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Últimas Notícias da cidade de Santa Terezinha - PE nas Redes Sociais

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  • Balé Clássico Em ~ Santa Terezinha PE

    uma Dupla de Bailarinos que um dia sonha e dançar do "LAGO DOS CISNES" Aviso; essas pessoas não estão Dorgadas ou Bêbadas! ; https://www.facebook.com/MateusK...

  • Danda Tavares

    em 24/10/2013 Via Google+
    Festa de Santa Terezinha em CUMARU-PE será realizada nos dias 25 e 26 de outubro, terminando com a grande PROCISSÃO no sábado ás 17:00 saindo da Igreja Matriz.

    Festa de Santa Terezinha em CUMARU-PE será realizada nos dias 25 e 26 de outubro, terminando com a grande PROCISSÃO no sábado ás 17:00 saindo da Igreja Matriz.
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  • Aviva Jovem 2012 (Igreja Cristo Salva de Santa Terezinha-PE)
    Início · Rede de Jovens · Fale Conosco · Vídeos · Versículo do dia · Horários dos Cultos. quarta-feira, 19 de dezembro de 2012. Aviva Jovem 2012 (Igreja Cristo Salva de Santa Terezinha-PE). Postado po...
  • Gilson Cds

    em 02/01/2013 Via Google+


    Edu e Maraial - Santa Terezinha-PE 29.12.2012
    Edu e Maraial - Santa Terezinha-PE 29.12.2012 BAIXAR
  • GABRIEL DINIZ & FORRÓ NA FARRA - SANTA TEREZINHA - PE - 19.12.13
    GABRIEL DINIZ & FORRÓ NA FARRA - SANTA TEREZINHA - PE - 19.12.13

    GABRIEL DINIZ & FORRÓ NA FARRA - SANTA TEREZINHA - PE - 19.12.13 | Vinicius Downloads
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  • Mauro Freitas, Marcos Freitas, Fernando Henrique Melgar e Cristina Freitas, escolham a que melhor... “Acaso sou o guarda do meu irmão? Sim, tu és o guarda do teu irmão! Ser pessoa significa ser guardas uns dos outros!” ( Papa francisco) "A angústia de ter perdido, não supera a alegria de um dia contigo ter um convivido com o teu carinho e afeição" Santo Agostinho " Dona Cristina foste de amor tão grande, amor tão forte, amor suave, amor sem fim Que a própria morte transforma em vida, abraço eterno de Deus em nós" (Pe. Fabio de Mélo) "Não prefiro nem morrer nem viver... O que o Bom Deus prefere e escolhe para mim, eis o que me agrada mais." (Santa Terezinha do Menino Jesus) Eclesiastes Há um tempo de nascer e tempo de morrer (3,2); Tudo caminha para um mesmo lugar: tudo vem do pó e tudo volta ao pó (3,20); (Eclesiastes)
  • O argumento. Olha apareceu a margarida.


    Adilson Gomes Filho.
    Permitam-me algumas considerações sobre a Clínica Santa Terezinha: Em primeiro lugar, associo-me aos que lamentam a situação da entidade filantrópica. Situação agravada nos últimos anos, é bom que se diga. Ali nasceram parentes e amigos, bem como pernambucanos de várias regiões (por meio da central de partos do estado). Toda a cidade reconhece o papel da Clínica, que não é unidade da Prefeitura, nestes mais de 30 anos de existência. Isto posto, gostaria de externar a minha repulsa com a tentativa de partidarizar um tema tão delicado, como é a perda de sustentação financeira e administrativa dela. Lembro aos desavisados e aos que agem por má fé que nunca fui diretor da Clínica. E que a Clínica não é propriedade do Partido ao qual sou filiado desde 1992. Como cidadão e integrante do Governo do Estado, no segundo semestre de 2011 procurei intermediar uma parceria entre as partes para evitar o fechamento das portas. Lembro-me dos vários obstáculos que precisaram ser removidos para que o convênio viesse a se concretizar, meses após. Logo de cara, junto com Antonio Figueira (então secretario de Saúde), precisávamos estabelecer critérios para que as outras quase 30 entidades filantrópicas de Saúde do estado não questionassem aquele privilégio. Pois as co-irmãs da Santa Terezinha viviam as mesmas dificuldades e poderiam requisitar o mesmo tratamento. Critério estabelecido, mais problemas apareceram: ausência de certidões de regularidade essenciais ao Convênio com o estado, dívidas com fornecedores em geral, ameaça de corte de energia e problemas com servidores tornavam inviável o avanço na negociação. Um a um, os problemas foram sendo contornados. Inclusive, o valor do repasse mensal (que teve o valor ajustado após conversas entre Figueira, Patricia Brasil e eu). Como em qualquer convênio, existem os direitos e os deveres de parte a parte. Trata-se de recursos públicos que precisam seguir os trâmites legais. A principal exigência do estado era que a Santa Terezinha mantivesse plantão todos os dias da semana. O desafio foi aceito pelo médico Marcelo Viana, responsável pela montagem da equipe, bem como toda a direção da Santa Terezinha presente nas negociações. Todos da Clínica aceitaram e prometeram cumprir. Com o passar do tempo, problemas no cumprimento das exigências foram aparecendo e, inevitavelmente, o estado não teve mais como renovar o convênio. Vários alertas foram feitos antes da decisão final, cabe destacar. Já em 2013, como prefeito, contactei Gil Brasileiro, do Tricentenário (que gerencia o Hospital João Murilo, em Vitória de Santo Antão, e a UPA do Curado) para que a entidade assumisse o comando da Santa Terezinha em conjunto com Marcelo. Passo dado em comum acordo com Marcelo Viana e testemunho de Patricia. Algumas conversas foram feitas, inclusive envolvendo novamente a secretaria estadual de Saúde. Chegou-se a um valor necessário para que a Clínica pudesse voltar a funcionar todos os dias: aproximadamente R$ 500 mil. O estado acenou para a possibilidade de repassar R$ 150 mil/mês. A ausência do complemento inviabilizou a parceria. Relato isso tudo para mostrar que não faltou esforço para resolver a questão. Cheguei a ler alguns comentários postados levando o debate para outras esferas. Mas, lamentavelmente, vi pouca gente apontar o principal motivo para a grave crise na Saúde do País, que sem dúvidas foi um dos principais motivos pela falência da Clínica: o sub-financiamento da área, praticado há anos. Há quanto tempo a tabela SUS não é reajustada no Brasil? Quanto é investido pela União na Saúde brasileira? Diferente de alguns, não responsabilizo apenas quem está no Poder nacional atualmente ou o partido ao qual são filiados. Esse problema não é de hoje e está se agravando ano após ano. De 1988 para cá, houve inversão nos investimentos na Saúde versus arrecadação dos entes. Antes, a União arrecadava menos tributos e era responsável por 75% dos investimentos no setor. Com o passar do tempo, municípios e estados foram absorvendo as responsabilidades e perdendo receitas para a União. Enquanto municípios são obrigados a investir, no mínimo, 15% da receita em Saúde e os estados 12% (PE investe em média 18%, nos últimos 7 anos e meio), pergunta-se: quanto o Governo Federal é obrigado a investir? A resposta é: não existe percentual obrigatório para a União.
  • Cicero Vieira

    em 20/07/2014 Via Youtube
    Chegando em Santa Terezinha PE

    Este vídeo mostra a entrada de Santa Terezinha PE, quem vem de Imaculada Pb ou mesmo de Teixeira Pb. Lembrando que todos tem de passar pelo trevo de (´´CABO ...

  • Lucas Romario

    em 06/06/2014 Via Youtube
    3º Encontro de Som Automotivo Santa Terezinha - PE

    3º Encontro de Som Automotivo Santa Terezinha - PE / 5 de Julho.



  • MAIS NOVA WEB RÁDIO DE SANTA TEREZINHA-PE, RÁDIO CORREIO GOSPEL
    A MAIS NOVA WEB RÁDIO DE SANTA TEREZINHA-PE, WEB RÁDIO CORREIO GOSPEL VEIO COM INTUITO DE EVANGELIZAR TODA A POPULAÇÃO DE SANTA TEREZINHA E REGIÃO COM MUITA MUSICA GOSPEL E CULTOS EVANGÉLICOS AO VIVO ...
  • Canal TvPajeu

    em 03/07/2014 Via Youtube
    Documentário Santa Terezinha - PE

    Ações realizadas pela Prefeitura de Santa Terezinha.

  • Olha a margarida se defendendo


    Adilson Gomes Filho.
    Permitam-me algumas considerações sobre a Clínica Santa Terezinha: Em primeiro lugar, associo-me aos que lamentam a situação da entidade filantrópica. Situação agravada nos últimos anos, é bom que se diga. Ali nasceram parentes e amigos, bem como pernambucanos de várias regiões (por meio da central de partos do estado). Toda a cidade reconhece o papel da Clínica, que não é unidade da Prefeitura, nestes mais de 30 anos de existência. Isto posto, gostaria de externar a minha repulsa com a tentativa de partidarizar um tema tão delicado, como é a perda de sustentação financeira e administrativa dela. Lembro aos desavisados e aos que agem por má fé que nunca fui diretor da Clínica. E que a Clínica não é propriedade do Partido ao qual sou filiado desde 1992. Como cidadão e integrante do Governo do Estado, no segundo semestre de 2011 procurei intermediar uma parceria entre as partes para evitar o fechamento das portas. Lembro-me dos vários obstáculos que precisaram ser removidos para que o convênio viesse a se concretizar, meses após. Logo de cara, junto com Antonio Figueira (então secretario de Saúde), precisávamos estabelecer critérios para que as outras quase 30 entidades filantrópicas de Saúde do estado não questionassem aquele privilégio. Pois as co-irmãs da Santa Terezinha viviam as mesmas dificuldades e poderiam requisitar o mesmo tratamento. Critério estabelecido, mais problemas apareceram: ausência de certidões de regularidade essenciais ao Convênio com o estado, dívidas com fornecedores em geral, ameaça de corte de energia e problemas com servidores tornavam inviável o avanço na negociação. Um a um, os problemas foram sendo contornados. Inclusive, o valor do repasse mensal (que teve o valor ajustado após conversas entre Figueira, Patricia Brasil e eu). Como em qualquer convênio, existem os direitos e os deveres de parte a parte. Trata-se de recursos públicos que precisam seguir os trâmites legais. A principal exigência do estado era que a Santa Terezinha mantivesse plantão todos os dias da semana. O desafio foi aceito pelo médico Marcelo Viana, responsável pela montagem da equipe, bem como toda a direção da Santa Terezinha presente nas negociações. Todos da Clínica aceitaram e prometeram cumprir. Com o passar do tempo, problemas no cumprimento das exigências foram aparecendo e, inevitavelmente, o estado não teve mais como renovar o convênio. Vários alertas foram feitos antes da decisão final, cabe destacar. Já em 2013, como prefeito, contactei Gil Brasileiro, do Tricentenário (que gerencia o Hospital João Murilo, em Vitória de Santo Antão, e a UPA do Curado) para que a entidade assumisse o comando da Santa Terezinha em conjunto com Marcelo. Passo dado em comum acordo com Marcelo Viana e testemunho de Patricia. Algumas conversas foram feitas, inclusive envolvendo novamente a secretaria estadual de Saúde. Chegou-se a um valor necessário para que a Clínica pudesse voltar a funcionar todos os dias: aproximadamente R$ 500 mil. O estado acenou para a possibilidade de repassar R$ 150 mil/mês. A ausência do complemento inviabilizou a parceria. Relato isso tudo para mostrar que não faltou esforço para resolver a questão. Cheguei a ler alguns comentários postados levando o debate para outras esferas. Mas, lamentavelmente, vi pouca gente apontar o principal motivo para a grave crise na Saúde do País, que sem dúvidas foi um dos principais motivos pela falência da Clínica: o sub-financiamento da área, praticado há anos. Há quanto tempo a tabela SUS não é reajustada no Brasil? Quanto é investido pela União na Saúde brasileira? Diferente de alguns, não responsabilizo apenas quem está no Poder nacional atualmente ou o partido ao qual são filiados. Esse problema não é de hoje e está se agravando ano após ano. De 1988 para cá, houve inversão nos investimentos na Saúde versus arrecadação dos entes. Antes, a União arrecadava menos tributos e era responsável por 75% dos investimentos no setor. Com o passar do tempo, municípios e estados foram absorvendo as responsabilidades e perdendo receitas para a União. Enquanto municípios são obrigados a investir, no mínimo, 15% da receita em Saúde e os estados 12% (PE investe em média 18%, nos últimos 7 anos e meio), pergunta-se: quanto o Governo Federal é obrigado a investir? A resposta é: não existe percentual obrigatório para a União.
  • Baixar – Forró Pegado – Santa Terezinha – PE – 07.07.2014 - Cesinha Cds
    Link:  http://suamusica.com.br/ForroPegadoemSantaTerezinha2014

    Baixar – Forró Pegado – Santa Terezinha – PE – 07.07.2014 - Cesinha Cds
    Link: http://suamusica.com.br/ForroPegadoemSantaTerezinha2014
  • Irani Soares

    em 03/10/2012 Via Google+


    mais informaçoes sobre as duas agências bancárias arrombadas em Santa Terezinha, PE
    Bancos em Santa Terezinha ficaram destruídos (Foto: Edicarlos Soares / Acervo Pessoal) Bancos no centro da cidade ficaram destruídos depois do assalto. Polícia acredita que assaltantes exa...
  • José Freitas

    em 15/06/2014 Via Youtube
    CULTO DA MOCIDADE EM SANTA TEREZINHA - PE

    Nesse domingo a igreja Assembleia de Deus em Santa Terezinha -- PE presenciou mais uma vez o potencial que tem jovens comprometidos com o reino de Deus.

  • Documentário Santa Terezinha PE

    Governo Municipal de Santa Terezinha - PE.

  • PMSTPE

    em 06/07/2014 Via Youtube
    Documentário Santa Terezinha PE

    Governo Municipal de Santa Terezinha - PE.

  • FESTA JUNINA DA ESCOLA TEREZINHA 2014 - FORRÓ PÉ DE SERRA

  • SAMUEL SILVA

    em 12/12/2012 Via Google+


    13º SALÁRIO GARANTIDO EM SANTA TEREZINHA -PE
    O abono natalino será honrada pela prefeitura de Santa Terezinha-PE aos servidores municipais até o dia 20 de dezembro como determina o decreto 57-155. O 1º repasse do FPM pelo governo federal aprese...
  • Walter Souza

    em 19/05/2014 Via Youtube
    PADRE PEDRO / SANTUARIO SANTA TEREZINHA

    Missa de Louvor e Libertação no Santuario Santa Terezinha aos Domingo as 14 h 30 min em Taboão da Serra-SP.

  • Apareceu a margarida...


    Adilson Gomes Filho.
    Permitam-me algumas considerações sobre a Clínica Santa Terezinha: Em primeiro lugar, associo-me aos que lamentam a situação da entidade filantrópica. Situação agravada nos últimos anos, é bom que se diga. Ali nasceram parentes e amigos, bem como pernambucanos de várias regiões (por meio da central de partos do estado). Toda a cidade reconhece o papel da Clínica, que não é unidade da Prefeitura, nestes mais de 30 anos de existência. Isto posto, gostaria de externar a minha repulsa com a tentativa de partidarizar um tema tão delicado, como é a perda de sustentação financeira e administrativa dela. Lembro aos desavisados e aos que agem por má fé que nunca fui diretor da Clínica. E que a Clínica não é propriedade do Partido ao qual sou filiado desde 1992. Como cidadão e integrante do Governo do Estado, no segundo semestre de 2011 procurei intermediar uma parceria entre as partes para evitar o fechamento das portas. Lembro-me dos vários obstáculos que precisaram ser removidos para que o convênio viesse a se concretizar, meses após. Logo de cara, junto com Antonio Figueira (então secretario de Saúde), precisávamos estabelecer critérios para que as outras quase 30 entidades filantrópicas de Saúde do estado não questionassem aquele privilégio. Pois as co-irmãs da Santa Terezinha viviam as mesmas dificuldades e poderiam requisitar o mesmo tratamento. Critério estabelecido, mais problemas apareceram: ausência de certidões de regularidade essenciais ao Convênio com o estado, dívidas com fornecedores em geral, ameaça de corte de energia e problemas com servidores tornavam inviável o avanço na negociação. Um a um, os problemas foram sendo contornados. Inclusive, o valor do repasse mensal (que teve o valor ajustado após conversas entre Figueira, Patricia Brasil e eu). Como em qualquer convênio, existem os direitos e os deveres de parte a parte. Trata-se de recursos públicos que precisam seguir os trâmites legais. A principal exigência do estado era que a Santa Terezinha mantivesse plantão todos os dias da semana. O desafio foi aceito pelo médico Marcelo Viana, responsável pela montagem da equipe, bem como toda a direção da Santa Terezinha presente nas negociações. Todos da Clínica aceitaram e prometeram cumprir. Com o passar do tempo, problemas no cumprimento das exigências foram aparecendo e, inevitavelmente, o estado não teve mais como renovar o convênio. Vários alertas foram feitos antes da decisão final, cabe destacar. Já em 2013, como prefeito, contactei Gil Brasileiro, do Tricentenário (que gerencia o Hospital João Murilo, em Vitória de Santo Antão, e a UPA do Curado) para que a entidade assumisse o comando da Santa Terezinha em conjunto com Marcelo. Passo dado em comum acordo com Marcelo Viana e testemunho de Patricia. Algumas conversas foram feitas, inclusive envolvendo novamente a secretaria estadual de Saúde. Chegou-se a um valor necessário para que a Clínica pudesse voltar a funcionar todos os dias: aproximadamente R$ 500 mil. O estado acenou para a possibilidade de repassar R$ 150 mil/mês. A ausência do complemento inviabilizou a parceria. Relato isso tudo para mostrar que não faltou esforço para resolver a questão. Cheguei a ler alguns comentários postados levando o debate para outras esferas. Mas, lamentavelmente, vi pouca gente apontar o principal motivo para a grave crise na Saúde do País, que sem dúvidas foi um dos principais motivos pela falência da Clínica: o sub-financiamento da área, praticado há anos. Há quanto tempo a tabela SUS não é reajustada no Brasil? Quanto é investido pela União na Saúde brasileira? Diferente de alguns, não responsabilizo apenas quem está no Poder nacional atualmente ou o partido ao qual são filiados. Esse problema não é de hoje e está se agravando ano após ano. De 1988 para cá, houve inversão nos investimentos na Saúde versus arrecadação dos entes. Antes, a União arrecadava menos tributos e era responsável por 75% dos investimentos no setor. Com o passar do tempo, municípios e estados foram absorvendo as responsabilidades e perdendo receitas para a União. Enquanto municípios são obrigados a investir, no mínimo, 15% da receita em Saúde e os estados 12% (PE investe em média 18%, nos últimos 7 anos e meio), pergunta-se: quanto o Governo Federal é obrigado a investir? A resposta é: não existe percentual obrigatório para a União.


  • Edu e Maraial - Santa Terezinha - PE - 29.12.2012 - Jailson CDSEdu e Maraial - Santa Terezinha - PE - 29.12.2012 ~ Jailson CDS
    Jailson CDS,forró, mp3, baixar, jailson cds,O Moral da Mídia, baixe os melhores cds da net, Aviões do Forró, Garota Safada e Tramissoes, Ao vivo,Anuncie Aqui,Muito Mais. Aqui todo dia tem Novidade!
  • José Freitas

    em 04/07/2014 Via Youtube
    Enrtrevista do Secretário de Educação Cultura e Esporte Santa Terezinha PE.

    Cultura : Segundo a qual cultura é "todo aquele complexo que inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos os outros hábitos...

  • Apareceu a Margarida ole ole ola. Fala ai mané que o povo te adora.


    Adilson Gomes Filho.
    Permitam-me algumas considerações sobre a Clínica Santa Terezinha: Em primeiro lugar, associo-me aos que lamentam a situação da entidade filantrópica. Situação agravada nos últimos anos, é bom que se diga. Ali nasceram parentes e amigos, bem como pernambucanos de várias regiões (por meio da central de partos do estado). Toda a cidade reconhece o papel da Clínica, que não é unidade da Prefeitura, nestes mais de 30 anos de existência. Isto posto, gostaria de externar a minha repulsa com a tentativa de partidarizar um tema tão delicado, como é a perda de sustentação financeira e administrativa dela. Lembro aos desavisados e aos que agem por má fé que nunca fui diretor da Clínica. E que a Clínica não é propriedade do Partido ao qual sou filiado desde 1992. Como cidadão e integrante do Governo do Estado, no segundo semestre de 2011 procurei intermediar uma parceria entre as partes para evitar o fechamento das portas. Lembro-me dos vários obstáculos que precisaram ser removidos para que o convênio viesse a se concretizar, meses após. Logo de cara, junto com Antonio Figueira (então secretario de Saúde), precisávamos estabelecer critérios para que as outras quase 30 entidades filantrópicas de Saúde do estado não questionassem aquele privilégio. Pois as co-irmãs da Santa Terezinha viviam as mesmas dificuldades e poderiam requisitar o mesmo tratamento. Critério estabelecido, mais problemas apareceram: ausência de certidões de regularidade essenciais ao Convênio com o estado, dívidas com fornecedores em geral, ameaça de corte de energia e problemas com servidores tornavam inviável o avanço na negociação. Um a um, os problemas foram sendo contornados. Inclusive, o valor do repasse mensal (que teve o valor ajustado após conversas entre Figueira, Patricia Brasil e eu). Como em qualquer convênio, existem os direitos e os deveres de parte a parte. Trata-se de recursos públicos que precisam seguir os trâmites legais. A principal exigência do estado era que a Santa Terezinha mantivesse plantão todos os dias da semana. O desafio foi aceito pelo médico Marcelo Viana, responsável pela montagem da equipe, bem como toda a direção da Santa Terezinha presente nas negociações. Todos da Clínica aceitaram e prometeram cumprir. Com o passar do tempo, problemas no cumprimento das exigências foram aparecendo e, inevitavelmente, o estado não teve mais como renovar o convênio. Vários alertas foram feitos antes da decisão final, cabe destacar. Já em 2013, como prefeito, contactei Gil Brasileiro, do Tricentenário (que gerencia o Hospital João Murilo, em Vitória de Santo Antão, e a UPA do Curado) para que a entidade assumisse o comando da Santa Terezinha em conjunto com Marcelo. Passo dado em comum acordo com Marcelo Viana e testemunho de Patricia. Algumas conversas foram feitas, inclusive envolvendo novamente a secretaria estadual de Saúde. Chegou-se a um valor necessário para que a Clínica pudesse voltar a funcionar todos os dias: aproximadamente R$ 500 mil. O estado acenou para a possibilidade de repassar R$ 150 mil/mês. A ausência do complemento inviabilizou a parceria. Relato isso tudo para mostrar que não faltou esforço para resolver a questão. Cheguei a ler alguns comentários postados levando o debate para outras esferas. Mas, lamentavelmente, vi pouca gente apontar o principal motivo para a grave crise na Saúde do País, que sem dúvidas foi um dos principais motivos pela falência da Clínica: o sub-financiamento da área, praticado há anos. Há quanto tempo a tabela SUS não é reajustada no Brasil? Quanto é investido pela União na Saúde brasileira? Diferente de alguns, não responsabilizo apenas quem está no Poder nacional atualmente ou o partido ao qual são filiados. Esse problema não é de hoje e está se agravando ano após ano. De 1988 para cá, houve inversão nos investimentos na Saúde versus arrecadação dos entes. Antes, a União arrecadava menos tributos e era responsável por 75% dos investimentos no setor. Com o passar do tempo, municípios e estados foram absorvendo as responsabilidades e perdendo receitas para a União. Enquanto municípios são obrigados a investir, no mínimo, 15% da receita em Saúde e os estados 12% (PE investe em média 18%, nos últimos 7 anos e meio), pergunta-se: quanto o Governo Federal é obrigado a investir? A resposta é: não existe percentual obrigatório para a União.
  • **BANDA PHOBUS EM SANTA TEREZINHA-PE 2001**
    *OBS: BANDA PHOBUS DE CAICÓ COM A VOCALISTA CHRISTIANE FERNANDES... *QUALIDADE: EXCELENTE *FORMATO: RAM-MP3 *TAMANHO TOTAL: 58 MB DESCOMPACTADO *QUANTIDADE: 16 FAIXAS *ESTILO: VARIADO *TAXA DE ÁUDIO: 128 KBPS STEREO *UPLOAD: BY RODRIGO SOARES

    **BANDA PHOBUS EM SANTA TEREZINHA-PE 2001**
    *OBS: BANDA PHOBUS DE CAICÓ COM A VOCALISTA CHRISTIANE FERNANDES... *QUALIDADE: EXCELENTE *FORMATO: RAM-MP3 *TAMANHO TOTAL: 58 MB DESCOMPACTADO *QUANTIDADE: 16 FAIXAS *ESTILO: VARIADO *TAXA DE ÁUDIO: 128 KBPS STEREO *UPLOAD:...

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