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  • Pra quem defende a tal Maria do Rosário...


    Wilma De Vasconcelos Sousa compartilhou a foto de Antonio Filho.
    Sobre Bolsonaro, Maria do Rosário, e o estupro! Sobre a discussão entre Bolsonaro e Maria do Rosário, que voltou à tona essa semana e altamente comentada na mídia e pela base do Governo que apoia a diretora geral dos direitos humanos, a briga iniciou em 2003, e decorreu de um assunto que estava sendo tratado por Bolsonaro em entrevista: a redução da maioridade penal e o caso Liana Friedenbach e Felipe Caffé. Vocês lembram do caso? Vou contar a história retirada de reportagens que podem ser encontradas facilmente aqui na internet, mas vou logo avisando que se trata de uma história muito séria e horripilante demais para a maioria das pessoas: ---------- No início de novembro de 2003, o casal decidiu passar um final de semana acampando na floresta numa área isolada de Embu-Guaçu, próximo a um sítio abandonado que não conheciam. Os dois jovens mentiram para os pais antes de viajar - Liana disse que iria para Ilhabela, no litoral paulista, com um grupo de amigas; a família de Felipe acreditava que o rapaz estava acampando na companhia de colegas em outro lugar.Para ir até o centro de Embu-Guaçu, os dois se utilizaram de uma van. Eles mal sabiam, mas aquela seria a sua última viagem. Pernambuco e Champinha aproveitavam o sábado de sol para caçar tatu na mata. Estavam com uma espingarda velha e um facão, e cruzaram com o casal enquanto caminhavam. O mais velho perguntou a Champinha: “Quem é a gostosa?”. Pelas mochilas, o mais novo concluiu: vão acampar. Os dois amigos seguiram em frente, mas logo tiveram a ideia de roubar os estudantes, e na mesma noite executaram o plano. Liana e Felipe dormiam dentro do acampamento recém montado e foram subitamente surpreendidos por um facão que rasgou a lona da barraca. Eram Champinha e seu parceiro Pernambuco, que de pronto ordenaram que o casal acordasse usando sútis cutucadas de espingarda. Ela e Felippe, com panos nos rostos, foram guiados ao casebre de Antonio Caetano Silva, lugar onde Liana viveria os mais terríveis momentos de pesadelo que possa ser imaginado para seus 16 de idade. Durante o trajeto Liana disse aos criminosos que sua família era rica e sugeriu que a dupla pedisse resgate e, depois, a libertasse junto com o namorado, e os criminosos riram de forma nefasta. Segundo a polícia, naquele momento, Champinha decidiu matar Felipe e ficar somente com a garota Felipe foi levado para um quartos separado do insalubre e encardido casebre, enquanto que Liana de pronto ouviu a seguinte frase de Champinha: “Abaixa a calça que eu vou te comer“. Liana foi friamente violentada por um criminoso que conhecera minutos antes. A garota, que era virgem, tremia e estava em estado de choque; não reagiu. Liana poderia não imaginar, porém seria estuprada seis vezes só naquela noite. Na manhã do dia seguinte, os namorados foram obrigados a caminhar no matagal. Pernambuco seguiu na frente com Felipe e num determinado momento matou o estudante com um tiro na nuca, sem pestanejar. Liana, que estava com Champinha, ouviu o disparo e logo demonstrou desespero ao imaginar o que havia ocorrido, mas o menor mentiu dizendo a ela que o rapaz havia sido libertado. O corpo de Felipe ficou ali, caído na mata. Pernambuco fugiu para São Paulo e Liana permaneceu com Champinha na casa de Silva. Durante todo o domingo a jovem foi estuprada, agora apenas pelo menor, tendo o comparsa se esvaído da cena. No mesmo dia o proprietário do casebre, Silva, chegou em sua residência junto com Aguinaldo Pires, de 41 anos. Champinha apresentou Liana como sua namorada e ainda a ofereceu para os colegas abusarem dela. Pires concordou e também estuprou a garota. Sentada em um banquinho, de cabeça baixa, nua, ela chorava. No Domingo Ari Friedenbach, pai de Liana, "pressentindo algo que não sabia explicar" resolveu ter informações de como estava a filha e descobriu que ela não estava onde ela a disse que estaria – uma mentira que mais tarde causou verdades tenebrosas para ele. Ari conseguiu descobrir que sua filha tinha ido acampar em Embu-Guaçu com o namorado, e imaginou que os dois poderiam ter se perdido na mata, logo registrou boletim de ocorrência por desaparecimento no distrito policial de Consolação, no terceiro dia o Comando de Operações Especiais iniciou as buscas pelo casal na região. Na segunda, Ari já estava em Embu, onde encontrou com o motorista da van que levou a filha dele dias antes. Naquela tarde, Ari conseguiu encontrar o celular de sua filha no caramachão onde ela foi quando saiu da van. Ari não podia presumir que sua filha estava a menos de 2 quilômetros dali, no barraco de Antonio Caetano da Silva. Antonio chegou em sua casa com um amigo, Agnaldo Pires, que ao ver Liana jogada, logo escutou a seguinte explicação de Champinha: “É sequestro, o cara nós matou e essa eu já comi. Ela é gostosa, pode usar“. Com a permissão de Champinha, Agnaldo estuprou Liana. Mais tarde, Agnaldo confessou: “Não consegui gozar porque estava bêbado“. Durante todo aquele dia Liana foi estuprada por Agnaldo e Champinha, enquanto que o aflito Ari fazia de tudo para achá-la, apelando para a polícia, imprensa, governo e nada de achar sua filha. Lá ficaram o dia todo. Liana não falou nada. “Nunca ouvi a voz dela”, disse Agnaldo. Antônio Caetano Silva fez comida, café e serviu a todos. Disse que não violou a menina. Champinha e Pires voltaram a agredi-la sexualmente. Na terça, Champinha e seus dois parceiros levaram Liana a casa de Antonio Matias de Barro, onde Champinha apresentou Liana com sua “namorada”. Naquela terça, Champinha ficou sabendo de seu irmão que a polícia lhe enviara uma intimação para depor na delegacia no dia seguinte pois soube que ele havia estado no local do acampamento. No dia seguinte, Champinha levou Liana para um riacho, onde Liana escutou de Champinha o que seria a sua última frase: “Agora você vai morrer!” Os olhos azuis de Liana ainda viram Champinha dar um golpe de facão no seu pescoço. Ela caiu buscando ar, enquanto Champinha a feriu várias vezes nas costas, com golpes e mais golpes... apesar de estar agonizando "a menina não morria", então usando o lado cego do facão a golpeou diversas vezes na região craniana até que por fim Liana sofreu um traumatismo craniano fatal, e assim terminou seu pesadelo... ...e começou o pesadelo de seu pai ao descobrir toda essa história horripilante, e aqui abro um parêntese (uma história REAL). Champinha voltou tranquilamente para casa e dormiu como se nada tivesse acontecido. Acordou, tomou café, depois foi a delegacia, onde a polícia, depois de algumas perguntas, o liberou. Champinha saiu e foi caçar tatu... Tempos depois Champinha foi pêgo. O delegado do caso, com mais de 30 anos de experiência, sabendo do que aconteceria com Champinha de acordo com a lei, não conteve as lágrimas frente a imprensa. Antonio Caetano Silva pegou 124 anos de prisão. Antonio Matias de Barros pegou 6 anos. Paulo Marques pegou 110 anos e Agnaldo Pires pegou 47 anos. E Champinha? Graças a nossa lei, Champinha, mesmo sendo assassino, sequestrador e torturador, não responde por crime. Ele foi “encaminhado à Fundação do Bem-Estar do Menor para um período excepcional de 3 anos de internação”. Muitos militantes dos “direitos humanos” disseram que Champinha era apenas mais uma vítima da sociedade, mais um excluído do sistema, ou seja, que seus atos deveriam ser responsabilizados por toda a sociedade que não lhe ofereceu opções melhores. Esse discurso demagogo de muitos políticos não traduz o fato de que muitas pessoas muito mais necessitadas que Champinha são honestas, trabalhadoras, lutam muito na vida para ter suas conquistas, mesmo que vitórias minguadas.Pessoas com muito mais necessidades sociais são incapazes de conceber o que Champinha fez. ---------- Na entrevista, Bolsonaro estava justamente defendendo a prisão desse "pobre coitado" Champinha - menor, que junto com os comparsas estuprou e, sozinho, matou de forma cruel uma estudante de 16 ANOS DE IDADE. Ele defendia, como toda a sociedade defende, a redução da maioridade penal para crimes hediondos. Inclusive, há diversos projetos de autoria do Deputado Jair Bolsonaro que visa minimizar esses crimes e punir mais severamente quem os comete. Quem seria contra prender de forma rígida e igual a qualquer criminoso que comete um crime tão horripilante e cruel? Ninguém né?! Ainda mais com a população inteira toda clamando por justiça, ninguém jamais inverteria a ordem e iria acusar o jovem casal de ser culpado por "estar acampando" né?! NÃO, ALGUÉM DEFENDEU ISSO: MARIA DO ROSÁRIO. Depois de tanto debater com Maria do Rosário sobre quem realmente foram as vítimas nessa história, indignado com o caso e depois com essa postura quase fantasiosa da defensora "de menores estupradores vítimas da sociedade", Bolsonaro então sugeriu que Maria do Rosário contratasse o pobre coitado Champinha para ser o motorista do carro da filha dela. Ela ficou bastante brava... ... e durante uma entrevista de Bolsonar sobre o caso ela o responsabilizou pelos crimes do Champinha, pois se o Champinha fosse preso ao invés de receber uma pena educativa, a responsabilidade dele continuar no mundo do crime seria de quem defende a prisão desta "vítima da sociedade" Então Bolsonaro pergunta "Quer dizer que eu sou estuprador?", Maria do Rosário responde "Sim, você é" ...o resto vocês já sabem! vou postar os vídeos nos comentários para quem quiser confirmar (texto adaptado)
    Fotos da Linha do Tempo.
    ...(Continuar Lendo)
  • Nao defendo o Bolsonaro, axho um idiota, homofóbico, mas não é por isso que vou concordar com o que esta acontecendo. Acho essa Maria do Rosário uma dissimulada, que esta se valendo de uma situação criada por ela. Sou favorável a redução da maioridade penal sim, e já estou de saco cheio desses demagogos que colocam sempre a culpa na sociedade. Num fode.


    Marcio Benevides compartilhou a foto de Antonio Filho.
    Sobre Bolsonaro, Maria do Rosário, e o estupro! Sobre a discussão entre Bolsonaro e Maria do Rosário, que voltou à tona essa semana e altamente comentada na mídia e pela base do Governo que apoia a diretora geral dos direitos humanos, a briga iniciou em 2003, e decorreu de um assunto que estava sendo tratado por Bolsonaro em entrevista: a redução da maioridade penal e o caso Liana Friedenbach e Felipe Caffé. Vocês lembram do caso? Vou contar a história retirada de reportagens que podem ser encontradas facilmente aqui na internet, mas vou logo avisando que se trata de uma história muito séria e horripilante demais para a maioria das pessoas: ---------- No início de novembro de 2003, o casal decidiu passar um final de semana acampando na floresta numa área isolada de Embu-Guaçu, próximo a um sítio abandonado que não conheciam. Os dois jovens mentiram para os pais antes de viajar - Liana disse que iria para Ilhabela, no litoral paulista, com um grupo de amigas; a família de Felipe acreditava que o rapaz estava acampando na companhia de colegas em outro lugar.Para ir até o centro de Embu-Guaçu, os dois se utilizaram de uma van. Eles mal sabiam, mas aquela seria a sua última viagem. Pernambuco e Champinha aproveitavam o sábado de sol para caçar tatu na mata. Estavam com uma espingarda velha e um facão, e cruzaram com o casal enquanto caminhavam. O mais velho perguntou a Champinha: “Quem é a gostosa?”. Pelas mochilas, o mais novo concluiu: vão acampar. Os dois amigos seguiram em frente, mas logo tiveram a ideia de roubar os estudantes, e na mesma noite executaram o plano. Liana e Felipe dormiam dentro do acampamento recém montado e foram subitamente surpreendidos por um facão que rasgou a lona da barraca. Eram Champinha e seu parceiro Pernambuco, que de pronto ordenaram que o casal acordasse usando sútis cutucadas de espingarda. Ela e Felippe, com panos nos rostos, foram guiados ao casebre de Antonio Caetano Silva, lugar onde Liana viveria os mais terríveis momentos de pesadelo que possa ser imaginado para seus 16 de idade. Durante o trajeto Liana disse aos criminosos que sua família era rica e sugeriu que a dupla pedisse resgate e, depois, a libertasse junto com o namorado, e os criminosos riram de forma nefasta. Segundo a polícia, naquele momento, Champinha decidiu matar Felipe e ficar somente com a garota Felipe foi levado para um quartos separado do insalubre e encardido casebre, enquanto que Liana de pronto ouviu a seguinte frase de Champinha: “Abaixa a calça que eu vou te comer“. Liana foi friamente violentada por um criminoso que conhecera minutos antes. A garota, que era virgem, tremia e estava em estado de choque; não reagiu. Liana poderia não imaginar, porém seria estuprada seis vezes só naquela noite. Na manhã do dia seguinte, os namorados foram obrigados a caminhar no matagal. Pernambuco seguiu na frente com Felipe e num determinado momento matou o estudante com um tiro na nuca, sem pestanejar. Liana, que estava com Champinha, ouviu o disparo e logo demonstrou desespero ao imaginar o que havia ocorrido, mas o menor mentiu dizendo a ela que o rapaz havia sido libertado. O corpo de Felipe ficou ali, caído na mata. Pernambuco fugiu para São Paulo e Liana permaneceu com Champinha na casa de Silva. Durante todo o domingo a jovem foi estuprada, agora apenas pelo menor, tendo o comparsa se esvaído da cena. No mesmo dia o proprietário do casebre, Silva, chegou em sua residência junto com Aguinaldo Pires, de 41 anos. Champinha apresentou Liana como sua namorada e ainda a ofereceu para os colegas abusarem dela. Pires concordou e também estuprou a garota. Sentada em um banquinho, de cabeça baixa, nua, ela chorava. No Domingo Ari Friedenbach, pai de Liana, "pressentindo algo que não sabia explicar" resolveu ter informações de como estava a filha e descobriu que ela não estava onde ela a disse que estaria – uma mentira que mais tarde causou verdades tenebrosas para ele. Ari conseguiu descobrir que sua filha tinha ido acampar em Embu-Guaçu com o namorado, e imaginou que os dois poderiam ter se perdido na mata, logo registrou boletim de ocorrência por desaparecimento no distrito policial de Consolação, no terceiro dia o Comando de Operações Especiais iniciou as buscas pelo casal na região. Na segunda, Ari já estava em Embu, onde encontrou com o motorista da van que levou a filha dele dias antes. Naquela tarde, Ari conseguiu encontrar o celular de sua filha no caramachão onde ela foi quando saiu da van. Ari não podia presumir que sua filha estava a menos de 2 quilômetros dali, no barraco de Antonio Caetano da Silva. Antonio chegou em sua casa com um amigo, Agnaldo Pires, que ao ver Liana jogada, logo escutou a seguinte explicação de Champinha: “É sequestro, o cara nós matou e essa eu já comi. Ela é gostosa, pode usar“. Com a permissão de Champinha, Agnaldo estuprou Liana. Mais tarde, Agnaldo confessou: “Não consegui gozar porque estava bêbado“. Durante todo aquele dia Liana foi estuprada por Agnaldo e Champinha, enquanto que o aflito Ari fazia de tudo para achá-la, apelando para a polícia, imprensa, governo e nada de achar sua filha. Lá ficaram o dia todo. Liana não falou nada. “Nunca ouvi a voz dela”, disse Agnaldo. Antônio Caetano Silva fez comida, café e serviu a todos. Disse que não violou a menina. Champinha e Pires voltaram a agredi-la sexualmente. Na terça, Champinha e seus dois parceiros levaram Liana a casa de Antonio Matias de Barro, onde Champinha apresentou Liana com sua “namorada”. Naquela terça, Champinha ficou sabendo de seu irmão que a polícia lhe enviara uma intimação para depor na delegacia no dia seguinte pois soube que ele havia estado no local do acampamento. No dia seguinte, Champinha levou Liana para um riacho, onde Liana escutou de Champinha o que seria a sua última frase: “Agora você vai morrer!” Os olhos azuis de Liana ainda viram Champinha dar um golpe de facão no seu pescoço. Ela caiu buscando ar, enquanto Champinha a feriu várias vezes nas costas, com golpes e mais golpes... apesar de estar agonizando "a menina não morria", então usando o lado cego do facão a golpeou diversas vezes na região craniana até que por fim Liana sofreu um traumatismo craniano fatal, e assim terminou seu pesadelo... ...e começou o pesadelo de seu pai ao descobrir toda essa história horripilante, e aqui abro um parêntese (uma história REAL). Champinha voltou tranquilamente para casa e dormiu como se nada tivesse acontecido. Acordou, tomou café, depois foi a delegacia, onde a polícia, depois de algumas perguntas, o liberou. Champinha saiu e foi caçar tatu... Tempos depois Champinha foi pêgo. O delegado do caso, com mais de 30 anos de experiência, sabendo do que aconteceria com Champinha de acordo com a lei, não conteve as lágrimas frente a imprensa. Antonio Caetano Silva pegou 124 anos de prisão. Antonio Matias de Barros pegou 6 anos. Paulo Marques pegou 110 anos e Agnaldo Pires pegou 47 anos. E Champinha? Graças a nossa lei, Champinha, mesmo sendo assassino, sequestrador e torturador, não responde por crime. Ele foi “encaminhado à Fundação do Bem-Estar do Menor para um período excepcional de 3 anos de internação”. Muitos militantes dos “direitos humanos” disseram que Champinha era apenas mais uma vítima da sociedade, mais um excluído do sistema, ou seja, que seus atos deveriam ser responsabilizados por toda a sociedade que não lhe ofereceu opções melhores. Esse discurso demagogo de muitos políticos não traduz o fato de que muitas pessoas muito mais necessitadas que Champinha são honestas, trabalhadoras, lutam muito na vida para ter suas conquistas, mesmo que vitórias minguadas.Pessoas com muito mais necessidades sociais são incapazes de conceber o que Champinha fez. ---------- Na entrevista, Bolsonaro estava justamente defendendo a prisão desse "pobre coitado" Champinha - menor, que junto com os comparsas estuprou e, sozinho, matou de forma cruel uma estudante de 16 ANOS DE IDADE. Ele defendia, como toda a sociedade defende, a redução da maioridade penal para crimes hediondos. Inclusive, há diversos projetos de autoria do Deputado Jair Bolsonaro que visa minimizar esses crimes e punir mais severamente quem os comete. Quem seria contra prender de forma rígida e igual a qualquer criminoso que comete um crime tão horripilante e cruel? Ninguém né?! Ainda mais com a população inteira toda clamando por justiça, ninguém jamais inverteria a ordem e iria acusar o jovem casal de ser culpado por "estar acampando" né?! NÃO, ALGUÉM DEFENDEU ISSO: MARIA DO ROSÁRIO. Depois de tanto debater com Maria do Rosário sobre quem realmente foram as vítimas nessa história, indignado com o caso e depois com essa postura quase fantasiosa da defensora "de menores estupradores vítimas da sociedade", Bolsonaro então sugeriu que Maria do Rosário contratasse o pobre coitado Champinha para ser o motorista do carro da filha dela. Ela ficou bastante brava... ... e durante uma entrevista de Bolsonar sobre o caso ela o responsabilizou pelos crimes do Champinha, pois se o Champinha fosse preso ao invés de receber uma pena educativa, a responsabilidade dele continuar no mundo do crime seria de quem defende a prisão desta "vítima da sociedade" Então Bolsonaro pergunta "Quer dizer que eu sou estuprador?", Maria do Rosário responde "Sim, você é" ...o resto vocês já sabem! vou postar os vídeos nos comentários para quem quiser confirmar (texto adaptado)
    Fotos da Linha do Tempo.
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  • Leonardo em floresta Pé

    Na XXVI Exposição Regional De Caprinos e Ovinos de Floresta Do Navio Festa Com Leonardo Achico Cds faceboock.

  • FORMAÇÃO TRAVESSIA FUNDAMENTAL FLORESTA-PE 2014.2 (FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO E SEDUC-PE)

    TURMA QUE PARTICIPOU DA FORMAÇÃO DO TRAVESSIA FUNDAMENTAL 08-12/12/2014 NA CIDADE DE FLORESTA, PERNAMBUCO.

  • O outro lado da moeda.


    Vitor Hugo Soares Müller compartilhou a foto de Antonio Filho.
    Sobre Bolsonaro, Maria do Rosário, e o estupro! Sobre a discussão entre Bolsonaro e Maria do Rosário, que voltou à tona essa semana e altamente comentada na mídia e pela base do Governo que apoia a diretora geral dos direitos humanos, a briga iniciou em 2003, e decorreu de um assunto que estava sendo tratado por Bolsonaro em entrevista: a redução da maioridade penal e o caso Liana Friedenbach e Felipe Caffé. Vocês lembram do caso? Vou contar a história retirada de reportagens que podem ser encontradas facilmente aqui na internet, mas vou logo avisando que se trata de uma história muito séria e horripilante demais para a maioria das pessoas: ---------- No início de novembro de 2003, o casal decidiu passar um final de semana acampando na floresta numa área isolada de Embu-Guaçu, próximo a um sítio abandonado que não conheciam. Os dois jovens mentiram para os pais antes de viajar - Liana disse que iria para Ilhabela, no litoral paulista, com um grupo de amigas; a família de Felipe acreditava que o rapaz estava acampando na companhia de colegas em outro lugar.Para ir até o centro de Embu-Guaçu, os dois se utilizaram de uma van. Eles mal sabiam, mas aquela seria a sua última viagem. Pernambuco e Champinha aproveitavam o sábado de sol para caçar tatu na mata. Estavam com uma espingarda velha e um facão, e cruzaram com o casal enquanto caminhavam. O mais velho perguntou a Champinha: “Quem é a gostosa?”. Pelas mochilas, o mais novo concluiu: vão acampar. Os dois amigos seguiram em frente, mas logo tiveram a ideia de roubar os estudantes, e na mesma noite executaram o plano. Liana e Felipe dormiam dentro do acampamento recém montado e foram subitamente surpreendidos por um facão que rasgou a lona da barraca. Eram Champinha e seu parceiro Pernambuco, que de pronto ordenaram que o casal acordasse usando sútis cutucadas de espingarda. Ela e Felippe, com panos nos rostos, foram guiados ao casebre de Antonio Caetano Silva, lugar onde Liana viveria os mais terríveis momentos de pesadelo que possa ser imaginado para seus 16 de idade. Durante o trajeto Liana disse aos criminosos que sua família era rica e sugeriu que a dupla pedisse resgate e, depois, a libertasse junto com o namorado, e os criminosos riram de forma nefasta. Segundo a polícia, naquele momento, Champinha decidiu matar Felipe e ficar somente com a garota Felipe foi levado para um quartos separado do insalubre e encardido casebre, enquanto que Liana de pronto ouviu a seguinte frase de Champinha: “Abaixa a calça que eu vou te comer“. Liana foi friamente violentada por um criminoso que conhecera minutos antes. A garota, que era virgem, tremia e estava em estado de choque; não reagiu. Liana poderia não imaginar, porém seria estuprada seis vezes só naquela noite. Na manhã do dia seguinte, os namorados foram obrigados a caminhar no matagal. Pernambuco seguiu na frente com Felipe e num determinado momento matou o estudante com um tiro na nuca, sem pestanejar. Liana, que estava com Champinha, ouviu o disparo e logo demonstrou desespero ao imaginar o que havia ocorrido, mas o menor mentiu dizendo a ela que o rapaz havia sido libertado. O corpo de Felipe ficou ali, caído na mata. Pernambuco fugiu para São Paulo e Liana permaneceu com Champinha na casa de Silva. Durante todo o domingo a jovem foi estuprada, agora apenas pelo menor, tendo o comparsa se esvaído da cena. No mesmo dia o proprietário do casebre, Silva, chegou em sua residência junto com Aguinaldo Pires, de 41 anos. Champinha apresentou Liana como sua namorada e ainda a ofereceu para os colegas abusarem dela. Pires concordou e também estuprou a garota. Sentada em um banquinho, de cabeça baixa, nua, ela chorava. No Domingo Ari Friedenbach, pai de Liana, "pressentindo algo que não sabia explicar" resolveu ter informações de como estava a filha e descobriu que ela não estava onde ela a disse que estaria – uma mentira que mais tarde causou verdades tenebrosas para ele. Ari conseguiu descobrir que sua filha tinha ido acampar em Embu-Guaçu com o namorado, e imaginou que os dois poderiam ter se perdido na mata, logo registrou boletim de ocorrência por desaparecimento no distrito policial de Consolação, no terceiro dia o Comando de Operações Especiais iniciou as buscas pelo casal na região. Na segunda, Ari já estava em Embu, onde encontrou com o motorista da van que levou a filha dele dias antes. Naquela tarde, Ari conseguiu encontrar o celular de sua filha no caramachão onde ela foi quando saiu da van. Ari não podia presumir que sua filha estava a menos de 2 quilômetros dali, no barraco de Antonio Caetano da Silva. Antonio chegou em sua casa com um amigo, Agnaldo Pires, que ao ver Liana jogada, logo escutou a seguinte explicação de Champinha: “É sequestro, o cara nós matou e essa eu já comi. Ela é gostosa, pode usar“. Com a permissão de Champinha, Agnaldo estuprou Liana. Mais tarde, Agnaldo confessou: “Não consegui gozar porque estava bêbado“. Durante todo aquele dia Liana foi estuprada por Agnaldo e Champinha, enquanto que o aflito Ari fazia de tudo para achá-la, apelando para a polícia, imprensa, governo e nada de achar sua filha. Lá ficaram o dia todo. Liana não falou nada. “Nunca ouvi a voz dela”, disse Agnaldo. Antônio Caetano Silva fez comida, café e serviu a todos. Disse que não violou a menina. Champinha e Pires voltaram a agredi-la sexualmente. Na terça, Champinha e seus dois parceiros levaram Liana a casa de Antonio Matias de Barro, onde Champinha apresentou Liana com sua “namorada”. Naquela terça, Champinha ficou sabendo de seu irmão que a polícia lhe enviara uma intimação para depor na delegacia no dia seguinte pois soube que ele havia estado no local do acampamento. No dia seguinte, Champinha levou Liana para um riacho, onde Liana escutou de Champinha o que seria a sua última frase: “Agora você vai morrer!” Os olhos azuis de Liana ainda viram Champinha dar um golpe de facão no seu pescoço. Ela caiu buscando ar, enquanto Champinha a feriu várias vezes nas costas, com golpes e mais golpes... apesar de estar agonizando "a menina não morria", então usando o lado cego do facão a golpeou diversas vezes na região craniana até que por fim Liana sofreu um traumatismo craniano fatal, e assim terminou seu pesadelo... ...e começou o pesadelo de seu pai ao descobrir toda essa história horripilante, e aqui abro um parêntese (uma história REAL). Champinha voltou tranquilamente para casa e dormiu como se nada tivesse acontecido. Acordou, tomou café, depois foi a delegacia, onde a polícia, depois de algumas perguntas, o liberou. Champinha saiu e foi caçar tatu... Tempos depois Champinha foi pêgo. O delegado do caso, com mais de 30 anos de experiência, sabendo do que aconteceria com Champinha de acordo com a lei, não conteve as lágrimas frente a imprensa. Antonio Caetano Silva pegou 124 anos de prisão. Antonio Matias de Barros pegou 6 anos. Paulo Marques pegou 110 anos e Agnaldo Pires pegou 47 anos. E Champinha? Graças a nossa lei, Champinha, mesmo sendo assassino, sequestrador e torturador, não responde por crime. Ele foi “encaminhado à Fundação do Bem-Estar do Menor para um período excepcional de 3 anos de internação”. Muitos militantes dos “direitos humanos” disseram que Champinha era apenas mais uma vítima da sociedade, mais um excluído do sistema, ou seja, que seus atos deveriam ser responsabilizados por toda a sociedade que não lhe ofereceu opções melhores. Esse discurso demagogo de muitos políticos não traduz o fato de que muitas pessoas muito mais necessitadas que Champinha são honestas, trabalhadoras, lutam muito na vida para ter suas conquistas, mesmo que vitórias minguadas.Pessoas com muito mais necessidades sociais são incapazes de conceber o que Champinha fez. ---------- Na entrevista, Bolsonaro estava justamente defendendo a prisão desse "pobre coitado" Champinha - menor, que junto com os comparsas estuprou e, sozinho, matou de forma cruel uma estudante de 16 ANOS DE IDADE. Ele defendia, como toda a sociedade defende, a redução da maioridade penal para crimes hediondos. Inclusive, há diversos projetos de autoria do Deputado Jair Bolsonaro que visa minimizar esses crimes e punir mais severamente quem os comete. Quem seria contra prender de forma rígida e igual a qualquer criminoso que comete um crime tão horripilante e cruel? Ninguém né?! Ainda mais com a população inteira toda clamando por justiça, ninguém jamais inverteria a ordem e iria acusar o jovem casal de ser culpado por "estar acampando" né?! NÃO, ALGUÉM DEFENDEU ISSO: MARIA DO ROSÁRIO. Depois de tanto debater com Maria do Rosário sobre quem realmente foram as vítimas nessa história, indignado com o caso e depois com essa postura quase fantasiosa da defensora "de menores estupradores vítimas da sociedade", Bolsonaro então sugeriu que Maria do Rosário contratasse o pobre coitado Champinha para ser o motorista do carro da filha dela. Ela ficou bastante brava... ... e durante uma entrevista de Bolsonar sobre o caso ela o responsabilizou pelos crimes do Champinha, pois se o Champinha fosse preso ao invés de receber uma pena educativa, a responsabilidade dele continuar no mundo do crime seria de quem defende a prisão desta "vítima da sociedade" Então Bolsonaro pergunta "Quer dizer que eu sou estuprador?", Maria do Rosário responde "Sim, você é" ...o resto vocês já sabem! vou postar os vídeos nos comentários para quem quiser confirmar (texto adaptado)
    Fotos da Linha do Tempo.
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  • Fonte: olinda.pe.gov.br em 16/12/2014

    Ação visa preservar o espaço da Mata do Passarinho
    Ele destaca que as ações estão sendo feitas para diagnosticar possíveis danos contra a floresta. Quase dois hectares de massa verde estavam invadidos por imóveis clandestinos. Imóveis irregulares que ainda estavam em construção foram demolidos.

  • Arrocha EletroFank Em Floresta-Pe Eduardo Barbosa

    ArrochaEletroFank Umas Das Melhores Banda de Arrochadeira da Bahia !

  • AVIÃO AGRICOLA FAZ POUSO FORÇADO EM FLORESTA-PE VIDEO 1

  • Fonte: NE10 em 11/12/2014

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  • Pra refrescar a memoria dos defensores de Maria do Rosario. Leiam e reflitam. Voce que tem filhos.


    Eliandro Fucho Staffen compartilhou a foto de Antonio Filho.
    Sobre Bolsonaro, Maria do Rosário, e o estupro! Sobre a discussão entre Bolsonaro e Maria do Rosário, que voltou à tona essa semana e altamente comentada na mídia e pela base do Governo que apoia a diretora geral dos direitos humanos, a briga iniciou em 2003, e decorreu de um assunto que estava sendo tratado por Bolsonaro em entrevista: a redução da maioridade penal e o caso Liana Friedenbach e Felipe Caffé. Vocês lembram do caso? Vou contar a história retirada de reportagens que podem ser encontradas facilmente aqui na internet, mas vou logo avisando que se trata de uma história muito séria e horripilante demais para a maioria das pessoas: ---------- No início de novembro de 2003, o casal decidiu passar um final de semana acampando na floresta numa área isolada de Embu-Guaçu, próximo a um sítio abandonado que não conheciam. Os dois jovens mentiram para os pais antes de viajar - Liana disse que iria para Ilhabela, no litoral paulista, com um grupo de amigas; a família de Felipe acreditava que o rapaz estava acampando na companhia de colegas em outro lugar.Para ir até o centro de Embu-Guaçu, os dois se utilizaram de uma van. Eles mal sabiam, mas aquela seria a sua última viagem. Pernambuco e Champinha aproveitavam o sábado de sol para caçar tatu na mata. Estavam com uma espingarda velha e um facão, e cruzaram com o casal enquanto caminhavam. O mais velho perguntou a Champinha: “Quem é a gostosa?”. Pelas mochilas, o mais novo concluiu: vão acampar. Os dois amigos seguiram em frente, mas logo tiveram a ideia de roubar os estudantes, e na mesma noite executaram o plano. Liana e Felipe dormiam dentro do acampamento recém montado e foram subitamente surpreendidos por um facão que rasgou a lona da barraca. Eram Champinha e seu parceiro Pernambuco, que de pronto ordenaram que o casal acordasse usando sútis cutucadas de espingarda. Ela e Felippe, com panos nos rostos, foram guiados ao casebre de Antonio Caetano Silva, lugar onde Liana viveria os mais terríveis momentos de pesadelo que possa ser imaginado para seus 16 de idade. Durante o trajeto Liana disse aos criminosos que sua família era rica e sugeriu que a dupla pedisse resgate e, depois, a libertasse junto com o namorado, e os criminosos riram de forma nefasta. Segundo a polícia, naquele momento, Champinha decidiu matar Felipe e ficar somente com a garota Felipe foi levado para um quartos separado do insalubre e encardido casebre, enquanto que Liana de pronto ouviu a seguinte frase de Champinha: “Abaixa a calça que eu vou te comer“. Liana foi friamente violentada por um criminoso que conhecera minutos antes. A garota, que era virgem, tremia e estava em estado de choque; não reagiu. Liana poderia não imaginar, porém seria estuprada seis vezes só naquela noite. Na manhã do dia seguinte, os namorados foram obrigados a caminhar no matagal. Pernambuco seguiu na frente com Felipe e num determinado momento matou o estudante com um tiro na nuca, sem pestanejar. Liana, que estava com Champinha, ouviu o disparo e logo demonstrou desespero ao imaginar o que havia ocorrido, mas o menor mentiu dizendo a ela que o rapaz havia sido libertado. O corpo de Felipe ficou ali, caído na mata. Pernambuco fugiu para São Paulo e Liana permaneceu com Champinha na casa de Silva. Durante todo o domingo a jovem foi estuprada, agora apenas pelo menor, tendo o comparsa se esvaído da cena. No mesmo dia o proprietário do casebre, Silva, chegou em sua residência junto com Aguinaldo Pires, de 41 anos. Champinha apresentou Liana como sua namorada e ainda a ofereceu para os colegas abusarem dela. Pires concordou e também estuprou a garota. Sentada em um banquinho, de cabeça baixa, nua, ela chorava. No Domingo Ari Friedenbach, pai de Liana, "pressentindo algo que não sabia explicar" resolveu ter informações de como estava a filha e descobriu que ela não estava onde ela a disse que estaria – uma mentira que mais tarde causou verdades tenebrosas para ele. Ari conseguiu descobrir que sua filha tinha ido acampar em Embu-Guaçu com o namorado, e imaginou que os dois poderiam ter se perdido na mata, logo registrou boletim de ocorrência por desaparecimento no distrito policial de Consolação, no terceiro dia o Comando de Operações Especiais iniciou as buscas pelo casal na região. Na segunda, Ari já estava em Embu, onde encontrou com o motorista da van que levou a filha dele dias antes. Naquela tarde, Ari conseguiu encontrar o celular de sua filha no caramachão onde ela foi quando saiu da van. Ari não podia presumir que sua filha estava a menos de 2 quilômetros dali, no barraco de Antonio Caetano da Silva. Antonio chegou em sua casa com um amigo, Agnaldo Pires, que ao ver Liana jogada, logo escutou a seguinte explicação de Champinha: “É sequestro, o cara nós matou e essa eu já comi. Ela é gostosa, pode usar“. Com a permissão de Champinha, Agnaldo estuprou Liana. Mais tarde, Agnaldo confessou: “Não consegui gozar porque estava bêbado“. Durante todo aquele dia Liana foi estuprada por Agnaldo e Champinha, enquanto que o aflito Ari fazia de tudo para achá-la, apelando para a polícia, imprensa, governo e nada de achar sua filha. Lá ficaram o dia todo. Liana não falou nada. “Nunca ouvi a voz dela”, disse Agnaldo. Antônio Caetano Silva fez comida, café e serviu a todos. Disse que não violou a menina. Champinha e Pires voltaram a agredi-la sexualmente. Na terça, Champinha e seus dois parceiros levaram Liana a casa de Antonio Matias de Barro, onde Champinha apresentou Liana com sua “namorada”. Naquela terça, Champinha ficou sabendo de seu irmão que a polícia lhe enviara uma intimação para depor na delegacia no dia seguinte pois soube que ele havia estado no local do acampamento. No dia seguinte, Champinha levou Liana para um riacho, onde Liana escutou de Champinha o que seria a sua última frase: “Agora você vai morrer!” Os olhos azuis de Liana ainda viram Champinha dar um golpe de facão no seu pescoço. Ela caiu buscando ar, enquanto Champinha a feriu várias vezes nas costas, com golpes e mais golpes... apesar de estar agonizando "a menina não morria", então usando o lado cego do facão a golpeou diversas vezes na região craniana até que por fim Liana sofreu um traumatismo craniano fatal, e assim terminou seu pesadelo... ...e começou o pesadelo de seu pai ao descobrir toda essa história horripilante, e aqui abro um parêntese (uma história REAL). Champinha voltou tranquilamente para casa e dormiu como se nada tivesse acontecido. Acordou, tomou café, depois foi a delegacia, onde a polícia, depois de algumas perguntas, o liberou. Champinha saiu e foi caçar tatu... Tempos depois Champinha foi pêgo. O delegado do caso, com mais de 30 anos de experiência, sabendo do que aconteceria com Champinha de acordo com a lei, não conteve as lágrimas frente a imprensa. Antonio Caetano Silva pegou 124 anos de prisão. Antonio Matias de Barros pegou 6 anos. Paulo Marques pegou 110 anos e Agnaldo Pires pegou 47 anos. E Champinha? Graças a nossa lei, Champinha, mesmo sendo assassino, sequestrador e torturador, não responde por crime. Ele foi “encaminhado à Fundação do Bem-Estar do Menor para um período excepcional de 3 anos de internação”. Muitos militantes dos “direitos humanos” disseram que Champinha era apenas mais uma vítima da sociedade, mais um excluído do sistema, ou seja, que seus atos deveriam ser responsabilizados por toda a sociedade que não lhe ofereceu opções melhores. Esse discurso demagogo de muitos políticos não traduz o fato de que muitas pessoas muito mais necessitadas que Champinha são honestas, trabalhadoras, lutam muito na vida para ter suas conquistas, mesmo que vitórias minguadas.Pessoas com muito mais necessidades sociais são incapazes de conceber o que Champinha fez. ---------- Na entrevista, Bolsonaro estava justamente defendendo a prisão desse "pobre coitado" Champinha - menor, que junto com os comparsas estuprou e, sozinho, matou de forma cruel uma estudante de 16 ANOS DE IDADE. Ele defendia, como toda a sociedade defende, a redução da maioridade penal para crimes hediondos. Inclusive, há diversos projetos de autoria do Deputado Jair Bolsonaro que visa minimizar esses crimes e punir mais severamente quem os comete. Quem seria contra prender de forma rígida e igual a qualquer criminoso que comete um crime tão horripilante e cruel? Ninguém né?! Ainda mais com a população inteira toda clamando por justiça, ninguém jamais inverteria a ordem e iria acusar o jovem casal de ser culpado por "estar acampando" né?! NÃO, ALGUÉM DEFENDEU ISSO: MARIA DO ROSÁRIO. Depois de tanto debater com Maria do Rosário sobre quem realmente foram as vítimas nessa história, indignado com o caso e depois com essa postura quase fantasiosa da defensora "de menores estupradores vítimas da sociedade", Bolsonaro então sugeriu que Maria do Rosário contratasse o pobre coitado Champinha para ser o motorista do carro da filha dela. Ela ficou bastante brava... ... e durante uma entrevista de Bolsonar sobre o caso ela o responsabilizou pelos crimes do Champinha, pois se o Champinha fosse preso ao invés de receber uma pena educativa, a responsabilidade dele continuar no mundo do crime seria de quem defende a prisão desta "vítima da sociedade" Então Bolsonaro pergunta "Quer dizer que eu sou estuprador?", Maria do Rosário responde "Sim, você é" ...o resto vocês já sabem! vou postar os vídeos nos comentários para quem quiser confirmar (texto adaptado)
    Fotos da Linha do Tempo.
    ...(Continuar Lendo)
  • É MUITO LONGO O TEXTO, MAS BEM ESCLARECEDOR PARA QUEM NÃO CONHECE ESSA TRISTE HISTÓRIA :( #BOLSONAROPRESIDENTE !!!


    Elialda Gomes compartilhou a foto de Antonio Filho.
    Sobre Bolsonaro, Maria do Rosário, e o estupro! Sobre a discussão entre Bolsonaro e Maria do Rosário, que voltou à tona essa semana e altamente comentada na mídia e pela base do Governo que apoia a diretora geral dos direitos humanos, a briga iniciou em 2003, e decorreu de um assunto que estava sendo tratado por Bolsonaro em entrevista: a redução da maioridade penal e o caso Liana Friedenbach e Felipe Caffé. Vocês lembram do caso? Vou contar a história retirada de reportagens que podem ser encontradas facilmente aqui na internet, mas vou logo avisando que se trata de uma história muito séria e horripilante demais para a maioria das pessoas: ---------- No início de novembro de 2003, o casal decidiu passar um final de semana acampando na floresta numa área isolada de Embu-Guaçu, próximo a um sítio abandonado que não conheciam. Os dois jovens mentiram para os pais antes de viajar - Liana disse que iria para Ilhabela, no litoral paulista, com um grupo de amigas; a família de Felipe acreditava que o rapaz estava acampando na companhia de colegas em outro lugar.Para ir até o centro de Embu-Guaçu, os dois se utilizaram de uma van. Eles mal sabiam, mas aquela seria a sua última viagem. Pernambuco e Champinha aproveitavam o sábado de sol para caçar tatu na mata. Estavam com uma espingarda velha e um facão, e cruzaram com o casal enquanto caminhavam. O mais velho perguntou a Champinha: “Quem é a gostosa?”. Pelas mochilas, o mais novo concluiu: vão acampar. Os dois amigos seguiram em frente, mas logo tiveram a ideia de roubar os estudantes, e na mesma noite executaram o plano. Liana e Felipe dormiam dentro do acampamento recém montado e foram subitamente surpreendidos por um facão que rasgou a lona da barraca. Eram Champinha e seu parceiro Pernambuco, que de pronto ordenaram que o casal acordasse usando sútis cutucadas de espingarda. Ela e Felippe, com panos nos rostos, foram guiados ao casebre de Antonio Caetano Silva, lugar onde Liana viveria os mais terríveis momentos de pesadelo que possa ser imaginado para seus 16 de idade. Durante o trajeto Liana disse aos criminosos que sua família era rica e sugeriu que a dupla pedisse resgate e, depois, a libertasse junto com o namorado, e os criminosos riram de forma nefasta. Segundo a polícia, naquele momento, Champinha decidiu matar Felipe e ficar somente com a garota Felipe foi levado para um quartos separado do insalubre e encardido casebre, enquanto que Liana de pronto ouviu a seguinte frase de Champinha: “Abaixa a calça que eu vou te comer“. Liana foi friamente violentada por um criminoso que conhecera minutos antes. A garota, que era virgem, tremia e estava em estado de choque; não reagiu. Liana poderia não imaginar, porém seria estuprada seis vezes só naquela noite. Na manhã do dia seguinte, os namorados foram obrigados a caminhar no matagal. Pernambuco seguiu na frente com Felipe e num determinado momento matou o estudante com um tiro na nuca, sem pestanejar. Liana, que estava com Champinha, ouviu o disparo e logo demonstrou desespero ao imaginar o que havia ocorrido, mas o menor mentiu dizendo a ela que o rapaz havia sido libertado. O corpo de Felipe ficou ali, caído na mata. Pernambuco fugiu para São Paulo e Liana permaneceu com Champinha na casa de Silva. Durante todo o domingo a jovem foi estuprada, agora apenas pelo menor, tendo o comparsa se esvaído da cena. No mesmo dia o proprietário do casebre, Silva, chegou em sua residência junto com Aguinaldo Pires, de 41 anos. Champinha apresentou Liana como sua namorada e ainda a ofereceu para os colegas abusarem dela. Pires concordou e também estuprou a garota. Sentada em um banquinho, de cabeça baixa, nua, ela chorava. No Domingo Ari Friedenbach, pai de Liana, "pressentindo algo que não sabia explicar" resolveu ter informações de como estava a filha e descobriu que ela não estava onde ela a disse que estaria – uma mentira que mais tarde causou verdades tenebrosas para ele. Ari conseguiu descobrir que sua filha tinha ido acampar em Embu-Guaçu com o namorado, e imaginou que os dois poderiam ter se perdido na mata, logo registrou boletim de ocorrência por desaparecimento no distrito policial de Consolação, no terceiro dia o Comando de Operações Especiais iniciou as buscas pelo casal na região. Na segunda, Ari já estava em Embu, onde encontrou com o motorista da van que levou a filha dele dias antes. Naquela tarde, Ari conseguiu encontrar o celular de sua filha no caramachão onde ela foi quando saiu da van. Ari não podia presumir que sua filha estava a menos de 2 quilômetros dali, no barraco de Antonio Caetano da Silva. Antonio chegou em sua casa com um amigo, Agnaldo Pires, que ao ver Liana jogada, logo escutou a seguinte explicação de Champinha: “É sequestro, o cara nós matou e essa eu já comi. Ela é gostosa, pode usar“. Com a permissão de Champinha, Agnaldo estuprou Liana. Mais tarde, Agnaldo confessou: “Não consegui gozar porque estava bêbado“. Durante todo aquele dia Liana foi estuprada por Agnaldo e Champinha, enquanto que o aflito Ari fazia de tudo para achá-la, apelando para a polícia, imprensa, governo e nada de achar sua filha. Lá ficaram o dia todo. Liana não falou nada. “Nunca ouvi a voz dela”, disse Agnaldo. Antônio Caetano Silva fez comida, café e serviu a todos. Disse que não violou a menina. Champinha e Pires voltaram a agredi-la sexualmente. Na terça, Champinha e seus dois parceiros levaram Liana a casa de Antonio Matias de Barro, onde Champinha apresentou Liana com sua “namorada”. Naquela terça, Champinha ficou sabendo de seu irmão que a polícia lhe enviara uma intimação para depor na delegacia no dia seguinte pois soube que ele havia estado no local do acampamento. No dia seguinte, Champinha levou Liana para um riacho, onde Liana escutou de Champinha o que seria a sua última frase: “Agora você vai morrer!” Os olhos azuis de Liana ainda viram Champinha dar um golpe de facão no seu pescoço. Ela caiu buscando ar, enquanto Champinha a feriu várias vezes nas costas, com golpes e mais golpes... apesar de estar agonizando "a menina não morria", então usando o lado cego do facão a golpeou diversas vezes na região craniana até que por fim Liana sofreu um traumatismo craniano fatal, e assim terminou seu pesadelo... ...e começou o pesadelo de seu pai ao descobrir toda essa história horripilante, e aqui abro um parêntese (uma história REAL). Champinha voltou tranquilamente para casa e dormiu como se nada tivesse acontecido. Acordou, tomou café, depois foi a delegacia, onde a polícia, depois de algumas perguntas, o liberou. Champinha saiu e foi caçar tatu... Tempos depois Champinha foi pêgo. O delegado do caso, com mais de 30 anos de experiência, sabendo do que aconteceria com Champinha de acordo com a lei, não conteve as lágrimas frente a imprensa. Antonio Caetano Silva pegou 124 anos de prisão. Antonio Matias de Barros pegou 6 anos. Paulo Marques pegou 110 anos e Agnaldo Pires pegou 47 anos. E Champinha? Graças a nossa lei, Champinha, mesmo sendo assassino, sequestrador e torturador, não responde por crime. Ele foi “encaminhado à Fundação do Bem-Estar do Menor para um período excepcional de 3 anos de internação”. Muitos militantes dos “direitos humanos” disseram que Champinha era apenas mais uma vítima da sociedade, mais um excluído do sistema, ou seja, que seus atos deveriam ser responsabilizados por toda a sociedade que não lhe ofereceu opções melhores. Esse discurso demagogo de muitos políticos não traduz o fato de que muitas pessoas muito mais necessitadas que Champinha são honestas, trabalhadoras, lutam muito na vida para ter suas conquistas, mesmo que vitórias minguadas.Pessoas com muito mais necessidades sociais são incapazes de conceber o que Champinha fez. ---------- Na entrevista, Bolsonaro estava justamente defendendo a prisão desse "pobre coitado" Champinha - menor, que junto com os comparsas estuprou e, sozinho, matou de forma cruel uma estudante de 16 ANOS DE IDADE. Ele defendia, como toda a sociedade defende, a redução da maioridade penal para crimes hediondos. Inclusive, há diversos projetos de autoria do Deputado Jair Bolsonaro que visa minimizar esses crimes e punir mais severamente quem os comete. Quem seria contra prender de forma rígida e igual a qualquer criminoso que comete um crime tão horripilante e cruel? Ninguém né?! Ainda mais com a população inteira toda clamando por justiça, ninguém jamais inverteria a ordem e iria acusar o jovem casal de ser culpado por "estar acampando" né?! NÃO, ALGUÉM DEFENDEU ISSO: MARIA DO ROSÁRIO. Depois de tanto debater com Maria do Rosário sobre quem realmente foram as vítimas nessa história, indignado com o caso e depois com essa postura quase fantasiosa da defensora "de menores estupradores vítimas da sociedade", Bolsonaro então sugeriu que Maria do Rosário contratasse o pobre coitado Champinha para ser o motorista do carro da filha dela. Ela ficou bastante brava... ... e durante uma entrevista de Bolsonar sobre o caso ela o responsabilizou pelos crimes do Champinha, pois se o Champinha fosse preso ao invés de receber uma pena educativa, a responsabilidade dele continuar no mundo do crime seria de quem defende a prisão desta "vítima da sociedade" Então Bolsonaro pergunta "Quer dizer que eu sou estuprador?", Maria do Rosário responde "Sim, você é" ...o resto vocês já sabem! vou postar os vídeos nos comentários para quem quiser confirmar (texto adaptado)
    Fotos da Linha do Tempo.
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  • Para quem defende essa Maria do Rosário, quem se identifica com as causas dela e dos Direitos Humanos, leiam se tiverem estômago!!!!


    Thierry Rodrigues compartilhou a foto de Antonio Filho.
    Sobre Bolsonaro, Maria do Rosário, e o estupro! Sobre a discussão entre Bolsonaro e Maria do Rosário, que voltou à tona essa semana e altamente comentada na mídia e pela base do Governo que apoia a diretora geral dos direitos humanos, a briga iniciou em 2003, e decorreu de um assunto que estava sendo tratado por Bolsonaro em entrevista: a redução da maioridade penal e o caso Liana Friedenbach e Felipe Caffé. Vocês lembram do caso? Vou contar a história retirada de reportagens que podem ser encontradas facilmente aqui na internet, mas vou logo avisando que se trata de uma história muito séria e horripilante demais para a maioria das pessoas: ---------- No início de novembro de 2003, o casal decidiu passar um final de semana acampando na floresta numa área isolada de Embu-Guaçu, próximo a um sítio abandonado que não conheciam. Os dois jovens mentiram para os pais antes de viajar - Liana disse que iria para Ilhabela, no litoral paulista, com um grupo de amigas; a família de Felipe acreditava que o rapaz estava acampando na companhia de colegas em outro lugar.Para ir até o centro de Embu-Guaçu, os dois se utilizaram de uma van. Eles mal sabiam, mas aquela seria a sua última viagem. Pernambuco e Champinha aproveitavam o sábado de sol para caçar tatu na mata. Estavam com uma espingarda velha e um facão, e cruzaram com o casal enquanto caminhavam. O mais velho perguntou a Champinha: “Quem é a gostosa?”. Pelas mochilas, o mais novo concluiu: vão acampar. Os dois amigos seguiram em frente, mas logo tiveram a ideia de roubar os estudantes, e na mesma noite executaram o plano. Liana e Felipe dormiam dentro do acampamento recém montado e foram subitamente surpreendidos por um facão que rasgou a lona da barraca. Eram Champinha e seu parceiro Pernambuco, que de pronto ordenaram que o casal acordasse usando sútis cutucadas de espingarda. Ela e Felippe, com panos nos rostos, foram guiados ao casebre de Antonio Caetano Silva, lugar onde Liana viveria os mais terríveis momentos de pesadelo que possa ser imaginado para seus 16 de idade. Durante o trajeto Liana disse aos criminosos que sua família era rica e sugeriu que a dupla pedisse resgate e, depois, a libertasse junto com o namorado, e os criminosos riram de forma nefasta. Segundo a polícia, naquele momento, Champinha decidiu matar Felipe e ficar somente com a garota Felipe foi levado para um quartos separado do insalubre e encardido casebre, enquanto que Liana de pronto ouviu a seguinte frase de Champinha: “Abaixa a calça que eu vou te comer“. Liana foi friamente violentada por um criminoso que conhecera minutos antes. A garota, que era virgem, tremia e estava em estado de choque; não reagiu. Liana poderia não imaginar, porém seria estuprada seis vezes só naquela noite. Na manhã do dia seguinte, os namorados foram obrigados a caminhar no matagal. Pernambuco seguiu na frente com Felipe e num determinado momento matou o estudante com um tiro na nuca, sem pestanejar. Liana, que estava com Champinha, ouviu o disparo e logo demonstrou desespero ao imaginar o que havia ocorrido, mas o menor mentiu dizendo a ela que o rapaz havia sido libertado. O corpo de Felipe ficou ali, caído na mata. Pernambuco fugiu para São Paulo e Liana permaneceu com Champinha na casa de Silva. Durante todo o domingo a jovem foi estuprada, agora apenas pelo menor, tendo o comparsa se esvaído da cena. No mesmo dia o proprietário do casebre, Silva, chegou em sua residência junto com Aguinaldo Pires, de 41 anos. Champinha apresentou Liana como sua namorada e ainda a ofereceu para os colegas abusarem dela. Pires concordou e também estuprou a garota. Sentada em um banquinho, de cabeça baixa, nua, ela chorava. No Domingo Ari Friedenbach, pai de Liana, "pressentindo algo que não sabia explicar" resolveu ter informações de como estava a filha e descobriu que ela não estava onde ela a disse que estaria – uma mentira que mais tarde causou verdades tenebrosas para ele. Ari conseguiu descobrir que sua filha tinha ido acampar em Embu-Guaçu com o namorado, e imaginou que os dois poderiam ter se perdido na mata, logo registrou boletim de ocorrência por desaparecimento no distrito policial de Consolação, no terceiro dia o Comando de Operações Especiais iniciou as buscas pelo casal na região. Na segunda, Ari já estava em Embu, onde encontrou com o motorista da van que levou a filha dele dias antes. Naquela tarde, Ari conseguiu encontrar o celular de sua filha no caramachão onde ela foi quando saiu da van. Ari não podia presumir que sua filha estava a menos de 2 quilômetros dali, no barraco de Antonio Caetano da Silva. Antonio chegou em sua casa com um amigo, Agnaldo Pires, que ao ver Liana jogada, logo escutou a seguinte explicação de Champinha: “É sequestro, o cara nós matou e essa eu já comi. Ela é gostosa, pode usar“. Com a permissão de Champinha, Agnaldo estuprou Liana. Mais tarde, Agnaldo confessou: “Não consegui gozar porque estava bêbado“. Durante todo aquele dia Liana foi estuprada por Agnaldo e Champinha, enquanto que o aflito Ari fazia de tudo para achá-la, apelando para a polícia, imprensa, governo e nada de achar sua filha. Lá ficaram o dia todo. Liana não falou nada. “Nunca ouvi a voz dela”, disse Agnaldo. Antônio Caetano Silva fez comida, café e serviu a todos. Disse que não violou a menina. Champinha e Pires voltaram a agredi-la sexualmente. Na terça, Champinha e seus dois parceiros levaram Liana a casa de Antonio Matias de Barro, onde Champinha apresentou Liana com sua “namorada”. Naquela terça, Champinha ficou sabendo de seu irmão que a polícia lhe enviara uma intimação para depor na delegacia no dia seguinte pois soube que ele havia estado no local do acampamento. No dia seguinte, Champinha levou Liana para um riacho, onde Liana escutou de Champinha o que seria a sua última frase: “Agora você vai morrer!” Os olhos azuis de Liana ainda viram Champinha dar um golpe de facão no seu pescoço. Ela caiu buscando ar, enquanto Champinha a feriu várias vezes nas costas, com golpes e mais golpes... apesar de estar agonizando "a menina não morria", então usando o lado cego do facão a golpeou diversas vezes na região craniana até que por fim Liana sofreu um traumatismo craniano fatal, e assim terminou seu pesadelo... ...e começou o pesadelo de seu pai ao descobrir toda essa história horripilante, e aqui abro um parêntese (uma história REAL). Champinha voltou tranquilamente para casa e dormiu como se nada tivesse acontecido. Acordou, tomou café, depois foi a delegacia, onde a polícia, depois de algumas perguntas, o liberou. Champinha saiu e foi caçar tatu... Tempos depois Champinha foi pêgo. O delegado do caso, com mais de 30 anos de experiência, sabendo do que aconteceria com Champinha de acordo com a lei, não conteve as lágrimas frente a imprensa. Antonio Caetano Silva pegou 124 anos de prisão. Antonio Matias de Barros pegou 6 anos. Paulo Marques pegou 110 anos e Agnaldo Pires pegou 47 anos. E Champinha? Graças a nossa lei, Champinha, mesmo sendo assassino, sequestrador e torturador, não responde por crime. Ele foi “encaminhado à Fundação do Bem-Estar do Menor para um período excepcional de 3 anos de internação”. Muitos militantes dos “direitos humanos” disseram que Champinha era apenas mais uma vítima da sociedade, mais um excluído do sistema, ou seja, que seus atos deveriam ser responsabilizados por toda a sociedade que não lhe ofereceu opções melhores. Esse discurso demagogo de muitos políticos não traduz o fato de que muitas pessoas muito mais necessitadas que Champinha são honestas, trabalhadoras, lutam muito na vida para ter suas conquistas, mesmo que vitórias minguadas.Pessoas com muito mais necessidades sociais são incapazes de conceber o que Champinha fez. ---------- Na entrevista, Bolsonaro estava justamente defendendo a prisão desse "pobre coitado" Champinha - menor, que junto com os comparsas estuprou e, sozinho, matou de forma cruel uma estudante de 16 ANOS DE IDADE. Ele defendia, como toda a sociedade defende, a redução da maioridade penal para crimes hediondos. Inclusive, há diversos projetos de autoria do Deputado Jair Bolsonaro que visa minimizar esses crimes e punir mais severamente quem os comete. Quem seria contra prender de forma rígida e igual a qualquer criminoso que comete um crime tão horripilante e cruel? Ninguém né?! Ainda mais com a população inteira toda clamando por justiça, ninguém jamais inverteria a ordem e iria acusar o jovem casal de ser culpado por "estar acampando" né?! NÃO, ALGUÉM DEFENDEU ISSO: MARIA DO ROSÁRIO. Depois de tanto debater com Maria do Rosário sobre quem realmente foram as vítimas nessa história, indignado com o caso e depois com essa postura quase fantasiosa da defensora "de menores estupradores vítimas da sociedade", Bolsonaro então sugeriu que Maria do Rosário contratasse o pobre coitado Champinha para ser o motorista do carro da filha dela. Ela ficou bastante brava... ... e durante uma entrevista de Bolsonar sobre o caso ela o responsabilizou pelos crimes do Champinha, pois se o Champinha fosse preso ao invés de receber uma pena educativa, a responsabilidade dele continuar no mundo do crime seria de quem defende a prisão desta "vítima da sociedade" Então Bolsonaro pergunta "Quer dizer que eu sou estuprador?", Maria do Rosário responde "Sim, você é" ...o resto vocês já sabem! vou postar os vídeos nos comentários para quem quiser confirmar (texto adaptado)
    Fotos da Linha do Tempo.
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  • AVIÃO AGRICOLA FAZ POUSO FORÇADO EM FLORESTA-PE VIDEO 4

  • Fonte: Portal da Câmara do Deputados em 16/12/2014

    Comissão aprova política para valorizar produtos e serviços da floresta
    porém mantendo a floresta de pé. O Projeto de Lei (PL 6729/13) que cria uma política para valorizar produtos e serviços feitos na floresta foi aprovado na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. A Política Nacional de Estímulo à ...

  • Fonte: noticias.ne10.uol.com.br em 04/12/2014

    Avião colide em aterrissagem no Sertão pernambucano
    A aeronave estava indo de Maceió (AL) para o estado do Maranhão e iria aterrissar para abastecer em Floresta - no pouso, foi perdido o controle do monomotor, que não conseguiu pousar no lugar correto e acabou colidindo com o chão. O Centro Integrado de ...

  • Fonte: Jornal do Commercio em 08/12/2014

    Pouso forçado de aeronave agrícola em Floresta é investigado pelo Cenipa
    As investigações sobre o pouso forçado de uma aeronave agrícola em Floresta, Sertão Pernambucano ... O destino era Serra Talhada, Sertão de Pernambuco. Apenas o piloto estava no avião de modelo EMB-201 A. Ele não sofreu ferimentos.

  • Fonte: G1 em 10/12/2014

    Começam testes da transposição do São Francisco, mas ainda falta água
    Esse primeiro teste ocorreu na estação 1 do Eixo Leste, em Floresta (PE). A água da Barragem de Itaparica é bombeada até a Barragem de Areias, a primeira das 27 previstas na região. Apesar disso, a população do entorno da obra no sertão ...

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    Ana Augusta Brito compartilhou a foto de Antonio Filho.
    Sobre Bolsonaro, Maria do Rosário, e o estupro! Sobre a discussão entre Bolsonaro e Maria do Rosário, que voltou à tona essa semana e altamente comentada na mídia e pela base do Governo que apoia a diretora geral dos direitos humanos, a briga iniciou em 2003, e decorreu de um assunto que estava sendo tratado por Bolsonaro em entrevista: a redução da maioridade penal e o caso Liana Friedenbach e Felipe Caffé. Vocês lembram do caso? Vou contar a história retirada de reportagens que podem ser encontradas facilmente aqui na internet, mas vou logo avisando que se trata de uma história muito séria e horripilante demais para a maioria das pessoas: ---------- No início de novembro de 2003, o casal decidiu passar um final de semana acampando na floresta numa área isolada de Embu-Guaçu, próximo a um sítio abandonado que não conheciam. Os dois jovens mentiram para os pais antes de viajar - Liana disse que iria para Ilhabela, no litoral paulista, com um grupo de amigas; a família de Felipe acreditava que o rapaz estava acampando na companhia de colegas em outro lugar.Para ir até o centro de Embu-Guaçu, os dois se utilizaram de uma van. Eles mal sabiam, mas aquela seria a sua última viagem. Pernambuco e Champinha aproveitavam o sábado de sol para caçar tatu na mata. Estavam com uma espingarda velha e um facão, e cruzaram com o casal enquanto caminhavam. O mais velho perguntou a Champinha: “Quem é a gostosa?”. Pelas mochilas, o mais novo concluiu: vão acampar. Os dois amigos seguiram em frente, mas logo tiveram a ideia de roubar os estudantes, e na mesma noite executaram o plano. Liana e Felipe dormiam dentro do acampamento recém montado e foram subitamente surpreendidos por um facão que rasgou a lona da barraca. Eram Champinha e seu parceiro Pernambuco, que de pronto ordenaram que o casal acordasse usando sútis cutucadas de espingarda. Ela e Felippe, com panos nos rostos, foram guiados ao casebre de Antonio Caetano Silva, lugar onde Liana viveria os mais terríveis momentos de pesadelo que possa ser imaginado para seus 16 de idade. Durante o trajeto Liana disse aos criminosos que sua família era rica e sugeriu que a dupla pedisse resgate e, depois, a libertasse junto com o namorado, e os criminosos riram de forma nefasta. Segundo a polícia, naquele momento, Champinha decidiu matar Felipe e ficar somente com a garota Felipe foi levado para um quartos separado do insalubre e encardido casebre, enquanto que Liana de pronto ouviu a seguinte frase de Champinha: “Abaixa a calça que eu vou te comer“. Liana foi friamente violentada por um criminoso que conhecera minutos antes. A garota, que era virgem, tremia e estava em estado de choque; não reagiu. Liana poderia não imaginar, porém seria estuprada seis vezes só naquela noite. Na manhã do dia seguinte, os namorados foram obrigados a caminhar no matagal. Pernambuco seguiu na frente com Felipe e num determinado momento matou o estudante com um tiro na nuca, sem pestanejar. Liana, que estava com Champinha, ouviu o disparo e logo demonstrou desespero ao imaginar o que havia ocorrido, mas o menor mentiu dizendo a ela que o rapaz havia sido libertado. O corpo de Felipe ficou ali, caído na mata. Pernambuco fugiu para São Paulo e Liana permaneceu com Champinha na casa de Silva. Durante todo o domingo a jovem foi estuprada, agora apenas pelo menor, tendo o comparsa se esvaído da cena. No mesmo dia o proprietário do casebre, Silva, chegou em sua residência junto com Aguinaldo Pires, de 41 anos. Champinha apresentou Liana como sua namorada e ainda a ofereceu para os colegas abusarem dela. Pires concordou e também estuprou a garota. Sentada em um banquinho, de cabeça baixa, nua, ela chorava. No Domingo Ari Friedenbach, pai de Liana, "pressentindo algo que não sabia explicar" resolveu ter informações de como estava a filha e descobriu que ela não estava onde ela a disse que estaria – uma mentira que mais tarde causou verdades tenebrosas para ele. Ari conseguiu descobrir que sua filha tinha ido acampar em Embu-Guaçu com o namorado, e imaginou que os dois poderiam ter se perdido na mata, logo registrou boletim de ocorrência por desaparecimento no distrito policial de Consolação, no terceiro dia o Comando de Operações Especiais iniciou as buscas pelo casal na região. Na segunda, Ari já estava em Embu, onde encontrou com o motorista da van que levou a filha dele dias antes. Naquela tarde, Ari conseguiu encontrar o celular de sua filha no caramachão onde ela foi quando saiu da van. Ari não podia presumir que sua filha estava a menos de 2 quilômetros dali, no barraco de Antonio Caetano da Silva. Antonio chegou em sua casa com um amigo, Agnaldo Pires, que ao ver Liana jogada, logo escutou a seguinte explicação de Champinha: “É sequestro, o cara nós matou e essa eu já comi. Ela é gostosa, pode usar“. Com a permissão de Champinha, Agnaldo estuprou Liana. Mais tarde, Agnaldo confessou: “Não consegui gozar porque estava bêbado“. Durante todo aquele dia Liana foi estuprada por Agnaldo e Champinha, enquanto que o aflito Ari fazia de tudo para achá-la, apelando para a polícia, imprensa, governo e nada de achar sua filha. Lá ficaram o dia todo. Liana não falou nada. “Nunca ouvi a voz dela”, disse Agnaldo. Antônio Caetano Silva fez comida, café e serviu a todos. Disse que não violou a menina. Champinha e Pires voltaram a agredi-la sexualmente. Na terça, Champinha e seus dois parceiros levaram Liana a casa de Antonio Matias de Barro, onde Champinha apresentou Liana com sua “namorada”. Naquela terça, Champinha ficou sabendo de seu irmão que a polícia lhe enviara uma intimação para depor na delegacia no dia seguinte pois soube que ele havia estado no local do acampamento. No dia seguinte, Champinha levou Liana para um riacho, onde Liana escutou de Champinha o que seria a sua última frase: “Agora você vai morrer!” Os olhos azuis de Liana ainda viram Champinha dar um golpe de facão no seu pescoço. Ela caiu buscando ar, enquanto Champinha a feriu várias vezes nas costas, com golpes e mais golpes... apesar de estar agonizando "a menina não morria", então usando o lado cego do facão a golpeou diversas vezes na região craniana até que por fim Liana sofreu um traumatismo craniano fatal, e assim terminou seu pesadelo... ...e começou o pesadelo de seu pai ao descobrir toda essa história horripilante, e aqui abro um parêntese (uma história REAL). Champinha voltou tranquilamente para casa e dormiu como se nada tivesse acontecido. Acordou, tomou café, depois foi a delegacia, onde a polícia, depois de algumas perguntas, o liberou. Champinha saiu e foi caçar tatu... Tempos depois Champinha foi pêgo. O delegado do caso, com mais de 30 anos de experiência, sabendo do que aconteceria com Champinha de acordo com a lei, não conteve as lágrimas frente a imprensa. Antonio Caetano Silva pegou 124 anos de prisão. Antonio Matias de Barros pegou 6 anos. Paulo Marques pegou 110 anos e Agnaldo Pires pegou 47 anos. E Champinha? Graças a nossa lei, Champinha, mesmo sendo assassino, sequestrador e torturador, não responde por crime. Ele foi “encaminhado à Fundação do Bem-Estar do Menor para um período excepcional de 3 anos de internação”. Muitos militantes dos “direitos humanos” disseram que Champinha era apenas mais uma vítima da sociedade, mais um excluído do sistema, ou seja, que seus atos deveriam ser responsabilizados por toda a sociedade que não lhe ofereceu opções melhores. Esse discurso demagogo de muitos políticos não traduz o fato de que muitas pessoas muito mais necessitadas que Champinha são honestas, trabalhadoras, lutam muito na vida para ter suas conquistas, mesmo que vitórias minguadas.Pessoas com muito mais necessidades sociais são incapazes de conceber o que Champinha fez. ---------- Na entrevista, Bolsonaro estava justamente defendendo a prisão desse "pobre coitado" Champinha - menor, que junto com os comparsas estuprou e, sozinho, matou de forma cruel uma estudante de 16 ANOS DE IDADE. Ele defendia, como toda a sociedade defende, a redução da maioridade penal para crimes hediondos. Inclusive, há diversos projetos de autoria do Deputado Jair Bolsonaro que visa minimizar esses crimes e punir mais severamente quem os comete. Quem seria contra prender de forma rígida e igual a qualquer criminoso que comete um crime tão horripilante e cruel? Ninguém né?! Ainda mais com a população inteira toda clamando por justiça, ninguém jamais inverteria a ordem e iria acusar o jovem casal de ser culpado por "estar acampando" né?! NÃO, ALGUÉM DEFENDEU ISSO: MARIA DO ROSÁRIO. Depois de tanto debater com Maria do Rosário sobre quem realmente foram as vítimas nessa história, indignado com o caso e depois com essa postura quase fantasiosa da defensora "de menores estupradores vítimas da sociedade", Bolsonaro então sugeriu que Maria do Rosário contratasse o pobre coitado Champinha para ser o motorista do carro da filha dela. Ela ficou bastante brava... ... e durante uma entrevista de Bolsonar sobre o caso ela o responsabilizou pelos crimes do Champinha, pois se o Champinha fosse preso ao invés de receber uma pena educativa, a responsabilidade dele continuar no mundo do crime seria de quem defende a prisão desta "vítima da sociedade" Então Bolsonaro pergunta "Quer dizer que eu sou estuprador?", Maria do Rosário responde "Sim, você é" ...o resto vocês já sabem! vou postar os vídeos nos comentários para quem quiser confirmar (texto adaptado)
    Fotos da Linha do Tempo.
    ...(Continuar Lendo)



  • Roberto Ferreira compartilhou a foto de Antonio Filho.
    Sobre Bolsonaro, Maria do Rosário, e o estupro! Sobre a discussão entre Bolsonaro e Maria do Rosário, que voltou à tona essa semana e altamente comentada na mídia e pela base do Governo que apoia a diretora geral dos direitos humanos, a briga iniciou em 2003, e decorreu de um assunto que estava sendo tratado por Bolsonaro em entrevista: a redução da maioridade penal e o caso Liana Friedenbach e Felipe Caffé. Vocês lembram do caso? Vou contar a história retirada de reportagens que podem ser encontradas facilmente aqui na internet, mas vou logo avisando que se trata de uma história muito séria e horripilante demais para a maioria das pessoas: ---------- No início de novembro de 2003, o casal decidiu passar um final de semana acampando na floresta numa área isolada de Embu-Guaçu, próximo a um sítio abandonado que não conheciam. Os dois jovens mentiram para os pais antes de viajar - Liana disse que iria para Ilhabela, no litoral paulista, com um grupo de amigas; a família de Felipe acreditava que o rapaz estava acampando na companhia de colegas em outro lugar.Para ir até o centro de Embu-Guaçu, os dois se utilizaram de uma van. Eles mal sabiam, mas aquela seria a sua última viagem. Pernambuco e Champinha aproveitavam o sábado de sol para caçar tatu na mata. Estavam com uma espingarda velha e um facão, e cruzaram com o casal enquanto caminhavam. O mais velho perguntou a Champinha: “Quem é a gostosa?”. Pelas mochilas, o mais novo concluiu: vão acampar. Os dois amigos seguiram em frente, mas logo tiveram a ideia de roubar os estudantes, e na mesma noite executaram o plano. Liana e Felipe dormiam dentro do acampamento recém montado e foram subitamente surpreendidos por um facão que rasgou a lona da barraca. Eram Champinha e seu parceiro Pernambuco, que de pronto ordenaram que o casal acordasse usando sútis cutucadas de espingarda. Ela e Felippe, com panos nos rostos, foram guiados ao casebre de Antonio Caetano Silva, lugar onde Liana viveria os mais terríveis momentos de pesadelo que possa ser imaginado para seus 16 de idade. Durante o trajeto Liana disse aos criminosos que sua família era rica e sugeriu que a dupla pedisse resgate e, depois, a libertasse junto com o namorado, e os criminosos riram de forma nefasta. Segundo a polícia, naquele momento, Champinha decidiu matar Felipe e ficar somente com a garota Felipe foi levado para um quartos separado do insalubre e encardido casebre, enquanto que Liana de pronto ouviu a seguinte frase de Champinha: “Abaixa a calça que eu vou te comer“. Liana foi friamente violentada por um criminoso que conhecera minutos antes. A garota, que era virgem, tremia e estava em estado de choque; não reagiu. Liana poderia não imaginar, porém seria estuprada seis vezes só naquela noite. Na manhã do dia seguinte, os namorados foram obrigados a caminhar no matagal. Pernambuco seguiu na frente com Felipe e num determinado momento matou o estudante com um tiro na nuca, sem pestanejar. Liana, que estava com Champinha, ouviu o disparo e logo demonstrou desespero ao imaginar o que havia ocorrido, mas o menor mentiu dizendo a ela que o rapaz havia sido libertado. O corpo de Felipe ficou ali, caído na mata. Pernambuco fugiu para São Paulo e Liana permaneceu com Champinha na casa de Silva. Durante todo o domingo a jovem foi estuprada, agora apenas pelo menor, tendo o comparsa se esvaído da cena. No mesmo dia o proprietário do casebre, Silva, chegou em sua residência junto com Aguinaldo Pires, de 41 anos. Champinha apresentou Liana como sua namorada e ainda a ofereceu para os colegas abusarem dela. Pires concordou e também estuprou a garota. Sentada em um banquinho, de cabeça baixa, nua, ela chorava. No Domingo Ari Friedenbach, pai de Liana, "pressentindo algo que não sabia explicar" resolveu ter informações de como estava a filha e descobriu que ela não estava onde ela a disse que estaria – uma mentira que mais tarde causou verdades tenebrosas para ele. Ari conseguiu descobrir que sua filha tinha ido acampar em Embu-Guaçu com o namorado, e imaginou que os dois poderiam ter se perdido na mata, logo registrou boletim de ocorrência por desaparecimento no distrito policial de Consolação, no terceiro dia o Comando de Operações Especiais iniciou as buscas pelo casal na região. Na segunda, Ari já estava em Embu, onde encontrou com o motorista da van que levou a filha dele dias antes. Naquela tarde, Ari conseguiu encontrar o celular de sua filha no caramachão onde ela foi quando saiu da van. Ari não podia presumir que sua filha estava a menos de 2 quilômetros dali, no barraco de Antonio Caetano da Silva. Antonio chegou em sua casa com um amigo, Agnaldo Pires, que ao ver Liana jogada, logo escutou a seguinte explicação de Champinha: “É sequestro, o cara nós matou e essa eu já comi. Ela é gostosa, pode usar“. Com a permissão de Champinha, Agnaldo estuprou Liana. Mais tarde, Agnaldo confessou: “Não consegui gozar porque estava bêbado“. Durante todo aquele dia Liana foi estuprada por Agnaldo e Champinha, enquanto que o aflito Ari fazia de tudo para achá-la, apelando para a polícia, imprensa, governo e nada de achar sua filha. Lá ficaram o dia todo. Liana não falou nada. “Nunca ouvi a voz dela”, disse Agnaldo. Antônio Caetano Silva fez comida, café e serviu a todos. Disse que não violou a menina. Champinha e Pires voltaram a agredi-la sexualmente. Na terça, Champinha e seus dois parceiros levaram Liana a casa de Antonio Matias de Barro, onde Champinha apresentou Liana com sua “namorada”. Naquela terça, Champinha ficou sabendo de seu irmão que a polícia lhe enviara uma intimação para depor na delegacia no dia seguinte pois soube que ele havia estado no local do acampamento. No dia seguinte, Champinha levou Liana para um riacho, onde Liana escutou de Champinha o que seria a sua última frase: “Agora você vai morrer!” Os olhos azuis de Liana ainda viram Champinha dar um golpe de facão no seu pescoço. Ela caiu buscando ar, enquanto Champinha a feriu várias vezes nas costas, com golpes e mais golpes... apesar de estar agonizando "a menina não morria", então usando o lado cego do facão a golpeou diversas vezes na região craniana até que por fim Liana sofreu um traumatismo craniano fatal, e assim terminou seu pesadelo... ...e começou o pesadelo de seu pai ao descobrir toda essa história horripilante, e aqui abro um parêntese (uma história REAL). Champinha voltou tranquilamente para casa e dormiu como se nada tivesse acontecido. Acordou, tomou café, depois foi a delegacia, onde a polícia, depois de algumas perguntas, o liberou. Champinha saiu e foi caçar tatu... Tempos depois Champinha foi pêgo. O delegado do caso, com mais de 30 anos de experiência, sabendo do que aconteceria com Champinha de acordo com a lei, não conteve as lágrimas frente a imprensa. Antonio Caetano Silva pegou 124 anos de prisão. Antonio Matias de Barros pegou 6 anos. Paulo Marques pegou 110 anos e Agnaldo Pires pegou 47 anos. E Champinha? Graças a nossa lei, Champinha, mesmo sendo assassino, sequestrador e torturador, não responde por crime. Ele foi “encaminhado à Fundação do Bem-Estar do Menor para um período excepcional de 3 anos de internação”. Muitos militantes dos “direitos humanos” disseram que Champinha era apenas mais uma vítima da sociedade, mais um excluído do sistema, ou seja, que seus atos deveriam ser responsabilizados por toda a sociedade que não lhe ofereceu opções melhores. Esse discurso demagogo de muitos políticos não traduz o fato de que muitas pessoas muito mais necessitadas que Champinha são honestas, trabalhadoras, lutam muito na vida para ter suas conquistas, mesmo que vitórias minguadas.Pessoas com muito mais necessidades sociais são incapazes de conceber o que Champinha fez. ---------- Na entrevista, Bolsonaro estava justamente defendendo a prisão desse "pobre coitado" Champinha - menor, que junto com os comparsas estuprou e, sozinho, matou de forma cruel uma estudante de 16 ANOS DE IDADE. Ele defendia, como toda a sociedade defende, a redução da maioridade penal para crimes hediondos. Inclusive, há diversos projetos de autoria do Deputado Jair Bolsonaro que visa minimizar esses crimes e punir mais severamente quem os comete. Quem seria contra prender de forma rígida e igual a qualquer criminoso que comete um crime tão horripilante e cruel? Ninguém né?! Ainda mais com a população inteira toda clamando por justiça, ninguém jamais inverteria a ordem e iria acusar o jovem casal de ser culpado por "estar acampando" né?! NÃO, ALGUÉM DEFENDEU ISSO: MARIA DO ROSÁRIO. Depois de tanto debater com Maria do Rosário sobre quem realmente foram as vítimas nessa história, indignado com o caso e depois com essa postura quase fantasiosa da defensora "de menores estupradores vítimas da sociedade", Bolsonaro então sugeriu que Maria do Rosário contratasse o pobre coitado Champinha para ser o motorista do carro da filha dela. Ela ficou bastante brava... ... e durante uma entrevista de Bolsonar sobre o caso ela o responsabilizou pelos crimes do Champinha, pois se o Champinha fosse preso ao invés de receber uma pena educativa, a responsabilidade dele continuar no mundo do crime seria de quem defende a prisão desta "vítima da sociedade" Então Bolsonaro pergunta "Quer dizer que eu sou estuprador?", Maria do Rosário responde "Sim, você é" ...o resto vocês já sabem! vou postar os vídeos nos comentários para quem quiser confirmar (texto adaptado)
    Fotos da Linha do Tempo.
    ...(Continuar Lendo)
  • Essa senhora Maria do Rosário não sei não viu. Ah não vou comentar, o texto é longo, mas vale a pena ler. Gosto da posição do Bolsonaro, não acho que ele esteja indo contra as mulheres e a favor da violência


    Ivonete Vieira de Moura compartilhou a foto de Antonio Filho.
    Sobre Bolsonaro, Maria do Rosário, e o estupro! Sobre a discussão entre Bolsonaro e Maria do Rosário, que voltou à tona essa semana e altamente comentada na mídia e pela base do Governo que apoia a diretora geral dos direitos humanos, a briga iniciou em 2003, e decorreu de um assunto que estava sendo tratado por Bolsonaro em entrevista: a redução da maioridade penal e o caso Liana Friedenbach e Felipe Caffé. Vocês lembram do caso? Vou contar a história retirada de reportagens que podem ser encontradas facilmente aqui na internet, mas vou logo avisando que se trata de uma história muito séria e horripilante demais para a maioria das pessoas: ---------- No início de novembro de 2003, o casal decidiu passar um final de semana acampando na floresta numa área isolada de Embu-Guaçu, próximo a um sítio abandonado que não conheciam. Os dois jovens mentiram para os pais antes de viajar - Liana disse que iria para Ilhabela, no litoral paulista, com um grupo de amigas; a família de Felipe acreditava que o rapaz estava acampando na companhia de colegas em outro lugar.Para ir até o centro de Embu-Guaçu, os dois se utilizaram de uma van. Eles mal sabiam, mas aquela seria a sua última viagem. Pernambuco e Champinha aproveitavam o sábado de sol para caçar tatu na mata. Estavam com uma espingarda velha e um facão, e cruzaram com o casal enquanto caminhavam. O mais velho perguntou a Champinha: “Quem é a gostosa?”. Pelas mochilas, o mais novo concluiu: vão acampar. Os dois amigos seguiram em frente, mas logo tiveram a ideia de roubar os estudantes, e na mesma noite executaram o plano. Liana e Felipe dormiam dentro do acampamento recém montado e foram subitamente surpreendidos por um facão que rasgou a lona da barraca. Eram Champinha e seu parceiro Pernambuco, que de pronto ordenaram que o casal acordasse usando sútis cutucadas de espingarda. Ela e Felippe, com panos nos rostos, foram guiados ao casebre de Antonio Caetano Silva, lugar onde Liana viveria os mais terríveis momentos de pesadelo que possa ser imaginado para seus 16 de idade. Durante o trajeto Liana disse aos criminosos que sua família era rica e sugeriu que a dupla pedisse resgate e, depois, a libertasse junto com o namorado, e os criminosos riram de forma nefasta. Segundo a polícia, naquele momento, Champinha decidiu matar Felipe e ficar somente com a garota Felipe foi levado para um quartos separado do insalubre e encardido casebre, enquanto que Liana de pronto ouviu a seguinte frase de Champinha: “Abaixa a calça que eu vou te comer“. Liana foi friamente violentada por um criminoso que conhecera minutos antes. A garota, que era virgem, tremia e estava em estado de choque; não reagiu. Liana poderia não imaginar, porém seria estuprada seis vezes só naquela noite. Na manhã do dia seguinte, os namorados foram obrigados a caminhar no matagal. Pernambuco seguiu na frente com Felipe e num determinado momento matou o estudante com um tiro na nuca, sem pestanejar. Liana, que estava com Champinha, ouviu o disparo e logo demonstrou desespero ao imaginar o que havia ocorrido, mas o menor mentiu dizendo a ela que o rapaz havia sido libertado. O corpo de Felipe ficou ali, caído na mata. Pernambuco fugiu para São Paulo e Liana permaneceu com Champinha na casa de Silva. Durante todo o domingo a jovem foi estuprada, agora apenas pelo menor, tendo o comparsa se esvaído da cena. No mesmo dia o proprietário do casebre, Silva, chegou em sua residência junto com Aguinaldo Pires, de 41 anos. Champinha apresentou Liana como sua namorada e ainda a ofereceu para os colegas abusarem dela. Pires concordou e também estuprou a garota. Sentada em um banquinho, de cabeça baixa, nua, ela chorava. No Domingo Ari Friedenbach, pai de Liana, "pressentindo algo que não sabia explicar" resolveu ter informações de como estava a filha e descobriu que ela não estava onde ela a disse que estaria – uma mentira que mais tarde causou verdades tenebrosas para ele. Ari conseguiu descobrir que sua filha tinha ido acampar em Embu-Guaçu com o namorado, e imaginou que os dois poderiam ter se perdido na mata, logo registrou boletim de ocorrência por desaparecimento no distrito policial de Consolação, no terceiro dia o Comando de Operações Especiais iniciou as buscas pelo casal na região. Na segunda, Ari já estava em Embu, onde encontrou com o motorista da van que levou a filha dele dias antes. Naquela tarde, Ari conseguiu encontrar o celular de sua filha no caramachão onde ela foi quando saiu da van. Ari não podia presumir que sua filha estava a menos de 2 quilômetros dali, no barraco de Antonio Caetano da Silva. Antonio chegou em sua casa com um amigo, Agnaldo Pires, que ao ver Liana jogada, logo escutou a seguinte explicação de Champinha: “É sequestro, o cara nós matou e essa eu já comi. Ela é gostosa, pode usar“. Com a permissão de Champinha, Agnaldo estuprou Liana. Mais tarde, Agnaldo confessou: “Não consegui gozar porque estava bêbado“. Durante todo aquele dia Liana foi estuprada por Agnaldo e Champinha, enquanto que o aflito Ari fazia de tudo para achá-la, apelando para a polícia, imprensa, governo e nada de achar sua filha. Lá ficaram o dia todo. Liana não falou nada. “Nunca ouvi a voz dela”, disse Agnaldo. Antônio Caetano Silva fez comida, café e serviu a todos. Disse que não violou a menina. Champinha e Pires voltaram a agredi-la sexualmente. Na terça, Champinha e seus dois parceiros levaram Liana a casa de Antonio Matias de Barro, onde Champinha apresentou Liana com sua “namorada”. Naquela terça, Champinha ficou sabendo de seu irmão que a polícia lhe enviara uma intimação para depor na delegacia no dia seguinte pois soube que ele havia estado no local do acampamento. No dia seguinte, Champinha levou Liana para um riacho, onde Liana escutou de Champinha o que seria a sua última frase: “Agora você vai morrer!” Os olhos azuis de Liana ainda viram Champinha dar um golpe de facão no seu pescoço. Ela caiu buscando ar, enquanto Champinha a feriu várias vezes nas costas, com golpes e mais golpes... apesar de estar agonizando "a menina não morria", então usando o lado cego do facão a golpeou diversas vezes na região craniana até que por fim Liana sofreu um traumatismo craniano fatal, e assim terminou seu pesadelo... ...e começou o pesadelo de seu pai ao descobrir toda essa história horripilante, e aqui abro um parêntese (uma história REAL). Champinha voltou tranquilamente para casa e dormiu como se nada tivesse acontecido. Acordou, tomou café, depois foi a delegacia, onde a polícia, depois de algumas perguntas, o liberou. Champinha saiu e foi caçar tatu... Tempos depois Champinha foi pêgo. O delegado do caso, com mais de 30 anos de experiência, sabendo do que aconteceria com Champinha de acordo com a lei, não conteve as lágrimas frente a imprensa. Antonio Caetano Silva pegou 124 anos de prisão. Antonio Matias de Barros pegou 6 anos. Paulo Marques pegou 110 anos e Agnaldo Pires pegou 47 anos. E Champinha? Graças a nossa lei, Champinha, mesmo sendo assassino, sequestrador e torturador, não responde por crime. Ele foi “encaminhado à Fundação do Bem-Estar do Menor para um período excepcional de 3 anos de internação”. Muitos militantes dos “direitos humanos” disseram que Champinha era apenas mais uma vítima da sociedade, mais um excluído do sistema, ou seja, que seus atos deveriam ser responsabilizados por toda a sociedade que não lhe ofereceu opções melhores. Esse discurso demagogo de muitos políticos não traduz o fato de que muitas pessoas muito mais necessitadas que Champinha são honestas, trabalhadoras, lutam muito na vida para ter suas conquistas, mesmo que vitórias minguadas.Pessoas com muito mais necessidades sociais são incapazes de conceber o que Champinha fez. ---------- Na entrevista, Bolsonaro estava justamente defendendo a prisão desse "pobre coitado" Champinha - menor, que junto com os comparsas estuprou e, sozinho, matou de forma cruel uma estudante de 16 ANOS DE IDADE. Ele defendia, como toda a sociedade defende, a redução da maioridade penal para crimes hediondos. Inclusive, há diversos projetos de autoria do Deputado Jair Bolsonaro que visa minimizar esses crimes e punir mais severamente quem os comete. Quem seria contra prender de forma rígida e igual a qualquer criminoso que comete um crime tão horripilante e cruel? Ninguém né?! Ainda mais com a população inteira toda clamando por justiça, ninguém jamais inverteria a ordem e iria acusar o jovem casal de ser culpado por "estar acampando" né?! NÃO, ALGUÉM DEFENDEU ISSO: MARIA DO ROSÁRIO. Depois de tanto debater com Maria do Rosário sobre quem realmente foram as vítimas nessa história, indignado com o caso e depois com essa postura quase fantasiosa da defensora "de menores estupradores vítimas da sociedade", Bolsonaro então sugeriu que Maria do Rosário contratasse o pobre coitado Champinha para ser o motorista do carro da filha dela. Ela ficou bastante brava... ... e durante uma entrevista de Bolsonar sobre o caso ela o responsabilizou pelos crimes do Champinha, pois se o Champinha fosse preso ao invés de receber uma pena educativa, a responsabilidade dele continuar no mundo do crime seria de quem defende a prisão desta "vítima da sociedade" Então Bolsonaro pergunta "Quer dizer que eu sou estuprador?", Maria do Rosário responde "Sim, você é" ...o resto vocês já sabem! vou postar os vídeos nos comentários para quem quiser confirmar (texto adaptado)
    Fotos da Linha do Tempo.
    ...(Continuar Lendo)
  • Fonte: G1 em 12/12/2014

    Pesquisadores resgatam animais em áreas desmatadas pela transposição
    Em Floresta, no Sertão de Pernambuco, onde em setembro deste ano foi removida a última barreira que separava a água do São Francisco do Eixo Leste do canal da transposição, profissionais ligados ao Cemafauna fazem o monitoramento da vida animal ...

  • VOLTA CICLÍSTICA FLORESTA-PE

    2ª Volta Ciclística do Grupo Compare.

  • Fonte: Paraiba em 10/12/2014

    Em Pernambuco, transposição inicia teste em canal, mas Sertão ainda não recebe água
    Desde outubro deste ano, a estação de bombeamento 1 do Eixo Leste, em Floresta, no Sertão de Pernambuco, bombeia água da Barragem de Itaparica até a Barragem de Areias, a primeira das 27 previstas na região. Apesar disso, a população do entorno da ...

  • Marcio Paiva

    em 18/12/2014
    Boa.


    Marcio Paiva compartilhou a foto de Antonio Filho.
    Sobre Bolsonaro, Maria do Rosário, e o estupro! Sobre a discussão entre Bolsonaro e Maria do Rosário, que voltou à tona essa semana e altamente comentada na mídia e pela base do Governo que apoia a diretora geral dos direitos humanos, a briga iniciou em 2003, e decorreu de um assunto que estava sendo tratado por Bolsonaro em entrevista: a redução da maioridade penal e o caso Liana Friedenbach e Felipe Caffé. Vocês lembram do caso? Vou contar a história retirada de reportagens que podem ser encontradas facilmente aqui na internet, mas vou logo avisando que se trata de uma história muito séria e horripilante demais para a maioria das pessoas: ---------- No início de novembro de 2003, o casal decidiu passar um final de semana acampando na floresta numa área isolada de Embu-Guaçu, próximo a um sítio abandonado que não conheciam. Os dois jovens mentiram para os pais antes de viajar - Liana disse que iria para Ilhabela, no litoral paulista, com um grupo de amigas; a família de Felipe acreditava que o rapaz estava acampando na companhia de colegas em outro lugar.Para ir até o centro de Embu-Guaçu, os dois se utilizaram de uma van. Eles mal sabiam, mas aquela seria a sua última viagem. Pernambuco e Champinha aproveitavam o sábado de sol para caçar tatu na mata. Estavam com uma espingarda velha e um facão, e cruzaram com o casal enquanto caminhavam. O mais velho perguntou a Champinha: “Quem é a gostosa?”. Pelas mochilas, o mais novo concluiu: vão acampar. Os dois amigos seguiram em frente, mas logo tiveram a ideia de roubar os estudantes, e na mesma noite executaram o plano. Liana e Felipe dormiam dentro do acampamento recém montado e foram subitamente surpreendidos por um facão que rasgou a lona da barraca. Eram Champinha e seu parceiro Pernambuco, que de pronto ordenaram que o casal acordasse usando sútis cutucadas de espingarda. Ela e Felippe, com panos nos rostos, foram guiados ao casebre de Antonio Caetano Silva, lugar onde Liana viveria os mais terríveis momentos de pesadelo que possa ser imaginado para seus 16 de idade. Durante o trajeto Liana disse aos criminosos que sua família era rica e sugeriu que a dupla pedisse resgate e, depois, a libertasse junto com o namorado, e os criminosos riram de forma nefasta. Segundo a polícia, naquele momento, Champinha decidiu matar Felipe e ficar somente com a garota Felipe foi levado para um quartos separado do insalubre e encardido casebre, enquanto que Liana de pronto ouviu a seguinte frase de Champinha: “Abaixa a calça que eu vou te comer“. Liana foi friamente violentada por um criminoso que conhecera minutos antes. A garota, que era virgem, tremia e estava em estado de choque; não reagiu. Liana poderia não imaginar, porém seria estuprada seis vezes só naquela noite. Na manhã do dia seguinte, os namorados foram obrigados a caminhar no matagal. Pernambuco seguiu na frente com Felipe e num determinado momento matou o estudante com um tiro na nuca, sem pestanejar. Liana, que estava com Champinha, ouviu o disparo e logo demonstrou desespero ao imaginar o que havia ocorrido, mas o menor mentiu dizendo a ela que o rapaz havia sido libertado. O corpo de Felipe ficou ali, caído na mata. Pernambuco fugiu para São Paulo e Liana permaneceu com Champinha na casa de Silva. Durante todo o domingo a jovem foi estuprada, agora apenas pelo menor, tendo o comparsa se esvaído da cena. No mesmo dia o proprietário do casebre, Silva, chegou em sua residência junto com Aguinaldo Pires, de 41 anos. Champinha apresentou Liana como sua namorada e ainda a ofereceu para os colegas abusarem dela. Pires concordou e também estuprou a garota. Sentada em um banquinho, de cabeça baixa, nua, ela chorava. No Domingo Ari Friedenbach, pai de Liana, "pressentindo algo que não sabia explicar" resolveu ter informações de como estava a filha e descobriu que ela não estava onde ela a disse que estaria – uma mentira que mais tarde causou verdades tenebrosas para ele. Ari conseguiu descobrir que sua filha tinha ido acampar em Embu-Guaçu com o namorado, e imaginou que os dois poderiam ter se perdido na mata, logo registrou boletim de ocorrência por desaparecimento no distrito policial de Consolação, no terceiro dia o Comando de Operações Especiais iniciou as buscas pelo casal na região. Na segunda, Ari já estava em Embu, onde encontrou com o motorista da van que levou a filha dele dias antes. Naquela tarde, Ari conseguiu encontrar o celular de sua filha no caramachão onde ela foi quando saiu da van. Ari não podia presumir que sua filha estava a menos de 2 quilômetros dali, no barraco de Antonio Caetano da Silva. Antonio chegou em sua casa com um amigo, Agnaldo Pires, que ao ver Liana jogada, logo escutou a seguinte explicação de Champinha: “É sequestro, o cara nós matou e essa eu já comi. Ela é gostosa, pode usar“. Com a permissão de Champinha, Agnaldo estuprou Liana. Mais tarde, Agnaldo confessou: “Não consegui gozar porque estava bêbado“. Durante todo aquele dia Liana foi estuprada por Agnaldo e Champinha, enquanto que o aflito Ari fazia de tudo para achá-la, apelando para a polícia, imprensa, governo e nada de achar sua filha. Lá ficaram o dia todo. Liana não falou nada. “Nunca ouvi a voz dela”, disse Agnaldo. Antônio Caetano Silva fez comida, café e serviu a todos. Disse que não violou a menina. Champinha e Pires voltaram a agredi-la sexualmente. Na terça, Champinha e seus dois parceiros levaram Liana a casa de Antonio Matias de Barro, onde Champinha apresentou Liana com sua “namorada”. Naquela terça, Champinha ficou sabendo de seu irmão que a polícia lhe enviara uma intimação para depor na delegacia no dia seguinte pois soube que ele havia estado no local do acampamento. No dia seguinte, Champinha levou Liana para um riacho, onde Liana escutou de Champinha o que seria a sua última frase: “Agora você vai morrer!” Os olhos azuis de Liana ainda viram Champinha dar um golpe de facão no seu pescoço. Ela caiu buscando ar, enquanto Champinha a feriu várias vezes nas costas, com golpes e mais golpes... apesar de estar agonizando "a menina não morria", então usando o lado cego do facão a golpeou diversas vezes na região craniana até que por fim Liana sofreu um traumatismo craniano fatal, e assim terminou seu pesadelo... ...e começou o pesadelo de seu pai ao descobrir toda essa história horripilante, e aqui abro um parêntese (uma história REAL). Champinha voltou tranquilamente para casa e dormiu como se nada tivesse acontecido. Acordou, tomou café, depois foi a delegacia, onde a polícia, depois de algumas perguntas, o liberou. Champinha saiu e foi caçar tatu... Tempos depois Champinha foi pêgo. O delegado do caso, com mais de 30 anos de experiência, sabendo do que aconteceria com Champinha de acordo com a lei, não conteve as lágrimas frente a imprensa. Antonio Caetano Silva pegou 124 anos de prisão. Antonio Matias de Barros pegou 6 anos. Paulo Marques pegou 110 anos e Agnaldo Pires pegou 47 anos. E Champinha? Graças a nossa lei, Champinha, mesmo sendo assassino, sequestrador e torturador, não responde por crime. Ele foi “encaminhado à Fundação do Bem-Estar do Menor para um período excepcional de 3 anos de internação”. Muitos militantes dos “direitos humanos” disseram que Champinha era apenas mais uma vítima da sociedade, mais um excluído do sistema, ou seja, que seus atos deveriam ser responsabilizados por toda a sociedade que não lhe ofereceu opções melhores. Esse discurso demagogo de muitos políticos não traduz o fato de que muitas pessoas muito mais necessitadas que Champinha são honestas, trabalhadoras, lutam muito na vida para ter suas conquistas, mesmo que vitórias minguadas.Pessoas com muito mais necessidades sociais são incapazes de conceber o que Champinha fez. ---------- Na entrevista, Bolsonaro estava justamente defendendo a prisão desse "pobre coitado" Champinha - menor, que junto com os comparsas estuprou e, sozinho, matou de forma cruel uma estudante de 16 ANOS DE IDADE. Ele defendia, como toda a sociedade defende, a redução da maioridade penal para crimes hediondos. Inclusive, há diversos projetos de autoria do Deputado Jair Bolsonaro que visa minimizar esses crimes e punir mais severamente quem os comete. Quem seria contra prender de forma rígida e igual a qualquer criminoso que comete um crime tão horripilante e cruel? Ninguém né?! Ainda mais com a população inteira toda clamando por justiça, ninguém jamais inverteria a ordem e iria acusar o jovem casal de ser culpado por "estar acampando" né?! NÃO, ALGUÉM DEFENDEU ISSO: MARIA DO ROSÁRIO. Depois de tanto debater com Maria do Rosário sobre quem realmente foram as vítimas nessa história, indignado com o caso e depois com essa postura quase fantasiosa da defensora "de menores estupradores vítimas da sociedade", Bolsonaro então sugeriu que Maria do Rosário contratasse o pobre coitado Champinha para ser o motorista do carro da filha dela. Ela ficou bastante brava... ... e durante uma entrevista de Bolsonar sobre o caso ela o responsabilizou pelos crimes do Champinha, pois se o Champinha fosse preso ao invés de receber uma pena educativa, a responsabilidade dele continuar no mundo do crime seria de quem defende a prisão desta "vítima da sociedade" Então Bolsonaro pergunta "Quer dizer que eu sou estuprador?", Maria do Rosário responde "Sim, você é" ...o resto vocês já sabem! vou postar os vídeos nos comentários para quem quiser confirmar (texto adaptado)
    Fotos da Linha do Tempo.
    ...(Continuar Lendo)
  • Cai Elicoptero em Floresta-PE na casa de Fábio P

  • Como sempre o pt conta meias verdades. Leam o texto e tirem suas conclusões.


    José Tadeu Castro compartilhou a foto de Antonio Filho.
    Sobre Bolsonaro, Maria do Rosário, e o estupro! Sobre a discussão entre Bolsonaro e Maria do Rosário, que voltou à tona essa semana e altamente comentada na mídia e pela base do Governo que apoia a diretora geral dos direitos humanos, a briga iniciou em 2003, e decorreu de um assunto que estava sendo tratado por Bolsonaro em entrevista: a redução da maioridade penal e o caso Liana Friedenbach e Felipe Caffé. Vocês lembram do caso? Vou contar a história retirada de reportagens que podem ser encontradas facilmente aqui na internet, mas vou logo avisando que se trata de uma história muito séria e horripilante demais para a maioria das pessoas: ---------- No início de novembro de 2003, o casal decidiu passar um final de semana acampando na floresta numa área isolada de Embu-Guaçu, próximo a um sítio abandonado que não conheciam. Os dois jovens mentiram para os pais antes de viajar - Liana disse que iria para Ilhabela, no litoral paulista, com um grupo de amigas; a família de Felipe acreditava que o rapaz estava acampando na companhia de colegas em outro lugar.Para ir até o centro de Embu-Guaçu, os dois se utilizaram de uma van. Eles mal sabiam, mas aquela seria a sua última viagem. Pernambuco e Champinha aproveitavam o sábado de sol para caçar tatu na mata. Estavam com uma espingarda velha e um facão, e cruzaram com o casal enquanto caminhavam. O mais velho perguntou a Champinha: “Quem é a gostosa?”. Pelas mochilas, o mais novo concluiu: vão acampar. Os dois amigos seguiram em frente, mas logo tiveram a ideia de roubar os estudantes, e na mesma noite executaram o plano. Liana e Felipe dormiam dentro do acampamento recém montado e foram subitamente surpreendidos por um facão que rasgou a lona da barraca. Eram Champinha e seu parceiro Pernambuco, que de pronto ordenaram que o casal acordasse usando sútis cutucadas de espingarda. Ela e Felippe, com panos nos rostos, foram guiados ao casebre de Antonio Caetano Silva, lugar onde Liana viveria os mais terríveis momentos de pesadelo que possa ser imaginado para seus 16 de idade. Durante o trajeto Liana disse aos criminosos que sua família era rica e sugeriu que a dupla pedisse resgate e, depois, a libertasse junto com o namorado, e os criminosos riram de forma nefasta. Segundo a polícia, naquele momento, Champinha decidiu matar Felipe e ficar somente com a garota Felipe foi levado para um quartos separado do insalubre e encardido casebre, enquanto que Liana de pronto ouviu a seguinte frase de Champinha: “Abaixa a calça que eu vou te comer“. Liana foi friamente violentada por um criminoso que conhecera minutos antes. A garota, que era virgem, tremia e estava em estado de choque; não reagiu. Liana poderia não imaginar, porém seria estuprada seis vezes só naquela noite. Na manhã do dia seguinte, os namorados foram obrigados a caminhar no matagal. Pernambuco seguiu na frente com Felipe e num determinado momento matou o estudante com um tiro na nuca, sem pestanejar. Liana, que estava com Champinha, ouviu o disparo e logo demonstrou desespero ao imaginar o que havia ocorrido, mas o menor mentiu dizendo a ela que o rapaz havia sido libertado. O corpo de Felipe ficou ali, caído na mata. Pernambuco fugiu para São Paulo e Liana permaneceu com Champinha na casa de Silva. Durante todo o domingo a jovem foi estuprada, agora apenas pelo menor, tendo o comparsa se esvaído da cena. No mesmo dia o proprietário do casebre, Silva, chegou em sua residência junto com Aguinaldo Pires, de 41 anos. Champinha apresentou Liana como sua namorada e ainda a ofereceu para os colegas abusarem dela. Pires concordou e também estuprou a garota. Sentada em um banquinho, de cabeça baixa, nua, ela chorava. No Domingo Ari Friedenbach, pai de Liana, "pressentindo algo que não sabia explicar" resolveu ter informações de como estava a filha e descobriu que ela não estava onde ela a disse que estaria – uma mentira que mais tarde causou verdades tenebrosas para ele. Ari conseguiu descobrir que sua filha tinha ido acampar em Embu-Guaçu com o namorado, e imaginou que os dois poderiam ter se perdido na mata, logo registrou boletim de ocorrência por desaparecimento no distrito policial de Consolação, no terceiro dia o Comando de Operações Especiais iniciou as buscas pelo casal na região. Na segunda, Ari já estava em Embu, onde encontrou com o motorista da van que levou a filha dele dias antes. Naquela tarde, Ari conseguiu encontrar o celular de sua filha no caramachão onde ela foi quando saiu da van. Ari não podia presumir que sua filha estava a menos de 2 quilômetros dali, no barraco de Antonio Caetano da Silva. Antonio chegou em sua casa com um amigo, Agnaldo Pires, que ao ver Liana jogada, logo escutou a seguinte explicação de Champinha: “É sequestro, o cara nós matou e essa eu já comi. Ela é gostosa, pode usar“. Com a permissão de Champinha, Agnaldo estuprou Liana. Mais tarde, Agnaldo confessou: “Não consegui gozar porque estava bêbado“. Durante todo aquele dia Liana foi estuprada por Agnaldo e Champinha, enquanto que o aflito Ari fazia de tudo para achá-la, apelando para a polícia, imprensa, governo e nada de achar sua filha. Lá ficaram o dia todo. Liana não falou nada. “Nunca ouvi a voz dela”, disse Agnaldo. Antônio Caetano Silva fez comida, café e serviu a todos. Disse que não violou a menina. Champinha e Pires voltaram a agredi-la sexualmente. Na terça, Champinha e seus dois parceiros levaram Liana a casa de Antonio Matias de Barro, onde Champinha apresentou Liana com sua “namorada”. Naquela terça, Champinha ficou sabendo de seu irmão que a polícia lhe enviara uma intimação para depor na delegacia no dia seguinte pois soube que ele havia estado no local do acampamento. No dia seguinte, Champinha levou Liana para um riacho, onde Liana escutou de Champinha o que seria a sua última frase: “Agora você vai morrer!” Os olhos azuis de Liana ainda viram Champinha dar um golpe de facão no seu pescoço. Ela caiu buscando ar, enquanto Champinha a feriu várias vezes nas costas, com golpes e mais golpes... apesar de estar agonizando "a menina não morria", então usando o lado cego do facão a golpeou diversas vezes na região craniana até que por fim Liana sofreu um traumatismo craniano fatal, e assim terminou seu pesadelo... ...e começou o pesadelo de seu pai ao descobrir toda essa história horripilante, e aqui abro um parêntese (uma história REAL). Champinha voltou tranquilamente para casa e dormiu como se nada tivesse acontecido. Acordou, tomou café, depois foi a delegacia, onde a polícia, depois de algumas perguntas, o liberou. Champinha saiu e foi caçar tatu... Tempos depois Champinha foi pêgo. O delegado do caso, com mais de 30 anos de experiência, sabendo do que aconteceria com Champinha de acordo com a lei, não conteve as lágrimas frente a imprensa. Antonio Caetano Silva pegou 124 anos de prisão. Antonio Matias de Barros pegou 6 anos. Paulo Marques pegou 110 anos e Agnaldo Pires pegou 47 anos. E Champinha? Graças a nossa lei, Champinha, mesmo sendo assassino, sequestrador e torturador, não responde por crime. Ele foi “encaminhado à Fundação do Bem-Estar do Menor para um período excepcional de 3 anos de internação”. Muitos militantes dos “direitos humanos” disseram que Champinha era apenas mais uma vítima da sociedade, mais um excluído do sistema, ou seja, que seus atos deveriam ser responsabilizados por toda a sociedade que não lhe ofereceu opções melhores. Esse discurso demagogo de muitos políticos não traduz o fato de que muitas pessoas muito mais necessitadas que Champinha são honestas, trabalhadoras, lutam muito na vida para ter suas conquistas, mesmo que vitórias minguadas.Pessoas com muito mais necessidades sociais são incapazes de conceber o que Champinha fez. ---------- Na entrevista, Bolsonaro estava justamente defendendo a prisão desse "pobre coitado" Champinha - menor, que junto com os comparsas estuprou e, sozinho, matou de forma cruel uma estudante de 16 ANOS DE IDADE. Ele defendia, como toda a sociedade defende, a redução da maioridade penal para crimes hediondos. Inclusive, há diversos projetos de autoria do Deputado Jair Bolsonaro que visa minimizar esses crimes e punir mais severamente quem os comete. Quem seria contra prender de forma rígida e igual a qualquer criminoso que comete um crime tão horripilante e cruel? Ninguém né?! Ainda mais com a população inteira toda clamando por justiça, ninguém jamais inverteria a ordem e iria acusar o jovem casal de ser culpado por "estar acampando" né?! NÃO, ALGUÉM DEFENDEU ISSO: MARIA DO ROSÁRIO. Depois de tanto debater com Maria do Rosário sobre quem realmente foram as vítimas nessa história, indignado com o caso e depois com essa postura quase fantasiosa da defensora "de menores estupradores vítimas da sociedade", Bolsonaro então sugeriu que Maria do Rosário contratasse o pobre coitado Champinha para ser o motorista do carro da filha dela. Ela ficou bastante brava... ... e durante uma entrevista de Bolsonar sobre o caso ela o responsabilizou pelos crimes do Champinha, pois se o Champinha fosse preso ao invés de receber uma pena educativa, a responsabilidade dele continuar no mundo do crime seria de quem defende a prisão desta "vítima da sociedade" Então Bolsonaro pergunta "Quer dizer que eu sou estuprador?", Maria do Rosário responde "Sim, você é" ...o resto vocês já sabem! vou postar os vídeos nos comentários para quem quiser confirmar (texto adaptado)
    Fotos da Linha do Tempo.
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  • NE10videos

    em 05/12/2014 Via Youtube
    [NE10] Avião monomotor cai em Floresta-PE no Sertão pernambuco

    Avião monomotor cai em Floresta-PE no Sertão pernambuco Leia a matéria: http://noticias.ne10.uol.com.br/interior/sertao/noticia/2014/12/05/aviao-colide-em-at...

  • AVIÃO AGRICOLA FAZ POUSO FORÇADO EM FLORESTA-PE 2 VIDEO

  • Fonte: diariodepernambuco.com.br em 06/12/2014

    Monomotor faz pouso forçado na zona rural de Floresta
    Uma aeronave do tipo monomotor fez um pouso forçado e assustou os moradores de Floresta, no Sertão de Pernambuco, no início da tarde desta sexta-feira (5). Apenas o piloto estava no avião e ele não sofreu ferimentos. O acidente aconteceu na zona rural ...

  • Fonte: noticias.ne10.uol.com.br em 10/12/2014

    Obra usada na reeleição de Eduardo Campos foi abandonada
    Apesar disso, a pavimentação da rodovia PE-425 , que liga Carnaubeira da Penha a Floresta, no S ertão de Itaparica, em Pernambuco, ainda não saiu do papel. Os serviços mal começaram e foram paralisados meses depois de Eduardo ter sido ...

  • Até que enfim alguem pra esclarecer sobre esta petista que está de saída da câmara e precisa de holofote pra aparecer, foi provocar o Bolsonaro pra receber mídia. Está é a função dessa corja que se apoderou do poder.


    Luiz Antonio Azevedo Vda Silva compartilhou a foto de Antonio Filho.
    Sobre Bolsonaro, Maria do Rosário, e o estupro! Sobre a discussão entre Bolsonaro e Maria do Rosário, que voltou à tona essa semana e altamente comentada na mídia e pela base do Governo que apoia a diretora geral dos direitos humanos, a briga iniciou em 2003, e decorreu de um assunto que estava sendo tratado por Bolsonaro em entrevista: a redução da maioridade penal e o caso Liana Friedenbach e Felipe Caffé. Vocês lembram do caso? Vou contar a história retirada de reportagens que podem ser encontradas facilmente aqui na internet, mas vou logo avisando que se trata de uma história muito séria e horripilante demais para a maioria das pessoas: ---------- No início de novembro de 2003, o casal decidiu passar um final de semana acampando na floresta numa área isolada de Embu-Guaçu, próximo a um sítio abandonado que não conheciam. Os dois jovens mentiram para os pais antes de viajar - Liana disse que iria para Ilhabela, no litoral paulista, com um grupo de amigas; a família de Felipe acreditava que o rapaz estava acampando na companhia de colegas em outro lugar.Para ir até o centro de Embu-Guaçu, os dois se utilizaram de uma van. Eles mal sabiam, mas aquela seria a sua última viagem. Pernambuco e Champinha aproveitavam o sábado de sol para caçar tatu na mata. Estavam com uma espingarda velha e um facão, e cruzaram com o casal enquanto caminhavam. O mais velho perguntou a Champinha: “Quem é a gostosa?”. Pelas mochilas, o mais novo concluiu: vão acampar. Os dois amigos seguiram em frente, mas logo tiveram a ideia de roubar os estudantes, e na mesma noite executaram o plano. Liana e Felipe dormiam dentro do acampamento recém montado e foram subitamente surpreendidos por um facão que rasgou a lona da barraca. Eram Champinha e seu parceiro Pernambuco, que de pronto ordenaram que o casal acordasse usando sútis cutucadas de espingarda. Ela e Felippe, com panos nos rostos, foram guiados ao casebre de Antonio Caetano Silva, lugar onde Liana viveria os mais terríveis momentos de pesadelo que possa ser imaginado para seus 16 de idade. Durante o trajeto Liana disse aos criminosos que sua família era rica e sugeriu que a dupla pedisse resgate e, depois, a libertasse junto com o namorado, e os criminosos riram de forma nefasta. Segundo a polícia, naquele momento, Champinha decidiu matar Felipe e ficar somente com a garota Felipe foi levado para um quartos separado do insalubre e encardido casebre, enquanto que Liana de pronto ouviu a seguinte frase de Champinha: “Abaixa a calça que eu vou te comer“. Liana foi friamente violentada por um criminoso que conhecera minutos antes. A garota, que era virgem, tremia e estava em estado de choque; não reagiu. Liana poderia não imaginar, porém seria estuprada seis vezes só naquela noite. Na manhã do dia seguinte, os namorados foram obrigados a caminhar no matagal. Pernambuco seguiu na frente com Felipe e num determinado momento matou o estudante com um tiro na nuca, sem pestanejar. Liana, que estava com Champinha, ouviu o disparo e logo demonstrou desespero ao imaginar o que havia ocorrido, mas o menor mentiu dizendo a ela que o rapaz havia sido libertado. O corpo de Felipe ficou ali, caído na mata. Pernambuco fugiu para São Paulo e Liana permaneceu com Champinha na casa de Silva. Durante todo o domingo a jovem foi estuprada, agora apenas pelo menor, tendo o comparsa se esvaído da cena. No mesmo dia o proprietário do casebre, Silva, chegou em sua residência junto com Aguinaldo Pires, de 41 anos. Champinha apresentou Liana como sua namorada e ainda a ofereceu para os colegas abusarem dela. Pires concordou e também estuprou a garota. Sentada em um banquinho, de cabeça baixa, nua, ela chorava. No Domingo Ari Friedenbach, pai de Liana, "pressentindo algo que não sabia explicar" resolveu ter informações de como estava a filha e descobriu que ela não estava onde ela a disse que estaria – uma mentira que mais tarde causou verdades tenebrosas para ele. Ari conseguiu descobrir que sua filha tinha ido acampar em Embu-Guaçu com o namorado, e imaginou que os dois poderiam ter se perdido na mata, logo registrou boletim de ocorrência por desaparecimento no distrito policial de Consolação, no terceiro dia o Comando de Operações Especiais iniciou as buscas pelo casal na região. Na segunda, Ari já estava em Embu, onde encontrou com o motorista da van que levou a filha dele dias antes. Naquela tarde, Ari conseguiu encontrar o celular de sua filha no caramachão onde ela foi quando saiu da van. Ari não podia presumir que sua filha estava a menos de 2 quilômetros dali, no barraco de Antonio Caetano da Silva. Antonio chegou em sua casa com um amigo, Agnaldo Pires, que ao ver Liana jogada, logo escutou a seguinte explicação de Champinha: “É sequestro, o cara nós matou e essa eu já comi. Ela é gostosa, pode usar“. Com a permissão de Champinha, Agnaldo estuprou Liana. Mais tarde, Agnaldo confessou: “Não consegui gozar porque estava bêbado“. Durante todo aquele dia Liana foi estuprada por Agnaldo e Champinha, enquanto que o aflito Ari fazia de tudo para achá-la, apelando para a polícia, imprensa, governo e nada de achar sua filha. Lá ficaram o dia todo. Liana não falou nada. “Nunca ouvi a voz dela”, disse Agnaldo. Antônio Caetano Silva fez comida, café e serviu a todos. Disse que não violou a menina. Champinha e Pires voltaram a agredi-la sexualmente. Na terça, Champinha e seus dois parceiros levaram Liana a casa de Antonio Matias de Barro, onde Champinha apresentou Liana com sua “namorada”. Naquela terça, Champinha ficou sabendo de seu irmão que a polícia lhe enviara uma intimação para depor na delegacia no dia seguinte pois soube que ele havia estado no local do acampamento. No dia seguinte, Champinha levou Liana para um riacho, onde Liana escutou de Champinha o que seria a sua última frase: “Agora você vai morrer!” Os olhos azuis de Liana ainda viram Champinha dar um golpe de facão no seu pescoço. Ela caiu buscando ar, enquanto Champinha a feriu várias vezes nas costas, com golpes e mais golpes... apesar de estar agonizando "a menina não morria", então usando o lado cego do facão a golpeou diversas vezes na região craniana até que por fim Liana sofreu um traumatismo craniano fatal, e assim terminou seu pesadelo... ...e começou o pesadelo de seu pai ao descobrir toda essa história horripilante, e aqui abro um parêntese (uma história REAL). Champinha voltou tranquilamente para casa e dormiu como se nada tivesse acontecido. Acordou, tomou café, depois foi a delegacia, onde a polícia, depois de algumas perguntas, o liberou. Champinha saiu e foi caçar tatu... Tempos depois Champinha foi pêgo. O delegado do caso, com mais de 30 anos de experiência, sabendo do que aconteceria com Champinha de acordo com a lei, não conteve as lágrimas frente a imprensa. Antonio Caetano Silva pegou 124 anos de prisão. Antonio Matias de Barros pegou 6 anos. Paulo Marques pegou 110 anos e Agnaldo Pires pegou 47 anos. E Champinha? Graças a nossa lei, Champinha, mesmo sendo assassino, sequestrador e torturador, não responde por crime. Ele foi “encaminhado à Fundação do Bem-Estar do Menor para um período excepcional de 3 anos de internação”. Muitos militantes dos “direitos humanos” disseram que Champinha era apenas mais uma vítima da sociedade, mais um excluído do sistema, ou seja, que seus atos deveriam ser responsabilizados por toda a sociedade que não lhe ofereceu opções melhores. Esse discurso demagogo de muitos políticos não traduz o fato de que muitas pessoas muito mais necessitadas que Champinha são honestas, trabalhadoras, lutam muito na vida para ter suas conquistas, mesmo que vitórias minguadas.Pessoas com muito mais necessidades sociais são incapazes de conceber o que Champinha fez. ---------- Na entrevista, Bolsonaro estava justamente defendendo a prisão desse "pobre coitado" Champinha - menor, que junto com os comparsas estuprou e, sozinho, matou de forma cruel uma estudante de 16 ANOS DE IDADE. Ele defendia, como toda a sociedade defende, a redução da maioridade penal para crimes hediondos. Inclusive, há diversos projetos de autoria do Deputado Jair Bolsonaro que visa minimizar esses crimes e punir mais severamente quem os comete. Quem seria contra prender de forma rígida e igual a qualquer criminoso que comete um crime tão horripilante e cruel? Ninguém né?! Ainda mais com a população inteira toda clamando por justiça, ninguém jamais inverteria a ordem e iria acusar o jovem casal de ser culpado por "estar acampando" né?! NÃO, ALGUÉM DEFENDEU ISSO: MARIA DO ROSÁRIO. Depois de tanto debater com Maria do Rosário sobre quem realmente foram as vítimas nessa história, indignado com o caso e depois com essa postura quase fantasiosa da defensora "de menores estupradores vítimas da sociedade", Bolsonaro então sugeriu que Maria do Rosário contratasse o pobre coitado Champinha para ser o motorista do carro da filha dela. Ela ficou bastante brava... ... e durante uma entrevista de Bolsonar sobre o caso ela o responsabilizou pelos crimes do Champinha, pois se o Champinha fosse preso ao invés de receber uma pena educativa, a responsabilidade dele continuar no mundo do crime seria de quem defende a prisão desta "vítima da sociedade" Então Bolsonaro pergunta "Quer dizer que eu sou estuprador?", Maria do Rosário responde "Sim, você é" ...o resto vocês já sabem! vou postar os vídeos nos comentários para quem quiser confirmar (texto adaptado)
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  • Veja como Foi o Indoor do 8º Jeep Cross de Floresta/PE!

    Veja como Foi o Indoor do 8º Jeep Cross de Floresta/PE!


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