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Últimas Notícias da cidade de Passa-Quatro - MG nas Redes Sociais

As Notícias são atualizadas em tempo real.

  • nosso congregação da assembléia de Deus ministério vale do paraíba em passa quatro MG


    Claudinei Neves Neves compartilhou uma foto
    Álbum sem título.
  • .'. MUITO IMPORTANTE LER ISTO !!! DEVEMOS NOS UNIR PARA AJUDAR OS LESMAS VERDE A SAIR DESTA SITUAÇÃO... FIQUEM CALMOS. No centenário, Palmeiras de Gareca é 100º colocado entre 101 times do Brasileiro 408Compartilhar 'No centenário, Palmeiras de Gareca é 100º colocado entre 101 times do Brasileiro'Compartilhar 'No centenário, Palmeiras de Gareca é 100º colocado entre 101 times do Brasileiro'Compartilhar 'No centenário, Palmeiras de Gareca é 100º colocado entre 101 times do Brasileiro' ALDO CARNEIRO COSTA/GAZETA PRESS Gareca ainda não venceu pelo Campeonato Brasileiro Justamente no ano do centenário, o Palmeiras não vence há 10 jogos pelo Campeonato Brasileiro e completou sua pior série em toda a história da competição. Com Ricardo Gareca no comando, são sete. Apenas um ponto disputado com o argentino pelo torneio e o vergonhoso aproveitamento de 4,7% dos pontos disputados. A segunda pior média entre todos os 101 times nas quatro divisões nacionais. Gareca foi derrotado por Santos, Cruzeiro, Atlético-MG, São Paulo, Sport e Corinthians pelo Campeonato Brasileiro, e empatou com o Bahia. Suas únicas vitórias foram diante do Avaí (duas vezes), pela Copa do Brasil, e contra a Fiorentina, em amistoso na cidade de São Paulo. Na Série A, segue sem triunfar. SAIBA MAIS Gareca rejeita pedido de demissão e passa decisão de saída à diretoria Fábio faz gol contra, Sport vence de virada, e Palmeiras completa 10 jogos sem vitória Apenas o Grêmio Barueri, em crise na Série D e com quatro reveses em quatro jogos, tem índice pior do que o Palmeiras com Gareca no comando. Os outros 99 clubes possuem aproveitamento superior, no que faz o time alviverde ficar a perigo de entrar em seu centenário na zona do rebaixamento, a ser completado no próximo dia 26. A série de 10 jogos sem vencer pela primeira divisão do Palmeiras - três deles sem Gareca - é a mais vexatória da história do clube em toda a competição. Em 1985, a equipe tinha feito cinco pontos em 10 jogos sem vencer nenhuma vez, mesma sequência negativa de 2011, no que eram as piores até então. O time alviverde não vence o Brasileiro desde 1994.



  • Philipe Wargrave compartilhou a foto de Sociedade Racionalista.
    Brasileiros levam ouro na Olimpíada de Matemática do Cone Sul . . Dois estudantes paulistas conquistaram medalha de ouro e a mais alta classificação individual na 25ª Olimpíada de Matemática do Cone Sul, que terminou nesta quinta-feira (21) em Atlántida, cidade que fica no Uruguai. Pedro Henrique Sacramento de Oliveira, de 15 anos, de Vinhedo (SP), e Gabriel Toneatti Vercelli, de 16 anos, de Osasco (SP), somaram 54 e 51 pontos, respectivamente, e terminaram a competição acadêmica com a primeira e a segunda colocação na classificação individual. Na terceira colocação ficou um estudante do Peru, que somou 50 pontos. Segundo a assessoria de imprensa da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), o Brasil ainda levou uma medalha de prata, conquistada pelo estudante João César Campos Vargas, de 16 anos, de Passa Tempo (MG), e uma de bronze, que volta ao Brasil nas mãos de Andrey Jhen Shan Chen, de 14 anos, de Campinas (SP). Dois professores de São Paulo e da Bahia acompanharam os jovens, que participaram de duas provas teóricas na segunda e na terça-feira (18 e 19). Cada prova teve quatro horas de duração e exigiu a resolução de três problemas de matemática, incluindo áreas como álgebra, teoria dos números, geometria e combinatória. Conforme resolviam os problemas, os participantes somavam pontos que levavam à classificação final. Para concorrerem à prova do Cone Sul, os adolescentes tiveram que participar da OBM, realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa) em parceria com a Sociedade Brasileira de Matemática (SBM). As provas acontecem todos os anos em escolas públicas e particulares do Brasil e os alunos premiados passam por um novo processo de seleção que dura seis meses. Para a Olimpíada de Matemática do Cone Sul, só os quatro alunos mais bem colocados são selecionados para competir. Fonte: http://goo.gl/P0AICK
    Fotos da linha do tempo.
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  • Agatha Souza

    em 21/08/2014
    Melhor avaliação dos últimos tempos Luiz Paulo Olsan Edson Junior Andre Chagas Rodrigo Leal Lucas Oliveira


    Dorival Depressão.
    GÁVEA DE MUNIQUE 2 x 1 ATLÉTICO PÃO DE QUEIJO AVALIAÇÃO E NOTAS Todo mundo clicando na trilha sonora: https://www.youtube.com/watch?v=Iof5pRAIZmw ♫♪Aaaaaii, ai como é bom, ai como é bom, sarrar nesse Atlético com o time do Mengão!♫♪ Ai meu corassaum, sobrinhos, como dizia o grande mestre Gil Brother, eu fico perplecto com esse time brincante do Flamengo. Não tem plano de saúde melhor que assistir um jogo do Mais Querido, primeiro tempo tá aí pra isso, time todo lokão de linguissa, consegue tomar gol de Maicosuel, o cara que tomou porrada do Juan. Ainda bem que os Deuses do Futebol fecham com o certo e não permitiram que a nossa mineira de fé ganhasse o jogo, ou vocês acreditam que João Paulo garantir nove pontos pro Flamengo é algo que não tem interferência divina? Porra, mermão, na sinceridade aqui, o clubismo não existe quando digo que o Hepta já é realidade, a gente só deu umas rodadas de vantagem pros outros pra chegar comendo os cus até o final. VAMOS ÀS NOTAS PAULO INVICTO - NOTA: 10 Já tô indo no cartório pra passar o cu da Rita Cadillac pro teu nome, mito. Que defesa cardíaca foi aquela na cabeçada do André barriga de grávida de 12 meses, meu coração pediu substituição, quase botei uma bateria de Nokia no lugar, eu não lembro mais quem é Felipe, cada defesa é um flash do desneuralizador dos Homens de Preto na minha cara. Que Brasil é esse que não buscou o Paulo Victor pra dar um cargo no Sistema de Segurança Nacional? LAHM MOURA - NOTA: RESPEITA O MUN RÁ Respeita o pai do Paulo Baier caralho, Léo Moura é o cara, quando ele ataca, não volta mais pra marcar e quando vai marcar, não volta mais pra atacar. Mas quem precisa disso, quando esse moicano grisalho da cor do pecado deu um carrinho vigoroso perto do final de jogo e precisou de enfermeiras e cadeira de rodas pra voltar pro campo? E na hora do gol de pênalti, o Mugni já tava pegando a bola, veio o Léo Moura com aquelas senhas preferenciais pra Idoso que eles pegam no banco e partiu pra cobrança, Victor quase pegou a cobrança, só deixou passar por respeito aos anciões, os torcedores agradecem. DESARMARCELO - NOTA: 10 Primeiramente, eu fui escrever e ele me desarmou do teclado aqui. Negão da saúde infinita esse aí. Esse cara tem uma cartilha pra preencher em todo jogo, nela tá escrito que tem que dar emoção pro torcedor senão o jogo não fica maneiro. Como é que pode alguém querer fazer gol contra do meio de campo? Marcelo deu um carrinho na direção do campo do Atlético e a bola voltou pro Paulo Victor, isso aí é coisa de magnetismo da Terra, esse negão manja das físicas, com certeza. E aquele carrinho que ele deu no lance do gol do Atlético? Caralho, aprecia um Mangaratiba lotadão, se a minha TV fosse 3D, eu tomaria uma chuteirada dele na cara. Maneiro que tem bola que vai na altura da cabeça dele e ele lança aqueles pulos de Oliver Tsubasa e consegue chutar a bola pra puta que pariu. A NASA precisa urgentemente estudar o Marcelo. JAFARLLACE - NOTA: 10 Oito minutos de jogo e já tá lá o Terrorista lokão de linguissa tentando cortar bola de calcanhar no bico da área, mais loko que tu só o camera que tava filmando a beleza do arthur e esqueceu que a bola tava indo pro gol. Ninguém liga mais pro Atlético MG, nem quando fazem gol. Eu vi na escalação que o Jô tava em campo pelo Atlético, depois o Wallace me fala se viu também, mas muito provavelmente colocou o mendigo no bolso. JOÃO VOU TE DEI CRUZAMENTO NA CABEÇA - NOTA: É PAVÊ OU PACRUZA? ♫♫Caralho moleque, que dia, que isso, põe o João Paulo em campo pra cruzar♫♫ Tá proibido o João Paulo errar cruzamento, quando ele vai escrever aquelas palavras cruzadas que vem no jornal, ele pega o jornal, faz uma bola e cruza, quando ela cai no chão, tá tudo feito. Vai tomar no cu Dunga Burro, chama um tal de Alex Sandro aí e não lembra do rei da cruzabilidade aqui que dá arrancada tipo Roberto Carlos com cinco minutos de jogo. Melhor pro Flamengo. SHAO KHÁCERES - NOTA: VOU TE PORREI Na moral mermão, William Bonner foi entrevistar o Cáceres pras eleições de 2014, o mito mandou logo o discurso: “Se o atacante chegar perto eu vou bater nas duas canelas, e se ficar reclamando vou fazer tiro de meta com a cabeça dele também!” O meu voto já está garantido. Sente o diálogo dele com o Diego Tardelli: - Yo soy Paraguayo e vim para porrar te - Para o quê? - Paraguayo CANTEROS - NOTA: 10 Tá proibido errar passe nessa porra, Canteros tem hack no pé, a segurança que tava no aeroporto no dia que ele veio chegou a revistar as muambas que ele trazia na bagagem? Porque é impossível esse cara chegar jogando desse jeito mítico sem ter um controle wifi sobre os pés. Tô gostando de ver esse mito na arte do futebol safado e envolvente. MÁRCIO CARALHO SUJO - NOTA: 10 Na moral, esse cara é muito gente boa pra ser titular em todos os times que jogou, deve dar carro emprestado e o caralho, porque ele é muito perebinha de vez em quando, porra, jogo contra o Coritiba, o Iniesta ficou até assustado perguntando quem é esse Márcio Araújo, aí chega hoje, joga esse futebol digno de Jaílton com dengue. Conserta isso aí, lek. LUIZ DA LIGA DA JUSTIÇA - NOTA: RISOS EXTREMOS O cara consegue ser substituido no primeiro tempo e mesmo assim quase fez um gol, se eu fosse o Victor deixava a bola passar, recebi uma informação aí que uns amigos do Luiz foram falar gentilmente com o Victor no intervalo, por isso que ele “acidentalmente” deixou entrar duas finalizações pro gol. Tô vendo vantagem nisso aí, hein Luiz. IBRAHIMONIXON - NOTA: 10 O El Sharaawy do cangaço até que entrou maneiro no jogo, Atlético peida toda vez que o Nixon entra em campo, tanto que o garoto deu uma sarrada de leve nos defensores. Ok que não fez aquela partida de “Caralho como o Nixon é foda, quando eu crescer quero ser presidente que nem ele”, mas deu conta da situação ofensiva. Seu lymdu. PUXA FRANGO - NOTA: 10 Cada arrancada cinco multas. Tá jogando bem pra caralho o Évershow, correndo tanto que se botar ele num gerador, dá energia pro Rio de Janeiro todo, parece um hamster com fome girando naquelas rodas do do Silvio Santos, só que antes ele corria sem objetivo, agora ele tá correndo pra gerar chances de gol. ARTHUR FREAK SHOW - NOTA: 10 Na moral, esse time precisava do Elias, ele parece o Matias do Tropa de Elite, a piada estaria pronta. Toda vez que o Arthur sumisse do jogo, o Elias ia surgir do nada gritando “CADE A PORRA DO BAIANO FILHO DA PUTA?”. Arthur tava tão bizzarro nesse jogo, tão bizarro que ele chegou a resetar que nem MU e eu gostei do que tava vendo, pelo menos ele corre, diferente do Alecsandro “estômago alto”. Toma 10 e me passa a doze aqui, 07 pra eu mostrar um negócio pro Arthur rapidão. EDUARDO MANDZUKIC DA VK - NOTA: SUPER-MASTER-MEGA-HYPER-ULTRA-MAXIMUM-ULTIMATE CABEÇA DE FUZIL METRALHANDO GOLS Eu vou morrer aqui, sérião. Na moral, quem tem filho pequeno levanta ele nesse momento. Eu vou começar a me acostumar a ver gol do Eduardo de cabeça com cruzamento do João Paulo, que se no próximo jogo não tiver, já falo que é crise. Quando eu estiver no shopping e a minha mulher pedir uma opinião sobre a roupa que ela quer comprar, eu vou chamar o Eduardo, porque ele decide. Como é que faz pra ser mito assim? O cara sofre o pênalti do empate e ainda faz a porra do gol da vitória. isso é presságio do Hepta, não queria ser supersticioso, mas o Vasco tava na segundona e o Flamengo pegava o Grêmio na última rodada em 2009. Sabem como se fala "Hepta" em Croata? Eduardo. MUNINTERNET EXPLORER - NOTA: 10 Vai se fuder, toma 10. VANDERLEI MLK PUTO - NOTA: 10 Olha xó meu camarada, tu tem todo um pojeto que eu não tô entendendo muito bem, tu fax uns negóxio extranho na excalaxão botando quatro volantes no meio e fazendo exa porra funxionar, tá me entendendo? Tu tem que me enxinar exas macumba aí, meu camarada. E é isso aí, galera, mais uma vitória na conta e vamo comemorar nessa porra! Quem gostou da avaliação vai dar aquela curtida, aquela comentada e aquela compartilhada de fé, né não? Façam antes que o João paulo já acertou outro cruzamento.
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  • ADRIANO SILVA

    em 14/07/2014 Via Youtube
    ROMULO RODRIGUES E ADRIANO -I DONT WANNA MISS A THING -PASSA QUATRO MG

    ROMULO RODRIGUES E ADRIANO -I DONT WANNA MISS A THING -PASSA QUATRO MG.

  • Edu Toledo Bragantino Pinhalzinho perseguindo a maria-fumaça em Passa Quatro-MG




  • Vanessa Rodrigues compartilhou a foto de Sociedade Racionalista.
    Brasileiros levam ouro na Olimpíada de Matemática do Cone Sul . . Dois estudantes paulistas conquistaram medalha de ouro e a mais alta classificação individual na 25ª Olimpíada de Matemática do Cone Sul, que terminou nesta quinta-feira (21) em Atlántida, cidade que fica no Uruguai. Pedro Henrique Sacramento de Oliveira, de 15 anos, de Vinhedo (SP), e Gabriel Toneatti Vercelli, de 16 anos, de Osasco (SP), somaram 54 e 51 pontos, respectivamente, e terminaram a competição acadêmica com a primeira e a segunda colocação na classificação individual. Na terceira colocação ficou um estudante do Peru, que somou 50 pontos. Segundo a assessoria de imprensa da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), o Brasil ainda levou uma medalha de prata, conquistada pelo estudante João César Campos Vargas, de 16 anos, de Passa Tempo (MG), e uma de bronze, que volta ao Brasil nas mãos de Andrey Jhen Shan Chen, de 14 anos, de Campinas (SP). Dois professores de São Paulo e da Bahia acompanharam os jovens, que participaram de duas provas teóricas na segunda e na terça-feira (18 e 19). Cada prova teve quatro horas de duração e exigiu a resolução de três problemas de matemática, incluindo áreas como álgebra, teoria dos números, geometria e combinatória. Conforme resolviam os problemas, os participantes somavam pontos que levavam à classificação final. Para concorrerem à prova do Cone Sul, os adolescentes tiveram que participar da OBM, realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa) em parceria com a Sociedade Brasileira de Matemática (SBM). As provas acontecem todos os anos em escolas públicas e particulares do Brasil e os alunos premiados passam por um novo processo de seleção que dura seis meses. Para a Olimpíada de Matemática do Cone Sul, só os quatro alunos mais bem colocados são selecionados para competir. Fonte: http://goo.gl/P0AICK
    Fotos da linha do tempo.



  • Viviane Nogueira compartilhou o álbum "Motivos para amar Passa Quatro - MG" de Dona Flor.
    Motivos para amar Passa Quatro - MG.
  • ADRIANO SILVA

    em 29/05/2014 Via Youtube
    ADRIANO REFLITA COMIGO 28 05 2014 PASSA QUATRO MG

    ADRIANO REFLITA COMIGO 28 05 2014 PASSA QUATRO MG.

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  • Vívian Lemos

    em 25/06/2014 Via Google+
    Ultramaratona dos Anjos- 2014- Passa Quatro MG2014-06-25



  • Fernanda Mota compartilhou o álbum "Motivos para amar Passa Quatro - MG" de Dona Flor.
    Motivos para amar Passa Quatro - MG.
  • ADRIANO SILVA

    em 13/07/2014 Via Youtube
    ROMULO RODRIGUES E ADRIANO SILVA -ALWAYS -PASSA QUATRO MG

    ROMULO RODRIGUES E ADRIANO SILVA -ALWAYS -PASSA QUATRO MG.

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  • Daniel Lima

    em 28/06/2014 Via Youtube
    Parapente em Passa Quatro - MG (Paragliding in the Mantiqueira Mountain - Brazil)

    Mais um voo no fim de tarde da Mantiqueira! Minas é o mundo da gente! Paragliding - take off to landing.

  • Jovens IPR Passa Quatro - MG - Entrada Os Valentes de Davi

    Congresso do grupo de jovens da Igreja Presbiteriana Renovada de Passa Quatro - MG, entrada da Mocidade Os Valentes de Davi.

  • assembléia de Deus ministério vale do paraíba em passa quatro MG


    Claudinei Neves Neves compartilhou uma foto
    Álbum sem título.



  • Espiritismo e Renovação Intima compartilhou a foto de Gorete Piesigilli.
    Irma de Castro Rocha (MEIMEI) ♥ Irma de Castro Rocha, este encantador espírito, ficou conhecida na família espírita como Meimei. Trata-se de carinhosa expressão familiar adotada pelo casal Arnaldo Rocha(1) e Irma de Castro Rocha, a partir da leitura que fizeram do livro Momentos em Pequim, do filósofo chinês Lyn Yutang. Ao final do livro, no glossário, encontram o significado da palavra Meimei - "a noiva bem amada". Este apelido ficara em segredo entre o casal. Depois de desencarnada, Irma passa a tratar o seu ex-consorte por "Meu Meimei". Irma de Castro Rocha não foi espírita na acepção da palavra, pois foi criada na Religião Católica. Ela o era, porém, pela prática de alguns princípios da Doutrina Codificada por Allan Kardec, tais como caridade, benevolência, mediunidade (apesar de empírica), além de uma conduta moral ilibada. Nasceu na cidade de Mateus Leme, Minas Gerais, a 22 de outubro de 1922 e desencarnou em Belo Horizonte, em 1º de outubro de 1946. Filha de Adolfo Castro e Mariana Castro, teve quatro irmãos: Carmem, Ruth, Danilo e Alaíde. Aos dois anos de idade sua família transferiu-se para Itaúna - MG. Aos cinco anos ficou órfã de pai. Desde cedo se sobressaiu entre os irmãos por ser uma criança diferente, de beleza e inteligência notáveis. Cursou até o segundo ano normal, sendo destacada aluna. A infância de Meimei foi a de uma criança pobre. Era extremamente modesta e de espírito elevado. Pura e simples. Adorava crianças e tinha um forte desejo - o de ser mãe, não concretizado porque o casamento durou apenas dois anos e houve o agravamento da moléstia de que era portadora: nefrite crônica, acompanhada de pressão alta e necrose nos rins. Irma de Castro, na flor de seus 17 anos, tornou-se uma bela morena clara, alta, cabelos negros, ondulados e compridos, grandes olhos negros bastante expressivos e vivazes. Foi nessa época que se tornou grande amiga de Arnaldo Rocha, que viria a ser o seu esposo. Casaram-se na igreja de São José, matriz de Belo Horizonte. Na saída da igreja, o casal e os convidados viveram uma cena inesquecível. Depararam-se com um mendigo, arrastando-se pelo chão, de forma chocante, sujo, maltrapilho e malcheiroso. Meimei, inesperadamente, volta-se para o andarilho e, sensibilizada pela sua condição, inclina-se, entrega-lhe o buquê, beijando-lhe a testa. Os olhos da noiva ficaram marejados de lágrimas... Arnaldo Rocha afirma que toda criança que passava por Meimei recebia o cumprimento: "Deus te abençoe". Havia um filho imaginário. Acontecia vez por outra de Arnaldo chegar do trabalho, sentar-se ao lado de Meimei e ouvir dela a seguinte frase: "Meu bem, você está sentado em cima de meu principezinho". Meimei tinha a mediunidade muito aflorada, o que, para seu marido, à época, tratava-se de disfunção psíquica. Estes pontos na vida de Meimei retratam os compromissos adquiridos em existência anterior, na corte de Felipe II, ao lado do marido Fernando Álvares de Toledo - o Duque de Alba (Arnaldo Rocha). Nessa época seu nome teria sido Maria Henríquez. Apesar do pouco tempo de casados, o casal foi muito feliz. Ela tinha muito ciúme do seu "cigano". Arnaldo Rocha explica que esse cuidado por parte dela era devido ao passado complicado do marido. Chico Xavier explicara que Meimei vinha auxiliando Arnaldo Rocha na caminhada evolutiva há muitos séculos, por isso a sua acuidade em adocicar os momentos mais difíceis e alegrar ainda mais os instantes de ventura. Na noite da sua desencarnação, Arnaldo Rocha acorda, por volta de duas horas da madrugada, com sua princesa rasgando a camisola e vomitando sangue, devido a um edema agudo de pulmão. O marido sai desesperado em busca de médico, pois não tinham telefone. Ao voltar, encontra-a morta. A amizade entre o casal, projetando juras de eterno amor, teve início por volta do século VIII a.C. Um general do império Assírio e Babilônico, de nome Beb Alib, ficou conhecendo Mabi, bela princesa, salvando-a da perseguição de um leão faminto. Foi Meimei quem relatou a história, confirmada depois por Chico Xavier e traduzida inconscientemente pelo escritor e ex-presidente da União Espírita Mineira, Camilo Rodrigues Chaves, no livro Semíramis, romance histórico publicado pela editora LAKE, de São Paulo. Essas reminiscências de Meimei eram tão comuns que, além desse fato contido no livro citado, há, também, uma referência à personagem Blandina (Meimei), no livro Ave, Cristo! Aconteceu da seguinte forma: Chico passou um determinado capítulo do livro para Arnaldo Rocha avaliar. À medida que lia, lágrimas escorriam por suas faces, aos borbotões. Ao final da leitura, Arnaldo disse para Chico: "Já conheço esse trecho!" Chico arrematou: "Meimei lhe contou, né?" Nesse romance de Emmanuel, Blandina teria sido filha de Taciano Varro (Arnaldo Rocha), definindo a necessidade do reencontro de corações com vista à evolução espiritual. Através da mediunidade de Chico Xavier, muitas outras informações chegaram ao coração de Arnaldo sobre a trajetória espiritual de Meimei. À guisa de aprendizado, Arnaldo foi anotando essas informações e trabalhando, em foro de imortalidade, aspectos de seu burilamento. Meimei tinha a mediunidade clarividente, conversava com os espíritos e relembrava cenas do passado. Era comum ver Meimei, por exemplo, lendo um livro e, de repente, ficar com o olhar perdido no tempo. Nesses instantes, Arnaldo olhava de soslaio e pensava: "Está delirando". Algumas vezes ela afirmava: "Naldinho, vejo cenas, e nós estamos dentro delas; aconteceu em determinada época na cidade...". Arnaldo, à época materialista, não sabendo como lidar com esses assuntos, cortava o diálogo, afirmando: "Deixa isso de lado, pois quem morre deixa de existir". Em seus últimos dias terrenos, nos momentos de ternura entre o casal apaixonado, apesar do sofrimento decorrente da doença, Meimei tratava Arnaldo como "Sr. Duque" e pedia que ele a chamasse de "minha Pilarzinha". Achando curioso o pedido, Arnaldo perguntou o motivo e recebeu uma resposta que, para ele, era mais uma de suas fantasias: "Naldinho, esse era o modo de tratamento de um casal que viveu na Espanha no século XVI. O esposo chamava-se Duque de Alba e a sua esposa, Maria Henríquez". Embevecido com a mente criativa na arte de teatralizar da querida esposa, entrava na brincadeira deixando de lado as excessivas perquirições. Apresentamos esse ângulo da vida de Meimei para suscitar reflexões acerca do progresso espiritual por ela engendrado em suas diversas reencarnações - das quais citamos apenas algumas -, e que conduziram nossa querida amiga Meimei ao belo trabalho realizado em prol da divulgação da Doutrina Espírita, no Mundo Espiritual, aproveitando as vinculações afetivas com aqueles corações que permaneceram no plano terreno. Em seus derradeiros dias de vida terrena, Meimei começou a ter visões. Ela falava da avó Mariana, que vinha visitá-la e que em breve iria levá-la para viajar pela Alba dos céus. Depois de muitos anos veio a confirmação através de Chico Xavier. Arnaldo recebe do médium amigo, em primeira mão, o livro Entre a Terra e o Céu, ditado por André Luiz, no qual encontra uma trabalhadora do Mundo Espiritual - Blandina - vivendo no Lar da Bênção, junto com sua Vovó Mariana, cuidando de crianças. Em determinado trecho, Blandina revela um pouco da sua vida terrena junto ao consorte amado. Arnaldo Rocha narra um fato muito importante no redirecionamento de sua vida. No romance "Ave, Cristo!", que se desenvolve na antiga Gália Lugdunense, encontra-se um diálogo entre os personagens Taciano Varro (Arnaldo Rocha) e Lívia (Chico Xavier), no qual as notas do Evangelho sublimam as aspirações humanas. Lívia consola Taciano, afirmando que "no futuro encontrar-nos-emos em Blandina". Essa profecia realizou-se mais ou menos 1600 anos depois, na Avenida Santos Dumont, em Belo Horizonte, no encontro "casual" entre Arnaldo Rocha e Chico Xavier, após o qual Arnaldo Rocha, materialista convicto, deixa cair as escamas que lhe toldavam a visão espiritual. Graças à amizade fraterna entre Arnaldo Rocha e Francisco Cândido Xavier, reconstituída pelo encontro "acidental" na Av. Santos Dumont, a história de amor entre Meimei e Arnaldo manteve-se como farol a iluminar a vida dele, agora em bases do Evangelho, que é o roteiro revelador do Amor Eterno. Depois daquele encontro, que marcou o cumprimento da profecia de Lívia e Taciano Varro, Arnaldo, o jovem incauto e materialista, recebeu consolo para suas dores; presentes do céu foram materializados para dirimir sua solidão; pelas evidências do sobrenatural, incentivos nasceram para o estudo da Doutrina Espírita, surgindo, por conseqüência, novos amigos que indicaram ao jovem viúvo um caminho diferente das conquistas na Terra. Passando a viajar permanentemente a Pedro Leopoldo, berço da simplicidade da família Xavier, recebeu de Meimei, sua querida esposa, as mais belas missivas através da psicografia e da clarividência de Chico Xavier. Faltam-nos palavras para expressar nossa ternura e respeito ao espírito Meimei que, por mais de seis décadas, tem inspirado os espíritas a seguir o Caminho, e a Verdade e a Vida Eterna. Ao finalizar este singelo preito de gratidão a Irma de Castro Rocha, a doce Meimei das criancinhas, lembramos o pensamento do Benfeitor Emmanuel, que sintetiza a amizade dos trabalhadores do Espiritismo Evangélico em todo o Brasil com o Espírito Meimei: um verdadeiro "sol que ilumina os tristes na senda da dor. Meimei, #amor...".
    Fotos da publicação de Gorete Piesigilli em MEIMEI, A PROTETORA DAS CRIANÇAS E DOS JOVENS!.
  • TREM TURÍSTICO, MARIA FUMAÇA EM PASSA QUATRO/MG

    GRAVADO EM 02/07/2014.

  • ADRIANO SILVA

    em 15/07/2014 Via Youtube
    KAIO E WILIAN DUPLA DE PASSA QUATRO MG 15-07-2014

    GRAVADO POR ANA GRANATO E REINALDO PEREIRA NA CASA DO ADRIANO SILVA EM PASSA QUATRO MG 15-07-2014.

  • ADRIANO SILVA

    em 03/06/2014 Via Youtube
    PASSA QUATRO MG -ZE BRASIL E ADRIANO TEASER SHOW

    GOURMET 2014 PASSA QUATRO MG -ZE BRASIL E ADRIANO TEASER SHOW.




  • Silvany Barros Cunha Alvim compartilhou o álbum "Motivos para amar Passa Quatro - MG" de Dona Flor.
    Motivos para amar Passa Quatro - MG.
  • Inauguração SOL Store em Passa Quatro - MG

    Mais uma loja conceito SOL Store é inaugurada, desta vez em parceria com a Adrena de Passa Quatro, MG oferecendo serviço de escola e toda a linha de produtos SOL Paragliders para o Sul de Minas e Vale do Paraíba.

    http://www.solparagliders.com.br/noticias.php?id=819

    SOL Paragliders
    SOL Paragliders - Site OFICIAL Sol Sports.
  • 1° Trem da Serra da Mantiqueira – Passa Quatro – MGTop 10 Trens do Brasil



  • Dalzisa Lucas compartilhou a foto de Anderson Veloso.
    Passeio de Maria fumaça. Passa Quatro - MG
    Fotos de Minas Gerais.
  • Das séries "Somos todos Terráqueos - Fronteiras são trincheiras" e "Brasil dá aula ao mundo"


    Paulo Abrão.
    NOVOS IMIGRANTES MUDAM O CENÁRIO DO RIO GRANDE DO SUL 18 de Agosto 2014 Nova migração é um movimento recente, mas suficientemente forte para causar modificações econômicas, étnicas e culturais Por: Carlos Rollsing e Humberto Trezzi Um novo processo migratório, formado sobretudo por africanos e caribenhos, começa a vingar no Rio Grande do Sul – onde imigrantes italianos, alemães e poloneses se instalaram aos milhares no século 19. Muitas daquelas famílias europeias se fixaram em matagais despovoados na Serra, no Vale do Taquari e no Norte, dando início às principais colonizações do Estado. As regiões cresceram, cidades como Caxias do Sul, Lajeado e Passo Fundo se tornaram pujantes polos industriais e hoje são ponta de lança do ciclo encabeçado por 11,5 mil estrangeiros negros – vindos não de zonas rurais, como seus antecessores, mas do meio urbano, e com pelo menos o Ensino Médio no currículo escolar. Fogem da pobreza: no Brasil, podem ganhar até seis vezes mais do que no seu país de origem. O território gaúcho é um dos principais destinos de senegaleses e haitianos, principalmente o Interior, pois em Porto Alegre o custo de vida é mais alto, e a demanda por essa mão de obra, menor. Nas pequenas cidades, eles mudam o retrato da massa trabalhadora. Em Encantado, fundada por italianos, os migrantes negros já representam 2% da população – e 30% dos funcionários de um frigorífico da Dália Alimentos. O sonho de todos é o mesmo dos colonos que chegaram há quase 200 anos: conseguir um lugar ao sol. Produzir. Vencer no Brasil. François Petit Compere, 27 anos, já se considera um vencedor. Saiu do Haiti de avião há três nos e cinco meses, rumo a Manaus. Passou horrores na jornada, dormiu ao relento, migrou para Bento Gonçalves, conseguiu emprego e hoje se diz “rico” para os padrões de seu país. Recebe R$ 1,2 mil de salário na metalúrgica Zen e, por trabalhar com polimento, mais 40% de insalubridade. Gasta R$ 300 com aluguel, almoça no bandejão da empresa e a maior parte do dinheiro restante manda para Porto Príncipe, onde sustenta o filho pequeno e a ex-mulher. — A cada dois meses recebo, praticamente, o que levava um ano para conseguir no Haiti, como cabeleireiro — comemora François, que já trouxe a nova mulher, haitiana, para morar na Serra. Alcançar o status de haitianos como François é o anseio dos ganeses, que começam a chegar em caravanas ao Brasil. Vincent Iaboa , 24 anos, partiu no início de julho de Kumane, no interior de Gana, onde atuava como vendedor ambulante. Juntou dinheiro seu e de um irmão para pagar a viagem, via Marrocos, até São Paulo. Pernoitou na rodoviária paulistana durante 15 dias. Quatro amigos que vieram com ele não aguentaram o barulho dos ônibus e desistiram, voltando. Iaboa era universitário, estudante de Administração de Empresas, mas aqui está disposto a fazer qualquer coisa para sobreviver. Dorme num colchonete dentro do Seminário Nossa Senhora Aparecida, em Caxias do Sul, alimentado pela caridade alheia. ZH visitou as principais cidades gaúchas onde se concentram os novos imigrantes: Caxias, Bento Gonçalves, Lajeado, Encantado, Marau, Passo Fundo, Erechim e Gravataí. Autores do livro O Novo Rosto das Imigrações no Brasil: O Caso dos Haitianos no RS (a ser lançado em setembro), o pesquisador Jurandir Zamberlam e o padre João Marcos Cimadon, coordenador de Mobilidade Humana da Regional Sul da CNBB, estimam que 11,5 mil africanos, caribenhos e asiáticos se fixaram no Estado. Porto Alegre é só ponto de passagem, diz Zamberlam, por conta de três fatores: o custo de vida, puxado pelo aluguel, é muito alto; estão no Interior as empresas de abate de animais e construção civil que mais precisam de mão de obra; e, lá, eles não são “invisíveis” como na Capital. Os haitianos, dominicanos, senegaleses, ganeses, gambianos e bengaleses (habitantes de Bangladesh) e indianos que vieram para cá são de uma certa classe média urbana. Muitos têm Ensino Médio, Superior incompleto ou mesmo completo. Mulheres, como a senegalesa Adama Sall , 35 anos, funcionária do frigorífico Aurora, de Erechim. Parte significativa é poliglota. No caso do Haiti, há pesquisadores que já classificam o fenômeno como uma “fuga de cérebros” do país. Nesse ponto, se diferenciam dos alemães e italianos vindos no século 19, na maioria agricultores com baixa instrução. Somente em grupos mais recentes vieram haitianos de menor escolaridade e mais pobres, ligados ao êxodo rural. — As imigrações do século 19 foram fomentadas pelos governos. Havia uma política de trazer esses europeus para cumprir três objetivos básicos: povoar o Sul do Brasil, produzir alimentos em pequenas propriedades de terra e, em menor escala, promover um branqueamento da população em função da escravidão — diz o historiador René Gertz, professor da PUCRS. A maioria dos novos imigrantes vem por conta própria, ingressando de forma ilegal. Depois fazem o pedido de refúgio, instrumento legal para um estrangeiro permanecer no Brasil, alegando perseguições políticas (caso de Bangladesh e de Gâmbia) ou questões humanitárias (caso do Haiti, empobrecido mesmo antes do terremoto que o devastou, em janeiro de 2010). Mas o maior motivo das migrações é econômico, sobretudo em relação a Gana, Senegal e República Dominicana: seus habitantes querem é fugir da falta de trabalho e de dinheiro. Após a solicitação, o migrante ganha direito de tirar a carteira de trabalho e, assim, ficar temporariamente no país. Em 2013, o número de pedidos quadruplicou, de 4,2 mil para 17,9 mil. — Eu não chamaria isso de nova onda migratória. Onda pressupõe que, em algum momento, vai acabar. Diria que é um fluxo migratório que passa a incluir o Brasil – pontua Gabriela Mezzanotti, coordenadora do curso de Relações Internacionais da Unisinos. — Esses fluxos sempre aconteceram, mas o Brasil era exportador, e não destino. Os brasileiros iam aos EUA. Agora estamos fazendo parte desses países que têm algo a oferecer aos migrantes. Enquanto América do Norte e Europa, premiadas por altas taxas de desemprego, fecham suas fronteiras, o Brasil vem se tornando referência internacional na acolhida. Não existe um programa oficial de incentivo do governo, mas a permanência é facilitada porque o mercado tem interesse na mão de obra. — Há uma flexibilização da justificativa para o refúgio — diz diz Mariana Dalana Corbellini, subcoordenadora do curso de Relações Internacionais da Universidade de Santa Cruz do Sul. — O Brasil considera um dever estabelecer cooperação em termos diplomáticos, fazendo intercâmbio com países em desenvolvimento. São brasileiras algumas das grandes construtoras que atuam na África e América Central, por exemplo. No caso haitiano, o Brasil envia milhares de vacinas ao ano pela Fundação Oswaldo Cruz, oferece cursos pelo Senai e Senac e é líder da Missão de Paz da ONU naquele território, o que lhe confere ainda mais responsabilidade frente aos cidadãos. Ao mesmo tempo em que dá atenção especial a investimentos no Caribe e na África, o Brasil, com a força de sua indústria, acaba se tornando atrativo para os estrangeiros. O pesquisador Zamberlam exemplifica: — Hoje, o Brasil é o maior exportador de frango para o mundo muçulmano, com 1,8 bilhão de habitantes atendidos por 300 empresas, a maioria delas da Região Sul. E os muçulmanos só admitem receber o produto se o abate for dentro do rito halal (nos preceitos da religião). Isso contribuiu para que milhares de africanos viessem trabalhar aqui. Por vezes, as próprias empresas atraem a mão de obra estrangeira. A operação costuma se dar dentro da legalidade. Os refugiados têm carteira assinada e recebem as mesmas remunerações e benefícios dos brasileiros. Mas existem relatos de exploração. Alguns precisam quitar as dívidas contraídas com a viagem, o que os expõem a uma condição de fragilidade e análoga à escravidão: servidão por dívida, jornadas exaustivas, trabalho forçado e meios degradantes. Em junho de 2013, em Cuiabá (MT), fiscais do Ministério Público do Trabalho (MPT)encontraram, em obras do programa Minha Casa Minha Vida, 21 haitianos alojados em situação precária. Em novembro do mesmo ano, em uma mineradora de Conceição do Mato Dentro (MG), havia, segundo definição do MPT, 100 haitianos “abrigados em local similar a uma senzala”. A primeira coisa que os estrangeiros fazem, após conseguir serviço, é mandar dinheiro aos que ficaram no seu país. É por isso que as remessas dos imigrantes superam as exportações haitianas, informa Letícia Mamed, doutoranda em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas e professora da Universidade Federal do Acre, que integra um grupo de estudo de migrações. Mais de um terço da população adulta do Haiti recebe repasses monetários regulares de parentes radicados no Exterior. Foram US$ 1,5 bilhão em 2010 e US$ 2,1 bilhões em 2011. A escassez de força de trabalho nas indústrias do interior gaúcho foi determinante para que empresários buscassem migrantes. Sem eles, as linhas de produção corriam o risco de parar, efeito do desinteresse da população local – focada em melhores empregos – em desempenhar atividades pesadas e menos rentáveis. — Enfrentávamos uma carência enorme de mão de obra. Ficamos sabendo que a Massas Romena (em Gravataí) havia contratado haitianos. Fomos até Brasileia (no Acre) e trouxemos 50 haitianos em outubro de 2012 — conta Sandra Simonis Lucca, supervisora de Pessoal da Dália Alimentos, em Encantado. — Em fevereiro de 2013, voltamos a Brasileia e trouxemos mais 75 haitianos e alguns dominicanos. A partir daí, eles começaram a fazer contatos com outros compatriotas, que foram se candidatando a vagas de emprego. Atualmente, a empresa conta com 321 estrangeiros no frigorífico de Encantado — 30% do total de funcionários. Após a chegada de milhares de estrangeiros, as vagas de emprego no interior diminuíram. O indiano Prem Abhilash Kapil, 55 anos, sentiu na pele o efeito. Ele veio ao Brasil por indicação de amigos, mas passou cinco meses desempregado. Depois de muita insistência, há pouco mais de 30 dias foi admitido em uma obra da construtora Zagonel, em Lajeado, onde vive em uma casa com outros três compatriotas. Está mais aliviado. — O Brasil é bom para ganhar dinheiro. Estou feliz, meu único problema é a língua — diz Kapil, que tenta, muitas vezes em vão, se comunicar em inglês com a população do Vale do Taquari. Com a desaceleração da indústria, a expectativa dos setores produtivos é de que, em breve, os estrangeiros estarão trabalhado nas colheitas da maçã, do fumo e da uva. São setores em que a mão de obra também é escassa. Sem as alternativas de colocação no emprego, o risco é criar uma disputa entre brasileiros e imigrantes, o que já mostrou efeitos nefastos em outros países, como as escaladas de xenofobia na Europa. A nova migração é um movimento recente, mas suficientemente forte para causar modificações econômicas, étnicas e culturais no interior gaúcho. Em Encantado, os 400 estrangeiros representam cerca de 2% dos 20 mil habitantes locais. O município já comemora, em maio, o Dia da Bandeira Haitiana. Senegaleses rezam a Maomé em Fábrica de Móveis O ritual se repete cinco vezes ao dia na fábrica de móveis Saccaro, em Caxias. Um por vez, os senegaleses se dirigem ao banheiro e começam a lavar mãos e pés, nas pias. É a purificação antes do encontro com os ensinamentos do Profeta, como chamam Maomé. Então, em fila, se ajoelham sobre um tapete verde (que eles chamam de “a July”) ornamentado com a figura de uma mesquita e começam a rezar. Baixinho, em wolof, principal idioma dos países da África Ocidental. — Alahu Akbar (Alá seja Louvado) — recitam, misturando o árabe ao dialeto senegalês. Os murmúrios vão crescendo, deixando escorrer entre os dedos as contas da masbaha, equivalente muçulmano a um rosário católico. Pedem perdão pelos pecados, sob olhar curioso — e respeitoso — dos colegas brasileiros. Mesmo os não fundamentalistas rezam cinco vezes ao dia. E respeitam o Ramadã, mês no qual só podem se alimentar à noite. No primeiro dia de agosto, quebraram o jejum com um farto “Almoço da Família”: carne de gado com batata e arroz, tudo apimentado. Tirando a falta que sentem da família, os senegaleses são só elogios ao Brasil. Há recíproca. — Eles têm muita facilidade para o trabalho, são honestos, disciplinados e não reclamam. Aprendem rápido, inclusive o idioma — diz a gerente de Relações Humanas da Saccaro, Ana Paula De Zorzi Caon. São 15 na fábrica, todos homens: dois costureiros, um contador, um pintor e os demais, marceneiros. Yakhia Ba, o líder, costuma usar vestes tribais ou o fez (gorro muçulmano). Alguns faziam, no Senegal, faculdade na área de exatas, mas agora têm de lutar para sobreviver. Ganham bem, para o padrão africano. Modu Kurabu era comerciante em Dakar, com os pais. Nunca vendia o suficiente para sustentar mulher e dois filhos. Agora recebe R$ 1,3 mil, gasta R$ 500 e manda o resto para casa. Vários nem conhecem os filhos: as mulheres estavam grávidas quando eles migraram para o Brasil. Matam saudade via skype: todos têm computadores conectados à África. Caribenhos são protegidos por Igreja Passaram-se quase 150 anos, mas a história, ainda que com distinções e peculiaridades, se repete. Em 1882, chegaram a Encantado, distante 149 quilômetros de Porto Alegre, os primeiros imigrantes italianos. Os descendentes desses viajantes formaram famílias, se espalharam pelo território e, hoje, são absoluta maioria na cidade, com domínio sobre a cultura, a política e a economia. A primeira criança gerada pelos italianos em Encantado foi Maria Bratti. Já falecida, ela é avó de Ivonete Teixeira, 61 anos, que hoje dedica sua vida ao Centro de Evangelização João Batista Scalabrini, ligado à Paróquia São Pedro, responsável por acolher as centenas de haitianos, dominicanos e senegaleses que desembarcaram na cidade nos últimos três anos, com frio, sem emprego ou lugar para dormir. No vácuo do Estado, a Igreja assumiu a vanguarda solidária. A história da congregação scalabriniana, assim como a da família de Ivonete, traça um paralelo entre passado e presente. Era 1887 quando o padre italiano João Batista Scalabrini, preocupado com os viajantes do país que partiam rumo a outras regiões do mundo sem dinheiro, emprego e teto, além do desconhecimento da língua local, resolveu fundar a congregação com o objetivo de prestar caridade aos imigrantes. No linguajar religioso, esse é o “carisma” da entidade. A congregação chegou a Encantado em abril de 1896, com a inauguração da Paróquia São Pedro, a primeira igreja scalabriniana do Rio Grande do Sul. E até hoje permanece atuante no município, sendo a única de Encantado. Depois de amparar os italianos, os scalabrinianos atravessaram mais de cem anos de espera para acolher os imigrantes negros da África e da América Central. Um paralelo histórico que suscita temas como o racismo e a xenofobia. — No início, tínhamos preocupação com a receptividade porque o italiano, em geral, é racista. Mas quase não tivemos problemas. Usamos o histórico a nosso favor. Dissemos que somos uma comunidade que nasceu da imigração. Por isso, entendemos que o mais justo era receber bem esses novos imigrantes — conta Ivonete, voluntária scalabriniana. Ganeses acampam em Seminário Para quem ficou dormindo em banco duro de rodoviária, atordoado pelo ruído dos veículos, passando frio e fome, o seminário Nossa Senhora Aparecida, em Caxias do Sul, lembra um paraíso. O prédio em pedra, envolto por flores e pomares, abrigava até 10 dias atrás 90 ganeses que migraram para o Sul durante a Copa do Mundo, sem passagem de volta nem ingresso para os jogos. São parte de uma leva de 380 que escolheu a Serra gaúcha como ponto de partida na busca de emprego. Permaneceram no Brasil 1.132 ganeses dos 2.529 que vieram com visto de turista para a Copa. Os primeiros conseguiram emprego rápido. Os retardatários aguardam ofertas. A rede de solidariedade católica garantiu a eles hospedagem em Caxias, comida e busca por colocação no mercado de trabalho. Daqueles 90, uns 20 são cristãos e os demais, muçulmanos. Passavam o dia atormentados pelo frio serrano, usando blusões recém-doados pelos fiéis da paróquia, sequiosos pelos raios de sol que iluminam o pátio interno do seminário. Lavavam as próprias roupas, cozinhavam basicamente, frango com arroz, muito condimentado — e comiam bergamotas nos intervalos. Dormiam junto ao refeitório, em colchões. — São tão honestos e tímidos que tenho de insistir para que peguem frutas no pomar, façam suco. Delimitamos um perímetro para usarem e eles não ultrapassam. E vêm com uma habilidade a mais em relação aos brasileiros: falam o idioma inglês — descreveu o administrador do seminário, padre Edmundo Marcon. Em cadeiras dispostas em círculos ao ar livre, os ganeses recebiam lições de português de duas voluntárias, a estudante de Relações Internacionais Juliana Camelo e a publicitária Márcia Pessoa. As duas aproveitaram para praticar o inglês com os africanos. — Também tomei conhecimento da culinária e da música deles. Muito legal, quero um intercâmbio para conhecer o país deles — entusiasmou-se Juliana. Há semanas, emissários do frigorífico Nicolini, de Nova Araçá, vieram buscar 30 ganeses no seminário e perguntaram como fariam para levar os pertences dos migrantes. De imediato, todos embrulharam as roupas em sacolas e estavam prontos: possuem apenas algumas roupas, celulares e nada mais. Mustafah Ibraim é um deles. Ex-jogador de futebol, sofreu um acidente de carro e ficou impossibilitado de jogar. Passou fome na procura por emprego em Gana. Decidiu migrar. Com ajuda dos pais, juntou dinheiro, voou até o Marrocos e veio parar em Caxias, viajando de cidade em cidade, acampando. Não tem dúvidas de que o Brasil “é o melhor país do mundo”. Fonte: ZH Notícias - 16.08.2014
  • ADRIANO SILVA

    em 29/05/2014 Via Google+
    ADRIANO REFLITA COMIGO 28 05 2014 PASSA QUATRO MG

    ADRIANO REFLITA COMIGO 28 05 2014 PASSA QUATRO MG
    ADRIANO REFLITA COMIGO 28 05 2014 PASSA QUATRO MG
  • ADRIANO SILVA

    em 07/04/2014 Via Google+
    ADRIANO CIGANA -PASSA QUATRO MG

    ADRIANO CIGANA -PASSA QUATRO MG
    ADRIANO CIGANA -PASSA QUATRO MG 07/04/2014



  • Maria Auxiliadora Dos Santos compartilhou o álbum "Motivos para amar Passa Quatro - MG" de Dona Flor.
    Motivos para amar Passa Quatro - MG.
  • 16 DE JULHO-2014: Missa em Passa Quatro-MG.

    O Frei Petrônio de Miranda, Padre e Jornalista Carmelita, faz um convite para as Festividades em louvor a Nossa Senhora do Carmo em Passa Quatro-MG, no dia 1...


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