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  • Pintadas:Município chocado com a maior tragédia de sua história
    O Município de Pintadas localizado no Território do Jacuípe, nunca havia registrado uma tragédia com tantas mortes em um acidente desde a sua emancipação no ano de 1985. A morte de sete moradores e outros oito feridos na tarde de terça-feira,29, na BA 414 t...

    Pintadas:Município chocado com a maior tragédia de sua história ~ O Que é Notícia
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  • Progamação de outubro
    PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA IMACULADA CONCEIÇÃO Rua Manoel Vicente – nº 45 CEP
    44.610-000 Pintadas – BA     FONE – FAX 75 3693 2156   e-ami...

    Progamação de outubro



  • Fatima De Maria Serejo compartilhou uma foto
    A divulgação da pesquisa Datafolha nesta sexta-feira (29) confirmou a tendência de vitória de Marina Silva, já prevista pelo Ibope dias antes. Dela se extraem duas conclusões: primeiro, é remota a possibilidade de Aécio Neves recuperar os 19 pontos que o separam de suas rivais, empatadas com 34% das intenções de voto; segundo, também é remota a possibilidade de Dilma Rousseff vencer as eleições. Marina não é minha candidata, mas seria leviandade não me curvar aos números e, principalmente, à atmosfera do País. Beneficiada pela morte de Eduardo Campos, a quem não transferia seu capital eleitoral, ela personificou a demanda da sociedade por mudança. Em duas semanas sob exposição ininterrupta, suas intenções de voto cresceram vertiginosamente. E a tendência é que cresçam ainda mais. Hoje ela já ostenta o triplo do melhor desempenho de Campos em todas as pesquisas - salvo engano - 11%. Mas é claro que esse não é o fator central dessa ascensão. Até porque a exposição é compensada pelo seu reduzido tempo de propaganda no rádio e na TV - metade do tempo de Aécio e um quinto do tempo de Dilma; sua estrutura partidária é infinitamente inferior à de ambos; e o mesmo ocorre com suas alianças nos estados. Não é sequer absurdo indagar se estes fatores não contribuem para seu crescimento, já que desde junho do ano passado há uma rejeição generalizada à classe política. Originadas em São Paulo pelo MPL – grupo de extrema-esquerda que defende a gratuidade no transporte público – os protestos tomaram as grandes cidades do País. A adesão da classe média neles inseriu bandeiras de diversos matizes, que podem ser sintetizados, de um lado, pela demanda por melhores serviços públicos - saúde, educação, transporte e segurança – e, de outro, pela descrença com os partidos e os políticos, indistintamente. Gritos “Sem partido”, “São todos iguais”, “Farinha do mesmo saco” deram a tona do período. Marina, que sozinha já tivera votação expressiva em 2010, apresenta-se como alternativa a “tudo que está aí”. E o eleitor comprou a ideia. Mas certamente essa não é uma ideia comum, fundada numa análise lógico-racional de pressupostos, variantes, hipóteses e projeções de efeitos e resultados. Marina não possui experiência administrativa. Como senadora não possui produção legislativa relevante. Seu programa de governo não propõe nada que já não tenha sido sugerido. Sua trajetória, admirável apenas em virtude de sua origem pobre, é maculada pela exploração oportunista do cadáver de Chico Mendes e agora, de Eduardo Campos - como todos os políticos brasileiros, canonizado “post mortem”. Ministra pelo PT, ganhou notoriedade por combater o agronegócio, uma das principais forças-motrizes da economia brasileira. Daí resultou o reconhecimento e prêmios de ONGs internacionais, principalmente da Europa, que pregam no ‘terceiro mundo’ a sempre palatável proteção do meio-ambiente. Com frequência, na prática isso significa criar óbices para o desenvolvimento de países como o Brasil – o que, evidentemente, vai ao encontro dos interesses dos países ricos e já industrializados. E como estou a falar da provável presidente da República, não vou varrer a história para baixo do tapete: nos anos 1980, quando a ditadura no Brasil já era decadente e, no mundo, a URSS implodia, Marina aderiu ao Partido Revolucionário Comunista, célula clandestina de cunho marxista-leninista que encontrou abrigo dentro do Partido dos Trabalhadores. As pessoas devem saber o que isso significa, porém é válido repetir: trata-se de instaurar, via força e armas, uma ditadura totalitária supostamente popular, extinguir todos os partidos exceto o dirigente, abolir a propriedade privada e as liberdades públicas e - mais grave - para criar o “novo homem revolucionário e comunista”, eliminar das pessoas suas singularidades, que são o que fazem umas serem diferentes das outras. É uma espécie de experimento sócio-humano e quem a ele se opuser é sumariamente fuzilado ou escravizado num campo de concentração. A meu ver, quem pretende levar adiante uma agenda dessa natureza ciente de que seus resultados constituem a pior catástrofe de toda a história, com uma centena de milhões de mortos nas costas, não é adepto de ideologia política, social ou econômica. É terrorista e inimigo da liberdade. Com esse currículo e na iminência de se tornar presidente, sou levado a crer que não se trata de uma ideia comum. Estamos diante de uma ideia fixa. Ou, numa palavra: obsessão. É o tipo de ideia que o implacável ditador soviético Josef Stalin temia quando dizia que “ideias são mais perigosas que armas.” Não há remédio para combatê-las porque são instintivas e involuntárias e se incrustam no inconsciente inebriado por uma fixação. Marina tornou-se a expressão de uma época – aquilo que os alemães chamaram de “zeitgeist” - incorporando de forma personalíssima o anseio por novos ares. Funciona de forma similar ao populismo, do qual Lula e outros políticos fizeram uso. Porém, com Marina é diferente porque - ao contrário do que pressupus – a idolatria não é produto de um plano induzido deliberada e paulatinamente pela máquina de propaganda. Nada é parecido. Sua ascensão meteórica sem precedentes é um fenômeno inédito em nossa história. Se eleita, o País embarcará numa aventura que pode dar certo ou não. Ou, como suspeito, não deve resultar em mudanças profundas. Dentro da legalidade, das instituições e com respeito aos contratos vigentes, mudanças não ocorrem da noite para o dia e nem em quatro anos. Fato é que ela interromperá o perigoso projeto de poder do PT, cujos cálculos políticos subestimaram o eleitor e não incluíram ‘o imponderável’ nas equações. E é bom recordar que, a despeito das nossas advertências, em 2010 o eleitor deu a Dilma um voto de confiança ao qual ela não fazia jus. O resultado foi desastroso. Mesmo assim, a responsabilidade pelo quadro atual não é somente da sociedade. A classe política dirigente tem, sim, grande parcela de culpa no cartório. Desde que é oposição o PSDB tem sido incapaz de apresentar uma alternativa ao petismo. O partido errou em 2005 ao não levar a cabo o impeachment de Lula, que cometera crime de responsabilidade no Mensalão. Errou em 2006 ao lançar Geraldo Alckmin candidato, quando deveria ter lançado José Serra novamente. Errou em 2010 ao lançar Serra, quando deveria lançar Alckmin ou o próprio Aécio, cuja candidatura atual é um fiasco e hoje se encontra na UTI: caso não apresente recuperação nos próximos 10 dias, deveria desligar os aparelhos que lhe dão sobrevida – leia-se as máquinas partidário-eleitorais - e voltar para as Minas Gerais, onde seu candidato enfrenta dificuldades contra o petista Fernando Pimentel. No quesito erro o PT não fica atrás: o partido transformou a corrupção e o compadrio em política de governo, instrumentalizou as instituições em prol de seus interesses privados e aliou-se às figuras mais retrógradas da política nacional. Surfando nas boas ondas da economia internacional até 2008 e agarrando-se à crescente demanda da pujante China, ampliou programas sociais do antecessor FHC – que, segundo a cartilha oficial, teria deixado uma herança maldita - e fez do aumento do consumo o motor do crescimento. Contudo, não aproveitou o momento favorável para promover as reformas que 100 em cada 100 analistas julgavam necessárias, especialmente a tributária e a de infraestrutura, que teriam contribuído para aumentar a produtividade e a competividade da economia. Em 2010, com índices de aprovação nas nuvens, Lula elegeu Dilma, pintada pelo marketeiro João Santana como gestora competente e intolerante com os malfeitos, ou seja, exatamente o oposto do que ela é. Há 12 anos apeado do poder, o PSDB tem pouco a perder. Uma nova derrota presidencial talvez sirva para o partido finalmente reconhecer a necessidade de novos rumos. Talvez não. Ainda assim, os tucanos ainda têm boas chances de governar estados ricos, como SP, MG e PR – e participar de outros, como o da BA e do RS, onde seus aliados devem vencer as eleições contra adversários petistas. O mesmo não se pode dizer do PT, que há 12 anos suga a administração, os bancos, a Petrobras, os Correios e etc. A derrota virtualmente irreversível na órbita federal, acrescida do náufrago que se vislumbra nos estados, será a pior de sua história. O tempo irá dizer se o partido será capaz de se reerguer. A expectativa, contudo, fica mesmo por conta da forma como Marina governará: seu partido, a Rede, que ainda não existe, obviamente não elegerá nenhum parlamentar. E agregar aliados para formar uma base de apoio no Congresso não é conveniente. É imprescindível. Render-se-á a “nova política” aos velhos caciques? Ou tentará sobre eles impor suas vontades? Ao contrário das eleições, aqui não existe terceira via. É uma ou outra.
    Fotos da linha do tempo.
  • Helio e Junior em Pintadas-BA

    Vinheta de Chamada Festa de Hélio e Junior em Pintadas-Ba.

  • Homenagem a santo Antônio
    Festa em homenagem a Santo Antônio 05 a 08 de junho 2014 Comunidade Antônio Gomes – Pintadas – BA Tema: A exemplo de Santo Antônio,   queremos renovar a nossa fé Programação DIA 05   - QUINTA-FEIRA 19:00h: Abertura da Festa   Homenagem aos Casais. Tema: Fam...

    Homenagem a santo Antônio



  • Jaelson Gravações compartilhou um link.
    jaelsongravacoes2014.blogspot.com
    Jaelson Gravações 24 Horas de Sucesso: Unha Pintada Show O Gostozinho Ao Vivo No Povoado....
  • Mulheres Pintadas Rolou Recalque BA

  • Cadu Oliveira

    em 06/05/2014 Via Youtube
    FUNCEB ITINERANTE 2014 - Ananizia Bastos de Oliveira - PINTADAS/BA

    "Eu faço todos os trabalhos. Eu sou gari dessa cidade há 23 anos. Sou sambadeira. Canto música e roda. Sou 'rezadeira' e 'benzedora' do povo. Sou 'fazedeira'...

  • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk


    Raquel Friede compartilhou uma foto
    A divulgação da pesquisa Datafolha nesta sexta-feira (29) confirmou a tendência de vitória de Marina Silva, já prevista pelo Ibope dias antes. Dela se extraem duas conclusões: primeiro, é remota a possibilidade de Aécio Neves recuperar os 19 pontos que o separam de suas rivais, empatadas com 34% das intenções de voto; segundo, também é remota a possibilidade de Dilma Rousseff vencer as eleições. Marina não é minha candidata, mas seria leviandade não me curvar aos números e, principalmente, à atmosfera do País. Beneficiada pela morte de Eduardo Campos, a quem não transferia seu capital eleitoral, ela personificou a demanda da sociedade por mudança. Em duas semanas sob exposição ininterrupta, suas intenções de voto cresceram vertiginosamente. E a tendência é que cresçam ainda mais. Hoje ela já ostenta o triplo do melhor desempenho de Campos em todas as pesquisas - salvo engano - 11%. Mas é claro que esse não é o fator central dessa ascensão. Até porque a exposição é compensada pelo seu reduzido tempo de propaganda no rádio e na TV - metade do tempo de Aécio e um quinto do tempo de Dilma; sua estrutura partidária é infinitamente inferior à de ambos; e o mesmo ocorre com suas alianças nos estados. Não é sequer absurdo indagar se estes fatores não contribuem para seu crescimento, já que desde junho do ano passado há uma rejeição generalizada à classe política. Originadas em São Paulo pelo MPL – grupo de extrema-esquerda que defende a gratuidade no transporte público – os protestos tomaram as grandes cidades do País. A adesão da classe média neles inseriu bandeiras de diversos matizes, que podem ser sintetizados, de um lado, pela demanda por melhores serviços públicos - saúde, educação, transporte e segurança – e, de outro, pela descrença com os partidos e os políticos, indistintamente. Gritos “Sem partido”, “São todos iguais”, “Farinha do mesmo saco” deram a tona do período. Marina, que sozinha já tivera votação expressiva em 2010, apresenta-se como alternativa a “tudo que está aí”. E o eleitor comprou a ideia. Mas certamente essa não é uma ideia comum, fundada numa análise lógico-racional de pressupostos, variantes, hipóteses e projeções de efeitos e resultados. Marina não possui experiência administrativa. Como senadora não possui produção legislativa relevante. Seu programa de governo não propõe nada que já não tenha sido sugerido. Sua trajetória, admirável apenas em virtude de sua origem pobre, é maculada pela exploração oportunista do cadáver de Chico Mendes e agora, de Eduardo Campos - como todos os políticos brasileiros, canonizado “post mortem”. Ministra pelo PT, ganhou notoriedade por combater o agronegócio, uma das principais forças-motrizes da economia brasileira. Daí resultou o reconhecimento e prêmios de ONGs internacionais, principalmente da Europa, que pregam no ‘terceiro mundo’ a sempre palatável proteção do meio-ambiente. Com frequência, na prática isso significa criar óbices para o desenvolvimento de países como o Brasil – o que, evidentemente, vai ao encontro dos interesses dos países ricos e já industrializados. E como estou a falar da provável presidente da República, não vou varrer a história para baixo do tapete: nos anos 1980, quando a ditadura no Brasil já era decadente e, no mundo, a URSS implodia, Marina aderiu ao Partido Revolucionário Comunista, célula clandestina de cunho marxista-leninista que encontrou abrigo dentro do Partido dos Trabalhadores. As pessoas devem saber o que isso significa, porém é válido repetir: trata-se de instaurar, via força e armas, uma ditadura totalitária supostamente popular, extinguir todos os partidos exceto o dirigente, abolir a propriedade privada e as liberdades públicas e - mais grave - para criar o “novo homem revolucionário e comunista”, eliminar das pessoas suas singularidades, que são o que fazem umas serem diferentes das outras. É uma espécie de experimento sócio-humano e quem a ele se opuser é sumariamente fuzilado ou escravizado num campo de concentração. A meu ver, quem pretende levar adiante uma agenda dessa natureza ciente de que seus resultados constituem a pior catástrofe de toda a história, com uma centena de milhões de mortos nas costas, não é adepto de ideologia política, social ou econômica. É terrorista e inimigo da liberdade. Com esse currículo e na iminência de se tornar presidente, sou levado a crer que não se trata de uma ideia comum. Estamos diante de uma ideia fixa. Ou, numa palavra: obsessão. É o tipo de ideia que o implacável ditador soviético Josef Stalin temia quando dizia que “ideias são mais perigosas que armas.” Não há remédio para combatê-las porque são instintivas e involuntárias e se incrustam no inconsciente inebriado por uma fixação. Marina tornou-se a expressão de uma época – aquilo que os alemães chamaram de “zeitgeist” - incorporando de forma personalíssima o anseio por novos ares. Funciona de forma similar ao populismo, do qual Lula e outros políticos fizeram uso. Porém, com Marina é diferente porque - ao contrário do que pressupus – a idolatria não é produto de um plano induzido deliberada e paulatinamente pela máquina de propaganda. Nada é parecido. Sua ascensão meteórica sem precedentes é um fenômeno inédito em nossa história. Se eleita, o País embarcará numa aventura que pode dar certo ou não. Ou, como suspeito, não deve resultar em mudanças profundas. Dentro da legalidade, das instituições e com respeito aos contratos vigentes, mudanças não ocorrem da noite para o dia e nem em quatro anos. Fato é que ela interromperá o perigoso projeto de poder do PT, cujos cálculos políticos subestimaram o eleitor e não incluíram ‘o imponderável’ nas equações. E é bom recordar que, a despeito das nossas advertências, em 2010 o eleitor deu a Dilma um voto de confiança ao qual ela não fazia jus. O resultado foi desastroso. Mesmo assim, a responsabilidade pelo quadro atual não é somente da sociedade. A classe política dirigente tem, sim, grande parcela de culpa no cartório. Desde que é oposição o PSDB tem sido incapaz de apresentar uma alternativa ao petismo. O partido errou em 2005 ao não levar a cabo o impeachment de Lula, que cometera crime de responsabilidade no Mensalão. Errou em 2006 ao lançar Geraldo Alckmin candidato, quando deveria ter lançado José Serra novamente. Errou em 2010 ao lançar Serra, quando deveria lançar Alckmin ou o próprio Aécio, cuja candidatura atual é um fiasco e hoje se encontra na UTI: caso não apresente recuperação nos próximos 10 dias, deveria desligar os aparelhos que lhe dão sobrevida – leia-se as máquinas partidário-eleitorais - e voltar para as Minas Gerais, onde seu candidato enfrenta dificuldades contra o petista Fernando Pimentel. No quesito erro o PT não fica atrás: o partido transformou a corrupção e o compadrio em política de governo, instrumentalizou as instituições em prol de seus interesses privados e aliou-se às figuras mais retrógradas da política nacional. Surfando nas boas ondas da economia internacional até 2008 e agarrando-se à crescente demanda da pujante China, ampliou programas sociais do antecessor FHC – que, segundo a cartilha oficial, teria deixado uma herança maldita - e fez do aumento do consumo o motor do crescimento. Contudo, não aproveitou o momento favorável para promover as reformas que 100 em cada 100 analistas julgavam necessárias, especialmente a tributária e a de infraestrutura, que teriam contribuído para aumentar a produtividade e a competividade da economia. Em 2010, com índices de aprovação nas nuvens, Lula elegeu Dilma, pintada pelo marketeiro João Santana como gestora competente e intolerante com os malfeitos, ou seja, exatamente o oposto do que ela é. Há 12 anos apeado do poder, o PSDB tem pouco a perder. Uma nova derrota presidencial talvez sirva para o partido finalmente reconhecer a necessidade de novos rumos. Talvez não. Ainda assim, os tucanos ainda têm boas chances de governar estados ricos, como SP, MG e PR – e participar de outros, como o da BA e do RS, onde seus aliados devem vencer as eleições contra adversários petistas. O mesmo não se pode dizer do PT, que há 12 anos suga a administração, os bancos, a Petrobras, os Correios e etc. A derrota virtualmente irreversível na órbita federal, acrescida do náufrago que se vislumbra nos estados, será a pior de sua história. O tempo irá dizer se o partido será capaz de se reerguer. A expectativa, contudo, fica mesmo por conta da forma como Marina governará: seu partido, a Rede, que ainda não existe, obviamente não elegerá nenhum parlamentar. E agregar aliados para formar uma base de apoio no Congresso não é conveniente. É imprescindível. Render-se-á a “nova política” aos velhos caciques? Ou tentará sobre eles impor suas vontades? Ao contrário das eleições, aqui não existe terceira via. É uma ou outra.
    Fotos da linha do tempo.
  • **
    Informações: Nome do Álbum: Pintadas-BA Lançamento Novo 2014 Repertório: atualizado  Tamanho Do CD 198 MB Postado Por : DJ RAFA Ano de Lançamento: 2014 Baixar CD - Lançamento

    NEGRAS FM 92,1
    Informações: Nome do Álbum: Pintadas-BA Lançamento Novo 2014 Repertório: atualizado  Tamanho Do CD 198 MB Postado Por : DJ RAFA Ano de Lançamento: 2014 Baixar CD - Lançamento
  • Welcome to World Cup Revolution Brazil 2014!!!

    Uma homenagem aos "caras pintadas" dos anos 90.


  • Léo Araújo

    em 25/01/2014 Via Youtube
    Show Nethos de Santana em Pintadas-BA

    Vídeo contendo trecho da música inédita da banda Nethos de Santana: Ave Maria Para o nosso Amor.




  • Jatoba Jatoba Vox da Silva compartilhou uma foto
    A divulgação da pesquisa Datafolha nesta sexta-feira (29) confirmou a tendência de vitória de Marina Silva, já prevista pelo Ibope dias antes. Dela se extraem duas conclusões: primeiro, é remota a possibilidade de Aécio Neves recuperar os 19 pontos que o separam de suas rivais, empatadas com 34% das intenções de voto; segundo, também é remota a possibilidade de Dilma Rousseff vencer as eleições. Marina não é minha candidata, mas seria leviandade não me curvar aos números e, principalmente, à atmosfera do País. Beneficiada pela morte de Eduardo Campos, a quem não transferia seu capital eleitoral, ela personificou a demanda da sociedade por mudança. Em duas semanas sob exposição ininterrupta, suas intenções de voto cresceram vertiginosamente. E a tendência é que cresçam ainda mais. Hoje ela já ostenta o triplo do melhor desempenho de Campos em todas as pesquisas - salvo engano - 11%. Mas é claro que esse não é o fator central dessa ascensão. Até porque a exposição é compensada pelo seu reduzido tempo de propaganda no rádio e na TV - metade do tempo de Aécio e um quinto do tempo de Dilma; sua estrutura partidária é infinitamente inferior à de ambos; e o mesmo ocorre com suas alianças nos estados. Não é sequer absurdo indagar se estes fatores não contribuem para seu crescimento, já que desde junho do ano passado há uma rejeição generalizada à classe política. Originadas em São Paulo pelo MPL – grupo de extrema-esquerda que defende a gratuidade no transporte público – os protestos tomaram as grandes cidades do País. A adesão da classe média neles inseriu bandeiras de diversos matizes, que podem ser sintetizados, de um lado, pela demanda por melhores serviços públicos - saúde, educação, transporte e segurança – e, de outro, pela descrença com os partidos e os políticos, indistintamente. Gritos “Sem partido”, “São todos iguais”, “Farinha do mesmo saco” deram a tona do período. Marina, que sozinha já tivera votação expressiva em 2010, apresenta-se como alternativa a “tudo que está aí”. E o eleitor comprou a ideia. Mas certamente essa não é uma ideia comum, fundada numa análise lógico-racional de pressupostos, variantes, hipóteses e projeções de efeitos e resultados. Marina não possui experiência administrativa. Como senadora não possui produção legislativa relevante. Seu programa de governo não propõe nada que já não tenha sido sugerido. Sua trajetória, admirável apenas em virtude de sua origem pobre, é maculada pela exploração oportunista do cadáver de Chico Mendes e agora, de Eduardo Campos - como todos os políticos brasileiros, canonizado “post mortem”. Ministra pelo PT, ganhou notoriedade por combater o agronegócio, uma das principais forças-motrizes da economia brasileira. Daí resultou o reconhecimento e prêmios de ONGs internacionais, principalmente da Europa, que pregam no ‘terceiro mundo’ a sempre palatável proteção do meio-ambiente. Com frequência, na prática isso significa criar óbices para o desenvolvimento de países como o Brasil – o que, evidentemente, vai ao encontro dos interesses dos países ricos e já industrializados. E como estou a falar da provável presidente da República, não vou varrer a história para baixo do tapete: nos anos 1980, quando a ditadura no Brasil já era decadente e, no mundo, a URSS implodia, Marina aderiu ao Partido Revolucionário Comunista, célula clandestina de cunho marxista-leninista que encontrou abrigo dentro do Partido dos Trabalhadores. As pessoas devem saber o que isso significa, porém é válido repetir: trata-se de instaurar, via força e armas, uma ditadura totalitária supostamente popular, extinguir todos os partidos exceto o dirigente, abolir a propriedade privada e as liberdades públicas e - mais grave - para criar o “novo homem revolucionário e comunista”, eliminar das pessoas suas singularidades, que são o que fazem umas serem diferentes das outras. É uma espécie de experimento sócio-humano e quem a ele se opuser é sumariamente fuzilado ou escravizado num campo de concentração. A meu ver, quem pretende levar adiante uma agenda dessa natureza ciente de que seus resultados constituem a pior catástrofe de toda a história, com uma centena de milhões de mortos nas costas, não é adepto de ideologia política, social ou econômica. É terrorista e inimigo da liberdade. Com esse currículo e na iminência de se tornar presidente, sou levado a crer que não se trata de uma ideia comum. Estamos diante de uma ideia fixa. Ou, numa palavra: obsessão. É o tipo de ideia que o implacável ditador soviético Josef Stalin temia quando dizia que “ideias são mais perigosas que armas.” Não há remédio para combatê-las porque são instintivas e involuntárias e se incrustam no inconsciente inebriado por uma fixação. Marina tornou-se a expressão de uma época – aquilo que os alemães chamaram de “zeitgeist” - incorporando de forma personalíssima o anseio por novos ares. Funciona de forma similar ao populismo, do qual Lula e outros políticos fizeram uso. Porém, com Marina é diferente porque - ao contrário do que pressupus – a idolatria não é produto de um plano induzido deliberada e paulatinamente pela máquina de propaganda. Nada é parecido. Sua ascensão meteórica sem precedentes é um fenômeno inédito em nossa história. Se eleita, o País embarcará numa aventura que pode dar certo ou não. Ou, como suspeito, não deve resultar em mudanças profundas. Dentro da legalidade, das instituições e com respeito aos contratos vigentes, mudanças não ocorrem da noite para o dia e nem em quatro anos. Fato é que ela interromperá o perigoso projeto de poder do PT, cujos cálculos políticos subestimaram o eleitor e não incluíram ‘o imponderável’ nas equações. E é bom recordar que, a despeito das nossas advertências, em 2010 o eleitor deu a Dilma um voto de confiança ao qual ela não fazia jus. O resultado foi desastroso. Mesmo assim, a responsabilidade pelo quadro atual não é somente da sociedade. A classe política dirigente tem, sim, grande parcela de culpa no cartório. Desde que é oposição o PSDB tem sido incapaz de apresentar uma alternativa ao petismo. O partido errou em 2005 ao não levar a cabo o impeachment de Lula, que cometera crime de responsabilidade no Mensalão. Errou em 2006 ao lançar Geraldo Alckmin candidato, quando deveria ter lançado José Serra novamente. Errou em 2010 ao lançar Serra, quando deveria lançar Alckmin ou o próprio Aécio, cuja candidatura atual é um fiasco e hoje se encontra na UTI: caso não apresente recuperação nos próximos 10 dias, deveria desligar os aparelhos que lhe dão sobrevida – leia-se as máquinas partidário-eleitorais - e voltar para as Minas Gerais, onde seu candidato enfrenta dificuldades contra o petista Fernando Pimentel. No quesito erro o PT não fica atrás: o partido transformou a corrupção e o compadrio em política de governo, instrumentalizou as instituições em prol de seus interesses privados e aliou-se às figuras mais retrógradas da política nacional. Surfando nas boas ondas da economia internacional até 2008 e agarrando-se à crescente demanda da pujante China, ampliou programas sociais do antecessor FHC – que, segundo a cartilha oficial, teria deixado uma herança maldita - e fez do aumento do consumo o motor do crescimento. Contudo, não aproveitou o momento favorável para promover as reformas que 100 em cada 100 analistas julgavam necessárias, especialmente a tributária e a de infraestrutura, que teriam contribuído para aumentar a produtividade e a competividade da economia. Em 2010, com índices de aprovação nas nuvens, Lula elegeu Dilma, pintada pelo marketeiro João Santana como gestora competente e intolerante com os malfeitos, ou seja, exatamente o oposto do que ela é. Há 12 anos apeado do poder, o PSDB tem pouco a perder. Uma nova derrota presidencial talvez sirva para o partido finalmente reconhecer a necessidade de novos rumos. Talvez não. Ainda assim, os tucanos ainda têm boas chances de governar estados ricos, como SP, MG e PR – e participar de outros, como o da BA e do RS, onde seus aliados devem vencer as eleições contra adversários petistas. O mesmo não se pode dizer do PT, que há 12 anos suga a administração, os bancos, a Petrobras, os Correios e etc. A derrota virtualmente irreversível na órbita federal, acrescida do náufrago que se vislumbra nos estados, será a pior de sua história. O tempo irá dizer se o partido será capaz de se reerguer. A expectativa, contudo, fica mesmo por conta da forma como Marina governará: seu partido, a Rede, que ainda não existe, obviamente não elegerá nenhum parlamentar. E agregar aliados para formar uma base de apoio no Congresso não é conveniente. É imprescindível. Render-se-á a “nova política” aos velhos caciques? Ou tentará sobre eles impor suas vontades? Ao contrário das eleições, aqui não existe terceira via. É uma ou outra.
    Fotos da linha do tempo.
  • Noaci Loula

    em 11/08/2014 Via Google+
    Reunião de Circulo - Rosa de Saron / Federação Noroeste
    Reunião de Círculo Rosa de Saron  Federação de SAFs do Presbitério Noroeste  Local: Pintadas/Ba.  10 de agosto de 2014 Federação de SAFs do Presbitério Noroeste da Bahia Local - Igreja Presbiteriana de Pintadas  

    Reunião de Circulo - Rosa de Saron / Federação Noroeste
    Reunião de Círculo Rosa de Saron  Federação de SAFs do Presbitério Noroeste  Local: Pintadas/Ba.  10 de agosto de 2014 Federação de SAFs do Presbitério Noroeste da Bahia Local - Igreja Presbiteriana d...
  • Grave acidente na BA 414, que liga Pintadas a Ipirá deixa pelo menos sete mortos

    Na tarde desta terça-feira, 29 de outubro de 2013, aconteceu um grave acidente que deixou 04 vítimas fatais e outras pessoas feridas na BA-414, que liga Pint...

  • joabe quartzo

    em 22/02/2014 Via Youtube
    banheiro com paredes pintadas com areia de quartzo

    Orçamento (62)8244-8054 Goias www.pintoremgoiania.com.br Orcamento (61) 8353-8282 Brasilia www.quartzoembrasilia.com.br A Empresa The Flash Revestimentos tra...

  • Projeto Vida Nova missão sertão, Arueira povoado de Pintadas BA 22\ 03 \14




  • Tânia Cetrim Maciel compartilhou uma foto
    A divulgação da pesquisa Datafolha nesta sexta-feira (29) confirmou a tendência de vitória de Marina Silva, já prevista pelo Ibope dias antes. Dela se extraem duas conclusões: primeiro, é remota a possibilidade de Aécio Neves recuperar os 19 pontos que o separam de suas rivais, empatadas com 34% das intenções de voto; segundo, também é remota a possibilidade de Dilma Rousseff vencer as eleições. Marina não é minha candidata, mas seria leviandade não me curvar aos números e, principalmente, à atmosfera do País. Beneficiada pela morte de Eduardo Campos, a quem não transferia seu capital eleitoral, ela personificou a demanda da sociedade por mudança. Em duas semanas sob exposição ininterrupta, suas intenções de voto cresceram vertiginosamente. E a tendência é que cresçam ainda mais. Hoje ela já ostenta o triplo do melhor desempenho de Campos em todas as pesquisas - salvo engano - 11%. Mas é claro que esse não é o fator central dessa ascensão. Até porque a exposição é compensada pelo seu reduzido tempo de propaganda no rádio e na TV - metade do tempo de Aécio e um quinto do tempo de Dilma; sua estrutura partidária é infinitamente inferior à de ambos; e o mesmo ocorre com suas alianças nos estados. Não é sequer absurdo indagar se estes fatores não contribuem para seu crescimento, já que desde junho do ano passado há uma rejeição generalizada à classe política. Originadas em São Paulo pelo MPL – grupo de extrema-esquerda que defende a gratuidade no transporte público – os protestos tomaram as grandes cidades do País. A adesão da classe média neles inseriu bandeiras de diversos matizes, que podem ser sintetizados, de um lado, pela demanda por melhores serviços públicos - saúde, educação, transporte e segurança – e, de outro, pela descrença com os partidos e os políticos, indistintamente. Gritos “Sem partido”, “São todos iguais”, “Farinha do mesmo saco” deram a tona do período. Marina, que sozinha já tivera votação expressiva em 2010, apresenta-se como alternativa a “tudo que está aí”. E o eleitor comprou a ideia. Mas certamente essa não é uma ideia comum, fundada numa análise lógico-racional de pressupostos, variantes, hipóteses e projeções de efeitos e resultados. Marina não possui experiência administrativa. Como senadora não possui produção legislativa relevante. Seu programa de governo não propõe nada que já não tenha sido sugerido. Sua trajetória, admirável apenas em virtude de sua origem pobre, é maculada pela exploração oportunista do cadáver de Chico Mendes e agora, de Eduardo Campos - como todos os políticos brasileiros, canonizado “post mortem”. Ministra pelo PT, ganhou notoriedade por combater o agronegócio, uma das principais forças-motrizes da economia brasileira. Daí resultou o reconhecimento e prêmios de ONGs internacionais, principalmente da Europa, que pregam no ‘terceiro mundo’ a sempre palatável proteção do meio-ambiente. Com frequência, na prática isso significa criar óbices para o desenvolvimento de países como o Brasil – o que, evidentemente, vai ao encontro dos interesses dos países ricos e já industrializados. E como estou a falar da provável presidente da República, não vou varrer a história para baixo do tapete: nos anos 1980, quando a ditadura no Brasil já era decadente e, no mundo, a URSS implodia, Marina aderiu ao Partido Revolucionário Comunista, célula clandestina de cunho marxista-leninista que encontrou abrigo dentro do Partido dos Trabalhadores. As pessoas devem saber o que isso significa, porém é válido repetir: trata-se de instaurar, via força e armas, uma ditadura totalitária supostamente popular, extinguir todos os partidos exceto o dirigente, abolir a propriedade privada e as liberdades públicas e - mais grave - para criar o “novo homem revolucionário e comunista”, eliminar das pessoas suas singularidades, que são o que fazem umas serem diferentes das outras. É uma espécie de experimento sócio-humano e quem a ele se opuser é sumariamente fuzilado ou escravizado num campo de concentração. A meu ver, quem pretende levar adiante uma agenda dessa natureza ciente de que seus resultados constituem a pior catástrofe de toda a história, com uma centena de milhões de mortos nas costas, não é adepto de ideologia política, social ou econômica. É terrorista e inimigo da liberdade. Com esse currículo e na iminência de se tornar presidente, sou levado a crer que não se trata de uma ideia comum. Estamos diante de uma ideia fixa. Ou, numa palavra: obsessão. É o tipo de ideia que o implacável ditador soviético Josef Stalin temia quando dizia que “ideias são mais perigosas que armas.” Não há remédio para combatê-las porque são instintivas e involuntárias e se incrustam no inconsciente inebriado por uma fixação. Marina tornou-se a expressão de uma época – aquilo que os alemães chamaram de “zeitgeist” - incorporando de forma personalíssima o anseio por novos ares. Funciona de forma similar ao populismo, do qual Lula e outros políticos fizeram uso. Porém, com Marina é diferente porque - ao contrário do que pressupus – a idolatria não é produto de um plano induzido deliberada e paulatinamente pela máquina de propaganda. Nada é parecido. Sua ascensão meteórica sem precedentes é um fenômeno inédito em nossa história. Se eleita, o País embarcará numa aventura que pode dar certo ou não. Ou, como suspeito, não deve resultar em mudanças profundas. Dentro da legalidade, das instituições e com respeito aos contratos vigentes, mudanças não ocorrem da noite para o dia e nem em quatro anos. Fato é que ela interromperá o perigoso projeto de poder do PT, cujos cálculos políticos subestimaram o eleitor e não incluíram ‘o imponderável’ nas equações. E é bom recordar que, a despeito das nossas advertências, em 2010 o eleitor deu a Dilma um voto de confiança ao qual ela não fazia jus. O resultado foi desastroso. Mesmo assim, a responsabilidade pelo quadro atual não é somente da sociedade. A classe política dirigente tem, sim, grande parcela de culpa no cartório. Desde que é oposição o PSDB tem sido incapaz de apresentar uma alternativa ao petismo. O partido errou em 2005 ao não levar a cabo o impeachment de Lula, que cometera crime de responsabilidade no Mensalão. Errou em 2006 ao lançar Geraldo Alckmin candidato, quando deveria ter lançado José Serra novamente. Errou em 2010 ao lançar Serra, quando deveria lançar Alckmin ou o próprio Aécio, cuja candidatura atual é um fiasco e hoje se encontra na UTI: caso não apresente recuperação nos próximos 10 dias, deveria desligar os aparelhos que lhe dão sobrevida – leia-se as máquinas partidário-eleitorais - e voltar para as Minas Gerais, onde seu candidato enfrenta dificuldades contra o petista Fernando Pimentel. No quesito erro o PT não fica atrás: o partido transformou a corrupção e o compadrio em política de governo, instrumentalizou as instituições em prol de seus interesses privados e aliou-se às figuras mais retrógradas da política nacional. Surfando nas boas ondas da economia internacional até 2008 e agarrando-se à crescente demanda da pujante China, ampliou programas sociais do antecessor FHC – que, segundo a cartilha oficial, teria deixado uma herança maldita - e fez do aumento do consumo o motor do crescimento. Contudo, não aproveitou o momento favorável para promover as reformas que 100 em cada 100 analistas julgavam necessárias, especialmente a tributária e a de infraestrutura, que teriam contribuído para aumentar a produtividade e a competividade da economia. Em 2010, com índices de aprovação nas nuvens, Lula elegeu Dilma, pintada pelo marketeiro João Santana como gestora competente e intolerante com os malfeitos, ou seja, exatamente o oposto do que ela é. Há 12 anos apeado do poder, o PSDB tem pouco a perder. Uma nova derrota presidencial talvez sirva para o partido finalmente reconhecer a necessidade de novos rumos. Talvez não. Ainda assim, os tucanos ainda têm boas chances de governar estados ricos, como SP, MG e PR – e participar de outros, como o da BA e do RS, onde seus aliados devem vencer as eleições contra adversários petistas. O mesmo não se pode dizer do PT, que há 12 anos suga a administração, os bancos, a Petrobras, os Correios e etc. A derrota virtualmente irreversível na órbita federal, acrescida do náufrago que se vislumbra nos estados, será a pior de sua história. O tempo irá dizer se o partido será capaz de se reerguer. A expectativa, contudo, fica mesmo por conta da forma como Marina governará: seu partido, a Rede, que ainda não existe, obviamente não elegerá nenhum parlamentar. E agregar aliados para formar uma base de apoio no Congresso não é conveniente. É imprescindível. Render-se-á a “nova política” aos velhos caciques? Ou tentará sobre eles impor suas vontades? Ao contrário das eleições, aqui não existe terceira via. É uma ou outra.
    Fotos da linha do tempo.
  • ACIDENTE FATAL NA BAHIA
    TRAGÉDIA! SETE MORREM EM ACIDENTA NA BA 414 Um grave acidente aconteceu no final da tarde desta terça feira(29) na Ba 414 estrada que liga Ipirá a Pintadas, segundo informações das pessoas que estavam no local do acidente um veículo tipo furgão de placa BWU...

    ACIDENTE FATAL NA BAHIA
    TRAGÉDIA! SETE MORREM EM ACIDENTA NA BA 414 Um grave acidente aconteceu no final da tarde desta terça feira(29) na Ba 414 estrada que liga Ipirá a Pintadas, segundo informações das pessoas que estavam no local do acid...
  • TRAGÉDIA! SETE MORREM EM ACIDENTA NA BA 414
    U m grave acidente aconteceu no final da tarde desta terça
    feira(29) na Ba 414 estrada que liga Ipirá a Pintadas, segundo informações das
    pessoas que estavam no local do acidente um veículo tipo furgão de placa BWU
    0382 que era conduzido pelo senhor Alfredo...

    TRAGÉDIA! SETE MORREM EM ACIDENTA NA BA 414
    Um grave acidente aconteceu no final da tarde desta terça feira(29) na Ba 414 estrada que liga Ipirá a Pintadas, segundo informações das pessoas que estavam no local do acidente um veículo tipo furgão de placa BWU 0382 que er...



  • Jonel Mendonça compartilhou uma foto
    A divulgação da pesquisa Datafolha nesta sexta-feira (29) confirmou a tendência de vitória de Marina Silva, já prevista pelo Ibope dias antes. Dela se extraem duas conclusões: primeiro, é remota a possibilidade de Aécio Neves recuperar os 19 pontos que o separam de suas rivais, empatadas com 34% das intenções de voto; segundo, também é remota a possibilidade de Dilma Rousseff vencer as eleições. Marina não é minha candidata, mas seria leviandade não me curvar aos números e, principalmente, à atmosfera do País. Beneficiada pela morte de Eduardo Campos, a quem não transferia seu capital eleitoral, ela personificou a demanda da sociedade por mudança. Em duas semanas sob exposição ininterrupta, suas intenções de voto cresceram vertiginosamente. E a tendência é que cresçam ainda mais. Hoje ela já ostenta o triplo do melhor desempenho de Campos em todas as pesquisas - salvo engano - 11%. Mas é claro que esse não é o fator central dessa ascensão. Até porque a exposição é compensada pelo seu reduzido tempo de propaganda no rádio e na TV - metade do tempo de Aécio e um quinto do tempo de Dilma; sua estrutura partidária é infinitamente inferior à de ambos; e o mesmo ocorre com suas alianças nos estados. Não é sequer absurdo indagar se estes fatores não contribuem para seu crescimento, já que desde junho do ano passado há uma rejeição generalizada à classe política. Originadas em São Paulo pelo MPL – grupo de extrema-esquerda que defende a gratuidade no transporte público – os protestos tomaram as grandes cidades do País. A adesão da classe média neles inseriu bandeiras de diversos matizes, que podem ser sintetizados, de um lado, pela demanda por melhores serviços públicos - saúde, educação, transporte e segurança – e, de outro, pela descrença com os partidos e os políticos, indistintamente. Gritos “Sem partido”, “São todos iguais”, “Farinha do mesmo saco” deram a tona do período. Marina, que sozinha já tivera votação expressiva em 2010, apresenta-se como alternativa a “tudo que está aí”. E o eleitor comprou a ideia. Mas certamente essa não é uma ideia comum, fundada numa análise lógico-racional de pressupostos, variantes, hipóteses e projeções de efeitos e resultados. Marina não possui experiência administrativa. Como senadora não possui produção legislativa relevante. Seu programa de governo não propõe nada que já não tenha sido sugerido. Sua trajetória, admirável apenas em virtude de sua origem pobre, é maculada pela exploração oportunista do cadáver de Chico Mendes e agora, de Eduardo Campos - como todos os políticos brasileiros, canonizado “post mortem”. Ministra pelo PT, ganhou notoriedade por combater o agronegócio, uma das principais forças-motrizes da economia brasileira. Daí resultou o reconhecimento e prêmios de ONGs internacionais, principalmente da Europa, que pregam no ‘terceiro mundo’ a sempre palatável proteção do meio-ambiente. Com frequência, na prática isso significa criar óbices para o desenvolvimento de países como o Brasil – o que, evidentemente, vai ao encontro dos interesses dos países ricos e já industrializados. E como estou a falar da provável presidente da República, não vou varrer a história para baixo do tapete: nos anos 1980, quando a ditadura no Brasil já era decadente e, no mundo, a URSS implodia, Marina aderiu ao Partido Revolucionário Comunista, célula clandestina de cunho marxista-leninista que encontrou abrigo dentro do Partido dos Trabalhadores. As pessoas devem saber o que isso significa, porém é válido repetir: trata-se de instaurar, via força e armas, uma ditadura totalitária supostamente popular, extinguir todos os partidos exceto o dirigente, abolir a propriedade privada e as liberdades públicas e - mais grave - para criar o “novo homem revolucionário e comunista”, eliminar das pessoas suas singularidades, que são o que fazem umas serem diferentes das outras. É uma espécie de experimento sócio-humano e quem a ele se opuser é sumariamente fuzilado ou escravizado num campo de concentração. A meu ver, quem pretende levar adiante uma agenda dessa natureza ciente de que seus resultados constituem a pior catástrofe de toda a história, com uma centena de milhões de mortos nas costas, não é adepto de ideologia política, social ou econômica. É terrorista e inimigo da liberdade. Com esse currículo e na iminência de se tornar presidente, sou levado a crer que não se trata de uma ideia comum. Estamos diante de uma ideia fixa. Ou, numa palavra: obsessão. É o tipo de ideia que o implacável ditador soviético Josef Stalin temia quando dizia que “ideias são mais perigosas que armas.” Não há remédio para combatê-las porque são instintivas e involuntárias e se incrustam no inconsciente inebriado por uma fixação. Marina tornou-se a expressão de uma época – aquilo que os alemães chamaram de “zeitgeist” - incorporando de forma personalíssima o anseio por novos ares. Funciona de forma similar ao populismo, do qual Lula e outros políticos fizeram uso. Porém, com Marina é diferente porque - ao contrário do que pressupus – a idolatria não é produto de um plano induzido deliberada e paulatinamente pela máquina de propaganda. Nada é parecido. Sua ascensão meteórica sem precedentes é um fenômeno inédito em nossa história. Se eleita, o País embarcará numa aventura que pode dar certo ou não. Ou, como suspeito, não deve resultar em mudanças profundas. Dentro da legalidade, das instituições e com respeito aos contratos vigentes, mudanças não ocorrem da noite para o dia e nem em quatro anos. Fato é que ela interromperá o perigoso projeto de poder do PT, cujos cálculos políticos subestimaram o eleitor e não incluíram ‘o imponderável’ nas equações. E é bom recordar que, a despeito das nossas advertências, em 2010 o eleitor deu a Dilma um voto de confiança ao qual ela não fazia jus. O resultado foi desastroso. Mesmo assim, a responsabilidade pelo quadro atual não é somente da sociedade. A classe política dirigente tem, sim, grande parcela de culpa no cartório. Desde que é oposição o PSDB tem sido incapaz de apresentar uma alternativa ao petismo. O partido errou em 2005 ao não levar a cabo o impeachment de Lula, que cometera crime de responsabilidade no Mensalão. Errou em 2006 ao lançar Geraldo Alckmin candidato, quando deveria ter lançado José Serra novamente. Errou em 2010 ao lançar Serra, quando deveria lançar Alckmin ou o próprio Aécio, cuja candidatura atual é um fiasco e hoje se encontra na UTI: caso não apresente recuperação nos próximos 10 dias, deveria desligar os aparelhos que lhe dão sobrevida – leia-se as máquinas partidário-eleitorais - e voltar para as Minas Gerais, onde seu candidato enfrenta dificuldades contra o petista Fernando Pimentel. No quesito erro o PT não fica atrás: o partido transformou a corrupção e o compadrio em política de governo, instrumentalizou as instituições em prol de seus interesses privados e aliou-se às figuras mais retrógradas da política nacional. Surfando nas boas ondas da economia internacional até 2008 e agarrando-se à crescente demanda da pujante China, ampliou programas sociais do antecessor FHC – que, segundo a cartilha oficial, teria deixado uma herança maldita - e fez do aumento do consumo o motor do crescimento. Contudo, não aproveitou o momento favorável para promover as reformas que 100 em cada 100 analistas julgavam necessárias, especialmente a tributária e a de infraestrutura, que teriam contribuído para aumentar a produtividade e a competividade da economia. Em 2010, com índices de aprovação nas nuvens, Lula elegeu Dilma, pintada pelo marketeiro João Santana como gestora competente e intolerante com os malfeitos, ou seja, exatamente o oposto do que ela é. Há 12 anos apeado do poder, o PSDB tem pouco a perder. Uma nova derrota presidencial talvez sirva para o partido finalmente reconhecer a necessidade de novos rumos. Talvez não. Ainda assim, os tucanos ainda têm boas chances de governar estados ricos, como SP, MG e PR – e participar de outros, como o da BA e do RS, onde seus aliados devem vencer as eleições contra adversários petistas. O mesmo não se pode dizer do PT, que há 12 anos suga a administração, os bancos, a Petrobras, os Correios e etc. A derrota virtualmente irreversível na órbita federal, acrescida do náufrago que se vislumbra nos estados, será a pior de sua história. O tempo irá dizer se o partido será capaz de se reerguer. A expectativa, contudo, fica mesmo por conta da forma como Marina governará: seu partido, a Rede, que ainda não existe, obviamente não elegerá nenhum parlamentar. E agregar aliados para formar uma base de apoio no Congresso não é conveniente. É imprescindível. Render-se-á a “nova política” aos velhos caciques? Ou tentará sobre eles impor suas vontades? Ao contrário das eleições, aqui não existe terceira via. É uma ou outra.
    Fotos da linha do tempo.
  • Show de Asas Livres em Pintadas

    apenas um pouco do que foi o Show, Org. Moura, Seg. Equipe Magno Seguranças, Genailson, Gueu, Dino e Marcos todos de Capim Grosso BA data 27/12/2013.......

  • Nalva Diniz

    em 05/05/2014 Via Youtube
    Afro Som em Pintadas dia 04/05/2014

    Apresentação do projeto Afro Som Elaborado pelo Professor Kleber de Andrada na abertura do evento da SECULT e FUNCEB em Pintadas BA Dia 04/05/2014.

  • ESMALTE DE 1 MILHÃO DE DÓLARES: http://prontaproquederevier.blogspot.com.br/2013/10/esmalte-de-1-milhao-de-dolares.html


    kelly-osbourne-exibe-unhas-pintadas-com-um-esmalte-da-marca-azature-avaliado-em-us-1-milhao-1381357936189_615x615.jpg
  • Sobre a Marina o que depõe contra ela seria o seu passado comunista? Ela hoje é nova criatura...o certo é que pra aplacar a revolta de junho de 2013 todos os políticos afirmaram que a resposta deveria ser dada nas urnas e, agora com esta resposta bem próxima o medo domina aqueles que pensavam que um ano seria suficiente para acalmar a grande revolta de junho de 2013. Vamos mostrar o resultado daquelas manifestações nas urnas e, se não houver mudanças continuaremos tentando até eliminarmos de vez toda classe política corrupta dos poderes do Brasil.


    Elias Carla Saraiva compartilhou uma foto
    A divulgação da pesquisa Datafolha nesta sexta-feira (29) confirmou a tendência de vitória de Marina Silva, já prevista pelo Ibope dias antes. Dela se extraem duas conclusões: primeiro, é remota a possibilidade de Aécio Neves recuperar os 19 pontos que o separam de suas rivais, empatadas com 34% das intenções de voto; segundo, também é remota a possibilidade de Dilma Rousseff vencer as eleições. Marina não é minha candidata, mas seria leviandade não me curvar aos números e, principalmente, à atmosfera do País. Beneficiada pela morte de Eduardo Campos, a quem não transferia seu capital eleitoral, ela personificou a demanda da sociedade por mudança. Em duas semanas sob exposição ininterrupta, suas intenções de voto cresceram vertiginosamente. E a tendência é que cresçam ainda mais. Hoje ela já ostenta o triplo do melhor desempenho de Campos em todas as pesquisas - salvo engano - 11%. Mas é claro que esse não é o fator central dessa ascensão. Até porque a exposição é compensada pelo seu reduzido tempo de propaganda no rádio e na TV - metade do tempo de Aécio e um quinto do tempo de Dilma; sua estrutura partidária é infinitamente inferior à de ambos; e o mesmo ocorre com suas alianças nos estados. Não é sequer absurdo indagar se estes fatores não contribuem para seu crescimento, já que desde junho do ano passado há uma rejeição generalizada à classe política. Originadas em São Paulo pelo MPL – grupo de extrema-esquerda que defende a gratuidade no transporte público – os protestos tomaram as grandes cidades do País. A adesão da classe média neles inseriu bandeiras de diversos matizes, que podem ser sintetizados, de um lado, pela demanda por melhores serviços públicos - saúde, educação, transporte e segurança – e, de outro, pela descrença com os partidos e os políticos, indistintamente. Gritos “Sem partido”, “São todos iguais”, “Farinha do mesmo saco” deram a tona do período. Marina, que sozinha já tivera votação expressiva em 2010, apresenta-se como alternativa a “tudo que está aí”. E o eleitor comprou a ideia. Mas certamente essa não é uma ideia comum, fundada numa análise lógico-racional de pressupostos, variantes, hipóteses e projeções de efeitos e resultados. Marina não possui experiência administrativa. Como senadora não possui produção legislativa relevante. Seu programa de governo não propõe nada que já não tenha sido sugerido. Sua trajetória, admirável apenas em virtude de sua origem pobre, é maculada pela exploração oportunista do cadáver de Chico Mendes e agora, de Eduardo Campos - como todos os políticos brasileiros, canonizado “post mortem”. Ministra pelo PT, ganhou notoriedade por combater o agronegócio, uma das principais forças-motrizes da economia brasileira. Daí resultou o reconhecimento e prêmios de ONGs internacionais, principalmente da Europa, que pregam no ‘terceiro mundo’ a sempre palatável proteção do meio-ambiente. Com frequência, na prática isso significa criar óbices para o desenvolvimento de países como o Brasil – o que, evidentemente, vai ao encontro dos interesses dos países ricos e já industrializados. E como estou a falar da provável presidente da República, não vou varrer a história para baixo do tapete: nos anos 1980, quando a ditadura no Brasil já era decadente e, no mundo, a URSS implodia, Marina aderiu ao Partido Revolucionário Comunista, célula clandestina de cunho marxista-leninista que encontrou abrigo dentro do Partido dos Trabalhadores. As pessoas devem saber o que isso significa, porém é válido repetir: trata-se de instaurar, via força e armas, uma ditadura totalitária supostamente popular, extinguir todos os partidos exceto o dirigente, abolir a propriedade privada e as liberdades públicas e - mais grave - para criar o “novo homem revolucionário e comunista”, eliminar das pessoas suas singularidades, que são o que fazem umas serem diferentes das outras. É uma espécie de experimento sócio-humano e quem a ele se opuser é sumariamente fuzilado ou escravizado num campo de concentração. A meu ver, quem pretende levar adiante uma agenda dessa natureza ciente de que seus resultados constituem a pior catástrofe de toda a história, com uma centena de milhões de mortos nas costas, não é adepto de ideologia política, social ou econômica. É terrorista e inimigo da liberdade. Com esse currículo e na iminência de se tornar presidente, sou levado a crer que não se trata de uma ideia comum. Estamos diante de uma ideia fixa. Ou, numa palavra: obsessão. É o tipo de ideia que o implacável ditador soviético Josef Stalin temia quando dizia que “ideias são mais perigosas que armas.” Não há remédio para combatê-las porque são instintivas e involuntárias e se incrustam no inconsciente inebriado por uma fixação. Marina tornou-se a expressão de uma época – aquilo que os alemães chamaram de “zeitgeist” - incorporando de forma personalíssima o anseio por novos ares. Funciona de forma similar ao populismo, do qual Lula e outros políticos fizeram uso. Porém, com Marina é diferente porque - ao contrário do que pressupus – a idolatria não é produto de um plano induzido deliberada e paulatinamente pela máquina de propaganda. Nada é parecido. Sua ascensão meteórica sem precedentes é um fenômeno inédito em nossa história. Se eleita, o País embarcará numa aventura que pode dar certo ou não. Ou, como suspeito, não deve resultar em mudanças profundas. Dentro da legalidade, das instituições e com respeito aos contratos vigentes, mudanças não ocorrem da noite para o dia e nem em quatro anos. Fato é que ela interromperá o perigoso projeto de poder do PT, cujos cálculos políticos subestimaram o eleitor e não incluíram ‘o imponderável’ nas equações. E é bom recordar que, a despeito das nossas advertências, em 2010 o eleitor deu a Dilma um voto de confiança ao qual ela não fazia jus. O resultado foi desastroso. Mesmo assim, a responsabilidade pelo quadro atual não é somente da sociedade. A classe política dirigente tem, sim, grande parcela de culpa no cartório. Desde que é oposição o PSDB tem sido incapaz de apresentar uma alternativa ao petismo. O partido errou em 2005 ao não levar a cabo o impeachment de Lula, que cometera crime de responsabilidade no Mensalão. Errou em 2006 ao lançar Geraldo Alckmin candidato, quando deveria ter lançado José Serra novamente. Errou em 2010 ao lançar Serra, quando deveria lançar Alckmin ou o próprio Aécio, cuja candidatura atual é um fiasco e hoje se encontra na UTI: caso não apresente recuperação nos próximos 10 dias, deveria desligar os aparelhos que lhe dão sobrevida – leia-se as máquinas partidário-eleitorais - e voltar para as Minas Gerais, onde seu candidato enfrenta dificuldades contra o petista Fernando Pimentel. No quesito erro o PT não fica atrás: o partido transformou a corrupção e o compadrio em política de governo, instrumentalizou as instituições em prol de seus interesses privados e aliou-se às figuras mais retrógradas da política nacional. Surfando nas boas ondas da economia internacional até 2008 e agarrando-se à crescente demanda da pujante China, ampliou programas sociais do antecessor FHC – que, segundo a cartilha oficial, teria deixado uma herança maldita - e fez do aumento do consumo o motor do crescimento. Contudo, não aproveitou o momento favorável para promover as reformas que 100 em cada 100 analistas julgavam necessárias, especialmente a tributária e a de infraestrutura, que teriam contribuído para aumentar a produtividade e a competividade da economia. Em 2010, com índices de aprovação nas nuvens, Lula elegeu Dilma, pintada pelo marketeiro João Santana como gestora competente e intolerante com os malfeitos, ou seja, exatamente o oposto do que ela é. Há 12 anos apeado do poder, o PSDB tem pouco a perder. Uma nova derrota presidencial talvez sirva para o partido finalmente reconhecer a necessidade de novos rumos. Talvez não. Ainda assim, os tucanos ainda têm boas chances de governar estados ricos, como SP, MG e PR – e participar de outros, como o da BA e do RS, onde seus aliados devem vencer as eleições contra adversários petistas. O mesmo não se pode dizer do PT, que há 12 anos suga a administração, os bancos, a Petrobras, os Correios e etc. A derrota virtualmente irreversível na órbita federal, acrescida do náufrago que se vislumbra nos estados, será a pior de sua história. O tempo irá dizer se o partido será capaz de se reerguer. A expectativa, contudo, fica mesmo por conta da forma como Marina governará: seu partido, a Rede, que ainda não existe, obviamente não elegerá nenhum parlamentar. E agregar aliados para formar uma base de apoio no Congresso não é conveniente. É imprescindível. Render-se-á a “nova política” aos velhos caciques? Ou tentará sobre eles impor suas vontades? Ao contrário das eleições, aqui não existe terceira via. É uma ou outra.
    Fotos da linha do tempo.



  • Michelle Peris compartilhou uma foto
    A divulgação da pesquisa Datafolha nesta sexta-feira (29) confirmou a tendência de vitória de Marina Silva, já prevista pelo Ibope dias antes. Dela se extraem duas conclusões: primeiro, é remota a possibilidade de Aécio Neves recuperar os 19 pontos que o separam de suas rivais, empatadas com 34% das intenções de voto; segundo, também é remota a possibilidade de Dilma Rousseff vencer as eleições. Marina não é minha candidata, mas seria leviandade não me curvar aos números e, principalmente, à atmosfera do País. Beneficiada pela morte de Eduardo Campos, a quem não transferia seu capital eleitoral, ela personificou a demanda da sociedade por mudança. Em duas semanas sob exposição ininterrupta, suas intenções de voto cresceram vertiginosamente. E a tendência é que cresçam ainda mais. Hoje ela já ostenta o triplo do melhor desempenho de Campos em todas as pesquisas - salvo engano - 11%. Mas é claro que esse não é o fator central dessa ascensão. Até porque a exposição é compensada pelo seu reduzido tempo de propaganda no rádio e na TV - metade do tempo de Aécio e um quinto do tempo de Dilma; sua estrutura partidária é infinitamente inferior à de ambos; e o mesmo ocorre com suas alianças nos estados. Não é sequer absurdo indagar se estes fatores não contribuem para seu crescimento, já que desde junho do ano passado há uma rejeição generalizada à classe política. Originadas em São Paulo pelo MPL – grupo de extrema-esquerda que defende a gratuidade no transporte público – os protestos tomaram as grandes cidades do País. A adesão da classe média neles inseriu bandeiras de diversos matizes, que podem ser sintetizados, de um lado, pela demanda por melhores serviços públicos - saúde, educação, transporte e segurança – e, de outro, pela descrença com os partidos e os políticos, indistintamente. Gritos “Sem partido”, “São todos iguais”, “Farinha do mesmo saco” deram a tona do período. Marina, que sozinha já tivera votação expressiva em 2010, apresenta-se como alternativa a “tudo que está aí”. E o eleitor comprou a ideia. Mas certamente essa não é uma ideia comum, fundada numa análise lógico-racional de pressupostos, variantes, hipóteses e projeções de efeitos e resultados. Marina não possui experiência administrativa. Como senadora não possui produção legislativa relevante. Seu programa de governo não propõe nada que já não tenha sido sugerido. Sua trajetória, admirável apenas em virtude de sua origem pobre, é maculada pela exploração oportunista do cadáver de Chico Mendes e agora, de Eduardo Campos - como todos os políticos brasileiros, canonizado “post mortem”. Ministra pelo PT, ganhou notoriedade por combater o agronegócio, uma das principais forças-motrizes da economia brasileira. Daí resultou o reconhecimento e prêmios de ONGs internacionais, principalmente da Europa, que pregam no ‘terceiro mundo’ a sempre palatável proteção do meio-ambiente. Com frequência, na prática isso significa criar óbices para o desenvolvimento de países como o Brasil – o que, evidentemente, vai ao encontro dos interesses dos países ricos e já industrializados. E como estou a falar da provável presidente da República, não vou varrer a história para baixo do tapete: nos anos 1980, quando a ditadura no Brasil já era decadente e, no mundo, a URSS implodia, Marina aderiu ao Partido Revolucionário Comunista, célula clandestina de cunho marxista-leninista que encontrou abrigo dentro do Partido dos Trabalhadores. As pessoas devem saber o que isso significa, porém é válido repetir: trata-se de instaurar, via força e armas, uma ditadura totalitária supostamente popular, extinguir todos os partidos exceto o dirigente, abolir a propriedade privada e as liberdades públicas e - mais grave - para criar o “novo homem revolucionário e comunista”, eliminar das pessoas suas singularidades, que são o que fazem umas serem diferentes das outras. É uma espécie de experimento sócio-humano e quem a ele se opuser é sumariamente fuzilado ou escravizado num campo de concentração. A meu ver, quem pretende levar adiante uma agenda dessa natureza ciente de que seus resultados constituem a pior catástrofe de toda a história, com uma centena de milhões de mortos nas costas, não é adepto de ideologia política, social ou econômica. É terrorista e inimigo da liberdade. Com esse currículo e na iminência de se tornar presidente, sou levado a crer que não se trata de uma ideia comum. Estamos diante de uma ideia fixa. Ou, numa palavra: obsessão. É o tipo de ideia que o implacável ditador soviético Josef Stalin temia quando dizia que “ideias são mais perigosas que armas.” Não há remédio para combatê-las porque são instintivas e involuntárias e se incrustam no inconsciente inebriado por uma fixação. Marina tornou-se a expressão de uma época – aquilo que os alemães chamaram de “zeitgeist” - incorporando de forma personalíssima o anseio por novos ares. Funciona de forma similar ao populismo, do qual Lula e outros políticos fizeram uso. Porém, com Marina é diferente porque - ao contrário do que pressupus – a idolatria não é produto de um plano induzido deliberada e paulatinamente pela máquina de propaganda. Nada é parecido. Sua ascensão meteórica sem precedentes é um fenômeno inédito em nossa história. Se eleita, o País embarcará numa aventura que pode dar certo ou não. Ou, como suspeito, não deve resultar em mudanças profundas. Dentro da legalidade, das instituições e com respeito aos contratos vigentes, mudanças não ocorrem da noite para o dia e nem em quatro anos. Fato é que ela interromperá o perigoso projeto de poder do PT, cujos cálculos políticos subestimaram o eleitor e não incluíram ‘o imponderável’ nas equações. E é bom recordar que, a despeito das nossas advertências, em 2010 o eleitor deu a Dilma um voto de confiança ao qual ela não fazia jus. O resultado foi desastroso. Mesmo assim, a responsabilidade pelo quadro atual não é somente da sociedade. A classe política dirigente tem, sim, grande parcela de culpa no cartório. Desde que é oposição o PSDB tem sido incapaz de apresentar uma alternativa ao petismo. O partido errou em 2005 ao não levar a cabo o impeachment de Lula, que cometera crime de responsabilidade no Mensalão. Errou em 2006 ao lançar Geraldo Alckmin candidato, quando deveria ter lançado José Serra novamente. Errou em 2010 ao lançar Serra, quando deveria lançar Alckmin ou o próprio Aécio, cuja candidatura atual é um fiasco e hoje se encontra na UTI: caso não apresente recuperação nos próximos 10 dias, deveria desligar os aparelhos que lhe dão sobrevida – leia-se as máquinas partidário-eleitorais - e voltar para as Minas Gerais, onde seu candidato enfrenta dificuldades contra o petista Fernando Pimentel. No quesito erro o PT não fica atrás: o partido transformou a corrupção e o compadrio em política de governo, instrumentalizou as instituições em prol de seus interesses privados e aliou-se às figuras mais retrógradas da política nacional. Surfando nas boas ondas da economia internacional até 2008 e agarrando-se à crescente demanda da pujante China, ampliou programas sociais do antecessor FHC – que, segundo a cartilha oficial, teria deixado uma herança maldita - e fez do aumento do consumo o motor do crescimento. Contudo, não aproveitou o momento favorável para promover as reformas que 100 em cada 100 analistas julgavam necessárias, especialmente a tributária e a de infraestrutura, que teriam contribuído para aumentar a produtividade e a competividade da economia. Em 2010, com índices de aprovação nas nuvens, Lula elegeu Dilma, pintada pelo marketeiro João Santana como gestora competente e intolerante com os malfeitos, ou seja, exatamente o oposto do que ela é. Há 12 anos apeado do poder, o PSDB tem pouco a perder. Uma nova derrota presidencial talvez sirva para o partido finalmente reconhecer a necessidade de novos rumos. Talvez não. Ainda assim, os tucanos ainda têm boas chances de governar estados ricos, como SP, MG e PR – e participar de outros, como o da BA e do RS, onde seus aliados devem vencer as eleições contra adversários petistas. O mesmo não se pode dizer do PT, que há 12 anos suga a administração, os bancos, a Petrobras, os Correios e etc. A derrota virtualmente irreversível na órbita federal, acrescida do náufrago que se vislumbra nos estados, será a pior de sua história. O tempo irá dizer se o partido será capaz de se reerguer. A expectativa, contudo, fica mesmo por conta da forma como Marina governará: seu partido, a Rede, que ainda não existe, obviamente não elegerá nenhum parlamentar. E agregar aliados para formar uma base de apoio no Congresso não é conveniente. É imprescindível. Render-se-á a “nova política” aos velhos caciques? Ou tentará sobre eles impor suas vontades? Ao contrário das eleições, aqui não existe terceira via. É uma ou outra.
    Fotos da linha do tempo.
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    A boa educação é moeda de ouro, em toda parte tem valor
  • POR ESSA ELES NÃO ESPERAVAM.....


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    A divulgação da pesquisa Datafolha nesta sexta-feira (29) confirmou a tendência de vitória de Marina Silva, já prevista pelo Ibope dias antes. Dela se extraem duas conclusões: primeiro, é remota a possibilidade de Aécio Neves recuperar os 19 pontos que o separam de suas rivais, empatadas com 34% das intenções de voto; segundo, também é remota a possibilidade de Dilma Rousseff vencer as eleições. Marina não é minha candidata, mas seria leviandade não me curvar aos números e, principalmente, à atmosfera do País. Beneficiada pela morte de Eduardo Campos, a quem não transferia seu capital eleitoral, ela personificou a demanda da sociedade por mudança. Em duas semanas sob exposição ininterrupta, suas intenções de voto cresceram vertiginosamente. E a tendência é que cresçam ainda mais. Hoje ela já ostenta o triplo do melhor desempenho de Campos em todas as pesquisas - salvo engano - 11%. Mas é claro que esse não é o fator central dessa ascensão. Até porque a exposição é compensada pelo seu reduzido tempo de propaganda no rádio e na TV - metade do tempo de Aécio e um quinto do tempo de Dilma; sua estrutura partidária é infinitamente inferior à de ambos; e o mesmo ocorre com suas alianças nos estados. Não é sequer absurdo indagar se estes fatores não contribuem para seu crescimento, já que desde junho do ano passado há uma rejeição generalizada à classe política. Originadas em São Paulo pelo MPL – grupo de extrema-esquerda que defende a gratuidade no transporte público – os protestos tomaram as grandes cidades do País. A adesão da classe média neles inseriu bandeiras de diversos matizes, que podem ser sintetizados, de um lado, pela demanda por melhores serviços públicos - saúde, educação, transporte e segurança – e, de outro, pela descrença com os partidos e os políticos, indistintamente. Gritos “Sem partido”, “São todos iguais”, “Farinha do mesmo saco” deram a tona do período. Marina, que sozinha já tivera votação expressiva em 2010, apresenta-se como alternativa a “tudo que está aí”. E o eleitor comprou a ideia. Mas certamente essa não é uma ideia comum, fundada numa análise lógico-racional de pressupostos, variantes, hipóteses e projeções de efeitos e resultados. Marina não possui experiência administrativa. Como senadora não possui produção legislativa relevante. Seu programa de governo não propõe nada que já não tenha sido sugerido. Sua trajetória, admirável apenas em virtude de sua origem pobre, é maculada pela exploração oportunista do cadáver de Chico Mendes e agora, de Eduardo Campos - como todos os políticos brasileiros, canonizado “post mortem”. Ministra pelo PT, ganhou notoriedade por combater o agronegócio, uma das principais forças-motrizes da economia brasileira. Daí resultou o reconhecimento e prêmios de ONGs internacionais, principalmente da Europa, que pregam no ‘terceiro mundo’ a sempre palatável proteção do meio-ambiente. Com frequência, na prática isso significa criar óbices para o desenvolvimento de países como o Brasil – o que, evidentemente, vai ao encontro dos interesses dos países ricos e já industrializados. E como estou a falar da provável presidente da República, não vou varrer a história para baixo do tapete: nos anos 1980, quando a ditadura no Brasil já era decadente e, no mundo, a URSS implodia, Marina aderiu ao Partido Revolucionário Comunista, célula clandestina de cunho marxista-leninista que encontrou abrigo dentro do Partido dos Trabalhadores. As pessoas devem saber o que isso significa, porém é válido repetir: trata-se de instaurar, via força e armas, uma ditadura totalitária supostamente popular, extinguir todos os partidos exceto o dirigente, abolir a propriedade privada e as liberdades públicas e - mais grave - para criar o “novo homem revolucionário e comunista”, eliminar das pessoas suas singularidades, que são o que fazem umas serem diferentes das outras. É uma espécie de experimento sócio-humano e quem a ele se opuser é sumariamente fuzilado ou escravizado num campo de concentração. A meu ver, quem pretende levar adiante uma agenda dessa natureza ciente de que seus resultados constituem a pior catástrofe de toda a história, com uma centena de milhões de mortos nas costas, não é adepto de ideologia política, social ou econômica. É terrorista e inimigo da liberdade. Com esse currículo e na iminência de se tornar presidente, sou levado a crer que não se trata de uma ideia comum. Estamos diante de uma ideia fixa. Ou, numa palavra: obsessão. É o tipo de ideia que o implacável ditador soviético Josef Stalin temia quando dizia que “ideias são mais perigosas que armas.” Não há remédio para combatê-las porque são instintivas e involuntárias e se incrustam no inconsciente inebriado por uma fixação. Marina tornou-se a expressão de uma época – aquilo que os alemães chamaram de “zeitgeist” - incorporando de forma personalíssima o anseio por novos ares. Funciona de forma similar ao populismo, do qual Lula e outros políticos fizeram uso. Porém, com Marina é diferente porque - ao contrário do que pressupus – a idolatria não é produto de um plano induzido deliberada e paulatinamente pela máquina de propaganda. Nada é parecido. Sua ascensão meteórica sem precedentes é um fenômeno inédito em nossa história. Se eleita, o País embarcará numa aventura que pode dar certo ou não. Ou, como suspeito, não deve resultar em mudanças profundas. Dentro da legalidade, das instituições e com respeito aos contratos vigentes, mudanças não ocorrem da noite para o dia e nem em quatro anos. Fato é que ela interromperá o perigoso projeto de poder do PT, cujos cálculos políticos subestimaram o eleitor e não incluíram ‘o imponderável’ nas equações. E é bom recordar que, a despeito das nossas advertências, em 2010 o eleitor deu a Dilma um voto de confiança ao qual ela não fazia jus. O resultado foi desastroso. Mesmo assim, a responsabilidade pelo quadro atual não é somente da sociedade. A classe política dirigente tem, sim, grande parcela de culpa no cartório. Desde que é oposição o PSDB tem sido incapaz de apresentar uma alternativa ao petismo. O partido errou em 2005 ao não levar a cabo o impeachment de Lula, que cometera crime de responsabilidade no Mensalão. Errou em 2006 ao lançar Geraldo Alckmin candidato, quando deveria ter lançado José Serra novamente. Errou em 2010 ao lançar Serra, quando deveria lançar Alckmin ou o próprio Aécio, cuja candidatura atual é um fiasco e hoje se encontra na UTI: caso não apresente recuperação nos próximos 10 dias, deveria desligar os aparelhos que lhe dão sobrevida – leia-se as máquinas partidário-eleitorais - e voltar para as Minas Gerais, onde seu candidato enfrenta dificuldades contra o petista Fernando Pimentel. No quesito erro o PT não fica atrás: o partido transformou a corrupção e o compadrio em política de governo, instrumentalizou as instituições em prol de seus interesses privados e aliou-se às figuras mais retrógradas da política nacional. Surfando nas boas ondas da economia internacional até 2008 e agarrando-se à crescente demanda da pujante China, ampliou programas sociais do antecessor FHC – que, segundo a cartilha oficial, teria deixado uma herança maldita - e fez do aumento do consumo o motor do crescimento. Contudo, não aproveitou o momento favorável para promover as reformas que 100 em cada 100 analistas julgavam necessárias, especialmente a tributária e a de infraestrutura, que teriam contribuído para aumentar a produtividade e a competividade da economia. Em 2010, com índices de aprovação nas nuvens, Lula elegeu Dilma, pintada pelo marketeiro João Santana como gestora competente e intolerante com os malfeitos, ou seja, exatamente o oposto do que ela é. Há 12 anos apeado do poder, o PSDB tem pouco a perder. Uma nova derrota presidencial talvez sirva para o partido finalmente reconhecer a necessidade de novos rumos. Talvez não. Ainda assim, os tucanos ainda têm boas chances de governar estados ricos, como SP, MG e PR – e participar de outros, como o da BA e do RS, onde seus aliados devem vencer as eleições contra adversários petistas. O mesmo não se pode dizer do PT, que há 12 anos suga a administração, os bancos, a Petrobras, os Correios e etc. A derrota virtualmente irreversível na órbita federal, acrescida do náufrago que se vislumbra nos estados, será a pior de sua história. O tempo irá dizer se o partido será capaz de se reerguer. A expectativa, contudo, fica mesmo por conta da forma como Marina governará: seu partido, a Rede, que ainda não existe, obviamente não elegerá nenhum parlamentar. E agregar aliados para formar uma base de apoio no Congresso não é conveniente. É imprescindível. Render-se-á a “nova política” aos velhos caciques? Ou tentará sobre eles impor suas vontades? Ao contrário das eleições, aqui não existe terceira via. É uma ou outra.
    Fotos da linha do tempo.

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