdão de uma dívida de R$ 73 milhões junto ao Banco do Brasil. Preciado, casado com uma prima de Serra, foi doador de recursos para a campanha do senador paulista. Outra ligação perigosa é com Vladimir Antonio Rioli, ex-vice-presidente de operações do Banespa e ex-sócio de Serra em empresa de consultoria. Ele teria facilitado uma operação irregular realizada por Ricardo Sérgio para repatriar US$ 3 milhões depositados em bancos nas Ilhas Cayman - paraíso fiscal do Caribe. 42 –Violação aos direitos humanos Massacres como o de Eldorado do Carajás, no sul do Pará, onde 19 sem-terra foram assassinados pela polícia militar do governo do PSDB em 1996, figuram nos relatórios da Anistia Internacional, que recentemente denunciou o governo FHC de violação aos direitos humanos. A Anistia critica a impunidade e denuncia que polícias e esquadrões da morte vinculados a forças de segurança cometeram numerosos homicídios de civis, inclusive crianças, durante o ano de 2001. A entidade afirma ainda que as práticas generalizadas e sistemáticas de tortura e maus-tratos prevalecem nas prisões. 43 –Correção da tabela do IR Com fome de leão, o governo congelou por seis anos a tabela do Imposto de Renda. O congelamento aumentou a base de arrecadação do imposto, pois com a inflação acumulada, mesmo os que estavam isentos e não tiveram ganhos salariais, passaram a ser taxados. FHC só corrigiu a tabela em 17,5% depois de muita pressão da opinião pública e após aprovação de projeto pelo Congresso Nacional. Mesmo assim, após vetar o projeto e editar uma Medida Provisória que incorporava parte do que fora aprovado pelo Congresso, aproveitou a oportunidade e aumentou alíquotas de outros tributos. 44 – Intervençãona Previ FHC aproveitou o dia de estréia do Brasil na Copa do Mundo de 2002 para decretar intervenção na Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, com patrimônio de R$ 38 bilhões e participação em dezenas de empresas. Com este gesto, afastou seis diretores, inclusive os três eleitos democraticamente pelos funcionários do BB. O ato truculento ocorreu a pedido do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunitty. Dias antes da intervenção, FHC recebeu Dantas no Palácio Alvorada. O banqueiro, que ameaçou divulgar dossiês comprometedores sobre o processo de privatização, trava queda-de-braço com a Previ para continuar dando as cartas na Brasil Telecom e outras empresas nas quais são sócios. 45 – Barbeiragens do Banco Central O Banco Central – e não o crescimento de Lula nas pesquisas – foi naquele ano o principal causador de turbulências no mercado financeiro. Ao antecipar de setembro para junho o ajuste nas regras dos fundos de investimento, que perderam R$ 2 bilhões, o BC deixou o mercado em polvorosa. Outro fator de instabilidade foi a decisão de rolar parte da dívida pública estimulando a venda de títulos LFTs de curto prazo e a compra desses mesmos papéis de longo prazo. Isto fez subir de R$ 17,2 bilhões para R$ 30,4 bilhões a concentração de vencimentos da dívida nos primeiros meses de 2003. O dólar e o risco Brasil dispararam. Combinado com os especuladores e o comando da campanha de José Serra, Armínio Fraga não vacilou em jogar a culpa no PT e nas eleições — com Rary Magalhaes e outras 17 pessoas.
    Fotos da linha do tempo.
    ...(Continuar Lendo)
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  • Fonte: O Globo em 19/10/2014

    Alteração no regime de ICMS deve elevar preço dos vinhos em até 50% no Rio
    Com o freio no consumo e a alta do dólar, as vendas de vinhos esfriaram este ano. De janeiro a ... WineBrands no Rio, espera incremento de cerca de 20% nos preços. Ele explica que haverá uma diferença de 51% entre o lucro real e o presumido, que ...

  • Victor Brito

    em 25/06/2013 Via Google++
    Eu era contra ao Passe Livre, não pela proposta em si, mas pela possível inviabilidade dela, em contrapartida era a favor de um subsidio maior do governo para arcar com a diminuição da tarifa; porem apos ver 4 exemplos interessantes eu mudei de opinião.

    3 deles vem de cidades com poucos habitantes: Hasselt (Bélgica), Baltimore (EUA) e Changning (China) que aboliram as taxas nos transportes públicos e vivenciaram uma diminuição no uso e automóveis (como consequência diminuição da poluição, engarrafamentos e acidentes) e um crescente contentamento da população.

    O ultimo aconteceu recentemente, a capital da Estônia; Tallin, tornou inteiramente gratuito todas as formas de transporte públicos rodoviários e metroviários. Os custos são cobertos com impostos e publicidades.

    Esses exemplos não são únicos, algumas cidades da Franca, Alemanha e Holanda também possuem sistemas parecidos

    Aqui no Brasil, ao contrario dos que os políticos teimam em afirmar, já existe exemplos de municípios que aboliram essa cobrança. Porto Real (RJ), Agudos (SP) e Muzambinho (MG).

    Claro que um planejamento adequado e estudos aprofundados sobre a questão tem extrema importância, já que cada caso eh um caso e cada município funciona de uma forma relativamente diferente. Acredito que um processo transitório de redução constante de tarifas e criação de linhas especias gratuitas seja mais viável e responsável.

    Eu era contra ao Passe Livre, não pela proposta em si, mas pela possível inviabilidade dela, em contrapartida era a favor de um subsidio maior do governo para arcar com a diminuição da tarifa; por
  • Fonte: Portogente em 20/10/2014

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  • Preparei este texto em resposta a colocação política de Martcelo Freixo. Achei engraçado a colocação de Marcelo Freixo justificando seu voto "crítico" para Bandilma, alegando que o Aécio quer a redução da maior idade penal e que isso representaria o "encarceramento de grande parte da juventude pobre e negra das favelas e periferias"... Porra!!!... Os cidadãos de bem e principalmente aqueles que já perderam pessoas amadas nas mãos desses bandidos "menores de idade", não aguentam mais esse discursinho da esquerda! Outra coisa sr. Freixo, tem muito bandido branco também!!! Senhor Marcelo Freixo, é claro a saúde e educação estão no topo das escalas de prioridades para que tenhamos um Brasil melhor e que nossos governos precisam fazer isso urgentemente. Entretanto, o PT está no poder há 12 anos e não fez nada a respeito disso, a não ser sucessivos escandalos de corrupção onde nenhum deles está na cadeia. Governam em um total e irrestrito projeto de poder onde uma ditadura camuflada, travestida de progressista se esconde atrás de projetos que os deixam a deriva num sombrio mar populista e assistencialista. Entre diversas outras cagadas, arruinaram a petrobras e esta anta que ocupa o cargo de presidente da república age como se ela fosse a responsável pelas investigações!!!... Mas este cinismo prepotente é bem a cara do PT, Lula se acha Deus... Dilma é uma lunática imbecil e que não consegue sequer ter noção de quantas asneiras ela vomita em nossos ouvidos... Enfin sr. Marcelo Freixo , vc se perdeu em sua justificativa de votar na Dilma em represália às demais propostas do Aécio, tais como:Privatização dos presídios; Você está preocupado com os presos? Nós cidadãos de bem estamos preocupados com nossa segurança!!! Portanto sr. Marcelo Freixo, compactuar com todas as canalhices do PT. Seus argumentos do porque não votar no Aécio, só deixaram bem claro de que lado voce está e infelizmente é do lado dos corruptos, dos ...(Continuar Lendo)
    ...(Continuar Lendo)
  • SEGUNDA PARTE: Blindagem eficiente Como os credores da Globo nos EUA já tinham entrado com pedido de falência contra a empresa em Nova York, o pagamento da dívida teve quer ser feito dentro da contabilidade da Globo, o que acabou "deixando rastro". O site se alonga em detalhes exaustivos da operação e cita, inclusive, dados da Justiça norte-americana, a qual, embora busque explicações da origem do dinheiro da Globo para o pagamento do seu pedido de falência, deixa um vazio justamente ao não explicar qual o mecanismo de entrada desses recursos no caixa da Globo. Não explica o X da questão. O site dá indícios e mostra evidências fortes que devem ser apuradas pelo poder público e pela mídia. A questão é: qual mídia? Se tal operação de salvamento da Globo através de artimanhas do mercado financeiro foi realmente articulada pelo governo de Minas, por dedução explica-se a eficiente blindagem e o quase apoio institucional que o governador Aécio Neves recebe da Globo. A Globo, por meio de seus veículos, não noticiaria ou mobilizaria a opinião pública para uma irregularidade cometida para sanear suas dívidas. Ou noticiaria? Aparentemente, também não o fariam o Grupo Abril ou o Grupo Folha, pois, segundo matéria do mesmo site ("Aécio Neves entrega Copasa às multinacionais espanholas OHL, Agbar e Capital Group, para montar campanha à Presidência", ver aqui), em operação financeira dessa vez envolvendo a Copasa, o governo de Minas acabou cedendo capital da empresa para grupos econômicos com participação nos dois grupos de comunicação. Cabe, no entanto, aos meios de comunicação não acusados e ao poder público apurarem as denúncias de uso de capital de empresas públicas e estratégicas para o financiamento de articulações e movimentações entre políticos e grupos de comunicação. Sugiro a este Observatório e aos profissionais de mídia investirem na apuração dessas denúncias. Seria uma nova "Sociedade dos Amigos de...(Continuar Lendo)
    ...(Continuar Lendo)
  • Fonte: cbnfoz.com.br em 20/10/2014

    Polícia Civil do RJ lança canal de comunicação em tempo integral
    Para ampliar o diálogo com a população, a Polícia Civil do Rio de Janeiro inaugura nesta segunda-feira (20 ... O canal visa ainda conhecer e atender as necessidades da população em tempo real, com atendimento por chat ou telefone.

  • Análise fria (Estadão) Artigo de MARCO ANTONIO VILLA O ESTADO DE S. PAULO O Brasil é um país fantástico.Nulidades são transformadas em gênios da noite para o dia. Uma eficaz máquina de propaganda faz milagres. Temos ao longo da nossa História diversos exemplos. O mais recente é Dilma Rousseff. Surgiu no mundo político brasileiro há uma década. Durante o regime militar militou em grupos de luta armada, mas não se destacou entre as lideranças.Fez política no Rio Grande do Sul exercendo funções pouco expressivas. Tentou fazer pós graduação em Economia na Unicamp, mas acabou fracassando, não conseguiu sequer fazer um simples exame de qualificação de mestrado. Mesmo assim, durante anos foi apresentada como "doutora" em Economia. Quis-se aventurar no mundo de negócios, mas também malogrou. Abriu em Porto Alegre uma lojinha de mercadorias populares, conhecidas como "de 1,99". Não deu certo. Teve logo de fechar as portas. Caminharia para a obscuridade se vivesse num país politicamente sério. Porém, para sorte dela, nasceu no Brasil. E depois de tantos fracassos acabou premiada: virou ministra de Minas e Energia. Lula disse que ficou impressionado porque numa reunião ela compareceu munida de um laptop. Ainda mais: apresentou um enorme volume de dados que, apesar de incompreensíveis, impressionaram favoravelmente o presidente eleito. Foi nesse cenário, digno de O Homem que Sabia Javanês, que Dilma passou pouco mais de dois anos no Ministério de Minas e Energia. Deixou como marca um absoluto vazio. Nada fez digno de registro. Mas novamente foi promovida. Chegou à chefia da Casa Civil após a queda de José Dirceu, abatido pelo escândalo do mensalão. Cabe novamente a pergunta: por quê? Para o projeto continuista do PT a figura anódina de Dilma Rousseff caiu como uma luva. Mesmo não deixando em um quinquênio uma marca administrativa um projeto, uma ideia, foi alçada a sucessora de Lula. Nesse momento, quando foi definida como a futur...(Continuar Lendo)
    ...(Continuar Lendo)
  • O ITINERÁRIO DE UM DESASTRE - 45 ESCÂNDALOS DA ERA FHC O ITINERÁRIO DE UM DESASTRE - 45 escândalos da era FHC 45 MOTIVOS PARA NÃO VOTAR EM TUCANOS E BANDIDOS SEMELHANTES COMO OS DO PFL Analisem - Você tem boa memória? Se você já esqueceu, lembramos aqui 45 fatos, sendo que todos eles envolvendo casos de corrupção, que aconteceram no país nos oito anos de FHC. O BRASIL NÃO ESQUECERÁ 45 escândalos que marcaram o governo FHC com apoio do PSDB ITINERÁRIO DE UM DESASTRE Nenhum governo teve mídia tão favorável quanto o de FHC, o que não deixa de ser surpreendente, visto que em seus dois mandatos ele realizou uma extraordinária obra de demolição, de fazer inveja a Átila e a Gêngis Khan. Vale a pena relembrar algumas das passagens de um governo que deixaou uma pesada herança para seu sucessor. 1994 e 1998. O dinheiro secreto das campanhas: Denúncias que não puderam ser apuradas graças à providenciais operações abafa apontaram que tanto em 1994 como em 1998 as campanhas de Fernando Henrique Cardoso foram abastecidas por um caudaloso esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões. A taxa média de crescimento da economia brasileira, ao longo da década tucana, foi a pior da história, em torno de 2,4%. Pior até mesmo que a taxa média da chamada década perdida, os anos 80, que girou em torno de 3,2%. No período, o patrimônio público representado pelas grandes estatais foi liquidado na bacia das almas. No discurso, essa operação serviria para reduzir a dívida pública e para atrair capitais. Na prática assistimos a um crescimento exponencial da dívida pública. A dívida interna saltou de R$ 60 bilhões para impensáveis R$ 630 bilhões, enquanto a dívida externa teve seu valor dobrado. Enquanto isso, o esperado afluxo de capitais não se verificou. Pelo contrário, o que vimos no...(Continuar Lendo)
    ...(Continuar Lendo)
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  • katia lim

    em 29/04/2014 Via Youtube
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  • Peugeot Brasil divulga las primeras fotos oficiales del 2008 producido en la planta de Porto Real, Río de Janeiro. http://t.co/A7sBnyuejU
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  • INFO

    em 14/06/2013 Via Google++
    Os municípios de Porto Real, no Rio de Janeiro, Ivaiporã, no Paraná, e Agudos, em São Paulo, oferecem a gratuidade do transporte

    Transporte gratuito é realidade em cidades brasileiras
  • Fonte: iBahia em 17/10/2014

    Gregório Duvivier, do Porta dos Fundos, é ameaçado em restaurante no Rio
    O ator e roteirista do 'Porta dos Fundos', Gregório Duvivier, foi ameaçado na quarta-feira (15) em um restaurante no Leblon, no Rio de Janeiro. Segundo o colunista Ancelmo Góis, enquanto almoçava, um homem abordou o ator e disse que não ficaria mais ...

  • TST condena CSN a pagar adicional da PLR de
    1997 até 1999
    Última atualização em 11/09/2013, às 19h23
    Volta Redonda
    O Tribunal Superior do Trabalho condenou a CSN
    a pagar aos metalúrgicos que entraram com
    processo contra a empresa a diferença no valor
    das PLR (Participação nos Lucros e Resultados)
    referentes a 1997, 1998 e 1999. Os valores serão
    baseados no valor pago aos acionistas em 2001.
    O valor a ser recebido por cada trabalhador varia
    de acordo com o salário da época.
    Como o Sindicato dos Metalúrgicos do Sul
    Fluminense entrou com uma grande quantidade
    de processos sobre o mesmo assunto - cada um
    beneficiando um grupo de dez pessoas - a época
    em que os pagamentos serão feitos vai variar.
    - Na medida em que os pagamentos forem
    saindo, o sindicato será avisado pelo escritório
    de advocacia responsável pelo caso e vai se
    encarregar de entrar em contato com os
    beneficiados. Cerca de mil e seiscentas pessoas
    já receberam e acredito que até o fim do ano o
    número chegue a duas mil - afirmou o presidente
    do sindicato, Renato Soares. Ele ressaltou que,
    além desse processo, o sindicato ganhou
    recentemente uma ação referente a intervalos de
    refeição, o que fez com que milhares de
    trabalhadores fossem beneficiados.
    O processo foi iniciado porque a CSN fez, nos
    anos a que a ação se refere, uma reserva de
    lucros - que passou a integrar seu patrimônio.
    Com isso, os dividendos pagos aos acionistas
    foram reduzidos e também a PLR. Motivo: na
    época, a regra para a distribuição da PLR
    determinava que um percentual do valor
    destinado a dividendos (remuneração paga aos
    acionistas) fosse pago aos empregados.
    Acontece que, em 2001, os dividendos referentes
    ao lucro retido nesse período, assim como os
    juros sobre capital próprio referentes à reserva
    (Continuar Lendo)

    TST condena CSN a pagar adicional da PLR de 1997 até 1999 Última atualização em 11/09/2013, às 19h23 Volta Redonda O Tribunal Superior do Trabalho condenou a CSN a pagar aos metalúrgicos que ent
  • Fonte: Clic RBS em 17/10/2014

    Show de Vanessa Longoni é atração no Centro de Porto Alegre
    Porto-alegrense radicada no Rio de Janeiro, Vanessa Longoni é cantora e atriz, com 15 anos de carreira entre a música e o teatro, dois CDs solo independentes gravados, “A Mulher de Oslo” (2008) e “Canção para Voar” (2014), além dos CDs ...

  • Fonte: G1 em 20/10/2014

    Carreta carregada de biscoito tomba na Via Dutra, em Porto Real, RJ
    em Porto Real, RJ. Segundo a concessionária que administra a rodovia, a NovaDutra, o veículo tombou e a carga caiu na pista no km 297, no sentido Rio de Janeiro, no fim da noite de domingo (19). Ninguém ficou ferido. Ainda de acordo com a NovaDutra ...

  • Um dos piores problemas na roda dos partidos políticos é quando se elimina o pessoal técnico substituindo-os por políticos sem formação específica na área.
    Outro, é quando os conchavos e interesses políticos os levam para longe dos interesses da população e de ações que de fato beneficiem o povo.
    Na discussão das tarifas das passagens de ônibus, a tarifa zero implantada em quatro cidades do interior do Brasil é uma realidade (siga os links abaixo)
    Se tiver um tempo veja os vídeos e a entrevista de Lúcio Gregori sobre a Tarifa Zero. 

    "Precisamos encarar a gratuidade do transporte coletivo como algo possível"  - Em entrevista para a GALILEU
    +Lucio Gregori , engenheiro e ex-secretário de transportes de São Paulo, fala sobre como a capital paulista poderia abolir a tarifa
    Projeto Tarifa Zero - entrevista com Lúcio Gregori
    Entrevista com lúcio gregori - tarifa zero 1/2
    Entrevista com lúcio gregori - tarifa zero 2/2



    Em Agudos e Potirendaba, no interior de São Paulo, em Porto Real, no Rio de Janeiro, e em Ivaporã, no Paraná, ninguém paga para andar de ônibus.
    http://goo.gl/9ZbJR

    Agudos, no interior de São Paulo mostra como conseguiu estabelecer prioridade para um projeto tido como ousado, mas, que já funciona há mais de dez anos.
    http://goo.gl/1sbtq


    Foto: http://goo.gl/BOEcg


  • SE REELEITA ABRIGARÁ OS DERROTADOS DE 5 DE OUTUBRO, TIPO LINDBERG, LUPI, ALEXANDRE PADILHA, etc. MESMO QUE PRECISE CRIAR O 40º, 41º, 42º.....MINISTÉRIO. Artigo de Marco Antônio Villa MARCO ANTONIO VILLA O ESTADO DE S. PAULO O Brasil é um país fantástico.Nulidades são transformadas em gênios da noite para o dia. Uma eficaz máquina de propaganda faz milagres. Temos ao longo da nossa História diversos exemplos.O mais recente é Dilma Rousseff. Surgiu no mundo político brasileiro há uma década. Durante o regime militar militou em grupos de luta armada, mas não se destacou entre as lideranças.Fez política no Rio Grande do Sul exercendo funções pouco expressivas. Tentou fazer pós graduação em Economia na Unicamp, mas acabou fracassando,não conseguiu sequer fazer um simples exame de qualificação de mestrado. Mesmo assim,durante anos foi apresentada como "doutora" em Economia.Quis-se aventurar no mundo de negócios, mas também malogrou. Abriu em Porto Alegre uma lojinha de mercadorias populares, conhecidas como "de 1,99". Não deu certo. Teve logo de fechar as portas. Caminharia para a obscuridade se vivesse num país politicamente sério. Porém, para sorte dela, nasceu no Brasil. E depois de tantos fracassos acabou premiada:virou ministra de Minas e Energia.Lula disse que ficou impressionado porque numa reunião ela compareceu munida de um laptop.Ainda mais: apresentou um enorme volume de dados que, apesar de incompreensíveis, impressionaram favoravelmente o presidente eleito. Foi nesse cenário, digno de O Homem que Sabia Javanês, que Dilma passou pouco mais de dois anos no Ministério de Minas e Energia. Deixou como marca um absoluto vazio.Nada fez digno de registro.Mas novamente foi promovida. Chegou à chefia da Casa Civil após a queda de José Dirceu, abatido pelo escândalo do mensalão. Cabe novamente a pergunta: por quê? Para o projeto continuísta do PT a figura anódina de Dilma Rousseff caiu como uma luva. Mesmo nã...(Continuar Lendo)
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  • HOTEL HOLIDAY INN PORTO MARAVILHA - Rio de Janeiro - Suites Hoteleiras - 921) 96503 0001

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  • Publicitário recria abertura de Game of Thrones com capitais nordestinas

    O publicitário Raphael Goettenauer recriou a épica abertura da série de George R. R. Martin substituindo as cidades de Westeros pela capitais nordestinas. Saem as oligarquias que dominam Winterfell e Porto Real e entram cidades com Fortaleza e São Luís. Veja o vídeo: http://svmar.es/1hqyUNO

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  • Fonte: G1 em 19/10/2014

    Surto de sarna preocupa pais de alunos de creche em Porto Real, RJ
    em Porto Real, no sul do Rio de Janeiro. De acordo com a Secretaria de Educação, 16 crianças e seis funcionários foram afastados por suspeita da doença. A cabeleireira Denise Alice da Silva Lima não manda os dois filhos pequenos para a creche desde ...

  • Rio Maravilha

    em 27/06/2014 Via Youtube
    Porto Atlantico - Real Estate in Rio de Janeiro

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  • Veio de Portugal ... DILMA CONSTRÓI HOSPITAL NA PALESTINA ENQUANTO OS HOSPITAIS DO BRASIL CAEM AOS PEDAÇOS. MINISTRO PADILHA SE EMOCIONA NA INAUGURAÇÃO DO HOSPITAL NA PALESTINA PAGO COM DINHEIRO DO BRASILEIRO. Enquanto a arrecadação de impostos bate todos os recordes, a saúde pública brasileira está abandonada por esse governo, e como se não bastasse, esse mesmo governo investe o dinheiro público em hospitais em outros países. Nada contra a ajudar países em dificuldades, mas deixar ao relento o próprio povo e pagar o bem estar de outros como o nosso dinheiro é no mínimo uma falta de respeito, uma humilhação que nos deixa de boca aberta. Como pode um governo construir um hospital na Palestina enquanto os nossos hospitais estão sucateados e não vem nenhum investimento da anos? Pagar US$ 10 milhões em um outro país, é o absurdo dos absurdos! Façamos uma análise do que acontece na saúde pública brasileira enquando o safado do Ministro Padilha se emociona em Dura (Palestina) na inauguração do Hospital onde dos US$ 10 milhões investidos para construi-lo, US$ 4 milhões são provenientes do ministério da saúde, “dinheiro do povo brasileiro”. No Rio de Janeiro o desespero de uma médica que sozinha deve atender dezenas de pacientes, mostra a realidade que o governo não quer ver ou faz de conta que não vê. Essa heroína denuncia a incompetência e o descaso dessa classe de governantes, mostrando que hospitais do Rio não atendem por falta de médico, camas, medicações e o pior, é que os médicos devem trabalhar em condições sub humanas e recebendo salários de miséria, mas US$ 10 milhões podem ser gastos para construir hospitais em outro país; e o Governo carioca está preocupado com a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Um absurdo! •No Rio Grande do Norte, o hospital Walfredo Gurgel não tem verbas nem para comprar fio de aço para suturar pacientes que sofreram interventos cirúrgicos, como denuncia o Dr. J. Cavalcanti, qu...(Continuar Lendo)


    sospedrosegundo.blogspot.com
    HOSPITAL ESTADUAL PEDRO II: Ministro Padilha se emociona na inauguração do hospital na Palestina....
    QUEM ESCREVEU ESTE TEXTO É UM VERDADEIRO IDIOTA E ANALFABETO, ALÉM DE UM VERDADEIRO 171 DO C.PENAL! IMBECIL, PALESTINA É UM MUNICÍPIO DO ESTADO DE SÃO PAULO! VÁ SE INSTRUIR ANTES DE ESCREVER BESTEIRAS!!!!!!!!!! E OLHE QUE EU ODEIO O PT!
  • Análise Fria "Dilma, a mais fraca dos presidentes da República, desde 1889" (Estadão - MARCO ANTONIO VILLA) por MARCO ANTONIO VILLA - O ESTADO DE S. PAULO O Brasil é um país fantástico.Nulidades são transformadas em gênios da noite para o dia. Uma eficaz máquina de propaganda faz milagres. Temos ao longo da nossa História diversos exemplos. O mais recente é Dilma Rousseff. Surgiu no mundo político brasileiro há uma década. Durante o regime militar militou em grupos de luta armada, mas não se destacou entre as lideranças.Fez política no Rio Grande do Sul exercendo funções pouco expressivas. Tentou fazer pós graduação em Economia na Unicamp, mas acabou fracassando,não conseguiu sequer fazer um simples exame de qualificação de mestrado. Mesmo assim,durante anos foi apresentada como "doutora" em Economia.Quis-se aventurar no mundo de negócios, mas também malogrou. Abriu em Porto Alegre uma lojinha de mercadorias populares, conhecidas como "de 1,99". Não deu certo. Teve logo de fechar as portas. Caminharia para a obscuridade se vivesse num país politicamente sério. Porém, para sorte dela, nasceu no Brasil. E depois de tantos fracassos acabou premiada:virou ministra de Minas e Energia.Lula disse que ficou impressionado porque numa reunião ela compareceu munida de um laptop.Ainda mais: apresentou um enorme volume de dados que, apesar de incompreensíveis, impressionaram favoravelmente o presidente eleito. Foi nesse cenário, digno de O Homem que Sabia Javanês, que Dilma passou pouco mais de dois anos no Ministério de Minas e Energia. Deixou como marca um absoluto vazio.Nada fez digno de registro.Mas novamente foi promovida. Chegou à chefia da Casa Civil após a queda de José Dirceu, abatido pelo escândalo do mensalão. Cabe novamente a pergunta: por quê? Para o projeto continuísta do PT a figura anódina de Dilma Rousseff caiu como uma luva. Mesmo não deixando em um quinquênio uma marca administrativa um projeto, uma ideia, foi ...(Continuar Lendo)
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