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Últimas Notícias da cidade de Teixeira - PB nas Redes Sociais

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  • Teixeira-PB: Vereador Assis Catanduba Reune amigos
    O Vereador do PR de Teixeira-PB Assis Catanduba, reuniu neste domingo em seu reduto eleitoral (Sítio Catolé dos Machados), vários amigos para um encontro que fará todo mês em cada localidade urbana do...



  • Jose Pereira de Lira compartilhou uma atualização de status de Astronadc Pereira Pereira.
    Astronadc Pereira Pereira.
    Se a sociedade não protege e não cuida de seus protetores, quem cuidará? “O soldado Jenilson da Silva Teixeira foi vítima de um assalto e reconhecido como PM quando um dos criminosos pegou a carteira da vítima. Ele levou um tiro na cabeça e morreu no local”. Esta é a matéria postada em um dos portais da Paraíba – diário do brejo. Notadamente, a notícia de um policial militar morto não dá ibope e não há indignação na sociedade. A sociedade Brasileira hoje é vítima de uma violência extrema, bem como, de uma notável insensibilidade social e individualismo inconsciente. Se um sociopata ao abordar uma pessoa e a reconhece como policial atira na cabeça da vítima apenas por que a vítima é policial imaginem o que este criminoso possa fazer com qualquer pessoa. Num país consolidado na democracia, em educação, em cultura de paz e na ética coletiva, a violência é tida como algo repugnante, portanto punível ao extremo da lei. Mas no Brasil a incompetência das autoridades, a corrupção e a insensibilidade contaminou os que deveriam gerir o estado brasileiro de forma a promover uma cultura de paz. Precisamos que as instituições escolham melhor os profissionais da segurança, sim isto é verdade, afinal, a sociedade exige mais serviços de qualidade. Entretanto os policiais precisam ser mais bem qualificados, treinados, capacitados e ter melhores condições de vida e de trabalho. Em países que consolidaram a democracia também reafirmaram um estado forte e capaz de combater, inibir e controlar a violência e punir efetivamente responsáveis. No Brasil nos últimos 10 anos policiais são perseguidos, cassados e mortos por criminosos nas médias e grandes cidades. Mas não é só isso! O policial começa ser assassinado desde o primeiro dia de trabalho e o maior assassino é o próprio estado por que o remunera mal, não lhe protege, o expõe a violência, e o incapacita de trabalhar já que não há boas condições de trabalho. Sabidamente o policial é o Estado, é a força que representa a lei e a ordem, assim deveria ser. Mais um sistema corrupto faz questão de desqualificar a atividade policial resumindo-a a uma categorização insignificante perante a própria sociedade - basta ver o salário dos policiais em todo Brasil, é uma vergonha, principalmente os policiais de base (soldado, cabo e sargentos, o Guarda Municipal, o Policial Civil) tudo isso, origina-se das infiltrações do crime organizado, que tem seus tentáculos e estes alcançam a elite, o alto clero da política deste país e da classe econômica que ditam as regras. Tentáculos estes que estão instalados dentro do Congresso Nacional e na política, apodrecida com a corrupção e com a incompetência de maus políticos que como sangue suga destrói as possibilidades das políticas públicas de educação; saúde; segurança e serviços públicos de maior alcance e melhor qualidade aos brasileiros. Estas elites que a todo tempo não desejam as reformas dos serviços públicos (segurança, educação, saúde); dos espaços urbanos (mobilidade, urbanismo); da reforma política (que levaria o Congresso Nacional a limpar seus quadros) e do estado federativo, inoperante devido à burocracia e a corrupção. Portanto a quem interessa este estado de caos e de violência no Brasil? É esta elite política e econômica que sustenta o jogo do bicho, o narcotráfico, a expansão imobiliária e a lavagem do dinheiro e que faz chegar às ruas, as periferias, as cidades e nas comunidades as armas que mataram soldado Jenilson da Silva Teixeira PM/PB, soldado PM De Lucca PM/SP, o policial civil paulista Jorge Cesar de Castro, o soldado Valdir Antunes de Oliveira PM/MS, o guarda municipal Welington Guilherme de Carvalho da cidade de Ananindeua região metropolitana de Belém, o ex-cmt da GCM de Fortaleza, Francisco Alcimiro, o policial Federal Oto Galvão morto vítima durante um assalto na cidade de Goiânia, o agente penitenciário Naelsom José dos Santos (AL), o sargento França do GATE da PB, além de muitos outros assassinados brutalmente quando em serviço, ou simplesmente por ser identificado como profissional da segurança. É uma realidade chocante, que recebe uma forte contribuição de uma imprensa midiática e seu ensurdecedor silêncio, que esconde os heróis anônimos, mas aclama os homens de colarinho branco e perguntamos quantos mais vão morrer para que você cidadão viva? Segundo a Folha de São Paulo ao menos 229 policiais (civis e militares) foram mortos em 2012, sendo 168 de folga e 46 em serviço, dados não conclusivos e não fidedignos já que estados como RJ e DF não discriminam as causas mortes de policiais fora de serviço, além do mais, o estado do Maranhão não apresentou dados referentes a mortes de policiais. Nos Estados Unidos em 2010 foram registrados 56 assassinatos de policiais, na Suécia morre aproximadamente um policial por ano. Fica obvio que os dados não são mensurados, e o estado brasileiro não dá maior importância às mortes de policiais e de profissionais da segurança, ou seja, o Brasil não possui banco de dados de mortes de policiais, então como o estado e as corporações vão evitar esta mortandade? Se a sociedade não protege e não cuida de seus protetores e seus cuidadores, quem cuidará? O que vivemos no Brasil é a proliferação do populismo penal midiático, o que contribui para o massacre de policiais e de pessoas em todo Brasil. Será esta deficiência que o Estado se apoia para não investigar, achar culpados e puni-los? Pior, será que o Estado nem sequer tem estatísticas precisas dos seus mortos, revelando assim, a intenção obscura de não apurar essas mortes o que revelaria mais podridão na administração pública e nas políticas governamentais? Alguém lembra qual é a resposta do estado quando um corpo é encontrado crivado de bala? Há uma senha já conhecida por todos! “A vítima era envolvida com drogas, e aqui reina o silencio”. Será esta senha que o estado se acoberta para não investigar e punir? Será o Estado tão incompetente e corrompido que precisa apresentar uma desculpa para não revelar sua deficiência em promover segurança de todos? Assim entendemos que o estado ao invés de prevenir, investigar e punir coloca a culpa e já condena a vítima como forma de se eximir de sua responsabilidade. Agora os policiais são vitimados, perseguidos, mau tratados, assediados moralmente, mortos em serviço defendendo a sociedade, e quando de folga mortos apenas por ser um policial. Qual a sociedade que queremos? Qual a Polícia que desejamos? A minha indignação se manifesta neste artigo de opinião. Minha solidariedade a todos os companheiros policiais, a todos profissionais da segurança. E tenho a percepção que também sou vítima, bem como, todos os brasileiros. Resta-nos a incorporação e o empoderamento das ideias de um Estado republicano, de uma sociedade melhor e mais segura, e de uma instituição que promova a segurança de todos e que respeite os direitos e a segurança (também) dos policiais. E tenho a certeza de que tudo isso pode ser superado. Tenho o sonho de que a polícia e a sociedade sejam tão integradas e fortalecidas que policiais e cidadãos não sejam mortos, mais tenham o direito de ir e vir sem serem molestados. De uma utopia ideal, o sonho de que o policial seja acima de tudo respeitado, admirado e amado pela “polis” (cidade) e que este tenha todas as condições de ter uma vida digna. A utopia deve ser perseguida por todos nós. OBRIGADO!!! Paz, amor, felicidade a todos! ASTRONADC PEREIRA DE MORAES Sargento Pereira – Policial Militar da Paraíba SEDS e C.E.D. H
  • CONFRATERNIZAÇÃO JUNINA DOS JOVENS (ELAS) -TEIXEIRA - PB

  • PRAÇA DO FORRÓ 2014 TEIXEIRA-PB COM FORRÓ DA BEKA

    By Dj Paulynho Mix.

  • Luiz Augusto

    em 26/01/2013 Via Google+
    Salário atrasado - Prefeitura de Teixeira – PB e funcionalismo público firmam acordo.Veja!

    Salário atrasado - Prefeitura de Teixeira – PB e funcionalismo público firmam acordo.Veja! ~ OlhoD'águaOnline
    Funcionários efetivos de Teixeira concordaram e estão assinando o "Termo de Acordo de Parcelamento" referente ao salário do mês de dezembro, não pago pela gestão anterior. A partir de reunião realizad...
  • Edson Araujo

    em 27/07/2014



    Edson Araujo compartilhou uma atualização de status de Astronadc Pereira Pereira.
    Astronadc Pereira Pereira.
    Se a sociedade não protege e não cuida de seus protetores, quem cuidará? “O soldado Jenilson da Silva Teixeira foi vítima de um assalto e reconhecido como PM quando um dos criminosos pegou a carteira da vítima. Ele levou um tiro na cabeça e morreu no local”. Esta é a matéria postada em um dos portais da Paraíba – diário do brejo. Notadamente, a notícia de um policial militar morto não dá ibope e não há indignação na sociedade. A sociedade Brasileira hoje é vítima de uma violência extrema, bem como, de uma notável insensibilidade social e individualismo inconsciente. Se um sociopata ao abordar uma pessoa e a reconhece como policial atira na cabeça da vítima apenas por que a vítima é policial imaginem o que este criminoso possa fazer com qualquer pessoa. Num país consolidado na democracia, em educação, em cultura de paz e na ética coletiva, a violência é tida como algo repugnante, portanto punível ao extremo da lei. Mas no Brasil a incompetência das autoridades, a corrupção e a insensibilidade contaminou os que deveriam gerir o estado brasileiro de forma a promover uma cultura de paz. Precisamos que as instituições escolham melhor os profissionais da segurança, sim isto é verdade, afinal, a sociedade exige mais serviços de qualidade. Entretanto os policiais precisam ser mais bem qualificados, treinados, capacitados e ter melhores condições de vida e de trabalho. Em países que consolidaram a democracia também reafirmaram um estado forte e capaz de combater, inibir e controlar a violência e punir efetivamente responsáveis. No Brasil nos últimos 10 anos policiais são perseguidos, cassados e mortos por criminosos nas médias e grandes cidades. Mas não é só isso! O policial começa ser assassinado desde o primeiro dia de trabalho e o maior assassino é o próprio estado por que o remunera mal, não lhe protege, o expõe a violência, e o incapacita de trabalhar já que não há boas condições de trabalho. Sabidamente o policial é o Estado, é a força que representa a lei e a ordem, assim deveria ser. Mais um sistema corrupto faz questão de desqualificar a atividade policial resumindo-a a uma categorização insignificante perante a própria sociedade - basta ver o salário dos policiais em todo Brasil, é uma vergonha, principalmente os policiais de base (soldado, cabo e sargentos, o Guarda Municipal, o Policial Civil) tudo isso, origina-se das infiltrações do crime organizado, que tem seus tentáculos e estes alcançam a elite, o alto clero da política deste país e da classe econômica que ditam as regras. Tentáculos estes que estão instalados dentro do Congresso Nacional e na política, apodrecida com a corrupção e com a incompetência de maus políticos que como sangue suga destrói as possibilidades das políticas públicas de educação; saúde; segurança e serviços públicos de maior alcance e melhor qualidade aos brasileiros. Estas elites que a todo tempo não desejam as reformas dos serviços públicos (segurança, educação, saúde); dos espaços urbanos (mobilidade, urbanismo); da reforma política (que levaria o Congresso Nacional a limpar seus quadros) e do estado federativo, inoperante devido à burocracia e a corrupção. Portanto a quem interessa este estado de caos e de violência no Brasil? É esta elite política e econômica que sustenta o jogo do bicho, o narcotráfico, a expansão imobiliária e a lavagem do dinheiro e que faz chegar às ruas, as periferias, as cidades e nas comunidades as armas que mataram soldado Jenilson da Silva Teixeira PM/PB, soldado PM De Lucca PM/SP, o policial civil paulista Jorge Cesar de Castro, o soldado Valdir Antunes de Oliveira PM/MS, o guarda municipal Welington Guilherme de Carvalho da cidade de Ananindeua região metropolitana de Belém, o ex-cmt da GCM de Fortaleza, Francisco Alcimiro, o policial Federal Oto Galvão morto vítima durante um assalto na cidade de Goiânia, o agente penitenciário Naelsom José dos Santos (AL), o sargento França do GATE da PB, além de muitos outros assassinados brutalmente quando em serviço, ou simplesmente por ser identificado como profissional da segurança. É uma realidade chocante, que recebe uma forte contribuição de uma imprensa midiática e seu ensurdecedor silêncio, que esconde os heróis anônimos, mas aclama os homens de colarinho branco e perguntamos quantos mais vão morrer para que você cidadão viva? Segundo a Folha de São Paulo ao menos 229 policiais (civis e militares) foram mortos em 2012, sendo 168 de folga e 46 em serviço, dados não conclusivos e não fidedignos já que estados como RJ e DF não discriminam as causas mortes de policiais fora de serviço, além do mais, o estado do Maranhão não apresentou dados referentes a mortes de policiais. Nos Estados Unidos em 2010 foram registrados 56 assassinatos de policiais, na Suécia morre aproximadamente um policial por ano. Fica obvio que os dados não são mensurados, e o estado brasileiro não dá maior importância às mortes de policiais e de profissionais da segurança, ou seja, o Brasil não possui banco de dados de mortes de policiais, então como o estado e as corporações vão evitar esta mortandade? Se a sociedade não protege e não cuida de seus protetores e seus cuidadores, quem cuidará? O que vivemos no Brasil é a proliferação do populismo penal midiático, o que contribui para o massacre de policiais e de pessoas em todo Brasil. Será esta deficiência que o Estado se apoia para não investigar, achar culpados e puni-los? Pior, será que o Estado nem sequer tem estatísticas precisas dos seus mortos, revelando assim, a intenção obscura de não apurar essas mortes o que revelaria mais podridão na administração pública e nas políticas governamentais? Alguém lembra qual é a resposta do estado quando um corpo é encontrado crivado de bala? Há uma senha já conhecida por todos! “A vítima era envolvida com drogas, e aqui reina o silencio”. Será esta senha que o estado se acoberta para não investigar e punir? Será o Estado tão incompetente e corrompido que precisa apresentar uma desculpa para não revelar sua deficiência em promover segurança de todos? Assim entendemos que o estado ao invés de prevenir, investigar e punir coloca a culpa e já condena a vítima como forma de se eximir de sua responsabilidade. Agora os policiais são vitimados, perseguidos, mau tratados, assediados moralmente, mortos em serviço defendendo a sociedade, e quando de folga mortos apenas por ser um policial. Qual a sociedade que queremos? Qual a Polícia que desejamos? A minha indignação se manifesta neste artigo de opinião. Minha solidariedade a todos os companheiros policiais, a todos profissionais da segurança. E tenho a percepção que também sou vítima, bem como, todos os brasileiros. Resta-nos a incorporação e o empoderamento das ideias de um Estado republicano, de uma sociedade melhor e mais segura, e de uma instituição que promova a segurança de todos e que respeite os direitos e a segurança (também) dos policiais. E tenho a certeza de que tudo isso pode ser superado. Tenho o sonho de que a polícia e a sociedade sejam tão integradas e fortalecidas que policiais e cidadãos não sejam mortos, mais tenham o direito de ir e vir sem serem molestados. De uma utopia ideal, o sonho de que o policial seja acima de tudo respeitado, admirado e amado pela “polis” (cidade) e que este tenha todas as condições de ter uma vida digna. A utopia deve ser perseguida por todos nós. OBRIGADO!!! Paz, amor, felicidade a todos! ASTRONADC PEREIRA DE MORAES Sargento Pereira – Policial Militar da Paraíba SEDS e C.E.D. H


  • Teixeira – PB: Moradores do bairro ‘Caipira’ realizaram “Natal das Crianças” - Desterro 1
    Moradores do bairro 'Caipira' promoveram ontem (23/12) uma extensa programação recreativa e social no bairro do 'Caipira' em Teixeira - PB, este projeto que tem como idealizadora a Família 'Teles Gued...
  • Paraticipações do Vereador nas sessões da Câmara Municipal de Teixeira-PB.

    Vereador Assis Catanduba Sessão do dia 02 de maio de 2013
  • Isabela & Forró da Macambira em Teixeira-PB

    São João 2014.

  • josue nunes

    em 14/07/2014 Via Youtube
    Porque Saimos de Jerusalem Pb. Ronalto Teixeira

    Mensagem pregada no culto da quarta feira do renovo dia 11-06-2014 na Igreja Evagélica Ministerio Renovar em Macae RJ.




  • William Bargh compartilhou uma atualização de status de Astronadc Pereira Pereira.
    Astronadc Pereira Pereira.
    Se a sociedade não protege e não cuida de seus protetores, quem cuidará? “O soldado Jenilson da Silva Teixeira foi vítima de um assalto e reconhecido como PM quando um dos criminosos pegou a carteira da vítima. Ele levou um tiro na cabeça e morreu no local”. Esta é a matéria postada em um dos portais da Paraíba – diário do brejo. Notadamente, a notícia de um policial militar morto não dá ibope e não há indignação na sociedade. A sociedade Brasileira hoje é vítima de uma violência extrema, bem como, de uma notável insensibilidade social e individualismo inconsciente. Se um sociopata ao abordar uma pessoa e a reconhece como policial atira na cabeça da vítima apenas por que a vítima é policial imaginem o que este criminoso possa fazer com qualquer pessoa. Num país consolidado na democracia, em educação, em cultura de paz e na ética coletiva, a violência é tida como algo repugnante, portanto punível ao extremo da lei. Mas no Brasil a incompetência das autoridades, a corrupção e a insensibilidade contaminou os que deveriam gerir o estado brasileiro de forma a promover uma cultura de paz. Precisamos que as instituições escolham melhor os profissionais da segurança, sim isto é verdade, afinal, a sociedade exige mais serviços de qualidade. Entretanto os policiais precisam ser mais bem qualificados, treinados, capacitados e ter melhores condições de vida e de trabalho. Em países que consolidaram a democracia também reafirmaram um estado forte e capaz de combater, inibir e controlar a violência e punir efetivamente responsáveis. No Brasil nos últimos 10 anos policiais são perseguidos, cassados e mortos por criminosos nas médias e grandes cidades. Mas não é só isso! O policial começa ser assassinado desde o primeiro dia de trabalho e o maior assassino é o próprio estado por que o remunera mal, não lhe protege, o expõe a violência, e o incapacita de trabalhar já que não há boas condições de trabalho. Sabidamente o policial é o Estado, é a força que representa a lei e a ordem, assim deveria ser. Mais um sistema corrupto faz questão de desqualificar a atividade policial resumindo-a a uma categorização insignificante perante a própria sociedade - basta ver o salário dos policiais em todo Brasil, é uma vergonha, principalmente os policiais de base (soldado, cabo e sargentos, o Guarda Municipal, o Policial Civil) tudo isso, origina-se das infiltrações do crime organizado, que tem seus tentáculos e estes alcançam a elite, o alto clero da política deste país e da classe econômica que ditam as regras. Tentáculos estes que estão instalados dentro do Congresso Nacional e na política, apodrecida com a corrupção e com a incompetência de maus políticos que como sangue suga destrói as possibilidades das políticas públicas de educação; saúde; segurança e serviços públicos de maior alcance e melhor qualidade aos brasileiros. Estas elites que a todo tempo não desejam as reformas dos serviços públicos (segurança, educação, saúde); dos espaços urbanos (mobilidade, urbanismo); da reforma política (que levaria o Congresso Nacional a limpar seus quadros) e do estado federativo, inoperante devido à burocracia e a corrupção. Portanto a quem interessa este estado de caos e de violência no Brasil? É esta elite política e econômica que sustenta o jogo do bicho, o narcotráfico, a expansão imobiliária e a lavagem do dinheiro e que faz chegar às ruas, as periferias, as cidades e nas comunidades as armas que mataram soldado Jenilson da Silva Teixeira PM/PB, soldado PM De Lucca PM/SP, o policial civil paulista Jorge Cesar de Castro, o soldado Valdir Antunes de Oliveira PM/MS, o guarda municipal Welington Guilherme de Carvalho da cidade de Ananindeua região metropolitana de Belém, o ex-cmt da GCM de Fortaleza, Francisco Alcimiro, o policial Federal Oto Galvão morto vítima durante um assalto na cidade de Goiânia, o agente penitenciário Naelsom José dos Santos (AL), o sargento França do GATE da PB, além de muitos outros assassinados brutalmente quando em serviço, ou simplesmente por ser identificado como profissional da segurança. É uma realidade chocante, que recebe uma forte contribuição de uma imprensa midiática e seu ensurdecedor silêncio, que esconde os heróis anônimos, mas aclama os homens de colarinho branco e perguntamos quantos mais vão morrer para que você cidadão viva? Segundo a Folha de São Paulo ao menos 229 policiais (civis e militares) foram mortos em 2012, sendo 168 de folga e 46 em serviço, dados não conclusivos e não fidedignos já que estados como RJ e DF não discriminam as causas mortes de policiais fora de serviço, além do mais, o estado do Maranhão não apresentou dados referentes a mortes de policiais. Nos Estados Unidos em 2010 foram registrados 56 assassinatos de policiais, na Suécia morre aproximadamente um policial por ano. Fica obvio que os dados não são mensurados, e o estado brasileiro não dá maior importância às mortes de policiais e de profissionais da segurança, ou seja, o Brasil não possui banco de dados de mortes de policiais, então como o estado e as corporações vão evitar esta mortandade? Se a sociedade não protege e não cuida de seus protetores e seus cuidadores, quem cuidará? O que vivemos no Brasil é a proliferação do populismo penal midiático, o que contribui para o massacre de policiais e de pessoas em todo Brasil. Será esta deficiência que o Estado se apoia para não investigar, achar culpados e puni-los? Pior, será que o Estado nem sequer tem estatísticas precisas dos seus mortos, revelando assim, a intenção obscura de não apurar essas mortes o que revelaria mais podridão na administração pública e nas políticas governamentais? Alguém lembra qual é a resposta do estado quando um corpo é encontrado crivado de bala? Há uma senha já conhecida por todos! “A vítima era envolvida com drogas, e aqui reina o silencio”. Será esta senha que o estado se acoberta para não investigar e punir? Será o Estado tão incompetente e corrompido que precisa apresentar uma desculpa para não revelar sua deficiência em promover segurança de todos? Assim entendemos que o estado ao invés de prevenir, investigar e punir coloca a culpa e já condena a vítima como forma de se eximir de sua responsabilidade. Agora os policiais são vitimados, perseguidos, mau tratados, assediados moralmente, mortos em serviço defendendo a sociedade, e quando de folga mortos apenas por ser um policial. Qual a sociedade que queremos? Qual a Polícia que desejamos? A minha indignação se manifesta neste artigo de opinião. Minha solidariedade a todos os companheiros policiais, a todos profissionais da segurança. E tenho a percepção que também sou vítima, bem como, todos os brasileiros. Resta-nos a incorporação e o empoderamento das ideias de um Estado republicano, de uma sociedade melhor e mais segura, e de uma instituição que promova a segurança de todos e que respeite os direitos e a segurança (também) dos policiais. E tenho a certeza de que tudo isso pode ser superado. Tenho o sonho de que a polícia e a sociedade sejam tão integradas e fortalecidas que policiais e cidadãos não sejam mortos, mais tenham o direito de ir e vir sem serem molestados. De uma utopia ideal, o sonho de que o policial seja acima de tudo respeitado, admirado e amado pela “polis” (cidade) e que este tenha todas as condições de ter uma vida digna. A utopia deve ser perseguida por todos nós. OBRIGADO!!! Paz, amor, felicidade a todos! ASTRONADC PEREIRA DE MORAES Sargento Pereira – Policial Militar da Paraíba SEDS e C.E.D. H
  • Teixeira-PB: Câmara publica Certidão de Encerramento de Inscrição de Chapas
    O Presidente da
    Câmara   Municipal de Teixeira-PB,
    comunica e certifica o encerramento de inscrições de Chapas   para concorrerem a Eleiç...

    Teixeira-PB: Câmara publica Certidão de Encerramento de Inscrição de Chapas
    O Presidente da Câmara  Municipal de Teixeira-PB, comunica e certifica o encerramento de inscrições de Chapas  para concorrerem a Eleição da Mesa Diretora para o segundo biênio 2015/2016 em cumprimento ao Edital publicado no ...
  • Teixeira-PB: Sessão da Câmara. Discurso de Vereador levanta aplausos e deixa oposição fora de sincronismo.
    O Vereador de Teixeira-PB, Assis Catanduba (PR), que recentemente passou a fazer parte do bloco da situação, em noite inspirada fez defesa e apresentou pontos positivos das realizações de políticas públicas da administração municipal e diante dos argument...

    Teixeira-PB: Sessão da Câmara. Discurso de Vereador levanta aplausos e deixa oposição fora de sincronismo.
    O Vereador de Teixeira-PB, Assis Catanduba (PR), que recentemente passou a fazer parte do bloco da situação, em noite inspirada fez defesa e apresentou pontos positivos das realizações de políticas públicas da administração m...
  • São 2014 Teixeira PB Documentário

    Este é um vídeo-documentário do São João 2014 da cidade de Teixeira-Paraíba. Filmagens de Thadeu Filmagens - Teixeira-PB.

  • Manhã gelada na Comunidade São Francisco, Teixeira/PB.


    Rubenildo Pereira adicionou 7 fotos.
    .
  • Teixeira-PB: Policiais da 2ª Cia de Teixeira capturam foragido da capital, "Júnior Pitoco":
    J ornal da Serra Com informações do Cb Anchieta da 2ª Cia. de Polícia de Teixeira João Batista (Júnior Pitôco) Um dos
    bandidos mais procurados do Estado da Paraíba foi preso pela polícia nesta quinta-feira
    (03). João Batista da Silva, de 31 anos, mais conhe...

    Teixeira-PB: Policiais da 2ª Cia de Teixeira capturam foragido da capital, "Júnior Pitoco":
    Jornal da Serra Com informações do Cb Anchieta da 2ª Cia. de Polícia de Teixeira João Batista (Júnior Pitôco) Um dos bandidos mais procurados do Estado da Paraíba foi preso pela polícia nesta quinta-feira (03). João Bati...
  • Compilação Rappel Teixeira PB

  • Werversyon

    em 08/07/2014 Via Youtube
    Forró do Sheriff - Ao vivo em Teixeira - PB. Aqui a #Farra e garantida.

    São João fora de época no bairro Água Azul em Teixeira - PB.

  • Teixeira-PB: Homem preso com vários cartões de crédito após realizar operação no Banco do Brasil
    Policiais
    da 2ª Cia de Teixeira-PB, prendeu agora a pouco um homem de 57 anos, após o
    mesmo realizar transações no caixa eletrônico do Ba...

    Teixeira-PB: Homem preso com vários cartões de crédito após realizar operação no Banco do Brasil
    Policiais da 2ª Cia de Teixeira-PB, prendeu agora a pouco um homem de 57 anos, após o mesmo realizar transações no caixa eletrônico do Baco do Brasil. A polícia fez perseguição e conseguiu deter o indivíduo nas proximidades d...



  • Valdemar Vânia Matias compartilhou uma atualização de status de Astronadc Pereira Pereira.
    Astronadc Pereira Pereira.
    Se a sociedade não protege e não cuida de seus protetores, quem cuidará? “O soldado Jenilson da Silva Teixeira foi vítima de um assalto e reconhecido como PM quando um dos criminosos pegou a carteira da vítima. Ele levou um tiro na cabeça e morreu no local”. Esta é a matéria postada em um dos portais da Paraíba – diário do brejo. Notadamente, a notícia de um policial militar morto não dá ibope e não há indignação na sociedade. A sociedade Brasileira hoje é vítima de uma violência extrema, bem como, de uma notável insensibilidade social e individualismo inconsciente. Se um sociopata ao abordar uma pessoa e a reconhece como policial atira na cabeça da vítima apenas por que a vítima é policial imaginem o que este criminoso possa fazer com qualquer pessoa. Num país consolidado na democracia, em educação, em cultura de paz e na ética coletiva, a violência é tida como algo repugnante, portanto punível ao extremo da lei. Mas no Brasil a incompetência das autoridades, a corrupção e a insensibilidade contaminou os que deveriam gerir o estado brasileiro de forma a promover uma cultura de paz. Precisamos que as instituições escolham melhor os profissionais da segurança, sim isto é verdade, afinal, a sociedade exige mais serviços de qualidade. Entretanto os policiais precisam ser mais bem qualificados, treinados, capacitados e ter melhores condições de vida e de trabalho. Em países que consolidaram a democracia também reafirmaram um estado forte e capaz de combater, inibir e controlar a violência e punir efetivamente responsáveis. No Brasil nos últimos 10 anos policiais são perseguidos, cassados e mortos por criminosos nas médias e grandes cidades. Mas não é só isso! O policial começa ser assassinado desde o primeiro dia de trabalho e o maior assassino é o próprio estado por que o remunera mal, não lhe protege, o expõe a violência, e o incapacita de trabalhar já que não há boas condições de trabalho. Sabidamente o policial é o Estado, é a força que representa a lei e a ordem, assim deveria ser. Mais um sistema corrupto faz questão de desqualificar a atividade policial resumindo-a a uma categorização insignificante perante a própria sociedade - basta ver o salário dos policiais em todo Brasil, é uma vergonha, principalmente os policiais de base (soldado, cabo e sargentos, o Guarda Municipal, o Policial Civil) tudo isso, origina-se das infiltrações do crime organizado, que tem seus tentáculos e estes alcançam a elite, o alto clero da política deste país e da classe econômica que ditam as regras. Tentáculos estes que estão instalados dentro do Congresso Nacional e na política, apodrecida com a corrupção e com a incompetência de maus políticos que como sangue suga destrói as possibilidades das políticas públicas de educação; saúde; segurança e serviços públicos de maior alcance e melhor qualidade aos brasileiros. Estas elites que a todo tempo não desejam as reformas dos serviços públicos (segurança, educação, saúde); dos espaços urbanos (mobilidade, urbanismo); da reforma política (que levaria o Congresso Nacional a limpar seus quadros) e do estado federativo, inoperante devido à burocracia e a corrupção. Portanto a quem interessa este estado de caos e de violência no Brasil? É esta elite política e econômica que sustenta o jogo do bicho, o narcotráfico, a expansão imobiliária e a lavagem do dinheiro e que faz chegar às ruas, as periferias, as cidades e nas comunidades as armas que mataram soldado Jenilson da Silva Teixeira PM/PB, soldado PM De Lucca PM/SP, o policial civil paulista Jorge Cesar de Castro, o soldado Valdir Antunes de Oliveira PM/MS, o guarda municipal Welington Guilherme de Carvalho da cidade de Ananindeua região metropolitana de Belém, o ex-cmt da GCM de Fortaleza, Francisco Alcimiro, o policial Federal Oto Galvão morto vítima durante um assalto na cidade de Goiânia, o agente penitenciário Naelsom José dos Santos (AL), o sargento França do GATE da PB, além de muitos outros assassinados brutalmente quando em serviço, ou simplesmente por ser identificado como profissional da segurança. É uma realidade chocante, que recebe uma forte contribuição de uma imprensa midiática e seu ensurdecedor silêncio, que esconde os heróis anônimos, mas aclama os homens de colarinho branco e perguntamos quantos mais vão morrer para que você cidadão viva? Segundo a Folha de São Paulo ao menos 229 policiais (civis e militares) foram mortos em 2012, sendo 168 de folga e 46 em serviço, dados não conclusivos e não fidedignos já que estados como RJ e DF não discriminam as causas mortes de policiais fora de serviço, além do mais, o estado do Maranhão não apresentou dados referentes a mortes de policiais. Nos Estados Unidos em 2010 foram registrados 56 assassinatos de policiais, na Suécia morre aproximadamente um policial por ano. Fica obvio que os dados não são mensurados, e o estado brasileiro não dá maior importância às mortes de policiais e de profissionais da segurança, ou seja, o Brasil não possui banco de dados de mortes de policiais, então como o estado e as corporações vão evitar esta mortandade? Se a sociedade não protege e não cuida de seus protetores e seus cuidadores, quem cuidará? O que vivemos no Brasil é a proliferação do populismo penal midiático, o que contribui para o massacre de policiais e de pessoas em todo Brasil. Será esta deficiência que o Estado se apoia para não investigar, achar culpados e puni-los? Pior, será que o Estado nem sequer tem estatísticas precisas dos seus mortos, revelando assim, a intenção obscura de não apurar essas mortes o que revelaria mais podridão na administração pública e nas políticas governamentais? Alguém lembra qual é a resposta do estado quando um corpo é encontrado crivado de bala? Há uma senha já conhecida por todos! “A vítima era envolvida com drogas, e aqui reina o silencio”. Será esta senha que o estado se acoberta para não investigar e punir? Será o Estado tão incompetente e corrompido que precisa apresentar uma desculpa para não revelar sua deficiência em promover segurança de todos? Assim entendemos que o estado ao invés de prevenir, investigar e punir coloca a culpa e já condena a vítima como forma de se eximir de sua responsabilidade. Agora os policiais são vitimados, perseguidos, mau tratados, assediados moralmente, mortos em serviço defendendo a sociedade, e quando de folga mortos apenas por ser um policial. Qual a sociedade que queremos? Qual a Polícia que desejamos? A minha indignação se manifesta neste artigo de opinião. Minha solidariedade a todos os companheiros policiais, a todos profissionais da segurança. E tenho a percepção que também sou vítima, bem como, todos os brasileiros. Resta-nos a incorporação e o empoderamento das ideias de um Estado republicano, de uma sociedade melhor e mais segura, e de uma instituição que promova a segurança de todos e que respeite os direitos e a segurança (também) dos policiais. E tenho a certeza de que tudo isso pode ser superado. Tenho o sonho de que a polícia e a sociedade sejam tão integradas e fortalecidas que policiais e cidadãos não sejam mortos, mais tenham o direito de ir e vir sem serem molestados. De uma utopia ideal, o sonho de que o policial seja acima de tudo respeitado, admirado e amado pela “polis” (cidade) e que este tenha todas as condições de ter uma vida digna. A utopia deve ser perseguida por todos nós. OBRIGADO!!! Paz, amor, felicidade a todos! ASTRONADC PEREIRA DE MORAES Sargento Pereira – Policial Militar da Paraíba SEDS e C.E.D. H
  • são joão Anísio Teixeira PB 2014

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