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Caetité - Bahia

Caetité faz parte do estado da Bahia, distante 757 quilômetros da capital do estado, Salvador e possui uma população em 2006 de 48.000 habitantes. Com dois séculos de emancipação, a cidade foi um pólo cultural da região sertaneja, foi a terra natal de figuras como Cezar Zama, Aristides Spínola, Anísio Teixeira, Nestor Duarte Guimarães, Waldick Soriano, Prisco Viana, dentre outros. Foi, ainda, pioneira na educação regional, com a primeira Escola Normal do sertão baiano.

População (fonte: IBGE)

População residente (censo 2000-2001): 45.272 habitantes

História da cidade de Município de Caetité

"Cidade Cultura"

Brasão Bandeira

Aniversário 5 de abril

Fundação 1810

Gentílico caetiteense

Lema "Só o amor constrói"

Prefeito(a) Ricardo de Tadeu Ladeia (PSDB) administração 2001 a 2008.

Localização

14° 04′ 08" S 42° 28′ 30" O14° 04′ 08" S 42° 28′ 30" O

Estado Bahia

Mesorregião Centro-Sul Baiano

Microrregião Guanambi

Região metropolitana

Municípios limítrofes Igaporã, Guanambi, Pindaí, Licínio de Almeida, Caculé, Ibiassucê, Lagoa Real, Livramento do Brumado, Paramirim, Tanque Novo e Macaúbas.

Distância até a capital 757 quilômetros

Características geográficas

Área 2.306,382 km

População 46.192 hab. cont. IBGE/2007 [1]

Densidade 21,0 hab./km

Altitude 825 metros

Clima tropical

Fuso horário UTC-3

Indicadores

IDH 0,673 PNUD/2000

PIB R$ 103.265.093,00 IBGE/2003

PIB per capita R$ 2.199,61 IBGE/2003

Caetité é um município brasileiro da Bahia, distante 757 quilômetros da capital do estado, Salvador e possui uma população em 2006 de 48.000 habitantes.

índice [esconder]

1 Geografia

2 Dados atuais

3 História

3.1 Municípios emancipados de Caetité

3.2 Do século XIX aos dias atuais

4 Filhos ilustres

5 Economia

5.1 Parque eólico

6 Vegetação e ecossistema

7 Feriados municipais

8 Imagens

9 Referências

10 Ver também

11 Ligações externas

[editar] Geografia

Além da sede, possui quatro distritos com as seguintes distâncias desta: Brejinho das Ametistas, a 24 km; Caldeiras, a 60 km; Maniaçu, a 28 km; Pajeú, a 26 km. Além disso, alguns povoados de maior importância se destacam, como Anguá, Campinas, Juazeiro, Santa Luzia e Umbuzeiro.

Com altitude de 825 metros, possui clima ameno, apesar de situada no semi-árido. Os períodos de maior insolação são nos meses de abril e agosto (200 horas) e sua temperatura média anual é de 21,4°C (média máxima de 26,8°C e mínima de 16,4°C).

[editar] Dados atuais

População (fonte: IBGE)

População residente (censo 2000-2001): 45.272 habitantes

População estimada (2004) 47.207 habitantes.

[editar] História

Território originalmente habitado por indígenas da linhagem jê (tupinaens e pataxós), já no século XVII constituía-se em núcleo de catequese. Do final do século data a fazenda São Timóteo, entreposto do ouro que descia das chapadas para o porto de Parati (veja, neste sentido, Estrada Real), no Rio de Janeiro.

Em 1724 passa a pertencer à Vila de Rio de Contas, emancipada de Jacobina; em 1754 foi o arraial elevado a Freguesia.

Seu nome deriva do tupi: CAA (mata) ITA (pedra) ETé (grande), referência à formação rochosa a leste da cidade, conhecida por "pedra redonda"[2].

No final do século XVIII e começo do XIX, a população se mobiliza, comprando à Coroa o direito de tornar-se Vila, emancipando-se finalmente de Rio de Contas em 5 de abril de 1810, data maior da cidade. Foi elevada a cidade em 1867. De seu território originaram-se 47 municípios[3]:

[editar] Municípios emancipados de Caetité

Mapa da Vila Nova do Príncipe e Santana de Cayteté - 1810Anajé (de Conquista, 1962); Aracatu (Brumado, 1962); Barra do Choça (Conquista, 1962); Belo Campo (Conquista, 1962); Boa Nova (Conquista, 1880); Bom Jesus da Serra (Poções,1989); Brumado (de Caetité, em 1877); Caatiba(Conquista, 1961); Caculé (de Caetité, em 1919); Caetanos (Poções,1989); Candiba (de Guanambi, 1962); Cândido Sales (Conquista, 1962); Caraíbas (Tremedal, 1989); Condeúba (1889); Cordeiros (Condeúba, 1961); Dário Meira; Encruzilhada (Macarani, 1952); Guajeru (Condeúba, 1985); Guanambi (seu território originalmente pertencia à Villa Nova, depois passou a Palmas de Monte Alto quando esta desmembrou-se de Macaúbas em 1840, por sua vez oriunda de Urubu em 1832); Ibiassucê (1943); Ibicuí (Poções, 1952); Igaporã (Caetité, 1953/58); Iguaí (Poções, 1952); Itagibá; Itambé (Conquista, 1927); Itapetinga (Itambé,1952); Jacaraci (Caetité, 1880); Lagoa Real (de Caetité,1989); Licínio de Almeida (Jacaraci/Urandi, 1962); Macarani (de Vitória da Conquista, 1921); Maetinga (J. Quadros, 1985); Maiquinique (Macarani, 1961); Malhada de Pedras (Brumado, 1962); Manoel Vitorino (Boa Nova, 1962); Mirante (Boa Nova, 1962); Mortugaba (Jacaraci, 1943); Nova Canaã (Poções, 1961); Pindaí (Urandi, 1962); Piripá (Condeúba, 1962); Planalto (Poções, 1962);; Poções (Conquista, 1880/1923); Pres. Jânio Quadros (1961); Ribeirão do Largo (Encruzilhada, 1989); Rio do Antonio (Caetité, 1889); Tremedal (Condeúba, 1953); Urandi (de Caetité, 1889) e Vitória da Conquista (de Caetité, em 1840).

[editar] Do século XIX aos dias atuais

Tão logo emancipou-se, a Vila participa indiretamente das lutas pela Independência da Bahia, apoiando o Governo Provisório instalado na Vila de Cachoeira. Encerradas as lutas contra as tropas portuguesas no Recôncavo, em Caetité tem lugar o episódio do Mata-maroto, lutas entre brasileiros e portugueses, que se seguiram a 1823.

Foi, em 1817, visitada pela expedição de Spix e Martius, guardando boa impressão nos naturalistas, que consignaram a presença de uma Escola Régia de Latim[2].

Morada do Major Silva Castro, herói das guerras de independência, teve uma filha, Pórcia, raptada por Leolino Pinheiro de Azevedo, num drama que inspirou, no século seguinte, o romance Sinhazinha do acadêmico Afrânio Peixoto. Avô do poeta Castro Alves, a presença de Silva Castro foi um dos motivos pelos quais a cidade inda hoje comemora o 2 de Julho, data máxima do estado da Bahia[4].

No final do Século é visitada por Teodoro Sampaio, deixando o grande engenheiro a seguinte máxima: "Caetité assemelha-se ao viajante qual uma Corte do sertão" (in:O Rio São Francisco e a Chapada Diamantina).

Cresce em importância no cenário nacional, com os tribunos Aristides Spínola (ex-governador de Goiás e mais jovem parlamentar no Império) e Cezar Zama, grande polemista e maior adversário, na tribuna, de Rui Barbosa - ambos abolicionistas e republicanos[5].

Em 1894 faz o primeiro governador eleito do estado, Dr. Rodrigues Lima, genro do Barão de Caetité, assistindo pela primeira vez a ação efetiva do poder público estadual, com a modernização da instalações públicas (dentre outras ações, a construção de açudes, Cemitério Municipal, Mercado e a Primeira Escola Normal do alto sertão)[6].

No começo do século assiste à instalação da Missão Presbiteriana Brasil-Central, com a morada na cidade do Pastor Henry John McCall, e fundação da Escola Americana. Isso veio a incrementar a condição de pólo educacional sertanejo, ampliado inda mais com a instalação do colégio jesuíta São Luiz Gonzaga[2].

A política local, nesta época, é bipartite entre os Rodrigues Lima, na pessoa do Coronel Cazuzinha, e o Coronel Deocleciano Pires Teixeira (pai de Anísio Teixeira). Apesar das grandes dificuldades, é a primeira cidade do interior baiano a ter uma rede de energia elétrica - verdadeira epopéia vivida pelo alemão Otto Koehne[7]. Também a rede de água, a construção do Teatro Centenário e outras, são fruto da índole pioneira de seu povo, progressos até então ausentes em praticamente todas as cidades do país - ressaltando-se figuras como Durval Públio de Castro, na efetivação dessas melhorias[8].

No cenário político-cultural a cidade é berço de figuras como Nestor Duarte, a pintora Lucília Fraga, os escritores Marcelino Neves, João Gumes, Nicodema Alves e, mais recentemente, Vandilson Junqueira, Erivaldo Fagundes Neves e outros[9]. João Gumes foi, pessoalmente, o responsável por instalar em Caetité o primeiro jornal do alto sertão: o periódico A Pena[10], que hoje constitui-se no principal acervo do Arquivo Público Municipal de Caetité.

Teve sua diocese instalada em 1915, e foi este mais um fator de desenvolvimento da cidade: a construção do primeiro aeroporto do sertão baiano, escala dos vôos da então Cia Aérea Sadia, o Círculo Operário, o Seminário São José e a Rádio Educadora Santana - foram alguns dos benefícios derivados da elevação da paróquia em diocese.

Na educação despontou o nome de Anísio Teixeira, lutando por reerguer a Escola Normal, depois transformada no Instituto que leva seu nome. Ali estudaram figuras como Newton Cardoso, Georgino Jorge dos Santos, Tânia Martins e muitos outros.

A ditadura militar de 64 foi um duro golpe para a cidade; secularmente defensora da liberdade, sua gente pareceu ao regime como potencial risco; os assassinatos obscuros de Anísio Teixeira e do poeta Camillo de Jesus Lima fizeram com que o tradicional pólo de educação e cultura assistisse ao declínio, nas décadas que se seguiram a 1970. Apesar disso, foi ali que teve início o trabalho de documentação das atrocidades do regime, capitaneado pelo Pastor Jaime Wright.

Em Caetité nasceram o músico Waldick Soriano, o político Prisco Viana (ex-ministro da Previdência Social), José Neves Teixeira e muitos outros nomes de relevo no cenário regional, estadual e nacional, como o ator-mirim Buiú, de A Praça é Nossa.

[editar] Filhos ilustres

Já em 1818 a pequena Vila Nova do Príncipe e Santana de Caetité impressiona a expedição de Spix e Martius.

Conhecida por sua educação e foco civilizador, Caetité foi berço de grandes personalidades da História estadual e nacional, como Cezar Zama (parlamentar, historiador), Plínio de Lima (poeta, colega e amigo de Castro Alves), Aristides Spínola (advogado, governador de Goiás 1879-80), Joaquim Manoel Rodrigues Lima (primeiro Governador eleito da Bahia) e seu irmão, dr. Antônio Rodrigues Lima, Anísio Teixeira (pedagogo), Joaquim Spínola (fundador da Revista dos Tribunais), Nestor Duarte (jurista, escritor), Paulo Souto (Governador da Bahia 1994-98; 2002-06), Prisco Viana (político, ex-ministro da República), a pintora Lucília Fraga e o músico símbolo do estilo brega, Waldick Soriano, dentre outros.

[editar] Economia

3 de março de 2007: o Governador Jacques Wagner, o Prefeito Ricardo Ladeia, e Pramod Agarwal, assinam acordo pela exploração da jazida ferrífera de CaetitéNa pecuária destaca-se com um rebanho bovino com mais de 32 mil cabeças. Na mineração conta com ricas jazidas de urânio, ametista, manganês e ferro (esta descoberta no começo do século XXI). Na indústria possui importantes manufaturas têxteis e é pólo regional na cerâmica.

A jazida ferrífera virá a ser explorada pela companhia mineradora indiana instalada em joint-venture com o nome de Bahia Mineração Ltda - BML. O depósito conta com 4 a 6 bilhões de toneladas, e uma produção anual estimada em cerca de doze milhões de toneladas anuais - a terceira maior do Brasil.

A 3 de março de 2007 o Governador Jacques Wagner, o representante da mineradora Pramod Agarwal e o Prefeito Municipal participaram, na cidade, da cerimônia que celebrou a parceria das entidades públicas e da mineradora, esta última com investimentos estimados em cerca de 1,5 bilhão de dólares[11]. Em 2008 foi anunciada a venda de 50% da BML para uma empresa cazaque, a Eurasian Natural Resources, por trezentos milhões de dólares. O empreendimento prevê, ainda, a construção de um mineroduto até o Porto de Ilhéus.[12]

[editar] Parque eólico

Com a crise energética ocorrida no final do governo FHC o grupo Iberdrola iniciou um projeto para a instalação na cidade, em 2002, de um complexo gerador de energia eólica, orçado à época em R$ 550 milhões. Com o Governo Lula, entretanto, este e outros projetos da cidade foram alvo de adiamentos e abandono, sem que os mesmos viessem a se concretizar. Este parque eólico seria composto por 130 geradores, com geração de duzentos megawatts de energia - e considerado estratégico para o desenvolvimento regional[13].

Em 2005 o Greenpeace, passando pela cidade, teve ocasião de registrar, junto a lideranças locais, a importância não apenas energética - mas sobretudo ecológica e econômica da instalação do parque[14].

A despeito disto, representantes eleitos pela cidade, como o deputado estadual Waldenor Pereira, ressaltam em sua propaganda oficial a importância desse modo de produção de energia, mas nenhum projeto, ou pleito por sua efetivação foram apresentados[15].

Segundo pesquisa anemométrica realizada em todo o estado da Bahia, Caetité apresenta o maior potencial eólico, em intensidade e frequência dos ventos, além da pouca amplitude de direções destes, em todo o estado - o que torna a cidade o local onde tal projeto tenha a maior viabilidade [16].

[editar] Vegetação e ecossistema

O município apresenta características de cerrado e caatinga, estando aqueles presentes nas partes altas. Em meio ao cerrado - denominado localmente de "gerais" - surgem ilhas de mata com características de floresta tropical, chamadas de "capões".

Os principais problemas ecológicos apresentados são o desmatamento indiscriminado, para a produção de carvão (destinado ao consumo das grandes siderúrgicas de Minas Gerais), bem como para atender ao pólo ceramista local.

Em Caetité foram identificadas diversas espécies vegetais, algumas delas únicas (caso da palmeira "coco de vassoura"), estudadas boa parte delas pelo New York Botanical Garden, na década de 1980.

[editar] Feriados municipais

5 de abril - Data da emancipação do Município (1810);

12 de julho - Dia do nascimento do educador Anísio Teixeira (1900);

12 de outubro - Dia da lei que elevou a vila à categoria cidade (feriado sem significação histórica relevante, coincidente com outro, nacional).

[editar] Imagens

A cidade foi descrita, no Corografia Brasílica, em 1817, como situada num "sítio lavado dos ventos"; mais tarde, o engenheiro Teodoro Fernandes Sampaio dissera que "Caetité se assemelha ao viajante qual uma corte do sertão".

O poeta Mariano S. J. Matos cantou-a num belo soneto[17]: "(...)E, assim, em loira tela, pinto em versos / esboçando-te a grandeza e fidalguia / Porque tu és - oh! Caetité formosa! / Tradicional cidade, excelsa e honrosa / Onde a cultura tem soberania."

A poesia teve em Castro Guerra diversos cantos dedicados a ela. Ele aqui morou, guardando imagens na memória como esta[18]:

"Só, somente o velho sobrado,

com seu olho-grande cinza:

pasme, memória, pasme!

doa, saudade, doa!

Nicodema Alves, poetiza bissexta, cantou-lhe a saudade[19]:

"Tu vives, princesa amada,

Entre as serras debruçada,

Ouvindo o vento cantar,

Entre as palmas estalar,

Na profusão dos coqueiros

Que se contam aos milheiros!

Minha cidade bonita,

Mesmo antiga, és tão catita!

No pensamento a rever,

A saudade faz doer!

Recordo as manhãs brumosas

Onde neves vaporosas

Levantam de tuas fontes,

Cobrem o cimo dos montes!

Prédio da Prefeitura

Arquivo Público Municipal

Catedral de Senhora Santana

Observatório Meteorológico

Mapa do Município

busto de Anísio Teixeira

Festa de Reis

Carro de bois

Fonte: Referências Estimativas - Contagem da População 2007. IBGE. Página visitada em 14 de Novembro de 2007. 2,0 2,1 2,2 SANTOS, Helena Lima. Caetité, pequenina e ilustre, Tribuna do Sertão, Brumado, 1996, 2ªed. KOEHNE, André. Caderno de Cultura Caetiteense, vol. 2, Div. de Cultura, Caetité, 2002 íntegra *AMADO, Jorge. ABC de Castro Alves COTRIM, Dário, Idílio de Pórcia e Leolino PEIXOTO, Afrânio, Sinhazinha. KOEHNE, André, in Caderno de Cultura Caetiteense, vol. 3, Div. de Cultura, Caetité, 2002 íntegra de "Cezar Zama, a verdade RODRIGUES, Zezito. in Caderno de Cultura Caetiteense, vol. 6, Div. de Cultura, Caetité, 2002 íntegra Otto Koehne e o Resgate da Caldeira Ensaio biográfico http://br.geocities.com/acadcaetiteenseletras/index_historia_caetite.html http://br.geocities.com/acadcaetiteenseletras/index_historia_jgumes.html, pesquisado em 24 de setembro de 2007, às 11:15 [1], pesquisado em 5 de março de 2007. Estadão, notícia acessada em 3 de maio de 2008 PARAJARA, Fabiana. Revista Istoé Dinheiro, nº 265, Quarta-feira, 25 de Setembro de 2002 - sítio pesquisado em 24 de novembro de 2007. Greenpeace em Caetité, pesquisado em 24 de novembro de 2007. sítio oficial do deputado, pesquisado em 24 de novembro de 2007. Pesquisa idêntica ao google, com as palavras Caetité, eólica e "Waldenor Pereira" revelam a nulidade da atuação do parlamentar na defesa desse projeto local, até a data da pesquisa. Atlas eólico da Bahia, sítio da Coelba, em PDF, pesquisado em 24 de Novembro de 2007 - 13:08 COSTA, áurea, Luz entre os Roseirais, Companhia Brasileira de Artes Gráficas, Rio de Janeiro, 1992 in: Sequelas da Saudade, gráfica Giordani, Vitória da Conquista, 1996. ALVES, Nicodema, Ocaso, s/ed, Salvador, 1966 [editar] Ver também Academia Caetiteense de Letras Anísio Teixeira Arquivo Público Municipal de Caetité Barão de Caetité Câmara Municipal de Caetité Plínio de Lima Camillo de Jesus Lima Diocese de Caetité Hino de Caetité Nestor Duarte Waldick Soriano Dom Antônio Alberto Guimarães Rezende Dom Riccardo Guerrino Brusati [editar] Ligações externas O Wikimedia Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre CaetitéA Wikipédia possui a categoria: CaetitéPágina da prefeitura Caetité no WikiMapia Página da Divisão de Cultura Arquivo Público Municipal de Caetité Academia Caetiteense de Letras Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Caetit%C3%A9" Categoria: Caetité

Autor do Histórico: ZENY PEREIRA AZEVEDO

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